Teoria das Relações Humanas     Elton Mayo    (1880-1949)Larissa nº15, Sarah nº29, Ingrid nº40               1ºET/Z
Cientista social, australiano, falecido em 1949, Elton Mayo éconsiderado o fundador do movimento das Relações Humanas, que...
A Teoria das Relações Humanas, surgiu    nos Estados Unidos como consequência      imediata das conclusões obtidas naExper...
A Western Eletric (empresa onde foi                  realizada a experiência) era uma companhia norte-                  am...
• A Primeira fase: Estudo da Iluminação      Na 1ª Fase da experiência, pretendia-se verificar o efeito da iluminação sobr...
• Segunda fase : Sala de Provas de Montagem de                             Relés        Essa fase da experiência teve inic...
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DuraçãoPeríodo                              Condições experimentais          Semana                    Foi registrada a pr...
Duração                    Condições experimentaisPeríodo          semana                    Passou-se novamente a dois in...
• Terceira fase: Programa de Entrevista.      Preocupados com a diferença de atitude entre asmoças do grupo experimental e...
Em 1931, adotou-se a técnica deentrevista não-diretiva, que permitiaque os operários falassemlivremente, sem um roteiro pr...
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O observador pode constatar que os operários dentro dasala usavam varias artimanhas; logo que os operáriosmontassem o que ...
A experiência em Hawthorne permitiu o delineamento dosprincípios básicos da Escola das Relações Humanas que veio ase forma...
5. Relações humanas: O comportamento humano é influenciado   pelas atitudes e normas informais existentes nos grupos dos  ...
Teoria Clássica                  Teoria das Relações HumanasTrata a organização como uma Máquina Trata a organização como ...
Com o advento da Teoria das RelaçõesHumanas,uma nova linguagem passa a dominar orepertório administrativo: fala-se agora e...
a. Necessidades Fisiológicas: são as chamadas   necessidades vitais relacionadas com a sobrevivência   do individuo,como p...
Equilíbrio                                Estimulo ou   Satisfação                    incentivoComportamento ou           ...
Com a Teoria das Relações Humanas, passou-sea constatar a enorme influencia da liderança informalsobre o comportamento das...
CaracterísticasTeorias de traços de        marcantes de  personalidade             personalidade                          ...
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•É o conjunto de interações e relacionamentosque se estabelecem entre as pessoas em paraleloà organização formal•Concretiz...
•É a soma de interesses dos componentes do grupo, quepode ser ativado através de estímulos e motivações, nosentido de maio...
Após o domínio da Teoria das Relações Humanaspor cerca de mais de uma década, ao final dos anos 50entrou em declínio passa...
“ praticar relações humanas significa mais do que estabelecer e/ou manter contatos com       outros indivíduos.Significa e...
Bibliografia:•Introdução à Teoria Geral da Administração- Idalberto Chiavenato•http://www.professorcezar.adm.br/Textos/Teo...
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  1. 1. Teoria das Relações Humanas Elton Mayo (1880-1949)Larissa nº15, Sarah nº29, Ingrid nº40 1ºET/Z
  2. 2. Cientista social, australiano, falecido em 1949, Elton Mayo éconsiderado o fundador do movimento das Relações Humanas, que seopôs aos princípios do trabalho de Taylor (Teoria Clássica). Comoprofessor e diretor de pesquisas da Escola de Administração deEmpresas de Harvard, Mayo dirigiu o projeto de pesquisa da fábricade Hawthorne, entre 1927 e 1932. Mayo licenciou-se na Universidade de Adelaide, estudouMedicina em Londres e Edimburgo, ensinou Filosofia Mental e Moralem Queensland. Escreveu três livros, baseados nas descobertas dasexperiências realizadas em Hawthorne, dando origem à Teoria dasRelações Humanas.
  3. 3. A Teoria das Relações Humanas, surgiu nos Estados Unidos como consequência imediata das conclusões obtidas naExperiência em Hawthorne, desenvolvida por Elton Mayo e seus colaboradores . Foi basicamente um movimento de reações e de oposição à Teoria Clássica da Administração.
