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A DITADURA MILITAR NO BRASIL
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Contextualização
 Ordem da Guerra Fria ou Velha Ordem
Mundial
 Esgotamento do populismo: manifes...
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Projetos
 Aliados ideológicos da
1ºprojeto
 80%
 Sindicatos
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I - 1964/1969 Período da institucionalização
Castelo Branco(1964-1967)
Costa e Silva (1967-1969
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Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mund...
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Caminhando e cantando
E seguindo a canção
Somos todos iguais
Braços dados ou não
Nas escolas, nas ...
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Há soldados armados
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De armas na mão
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1969/1973 – O MILAGRE ECONÔMICO
1970
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Brasil Ilha de tranquilidade
3ª abertura dos
portos
petrodolares
Aumento da dívida externa
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Chico Buarque
Composição: Chico Buarque
(Crescendo) Amanhã vai ser outro dia x
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Cálice
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1979- 1984 -Abertura e transição
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Caía a tarde feito um viaduto
E um bêbado trajando luto
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  1. 1. arnaldolemos@uol.com.br apresenta: prof.ademiraquino@gmail.com
  2. 2. arnaldolemos@uol.com.br A DITADURA MILITAR NO BRASIL prof.ademiraquino@gmail.com
  3. 3. arnaldolemos@uol.com.br Contextualização  Ordem da Guerra Fria ou Velha Ordem Mundial  Esgotamento do populismo: manifestações, greves, agravamento de tensões sociais.  Modelos de desenvolvimento: - Projeto Nacional Desenvolvimentista - Projeto Desenvolvimentista prof.ademiraquino@gmail.com
  4. 4. arnaldolemos@uol.com.br Projetos  Aliados ideológicos da 1ºprojeto  80%  Sindicatos  Trabalhadores  Movimentos Sociais  Aliados ideológicos da 2º projeto  Classe media e alta(20%)  Os que gostam de ordem e segurança  Forças Armadas(ESG)  Anti-comunistas  Povo : inimigo interno prof.ademiraquino@gmail.com
  5. 5. arnaldolemos@uol.com.br I - 1964/1969 Período da institucionalização Castelo Branco(1964-1967) Costa e Silva (1967-1969 II - 1969/1974 – O milagre econômico OS ANOS DE CHUMBO Medici 1969/1074 III - 1973/1979 - A crise: fim do milagre Geisel (1974-1978) IV - 1979- 1984 - Abertura e transição Figueiredo (1979-1985) ETAPAS DA DITADURA MILITAR prof.ademiraquino@gmail.com
  6. 6. arnaldolemos@uol.com.br Tem dias que a gente se sente Como quem partiu ou morreu A gente estancou de repente Ou foi o mundo então que cresceu... A gente quer ter voz ativa No nosso destino mandar Mas eis que chega a roda viva E carrega o destino prá lá ... Roda mundo, roda gigante Roda moinho, roda pião O tempo rodou num instante Nas voltas do meu coração... A gente vai contra a corrente Até não poder resistir Na volta do barco é que sente O quanto deixou de cumprir Faz tempo que a gente cultiva A mais linda roseira que há Mas eis que chega a roda viva E carrega a roseira prá lá... Roda mundo, roda gigante Roda moinho, roda pião O tempo rodou num instante Nas voltas do meu coração... A roda da saia mulata Não quer mais rodar não senhor Não posso fazer serenata A roda de samba acabou... A gente toma a iniciativa Viola na rua a cantar Mas eis que chega a roda viva E carrega a viola prá lá... Roda mundo, roda gigante Roda moinho, roda pião O tempo rodou num instante Nas voltas do meu coração... O samba, a viola, a roseira Que um dia a fogueira queimou Foi tudo ilusão passageira Que a brisa primeira levou... No peito a saudade cativa Faz força pro tempo parar Mas eis que chega a roda viva E carrega a saudade prá lá ... Roda mundo, roda gigante Roda moinho, roda pião O tempo rodou num instante Nas voltas do meu coração...(4x) Roda Viva- Chico Buarque Para ouvir: http://www.youtube.com/watch?v=HRFw5u5wR4c prof.ademiraquino@gmail.com
