A célula
Breve história da célula
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vegetais, por mais
complicados que
sejam, estão
constituídos por uns
poucos e...
Breve história da célula
O nome célula (do grego kytos, célula; do latim cella, espaço
vazio) foi empregado pela primeira ...
Breve história da célula
Leeuwenhoek
(1674)
observou a
existência de
várias células
livres, tais
como
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Breve história da célula
Teoria celular (Schwann, 1839)
Cada célula se forma por divisão de outra
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Breve história da célula
Virchow (1958) aplicou
a Teoria celular à
Patologia e Kölliker a
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Tipos celulares
Procariotos
Tipos celulares
Eucariotos – células animais
Citoesqueleto
Tipos celulares
Tipos celulares
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Tipos celulares
Membrana Plasmática
Estrutura que limita todas as células
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Composição: Fosfatidil etanolamina e colesterol
Fosfolipídios são anfipáticos: polar e apolar
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Estrutura das proteínas
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Exemplos de proteínas contendo diferentes proporções
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Membrana Plasmática
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Tipos de proteínas de membrana
“Secretáveis” – podem ser secretados. São os
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Tipos de proteínas de membrana
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Receptores
Toll e toll like
Drosofila, 1985 – relacionado a gen Hox
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Reação a agressões microbianas e virais
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Receptores tipo Toll
Receptores Notch
Estudos
Influencia na mudança entre linhagens absortivas
e secretórias do intestino
Expansão do compartimento de células t...
Estudos
Desenvolvimento e funções neuronais
Angiogenese
Crucial na regulação dos eventos de
comunicação celular entre célu...
Receptores de neurotransmissores
Receptores de neurotransmissores
– A ligação entre os neurotransmissores e o sinal
intracelular é realizado através da ass...
Proteínas de apoptose
As proteínas da apoptose são controladas por
receptores com domínios trans-membrana.
Formação de trí...
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  1. 1. A célula
  2. 2. Breve história da célula “Todos os animais e vegetais, por mais complicados que sejam, estão constituídos por uns poucos elementos que se repetem em cada um deles” Aristóteles
  3. 3. Breve história da célula O nome célula (do grego kytos, célula; do latim cella, espaço vazio) foi empregado pela primeira vez, pelo cientista inglês Robert Hooke em 1665, ao observar a textura da cortiça utilizando lentes de aumento.
  4. 4. Breve história da célula Leeuwenhoek (1674) observou a existência de várias células livres, tais como espermatozói des, eritrócitos e protozoários.
  5. 5. Breve história da célula Teoria celular (Schwann, 1839) Cada célula se forma por divisão de outra célula.
  6. 6. Breve história da célula Virchow (1958) aplicou a Teoria celular à Patologia e Kölliker a estendeu à Embriologia depois que foi demonstrado que o espermatozóidde e o óvulo eram células de cuja fusão se desenvolve o organismo
  7. 7. Tipos celulares Procariotos
  8. 8. Tipos celulares Eucariotos – células animais
  9. 9. Citoesqueleto
  10. 10. Tipos celulares
  11. 11. Tipos celulares Eucariotos – células vegetais
  12. 12. Tipos celulares
  13. 13. Membrana Plasmática Estrutura que limita todas as células Nas células eucarióticas delimita os compartimentos celulares Nos procariotos está associada à respiração celular Constituída de fosfolipídios e proteínas
  14. 14. Membrana Plasmática Composição: Fosfatidil etanolamina e colesterol Fosfolipídios são anfipáticos: polar e apolar Forma bicamada
  15. 15. Proteínas
  16. 16. Formação da ligação peptídica + + H3 + H3 - - Configuração cis trans
  17. 17. Componentes dos peptídios O • Espinha dorsal - formada pela união dos aminoácidos - presença da ligação peptídica •Grupamento N-terminal (NH3+ livre) C- terminal (COO- livre) •Resíduos de aminoácidos •Radicais dos aminoácidos - ligados a espinha dorsal - radicais são responsáveis pelas propriedades dos peptídios
  18. 18. Estrutura das proteínas A organização tridimensional das proteínas desde a seqüência de aminoácidos, passando pelo enovelamento da cadeia polipeptídica até a associação de várias cadeias, pode ser descrita em níveis estruturais de complexidade crescente: Primário Secundário Terciário Quaternário
  19. 19. Proteínas em solução
  20. 20. Exemplos de proteínas contendo diferentes proporções e arranjos de elementos estruturais secundários
  21. 21. Membrana Plasmática
  22. 22. Tipos de proteínas de membrana Com domínios trans-membrana diretamente para a célula. – sinalizam
  23. 23. Tipos de proteínas de membrana Sem domínios trans-membrana – necessitam de co-receptores que sinalizam para a célula. A ligação nos receptores ativa os co-receptores (que têm domínios trans-membrana mais longos). TCR
  24. 24. Tipos de proteínas de membrana “Secretáveis” – podem ser secretados. São os anticorpos. Eles são receptores de antígenos nas células B. Eles também necessitam de coreceptores.
  25. 25. Tipos de proteínas de membrana Proteínas associadas a membrana – ligadas às proteínas de membrana por ligação não-covalentes.
  26. 26. Receptores
  27. 27. Toll e toll like Drosofila, 1985 – relacionado a gen Hox Imunidade inata Reação a agressões microbianas e virais Reconhecem estruturas moleculares conservadas em micróbios. Ligantes – LPS (G-),lipoproteínas, flagelina
  28. 28. Receptores tipo Toll
  29. 29. Receptores Notch
  30. 30. Estudos Influencia na mudança entre linhagens absortivas e secretórias do intestino Expansão do compartimento de células tronco da medula óssea durante o desenvolvimento do osso Comprometimento da linhagem osteoblástica – potencial terapêutico na regeneração do osso Regulação dos estágios de desenvolvimento das células de glândulas mamárias
  31. 31. Estudos Desenvolvimento e funções neuronais Angiogenese Crucial na regulação dos eventos de comunicação celular entre células do endocárido e miocárdio na formação da válvula primordial Desenvolvimento e diferenciação dos ventrículos Diferenciação de linhagens exócrinas e endócrinas do pâncreas
  32. 32. Receptores de neurotransmissores
  33. 33. Receptores de neurotransmissores – A ligação entre os neurotransmissores e o sinal intracelular é realizado através da associação ou com proteinas G (pequenas proteínas que se ligam e hidrolizam a GTP) ou com as enzimas proteínakinases, ou com o próprio receptor na forma de um canal de íon controlado pelo ligante (por exemplo, o receptor de acetilcolina). – Estão sujeitos a desensibilização induzida pelo ligante: isto é, eles podem deixar de responder ao estímulo em seguida a uma exposição prolongada a seus neurotransmissores
  34. 34. Proteínas de apoptose As proteínas da apoptose são controladas por receptores com domínios trans-membrana. Formação de trímeros → formação de uma porção intracelular → ativação das caspases → atuação no núcleo celular.

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