SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 2
Baixar para ler offline
ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA
NO BRASIL
Movimento social, ocorrido entre 1870 e 1888, que defende o fim da escravidão no
país. Termina com a promulgação da Lei Áurea, que extingue o regime escravista
originário da colonização do Brasil. A escravidão começa a declinar com o fim do tráfico
de escravos em 1850. Progressivamente, os imigrantes europeus assalariados
substituem os escravos no mercado de trabalho. Mas é só a partir da Guerra do
Paraguai (1865-1870) que o movimento abolicionista ganha impulso. Milhares de ex-
escravos que retornam da guerra vitoriosos, muitos até condecorados, correm o risco
de voltar à condição anterior por pressão dos seus antigos donos. O problema social
torna-se uma questão política para a elite dirigente do Segundo Reinado.
Lei do Ventre Livre – O Partido Liberal compromete-se publicamente com a causa, mas
é o gabinete do Visconde do Rio Branco, do Partido Conservador, que promulga a
primeira lei abolicionista, a Lei do Ventre Livre, em 28 de setembro de 1871. De poucos
efeitos práticos, ela dá liberdade aos filhos de escravos nascidos a partir dessa data,
mas os mantém sob a tutela de seus senhores até atingirem a idade de 21 anos. Em
defesa da lei, o Visconde do Rio Branco apresenta a escravidão como uma “instituição
injuriosa”, menos para os escravos e mais para o país, sobretudo para sua imagem
externa.
Campanha no país – Em 1880, políticos importantes, como Joaquim Nabuco e José do
Patrocínio, criam, no Rio de Janeiro, a Sociedade Brasileira Contra a Escravidão, que
estimula a formação de dezenas de agremiações semelhantes pelo país. Da mesma
forma, o jornal O Abolicionista, de Nabuco, e a Revista Ilustrada, de Ângelo Agostini,
servem de modelo a outras publicações antiescravistas. Advogados, artistas,
intelectuais, jornalistas e políticos engajam-se no movimento e arrecadam fundos para
pagar cartas de alforria (documento de libertação de escravos). O país é tomado pela
causa abolicionista e, em 1884, o Ceará decreta o fim da escravidão em seu território.
Lei dos Sexagenários – A decisão cearense aumenta a pressão da opinião pública
sobre as autoridades federais. Em 1885, o governo cede mais um pouco e promulga a
Lei Saraiva-Cotegipe. Conhecida como a Lei dos Sexagenários, ela liberta os escravos
com mais de 65 anos, mediante compensações aos seus proprietários.
Também os escravizados passam a participar mais ativamente da luta, fugindo das
fazendas e buscando a liberdade nas cidades. No interior de São Paulo, liderados pelo
mulato Antônio Bento e seus caifazes (nome tirado de uma personalidade bíblica, o
sumo sacerdote judeu Caifaz), milhares deles escapam das fazendas e instalam-se no
Quilombo do Jabaquara, em Santos. A essa altura, a campanha abolicionista mistura-
se à campanha republicana e ganha um reforço importante: o Exército pede
publicamente para não mais ser utilizado na captura dos fugitivos . Do exterior,
sobretudo da Europa, chegam apelos e manifestos favoráveis ao fim da escravidão.
Lei Áurea – Em 13 de maio de 1888, o governo imperial rende-se às pressões e a
princesa Isabel assina a Lei Áurea , que extingue a escravidão no Brasil. A decisão
desagrada aos fazendeiros, que exigem indenizações pela perda de seus “bens”. Como
não as conseguem, aderem ao movimento republicano. Ao abandonar o regime
escravista, o Império perde sua última coluna de sustentação política.
O fim da escravatura, porém, não melhora a condição social e econômica dos ex-
escravos. Sem formação escolar ou uma profissão definida, para a maioria deles a
simples emancipação jurídica não muda sua condição subalterna nem ajuda a
promover sua cidadania ou ascensão social.
1
Sociedade colonial
Nos dois primeiros séculos de colonização, a população brasileira é formada por
colonos brancos, escravos negros, mestiços e índios aculturados, aumentando
lentamente. Espalha-se ao longo de uma estreita faixa litorânea, onde se concentram
as áreas produtoras de açúcar, algodão e tabaco. Com o desenvolvimento da
mineração de ouro e diamante, a partir do século XVIII, a população avança pelo
interior e cresce, em especial, na região das minas.
Baseada em atividades agromercantis e escravistas, a sociedade colonial estrutura-se
como uma organização agrária e patriarcal. Em quase toda a colônia, é em torno da
grande propriedade rural que se desenvolve a vida econômica e social. Os povoados,
as vilas e as cidades têm um papel secundário, limitado a funções administrativas e
religiosas.
Casa grande – Sobre todos paira, soberana, a casa grande, símbolo do poderio
absoluto dos senhores de terras. A família da casa grande é numerosa – com muitos
filhos, parentes, agregados, escravos e serviçais libertos –, centralizada na figura do
patriarca. É a estrutura familiar típica das regiões de agricultura tropical, monocultora,
escravista e exportadora. Com ela convive a chamada família nuclear, bem menor,
formada quase sempre pelo casal e poucos filhos, quando não apenas por um dos pais
e as crianças.
Miscigenação – A sociedade colonial apresenta outra característica, que se fortalece
com o tempo: a miscigenação. Misturando raças e culturas numa convivência forçada
pelo trabalho dos negros africanos, a sociedade adquire um perfil mestiço,
personificado pelo mulato (ver População brasileira, formação da). Essa miscigenação
condiciona as relações sociais e culturais, gerando um modelo heterogêneo e
aparentemente harmônico, multirracial, sem discriminações internas. Na verdade,
porém, ela apenas disfarça as profundas desigualdades entre brancos e negros,
escravos e livres, livres ricos e livres pobres, que não acabam nem mesmo com a
abolição da escravatura, no final do século XIX.
2

