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Lição 04
25 de Janeiro de 2015
A Lei de Deus — Valores imutáveis
para uma sociedade em constante
Não farás
imagens de
esculturas
TEXTO ÁUREO
“Portanto, meus amados, fugi da idolatria” (1Co 10.14).
VERDADE PRÁTICA
O segundo mandamento proíbe a idolatria, adoração de ídolo, imagem de um deus
ou de qualquer objeto de culto.
OBJETIVOS
I. Explicar a proibição bíblica quanto à idolatria.
II. Apresentar a característica zelosa de Deus.
III. Conscientizar sobre o verdadeiro culto a Deus.
IV. Esclarecer quanto à idolatria da teologia romana.
Êxodo 20
4 - Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em
cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra.
5 - Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou
Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração
daqueles que me aborrecem
6 - e faço misericórdia em milhares aos que me amam e guardam os meus
mandamentos.
LEITURA BÍBLICA
Êxodo 20.4-6; Deuteronômio 4.15-19.
Deuteronômio 4
15 - Guardai, pois, com diligência a vossa alma, pois semelhança nenhuma vistes no
dia em que o SENHOR, vosso Deus, em Horebe, falou convosco, do meio do fogo;
16 - para que não vos corrompais e vos façais alguma escultura, semelhança de
imagem, figura de macho ou de fêmea;
17 - figura de algum animal que haja na terra, figura de alguma ave alígera que voa
pelos céus;
18 - figura de algum animal que anda de rastos sobre a terra, figura de algum peixe
que esteja nas águas debaixo da terra;
19 - e não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o
exército dos céus, e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles
que o SENHOR, teu Deus, repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus.
LEITURA BÍBLICA
Êxodo 20.4-6; Deuteronômio 4.15-19.
ESBOÇO DAAULA
INTRODUÇÃO
I. PROIBIÇÃO À IDOLATRIA
1. Ídolo e imagem. 2. Idolatria. 3. Semelhança ou figura.
II. AMEAÇAS E PROMESSAS
1. O Deus zeloso. 2. As ameaças. 3. As promessas.
III. O CULTO VERDADEIRO
1. Adoração. 2. Deus é espírito. 3. Deus é imanente e transcendente.
IV. AS IMAGENS E O CATOLICISMO ROMANO
1. O que dizem os teólogos católicos romanos? 2. Uma interpretação
forçada. 3. O uso de figuras como símbolo de adoração. 4. Mariolatria.
CONCLUSÃO
INTRODUÇÃO
O primeiro mandamento estabelece a adoração somente a Deus e a mais ninguém. A
ordem do segundo mandamento é para adorar a Deus diretamente, sem mediação de
qualquer objeto. A idolatria é o primeiro dos três pecados capitais na tradição judaica, “a
idolatria, a impureza e o derramamento de sangue”. Os cristãos devem se abster da
contaminação dos ídolos (At 15.20).
PONTO CENTRAL
Deus se revelou ao homem sem
necessidade de mediações sob meras
reproduções imagéticas e humanas.
I. PROIBIÇÃO À IDOLATRIA
1. Ídolo e imagem. O termo hebraico empregado aqui para “imagem de escultura” (Êx
20.4; Dt 5.8) é péssel, usado no Antigo Testamento para designar os deuses (Is 42.17),
como Aserá, a divindade dos cananeus (2Rs 21.7, TB — Tradução Brasileira). Esses
ídolos eram esculpidos em pedra, madeira ou metal (Lv 26.1; Is 45.20; Na 1.14). A
Septuaginta traduz péssel pela palavra grega eidolon, “ídolo”, a mesma usada no Novo
Testamento (1Co 10.14; 1Jo 5.21). O ídolo é um objeto de culto visto pelos idólatras
como tendo poderes sobrenaturais e a imagem é a representação do ídolo.
