Reunião Unibanco - 10/12/2004

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Reunião Unibanco - 10/12/2004

  1. 1. Eletropaulo Tietê Evento Unibanco 10/12/2004 1
  2. 2. • Reajuste Tarifário e Mercado • Performance Operacional • Performance Financeira e Operacional • Performance Financeira • Perfil da Dívida Conclusão 2
  3. 3. Reajuste Tarifário REAJUSTE TARIFÁRIO 2004 Parcelas % Itaipu 1,57% Fator X 4,43% A Xe 2,37% RGR/CCC/CDE/Outros 4,70% Suprimento Nacional 3,15% Xc 0,71% Total Parcela A 9,42% Xa 1,08% Total Parcela B 1,70% IGP-M (30/06/04) 9,61% Reajuste Total 11,11% CVA 7,51% Fator multiplicador da 50% CVA Diferida 2002- 1,05182 4,12% Parcela B (IGPM – X) 2003 CVA Total 2003-2004 3,39% TOTAL REAJUSTE + CVA 18,62%
  4. 4. Comparação do Consumo em GWh 6,5% 1,4% 8.081 2.896 2.718 -1,5% 7.966 6,0% 2.281 2.238 2.204 2.153 -18,4% 858 700 Residencial Industrial Com ercial Outros 3º T ri 03 3º T ri 04 3º T ri 03 3º T ri 04 Obs: Os gráficos não consideram consumo próprio
  5. 5. Comparação do Consumo em GWh Clientes Livres 6,6% 13,5% 8.828 2.887 7,5% 2.544 1,4% 2.320 8.279 2.159 8.081 7.966 -15,6% 858 724 Total s/ Livre Total c/ Livre Industrial c/ Livre Comercial c/ Livre Outros c/ Livre 3º Tri 03 3º Tri 04 3º Tri 03 3º Tri 04 Obs: Os gráficos não consideram consumo próprio
  6. 6. Base de Clientes Diversificada Receita 3º Tri 2004 A Eletropaulo mantem uma base de clientes diversificada Outros 4,9% Alta porcentagem de vendas a Comercial Residencial 31,3% 42,5% consumidores residenciais e exposição limitada a consumidores industriais Industrial 21,3% As classes residencial e comercial pagam tarifas mais altas, mas o Consumo Faturado (GWh) subsídio cruzado histórico 3º Tri 2004 terminará até 2006 Outros 5,5% Residencial Clientes industriais com consumo Comercial 36,2% 30,4% superior a 3 GWh e que são atendidos em 69 KV podem optar para a condição livre Industrial Fonte: Empresa 27,9%
  7. 7. Retenção de Clientes Potencialmente Livres • Intensificação das visitas aos Clientes Potencialmente Livres • Adição de valor ao fornecimento cativo através de: • Venda de energias interruptíveis • Pagamento de contas com créditos de ICMS • Projetos de eficiência energética • Plano de benefícios (Gerenciamento da Carga e Manutenção Preventiva) Situação Atual % mercado Jan-Set 2004 faturado 2003 Migração de 41 4,1% Clientes 38 Clientes renovaram 4,3% Contratos Total de 65 9,1% Clientes Livres Uma unidade consumidora que havia se tornado livre optou por voltar ao mercado cativo
  8. 8. Resultado do 1º leilão de Energia Existente 2005-08 2006-08 2007-08 Ven edor d Su ercad En ia Con bm o erg tratada Energia Contratada En ia Con erg tratada R$/M h W R$/M h W R$/M h W (M h W) (M h W) (M h W) CEEE S 2.509.854 57,47 987.600 67,87 0 0,00 CEM IG SE 0 0,00 6.023.059 69,58 0 0,00 CESP SE 7.722.628 62,10 7.653.899 68,37 39.465 77,70 CHESF NE 24.133.213 52,79 6.848.225 60,35 272.305 66,05 COPEL GERACAO S 9.460.220 57,50 2.391.031 67,62 159.831 75,44 DUKE SE 2.065.803 59,98 376.847 69,98 430.163 75,98 ELETRONORTE N 6.487.008 56,00 2.131.136 63,90 1.085.275 77,00 EMAE SE 820.529 60,84 214.413 69,21 9.866 75,75 ESCELSA SE 839.836 57,00 175.429 64,00 0 0,00 FURNAS SE 27.614.960 60,94 15.269.528 69,58 275.265 77,70 FURNAS S 2.078.545 60,94 1.149.319 69,58 20.719 77,70 LIGHT SE 3.668.248 51,73 844.658 61,12 0 0,00 TRACTEBEL S 0 0,00 0 0,00 19732,266 70,89 Total 87.400.846 57,51 44.065.144 67,33 2.312.622 75,46