  4. 4. A Western Eletric (empresa onde foi realizada a experiência) era uma companhia norte- americana que fabricava equipamentos para empresas telefônicas. Mesmo possuindo cerca de 40 mil funcionários a empresa sempre se caracterizou pela preocupação com o bem estar dos seus; Durante mais de 20 anos não se constatou nenhuma greve ou manifestação. A experiência foi realizada no período entre 1927 e 1932 em umadas duas fábricas da companhia. Visava detectar de que modo fatoresambientais -como iluminação do ambiente de trabalho - influenciavam aprodutividade dos trabalhadores. Foi realizada por um comitê constituído por três membros daempresa pesquisada e quatro representantes da escola de administração deempresas da Harvard além de ter sido coordenada por Elton Mayo; Apesquisa foi dividida em quatro fases.
  5. 5. • A Primeira fase: Estudo da Iluminação Na 1ª Fase da experiência, pretendia-se verificar o efeito da iluminação sobre o rendimento dos operários. Para isso, tomou-se dois grupos em salas diferentes, que faziam o mesmo trabalho, em condições idênticas sendo, um grupo experimental ou de referência, que trabalhava sob a luz variável e o outro grupo, o de controle, que trabalhava sob a mesma iluminação o tempo todo. Para a surpresa dos pesquisadores, não foi encontrada uma relação entre as duas variáveis (iluminação e rendimento dos operários), mas sim a existência de outras variáveis como o fator psicológico.
  6. 6. • Segunda fase : Sala de Provas de Montagem de Relés Essa fase da experiência teve inicio em 1927 , com afinalidade de realizar um estudo dos efeitos gerados por mudançasde horários ou introdução de intervalos de descanso no período detrabalho. Foram selecionadas para a experiência seis moças (5montadoras e uma fornecedora de material) que trabalhavam nodepartamento de montagem dos reles de telefone,já que nessedepartamento haviam sido constatadas ligeiras modificações no ritmode produção de peças. O grupo experimental tinha um supervisor,como no grupo decontrole,alem de um observador que permanecia na sala e observava otrabalho e assegurava o espírito de cooperação das moças.A produçãofoi o índice de comparação entre o grupo experimental (sujeito amudanças nas condições de trabalho) e o grupo de controle(trabalhava em condições constantes).
  7. 7. A ênfase dada pelospesquisadores estava em se mantero ritmo de produção, controlandocom maior exatidão algumascondições físicas,comotemperatura,umidade da sala,duração do sono na noite anterior,alimentos ingeridos ,etc. Para isso,eles acreditavam que serianecessário isolar a influencia dofator psicológico, e isso só seriapossível com a colaboração dasfuncionarias, que não deveriamalterar seu ritmo de produção.
  8. 8. DuraçãoPeríodo Condições experimentais Semana Foi registrada a produção de cada operária ainda no seu local original de serviço, sem que soubessem, e estabelecida 1 2 a sua capacidade produtiva. 2.400 unidades por moça por Semana Para verificar o efeito da mudança de local de trabalho, o grupo experimental foi isolado na sala de provas, mantendo 2 5 as condições e o horário de trabalho normais e medindo-se a produção Fez-se uma modificação no sistema de pagamento, no qual as moças eram pagas por tarefa em grupo, ou seja, seus 3 8 esforços repercutiam de forma direta no seu trabalho. Houve um aumento de produção. Marca o inicio da introdução de mudança direta no trabalho. Introduziu um intervalo de cinco minutos de descanso no 4 5 meio da manhã e outro igual no meio da tarde. Houve aumento da produção Os intervalos de descanso foram aumentados para dez 5 4 minutos cada. Houve aumento da produção. Deram-se 3 intervalos de cinco minutos na manhã e outros 6 4 três à tarde. A produção não aumentou, e as moças reclamavam da quebra de ritmo.
  9. 9. Duração Condições experimentaisPeríodo semana Passou-se novamente a dois intervalos de dez minutos, um 7 11 pela manhã e outro pela tarde, servindo um lanche leve em um deles. Aumento de produção. Com as mesmas condições do período anterior, o grupo 8 7 experimental passou a trabalhar somente até às 16:30 horas. Houve um acentuado aumento de produção Reduziu a jornada para as 16 horas. A produção 9 4 permaneceu estacionária. Voltou-se o trabalho para as 17 horas. A produção aumentou 10 12 bastante. Estabeleceu-se uma semana de cinco dias, com o Sábado 11 9 livre. Verificou-se que a produção diária das moças continuou a subir. Voltou-se às mesmas condições do 3º período, tirando-se todos os benefícios dados durante a experiência. Verificou-se 12 12 que a produção diária e semanal atingiu um índice jamais alcançado anteriormente 3.000 unidades semanais por moça.