2. Idolatria. O termo “idolatria” vem de eidolon, “ídolo”, e latreia, “serviço sagrado,
culto, adoração”. Idolatria é a forma pagã de adoração a ídolos, de adorar e servir a
outros deuses ou a qualquer coisa que não seja o Deus verdadeiro. É prática
incompatível com a fé judaico-cristã, pois nega o senhorio e a soberania de Deus. Moisés
e os profetas viam na idolatria a destruição de toda a base religiosa e ética dos israelitas,
além de negar a revelação (Dt 4.23-25).
3. Semelhança ou figura.
A frase “Nem semelhança alguma do que
há em cima no céu, nem embaixo na terra,
nem nas águas debaixo da terra” (Êx
20.4b; Dt 5.8b), à luz de Deuteronômio
4.12,15, proíbe adorar o próprio Deus
verdadeiro por intermédio de qualquer
objeto. A palavra hebraica para
“semelhança” é temunah, “aparência,
representação, manifestação, figura”. Sua
ideia básica é de aparência externa, ou seja,
uma imagem vista numa visão (Nm 12.8;
Dt 4.12,16-18; Jó 4.16; Sl 17.15). Essa
proibição inclui a representação de coisas
materiais como homens e mulheres,
pássaros, animais terrestres, peixes e
corpos celestes (Dt 4.16-19).
FILOSOFIAS ERRÔNEASACERCADE DEUS
FILOSOFIAS EM QUE CRÊEM O QUE A BÍBLIA DIZ
PANTEÍSMO
Teoria filosófica segundo a qual
Deus é tudo e tudo é Deus.
Segundo o panteísmo, a natureza
é o próprio Deus. Nesse sistema,
não se faz distinção entre o
Criador e criatura.
Não obstante Deus se revelar na ordem da natureza, não deve ser
identificado com o Universo criado (Rm 1.19,20). A terra e o
Universo não são Deus, nem deuses (Gn 1.14; Dt 4.19; Jr 19.13).
Se o fossem, sua destruição implicaria na destruição de Deus (II
Pe 3.7). Por outro lado, Deus está envolvido nos acontecimentos
do Universo que Ele criou, e no qual se revela de muitas maneiras
(Jó 38.39-41; Mt 6.26).
DEÍSMO
Doutrina que, apesar de admitir a
existência do Supremo Ser, ensina
não estar Ele interessado no curso
que a história toma, ou venha a
tomar. De acordo com o deísmo,
Deus limitou-se tão somente a
criar-nos, abandonando-nos a
seguir à própria sorte.
A teologia natural e a teologia revelada, admite a existência de
um Deus pessoal, Criador e Preservador de quanto existe, e que,
em sua inquestionável sabedoria, intervém nos negócios humanos
(Gn 1.1; Mt 6.26; 11.17; 21.1).
FILOSOFIAS EM QUE CRÊEM O QUE A BÍBLIA DIZ
TRITEÍSMO
Doutrina herética segundo a qual há
em Deus não somente três Pessoas,
mas também três essências, três
substância e três deuses.
Ao contrário do Triteísmo e Unicismo, a Trindade é uma
doutrina bíblica segundo a qual a divindade, embora una
em sua essência, subsiste nas Pessoas do Pai, do Filho e do
Espírito Santo (Gn 1.26; 3.22; 11.7; Mt 28.19; II Co 13.13).
As Três Pessoas são iguais na substância e nos atributos
absolutos, metafísicos e morais (Sl 45.6-7; Jo 1.1; 5.18;
10.30; At 5.3-4; 1Co 6.19).
UNICISMO
Doutrina que, embasada no
monoteísmo radical, rejeita a realidade
bíblica da Santíssima Trindade.
HENOTEÍSMO
Este termo (do adjetivo numeral
grego hen, “um”, e de theos) foi
empregado por Max Muller,
historiador das religiões alemão, a fim
de indicar o sistema de adoração a um
só Deus, admitindo, todavia, a
existência de outros deuses. É, pois,
um sistema que se situa,
paradoxalmente, entre o monoteísmo e
o politeísmo.