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

2° ano - Brasil Império: Segundo Reinado
2° ano  - Brasil Império: Segundo Reinado2° ano  - Brasil Império: Segundo Reinado
2° ano - Brasil Império: Segundo ReinadoDaniel Alves Bronstrup
 
Segundo reinado (1840 1889)
Segundo reinado (1840 1889)Segundo reinado (1840 1889)
Segundo reinado (1840 1889)Isaquel Silva
 
O fim da escravidão negra no brasil
O fim da escravidão negra no brasilO fim da escravidão negra no brasil
O fim da escravidão negra no brasilNome Sobrenome
 
A Era Vargas (1930 1945)-aulão
A Era Vargas (1930 1945)-aulãoA Era Vargas (1930 1945)-aulão
A Era Vargas (1930 1945)-aulãoRodrigo Luiz
 
Movimentos sociais e políticos na America Latina e no Brasil nas décadas de 1...
Movimentos sociais e políticos na America Latina e no Brasil nas décadas de 1...Movimentos sociais e políticos na America Latina e no Brasil nas décadas de 1...
Movimentos sociais e políticos na America Latina e no Brasil nas décadas de 1...Éricles Soares Cruz
 
Os Estados Unidos no século XIX
Os Estados Unidos no século XIXOs Estados Unidos no século XIX
Os Estados Unidos no século XIXProfessor Marcelo
 
Guerra Do óPio Por Cadorim
Guerra Do óPio   Por CadorimGuerra Do óPio   Por Cadorim
Guerra Do óPio Por CadorimGui Cadorim
 
Independência da América Espanhola
Independência da América EspanholaIndependência da América Espanhola
Independência da América EspanholaEdenilson Morais
 
3ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 1918
3ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 19183ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 1918
3ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 1918Daniel Alves Bronstrup
 
Unificação italia e alemanha
Unificação italia e alemanhaUnificação italia e alemanha
Unificação italia e alemanhaIsabel Aguiar
 

Mais procurados (20)

2° ano - Brasil Império: Segundo Reinado
2° ano  - Brasil Império: Segundo Reinado2° ano  - Brasil Império: Segundo Reinado
2° ano - Brasil Império: Segundo Reinado
 
Doutrinas sociais do século XIX
Doutrinas sociais do século XIXDoutrinas sociais do século XIX
Doutrinas sociais do século XIX
 
A DEMOCRACIA GREGA
A DEMOCRACIA GREGAA DEMOCRACIA GREGA
A DEMOCRACIA GREGA
 
História
HistóriaHistória
História
 
Segundo reinado (1840 1889)
Segundo reinado (1840 1889)Segundo reinado (1840 1889)
Segundo reinado (1840 1889)
 
O fim da escravidão negra no brasil
O fim da escravidão negra no brasilO fim da escravidão negra no brasil
O fim da escravidão negra no brasil
 
Independência dos EUA
Independência dos EUAIndependência dos EUA
Independência dos EUA
 
Independência do Brasil - Aula 1,2 e 3
Independência do Brasil - Aula 1,2 e 3Independência do Brasil - Aula 1,2 e 3
Independência do Brasil - Aula 1,2 e 3
 
A Era Vargas (1930 1945)-aulão
A Era Vargas (1930 1945)-aulãoA Era Vargas (1930 1945)-aulão
A Era Vargas (1930 1945)-aulão
 
O Fascismo
O FascismoO Fascismo
O Fascismo
 
Movimentos sociais e políticos na America Latina e no Brasil nas décadas de 1...
Movimentos sociais e políticos na America Latina e no Brasil nas décadas de 1...Movimentos sociais e políticos na America Latina e no Brasil nas décadas de 1...
Movimentos sociais e políticos na America Latina e no Brasil nas décadas de 1...
 
