Sexualidade na Escola

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Sexualidade (Temas Transversais)

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Sexualidade na Escola

  1. 1. Sexualidade naSexualidade na EscolaEscola
  2. 2. O aluno e suas manifestaçõesO aluno e suas manifestações • Quem é esse aluno? – Faz parte de uma família – A família possui seus valores: A maioria dos pais acham constrangedor conversar sobre sexo com seus filhos, ora pela educação recebida de seus pais, ora pela repressão ou por não saberem como abordar o tema. Assim, os filhos na maioria das vezes, ficam sem respostas para suas dúvidas, gerando conflitos ou acidentes inesperados por terem informações errôneas ao consultar variadas fontes impróprias.
  3. 3. – É alguém que sofre, ainda, a influência de muitas outras fontes, dentre elas a mídia: Ainda que a sexualidade infantil esteja presente desde o nascimento, ela tem um tempo e um ritmo que lhe são próprios, e a exposição prematura a um excesso de estímulos sexuais pode ser problemático para um sujeito em constituição. Uma das fontes deste excesso pode ser a mídia. Alguns programas de televisão podem incentivar o despertar da sexualidade de maneira prejudicial para o futuro da criança. Apenas um exemplo: há algum tempo atrás, várias emissões televisivas exibiam meninas de 3, 4 anos, às vezes menos, dançando a então famosa "dança da garrafa". É claro, que isto traz uma grande satisfação para a criança e, sem dúvida, para os pais, por estar sendo admirada e agradando ao público. Entretanto, o olhar do adulto em direção a esta cena, não é o mesmo que o da criança. Isto pode provocar uma erogenização precoce e produzir um tipo de apelo sexual em completa contradição com a sua condição infantil.
  4. 4. O aluno e suas manifestaçõesO aluno e suas manifestações • Todas as informações recebidas pelo aluno são trazidas para dentro da escola
  5. 5. • A sexualidade se manifesta no comportamento dos alunos, dentro de sala de aula, e fora dela Hoje, muitas famílias não sabem como assumir o seu papel na educação dos seus filhos. É na tela da TV e da Internet, na mídia escrita e cantada, que a violência invade nossos lares e a privacidade das famílias diariamente, comprometendo e deseducando nossas crianças, tornando-as precocemente erotizadas, desestruturando a formação idealizada pelas famílias e educadores, e até destruindo sua formação moral, “banalizando e vulgarizando a sexualidade! A violência! A moralidade! A vida!”
  6. 6. O aluno e suas manifestaçõesO aluno e suas manifestações • Quais são essas manifestações na escola?
  7. 7. • Como podem ser? – Físicas – Verbais • Situações do cotidiano escolar
  8. 8. Manifestações FísicasManifestações Físicas • Masturbação – Problema quando é constante – Pode ser sintoma – Canalização da energia fora da aprendizagem – Evitar chamar a atenção na frente da turma – Conversar com o aluno – Quando a situação persistir deve-se conversar com os pais – Importância de mostrar os limites entre o público e o privado
  9. 9. Manifestações FísicasManifestações Físicas • Namoro na escola – Proibir, incentivar, ignorar? – Cada escola deve ter claro quais são seus próprios valores – Com regras explícitas fica fácil estabelecer limites
  10. 10. Manifestações FísicasManifestações Físicas • Gravidez na escola – Mostrar à aluna os recursos que ela tem à disposição – Oferecer condições para que continue estudando – Índice de natalidade entre jovens de 14 a 19 anos cresceu nos últimos vinte anos – e a geração é a mais bem informada
  11. 11. Manifestações FísicasManifestações Físicas • Aluno apresenta comportamento efeminado e/ou aluna apresenta comportamento masculinizado – Existem características que podem ser definidas como especificamente masculinas ou femininas nas relações sociais e, portanto, nas relações escolares? – Criamos estereótipos sobre homens e mulheres
  12. 12. Manifestações VerbaisManifestações Verbais • Um colega chama o outro de veado e a professora diz: “Olha a boca...” • Um aluno pergunta ao professor o que é aborto e ele responde: “É o assassinato de um filho.” • Aluno pergunta: “Professora, você tem filhos? Ela responde: “Não, eu não sou casada.” Na mesma hora ele devolve – “E quem disse que precisa casar para ter filhos?”
  13. 13. O que nos cabe é refletir acerca da importância da Orientação Sexual na Escola para a construção da cidadania, de uma sociedade livre de falso moralismo e mais feliz. O trabalho de Orientação Sexual tem como objetivo principal as mudanças nos padrões de comportamento, levando-se em conta três aspectos fundamentais: a transmissão de informações de maneira verdadeira; a eliminação do preconceito e a atuação na área afetivo-emocional. Para se fazer um bom trabalho de Orientação Sexual dentro da escola é importante dar atenção a alguns passos: Sexualidade na EscolaSexualidade na Escola A educação sexual acontece no seio familiar. É uma experiência pessoal contida de valores e condutas transmitidos pelos pais e por pessoas que o cercam desde bebê. Já a Orientação Sexual é dada pela escola onde são feitas discussões e reflexões à respeito do tema de uma maneira formal e sistematizada que constitui em uma proposta objetiva de intervenção por parte dos educadores.
  14. 14. a) apresentar um projeto para a instituição com o objetivo do trabalho; b) fazer uma reunião com os pais e professores para esclarecer quaisquer dúvidas que possam surgir ao longo do trabalho e explicar o papel de ambos junto à escola neste projeto; c) observar a demanda da escola para que se atinja a expectativa desta; d) a partir das séries estabelecidas para o trabalho entrar em contato com elas para explicar como este será administrado; e) colher, por meio de “bilhetinhos sigilosos,” dúvidas e curiosidades de cada aluno garantindo-lhes total sigilo; f) após levantar as dúvidas e curiosidades fazer uma estruturação do programa a ser cumprido em diferentes séries (conteúdo, horário, encontros, local), para uma maior eficácia; g) estabelecer um contrato (regras sugeridas pelo grupo); h) garantir a ética do trabalho tanto para os alunos como para os professores; i) garantir a liberdade de opinião e o respeito do grupo pelas dúvidas de seus colegas, sem monopólio da verdade de ambas as partes.
  15. 15. O primeiro conteúdo indispensável neste trabalho é a diferenciação de sexo e sexualidade e também de Educação Sexual e Orientação Sexual, que são muito confundidos na maioria das vezes. O educador de Orientação Sexual deve ser uma pessoa aberta, livre de mitos e preconceitos referentes à sexualidade para melhor ministrar a turma sem causar problemas com a instituição, pais, alunos e professores, podendo abordar os assuntos através de aulas expositivas, dinâmica de grupo, folhetos explicativos, filmes e outros materiais referentes ao tema. O trabalho não envolve nota ou reprovação. É nesse sentido que este trabalho se orienta, colocando-se como subsídio para a discussão da sexualidade na escola, para trocas, colaborando - quem sabe - para avanços no entendimento e compreensão dessa problemática pedagógica.

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