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Vida na escola                         O amor é extraordinário, infinito, irrefreável... Não é só sentimento,             ...
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Espaço alunoSenso Comum versus Bom SensoSenso comum e bom senso. Duas expressões vulgares mas talvez não tão conhecidas. A...
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Espaço professor / aluno EntretenimentoAurora Costa, Alcides Dias          23
EntretenimentoAlcides Dias                     24
EntretenimentoSolução do nº anterior   Ficha Técnica                                           Design gráfico   Equipa Ger...
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  1. 1. Março 2012—EDIÇÃO 22 - 0.50 J.XXI http://bibl-esvn.blogspot.com/Caros leitores.Apresentamos o segundo jornal deste ano letivo. Nestenúmero continuamos a informar sobre os projetos, con-cursos e atividades da escola. Destacamos as ativida- Eco - Escolas 2des do programa Eco-escolas, da Biblioteca escolar, doClube de Poesia e Reflexão Filosófica, os trabalhos dosalunos de Educação Visual e do Curso de Artes, as Biblioteca Escolar 7Olimpíadas de Biologia, o Concurso dos Jogos florais ealguns artigos que esperamos ser do vosso agrado. Se A segurança na internet 8estiverem interessados em publicar os vossos trabalhoscontactem a equipa na Biblioteca Escolar. Poderão Olimpíadas de Biologia 10aceder ao jornal on-line através da Página ESVN/Blogue Acontecendo ESVN. Acordo ortográfico 10 Clube de Poesia e refle- 11 Ecocaminhada e piquenique xão filosófica VIII Jogos Florais 16 Espaço Aluno 17 Percurso de Cabrela Trabalhos Educação Vi- 18 sual e curso de Artes Espaço Professor/Aluno 2114 abril Pág. 7 Entretenimento 23 Pág. 18 Pág. 11 Pág. 2
  2. 2. Vida na escola: Eco - Escolas A nossa escola através do programa Eco - Escolas está a participar nos seguin- tes projetos / concursos…Se quiseres saber mais, consulta o regulamento,emhttp://simvamoscriarumaarvore.simenoamarelo.pt/ Investigação, ambiente, jornalismo, comunicação, internet Jovens Repórteres para o Ambiente (JRA) é um Programa inter- nacional que envolve atualmente 22 países da FEE. Este Progra- ma que decorre em Portugal desde 1994, destina-se fundamen- talmente aos estudantes do Ensino Secundário e Profissional, pretendendo contribuir para o treino do exercício de uma cidada- nia ativa e participativa. Inicia-se com um projeto local, que os jovens investigam, reportam e comunicam recorrendo aos jornais, internet e outros meios de comunicação. Potencializa ainda pos- sibilidades de intercâmbio em especial durante as Missões para reportagem ambiental. 2
  3. 3. Mais informações consulta o site http://www.abae.pt/home/inicio.php Vida na escola: Eco - Escolas3
  4. 4. Vida na escola: Eco - EscolasA Campanha “Papel por Alimentos” integra-se num ideal mais vasto de sensibilização para aimportância do papel de cada pessoa na sociedade e para a possibilidade de recuperar e reuti-lizar coisas que parecem não ter valor. Pretende envolver as Instituições que diariamente se abastecem nos Bancos Alimentares e osvoluntários que colaboram, mas também todas as pessoas e entidades que se queiram associ-ar, nomeadamente a administração pública e local. A campanha permitirá incentivar o voluntariado, desde logo porque todo o papel recolhido teráque ser depositado pelos doadores nas instalações do Banco Alimentar Contra Fome da suaregião.Entregue no Banco Alimentar mais próximo de si todo o papel de que já não precisa!A nossa escola esteve representada no Seminário Nacional Eco-Escolas , em Beja, nos dias 3,4 e 5 de Fevereiro do presenteano, através da sua coordenadora, Maria José Rodrigues. NesteSeminário recebeu o certificado de qualidade, onde se lê eleva-da qualidade ambiental, resultante da visita efetuada no final doano transato, por um representante do Programa da Direção Re-gional de Educação do Alentejo. Recebeu ainda um painel dequatro azulejos que deverá ser colocado na entrada da escolainformando que a Escola está a cuidar do ambiente, atravésdo Programa desde o ano de 2008-2009.Saiba mais: http://www.abae.pt/programa/EE/seminario/2012/index.php?p=comunicacoesMaria José Rodrigues 4
  5. 5. Vida na escola: Eco - Escolas A NOSSA ESCOLA CONTINUA A PARTICIPAR NAS DI- FERENTES TAREFAS DA GINCANA ROCK IN RIO Tarefa 1: Recolha de embalagens (Amarelo) (1 de Nov. a 30 de Nov. – 100Kg – valor obtido pela Es- cola)Tarefa 2: Pulseira Por Um Mundo Melhor( 100 Pulseiras – 100 euros / 10% (dez euros) reverteram afavor da escola para aplicação em projetos de cariz social na escola ou na comunidade; 90% (noventapor cento) foram depositados até dia 31 de janeiro de 2012 na conta bancária da SIC Esperança para acriação de bolsas de estudo de música para jovens do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundáriode escassos recursos económicos e que demonstrem capacidades na área da música.Tarefa 3: Escola energeticamente eficiente ( 1 de Novembro de 2011 a 23 de Março de 2012). Alunos eprofessores devem identificar na escola pontos onde é possível reduzir o consumo de energia e definiro respectivo plano de redução. No final da tarefa enviam o plano indicando as medidas de redução im-plementadas e as faturas/leituras de novembro e dezembro de 2010 e 2011 e de janeiro e fevereiro de2011 e 2012. Será calculada a percentagem de redução no consumo de energia com