Os Estados Unidos no século XIX
Os Estados Unidos no século XIXOs Estados Unidos no século XIX
Os Estados Unidos no século XIX
 
Juscelino kubitschek
Juscelino kubitschekJuscelino kubitschek
Juscelino kubitschek
 
Imigração e café
Imigração e caféImigração e café
Imigração e café
 
Guerra Do óPio Por Cadorim
Guerra Do óPio   Por CadorimGuerra Do óPio   Por Cadorim
Guerra Do óPio Por Cadorim
 
História do japão
História do japãoHistória do japão
História do japão
 
Independência da América Espanhola
Independência da América EspanholaIndependência da América Espanhola
Independência da América Espanhola
 
Revoltas Coloniais
Revoltas ColoniaisRevoltas Coloniais
Revoltas Coloniais
 
3ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 1918
3ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 19183ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 1918
3ºano - Primeira Guerra Mundial - 1914 a 1918
 
Unificação italia e alemanha
Unificação italia e alemanhaUnificação italia e alemanha
Unificação italia e alemanha
 

Destaque

Abolição da escravatura
Abolição da escravaturaAbolição da escravatura
Abolição da escravaturajulliana brito
 
Escravidão no ceará
Escravidão no cearáEscravidão no ceará
Escravidão no cearáArtur Ricardo
 
A abolição da escravatura e o fim do império
A abolição da escravatura e o fim do impérioA abolição da escravatura e o fim do império
A abolição da escravatura e o fim do impérioAuxiliadora
 
Escravatura ApresentaçãO
Escravatura   ApresentaçãOEscravatura   ApresentaçãO
Escravatura ApresentaçãOjoana
 
Segundo Reinado - Crises
Segundo Reinado - CrisesSegundo Reinado - Crises
Segundo Reinado - Crisescarlosbidu
 
II Reinado - Economia (Parte 2)
II Reinado - Economia (Parte 2)II Reinado - Economia (Parte 2)
II Reinado - Economia (Parte 2)eiprofessor
 
Movimento abolicionista
Movimento abolicionistaMovimento abolicionista
Movimento abolicionistaFilllipe
 
Escravatura
EscravaturaEscravatura
Escravaturajoanana
 
A proclamação da república no brasil
A proclamação da república no brasilA proclamação da república no brasil
A proclamação da república no brasilLucas Degiovani
 
BRASIL REPÚBLICA: O INÍCIO
BRASIL REPÚBLICA: O INÍCIO BRASIL REPÚBLICA: O INÍCIO
BRASIL REPÚBLICA: O INÍCIO carlosbidu
 
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASILABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASILIsabel Aguiar
 

Destaque (17)

Abolição da escravatura
Abolição da escravaturaAbolição da escravatura
Abolição da escravatura
 
Escravidão no ceará
Escravidão no cearáEscravidão no ceará
Escravidão no ceará
 
A abolição da escravatura e o fim do império
A abolição da escravatura e o fim do impérioA abolição da escravatura e o fim do império
A abolição da escravatura e o fim do império
 
Escravatura ApresentaçãO
Escravatura   ApresentaçãOEscravatura   ApresentaçãO
Escravatura ApresentaçãO
 
A crise do segundo reinado
A crise do segundo reinadoA crise do segundo reinado
A crise do segundo reinado
 
Abolição e República
Abolição e RepúblicaAbolição e República
Abolição e República
 
Segundo Reinado - Crises
Segundo Reinado - CrisesSegundo Reinado - Crises
Segundo Reinado - Crises
 
II Reinado - Economia (Parte 2)
II Reinado - Economia (Parte 2)II Reinado - Economia (Parte 2)
II Reinado - Economia (Parte 2)
 
Movimento abolicionista
Movimento abolicionistaMovimento abolicionista
Movimento abolicionista
 
Segundo reinado slide
Segundo reinado slideSegundo reinado slide
Segundo reinado slide
 
Escravatura
EscravaturaEscravatura
Escravatura
 
A proclamação da república no brasil
A proclamação da república no brasilA proclamação da república no brasil
A proclamação da república no brasil
 
A Escravidão no Brasil colonial
A Escravidão no Brasil colonialA Escravidão no Brasil colonial
A Escravidão no Brasil colonial
 
BRASIL REPÚBLICA: O INÍCIO
BRASIL REPÚBLICA: O INÍCIO BRASIL REPÚBLICA: O INÍCIO
BRASIL REPÚBLICA: O INÍCIO
 
História do ceará
História do cearáHistória do ceará
História do ceará
 
AFRICANOS NO BRASIL
AFRICANOS NO BRASILAFRICANOS NO BRASIL
AFRICANOS NO BRASIL
 
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASILABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
ABOLIÇÃO E REPÚBLICA NO BRASIL
 

