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Referências bibliográficasReferências bibliográficas
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Créditos das obras utilizadas no segundo plano dos slides.
•Museu do Escravo (1,2 e 3):
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Apresentação escravidão no sertão da farinha podre

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Sertão da Farinha Podre, um estudo sobre Uberlândia.

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Apresentação escravidão no sertão da farinha podre

  1. 1. Escravidão no Sertão da Farinha Podre:Escravidão no Sertão da Farinha Podre: •Uma proposta de aula para o Ensino Médio.Uma proposta de aula para o Ensino Médio. •A Escravidão no Sertão da Farinha Podre negligenciada pelaA Escravidão no Sertão da Farinha Podre negligenciada pela História oficial.História oficial. •Qual foi papel dos escravos para o desenvolvimento econômicoQual foi papel dos escravos para o desenvolvimento econômico da região.da região. •Progresso versus Escravidão: o paradoxo do século XIX.Progresso versus Escravidão: o paradoxo do século XIX. •É preciso incentivar a geração futura a recuperar a memóriaÉ preciso incentivar a geração futura a recuperar a memória dos escravos que fora obliterada da história regional.dos escravos que fora obliterada da história regional.
  2. 2. Uma proposta de aula para o Ensino MédioUma proposta de aula para o Ensino Médio • Esta Oficina se propõe a demonstrar a possibilidade de reconstrução da história da Escravidão no Sertão da Farinha Podre. • Desmistificar o Discurso Oficial que exclui o escravo do processo histórico da região, por constatar a sua omissão na História Oficial. •Dessa forma, propomos o resgate da escravidão na História do Sertão da Farinha Podre, voltado para formação educacional dos alunos de Ensino Médio. •Por verificar o desconhecimento, por parte dos alunos, da importância do papel dos negros para o desenvolvimento da região.
  3. 3. •A História oficial negligencia o papel do escravo na região.A História oficial negligencia o papel do escravo na região. •Tenta-se forjar uma herança dos bandeirantes na HistóriaTenta-se forjar uma herança dos bandeirantes na História Regional.Regional. •Pela localização geográfica da região, funda-se uma economiaPela localização geográfica da região, funda-se uma economia de subsistência baseada na agropecuária, busca-se entãode subsistência baseada na agropecuária, busca-se então minimizar a participação dos escravos em tal processo deminimizar a participação dos escravos em tal processo de produção.produção. •A formação racista dos cronistas e historiadores faz com que,A formação racista dos cronistas e historiadores faz com que, eles na tentativa de forjar uma identidade progressista para regiãoeles na tentativa de forjar uma identidade progressista para região da Farinha Podre omitam os negros das linhas da História local.da Farinha Podre omitam os negros das linhas da História local. A Escravidão no Sertão da FarinhaA Escravidão no Sertão da Farinha Podre negligenciada pelaPodre negligenciada pela História oficial.História oficial.
  4. 4. Qual foi papel dos escravos para oQual foi papel dos escravos para o desenvolvimento econômico da região.desenvolvimento econômico da região. •O escravos compunham cerca de 25% da população do SertãoO escravos compunham cerca de 25% da população do Sertão da Farinha Podre. (Existência de Quilombos na região - Ambrósio)da Farinha Podre. (Existência de Quilombos na região - Ambrósio) •A força de trabalho escrava era de fundamental importânciaA força de trabalho escrava era de fundamental importância para economia local.para economia local. •Nas relações entre senhores e escravos predominava um certoNas relações entre senhores e escravos predominava um certo paternalismo, denotando uma solidariedade significativa parapaternalismo, denotando uma solidariedade significativa para conquista de uma certa autonomia.conquista de uma certa autonomia. •A economia local era tão dependente da mão de obra escravaA economia local era tão dependente da mão de obra escrava que em 1889, a Câmara dos Vereadores de Uberabaque em 1889, a Câmara dos Vereadores de Uberaba procrastinou o quanto pôde a divulgação da Lei Áurea.procrastinou o quanto pôde a divulgação da Lei Áurea.
  5. 5. Progresso versus Escravidão: o paradoxo doProgresso versus Escravidão: o paradoxo do século XIX.século XIX. •As teorias racistas do século XIX, defendiam que o progresso sóAs teorias racistas do século XIX, defendiam que o progresso só seria possível com o branqueamento gradual da sociedade.seria possível com o branqueamento gradual da sociedade. •Baseados nessas teorias, os memorialistas e até mesmos algunsBaseados nessas teorias, os memorialistas e até mesmos alguns historiadores, negligenciavam propositadamente o papel doshistoriadores, negligenciavam propositadamente o papel dos escravos para o desenvolvimento da região.escravos para o desenvolvimento da região. •Analisavam a escravidão como um fator de atraso que impediaAnalisavam a escravidão como um fator de atraso que impedia o progresso da civilização.o progresso da civilização. •As festas de Congados e Moçambiques eram, segundo osAs festas de Congados e Moçambiques eram, segundo os cronistas da região, manifestações “ruidosas” quecronistas da região, manifestações “ruidosas” que desapareceriam com o evoluir da civilização.desapareceriam com o evoluir da civilização.
  6. 6. É preciso incentivar a geração futura aÉ preciso incentivar a geração futura a recuperar a memória dos escravosrecuperar a memória dos escravos obliterada da história regional.obliterada da história regional. •A influência negra em nossa cultura regional: Congadas, Moçambiques, candoblés. •Os monumentos construídos pelos negros como as Igrejas sincretistas, embora algumas tenham sido destruídas, para que fossem construídas as grandes avenidas, símbolos do progresso. •A segregação do espaço de lazer, como por exemplo em alguns cinemas da cidade de Uberlândia, nas décadas de 1950, que era proibido o acesso para os negros.
  7. 7. Referências bibliográficasReferências bibliográficas Fontes primárias:Fontes primárias: •Sant-HilaireSant-Hilaire •Borges SampaioBorges Sampaio •Hidelbrando PontesHidelbrando Pontes •José MendonçaJosé Mendonça Fontes secundárias:Fontes secundárias: •Tito TeixeiraTito Teixeira •Florisvaldo Paulo RibeiroFlorisvaldo Paulo Ribeiro
  8. 8. Créditos das obras utilizadas no segundo plano dos slides. •Museu do Escravo (1,2 e 3): www.dejore.com.br/museudoescravo/ •Candido Portinari (4 e 5): puccamp.aleph.com.br/portinari/ 4) Técnica: Óleo sobre tela Dimensão: 81 x 61,5 cm Local: Pinacoteca do Estado, São Paulo 5)Técnica: Óleo sobre tela Dimensão: 130 x 195 cm Local: Museu Nacional de Belas artes do Rio de Janeiro •Di Cavalcanti (6 e 7): www.dicavalcanti.art.br/ 6) Colonos- c. 1945 7) Três Mulatas- déc. 50
  9. 9. INTEGRANTES DO GRUPO ADONILE HÉLIA IANNI JOSUÉ LUCIANO MÉRCIA
  10. 10. INTEGRANTES DO GRUPO ADONILE HÉLIA IANNI JOSUÉ LUCIANO MÉRCIA

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