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POLUENTES ATMOSFÉRICOS

   PROFESSORA : ADRIANNE MENDONÇA
POLUENTES ATMOSFÉRICOS


Considera-se poluente qualquer substância presente
no ar que, pela sua concentração, possa torná-lo
impróprio, nocivo ou ofensivo à saúde, causando
inconveniente ao bem-estar público, danos aos
materiais, à fauna e à flora, ou seja prejudicial à
segurança, ao uso e gozo da propriedade e às
atividades normais da comunidade (Conselho
Nacional do Meio Ambiente, Resolução n° 03/90).
POLUENTES ATMOSFÉRICOS


Os poluentes atmosféricos existem sob a forma de
gases e de partículas e podem ser naturais e artificiais,
provenientes de fontes fixas (indústrias, usinas
termoelétricas, incineradores de lixo, vulcões) e
móveis (veículos automotores, trem, avião,
embarcação marítima).
Massas                               Características
                                     Quente e úmida, dominando a parte litorânea
                                     da Amazônia e do Nordeste em alguns
Massa Equatorial Atlântica(mEa)
                                     momentos do ano, tem seu centro de origem
                                     no Oceano Atlântico.
                                     Quente e úmida, com centro de origem na
                                     parte ocidental da Amazônia, domina a porção
Massa Equatorial Continental (mEc)
                                     noroeste da Amazônia durante quase todo o
                                     ano.
                                     Quente e úmida, originária do Oceano
                                     Atlântico, nas imediações do trópico de
Massa Tropical Atlântica (mTa)
                                     Capricórnio, exerce enorme influência sobre a
                                     parte litorânea do Brasil.
                                     Quente e seca, se origina na depressão do
                                     Chaco e abrange uma área de atuação muito
Massa Tropical Continental (mTc)
                                     limitada, permanecendo em sua região de
                                     origem durante quase todo o ano.
                                     Fria e úmida, forma-se nas porções do Oceano
                                     Atlântico próximas à Patagônia. Atua mais no
Massa Polar Atlântica (mPa)          inverno, quando entra no Brasil como uma
                                     frente fria, provocando chuvas e queda de
                                     temperatura.
poluentes naturais


Dentre os poluentes naturais, estão as cinzas e gases
de emissões vulcânicas altamente tóxicas compostas
principalmente de enxofre, partículas do solo ou
gotículas de água salgada do mar, partículas e gases
de incêndios florestais e os grãos de pólen.
poluentes artificiais


Os poluentes artificiais, produzidos pelas atividades
humanas e "jogados na atmosfera", são, na sua
grande maioria, aqueles produzidos pela queima de
combustíveis fósseis (petróleo, gás natural e carvão
mineral) ou recicláveis (lenha, álcool, etc.).
Composição do ar limpo




Existem muitas maneiras de se classificar os
poluentes. Entretanto, antes de se analisar qualquer
delas, é oportuno conhecer a composição do "ar
atmosférico limpo".
Composição do ar limpo



A atmosfera é a camada gasosa da biosfera,
indispensável para a vida na Terra. Além de partículas
de poeira, grãos de pólen, microorganismos e sais
marinhos, entre outros, ela é composta por uma
mistura de gases: 79% de nitrogênio, 20% de oxigênio
e 1% de outros gases, entre os quais incluem-se
dióxido de carbono, vapor d'água e gases raros
(argônio, neônio, hélio, criptônio, ozônio, etc.), assim
chamados porque existem em quantidades muito
pequenas.
Composição do ar limpo



Devido a sua extensão, cerca de pouco mais de 800
quilômetros de altitude, a atmosfera é dividida em
camadas: troposfera, estratosfera, mesosfera,
termosfera e exosfera. Mas é na baixa atmosfera ou
troposfera, porção onde vivemos, que ocorrem os
efeitos nocivos dos produtos das atividades humanas.
Classificação dos poluentes atmosféricos




 Os poluentes são divididos em duas categorias:
 primários e secundários. Os poluentes primários são
 aqueles liberados diretamente das fontes de emissão,
 como o dióxido de enxofre (SO2), o sulfeto de
 hidrogênio (H2S), os óxidos de nitrogênio (NOx), a
 amônia (NH3), o monóxido de carbono (CO), o
 dióxido de carbono (CO2) e o metano (CH4).
Classificação dos poluentes atmosféricos




 Os poluentes secundários são aqueles formados na
 atmosfera através de reação química entre poluentes
 primários e componentes naturais da atmosfera, se
 destacando o peróxido de hidrogênio (H2O2), o ácido
 sulfúrico (H2SO4), o ácido nítrico (HNO3), o trióxido de
 enxofre (SO3), os nitratos (NO3?), os sulfatos (SO42-), o
 ozônio (O3) e o nitrato de peroxiacetila - PAN -
 (CH3=OO2NO2).
Classificação dos poluentes atmosféricos