Semelhante a Abolição escravatura

O outro lado da Abolição: o envolvimento dos maçons e dos negros no processo ...
O outro lado da Abolição: o envolvimento dos maçons e dos negros no processo ...O outro lado da Abolição: o envolvimento dos maçons e dos negros no processo ...
O outro lado da Abolição: o envolvimento dos maçons e dos negros no processo ...Vanessa Faria
 
Abolição e Proclamação da República no Brasil - Ensino Fundamental
Abolição e Proclamação da República no Brasil - Ensino FundamentalAbolição e Proclamação da República no Brasil - Ensino Fundamental
Abolição e Proclamação da República no Brasil - Ensino FundamentalAlinnie Moreira
 
Escravidão no Brasil do século XIX
Escravidão no Brasil do século XIXEscravidão no Brasil do século XIX
Escravidão no Brasil do século XIXAnderson Torres
 
História 9°ano - imperialismo - escravidão no brasil imperial
História   9°ano - imperialismo - escravidão no brasil imperialHistória   9°ano - imperialismo - escravidão no brasil imperial
História 9°ano - imperialismo - escravidão no brasil imperialProfessor de História
 
Segundo Reinado Módulo
Segundo Reinado  Módulo Segundo Reinado  Módulo
Segundo Reinado Módulo CarlosNazar1
 
Por uma escravidão consciente - Gabarito Aulas Particulares
Por uma escravidão consciente - Gabarito Aulas ParticularesPor uma escravidão consciente - Gabarito Aulas Particulares
Por uma escravidão consciente - Gabarito Aulas ParticularesGabaritoAulasParticulares
 
Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...
Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...
Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...Lídia Pereira Silva Souza
 
O movimento abolicionista durante o império brasileiro
O movimento abolicionista durante o império brasileiroO movimento abolicionista durante o império brasileiro
O movimento abolicionista durante o império brasileiroCarlos Zaranza
 
3° ano - Brasil Império - segundo reinado
3° ano - Brasil Império - segundo reinado3° ano - Brasil Império - segundo reinado
3° ano - Brasil Império - segundo reinadoDaniel Alves Bronstrup
 
Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...
Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...
Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...Lídia Pereira Silva Souza
 

Semelhante a Abolição escravatura (20)

2º ano - Brasil segundo reinado
2º ano - Brasil segundo reinado2º ano - Brasil segundo reinado
2º ano - Brasil segundo reinado
 
O outro lado da Abolição: o envolvimento dos maçons e dos negros no processo ...
O outro lado da Abolição: o envolvimento dos maçons e dos negros no processo ...O outro lado da Abolição: o envolvimento dos maçons e dos negros no processo ...
O outro lado da Abolição: o envolvimento dos maçons e dos negros no processo ...
 
3ão - Brasil Segundo Reinado
3ão - Brasil Segundo Reinado3ão - Brasil Segundo Reinado
3ão - Brasil Segundo Reinado
 
O reinado de dom pedro II
O reinado de dom pedro IIO reinado de dom pedro II
O reinado de dom pedro II
 
Abolição e Proclamação da República no Brasil - Ensino Fundamental
Abolição e Proclamação da República no Brasil - Ensino FundamentalAbolição e Proclamação da República no Brasil - Ensino Fundamental
Abolição e Proclamação da República no Brasil - Ensino Fundamental
 
Movimento abolicionista
Movimento abolicionistaMovimento abolicionista
Movimento abolicionista
 
Escravidão no Brasil do século XIX
Escravidão no Brasil do século XIXEscravidão no Brasil do século XIX
Escravidão no Brasil do século XIX
 
História 9°ano - imperialismo - escravidão no brasil imperial
História   9°ano - imperialismo - escravidão no brasil imperialHistória   9°ano - imperialismo - escravidão no brasil imperial
História 9°ano - imperialismo - escravidão no brasil imperial
 
Segundo Reinado Módulo
Segundo Reinado  Módulo Segundo Reinado  Módulo
Segundo Reinado Módulo
 
Crtl V Crtl C
Crtl V Crtl CCrtl V Crtl C
Crtl V Crtl C
 
Por uma escravidão consciente - Gabarito Aulas Particulares
Por uma escravidão consciente - Gabarito Aulas ParticularesPor uma escravidão consciente - Gabarito Aulas Particulares
Por uma escravidão consciente - Gabarito Aulas Particulares
 
Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...
Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...
Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...
 
