Vitaminas sais e nucleotideos

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Vitaminas sais e nucleotideos

  1. 1. ADRIANNA BARRETO ADRIANNE MENDONÇAMARICELLY MASCIMENTO LIDIANE VIEIRA SIMONI
  2. 2.  São micronutrientes necessários a varias atividades metabólicas do organismo humano e, em geral componentes naturais dos alimentos.
  3. 3. ETIOLOGIA A vitamina A é um álcool insaturadolipossolúvel, armazenado no organismo sob forma deéster. Na natureza encontram-se sob a forma depigmentos (carotenóides) encontrados nos vegetais.Nos animais encontram-se na forma pré-formada(ésteres de retinil) . Na Desnutrição Protéico-calórica, o transportede Retinol é prejudicado pela carência da RBR (retinolblinding protein), proteína que transporta o retinol noplasma. Ocorre deficiência de vitamina A em pacientesportadores de Síndromes de mal absorção, doençashepáticas e pancreáticas.
  4. 4. RAQUITISMO POR DEFICIÊNCIA DE VITAMINA D Prof. Antônio Clovis Oliveira UCPel O raquitismo é uma afecção do esqueleto em crescimento, que secaracteriza por uma diminuição da mineralização da matriz proteica ossea, tornando-o frágil e facilmente deformável.
  5. 5. ETIOLOGIAVitamina D - - vegetal - D2- ( calciferol ) - - animal - D3- ( colecalciferol )Pele 7 deidrocolesterol raios ultravioletas___Vitamina D
  6. 6. Dieta A vit. D é absorvida pelos linfáticos na presença de bile,vai ao fígado onde é hidrolisada ( 25 OH colecalciferol) eposteriormente no túbulo proximal renal sofre uma segundahidroxilação ( 1, 25 diidroxicalciferol). 1, 25 diidroxicalciferol é a forma ativa da vit. D epromove o transporte intestinal de calcio, aumenta reabsorçãotubular de calcio e tem ação sinérgica com PTH.
  7. 7. Quando o produto Ca X P (mg%) é inferiora 30 não costuma ocorrer mineralização óssea equando superior a 40 ocorre a mineralização.Observe que isto é dependente da velocidade decrescimento ósseo.
  8. 8. CLASSIFICAÇÃO CLÍNICAa ) Sensível a Vitamina Db ) Resistente a Vitamina D
  9. 9. QUADRO CLÍNICOË variável e depende de: a ) grau de deficiência e atividade do processo b ) idade e desenvolvimento motor e esqueléticoIncide no período de maior velocidade de crescimento ( primeiros 2anos de vida)Atinge mais intensamente aquelas regiões do esqueleto ondeexiste crescimento mais rápido. Crânio - primeiro semestre tórax - segundo semestre membros - após 1 ano de idade
  10. 10. Sintomas gerais: irritabilidade redução do sono sudorese (região cefálica) retardo DNPM
  11. 11. Alterações ósseas: fechamento retardado da fontanela anterior “Caput cuadratum” craniotabes dentição atrasada e irregular rosário raquítico sulco de Harrison tórax em peito de pombo alargamento epifisário encurvamento da diáfise fraturas (galho verde) coluna: pequenos graus de escoliose cintura pélvica: pelve pequena e projeção anterior dopromontório e deslocamento sagital da porção caudal do sacro e docóccix músculos e ligamentos: ligamentos frouxos, débeis erelaxados. Hipotonia muscular e diminuição de força outros órgãos: esplenomegalia e adenomegalias
  12. 12. MANIFESTAÇÕES BIOQUÍMICAS hipofosfatemia cálcio normal ou no limite donormal fosfatase alcalina (AFA)elevada Excreção urinária de fósforonormal ou elevada
  13. 13. MANIFESTAÇÕES RADIOLÓGICAS aumento do espaço interarticular alargamento das epífises borramento ou perda dos limites ósseos emrelação a metáfise osteoporose duplo contorno nas diáfises encurvamento diafisário fraturas em “galho verde”
  14. 14. DIAGNÓSTICO clínico: anamnese e exame físico dados bioquímicos dados radiológicos
  15. 15. DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL Escorbuto Osteogenese imperfeita Condrodistrofias e disostoses ósseas Sífilis
  16. 16. TRATAMENTO VITAMINA D – 5000 - 10000 UI/dia por 4 a 6 semanas compausa de 2 semanas, até a cura completa. 600000 UI em dose única. Pode-se repetirem 3 a 4 meses.