 Somam-se ainda a esses poluentes os álcoóis,
 aldeídos, hidrocarbonetos (HC), compostos orgânicos
 voláteis (COVs), mercúrio (Hg) e material particulado
 (MP). O termo material particulado abarca um
 conjunto de poluentes constituídos de poeiras,
 fumaças e todo tipo de material sólido e líquido que
 se mantém suspenso na atmosfera por causa do seu
 pequeno tamanho.
Classificação dos poluentes atmosféricos




 Dependendo do tamanho, suas partículas podem ser
 classificadas como Partículas Totais em Suspensão ou
 Partículas Inaláveis e Fumaça.
Efeitos da poluição atmosférica



Os efeitos da poluição atmosférica são numerosos e
diversos, estendendo-se dos toxicológicos aos
econômicos. Materiais, animais, vegetais e pessoas
podem ser indiscriminadamente molestados pelos
efeitos de poluentes, quer direta, quer indiretamente.
Nos humanos, os poluentes atmosféricos gasosos ou
particulados normalmente entram no organismo por
via respiratória, afetando os pulmões e o trato
respiratório.
Efeitos da poluição atmosférica


 Nas plantas, os poluentes são absorvidos pelas folhas
 através dos estômatos, que permitem as trocas
 gasosas entre a planta e o meio ambiente, alterando-
 se assim a fotossíntese.
 Nos materiais, os poluentes corroem e escurecem
 metais, partem borrachas, sujam roupas, danificam
 mármores, descolorem vários tipos de materiais,
 enfraquecem algodão, lã e fibra de seda e destroem o
 nylon.
Efeitos da poluição atmosférica


 Os poluentes também causam efeitos no tempo
 atmosférico, como a redução da visibilidade, a
 descoloração da atmosfera, a dispersão da luz solar
 quando há grande quantidade de particulados no ar, e o
 aumento da formação de neblina e precipitação.
 Também há substâncias que provocam alterações na
 atmosfera, produzindo efeitos nocivos a grandes
 distâncias ou até sobre o planeta como um todo. Essas
 substâncias são denominadas de poluentes de efeito
 global. Esses efeitos são, principalmente, as chuvas ácidas,
 a destruição da camada de ozônio e o efeito estufa.
Responsabilidades


A natureza utiliza recursos para proteger-se da poluição
atmosférica, mas eles são limitados. Os principais
processos que atuam na natureza, provocando a
neutralização, a diluição ou a eliminação dos poluentes
atmosféricos são: a dispersão, a precipitação, as
transformações químicas e a assimilação biológica.
Devido aos limites dos recursos da natureza, cabe a cada
um de nós a responsabilidade de ajudá-la nesse processo,
adotando medidas em nosso cotidiano para evitar ou
moderar a poluição de nossa própria cidade, de nosso país
e, até, do mundo como um todo.
Responsabilidades


Podemos iniciar pela escolha do nosso veículo, privilegiando os
que utilizam álcool como combustível, por ser reciclável e gerar
menos poluentes. Além disso, é necessária uma manutenção
periódica para manter o motor do veículo regulado e, desta
forma, emitir menos poluentes.
Igualmente, andar um pouco mais a pé, de bicicleta e priorizar o
transporte público, como o metrô, o trem ou ônibus, ao invés de
tirar o carro da garagem toda vez que temos de nos locomover a
pequenas distâncias. Agindo assim, além de gastar menos
combustível e poluir menos, estaremos contribuindo para
reduzir os congestionamentos tão frequentes em nossas
cidades, cooperando também com a nossa própria saúde.
Queimadas e indústrias



Também as pessoas que vivem no campo podem colaborar
para a redução da poluição, evitando, por exemplo, as
queimadas da roça, na época de plantio, ou do canavial, na
época da colheita. Essas queimadas produzem grandes
quantidades de gás carbônico, fuligem e cinzas, além de
provocarem a perda da fertilidade dos solos, diminuição do
teor de matéria orgânica e a falta de nutrientes.
Para concluir, não devemos nos esquecer das indústrias
que possuem uma parte na responsabilidade com relação à
poluição atmosférica. Algumas medidas promovem a
redução da poluição, como a implantação e a utilização de
tecnologias limpas no sistema produtivo.
Queimadas e indústrias



Também ajuda muito a racionalização do processo
industrial, no sentido de obter maior quantidade de
produtos utilizando a mesma quantidade de matéria-
prima. Vale lembrar que, na maioria das vezes, a
poluição é resultado de desperdícios, seja de matéria,
seja de energia.
Obrigada !!!!!!