Segundo reinado (1840 1889)
Segundo reinado (1840 1889)Segundo reinado (1840 1889)
Segundo reinado (1840 1889)
 
O movimento abolicionista durante o império brasileiro
O movimento abolicionista durante o império brasileiroO movimento abolicionista durante o império brasileiro
O movimento abolicionista durante o império brasileiro
 
3° ano - Brasil Império - segundo reinado
3° ano - Brasil Império - segundo reinado3° ano - Brasil Império - segundo reinado
3° ano - Brasil Império - segundo reinado
 
Grupo 4
Grupo 4Grupo 4
Grupo 4
 
O Segundo Reinado - D. Pedro II
O Segundo Reinado - D. Pedro IIO Segundo Reinado - D. Pedro II
O Segundo Reinado - D. Pedro II
 
Segundo reinado
Segundo reinadoSegundo reinado
Segundo reinado
 
2º SEGUNDO REINADO.ppt
2º SEGUNDO REINADO.ppt2º SEGUNDO REINADO.ppt
2º SEGUNDO REINADO.ppt
 
Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...
Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...
Aula 3- 9º HIS - A questão da inserção dos negros no período republicano do p...
 

Mais de Adilson P Motta Motta

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - PROJETO POEMA
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - PROJETO POEMACRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - PROJETO POEMA
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - PROJETO POEMAAdilson P Motta Motta
 
A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA POR MEIO...
A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA POR MEIO...A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA POR MEIO...
A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA POR MEIO...Adilson P Motta Motta
 
UM ESTUDO SOBRE A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA ...
UM ESTUDO SOBRE A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA ...UM ESTUDO SOBRE A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA ...
UM ESTUDO SOBRE A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA ...Adilson P Motta Motta
 
As várias faces do ópio do Povo.pdf
As várias faces do ópio do Povo.pdfAs várias faces do ópio do Povo.pdf
As várias faces do ópio do Povo.pdfAdilson P Motta Motta
 
pdf MONTANDO UMA REDACAO - PASSO A PASSO.pdf
pdf MONTANDO UMA REDACAO - PASSO A PASSO.pdfpdf MONTANDO UMA REDACAO - PASSO A PASSO.pdf
pdf MONTANDO UMA REDACAO - PASSO A PASSO.pdfAdilson P Motta Motta
 
Projeto Escolar - História de Bom Jardim-MA.pdf
Projeto Escolar - História de Bom Jardim-MA.pdfProjeto Escolar - História de Bom Jardim-MA.pdf
Projeto Escolar - História de Bom Jardim-MA.pdfAdilson P Motta Motta
 
LEI ORGÂNICA DE BOM JARDIM-MA 2020.pdf
LEI ORGÂNICA DE BOM JARDIM-MA 2020.pdfLEI ORGÂNICA DE BOM JARDIM-MA 2020.pdf
LEI ORGÂNICA DE BOM JARDIM-MA 2020.pdfAdilson P Motta Motta
 
DESAFIOS DAS ESCOLA MULTISSERIADAS EM BOM JARDIM-MA..pdf
DESAFIOS DAS ESCOLA MULTISSERIADAS EM BOM JARDIM-MA..pdfDESAFIOS DAS ESCOLA MULTISSERIADAS EM BOM JARDIM-MA..pdf
DESAFIOS DAS ESCOLA MULTISSERIADAS EM BOM JARDIM-MA..pdfAdilson P Motta Motta
 
INTERPRETAÇÃO TEXTUAL INGLÊS SÓ ENEM
INTERPRETAÇÃO TEXTUAL INGLÊS  SÓ ENEMINTERPRETAÇÃO TEXTUAL INGLÊS  SÓ ENEM
INTERPRETAÇÃO TEXTUAL INGLÊS SÓ ENEMAdilson P Motta Motta
 
LEI ORGANICA DE BOM JARDIM-MA. 2022 - ATUALIZADA.pdf
LEI ORGANICA DE BOM JARDIM-MA. 2022 - ATUALIZADA.pdfLEI ORGANICA DE BOM JARDIM-MA. 2022 - ATUALIZADA.pdf
LEI ORGANICA DE BOM JARDIM-MA. 2022 - ATUALIZADA.pdfAdilson P Motta Motta
 
VALE -PRIVATIZAÇÃO A SAÍDA OU O FUNDO DO POÇO.pptx
VALE -PRIVATIZAÇÃO A SAÍDA OU O FUNDO DO POÇO.pptxVALE -PRIVATIZAÇÃO A SAÍDA OU O FUNDO DO POÇO.pptx
VALE -PRIVATIZAÇÃO A SAÍDA OU O FUNDO DO POÇO.pptxAdilson P Motta Motta
 