  17. 17. Intoxicação pela vit. D anorexia rebelde constipação intestinal perda de peso sinais de esclerose renal polidipsia poliúria albuminúria cilindrúria hipercalcificação óssea hipercalciúria hipercalcemia
  18. 18. PROFILAXIA dieta adequada exposição solar vit. D - 400 - 800 UI/diaLeitura recomendada:Pediatria Básica - Eduardo Marcondes
  19. 19. VITAMINA A
  20. 20. HIPOVITAMINOSE A Incide mais freqüentemente nos lactentes e pré-escolares. É endêmica no nordeste brasileiro. Os sinais clínicos da hipovitaminose A estãoquase sempre acompanhados das manifestações deDESNUTRIÇÃO PROTEICO-CALÓRICA.
  21. 21. MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS Pode manifestar-se desde um estado de depleçãodas reservas, sem manifestações clínicas ou uma menoradaptação retinal a luz, até lesões destrutivas dacórnea. A alteração mais precoce é a cegueira noturna(hemeralopia), seguindo pode aparecer a xeroseconjuntival (manchas de BITOT); manchas brancoacinzentadas de aspecto caseoso ou espumosoparecendo em discreto relevo sobre a superfícieconjuntival da esclerótica. A continuidade da carência leva a lesões dacórnea, inicialmente a xerose podendo-se seguir aformação e úlcera e a perfuração. Na queratomalaciaocorrem necrose da córnea e extrusão do conteúdo intra-ocular.
  22. 22. A xerodermia e a hiperqueratose folicular – frinoderma– mais encontrado na superfície de extensão dos membrossuperiores e inferiores – aspecto de “linha grossa”. Parada de crescimento Retardo mental Alterações epiteliais e deficiências de imunidadecelular predispõem à infecções. Anemia e hepatoesplenomegalia estãofreqüentemente associadas. Os níveis plasmáticos de retinol se acham abaixode 20 mcg/dL
  23. 23. PROFILAXIA Nos lactentes o Aleitamento Materno supretotalmente as necessidades de vitamina A.. 1500 a 2000 UI/dia nos casos de aleitamentoartificial. 2000 a 5000 UI/dia em crianças maiores, o que podeser suprido com uma dieta rica em vegetais, frutas,vísceras animais, ovo etc.. 100000 UI (v.o.) 4 vezes ao ano ás crianças emães puérperas em lactação nas zonas endêmicas.(OMS).
  24. 24. TRATAMENTO Casos frustros: Correção dietética. Formas leves (cegueira noturna): 100000 UI porV.O.em dose única tanto na forma oleosa ou hidromiscível. Formas graves (acometimento da córnea) : 100000UI por via IM (forma hidromiscível) por 2 dias consecutivos. 25000 a 50000 UI/dia (esquema clássico) até a curadas lesões oculares ou cutâneas. Por ser lipossolúvel a vitamina A em doses elevadaspode se armazenar no organismo levando a um quadro deintoxicação.
  25. 25. HIPERVITAMINOSE AA Intoxicação por vitamina A pode manifestar-se de forma aguda ou crônica.
  26. 26. Aguda Manifesta-se em geral com doses acima de 300000 UI e ocasiona hipertensão intra-craniana.(pseudo-tumor cerebral)
  27. 27. CrônicaManifesta-se em geral com doses superiores a 20000UI/dia por tempo prolongado e consta de: Irritabilidade, insônia, anorexia, hepatomegalia,queda dos cabelos, descamação cutânea, tumefaçõesdolorosas dos ossos (hiperostose cortical).
  28. 28. Carotenodermia A ingestão excessiva de carotenos não leva àintoxicação, mas a coloração amarelada da pele, masnão na esclerótica, sem outros sintomas
  29. 29. SAIS MINERAIS
  30. 30.  O que são Sais Minerais? Os minerais são nutrientes que tem função de regular nosso organismo, o funcionamento do metabolismo e participando da estruturação do organismo (constituindo os ossos) .