  10. 10. • Terceira fase: Programa de Entrevista. Preocupados com a diferença de atitude entre asmoças do grupo experimental e a do grupo de controle, ospesquisadores se afastaram do objetivo inicial de verificaras condições físicas de trabalho e passaram a se fixar noestudo das relações humanas. Verificaram que, no grupo de controle, as moçasconsideravam humilhante a supervisão e constrangedora. Aempresa nada conhecia sobre a opinião dos operários sobresupervisão. Assim, em 1928, iniciou-se o programa de entrevistas(Interviewing Program) com os empregados para conhecersuas atitudes e sentimentos, ouvir suas opiniões e ouvir suassugestões a respeito dos supervisores. Este foi bemrecebido pelos operários.
  11. 11. Em 1931, adotou-se a técnica deentrevista não-diretiva, que permitiaque os operários falassemlivremente, sem um roteiro prévio. O programa de entrevistarevelou a existência da organizaçãoinformal dos operários a fim de seproteger da Administração. Com a organização informal, osoperários se mantêm unidos atravésde laços de lealdade á empresa, o quecausa conflitos, tensão, inquietação edescontentamento.Para estudar essefenômeno, foi realizado na quartafase.
  12. 12. • Quarta fase: Sala de Observação de Montagem de Terminais Foi Escolhido um grupo experimental para trabalhar emum sala especial com condições de trabalho idênticas as dodepartamento, um observado ficava dentro da sala e umentrevistador no lado de fora, entrevistavaesporadicamente o grupo. Essa experiência visava analisar aorganização informal dos operários. O sistema de pagamento era baseado na produção dogrupo, havendo um salário-hora com base em números,fatores,e um salário mínimo horário,para o caso deinterrupções na produção.Os salários somente poderiam serelevados se a produção total aumentasse.
  13. 13. O observador pode constatar que os operários dentro dasala usavam varias artimanhas; logo que os operáriosmontassem o que julgavam ser sua produção normal, reduziamseu ritmo de trabalho.Os operários passaram a apresentarcerta uniformidade de sentimento de solidariedade grupal. O grupo desenvolveu métodos para assegurar suasatitudes,considerando delator o membro que prejudicassealgum companheiro e pressionando os mais rápidos paraestabilizarem sua produção, através de punições simbólicas. Essa quarta fase permitiu o estudo das relações entre aorganização informal dos empregados e a organização formalda fábrica.
  14. 14. A experiência em Hawthorne permitiu o delineamento dosprincípios básicos da Escola das Relações Humanas que veio ase formar logo em seguida1. O nível de produção é resultante da integração social: Quanto maior a integração social no grupo de trabalho,tanto maior a disposição de produzir2. Comportamento social dos empregados: Os trabalhadores não agem ou reagem isoladamente como indivíduos,mas como membros de grupos3. Recompensas e sanções sociais: O comportamento dos trabalhadores esta condicionado a normas e padrões sociais4. Grupos informais: Os grupos informais definem suas regras de comportamento
  15. 15. 5. Relações humanas: O comportamento humano é influenciado pelas atitudes e normas informais existentes nos grupos dos quais participam6. Importância do conteúdo do cargo: O conteúdo e a natureza do trabalho tem influencia sobre a moral do trabalhador7. Ênfase dos aspectos emocionais: Os elementos emocionais não planejados e irracionais do comportamento humano merecem atenção especial da Teoria das Relações Humanas
  16. 16. Teoria Clássica Teoria das Relações HumanasTrata a organização como uma Máquina Trata a organização como um grupo de pessoasEnfatiza as tarefas ou a tecnologia Enfatiza as pessoasInspirada em sistemas de engenharia Inspirada em sistemas de psicologiaAutoridade Centralizada Delegação plena de autoridadeLinhas claras de autoridade Autonomia do empregadoEspecialização e competência Técnica Confiança e aberturaAcentuada divisão do trabalho Ênfase nas relações humanas entre as pessoasAcentuada divisão do trabalho Confiança nas pessoasClara separação entre linha e staff Dinâmica grupal e interpessoal
  17. 17. Com o advento da Teoria das RelaçõesHumanas,uma nova linguagem passa a dominar orepertório administrativo: fala-se agora emmotivação,liderança, comunicação, organização informal,dinâmica de grupo etc.A teoria da motivação procura explicar os porquês docomportamento das pessoas.A compreensão da motivaçãodo comportamento exige o conhecimento dasnecessidades.
