SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 22
Baixar para ler offline
Centro Universitário – Várzea Grande

       Produção de Leitura e Texto

                AULA IV
LINGUAGEM FORENSE – NOTAS ACERCA
    DAS CLASSES GRAMATICAIS QUE
     INTERESSAM À REDAÇÃO NOS
    CARTÓRIOS, JUÍZOS E TRIBUNAIS.
    NASCIMENTO, Edmundo Dantes.
 Linguagem forense. 10. ed.. São Paulo:
            Saraiva, 2010.
LINGUAGEM E PENSAMENTO
“Começamos por dizer que linguagem é, ao
  mesmo tempo, efeito e condição do
  pensamento”
                  (Delacroix apud Nascimento, pág.03)
. “A Linguagem socializa e racionaliza o
   pensamento. É
   axiomático, modernamente, que quem pensa
   bem escreve ou fala bem”
                             (NASCIMENTO, pág. 03).
Os processos do Pensamento
• Objeto da Lógica, conjuntamente com a
  expressão material do pensamento, que é a
  linguagem.
                     Por que?
     O jurista examina os fatos (exposição dos
    acontecimentos com os gêneros mediante a
   exposição de textos escritos ou depoimentos
                      falados).
A Linguagem Forense e suas
    especificidades - Nascimento pág. 03.

•   Precisão;
•   Concisão;
•   Pureza;
•   Clareza.
Contradição do Código de Processo
                 Civil
• O anterior (art.159, III) “fatos e fundamentos
  expostos com precisão e clareza”.

• O atual (art. 284) determina ao juiz que faça
  um exame atento acerca “defeitos e
  irregularidades capazes de dificultar o mérito”
   (Nascimento pág. 3)
SEMÂNTICA
       DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO
SENTIDO DENOTATIVO = Sentido Próprio: É a linguagem
  comum, objetiva, científica. (Nascimento pág.05).
EX: - O leão é um animal feroz.
leão = animal (sentido próprio, verdadeiro)

SENTIDO CONOTATIVO = Sentido Figurado: É a linguagem
   poética, literária, diferente da linguagem comum.
   (Nascimento pág.05).
EX: - Aquele homem é um leão.
- leão = pessoa forte, brava (sentido figurado, irreal).
Semântica/ Antônimos
             / Sinônimos:
• Sinônimos: no caso de palavras que têm ou
  significado semelhante.
 Exemplos
• alfabeto - abecedário;
• brado, grito - clamor;
• extinguir, apagar - abolir.
A contribuição greco-latina é
       responsável pela existência de
      numerosos pares de sinônimos:
•   adversário e antagonista;
•   translúcido e diáfano;
•   semicírculo e hemiciclo;
•   contraveneno e antídoto;
•   moral e ética;
•   colóquio e diálogo;
•   transformação e metamorfose;
•   oposição e antítese.
Antônimos: quando são palavras
 com significado oposto ou inverso
         umas das outras;
Exemplo
• ordem - anarquia;
• soberba - humildade;
• louvar - censurar;
• mal - bem.
• Observação: A antonímia pode originar-se de
  um prefixo de sentido oposto ou negativo:
• bendizer e maldizer;
• simpático e antipático;
• progredir e regredir;
• concórdia e discórdia;
• ativo e inativo;
• esperar e desesperar;
• comunista e anti-comunista;
• simétrico e assimétrico.
O que são Homônimos e Parônimos:
• Homônimas: são aquelas que possuem grafia
  ou pronúncia igual.

• Exemplos: seção (divisão), cessão (ato de
  ceder), sessão (re-união, assembléia).
• Parônimas: são aquelas que possuem grafia e
  pronúncia parecidas.
  Exemplos: comprimento (extensão), cum-
  primento (saudação)