01- LINGUAGEM INDÍGENA 5 PRIMEIRAS PÁGINAS.pdf
01-  LINGUAGEM INDÍGENA 5 PRIMEIRAS PÁGINAS.pdf01-  LINGUAGEM INDÍGENA 5 PRIMEIRAS PÁGINAS.pdf
01- LINGUAGEM INDÍGENA 5 PRIMEIRAS PÁGINAS.pdfAdilson P Motta Motta
 
Regimento do conselho municipal de educação bom j ardim - ma
Regimento do conselho municipal de educação   bom j ardim - maRegimento do conselho municipal de educação   bom j ardim - ma
Regimento do conselho municipal de educação bom j ardim - maAdilson P Motta Motta
 
Projeto programa educacao ambiental. bom jardim ma
Projeto programa educacao ambiental. bom jardim  maProjeto programa educacao ambiental. bom jardim  ma
Projeto programa educacao ambiental. bom jardim maAdilson P Motta Motta
 

Mais de Adilson P Motta Motta (20)

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - PROJETO POEMA
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - PROJETO POEMACRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - PROJETO POEMA
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO - PROJETO POEMA
 
PDF LIVRO BOM JARDIM 2023.pdf
PDF LIVRO BOM JARDIM  2023.pdfPDF LIVRO BOM JARDIM  2023.pdf
PDF LIVRO BOM JARDIM 2023.pdf
 
A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA POR MEIO...
A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA POR MEIO...A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA POR MEIO...
A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA INGLESA POR MEIO...
 
UM ESTUDO SOBRE A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA ...
UM ESTUDO SOBRE A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA ...UM ESTUDO SOBRE A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA ...
UM ESTUDO SOBRE A LEITURA E O PROCESSO DE AQUISIÇÃO DE VOCABULÁRIO DE LÍNGUA ...
 
As várias faces do ópio do Povo.pdf
As várias faces do ópio do Povo.pdfAs várias faces do ópio do Povo.pdf
As várias faces do ópio do Povo.pdf
 
pdf MONTANDO UMA REDACAO - PASSO A PASSO.pdf
pdf MONTANDO UMA REDACAO - PASSO A PASSO.pdfpdf MONTANDO UMA REDACAO - PASSO A PASSO.pdf
pdf MONTANDO UMA REDACAO - PASSO A PASSO.pdf
 
Projeto Escolar - História de Bom Jardim-MA.pdf
Projeto Escolar - História de Bom Jardim-MA.pdfProjeto Escolar - História de Bom Jardim-MA.pdf
Projeto Escolar - História de Bom Jardim-MA.pdf
 
LEI ORGÂNICA DE BOM JARDIM-MA 2020.pdf
LEI ORGÂNICA DE BOM JARDIM-MA 2020.pdfLEI ORGÂNICA DE BOM JARDIM-MA 2020.pdf
LEI ORGÂNICA DE BOM JARDIM-MA 2020.pdf
 
DESAFIOS DAS ESCOLA MULTISSERIADAS EM BOM JARDIM-MA..pdf
DESAFIOS DAS ESCOLA MULTISSERIADAS EM BOM JARDIM-MA..pdfDESAFIOS DAS ESCOLA MULTISSERIADAS EM BOM JARDIM-MA..pdf
DESAFIOS DAS ESCOLA MULTISSERIADAS EM BOM JARDIM-MA..pdf
 
INTERPRETAÇÃO TEXTUAL INGLÊS SÓ ENEM
INTERPRETAÇÃO TEXTUAL INGLÊS  SÓ ENEMINTERPRETAÇÃO TEXTUAL INGLÊS  SÓ ENEM
INTERPRETAÇÃO TEXTUAL INGLÊS SÓ ENEM
 
LEI ORGANICA DE BOM JARDIM-MA. 2022 - ATUALIZADA.pdf
LEI ORGANICA DE BOM JARDIM-MA. 2022 - ATUALIZADA.pdfLEI ORGANICA DE BOM JARDIM-MA. 2022 - ATUALIZADA.pdf
LEI ORGANICA DE BOM JARDIM-MA. 2022 - ATUALIZADA.pdf
 
VALE -PRIVATIZAÇÃO A SAÍDA OU O FUNDO DO POÇO.pptx
VALE -PRIVATIZAÇÃO A SAÍDA OU O FUNDO DO POÇO.pptxVALE -PRIVATIZAÇÃO A SAÍDA OU O FUNDO DO POÇO.pptx
VALE -PRIVATIZAÇÃO A SAÍDA OU O FUNDO DO POÇO.pptx
 
01- LINGUAGEM INDÍGENA 5 PRIMEIRAS PÁGINAS.pdf
01-  LINGUAGEM INDÍGENA 5 PRIMEIRAS PÁGINAS.pdf01-  LINGUAGEM INDÍGENA 5 PRIMEIRAS PÁGINAS.pdf
01- LINGUAGEM INDÍGENA 5 PRIMEIRAS PÁGINAS.pdf
 