  18. 18. a. Necessidades Fisiológicas: são as chamadas necessidades vitais relacionadas com a sobrevivência do individuo,como por exemplo: alimentação, sono, atividade física, satisfação sexual,abrigo e proteção contra os elementos e de segurança física contra os perigos.b. Necessidades Psicológicas: São aprendidas e adquiridas no decorrer da vida e raramente são satisfeitas em sua plenitude.As principais são: • Necessidades de segurança intima • Necessidades de participação • Necessidades de autoconfiança • Necessidades de afeiçãoC. Necessidades de auto realização: São as necessidades mais elevadas e decorrem da educação e da cultura da pessoa.
  19. 19. Equilíbrio Estimulo ou Satisfação incentivoComportamento ou Necessidade ação Tensão
  20. 20. Com a Teoria das Relações Humanas, passou-sea constatar a enorme influencia da liderança informalsobre o comportamento das pessoas.A experiência deHawthorne teve o mérito, entre outros, dedemonstrar a existência de lideres informais quemantinham estrito o controle sobre o comportamentodo grupo, ajudando os operários a atuarem como umgrupo social coeso e integrado. As teorias sobre liderança podem serclassificadas em três grandes grupos:• Teorias de traços de personalidade• Teorias sobre estilos de liderança• Teorias situacionais da liderança
  21. 21. CaracterísticasTeorias de traços de marcantes de personalidade personalidade possuídas pelo líder Maneiras e estilosTeorias sobre estilos de lideranças de se comportar adotados pelo líder Adequação doTeorias situacionais de comportamento do liderança líder às circunstâncias da situação
  22. 22. É a troca de informações entre as pessoas . Constitui um dos processos fundamentais da experiênciahumana e da organização social. O enfoque das Relações Humanas mostrou que acomunicação dentro das organizações é terrivelmentefalha. A comunicação é tratada como um fenômeno social. Esta é uma atividade administrativa que tem dois propósitos principais :a. Proporcionar informação e compreensão necessárias para que as pessoas possam se conduzir em suas tarefas.b. Proporcionar as atitudes necessárias que promovam motivação, cooperação e satisfação no cargo.
  23. 23. •É o conjunto de interações e relacionamentosque se estabelecem entre as pessoas em paraleloà organização formal•Concretiza-se nos usos e costumes, nastradições, nos ideais e nas normas sociais.•Tem sua origem na necessidade da pessoa deconviver com outras pessoas.•Em sua associação com outras na empresa, aspessoas criam relações sociais e se integram emgrupos informais nos quais adquirem uma posiçãoou status.
  24. 24. •É a soma de interesses dos componentes do grupo, quepode ser ativado através de estímulos e motivações, nosentido de maior harmonia e aumento do relacionamento.•O grupo não é apenas um conjunto de pessoas, masenvolve a interação entre pessoas que se percebempsicologicamente como membros de um grupo.•O comportamento, as atitudes, as crenças e os valores doindividuo baseiam-se firmemente nos grupos aos quaispertencem. Saber lidar com pessoas, individualmente ou em grupos, passou a ser um dos maiores problemas da empresa, afim de se obter maior rendimento, dentro do máximo de satisfação e do mínimo de desgaste.
  25. 25. Após o domínio da Teoria das Relações Humanaspor cerca de mais de uma década, ao final dos anos 50entrou em declínio passando a ser intensamentecriticada a tal ponto que suas concepções passaram aser revistas e alteradas. Citamos a seguir as principaiscríticas à teoria:•Oposição cerrada à Teoria Clássica•Inadequada visualização dos problemas das relaçõesindustriais•Concepção ingênua e romântica do operário•Limitação do campo experimental•Parcialidade das conclusões•Ênfase nos grupos informais•Enfoque manipulativo das Relações Humanas.
  26. 26. “ praticar relações humanas significa mais do que estabelecer e/ou manter contatos com outros indivíduos.Significa estar condicionado nessas relações por uma atitude, num estado de espírito, ou uma maneira de ver as coisas, que permita compreender as pessoas, respeitando suapersonalidade, que sem duvida é diferente da nossa.”
  27. 27. Bibliografia:•Introdução à Teoria Geral da Administração- Idalberto Chiavenato•http://www.professorcezar.adm.br/Textos/Teoria%20das%20relacoes%20humanas.pdf imagens•http://www.library.hbs.edu/hc/hawthorne/04.html•http://metodologia-eltonmayo.blogspot.com.br/•http://www.flavinscorner.com/scibadly2.htm•http://robsondalalba.zip.net/

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