•   Mal (contrário de bem) advérbio.
•   Mau (contrário de bom) adjetivo
•   Delatar (trair)
•   Dilatar (aumentar)
•   Sortir (prover) surtir (produzir efeito) pág. 06
AmbigUidade é
• "circunstância de uma comunicação lingüística se prestar a
  mais de uma interpretação"
• Na linguagem jurídica, deve ser evitada qualquer espécie
  de ambiguidade, para que o receptor não interprete de
  forma equivocada a mensagem recebida.
•     O tipo de ambiguidade mais discutido é a ambiguidade
  estrutural (ou gramatical), que decorre da maneira como
  são dispostos os constituintes na frase.
  Exemplo: Os traficantes fizeram o primeiro contato com a
  família do empresário sequestrado no dia 5 de novembro.
  (o primeiro contato com a família foi no dia 5 de novembro
  ou o empresário foi sequestrado no dia 5 de novembro? )
Exemplos de ambiguidade:
• a) ambigüidade lexical: decorre de significados alternativos de uma
  palavra ou expressão.
        O cadáver foi encontrado perto do banco.
  (banco:assento, mocho ou banco: instituição cuja atividade
  consiste em receber depósitos de dinheiro e efetuar empréstimos,
  entre outras transações?)
  b) ambigüidade estrutural ou gramatical:
  b.1 - devido à posição de certos complementos ou adjuntos.
         Exigi o livro de Pedro. (o livro pertence a Pedro ou o livro está
  com Pedro e eu necessito dele? )
• b.2 - devido à posição do adjunto adverbial.
         Crianças que comem doce freqüentemente têm cáries. (elas
  têm cáries porque comem doce com freqüência ou há mais
  probabilidade de ocorrerem cáries em crianças que comem doces?
• b.3 - nas orações adjetivas.
          Procuro a chave do cofre que estava no
  quarto. (o que estava no quarto: a chave ou o
  cofre?)
• b.4 - nas orações reduzidas.
         Passeando no centro daquela pacata
  cidade, vimos o traficante.(quem estava
  passeando: nós ou o traficante?)
• b.5 - nos antecedentes dos pronomes.
         O advogado disse ao réu que suas palavras
  convenceriam o juiz. (as palavras de quem: do
  advogado ou do réu?)
REFLEXÃO
• Descubra a ambiguidade nas frases abaixo. Se
  precisar de ajuda, entre em contato conosco:
• 1- O investigador aconselhou o advogado a ficar
  em casa durante o fim de semana.
  2- A comissão que estava analisando o caso
  ontem deu seu parecer.
  3- Saindo do tribunal, vimos muitas pessoas
  ilustres.
  4- O jogador comemorou o aniversário do amigo
  na sua casa.
GRAMÁTICA
• A Primeira gramática do Ocidente foi de
  autoria de Dionísio de Trácia, que identificava
  oito partes do discurso: nome, verbo,
  particípio, artigo, preposição, advérbio e
  conjunção. Atualmente, são reconhecidas dez
  classes gramaticais pela maioria dos
  gramáticos: substantivo, adjetivo, advérbio,
  verbo, conjunção, interjeição, preposição,
  artigo, numeral e pronome.
• Classificar uma palavra não é fácil, mas
  atualmente todas as palavras da língua
  portuguesa estão incluídas dentro de uma das
  dez classes gramaticais dependendo das suas
  características. A parte da gramática que estuda
  as classes de palavras é a MORFOLOGIA (morfo =
  forma, logia = estudo), ou seja, o estudo da
  forma. Na morfologia, portanto, não estudamos
  as relações entre as palavras, o contexto em que
  são empregadas, ou outros fatores que podem
  influenciá-la, mas somente a forma da palavra.
• Há discordância entre os gramáticos quanto a
  algumas definições ou características das classes
  gramaticais, mas podemos destacar as principais
  características de cada classe de palavras:
• SUBSTANTIVO – é dita a classe que dá nome aos seres, mas não nomeia
  somente seres, como também sentimentos, estados de
  espírito, sensações, conceitos filosóficos ou políticos, etc.
• Exemplo: Democracia, Andréia, Deus, cadeira, amor, sabor, carinho, etc.
• ARTIGO – classe que abriga palavras que servem para determinar ou
  indeterminar os substantivos, antecedendo-os.
• Exemplo: o, a, os, as, um, uma, uns, umas.
• ADJETIVO – classe das características, qualidades. Os adjetivos servem
  para dar características aos substantivos.
• Exemplo: querido, limpo, horroroso, quente, sábio, triste, amarelo, etc.
• PRONOME – Palavra que pode acompanhar ou substituir um nome
  (substantivo) e que determina a pessoa do discurso.
• Exemplo: eu, nossa, aquilo, esta, nós, mim, te, eles, etc.
• VERBO – palavras que expressam ações ou estados se encontram nesta
  classe gramatical.
• Exemplo: fazer, ser, andar, partir, impor, etc.
•   VERBO – palavras que expressam ações ou estados se encontram nesta classe
    gramatical.
•   Exemplo: fazer, ser, andar, partir, impor, etc.
•   ADVÉRBIO – palavras que se associam a verbos, adjetivos ou outros
    advérbios, modificando-os.
•   Exemplo: não, muito, constantemente, sempre, etc.
•   NUMERAL – como o nome diz, expressam quantidades, frações, múltiplos, ordem.
•   Exemplo: primeiro, vinte, metade, triplo, etc.
•   PREPOSIÇÃO – Servem para ligar uma palavra à outra, estabelecendo relações
    entre elas.
•   Exemplo: em, de, para, por, etc.
•   CONJUNÇÃO – São palavras que ligam orações, estabelecendo entre elas relações
    de coordenação ou subordinação.
•   Exemplo: porém, e, contudo, portanto, mas, que, etc.
•   INTERJEIÇÃO – Contesta-se que esta seja uma classe gramatical como as
    demais, pois algumas de suas palavras podem ter valor de uma frase. Mesmo
    assim, podemos definir as interjeições como palavras ou expressões que evocam
    emoções, estados de espírito.
•   Exemplo: Nossa! Ave Maria! Uau! Que pena! Oh!
BIBLIOGRÁFIA
•
    DUARTE, Paulo Mosânio Teixeira. Classes e
    categorias em português. 2. ed. rev. E ampl. /
    Paulo Mosânio Teixeira Duarte e Maria
    Claudete Lima. – Fortaleza: Editora UFC, 2012
ATENÇÃO
•   ESTUDAR PARA PRÓXIMA AULA
•   PARTE 2 Linguagem Técnica pág. 17
•   PARTE 3 Vocabulário e Terminologia pág. 20
•   PARTE 4 Estrangerismo: sintáticos, de
    ascepção, fraseológicos e diversos.