  9. 9. Resultados – 3º Tri 04 x 2º tri 04 R$ milhões 2º Tri 04 3º Tri 04 10% de crescimento no consumo faturado devido ao reajuste tarifário (18,62%) Receita Líquida 1.714,6 2.050,3 19,6% Diferimento do PIS/COFINS no montante de R$ 117,7 milhões 19% de aumento nas despesas com Energia Eletrica Comprada para Revenda e Encargos com Transmissão Despesas Operacionais (1.474,9) (1.735,3) 17,7% 82% de incremento de encargos setoriais EBITDA * 306,6 382,2 24,7% Crescimento da Receita Líquida Receita (Despesa)** (144,3) (164,2) 13,8% R$ 111,8 milhões com a perda na tradução das demonstrações contábeis de Financeira controladora, devido a apreciação do Real de 8% no trimestre Itens Extraordinários (85,4) (85,0) -0,5% Líquidos dos Efeitos dos Tributos Lucro (Prejuízo) Líquido 8,1 (6,4) -178,9% Aumento das Despesas Financeiras (*) Sem ajustes (**) Valores do Resultado Consolidado
  10. 10. Resultados – 3º Tri 04 x 3º Tri 03 R$ milhões 20% de acréscimo na receita fatura devido 3 º Tri 03 3º Tri 04 ao reajuste de tarifa (18,62%) 1.4% de crescimento de mercado Diferimento do PIS/COFINS no montante de Receita Líquida 1.682,2 2.050,3 21,9% R$ 117,7 milhões 18% de aumento nas despesas de energia Eletrica Comprada para Revenda e Encargos com Transmissão 82% de incremento de encargos setoriais Despesas Operacionais (1.358,9) (1.668,1) 22,8% Crescimento de 245,1% nas Outras Despesas Operacionais EBITDA * 323,3 382,2 18,2% Crescimento da Receita Operacional Líq. Receita (Despesa)** (117,1) (164,2) 40,2% R$ 111,8 milhões com a perda na tradução das demonstrações contábeis de Financeira controladora, devido a apreciação do Real de 8% no trimestre. Itens Extraordinários Líquidos dos Efeitos (86,0) (85,0) -1,2% dos Tributos Lucro (Prejuízo) Líquido 7,0 (6,4) -191,2% Aumento nas despesas fianceiras (*) Sem ajustes (**) Valores do Resultado Consolidado
  11. 11. Ajuste do EBITDA R$ milhões 2º trimestre 2004 3º trimestre 2004 R$ 306,6 MM EBITDA R$ 382,2 MM EBITDA R$ 74,1 MM RTE R$ 82,9 MM RTE Confissão de Dívida IIa R$ 23,9 MM Confissão de Dívida IIa R$ 23,6 MM EBITDA AJUSTADO R$ 489 MM EBITDA AJUSTADO R$ 404 MM Acréscimo de 21,0%
  12. 12. Investimentos em 2004 R$ milhões 361 321 287 289 289 217 193 180 1998 1999 2000 2001 2002 2003 3º Tri 04 2004 (e) Investimentos Projetados para 2004 2004(e) Serviço ao Consumidor e Expansão do Sistema 103 Manutenção 34 Recuperação de Perdas 14 Pessoal 89 Outros 49 Total 289
  13. 13. Melhoria de Operações 20 DURAÇÃO DAS INTERRUPÇÕES - horas por ano (DEC) 17 17 18 16 16 17 15 14 10 13 10 10 9 18 16 11 9 11 8 8 1998 1999 2000 2001 2002 2003 3 Tri 04 Eletropaulo Brasil Região Sudeste 20 FREQÜÊNCIA DE INTERRUPÇÕES - nº de vezes por ano (FEC) 18 15 15 15 13 13 12 9 11 8 9 7 7 10 10 9 8 9 7 7 1998 1999 2000 2001 2002 2003 3 Tri 04 Fonte: Aneel e Empresa