DICIONÁRIO TUPI - PORTUGUES.pdf
DICIONÁRIO TUPI - PORTUGUES.pdfDICIONÁRIO TUPI - PORTUGUES.pdf
DICIONÁRIO TUPI - PORTUGUES.pdf
 
A gramática do texto.ppt
A gramática do texto.pptA gramática do texto.ppt
A gramática do texto.ppt
 
A importância de falar inglês.ppt
A importância de falar inglês.pptA importância de falar inglês.ppt
A importância de falar inglês.ppt
 
Breve Resumo - Novo Ensino Médio
Breve Resumo -  Novo Ensino MédioBreve Resumo -  Novo Ensino Médio
Breve Resumo - Novo Ensino Médio
 
Frases à cidadania
Frases à cidadaniaFrases à cidadania
Frases à cidadania
 
Regimento do conselho municipal de educação bom j ardim - ma
Regimento do conselho municipal de educação   bom j ardim - maRegimento do conselho municipal de educação   bom j ardim - ma
Regimento do conselho municipal de educação bom j ardim - ma
 
Projeto programa educacao ambiental. bom jardim ma
Projeto programa educacao ambiental. bom jardim  maProjeto programa educacao ambiental. bom jardim  ma
Projeto programa educacao ambiental. bom jardim ma
 

Último

TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...Martin M Flynn
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxJMTCS
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdfCarlosRodrigues832670
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileirosMary Alvarenga
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...Unidad de Espiritualidad Eudista
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxHenriqueLuciano2
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas BrasileirosMary Alvarenga
 
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAEdioFnaf
 
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURACRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURADouglasVasconcelosMa
 
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.HildegardeAngel
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terraBiblioteca UCS
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxJMTCS
 
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxRevolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxHlioMachado1
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfQueleLiberato
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxacaciocarmo1
 
Prova de Empreendedorismo com gabarito.pptx
Prova de Empreendedorismo com gabarito.pptxProva de Empreendedorismo com gabarito.pptx
Prova de Empreendedorismo com gabarito.pptxJosAurelioGoesChaves
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxkarinasantiago54
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãodanielagracia9
 

Último (20)

TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
DIGNITAS INFINITA - DIGNIDADE HUMANA -Declaração do Dicastério para a Doutrin...
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
 
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
19 de abril - Dia dos povos indigenas brasileiros
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
 
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona  - Povos Indigenas BrasileirosMini livro sanfona  - Povos Indigenas Brasileiros
Mini livro sanfona - Povos Indigenas Brasileiros
 
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
 
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURACRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
CRONOGRAMA: AÇÕES DO PROJETO ESTAÇÃO LEITURA
 
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
LIVRO A BELA BORBOLETA. Ziraldo e Zélio.
 
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terraSistema de Bibliotecas UCS  - A descoberta da terra
Sistema de Bibliotecas UCS - A descoberta da terra
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptxPOETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
POETAS CONTEMPORANEOS_TEMATICAS_explicacao.pptx
 
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptxRevolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
Revolução Industrial - Revolução Industrial .pptx
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
 
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptxBaladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
Baladão sobre Variação Linguistica para o spaece.pptx
 
Prova de Empreendedorismo com gabarito.pptx
Prova de Empreendedorismo com gabarito.pptxProva de Empreendedorismo com gabarito.pptx
Prova de Empreendedorismo com gabarito.pptx
 
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptxFree-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
Free-Netflix-PowerPoint-Template-pptheme-1.pptx
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetização
 