  7. 7. arnaldolemos@uol.com.br Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não Nas escolas, nas ruas Campos, construções Caminhando e cantando E seguindo a canção... Vem, vamos embora Que esperar não é saber Quem sabe faz a hora Não espera acontecer...(2x) Pelos campos há fome Em grandes plantações Pelas ruas marchando Indecisos cordões Ainda fazem da flor Seu mais forte refrão E acreditam nas flores Vencendo o canhão... Vem, vamos embora Que esperar não é saber Quem sabe faz a hora Não espera acontecer...(2x) Pra Não Dizer Que Não Falei Das FloresGe rComposição: Geraldo Vandré aldo Vandré Para ouvir acesse: http://www.youtube.com/watch?v=PDWuwh6edkY prof.ademiraquino@gmail.com
  8. 8. arnaldolemos@uol.com.br Há soldados armados Amados ou não Quase todos perdidos De armas na mão Nos quartéis lhes ensinam Uma antiga lição: De morrer pela pátria E viver sem razão... Vem, vamos embora Que esperar não é saber Quem sabe faz a hora Não espera acontecer...(2x) Nas escolas, nas ruas Campos, construções Somos todos soldados Armados ou não Caminhando e cantando E seguindo a canção Somos todos iguais Braços dados ou não... Os amores na mente As flores no chão A certeza na frente A história na mão Caminhando e cantando E seguindo a canção Aprendendo e ensinando Uma nova lição... Vem, vamos embora Que esperar não é saber Quem sabe faz a hora Não espera acontecer...(4x) prof.ademiraquino@gmail.com
  9. 9. arnaldolemos@uol.com.br 1969/1973 – O MILAGRE ECONÔMICO Delfim Neto prof.ademiraquino@gmail.com
  10. 10. arnaldolemos@uol.com.br Período de intenso crescimento econômico e de posterior endividamento. O PIB do Brasil cresceu acima de 10% ao ano, em média, apesar da inflação, que oscilou entre 15% e 20% ao ano, Aumento da desigualdade social e da pobreza, com cerceamento às liberdades individuais associado à repressão politica Grande concentração de renda, com redução dos salários reais 1969/1973 – O MILAGRE ECONÔMICO prof.ademiraquino@gmail.com
  11. 11. arnaldolemos@uol.com.br 1969/1973 – O MILAGRE ECONÔMICO 1970 50% = 14,91 30% = 22,85 15% = 27,38 5% = 34,86 Supermercados Shoppings Industria -------- mercadoria ------- consumidor Repressão X euforia dos consumidores Ideologia Brasil, ame-o ou deixe-o Ninguém segura este país. prof.ademiraquino@gmail.com
  12. 12. arnaldolemos@uol.com.br Brasil Ilha de tranquilidade 3ª abertura dos portos petrodolares Aumento da dívida externa Construção de infra- estrutura Pólo químico da Bahia Industria de base Grandes projetos Transamazônica Rio-Niteroi Usinas Energia Nuclear Ferrovia do aço prof.ademiraquino@gmail.com
