Emília Ferreiro - Psicogênese da Escrita

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Ela afirma que todos os conhecimentos têm uma gênese, explicitando quais são as formas iniciais de conhecimento da língua escrita. Por meio de sua teoria, explica como as crianças chegam a ser leitores, antes de sê-lo. Ao contrapor-se à concepção associacionista da alfabetização, a Psicogênese da Língua Escrita apresenta um suporte teórico construtivista, no qual o conhecimento aparece como algo a ser produzido pelo indivíduo, que passa a ser visto como sujeito e não como objeto do processo de aprendizagem.

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Emília Ferreiro - Psicogênese da Escrita

  1. 1. EMÍLIA FERREIRO Psicogênese da leitura e Escrita Construtivismo Psicóloga Argentina, aluna doutoranda de de J.Piaget. - em Genebra, suiça. 1
  2. 2. Dar um tom psicológico as possibilidades de aprendizagem no que diz respeito a leitura e a escrita. 2
  3. 3.  SIGNIFICADO DE PSICOGÊNESE  * É a parte da Psicologia que se ocupa em estudar a origem e o desenvolvimento dos processos mentais, das funções psíquicas, das causas psíquicas que podem causar uma alteração no comportamento.  * A Psicogênese (do grego psyche, alma; genesis, origem) é a parte da Psicologia que se ocupa em estudar a origem e o desenvolvimento dos processos mentais, das funções psíquicas, das causas psíquicas que podem causar uma alteração no comportamento etc. 3
  4. 4. PSICOGÊNESE DA LÍNGUA ESCRITA Ela afirma que todos os conhecimentos têm uma gênese, explicitando quais são as formas iniciais de conhecimento da língua escrita. Por meio de sua teoria, explica como as crianças chegam a ser leitores, antes de sê-lo. Ao contrapor-se à concepção associacionista da alfabetização, a Psicogênese da Língua Escrita apresenta um suporte teórico construtivista, no qual o conhecimento aparece como algo a ser produzido pelo indivíduo, que passa a ser visto como sujeito e não como objeto do processo de aprendizagem. 4
  5. 5.  Autoras como Emília Ferreiro e Ana Teberosky estudaram e utilizaram os pressupostos de Piaget para elaborar a psicogênese da escrita, que é considerado teoria construtivista do processo de ensino-aprendizagem da escrita.  Piaget, professor de Emília Ferreiro propunha o interacionismo com o meio e o contexto, num processo de assimilação/acomodação.  Já sua aluna Emília Ferreiro vai bem além do mestre: Propõe dentro da Psicogênese da Escrita – o CONSTRUTIVISMO. Onde o aluno, em sua visão, é um agente e sujeito apto a mais do que assimilar e acomodar: É um sujeito que tem as possibilidades de construir conhecimento. Ou seja: O EDUCANDO PASSA A SER VISTO COMO UM AGENTE E NÃO COMO UM SER PASSIVO QUE RECEBE E ABSORVE O QUE LHE É “ENSINADO”. 5
  6. 6. O construtivismo difere da escola tradicional, porque ele estimula uma forma de pensar em que o aprendiz, ao invés de assimilar o conteúdo passivamente, reconstrói o conhecimento existente, dando um novo significado (o que implica em novo conhecimento). Está presente no contexto do construtivismo: A exigência de uma dinâmica interna de momentos discursivos (raciocínio, dedução, demonstração...); o entendimento (aprendizado) do presente é baseado no passado e dá ao futuro nova construção - nessa aprendizagem o autor reconstrói o conhecimento, e o educador reflete sua prática pedagógica; o conhecimento encontra-s6 e em constante reconstrução.
  7. 7. 7
  8. 8. Com a escola construtivista, o aluno passa a ser o sujeito da sua aprendizagem, ele é ser ativo que participa do processo escolar. É nas teorias de Emília Ferreiro que vem a tona os níveis de alunos, conforme seu nível de desenvolvimento: a) nível pré-silábico b) nível silábico c) e o Nível Alfabético. (Que será estudado noutro momento com outros). 8
  9. 9. 9

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