Abolição escravatura

  • 1. ABOLIÇÃO DA ESCRAVATURA NO BRASIL Movimento social, ocorrido entre 1870 e 1888, que defende o fim da escravidão no país. Termina com a promulgação da Lei Áurea, que extingue o regime escravista originário da colonização do Brasil. A escravidão começa a declinar com o fim do tráfico de escravos em 1850. Progressivamente, os imigrantes europeus assalariados substituem os escravos no mercado de trabalho. Mas é só a partir da Guerra do Paraguai (1865-1870) que o movimento abolicionista ganha impulso. Milhares de ex- escravos que retornam da guerra vitoriosos, muitos até condecorados, correm o risco de voltar à condição anterior por pressão dos seus antigos donos. O problema social torna-se uma questão política para a elite dirigente do Segundo Reinado. Lei do Ventre Livre – O Partido Liberal compromete-se publicamente com a causa, mas é o gabinete do Visconde do Rio Branco, do Partido Conservador, que promulga a primeira lei abolicionista, a Lei do Ventre Livre, em 28 de setembro de 1871. De poucos efeitos práticos, ela dá liberdade aos filhos de escravos nascidos a partir dessa data, mas os mantém sob a tutela de seus senhores até atingirem a idade de 21 anos. Em defesa da lei, o Visconde do Rio Branco apresenta a escravidão como uma “instituição injuriosa”, menos para os escravos e mais para o país, sobretudo para sua imagem externa. Campanha no país – Em 1880, políticos importantes, como Joaquim Nabuco e José do Patrocínio, criam, no Rio de Janeiro, a Sociedade Brasileira Contra a Escravidão, que estimula a formação de dezenas de agremiações semelhantes pelo país. Da mesma forma, o jornal O Abolicionista, de Nabuco, e a Revista Ilustrada, de Ângelo Agostini, servem de modelo a outras publicações antiescravistas. Advogados, artistas, intelectuais, jornalistas e políticos engajam-se no movimento e arrecadam fundos para pagar cartas de alforria (documento de libertação de escravos). O país é tomado pela causa abolicionista e, em 1884, o Ceará decreta o fim da escravidão em seu território. Lei dos Sexagenários – A decisão cearense aumenta a pressão da opinião pública sobre as autoridades federais. Em 1885, o governo cede mais um pouco e promulga a Lei Saraiva-Cotegipe. Conhecida como a Lei dos Sexagenários, ela liberta os escravos com mais de 65 anos, mediante compensações aos seus proprietários. Também os escravizados passam a participar mais ativamente da luta, fugindo das fazendas e buscando a liberdade nas cidades. No interior de São Paulo, liderados pelo mulato Antônio Bento e seus caifazes (nome tirado de uma personalidade bíblica, o sumo sacerdote judeu Caifaz), milhares deles escapam das fazendas e instalam-se no Quilombo do Jabaquara, em Santos. A essa altura, a campanha abolicionista mistura- se à campanha republicana e ganha um reforço importante: o Exército pede publicamente para não mais ser utilizado na captura dos fugitivos . Do exterior, sobretudo da Europa, chegam apelos e manifestos favoráveis ao fim da escravidão. Lei Áurea – Em 13 de maio de 1888, o governo imperial rende-se às pressões e a princesa Isabel assina a Lei Áurea , que extingue a escravidão no Brasil. A decisão desagrada aos fazendeiros, que exigem indenizações pela perda de seus “bens”. Como não as conseguem, aderem ao movimento republicano. Ao abandonar o regime escravista, o Império perde sua última coluna de sustentação política. O fim da escravatura, porém, não melhora a condição social e econômica dos ex- escravos. Sem formação escolar ou uma profissão definida, para a maioria deles a simples emancipação jurídica não muda sua condição subalterna nem ajuda a promover sua cidadania ou ascensão social. 1
  • 2. Sociedade colonial Nos dois primeiros séculos de colonização, a população brasileira é formada por colonos brancos, escravos negros, mestiços e índios aculturados, aumentando lentamente. Espalha-se ao longo de uma estreita faixa litorânea, onde se concentram as áreas produtoras de açúcar, algodão e tabaco. Com o desenvolvimento da mineração de ouro e diamante, a partir do século XVIII, a população avança pelo interior e cresce, em especial, na região das minas. Baseada em atividades agromercantis e escravistas, a sociedade colonial estrutura-se como uma organização agrária e patriarcal. Em quase toda a colônia, é em torno da grande propriedade rural que se desenvolve a vida econômica e social. Os povoados, as vilas e as cidades têm um papel secundário, limitado a funções administrativas e religiosas. Casa grande – Sobre todos paira, soberana, a casa grande, símbolo do poderio absoluto dos senhores de terras. A família da casa grande é numerosa – com muitos filhos, parentes, agregados, escravos e serviçais libertos –, centralizada na figura do patriarca. É a estrutura familiar típica das regiões de agricultura tropical, monocultora, escravista e exportadora. Com ela convive a chamada família nuclear, bem menor, formada quase sempre pelo casal e poucos filhos, quando não apenas por um dos pais e as crianças. Miscigenação – A sociedade colonial apresenta outra característica, que se fortalece com o tempo: a miscigenação. Misturando raças e culturas numa convivência forçada pelo trabalho dos negros africanos, a sociedade adquire um perfil mestiço, personificado pelo mulato (ver População brasileira, formação da). Essa miscigenação condiciona as relações sociais e culturais, gerando um modelo heterogêneo e aparentemente harmônico, multirracial, sem discriminações internas. Na verdade, porém, ela apenas disfarça as profundas desigualdades entre brancos e negros, escravos e livres, livres ricos e livres pobres, que não acabam nem mesmo com a abolição da escravatura, no final do século XIX. 2