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Poluentes Atmosféricos e suas Causas

  • 1. POLUENTES ATMOSFÉRICOS PROFESSORA : ADRIANNE MENDONÇA
  • 2. POLUENTES ATMOSFÉRICOS Considera-se poluente qualquer substância presente no ar que, pela sua concentração, possa torná-lo impróprio, nocivo ou ofensivo à saúde, causando inconveniente ao bem-estar público, danos aos materiais, à fauna e à flora, ou seja prejudicial à segurança, ao uso e gozo da propriedade e às atividades normais da comunidade (Conselho Nacional do Meio Ambiente, Resolução n° 03/90).
  • 3. POLUENTES ATMOSFÉRICOS Os poluentes atmosféricos existem sob a forma de gases e de partículas e podem ser naturais e artificiais, provenientes de fontes fixas (indústrias, usinas termoelétricas, incineradores de lixo, vulcões) e móveis (veículos automotores, trem, avião, embarcação marítima).
  • 4. Massas Características Quente e úmida, dominando a parte litorânea da Amazônia e do Nordeste em alguns Massa Equatorial Atlântica(mEa) momentos do ano, tem seu centro de origem no Oceano Atlântico. Quente e úmida, com centro de origem na parte ocidental da Amazônia, domina a porção Massa Equatorial Continental (mEc) noroeste da Amazônia durante quase todo o ano. Quente e úmida, originária do Oceano Atlântico, nas imediações do trópico de Massa Tropical Atlântica (mTa) Capricórnio, exerce enorme influência sobre a parte litorânea do Brasil. Quente e seca, se origina na depressão do Chaco e abrange uma área de atuação muito Massa Tropical Continental (mTc) limitada, permanecendo em sua região de origem durante quase todo o ano. Fria e úmida, forma-se nas porções do Oceano Atlântico próximas à Patagônia. Atua mais no Massa Polar Atlântica (mPa) inverno, quando entra no Brasil como uma frente fria, provocando chuvas e queda de temperatura.
  • 5. poluentes naturais Dentre os poluentes naturais, estão as cinzas e gases de emissões vulcânicas altamente tóxicas compostas principalmente de enxofre, partículas do solo ou gotículas de água salgada do mar, partículas e gases de incêndios florestais e os grãos de pólen.
  • 6. poluentes artificiais Os poluentes artificiais, produzidos pelas atividades humanas e "jogados na atmosfera", são, na sua grande maioria, aqueles produzidos pela queima de combustíveis fósseis (petróleo, gás natural e carvão mineral) ou recicláveis (lenha, álcool, etc.).
  • 7. Composição do ar limpo Existem muitas maneiras de se classificar os poluentes. Entretanto, antes de se analisar qualquer delas, é oportuno conhecer a composição do "ar atmosférico limpo".
  • 8. Composição do ar limpo A atmosfera é a camada gasosa da biosfera, indispensável para a vida na Terra. Além de partículas de poeira, grãos de pólen, microorganismos e sais marinhos, entre outros, ela é composta por uma mistura de gases: 79% de nitrogênio, 20% de oxigênio e 1% de outros gases, entre os quais incluem-se dióxido de carbono, vapor d'água e gases raros (argônio, neônio, hélio, criptônio, ozônio, etc.), assim chamados porque existem em quantidades muito pequenas.
  • 9. Composição do ar limpo Devido a sua extensão, cerca de pouco mais de 800 quilômetros de altitude, a atmosfera é dividida em camadas: troposfera, estratosfera, mesosfera, termosfera e exosfera. Mas é na baixa atmosfera ou troposfera, porção onde vivemos, que ocorrem os efeitos nocivos dos produtos das atividades humanas.
  • 10. Classificação dos poluentes atmosféricos Os poluentes são divididos em duas categorias: primários e secundários. Os poluentes primários são aqueles liberados diretamente das fontes de emissão, como o dióxido de enxofre (SO2), o sulfeto de hidrogênio (H2S), os óxidos de nitrogênio (NOx), a amônia (NH3), o monóxido de carbono (CO), o dióxido de carbono (CO2) e o metano (CH4).
  • 11. Classificação dos poluentes atmosféricos Os poluentes secundários são aqueles formados na atmosfera através de reação química entre poluentes primários e componentes naturais da atmosfera, se destacando o peróxido de hidrogênio (H2O2), o ácido sulfúrico (H2SO4), o ácido nítrico (HNO3), o trióxido de enxofre (SO3), os nitratos (NO3?), os sulfatos (SO42-), o ozônio (O3) e o nitrato de peroxiacetila - PAN - (CH3=OO2NO2).