A Bíblia admite a crença na existência de um único Deus,
Criador dos céus e da terra e do ser humano (Gn 1.1). O
monoteísmo contrapõe-se ao politeísmo que defende a
existência de muitos deuses (Dt 6.4; Is 44.8; Jo 17.3; Rm
16.27; Jd 1.4,25)
Fonte: http://portal.rbc1.com.br/licoes-biblicas/baixar-licao/cod/358.
II. AMEAÇAS E PROMESSAS
1. O Deus zeloso. O adjetivo hebraico qanna, “zeloso”, aparece apenas cinco vezes no
Antigo Testamento (Êx 20.5; 34.14; Dt 4.24; 5.9; 6.15) e está associado ao nome divino el,
“Deus”. O zelo de Jeová consiste no fato de ser Ele o único para Israel, e este não deveria
partilhar o amor e a adoração com nenhuma divindade das nações. Esse direito de
exclusividade era algo inusitado na época e único na história das religiões, pois os cultos
pagãos antigos eram tolerantes em relação a outros deuses.
2. As ameaças. A expressão “terceira e quarta geração” (Êx 20.5; Dt 5.9) indica qualquer
número ou plenitude e não se refere necessariamente à numeração matemática, pois se
trata de máxima comum na literatura semítica (Am 1.3,6,11,13; 2.1,4,6; Pv
30.15,18,21,29). O objetivo aqui é contrastar o castigo para “terceira e quarta
geração” com o propósito de Deus de abençoar a milhares de gerações.
3. As promessas. Salta à vista de qualquer leitor a diferença entre castigo e misericórdia.
A ira divina vai até a quarta geração, no entanto, a misericórdia de Deus chega a mil
gerações sobre os que guardam os mandamentos divinos (Êx 20.6; Dt 5.10). Muito cedo
na história, o nosso Deus revela que seu amor ultrapassa infinitamente o juízo.
“visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me
aborrecem” (Êx 20.5; Dt 5.9)
Os expositores da falaciosa doutrina da “maldição hereditária” costumam usar este texto
para fundamentar a sua teoria. “Afirmam que, se alguém tem problemas com adultério,
pornografia, divórcio, alcoolismo ou tendências suicidas é porque alguém de sua família,
no passado, teve esse problema. Nesse caso, a pessoa afetada pela maldição hereditária
deve, em primeiro lugar, descobrir em que geração seus ancestrais deram lugar ao diabo.
Uma vez descoberta tal geração, pede-se perdão por ela, e, dessa forma, a maldição de
família é desfeita. (Ler Jo 9.1-3)
“Tal pensamento não se sustenta biblicamente; é um erro crasso. A maldição está sobre
quem continuar no pecado dos pais, sobre ‘aqueles que me aborrecem’, pontua com
clareza o mandamento. Não é o que acontece com o cristão que ama a Deus. Se fomos
alvejados pela graça de Deus ainda no tempo da nossa ignorância, quanto mais agora que
somos reconciliados com ele? (Rm 5:8-10). Quando alguém se converte a Cristo, torna-
se nova criatura: “as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2Co 5;17)”
Fonte: http://luloure.blogspot.com.br/2015/01/aula-04-nao-faras-imagens-de-escultura.html
III. O CULTO VERDADEIRO
1. Adoração. O segundo mandamento proíbe fazer imagem de escultura e também de se
prostrar diante dela para adorá-la: “não te encurvarás a elas, nem as servirás” (Êx 20.5; Dt
5.9). Adoração é serviço sagrado, culto ou reverência a Deus por suas obras. É somente a
Deus que se deve adorar (Mt 4.10; Ap 19.10; 22.8,9).
2. Deus é espírito. O Catecismo Maior de Westminster (1648 - compõe os símbolos de
fé das igrejas presbiterianas ao redor do mundo) declara que “Deus é Espírito, em si e por
si infinito em seu ser” (Jo 4.24; Êx 3.14; Jó 11.7-9). O espírito é substância imaterial e
invisível, diferentemente da matéria. É também indestrutível, pois o “espírito não tem
carne nem ossos” (Lc 24.39). Além de a Bíblia afirmar que Deus é espírito, declara
também de maneira direta que Ele é invisível (Cl 1.15; 1Tm 1.17). Assim, a
espiritualidade que tem Deus como alvo é incompatível com as imagens dos ídolos.