  14. 14. Eventos que levaram ao Problema de Liquidez Eventos Implicações Racionamento 2001 / 2002 Perdas Estimadas R$ 1,9 bilhão Concentração de vencimentos de Problemas de Liquidez Dividas - R$ 2.5 bilhões em 2002 Volatilidade Macro Econômica 62% aumento no Spread do EMBI Brasil em 2002 52% de depreciação do Real 2003 Incerteza sobre o controle acionário Default da Empresa Holding Estes eventos levaram a Eletropaulo a renegociar R$ 2.3 bilhões das dívidas existentes
  15. 15. Sumario do Processo de Readequação de Dívidas 12 Março, 2004 – Conclusão do processo de readequação de dívida Valor renegociado – R$ 2.3 bilhões Alongamento de prazos sem redução no valor de face das dívidas 29 bancos, incluindo empréstimos sindicalizados, empréstimos bilateral e capital de giro Aderência de 100% Eletropaulo consolidou todas as dívidas em um único documento, com taxas, termos e covenants uniformes Os empréstimos com garantias ou com condições mais favoráveis não foram incluídos neste processo e serão amortizados conforme os acordos vigentes:* Empréstimos do Racionamento e CVA com BNDES – R$ 1.2 bilhão Empréstimo com Fundo de Pensão– R$ 1.2 bilhão Commercial Papers também foram renegociados através de “exchange offers” com 99.9% de aceitação (*) Valores referentes à Set/ 2004
  16. 16. Processo de Readequação de Dívida Total da Dívida antes Readequação de dívida da reestruturação depois da reestruturação Dívida Total Dez03 Tranche R$ 5,277 Milões A 18.8% R$ R$ Tranche 982 Readequada D Tranche R$ 35.3% B USD 1,305 11.2% Readequada Others* R$ 2,990 Tranche C 34.8% * Debentures, Rationing Loan with BNDES, Pension Plan
  17. 17. Processo de Readequação de Dívida Os seguintes “down-payments” foram acordados com os credores, com os recursos que a companhia era elegível a receber do BNDES: – “Down Payment” inicial para todos os credores pro-rata Empréstimo da CVA: R$ 521 millhões recebido em Junho 2004, sendo R$ 209 milhões usado para amortização 3º tranche do empréstimo do racionamento: R$ 240 milhões, recebimento esperado para Dezembro de 2004 – “Down Payment” para tranches C e D Empréstimo da Capitalização: R$ 771 millhões, recebimento esperado para Dezembro de 2004
  18. 18. Cronograma de Amortização R$ milhões 149 61 83 42 149 74 61 611 69 42 45 151 157 32 7 14 31 14 7 7 8 5 145 110 104 129 139 134 33 66 75 9 113 44 257 228 232 34 36 196 217 220 223 224 189 192 194 188 143 151 143 159 140 159 161 95 93 100 Down Paym ent Pre-pagam ento ** Downpaym ent 2º Tri05 4º Tri06 2º Tri08 1º Tri04 2º Tri04 3º Tri04 4º Tri04 1º Tri05 3º Tri05 4º Tri05 1º Tri06 2º Tri06 3º Tri06 1º Tri07 2º Tri07 3º Tri07 4º Tri07 1º Tri08 3º Tri08 4º Tri08 Outstanding R$ BNDES US$ * * Taxa de conversão de 30/09/2004 US$/R$=2,8586 ** Refere-se ao Programa de Apoio à Capitalização de Empresas de Distribuição de Energia Elétrica. Conforme cálculos da Eletropaulo, ela estaria apta a receber até R$ 770 milhões no âmbito deste programa. O cronograma de amortizações acima assume que a empresa recebeu o volume total e efetuou o pré-pagamento proporcional das Tranches C e D, conforme acordado com bancos credores.