  31. 31. Principais Sais Minerais*Cálcio (Ca) *Fósforo (P)*Potássio (K) *Enxofre (S)*Sódio (Na) *Magnésio (Mg)*Ferro (Fe) *Cobre (Cu)*Zinco (Zn) *Selênio (Se)*Cromo (Cr)
  32. 32. A divisão dos Sais Minerais é dada por dois grupos: os Macrominerais e osMicrominerais.Os Macrominerais, são nutrientes que é necessário ingeri-los em grandes quantidades(100 mg/dia ou mais).Já os Microminerais, são necessários apenas pequenas quantidades para o nossoorganismo.Macronutrientes:Cálcio, Fósforo, Sódio, Potássio, Cloro, Magnésio e Enxofre.Micronutrientes:Ferro, Cobre, Cobalto, Zinco, Manganês, Iodo, Selênio e Flúor.
  33. 33. Diferentemente dos carboidratos, lipídios e proteínas, os sais minerais sãosubstâncias inorgânicas, ou seja, não podem ser produzidos por seres vivos. Como ocorpo não é capaz de produzir minerais, eles devem ser ingeridos através de umaalimentação que forneça quantidades adequadas destas substâncias. Caso hajaexcesso, este será eliminado através das fezes e da urina. Sua maior parte está concentrada nos ossos. Entre os mais conhecidosestão o cálcio, o fósforo, o potássio, o enxofre, o sódio, o magnésio, o ferro, ocobre, o zinco, o selênio, o cromo, etc. Cálcio é necessário para os nossos ossos
  34. 34. CálcioLeite e derivados, couve, espinafre e brócolis.FósforoCarnes, ovos, cereais, etc.FerroCarnes em geral, fígado, gema de ovo, aveia, feijão, aspargos, etc.IodoAlface, alho, cebola, cenoura, ervilha, tomate, peixes, etc.
  35. 35. PotássioBanana, melão, batata, ervilha, tomate, frutas cítricas, etc.MagnésioVerduras, maçã, figo, nozes, etc.ManganêsCereais integrais, amendoim, nozes, feijão, arroz integral, banana, alface, beterraba,milho.SilícioAmora, aveia, escarola, alface, abóbora, azeitona, cebolaZincoCarnes em geral, ovos, peixes, castanha do Pará, ervilha, etc.
  36. 36. FlúorAgrião, alho, aveia, brócolis, beterraba, cebola, couve-flor, maçã, trigo integralCobreFígado, trigo integral, ervilhas, amendoim, nozes, etc.SódioSal de cozinha, algas marinhas, etc.EnxofreCarnes, peixes, ovos, feijão, repolho, brócolis, cebola, alho, germe de trigo, etc.
  37. 37. CálcioDeformações ósseas; enfraquecimento dos dentes.FósforoMaior probabilidade de ocorrência de fraturas; músculos atrofiados; alteraçõesnervosas; raquitismo.FerroAnemia.IodoBócio; obesidade, cansaço.
  38. 38. CloroÉ difícil haver carência de cloro, pois existe em quase todos os vegetais; o excesso decloro destrói a vitamina E e reduz a produção de iodo.PotássioDiminuição da atividade muscular, inclusive a do coração.MagnésioProvoca extrema sensibilidade ao frio e ao calor.FlúorA necessidade de flúor é muito pequena; ele é recomendado apenas para gestantespara crianças durante a formação da segunda dentição.SódioCãibras e retardamento na cicatrização de feridas.
  39. 39. ZincoDiminui a produção de hormônios masculinos e favorece o diabete. Centrum, Suplementos em geral, Calcitran, Calcitin, Farmaton...
  40. 40. Estas substâncias inorgânicas possuem funções muitoimportantes no corpo e a falta delas pode gerar desequilíbrios nasaúde. Contudo, há alguns minerais como, por exemplo, o alumínio e oboro, que podem estar presentes no corpo sem nenhuma função. Se ingerirmos em excesso os sais minereis, mais do que normalmente nosso corpo pede por dia, ele acaba saindo por meio da urina ou das fezes.
  41. 41.  Definição: são compostos de uma base nitrogenada, uma pentose e um ou mais grupos fosfatos Quando na ausência do grupo fosfato, são chamados de nucleosídeos Importancia: Participam de vários processos bioquímicos São essenciais para o funcionamento do organismo Atuam como precursores dos ácidos desoxirribonucléico (DNA) e ácido ribonucléico (RNA) Fonte de energia Reguladores fisiológicos Não são considerados como essenciais
  42. 42.  Nucleotídeos dietéticos: São considerados de grande importância para o organismo Participam da divisão celular, do crescimento celular e da modulação do sistema imunológico Ajudam na manutenção da saúde intestinal

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