• EXERCÍCIOS PÁGINAS 317 À 332. Livro Linguagem
  Forense Nascimento Edmundo Dàntes ed
  Saraiva, 2010, São Paulo.

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Mais procurados (20)

Variação Linguística
Variação LinguísticaVariação Linguística
Variação Linguística
 
Estratégias argumentativas1
Estratégias argumentativas1Estratégias argumentativas1
Estratégias argumentativas1
 
Preposições
PreposiçõesPreposições
Preposições
 
O parágrafo na composição do texto
O parágrafo na composição do textoO parágrafo na composição do texto
O parágrafo na composição do texto
 
Tipos de predicado
Tipos de predicadoTipos de predicado
Tipos de predicado
 
Figuras de linguagem completo
Figuras de linguagem completoFiguras de linguagem completo
Figuras de linguagem completo
 
Concordância verbal simples e composto - ppt
Concordância verbal   simples e composto - pptConcordância verbal   simples e composto - ppt
Concordância verbal simples e composto - ppt
 
Aposto e vocativo
Aposto e vocativoAposto e vocativo
Aposto e vocativo
 
Regência Nominal
Regência NominalRegência Nominal
Regência Nominal
 
Concordância Verbal
Concordância VerbalConcordância Verbal
Concordância Verbal
 
Texto Argumentativo
Texto Argumentativo Texto Argumentativo
Texto Argumentativo
 
Regencia verbal
Regencia verbalRegencia verbal
Regencia verbal
 
Funções da Linguagem
Funções da LinguagemFunções da Linguagem
Funções da Linguagem
 
Interjeição
InterjeiçãoInterjeição
Interjeição
 
Figuras de pensamento
Figuras de pensamentoFiguras de pensamento
Figuras de pensamento
 
Coerência e coesão textual
Coerência e coesão textualCoerência e coesão textual
Coerência e coesão textual
 
Tipos de sujeito
Tipos de sujeitoTipos de sujeito
Tipos de sujeito
 
Classes de palavras
Classes de palavrasClasses de palavras
Classes de palavras
 
Regência verbal e nominal
Regência verbal e nominalRegência verbal e nominal
Regência verbal e nominal
 
Níveis de linguagem
Níveis de linguagemNíveis de linguagem
Níveis de linguagem
 

Destaque

Portugues juridico
Portugues juridicoPortugues juridico
Portugues juridicocamilamc1
 
Vocabulário Jurídico
Vocabulário JurídicoVocabulário Jurídico
Vocabulário Jurídiconazgo
 
Vícios da linguagem jurídica.
Vícios da linguagem jurídica.Vícios da linguagem jurídica.
Vícios da linguagem jurídica.bhzneto
 
Repertorio vocabular erudito (linguagem forense)
Repertorio vocabular erudito (linguagem forense)Repertorio vocabular erudito (linguagem forense)
Repertorio vocabular erudito (linguagem forense)Camila Pita
 
LINGUAGEM JURÍDICA E JURIDIQUÊS.
LINGUAGEM JURÍDICA E JURIDIQUÊS.LINGUAGEM JURÍDICA E JURIDIQUÊS.
LINGUAGEM JURÍDICA E JURIDIQUÊS.Antoniowatson
 
DIREITO E INTERPRETAÇÃO: O SENTIDO DAS NORMAS JURÍDICAS
DIREITO E INTERPRETAÇÃO: O SENTIDO DAS NORMAS JURÍDICASDIREITO E INTERPRETAÇÃO: O SENTIDO DAS NORMAS JURÍDICAS
DIREITO E INTERPRETAÇÃO: O SENTIDO DAS NORMAS JURÍDICASPedagogo Santos
 
Linguagem forense aula 4 direito 20122
Linguagem forense aula 4 direito 20122Linguagem forense aula 4 direito 20122
Linguagem forense aula 4 direito 20122Agassis Rodrigues
 
Língua portuguesa juridica
Língua portuguesa juridicaLíngua portuguesa juridica
Língua portuguesa juridicaHijo Noleto
 
Linguagem juridica
Linguagem juridicaLinguagem juridica
Linguagem juridicaMateusPontin
 
