Análise do Referencial de competências para formação inicial dos professores de doensino pré-escolar, do ensino primário e...
Conhecimento técnico didático – pedagógico – metodológico:1. Cria situações de ensino e aprendizagem para os conteúdos, ...
mas a grande maioria se esforça para adaptar-se a nova situação, pois, as mudançasimpulsionam a aprendizagem.        Segun...
trabalho docente, muitas vezes a partir de mecanismos presentes na administraçãoescolar.Desta maneira estamos entre o prof...
Conhecimento técnico didático – pedagógico – metodológico:1. Cria situações de ensino e aprendizagem para os conteúdos, ...
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Análise do referencial de competências para formação inicial dos professores de do ensino pré

369 visualizações

Publicada em

Análise do referencial de competências para

Publicada em: Educação
0 comentários
0 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
369
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
2
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
1
Comentários
0
Gostaram
0
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Análise do referencial de competências para formação inicial dos professores de do ensino pré

  1. 1. Análise do Referencial de competências para formação inicial dos professores de doensino pré-escolar, do ensino primário e do ensino secundárioPrincipiante Iniciante Intermediário Adriana Francisca de Oliveira Silva 1. Finalidade da avaliação:Antes de abordar a finalidade da avaliação, se faz necessário dizer que:a) Todo projeto avaliativo deve contemplar a dialogia, a reflexão da prática (antes, durante edepois), a criação de ambiente de aprendizagem e colaborativo e contar com avaliadores críticos,respeitosos, éticos e que visem o crescimento profissional;b) O processo de avaliação deve focar o sujeito em sua formação e desenvolvimento profissional.Nesse sentido, deve afastar qualquer possibilidade de estabelecimento de um olhar panópticofoucaltiano com propósito fiscalista, controlador, não-emancipatório, normativo e punitivo. Comefeito, deve promover a construção da identidade profissional;c) A avaliação deverá assentar-se em postulados teóricos definidos relativos à aprendizagem que,no momento da prática, seja calcada em observações ou tarefas executáveis. Além disso,contemplará a melhor forma de interpretar as evidências.Adotando as premissas acima, afirmamos que a finalidade da avaliação é a profissionalização dosfuturos docentes. Para tanto, utilizaremos como referencial as etapas de desenvolvimentoprofissional de Faucher esquematizadas abaixo:PROFISSIONALIZAÇÃOAs competências a serem avaliadas são:Desenvolvimento da profissionalidade:1. Postura crítica profissional;2. Demonstra conhecer o exercício da função;3. Expressa claramente as idéias utilizando a língua local.Cultura de aprendizagem colaborativa:1. Colabora com a equipe trazendo idéias e novas propostas de trabalho no contexto escolar;2. Tem postura ética e responsável;3. Se mostra receptivo às críticas e observações da prática na sala de aula
  2. 2. Conhecimento técnico didático – pedagógico – metodológico:1. Cria situações de ensino e aprendizagem para os conteúdos, respeitando a série e o estágio dedesenvolvimento dos alunos;2. Provoca situações dialógicas em sala de aula e adota postura de intermediário;3. Organiza e planifica o grupo com vistas ao desenvolvimento da aprendizagem.2. Organização e desenvolvimento do processo:Para a credibilidade e fidelidade das análises, a organização do processo avaliativo se assentarános valores democráticos, tais como: liberdade de expressão, livre iniciativa e respeito àsdiferenças. O processo de avaliação estará organizado durante todo período de formação e emdias específicos para recolhimento de material de análise descritos no item 3.3. Instrumentos de recolhimento de registros e evidências:Planos de aula;Observação de aula;Portfólio;Questionário;Entrevista: reflexão no processo;Auto-avaliação reflexiva.4. Juízo avaliativo: escalas e significância dos níveis:ESCALA DE AVALIAÇÃO0 1 2 3 4 5Ausência de Provas Há provas, Possui Bom GrandeProvas Insuficientes porém, provas, repertório de quantidade insuficientes ainda provas de provas poucasMuito Insuficiente Insuficiente Suficiente Muito Excelenteinsuficiente tendendo ao suficiente suficiente No artigo de Dias e Lopes fica claro após analise que as autoras centralizam oconceito de competências na reforma curricular da formação de professores no Brasil nosanos de 1990. A partir do teórico Basil Bernstein, consideram competências um conceitorecontextualizado e, tendo como base os documentos oficiais, analisam as relaçõesglobais e locais instituintes do controle da profissionalização docente, via currículo porcompetências. Resgatam como o conceito de competências já foi empregado ao longo dahistória do currículo, particularmente na formação de professores, bem como asperspectivas que se apresentam para a formação de professores em nossa históriarecente.. Analisando o artigo percebemos as mudanças que ocorreram nos últimos anosna formação dos professores, que vão desde a ampliação dos espaços de formaçãocriando programas e reestruturando influências diretamente as escolas, sociedade, eprofessores, possibilitando alternativa de ação política e pedagógica. A educaçãoprofissional está centrada no conceito de competências, pois, o mercado busca mão deobra eficiente e capaz de acompanhar as mudanças sociais e culturais. Este conceito temgerado polemicas, e muitos educadores relutam em aceitar as mudanças que o novo traz,