3. Deus é imanente e transcendente. A imanência é a forma de relacionamento de
Deus com o mundo criado e principalmente com os seres humanos e sua história. O Salmo
139 é um exemplo clássico. A transcendência significa que Deus é um ser que não
pertence à criação, não faz parte dela, transcende a toda matéria e a tudo o que foi criado
(Jo 17.5,24; Cl 1.17; 1Tm 6.16). O exclusivismo da sua adoração é natural porque Deus é
incomparável; ninguém há como Ele no universo (Rm 11.33-36).
IV. AS IMAGENS E O CATOLICISMO ROMANO
1. O que dizem os teólogos católicos romanos? A edição brasileira do Catecismo da
Igreja Católica, publicado em 1993, no período do pontificado do papa João Paulo II,
afirma que o culto de imagens não contradiz o mandamento que proíbe os ídolos. Os
teólogos católicos romanos ensinam que a confecção da arca da aliança com os querubins
e a serpente de metal no deserto (Êx 25.10-22; 1Rs 6.23-28; 7.23-26; Nm 21.8) permitem
o culto às imagens.
2. Uma interpretação forçada. O argumento da igreja católica é falacioso porque os
antigos hebreus não cultuavam os querubins nem a arca, menos ainda a serpente de metal.
O povo não dirigia orações a esses objetos. A arca e os querubins do propiciatório sequer
eram vistos pelo povo, pois ficavam no lugar santíssimo (Êx 26.33; Lv 16.2; Hb 9.3-5).
Quando o povo começou a cultuar a serpente que foi construída no deserto, o rei Ezequias
mandou destruí-la (2Rs 18.4). As peças religiosas a que os teólogos católicos romanos se
referem serviam como figuras da redenção em Cristo (Hb 9.5-9; Jo 3.14,15).
3. O uso de figuras como símbolo de adoração. A
adoração ao Deus verdadeiro por meio de figura, símbolo
ou imagem é idolatria. Isso os israelitas fizeram no deserto
(Êx 32.4-6). Mica e Jeroboão I, filho de Nebate,
procederam da mesma maneira (Jz 17.2-5; 18.31; 1Rs
12.28-33). Os ídolos que a Bíblia condena não se
restringem a animais, corpos celestes ou forças da
natureza, pois inclui também figuras humanas (Sl 115.4-8).
4. Mariolatria. É o culto de Maria, mãe de Jesus. Seus
adeptos dirigem oração a ela, prostram-se diante de sua
imagem e acreditam que sua escultura é milagrosa. Isso é
idolatria! Os devotos, propagandeados pela mídia,
atribuem a Maria uma posição que a Bíblia não lhe
confere. Nós reconhecemos o papel honroso da mãe de
nosso Senhor Jesus Cristo, mas ela mesma jamais aceitaria
ser cultuada (Lc 1.46,47; 11.27, 28; 1Tm 2.5).
Ir.Adriano Pascoa
E-mail : adrianoiuris@hotmail.com
Facebook: https://www.facebook.com/adrianoiuris
CONCLUSÃO
Devemos ter discernimento para distinguir
ídolos de objetos meramente decorativos.
Tudo aquilo que a pessoa ama mais do
que a Deus torna-se idolatria (Ef 5.5; Cl
3.5). A Bíblia não proíbe as artes, nem a
escultura em si mesma e nem a pintura.
Deus mesmo inspirou artistas entre os
israelitas no deserto (Êx 35.30-35). O rei
Salomão mandou esculpir querubins na
parede e touros e leões para decorar o
templo (1Rs 6.29; 7.29) e o palácio real
(1Rs 10.19,20), mas nunca com objetivo
de que tais objetos fossem adorados.
Soli Deo Gloria!