Slides das Aulas de Teoria e Prática da Argumentação Jurídica (2012)
Slides das Aulas de Teoria e Prática da Argumentação Jurídica (2012)Slides das Aulas de Teoria e Prática da Argumentação Jurídica (2012)
Slides das Aulas de Teoria e Prática da Argumentação Jurídica (2012)Luís Rodolfo A. de Souza Dantas
 

Destaque (15)

Portugues juridico
Portugues juridicoPortugues juridico
Portugues juridico
 
Vocabulário Jurídico
Vocabulário JurídicoVocabulário Jurídico
Vocabulário Jurídico
 
Vícios da linguagem jurídica.
Vícios da linguagem jurídica.Vícios da linguagem jurídica.
Vícios da linguagem jurídica.
 
Termo ciência fabiola
Termo ciência fabiolaTermo ciência fabiola
Termo ciência fabiola
 
Repertorio vocabular erudito (linguagem forense)
Repertorio vocabular erudito (linguagem forense)Repertorio vocabular erudito (linguagem forense)
Repertorio vocabular erudito (linguagem forense)
 
Português jurídico
Português jurídicoPortuguês jurídico
Português jurídico
 
Decisão
DecisãoDecisão
Decisão
 
LINGUAGEM JURÍDICA E JURIDIQUÊS.
LINGUAGEM JURÍDICA E JURIDIQUÊS.LINGUAGEM JURÍDICA E JURIDIQUÊS.
LINGUAGEM JURÍDICA E JURIDIQUÊS.
 
DIREITO E INTERPRETAÇÃO: O SENTIDO DAS NORMAS JURÍDICAS
DIREITO E INTERPRETAÇÃO: O SENTIDO DAS NORMAS JURÍDICASDIREITO E INTERPRETAÇÃO: O SENTIDO DAS NORMAS JURÍDICAS
DIREITO E INTERPRETAÇÃO: O SENTIDO DAS NORMAS JURÍDICAS
 
Linguagem forense aula 4 direito 20122
Linguagem forense aula 4 direito 20122Linguagem forense aula 4 direito 20122
Linguagem forense aula 4 direito 20122
 
Apostila hermeneutica
Apostila hermeneuticaApostila hermeneutica
Apostila hermeneutica
 
Língua portuguesa juridica
Língua portuguesa juridicaLíngua portuguesa juridica
Língua portuguesa juridica
 
Linguagem juridica
Linguagem juridicaLinguagem juridica
Linguagem juridica
 
Argumentação jurídica
Argumentação jurídicaArgumentação jurídica
Argumentação jurídica
 
Slides das Aulas de Teoria e Prática da Argumentação Jurídica (2012)
Slides das Aulas de Teoria e Prática da Argumentação Jurídica (2012)Slides das Aulas de Teoria e Prática da Argumentação Jurídica (2012)
Slides das Aulas de Teoria e Prática da Argumentação Jurídica (2012)
 

Semelhante a 1) a linguagem forense aula para inicio

morfologia portuguesa, classes de palavras
morfologia portuguesa, classes de palavrasmorfologia portuguesa, classes de palavras
morfologia portuguesa, classes de palavrasNdilaIrineu
 
Fichamento de 1.0 estrutura sintática da frase
Fichamento de 1.0 estrutura sintática da fraseFichamento de 1.0 estrutura sintática da frase
Fichamento de 1.0 estrutura sintática da frasebethdamascenos
 
O que é discurso helena brandão
O que é discurso helena brandãoO que é discurso helena brandão
O que é discurso helena brandãoRose Moraes
 
Lingua Portugues 6 Ano - Plano de Aula
Lingua Portugues 6 Ano - Plano de AulaLingua Portugues 6 Ano - Plano de Aula
Lingua Portugues 6 Ano - Plano de AulaAlbertoRicardo8
 
Mudança linguística
Mudança linguísticaMudança linguística
Mudança linguísticaIsis Barros
 
MORFOLOGIA E CLASSES MORFOLOGICAS aula e
MORFOLOGIA E CLASSES MORFOLOGICAS aula eMORFOLOGIA E CLASSES MORFOLOGICAS aula e
MORFOLOGIA E CLASSES MORFOLOGICAS aula eTailsonSantos1
 
Classes gramaticais
Classes gramaticais Classes gramaticais
Classes gramaticais iamraphael
 
3450-classes-de-palavras-morfologia-zambeli.pdf
3450-classes-de-palavras-morfologia-zambeli.pdf3450-classes-de-palavras-morfologia-zambeli.pdf
3450-classes-de-palavras-morfologia-zambeli.pdfJuremaSenna
 
Oracoes Adjetivas e Adverbiais.pptx
Oracoes Adjetivas e Adverbiais.pptxOracoes Adjetivas e Adverbiais.pptx
Oracoes Adjetivas e Adverbiais.pptxELAINETORRESNASCIMEN
 