  19. 19. Dívida CP vs. LP milhões R$ 5.522 R$ 5.910 R$ 5.504 R$ 5.277 100% 32% 29% 47% 78% 50% 68% 71% 53% 22% 0% 2001 2002 2003 3Q04 CP LP
  20. 20. Estratégia de Hedge milhões R$3.501 R$5.522 R$5.910 R$5.277 R$5.504 100% 2% 18% 14% 42% 35% 19% 80% 91,9% das dívidas 3% 60% em moeda 41% 4% 61% estrangeiras estão “hedgeadas” e 40% somente 1,6% do 62% total da divida 79% permanecem sem 20% 54% hedge em Set/ 41% 25% 2004 0% 2000 2001 2002 2003 3Q04 Atualmente 100% Moeda Local Hedged Moeda Estrangeira das dívidas em moeda estrangeira estão “hedgeada”
  21. 21. Ratings Escala International BBB- Investment Grade Non-Investment Grade Moeda Local Fitch BB B B- MoedaLocal S&P DDD Moeda Estrangeira Fitch D Moeda Estrangeira S&P 2000 2001 2002 2003 2004 Escala Nacional brAA brA brA- Investment Grade Fitch brBB+ Non-Investment Grade brBB S&P brDDD brD 2000 2001 2002 2003 2004
  22. 22. Readequação das Dívidas Readequação da geração de caixa ao cronograma de amortizações Redução de exposição ao câmbio com a conversão de 47% da dívida renegociada em US$ para R$ Solução para as situações de defaults técnicos e de pagamento Eliminação de riscos de refinanciamento até 2007 Desalavancagem significativa nos próximos 3-5 anos Melhora significativa na situação de liquidez e nos indicadores de crédito
  23. 23. Governança Corporativa Lei de Sarbanes Oxley (SOX) Nível II da Bovespa • Implementação de Controles • Quando a empresa adere ao Nível II da Bovespa, é Internos certificada com um selo de Governança Corporativa, Obter a Certificação dos controles promovendo internos com relação à Lei de Sarbanes Oxley pela auditoria Maior compromisso da externa Empresa com seus acionistas (minoritários Estabelecer procedimentos e e controladores) indicadores para melhor desempenho da Empresa Maior transparência nas informações Facilitar e otimizar desempenho fornecidas ao Mercado dos funcionários da Empresa de Capitais Evitar fraude da Empresa criando Manutenção de Free maior transparência das Float de 25% do total informações das ações Criação de um Conselho Fiscal Mais direitos aos detentores de ações preferenciais
  24. 24. Desafios Remanescentes Embora o processo de readequação das dívidas tenha apresentado êxito, a Eletropaulo trabalhará de modo a otimizar sua estratégia financeira. O plano atual para redução do custo da dívida e extensão de prazo envolve: – Programa de Capitalização do BNDES – Mercados de capitais local e internacional Na área regulatória, o repasse de alguns custos extraordinários e pendências da revisão tarifaria devem ser contemplados no reajuste tarifário de 2005: – Remuneração sobre uma base de ativos definitiva – Taxas de impostos mais elevadas – Inclusão de Reajuste Tarifário Extraordinário na TUSD A empresa constantemente buscará excelência operacional e comercial, a fim de oferecer melhoria da qualidade no serviço prestado aos clientes O Novo Modelo do Setor Elétrico tem impacto neutro a positivo para a Eletropaulo e será necessário para estabilizar e fortalecer ainda mais o desempenho operacional e financeiro da empresa
  25. 25. Portfólio de Contratos 100% Piratininga 75% Nacional Bragantina Bandeirante 50% Elektro CPFL 25% Eletropaulo - CI Eletropaulo - CB 0% 2003 2004 2005 2006