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Lição 4 - Não farás imagens de esculturas

  • 1. Lição 04 25 de Janeiro de 2015 A Lei de Deus — Valores imutáveis para uma sociedade em constante Não farás imagens de esculturas
  • 2. TEXTO ÁUREO “Portanto, meus amados, fugi da idolatria” (1Co 10.14). VERDADE PRÁTICA O segundo mandamento proíbe a idolatria, adoração de ídolo, imagem de um deus ou de qualquer objeto de culto. OBJETIVOS I. Explicar a proibição bíblica quanto à idolatria. II. Apresentar a característica zelosa de Deus. III. Conscientizar sobre o verdadeiro culto a Deus. IV. Esclarecer quanto à idolatria da teologia romana.
  • 3. Êxodo 20 4 - Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. 5 - Não te encurvarás a elas nem as servirás; porque eu, o SENHOR, teu Deus, sou Deus zeloso, que visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem 6 - e faço misericórdia em milhares aos que me amam e guardam os meus mandamentos. LEITURA BÍBLICA Êxodo 20.4-6; Deuteronômio 4.15-19.
  • 4. Deuteronômio 4 15 - Guardai, pois, com diligência a vossa alma, pois semelhança nenhuma vistes no dia em que o SENHOR, vosso Deus, em Horebe, falou convosco, do meio do fogo; 16 - para que não vos corrompais e vos façais alguma escultura, semelhança de imagem, figura de macho ou de fêmea; 17 - figura de algum animal que haja na terra, figura de alguma ave alígera que voa pelos céus; 18 - figura de algum animal que anda de rastos sobre a terra, figura de algum peixe que esteja nas águas debaixo da terra; 19 - e não levantes os teus olhos aos céus e vejas o sol, e a lua, e as estrelas, todo o exército dos céus, e sejas impelido a que te inclines perante eles, e sirvas àqueles que o SENHOR, teu Deus, repartiu a todos os povos debaixo de todos os céus. LEITURA BÍBLICA Êxodo 20.4-6; Deuteronômio 4.15-19.
  • 5. ESBOÇO DAAULA INTRODUÇÃO I. PROIBIÇÃO À IDOLATRIA 1. Ídolo e imagem. 2. Idolatria. 3. Semelhança ou figura. II. AMEAÇAS E PROMESSAS 1. O Deus zeloso. 2. As ameaças. 3. As promessas. III. O CULTO VERDADEIRO 1. Adoração. 2. Deus é espírito. 3. Deus é imanente e transcendente. IV. AS IMAGENS E O CATOLICISMO ROMANO 1. O que dizem os teólogos católicos romanos? 2. Uma interpretação forçada. 3. O uso de figuras como símbolo de adoração. 4. Mariolatria. CONCLUSÃO
  • 6. INTRODUÇÃO O primeiro mandamento estabelece a adoração somente a Deus e a mais ninguém. A ordem do segundo mandamento é para adorar a Deus diretamente, sem mediação de qualquer objeto. A idolatria é o primeiro dos três pecados capitais na tradição judaica, “a idolatria, a impureza e o derramamento de sangue”. Os cristãos devem se abster da contaminação dos ídolos (At 15.20). PONTO CENTRAL Deus se revelou ao homem sem necessidade de mediações sob meras reproduções imagéticas e humanas.
  • 7. I. PROIBIÇÃO À IDOLATRIA 1. Ídolo e imagem. O termo hebraico empregado aqui para “imagem de escultura” (Êx 20.4; Dt 5.8) é péssel, usado no Antigo Testamento para designar os deuses (Is 42.17), como Aserá, a divindade dos cananeus (2Rs 21.7, TB — Tradução Brasileira). Esses ídolos eram esculpidos em pedra, madeira ou metal (Lv 26.1; Is 45.20; Na 1.14). A Septuaginta traduz péssel pela palavra grega eidolon, “ídolo”, a mesma usada no Novo Testamento (1Co 10.14; 1Jo 5.21). O ídolo é um objeto de culto visto pelos idólatras como tendo poderes sobrenaturais e a imagem é a representação do ídolo. 2. Idolatria. O termo “idolatria” vem de eidolon, “ídolo”, e latreia, “serviço sagrado, culto, adoração”. Idolatria é a forma pagã de adoração a ídolos, de adorar e servir a outros deuses ou a qualquer coisa que não seja o Deus verdadeiro. É prática incompatível com a fé judaico-cristã, pois nega o senhorio e a soberania de Deus. Moisés e os profetas viam na idolatria a destruição de toda a base religiosa e ética dos israelitas, além de negar a revelação (Dt 4.23-25).