  13. 13. arnaldolemos@uol.com.br Apesar De Você Chico Buarque Composição: Chico Buarque (Crescendo) Amanhã vai ser outro dia x 3 Hoje você é quem manda Falou, tá falado Não tem discussão, não. A minha gente hoje anda Falando de lado e olhando pro chão Viu? Você que inventou esse Estado Inventou de inventar Toda escuridão Você que inventou o pecado Esqueceu-se de inventar o perdão (Coro) Apesar de você amanhã há de ser outro dia Eu pergunto a você onde vai se esconder Da enorme euforia? Como vai proibir Quando o galo insistir em cantar? Água nova brotando E a gente se amando sem parar Quando chegar o momento Esse meu sofrimento Vou cobrar com juros. Juro! Todo esse amor reprimido, Esse grito contido, Esse samba no escuro Você que inventou a tristeza Ora tenha a fineza de "desinventar" Você vai pagar, e é dobrado, Cada lágrima rolada Nesse meu penar (Coro2) Apesar de você Amanhã há de ser outro dia. Ainda pago pra ver O jardim florescer Qual você não queria Você vai se amargar Vendo o dia raiar Sem lhe pedir licença E eu vou morrer de rir E esse dia há de vir antes do que você pensa Apesar de você (Coro3) Apesar de você Amanhã há de ser outro dia Você vai ter que ver A manhã renascer E esbanjar poesia Como vai se explicar Vendo o céu clarear, de repente, Impunemente? Como vai abafar Nosso coro a cantar, Na sua frente. Apesar de você (Coro4) Apesar de você Amanhã há de ser outro dia. Você vai se dar mal, etc e tal, Para ouvir acesse:http://www.youtube.com/watch?v=R7xRtSUunEY prof.ademiraquino@gmail.com
  14. 14. arnaldolemos@uol.com.br Cálice Chico Buarque Composição: Chico Buarque e Gilberto Gil Pai! Afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue...(2x) Como beber Dessa bebida amarga Tragar a dor Engolir a labuta Mesmo calada a boca Resta o peito Silêncio na cidade Não se escuta De que me vale Ser filho da santa Melhor seria Ser filho da outra Outra realidade Menos morta Tanta mentira Tanta força bruta... Pai! Afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue... Como é difícil Acordar calado Se na calada da noite Eu me dano Quero lançar Um grito desumano Que é uma maneira De ser escutado Esse silêncio todo Me atordoa Atordoado Eu permaneço atento Na arquibancada Prá a qualquer momento Ver emergir O monstro da lagoa... Pai! Afasta de mim esse cálice Pai! Afasta de mim esse cálice Pai! Afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue... De muito gorda A porca já não anda (Cálice!) De muito usada A faca já não corta Como é difícil Pai, abrir a porta Pai! Afasta de mim esse cálice Pai! Afasta de mim esse cálic Como beber Dessa bebida amarga Tragar a dor Engolir a labuta Mesmo calada a boca Resta o peito Silêncio na cidade Não se escuta De que me vale Ser filho da santa Melhor seria Ser filho da outra Outra realidade Menos morta Tanta mentira Tanta força bruta... prof.ademiraquino@gmail.com
  15. 15. arnaldolemos@uol.com.br Pai! Afasta de mim esse cálice Pai! Afasta de mim esse cálice Pai! Afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue... De muito gorda A porca já não anda (Cálice!) De muito usada A faca já não corta Como é difícil Pai, abrir a porta (Cálice!) Essa palavra Presa na garganta Esse pileque Homérico no mundo De que adianta Ter boa vontade Mesmo calado o peito Resta a cuca Dos bêbados Do centro da cidade... Pai! Afasta de mim esse cálice Pai! Afasta de mim esse cálice Pai! Afasta de mim esse cálice De vinho tinto de sangue... Talvez o mundo Não seja pequeno (Cale-se!) Nem seja a vida Um fato consumado (Cale-se!) Quero inventar O meu próprio pecado (Cale-se!) Quero morrer Do meu próprio veneno (Pai! Cale-se!) Quero perder de vez Tua cabeça (Cale-se!) Minha cabeça Perder teu juízo (Cale-se!) Quero cheirar fumaça De óleo diesel (Cale-se!) Me embriagar Até que alguém me esqueça (Cale-se!) Para ouvir acesse: http://www.youtube.com/watch?v=wV4vAtPn5-Q prof.ademiraquino@gmail.com
  16. 16. arnaldolemos@uol.com.brprof.ademiraquino@gmail.com
  17. 17. arnaldolemos@uol.com.brprof.ademiraquino@gmail.com
  18. 18. arnaldolemos@uol.com.br 1979- 1984 -Abertura e transição prof.ademiraquino@gmail.com