Revisão 3º bimestre - 7º ano.pdf
Revisão 3º bimestre - 7º ano.pdfRevisão 3º bimestre - 7º ano.pdf
Revisão 3º bimestre - 7º ano.pdfCaroline Assis
 
A Coesão Textual(SLIDES) .pptx
A Coesão Textual(SLIDES) .pptxA Coesão Textual(SLIDES) .pptx
A Coesão Textual(SLIDES) .pptxDelaineFarias2
 
Resumão de língua portuguesa 2º ano
Resumão de língua portuguesa   2º anoResumão de língua portuguesa   2º ano
Resumão de língua portuguesa 2º anoEwerton Gindri
 

Semelhante a 1) a linguagem forense aula para inicio (20)

11 livro florense
11 livro florense11 livro florense
11 livro florense
 
morfologia portuguesa, classes de palavras
morfologia portuguesa, classes de palavrasmorfologia portuguesa, classes de palavras
morfologia portuguesa, classes de palavras
 
Fichamento de 1.0 estrutura sintática da frase
Fichamento de 1.0 estrutura sintática da fraseFichamento de 1.0 estrutura sintática da frase
Fichamento de 1.0 estrutura sintática da frase
 
Português.pdf
Português.pdfPortuguês.pdf
Português.pdf
 
O que é discurso helena brandão
O que é discurso helena brandãoO que é discurso helena brandão
O que é discurso helena brandão
 
Lingua Portugues 6 Ano - Plano de Aula
Lingua Portugues 6 Ano - Plano de AulaLingua Portugues 6 Ano - Plano de Aula
Lingua Portugues 6 Ano - Plano de Aula
 
Atividades de gramática 5ª série arte & manhas
Atividades de gramática   5ª série  arte & manhasAtividades de gramática   5ª série  arte & manhas
Atividades de gramática 5ª série arte & manhas
 
Mudança linguística
Mudança linguísticaMudança linguística
Mudança linguística
 
MORFOLOGIA E CLASSES MORFOLOGICAS aula e
MORFOLOGIA E CLASSES MORFOLOGICAS aula eMORFOLOGIA E CLASSES MORFOLOGICAS aula e
MORFOLOGIA E CLASSES MORFOLOGICAS aula e
 
Morfologia - Classes Gramaticais
Morfologia - Classes GramaticaisMorfologia - Classes Gramaticais
Morfologia - Classes Gramaticais
 
Cd0 b14d2583d94beeefd
Cd0 b14d2583d94beeefdCd0 b14d2583d94beeefd
Cd0 b14d2583d94beeefd
 
Classes gramaticais
Classes gramaticais Classes gramaticais
Classes gramaticais
 
Revisão iNGLÊS TÉCNICO II
  Revisão iNGLÊS TÉCNICO II  Revisão iNGLÊS TÉCNICO II
Revisão iNGLÊS TÉCNICO II
 
3450-classes-de-palavras-morfologia-zambeli.pdf
3450-classes-de-palavras-morfologia-zambeli.pdf3450-classes-de-palavras-morfologia-zambeli.pdf
3450-classes-de-palavras-morfologia-zambeli.pdf
 
Português 1
Português 1Português 1
Português 1
 
Oracoes Adjetivas e Adverbiais.pptx
Oracoes Adjetivas e Adverbiais.pptxOracoes Adjetivas e Adverbiais.pptx
Oracoes Adjetivas e Adverbiais.pptx
 
Pronomes.pptx
Pronomes.pptxPronomes.pptx
Pronomes.pptx
 
Revisão 3º bimestre - 7º ano.pdf
Revisão 3º bimestre - 7º ano.pdfRevisão 3º bimestre - 7º ano.pdf
Revisão 3º bimestre - 7º ano.pdf
 
A Coesão Textual(SLIDES) .pptx
A Coesão Textual(SLIDES) .pptxA Coesão Textual(SLIDES) .pptx
A Coesão Textual(SLIDES) .pptx
 
Resumão de língua portuguesa 2º ano
Resumão de língua portuguesa   2º anoResumão de língua portuguesa   2º ano
Resumão de língua portuguesa 2º ano
 

Mais de Agassis Rodrigues

O que significa ter um direito
O que significa ter um direitoO que significa ter um direito
O que significa ter um direitoAgassis Rodrigues
 
Estatuto criança adolescente_comentado
Estatuto criança adolescente_comentadoEstatuto criança adolescente_comentado
Estatuto criança adolescente_comentadoAgassis Rodrigues
 
Defesa da defensoria do para
Defesa da defensoria do paraDefesa da defensoria do para
Defesa da defensoria do paraAgassis Rodrigues
 
Constituição federal anotada - stf
Constituição federal   anotada - stfConstituição federal   anotada - stf
Constituição federal anotada - stfAgassis Rodrigues
 