  • 8. 3. Semelhança ou figura. A frase “Nem semelhança alguma do que há em cima no céu, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra” (Êx 20.4b; Dt 5.8b), à luz de Deuteronômio 4.12,15, proíbe adorar o próprio Deus verdadeiro por intermédio de qualquer objeto. A palavra hebraica para “semelhança” é temunah, “aparência, representação, manifestação, figura”. Sua ideia básica é de aparência externa, ou seja, uma imagem vista numa visão (Nm 12.8; Dt 4.12,16-18; Jó 4.16; Sl 17.15). Essa proibição inclui a representação de coisas materiais como homens e mulheres, pássaros, animais terrestres, peixes e corpos celestes (Dt 4.16-19).
  • 9. FILOSOFIAS ERRÔNEASACERCADE DEUS FILOSOFIAS EM QUE CRÊEM O QUE A BÍBLIA DIZ PANTEÍSMO Teoria filosófica segundo a qual Deus é tudo e tudo é Deus. Segundo o panteísmo, a natureza é o próprio Deus. Nesse sistema, não se faz distinção entre o Criador e criatura. Não obstante Deus se revelar na ordem da natureza, não deve ser identificado com o Universo criado (Rm 1.19,20). A terra e o Universo não são Deus, nem deuses (Gn 1.14; Dt 4.19; Jr 19.13). Se o fossem, sua destruição implicaria na destruição de Deus (II Pe 3.7). Por outro lado, Deus está envolvido nos acontecimentos do Universo que Ele criou, e no qual se revela de muitas maneiras (Jó 38.39-41; Mt 6.26). DEÍSMO Doutrina que, apesar de admitir a existência do Supremo Ser, ensina não estar Ele interessado no curso que a história toma, ou venha a tomar. De acordo com o deísmo, Deus limitou-se tão somente a criar-nos, abandonando-nos a seguir à própria sorte. A teologia natural e a teologia revelada, admite a existência de um Deus pessoal, Criador e Preservador de quanto existe, e que, em sua inquestionável sabedoria, intervém nos negócios humanos (Gn 1.1; Mt 6.26; 11.17; 21.1).
  • 10. FILOSOFIAS EM QUE CRÊEM O QUE A BÍBLIA DIZ TRITEÍSMO Doutrina herética segundo a qual há em Deus não somente três Pessoas, mas também três essências, três substância e três deuses. Ao contrário do Triteísmo e Unicismo, a Trindade é uma doutrina bíblica segundo a qual a divindade, embora una em sua essência, subsiste nas Pessoas do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Gn 1.26; 3.22; 11.7; Mt 28.19; II Co 13.13). As Três Pessoas são iguais na substância e nos atributos absolutos, metafísicos e morais (Sl 45.6-7; Jo 1.1; 5.18; 10.30; At 5.3-4; 1Co 6.19). UNICISMO Doutrina que, embasada no monoteísmo radical, rejeita a realidade bíblica da Santíssima Trindade. HENOTEÍSMO Este termo (do adjetivo numeral grego hen, “um”, e de theos) foi empregado por Max Muller, historiador das religiões alemão, a fim de indicar o sistema de adoração a um só Deus, admitindo, todavia, a existência de outros deuses. É, pois, um sistema que se situa, paradoxalmente, entre o monoteísmo e o politeísmo. A Bíblia admite a crença na existência de um único Deus, Criador dos céus e da terra e do ser humano (Gn 1.1). O monoteísmo contrapõe-se ao politeísmo que defende a existência de muitos deuses (Dt 6.4; Is 44.8; Jo 17.3; Rm 16.27; Jd 1.4,25) Fonte: http://portal.rbc1.com.br/licoes-biblicas/baixar-licao/cod/358.