  26. 26. Reajuste de Tarifas As tarifas dos contratos iniciais são reajustadas anualmente seguindo a fórmula de cálculo pré-estabelecida no Contrato de Concessão: Índice de Reajuste Tarifário = VPA + VPB x IGP-M Receita A tarifa do contrato bilateral com a Eletropaulo é reajustada pela variação do IGPM Ao longo do 3o trimestre, os seguintes contratos foram reajustados: Julho Contrato Bilateral com Eletropaulo = 9,61% Contrato Inicial com Eletropaulo = 6,99% Agosto Contrato Inicial com Elektro = 7,95% Evento subseqüente em Outubro Os contratos iniciais com a Bandeirante e Piratininga foram reajustados em 8,36%
  27. 27. Balanço Energético – 3o Trimestre acumulado Caconde 234.265* CPFL Geração Bruta x Energia Faturada 829.559 Euclides em MWh 416.469 Bandeirante Limoeiro 423.814 121.127 Eletropaulo - CI Água Vermelha 1.458.765 4.860.635 Barra Bonita TOTAL FATURADA Elektro 451.046 686.732 9.075.083 8.232.656 Bariri Bragantina = 495.846 169.407 Ibitinga Nacional 544.989 103.167 Promissão 846.028 Piratininga MRE 424.063 Nova Avanhandava 1.081.207 Eletropaulo - Bilateral A AES Tietê gerou 8,6% acima da sua Mogi Guaçu energia assegurada 4.137.149 23.471 *A Usina de Caconde esteve em manutenção programada durante o 3o trimestre. **Após descontados consumo próprio e perdas de transmissão, a diferença é direcionada ao Mercado de Realocação de Energia - MRE
  28. 28. Energia Armazenada Reservatórios do Sudeste 90 % da capacidade do reservatório 70 50 30 10 Nov Out Fev Jul Jan Jun Ago Dez Abr Mai Set Mar 2000 2001 2002 2003 2004 Fonte: Operador Nacional do Sistema – ONS; Outubro/04
  29. 29. Demonstração do Resultado - 3o trimestre 9 meses 9 meses 3o tri 03 3o tri 04 em R$ milhões 03 04 Reajuste tarifário de três contratos: o bilateral e dois iniciais Receita Líquida 561,4 740,9 213,7 247,6 15,9% Reajustes de contas do MAE que Despesa Operacional (166,5) (200,7) (66,3) (62,6) -5,6% ocorreram no 3o trimestre de 2003 Além do incremento da receita, o Ebitda 442,7 587,8 163,9 200,9 22,6% EBITDA reflete a redução das despesas operacionais Aumento do IGP-M ocorrido Receita (Despesa) (200,9) (221,1) (37,4) (78,6) 110,1% principalmente nos meses de julho e Financeira agosto incidente sobre a dívida com a Eletrobrás Resultado antes da 193,6 318,2 109,8 105,7 Tributação A melhora do resultado operacional foi Lucro Líquido 127,5 209,9 72,01 69,7 -3,3% compensada pelo aumento das despesas financeiras
  30. 30. Conclusão • A Eletropaulo encerrou o 3º • A Tietê encerrou o 3º trimestre de trimestre com aumentos de 20% 2004 com lucro de R$ 69 milhões em sua receita líquida e 25% em seu EBITDA, decorrentes do reajuste tarifário de 18,62% e do • O lucro líquido, mesmo que diferimento do PIS/COFINS – R$ 117,7 milhões impactado pelas despesas financeiras que cresceram em • A Eletropaulo vem obtendo decorrência do IGP-M, manteve-se sucesso com seu programa de em linha com o dos trimestres retenção de clientes anteriores potencialmente livres, minorando sua perda potencial • Recentemente a Tietê efetuou mais uma distribuição de dividendos a • A empresa vem constantemente seus acionistas no montante de R$ buscando a excelência operacional 132,8 milhões, reforçando seu e comercial, a fim de oferecer compromisso com seus crescente qualidade no serviço prestado aos clientes investidores e acionistas 30

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