Como fazer uma redação dissertativa argumentativa
Como fazer uma redação dissertativa argumentativaComo fazer uma redação dissertativa argumentativa
Como fazer uma redação dissertativa argumentativaAgassis Rodrigues
 
44361736 lei-11-340-lei-maria-da-penha-comentada
44361736 lei-11-340-lei-maria-da-penha-comentada44361736 lei-11-340-lei-maria-da-penha-comentada
44361736 lei-11-340-lei-maria-da-penha-comentadaAgassis Rodrigues
 
Vale transporte como funciona
Vale transporte como funcionaVale transporte como funciona
Vale transporte como funcionaAgassis Rodrigues
 
Ada pelegrini-grinover-antonio-carlos-de-araujo-cintra-candido-rangel-dinamar...
Ada pelegrini-grinover-antonio-carlos-de-araujo-cintra-candido-rangel-dinamar...Ada pelegrini-grinover-antonio-carlos-de-araujo-cintra-candido-rangel-dinamar...
Ada pelegrini-grinover-antonio-carlos-de-araujo-cintra-candido-rangel-dinamar...Agassis Rodrigues
 
Aula iv fluxos reais e monetários
Aula iv fluxos reais e monetáriosAula iv fluxos reais e monetários
Aula iv fluxos reais e monetáriosAgassis Rodrigues
 
Aula iii estrutura de mercado
Aula iii estrutura de mercadoAula iii estrutura de mercado
Aula iii estrutura de mercadoAgassis Rodrigues
 

Mais de Agassis Rodrigues (20)

Reunião 13 08
Reunião 13 08Reunião 13 08
Reunião 13 08
 
Resumo acesso a justiça
Resumo acesso a justiçaResumo acesso a justiça
Resumo acesso a justiça
 
O que significa ter um direito
O que significa ter um direitoO que significa ter um direito
O que significa ter um direito
 
Manual tecnicas redacao
Manual tecnicas redacaoManual tecnicas redacao
Manual tecnicas redacao
 
Guia trabalho acadêmico
Guia trabalho acadêmicoGuia trabalho acadêmico
Guia trabalho acadêmico
 
Estatuto criança adolescente_comentado
Estatuto criança adolescente_comentadoEstatuto criança adolescente_comentado
Estatuto criança adolescente_comentado
 
Defesa da defensoria do para
Defesa da defensoria do paraDefesa da defensoria do para
Defesa da defensoria do para
 
Constituição federal anotada - stf
Constituição federal   anotada - stfConstituição federal   anotada - stf
Constituição federal anotada - stf
 
Como fazer uma redação dissertativa argumentativa
Como fazer uma redação dissertativa argumentativaComo fazer uma redação dissertativa argumentativa
Como fazer uma redação dissertativa argumentativa
 
C digo penal comentado
C digo penal comentadoC digo penal comentado
C digo penal comentado
 
44361736 lei-11-340-lei-maria-da-penha-comentada
44361736 lei-11-340-lei-maria-da-penha-comentada44361736 lei-11-340-lei-maria-da-penha-comentada
44361736 lei-11-340-lei-maria-da-penha-comentada
 
0027 primeiro aditamento
0027 primeiro aditamento0027 primeiro aditamento
0027 primeiro aditamento
 
Vale transporte como funciona
Vale transporte como funcionaVale transporte como funciona
Vale transporte como funciona
 
Ada pelegrini-grinover-antonio-carlos-de-araujo-cintra-candido-rangel-dinamar...
Ada pelegrini-grinover-antonio-carlos-de-araujo-cintra-candido-rangel-dinamar...Ada pelegrini-grinover-antonio-carlos-de-araujo-cintra-candido-rangel-dinamar...
Ada pelegrini-grinover-antonio-carlos-de-araujo-cintra-candido-rangel-dinamar...
 
Trabalho tgp
Trabalho tgpTrabalho tgp
Trabalho tgp
 
Mercado e concorrência
Mercado e concorrênciaMercado e concorrência
Mercado e concorrência
 
Aula iv fluxos reais e monetários
Aula iv fluxos reais e monetáriosAula iv fluxos reais e monetários
Aula iv fluxos reais e monetários
 
Aula iii estrutura de mercado
Aula iii estrutura de mercadoAula iii estrutura de mercado
Aula iii estrutura de mercado
 
Aula ii economia tópicos
Aula ii economia tópicosAula ii economia tópicos
Aula ii economia tópicos
 