  • 11. II. AMEAÇAS E PROMESSAS 1. O Deus zeloso. O adjetivo hebraico qanna, “zeloso”, aparece apenas cinco vezes no Antigo Testamento (Êx 20.5; 34.14; Dt 4.24; 5.9; 6.15) e está associado ao nome divino el, “Deus”. O zelo de Jeová consiste no fato de ser Ele o único para Israel, e este não deveria partilhar o amor e a adoração com nenhuma divindade das nações. Esse direito de exclusividade era algo inusitado na época e único na história das religiões, pois os cultos pagãos antigos eram tolerantes em relação a outros deuses. 2. As ameaças. A expressão “terceira e quarta geração” (Êx 20.5; Dt 5.9) indica qualquer número ou plenitude e não se refere necessariamente à numeração matemática, pois se trata de máxima comum na literatura semítica (Am 1.3,6,11,13; 2.1,4,6; Pv 30.15,18,21,29). O objetivo aqui é contrastar o castigo para “terceira e quarta geração” com o propósito de Deus de abençoar a milhares de gerações. 3. As promessas. Salta à vista de qualquer leitor a diferença entre castigo e misericórdia. A ira divina vai até a quarta geração, no entanto, a misericórdia de Deus chega a mil gerações sobre os que guardam os mandamentos divinos (Êx 20.6; Dt 5.10). Muito cedo na história, o nosso Deus revela que seu amor ultrapassa infinitamente o juízo.
  • 12. “visito a maldade dos pais nos filhos até à terceira e quarta geração daqueles que me aborrecem” (Êx 20.5; Dt 5.9) Os expositores da falaciosa doutrina da “maldição hereditária” costumam usar este texto para fundamentar a sua teoria. “Afirmam que, se alguém tem problemas com adultério, pornografia, divórcio, alcoolismo ou tendências suicidas é porque alguém de sua família, no passado, teve esse problema. Nesse caso, a pessoa afetada pela maldição hereditária deve, em primeiro lugar, descobrir em que geração seus ancestrais deram lugar ao diabo. Uma vez descoberta tal geração, pede-se perdão por ela, e, dessa forma, a maldição de família é desfeita. (Ler Jo 9.1-3) “Tal pensamento não se sustenta biblicamente; é um erro crasso. A maldição está sobre quem continuar no pecado dos pais, sobre ‘aqueles que me aborrecem’, pontua com clareza o mandamento. Não é o que acontece com o cristão que ama a Deus. Se fomos alvejados pela graça de Deus ainda no tempo da nossa ignorância, quanto mais agora que somos reconciliados com ele? (Rm 5:8-10). Quando alguém se converte a Cristo, torna- se nova criatura: “as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2Co 5;17)” Fonte: http://luloure.blogspot.com.br/2015/01/aula-04-nao-faras-imagens-de-escultura.html
  • 13. III. O CULTO VERDADEIRO 1. Adoração. O segundo mandamento proíbe fazer imagem de escultura e também de se prostrar diante dela para adorá-la: “não te encurvarás a elas, nem as servirás” (Êx 20.5; Dt 5.9). Adoração é serviço sagrado, culto ou reverência a Deus por suas obras. É somente a Deus que se deve adorar (Mt 4.10; Ap 19.10; 22.8,9). 2. Deus é espírito. O Catecismo Maior de Westminster (1648 - compõe os símbolos de fé das igrejas presbiterianas ao redor do mundo) declara que “Deus é Espírito, em si e por si infinito em seu ser” (Jo 4.24; Êx 3.14; Jó 11.7-9). O espírito é substância imaterial e invisível, diferentemente da matéria. É também indestrutível, pois o “espírito não tem carne nem ossos” (Lc 24.39). Além de a Bíblia afirmar que Deus é espírito, declara também de maneira direta que Ele é invisível (Cl 1.15; 1Tm 1.17). Assim, a espiritualidade que tem Deus como alvo é incompatível com as imagens dos ídolos. 3. Deus é imanente e transcendente. A imanência é a forma de relacionamento de Deus com o mundo criado e principalmente com os seres humanos e sua história. O Salmo 139 é um exemplo clássico. A transcendência significa que Deus é um ser que não pertence à criação, não faz parte dela, transcende a toda matéria e a tudo o que foi criado (Jo 17.5,24; Cl 1.17; 1Tm 6.16). O exclusivismo da sua adoração é natural porque Deus é incomparável; ninguém há como Ele no universo (Rm 11.33-36).