  3. 3. mas a grande maioria se esforça para adaptar-se a nova situação, pois, as mudançasimpulsionam a aprendizagem. Segundo as autoras a questão sobre o conceito de competência na teoriacurricular já foi tratada anteriormente, bastando nos lembrar dos programas americanos ebrasileiros nos anos de 1960 e nos anos 1970, quando a ênfase no ensino era a formaçãotécnica para as indústrias que estavam em franca expansão. Com base nas reformas educacionais brasileiras dos anos 1990 é proposto umareconstextualização dos conceito de competência e que mais tarde em 2003 é retomada edefendida como uma nova concepção necessária na formação de professoraes brasileirosde maneira a superar e corrigir o desempenho do quadro docente. As autoras afirmam que o conhecimento assume um papel muito mais importantesobre a prática pedagógica, relegando para segundo plano, a formação intelectual políticados professores. Esta ideia é desenvolvida em três argumentos:a. Reformas curriculares para a formação de professores: relações globais-locais nocontrole do trabalho docente. Sobre esta questão afirmam que os países periféricossempre sofreram influencias de países centrais no que se refere a moimentos e reformaseducacionais, acentuando-se na última década como consequências do processo deglobalização e mundialização da cultura. Salientam ainda que entre os aspectos quegarantem certa identidade na recontextualização de discursos entre países comexperiências culturais, políticas, sociais e econômicas tão distintas, destacam-se as açõesdas agências multilaterais de fomento e os intercâmbios de idéias e concepções entre osdiferentes países. Por meio desses intercâmbios deu-se os mais diversos tipos deconcepções, de diferentes sujeitos que lideram, nos contextos oficiais e acadêmicos ecom a produção de discursos educacionais apropriados pelos diversos governos. Dessamaneira objetivou-se construir o consenso em relação às ações de governo com base nalegitimação da idéia de mudança e de qualidade da educação. Diante desse processo delegitimação das reformas foi que o currículo assumui centralidade.b. Competências na formação de professores: as décadas de 1960 e 1970: Citendoos autores (Jones & Moore, 1993; Lopes, 2001;Macedo, 2002; Müller, 1998; Pacheco,2001) as autoras analisam a relação existente entre as competências e os enfoquescurriculares instrumentais, sejam as teorias da eficiência social ou a pedagogia dosobjetivos dela decorrente. Em suas análises, destacam como as competências assumem,sobretudo um enfoque comportamentalista e fragmentador,objetivando controlar aatuação profissional. Explicam que na tradição curricular instrumental de Bobbitt, Charterse Tyler, a pretendida eficiência educacional poderia ser alcançada desde que controlado o
  4. 4. trabalho docente, muitas vezes a partir de mecanismos presentes na administraçãoescolar.Desta maneira estamos entre o professor eficiente e o professor que desempenhava, oua sua prática, para “verificar se tais funções são levadas a cabo de modo eficiente, efetivoe econômico” (Mager & Beach Jr., 1976, p. XI), demonstrando assim, algumas pesquisas,o professor eficiente que pretendiam conhecer o que ele era, e outras pesquisasimportava saber o que ele fazia, notadamente tendo como foco principal o comportamentodo professor era o foco principal.c. Competências na formação de professores: o que (não) há de novoAs autoras chamam nossa atenção para observarmos que nos documentos da reformacurricular brasileira para a formação docente no final dos anos de 1990, o currículo porcompetências surge como “novo” paradigma, construindo a idéia de que a escola deveestar sintonizada com as mudanças da sociedade ajustada ao mercado de trabalho.Encontramos nos Referenciais (1999) bem como nas Diretrizes (2001) indicação de queescola tem novas tarefas, entre as quais a ressignificação.
  5. 5. Conhecimento técnico didático – pedagógico – metodológico:1. Cria situações de ensino e aprendizagem para os conteúdos, respeitando a série e o estágio dedesenvolvimento dos alunos;2. Provoca situações dialógicas em sala de aula e adota postura de intermediário;3. Organiza e planifica o grupo com vistas ao desenvolvimento da aprendizagem.2. Organização e desenvolvimento do processo:Para a credibilidade e fidelidade das análises, a organização do processo avaliativo se assentarános valores democráticos, tais como: liberdade de expressão, livre iniciativa e respeito àsdiferenças. O processo de avaliação estará organizado durante todo período de formação e emdias específicos para recolhimento de material de análise descritos no item 3.3. Instrumentos de recolhimento de registros e evidências:Planos de aula;Observação de aula;Portfólio;Questionário;Entrevista: reflexão no processo;Auto-avaliação reflexiva.4. Juízo avaliativo: escalas e significância dos níveis:ESCALA DE AVALIAÇÃO0 1 2 3 4 5Ausência de Provas Há provas, Possui Bom GrandeProvas Insuficientes porém, provas, repertório de quantidade insuficientes ainda provas de provas poucasMuito Insuficiente Insuficiente Suficiente Muito Excelenteinsuficiente tendendo ao suficiente suficiente

×