Aula v moeda
Aula v moedaAula v moeda
Aula v moeda
 

1) a linguagem forense aula para inicio

  • 1. Centro Universitário – Várzea Grande Produção de Leitura e Texto AULA IV LINGUAGEM FORENSE – NOTAS ACERCA DAS CLASSES GRAMATICAIS QUE INTERESSAM À REDAÇÃO NOS CARTÓRIOS, JUÍZOS E TRIBUNAIS. NASCIMENTO, Edmundo Dantes. Linguagem forense. 10. ed.. São Paulo: Saraiva, 2010.
  • 2. LINGUAGEM E PENSAMENTO “Começamos por dizer que linguagem é, ao mesmo tempo, efeito e condição do pensamento” (Delacroix apud Nascimento, pág.03) . “A Linguagem socializa e racionaliza o pensamento. É axiomático, modernamente, que quem pensa bem escreve ou fala bem” (NASCIMENTO, pág. 03).
  • 3. Os processos do Pensamento • Objeto da Lógica, conjuntamente com a expressão material do pensamento, que é a linguagem. Por que? O jurista examina os fatos (exposição dos acontecimentos com os gêneros mediante a exposição de textos escritos ou depoimentos falados).
  • 4. A Linguagem Forense e suas especificidades - Nascimento pág. 03. • Precisão; • Concisão; • Pureza; • Clareza.
  • 5. Contradição do Código de Processo Civil • O anterior (art.159, III) “fatos e fundamentos expostos com precisão e clareza”. • O atual (art. 284) determina ao juiz que faça um exame atento acerca “defeitos e irregularidades capazes de dificultar o mérito” (Nascimento pág. 3)
  • 6. SEMÂNTICA DENOTAÇÃO E CONOTAÇÃO SENTIDO DENOTATIVO = Sentido Próprio: É a linguagem comum, objetiva, científica. (Nascimento pág.05). EX: - O leão é um animal feroz. leão = animal (sentido próprio, verdadeiro) SENTIDO CONOTATIVO = Sentido Figurado: É a linguagem poética, literária, diferente da linguagem comum. (Nascimento pág.05). EX: - Aquele homem é um leão. - leão = pessoa forte, brava (sentido figurado, irreal).
  • 7. Semântica/ Antônimos / Sinônimos: • Sinônimos: no caso de palavras que têm ou significado semelhante. Exemplos • alfabeto - abecedário; • brado, grito - clamor; • extinguir, apagar - abolir.
  • 8. A contribuição greco-latina é responsável pela existência de numerosos pares de sinônimos: • adversário e antagonista; • translúcido e diáfano; • semicírculo e hemiciclo; • contraveneno e antídoto; • moral e ética; • colóquio e diálogo; • transformação e metamorfose; • oposição e antítese.
  • 9. Antônimos: quando são palavras com significado oposto ou inverso umas das outras; Exemplo • ordem - anarquia; • soberba - humildade; • louvar - censurar; • mal - bem.
  • 10. • Observação: A antonímia pode originar-se de um prefixo de sentido oposto ou negativo: • bendizer e maldizer; • simpático e antipático; • progredir e regredir; • concórdia e discórdia; • ativo e inativo; • esperar e desesperar; • comunista e anti-comunista; • simétrico e assimétrico.
  • 11. O que são Homônimos e Parônimos: • Homônimas: são aquelas que possuem grafia ou pronúncia igual. • Exemplos: seção (divisão), cessão (ato de ceder), sessão (re-união, assembléia).
  • 12. • Parônimas: são aquelas que possuem grafia e pronúncia parecidas. Exemplos: comprimento (extensão), cum- primento (saudação) • Mal (contrário de bem) advérbio. • Mau (contrário de bom) adjetivo • Delatar (trair) • Dilatar (aumentar) • Sortir (prover) surtir (produzir efeito) pág. 06
  • 13. AmbigUidade é • "circunstância de uma comunicação lingüística se prestar a mais de uma interpretação" • Na linguagem jurídica, deve ser evitada qualquer espécie de ambiguidade, para que o receptor não interprete de forma equivocada a mensagem recebida. • O tipo de ambiguidade mais discutido é a ambiguidade estrutural (ou gramatical), que decorre da maneira como são dispostos os constituintes na frase. Exemplo: Os traficantes fizeram o primeiro contato com a família do empresário sequestrado no dia 5 de novembro. (o primeiro contato com a família foi no dia 5 de novembro ou o empresário foi sequestrado no dia 5 de novembro? )
  • 14. Exemplos de ambiguidade: • a) ambigüidade lexical: decorre de significados alternativos de uma palavra ou expressão. O cadáver foi encontrado perto do banco. (banco:assento, mocho ou banco: instituição cuja atividade consiste em receber depósitos de dinheiro e efetuar empréstimos, entre outras transações?) b) ambigüidade estrutural ou gramatical: b.1 - devido à posição de certos complementos ou adjuntos. Exigi o livro de Pedro. (o livro pertence a Pedro ou o livro está com Pedro e eu necessito dele? ) • b.2 - devido à posição do adjunto adverbial. Crianças que comem doce freqüentemente têm cáries. (elas têm cáries porque comem doce com freqüência ou há mais probabilidade de ocorrerem cáries em crianças que comem doces?