  19. 19. arnaldolemos@uol.com.br Caía a tarde feito um viaduto E um bêbado trajando luto Me lembrou Carlitos... A lua Tal qual a dona do bordel Pedia a cada estrela fria Um brilho de aluguel E nuvens! Lá no mata-borrão do céu Chupavam manchas torturadas Que sufoco! Louco! O bêbado com chapéu-coco Fazia irreverências mil Prá noite do Brasil. Meu Brasil!... Que sonha com a volta Do irmão do Henfil. Com tanta gente que partiu Num rabo de foguete Chora! A nossa Pátria Mãe gentil Choram Marias E Clarisses No solo do Brasil...Mas sei, que uma dor Assim pungente Não há de ser inutilmente A esperança... Dança na corda bamba De sombrinha E em cada passo Dessa linha Pode se machucar... Azar! A esperança equilibrista Sabe que o show De todo artista Tem que continuar... prof.ademiraquino@gmail.com
  20. 20. arnaldolemos@uol.com.br Tô Voltando Composição: Paulo César Pinheiro e Maurício Tapajós Pode ir armando o coreto E preparando aquele feijão preto Eu tô voltando Põe meia dúzia de Brahma pra gelar Muda a roupa de cama Eu tô voltando Leva o chinelo pra sala de jantar Que é lá mesmo que a mala eu vou largar Quero te abraçar, pode se perfumar Porque eu tô voltando Dá uma geral, faz um bom defumador Enche a casa de flor Que eu tô voltando Pega uma praia, aproveita, tá calor Vai pegando uma cor Que eu tô voltando Faz um cabelo bonito pra eu notar Que eu só quero mesmo é despentear Quero te agarrar Pode se preparar porque eu tô voltando Põe pra tocar na vitrola aquele som Estréia uma camisola Eu tô voltando Dá folga pra empregada Manda a criançada pra casa da avó Que eu to voltando Diz que eu só volto amanhã se alguém chamar Telefone não deixa nem tocar Quero lá, lá, lá, ia, porque eu to voltando! Para ouvir acesse: http://www.youtube.com/watch?v=Ka_l9wyY7vU prof.ademiraquino@gmail.com
  21. 21. arnaldolemos@uol.com.br Vai passar nessa avenida um samba popular Cada paralelepípedo da velha cidade essa noite vai se arrepiar Ao lembrar que aqui passaram sambas imortais Que aqui sangraram pelos nossos pés Que aqui sambaram nossos ancestrais Num tempo página infeliz da nossa história, passagem desbotada na memória Das nossas novas gerações Dormia a nossa pátria mãe tão distraída sem perceber que era subtraída Em tenebrosas transações Seus filhos erravam cegos pelo continente, levavam pedras feito penitentes Erguendo estranhas catedrais E um dia, afinal, tinham o direito a uma alegria fugaz Uma ofegante epidemia que se chamava carnaval, Vai passar nessa avenida um samba popular Cada paralelepípedo da velha cidade essa noite vai se arrepiar Ao lembrar que aqui passaram sambas imortais Que aqui sangraram pelos nossos pés Que aqui sambaram nossos ancestrais Num tempo página infeliz da nossa história, passagem desbotada na memória Das nossas novas gerações Dormia a nossa pátria mãe tão distraída sem perceber que era subtraída Em tenebrosas transações Seus filhos erravam cegos pelo continente, levavam pedras feito penitentes Erguendo estranhas catedrais E um dia, afinal, tinham o direito a uma alegria fugaz Uma ofegante epidemia que se chamava carnaval, o carnaval, o carnaval Vai passar, palmas pra ala dos barões famintos O bloco dos napoleões retintos e os pigmeus do boulevard Meu Deus, vem olhar, vem ver de perto uma cidade a cantar A evolução da liberdade até o dia clarear Ai que vida boa, ô lerê, ai que vida boa, ô lará O estandarte do sanatório geral vai passar Ai que vida boa, ô lerê, ai que vida boa, ô lará O estandarte do sanatório geral... vai passar Vai Passar Chico Buarque Composição: Chico Buarque e Francis prof.ademiraquino@gmail.com
  22. 22. arnaldolemos@uol.com.brprof.ademiraquino@gmail.com

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