  • 14. IV. AS IMAGENS E O CATOLICISMO ROMANO 1. O que dizem os teólogos católicos romanos? A edição brasileira do Catecismo da Igreja Católica, publicado em 1993, no período do pontificado do papa João Paulo II, afirma que o culto de imagens não contradiz o mandamento que proíbe os ídolos. Os teólogos católicos romanos ensinam que a confecção da arca da aliança com os querubins e a serpente de metal no deserto (Êx 25.10-22; 1Rs 6.23-28; 7.23-26; Nm 21.8) permitem o culto às imagens. 2. Uma interpretação forçada. O argumento da igreja católica é falacioso porque os antigos hebreus não cultuavam os querubins nem a arca, menos ainda a serpente de metal. O povo não dirigia orações a esses objetos. A arca e os querubins do propiciatório sequer eram vistos pelo povo, pois ficavam no lugar santíssimo (Êx 26.33; Lv 16.2; Hb 9.3-5). Quando o povo começou a cultuar a serpente que foi construída no deserto, o rei Ezequias mandou destruí-la (2Rs 18.4). As peças religiosas a que os teólogos católicos romanos se referem serviam como figuras da redenção em Cristo (Hb 9.5-9; Jo 3.14,15).
  • 15. 3. O uso de figuras como símbolo de adoração. A adoração ao Deus verdadeiro por meio de figura, símbolo ou imagem é idolatria. Isso os israelitas fizeram no deserto (Êx 32.4-6). Mica e Jeroboão I, filho de Nebate, procederam da mesma maneira (Jz 17.2-5; 18.31; 1Rs 12.28-33). Os ídolos que a Bíblia condena não se restringem a animais, corpos celestes ou forças da natureza, pois inclui também figuras humanas (Sl 115.4-8). 4. Mariolatria. É o culto de Maria, mãe de Jesus. Seus adeptos dirigem oração a ela, prostram-se diante de sua imagem e acreditam que sua escultura é milagrosa. Isso é idolatria! Os devotos, propagandeados pela mídia, atribuem a Maria uma posição que a Bíblia não lhe confere. Nós reconhecemos o papel honroso da mãe de nosso Senhor Jesus Cristo, mas ela mesma jamais aceitaria ser cultuada (Lc 1.46,47; 11.27, 28; 1Tm 2.5).
  • 16. Ir.Adriano Pascoa E-mail : adrianoiuris@hotmail.com Facebook: https://www.facebook.com/adrianoiuris CONCLUSÃO Devemos ter discernimento para distinguir ídolos de objetos meramente decorativos. Tudo aquilo que a pessoa ama mais do que a Deus torna-se idolatria (Ef 5.5; Cl 3.5). A Bíblia não proíbe as artes, nem a escultura em si mesma e nem a pintura. Deus mesmo inspirou artistas entre os israelitas no deserto (Êx 35.30-35). O rei Salomão mandou esculpir querubins na parede e touros e leões para decorar o templo (1Rs 6.29; 7.29) e o palácio real (1Rs 10.19,20), mas nunca com objetivo de que tais objetos fossem adorados. Soli Deo Gloria!