  • 15. • b.3 - nas orações adjetivas. Procuro a chave do cofre que estava no quarto. (o que estava no quarto: a chave ou o cofre?) • b.4 - nas orações reduzidas. Passeando no centro daquela pacata cidade, vimos o traficante.(quem estava passeando: nós ou o traficante?) • b.5 - nos antecedentes dos pronomes. O advogado disse ao réu que suas palavras convenceriam o juiz. (as palavras de quem: do advogado ou do réu?)
  • 16. REFLEXÃO • Descubra a ambiguidade nas frases abaixo. Se precisar de ajuda, entre em contato conosco: • 1- O investigador aconselhou o advogado a ficar em casa durante o fim de semana. 2- A comissão que estava analisando o caso ontem deu seu parecer. 3- Saindo do tribunal, vimos muitas pessoas ilustres. 4- O jogador comemorou o aniversário do amigo na sua casa.
  • 17. GRAMÁTICA • A Primeira gramática do Ocidente foi de autoria de Dionísio de Trácia, que identificava oito partes do discurso: nome, verbo, particípio, artigo, preposição, advérbio e conjunção. Atualmente, são reconhecidas dez classes gramaticais pela maioria dos gramáticos: substantivo, adjetivo, advérbio, verbo, conjunção, interjeição, preposição, artigo, numeral e pronome.
  • 18. • Classificar uma palavra não é fácil, mas atualmente todas as palavras da língua portuguesa estão incluídas dentro de uma das dez classes gramaticais dependendo das suas características. A parte da gramática que estuda as classes de palavras é a MORFOLOGIA (morfo = forma, logia = estudo), ou seja, o estudo da forma. Na morfologia, portanto, não estudamos as relações entre as palavras, o contexto em que são empregadas, ou outros fatores que podem influenciá-la, mas somente a forma da palavra. • Há discordância entre os gramáticos quanto a algumas definições ou características das classes gramaticais, mas podemos destacar as principais características de cada classe de palavras:
  • 19. • SUBSTANTIVO – é dita a classe que dá nome aos seres, mas não nomeia somente seres, como também sentimentos, estados de espírito, sensações, conceitos filosóficos ou políticos, etc. • Exemplo: Democracia, Andréia, Deus, cadeira, amor, sabor, carinho, etc. • ARTIGO – classe que abriga palavras que servem para determinar ou indeterminar os substantivos, antecedendo-os. • Exemplo: o, a, os, as, um, uma, uns, umas. • ADJETIVO – classe das características, qualidades. Os adjetivos servem para dar características aos substantivos. • Exemplo: querido, limpo, horroroso, quente, sábio, triste, amarelo, etc. • PRONOME – Palavra que pode acompanhar ou substituir um nome (substantivo) e que determina a pessoa do discurso. • Exemplo: eu, nossa, aquilo, esta, nós, mim, te, eles, etc. • VERBO – palavras que expressam ações ou estados se encontram nesta classe gramatical. • Exemplo: fazer, ser, andar, partir, impor, etc.
  • 20. VERBO – palavras que expressam ações ou estados se encontram nesta classe gramatical. • Exemplo: fazer, ser, andar, partir, impor, etc. • ADVÉRBIO – palavras que se associam a verbos, adjetivos ou outros advérbios, modificando-os. • Exemplo: não, muito, constantemente, sempre, etc. • NUMERAL – como o nome diz, expressam quantidades, frações, múltiplos, ordem. • Exemplo: primeiro, vinte, metade, triplo, etc. • PREPOSIÇÃO – Servem para ligar uma palavra à outra, estabelecendo relações entre elas. • Exemplo: em, de, para, por, etc. • CONJUNÇÃO – São palavras que ligam orações, estabelecendo entre elas relações de coordenação ou subordinação. • Exemplo: porém, e, contudo, portanto, mas, que, etc. • INTERJEIÇÃO – Contesta-se que esta seja uma classe gramatical como as demais, pois algumas de suas palavras podem ter valor de uma frase. Mesmo assim, podemos definir as interjeições como palavras ou expressões que evocam emoções, estados de espírito. • Exemplo: Nossa! Ave Maria! Uau! Que pena! Oh!
  • 21. BIBLIOGRÁFIA • DUARTE, Paulo Mosânio Teixeira. Classes e categorias em português. 2. ed. rev. E ampl. / Paulo Mosânio Teixeira Duarte e Maria Claudete Lima. – Fortaleza: Editora UFC, 2012
  • 22. ATENÇÃO • ESTUDAR PARA PRÓXIMA AULA • PARTE 2 Linguagem Técnica pág. 17 • PARTE 3 Vocabulário e Terminologia pág. 20 • PARTE 4 Estrangerismo: sintáticos, de ascepção, fraseológicos e diversos. • EXERCÍCIOS PÁGINAS 317 À 332. Livro Linguagem Forense Nascimento Edmundo Dàntes ed Saraiva, 2010, São Paulo.