  • 12. Classificação dos poluentes atmosféricos Somam-se ainda a esses poluentes os álcoóis, aldeídos, hidrocarbonetos (HC), compostos orgânicos voláteis (COVs), mercúrio (Hg) e material particulado (MP). O termo material particulado abarca um conjunto de poluentes constituídos de poeiras, fumaças e todo tipo de material sólido e líquido que se mantém suspenso na atmosfera por causa do seu pequeno tamanho.
  • 13. Classificação dos poluentes atmosféricos Dependendo do tamanho, suas partículas podem ser classificadas como Partículas Totais em Suspensão ou Partículas Inaláveis e Fumaça.
  • 14. Efeitos da poluição atmosférica Os efeitos da poluição atmosférica são numerosos e diversos, estendendo-se dos toxicológicos aos econômicos. Materiais, animais, vegetais e pessoas podem ser indiscriminadamente molestados pelos efeitos de poluentes, quer direta, quer indiretamente. Nos humanos, os poluentes atmosféricos gasosos ou particulados normalmente entram no organismo por via respiratória, afetando os pulmões e o trato respiratório.
  • 15. Efeitos da poluição atmosférica Nas plantas, os poluentes são absorvidos pelas folhas através dos estômatos, que permitem as trocas gasosas entre a planta e o meio ambiente, alterando- se assim a fotossíntese. Nos materiais, os poluentes corroem e escurecem metais, partem borrachas, sujam roupas, danificam mármores, descolorem vários tipos de materiais, enfraquecem algodão, lã e fibra de seda e destroem o nylon.
  • 16. Efeitos da poluição atmosférica Os poluentes também causam efeitos no tempo atmosférico, como a redução da visibilidade, a descoloração da atmosfera, a dispersão da luz solar quando há grande quantidade de particulados no ar, e o aumento da formação de neblina e precipitação. Também há substâncias que provocam alterações na atmosfera, produzindo efeitos nocivos a grandes distâncias ou até sobre o planeta como um todo. Essas substâncias são denominadas de poluentes de efeito global. Esses efeitos são, principalmente, as chuvas ácidas, a destruição da camada de ozônio e o efeito estufa.
  • 17. Responsabilidades A natureza utiliza recursos para proteger-se da poluição atmosférica, mas eles são limitados. Os principais processos que atuam na natureza, provocando a neutralização, a diluição ou a eliminação dos poluentes atmosféricos são: a dispersão, a precipitação, as transformações químicas e a assimilação biológica. Devido aos limites dos recursos da natureza, cabe a cada um de nós a responsabilidade de ajudá-la nesse processo, adotando medidas em nosso cotidiano para evitar ou moderar a poluição de nossa própria cidade, de nosso país e, até, do mundo como um todo.
  • 18. Responsabilidades Podemos iniciar pela escolha do nosso veículo, privilegiando os que utilizam álcool como combustível, por ser reciclável e gerar menos poluentes. Além disso, é necessária uma manutenção periódica para manter o motor do veículo regulado e, desta forma, emitir menos poluentes. Igualmente, andar um pouco mais a pé, de bicicleta e priorizar o transporte público, como o metrô, o trem ou ônibus, ao invés de tirar o carro da garagem toda vez que temos de nos locomover a pequenas distâncias. Agindo assim, além de gastar menos combustível e poluir menos, estaremos contribuindo para reduzir os congestionamentos tão frequentes em nossas cidades, cooperando também com a nossa própria saúde.
  • 19. Queimadas e indústrias Também as pessoas que vivem no campo podem colaborar para a redução da poluição, evitando, por exemplo, as queimadas da roça, na época de plantio, ou do canavial, na época da colheita. Essas queimadas produzem grandes quantidades de gás carbônico, fuligem e cinzas, além de provocarem a perda da fertilidade dos solos, diminuição do teor de matéria orgânica e a falta de nutrientes. Para concluir, não devemos nos esquecer das indústrias que possuem uma parte na responsabilidade com relação à poluição atmosférica. Algumas medidas promovem a redução da poluição, como a implantação e a utilização de tecnologias limpas no sistema produtivo.
  • 20. Queimadas e indústrias Também ajuda muito a racionalização do processo industrial, no sentido de obter maior quantidade de produtos utilizando a mesma quantidade de matéria- prima. Vale lembrar que, na maioria das vezes, a poluição é resultado de desperdícios, seja de matéria, seja de energia.