base na compa-ração destas faturas. Tarefa 4: Escola eficiente – Uso eficiente da água (1 de novembro de 2011 a 23 de março de 2012).Alunos e professores devem identificar na escola pontos onde é possível reduzir o consumo de água edefinir o respetivo plano de redução. No final da tarefa as escolas enviam o plano, indicando as medi-das de redução a implementar e as faturas/leituras dos respetivos meses, comprovando a percentagempotencial de redução no consumo de água com base no consumo médio por utilizador, que consta nes-tas faturas. Tarefa 5: Escola Electrão ( 2 de janeiro de 2012 a 17 de Fevereiro de 2012). Visa sensibilizar para aimportância duma correta separação, reencaminhamento e reciclagem dos resíduos de equipamentoselétricos e eletrónicos (REEE) e dos resíduos de pilhas e acumuladores portáteis.Escola Secundária de Vendas Novas 661Kg Tarefa 6: Gincana online. A Gincana online é direcionada para os alunos no sentido de premiar e des-tacar os alunos com melhor desempenho das escolas/agrupamentos inscritos. Pretende-se sensibilizaros jovens para variados temas abordados dentro das tarefas “físicas” da Gincana, entre outros desig-nadamente para o cálculo mental e a leitura.Saber mais: http://www.rockinriolisboagincana.com 5
  6. 6. Eco - Escolas 14 abril Eco caminhada Percurso de Cabrela - seguido de piquenique Por onde caminhar, traga consigo apenas fotografias, deixe somente pegadas… Os percursos pedestres, ou caminhadas, constituem uma atividade de lazer ao ar livre, que consistem em percorrer a pé um determinado per- curso pré-estabelecido. É um desporto não competitivo nem agressivo que pode ser praticado em grupo, em família e por pessoas de todas as idades que gostem de caminhar, num ritmo calmo, contemplar a na-tureza e conhecer melhor o ambiente que os rodeia.Tendo como principal objetivo a descoberta e o contacto com a natureza, o pedestrianismo ébom para combater o stress do quotidiano e ao mesmo tempo, manter um estilo de vida ativoe saudável. Estimula o respeito e a preservação pelo nosso património histórico, rural e natural fomentando a amizade e o conhecimento cultural através do contacto com outras gentes, costumes e tradições. Para facilitar esta prática foram criados os percursos pe- destres sinalizados que têm por finalidade conduzir os praticantes que os percorrem de forma que estes não se percam.O percurso de Cabrela está classificado como de "Pequena Rota" (PR) e a sua sinalização inclui postes direcionais com a sinalética normalizada adotada internacionalmente e pela Federação Portu- guesa de Campismo, e painéis informativos de início de percurso. Os folhetos encontram-se disponíveis através do site: www.cm-montemornovo.pt/natura/cabrela.htmPartida: Largo Dr. Pascoal Coelho (Cabrela) - 9:30H;Chegada Prevista: Parque de Merendas (Cabrela) - 13:30H;Algumas normas que não deves esquecer…- Caminha com roupas e calçado confortável e na mochila deves levarsomente o indispensável sem esquecer o chapéu e a água.-Segue apenas pelos trilhos e caminhos sinalizados-Cuidado com o gado… não te aproximes demasiado-Evita barulhos e atitudes que perturbem a paz local-Observa a fauna à distância… não perturbes os animais-Não colhas plantas… olha-as e respira-as-Não abandones o lixo… leva-o até um local apropriado-Fecha todas as cancelas que porventura tiveres de abrir-Respeita a propriedade privada… os campos têm dono-Não faças lume-Deves ser afável com os habitantes locaisConvidamos toda a comunidade escolar a realizar o percurso de Cabrela contando des-de já com o apoio da Junta de Freguesia de Cabrela e do programa Eco-Escolas. Alda Farrica 6
  7. 7. Vida na escola - Biblioteca escolar Na BE com o Dir. da Folha de Montemor Histórias... pela Drª Isa- bel Enes Ferreira ao 7ºA - 11ºB ginaBM - Ate Geor lier de p o esia /10º Prof. C 12ºC e 10ºB—Cooperação 7
  8. 8. Vida na escola - Biblioteca escolar/ PTE A Segurança na Internet A Internet é uma vasta rede global que oferece um vasto conjunto deserviços: informações diversas ( notícias, tempo, desporto, bolsa de valores,espetáculos, enciclopédias, horários e tarifas de transportes…); permite efe-tuar transações, fazer reservas de transportes e de espetáculos, operaçõesbancárias, compras, etc.; possibilita uma comunicação fácil e rápida e par-tilha de materiais (correio eletrónico, redes sociais, chats…), pode funcionarcomo instrumento educativo e recreativo, podendo os utilizadores aprendervirtualmente qualquer tema, participar em cursos à distância, visitar um mu-seu, jogar com outros ou com o próprio computador, etc. Se a utilização dainternet proporciona muitas vantagens, também comporta determinados ris-cos. As crianças e os jovens devido à sua natureza influenciável, confiante e curiosa estão entreos utilizadores que poderão ser alvo de intenções menos sérias e perigosas. Com o objetivo depromover uma utilização esclarecida, crítica e segura da Internet, quer pelas crianças e jovens,quer pelas famílias, trabalhadores e cidadãos no geral existem várias organizações e programas.Destacamos o portal da SeguraNet, http://www.seguranet.pt/blog/ que propõe um conjunto de in-formações e atividades muito interessantes com vários destinatários, alunos, professores, escolae pais. Realçando a importância que esta temática tem vindo a registar na promoção e conscienci-alização pública da utilização segura da Internet surgiu, nos últimos anos, a comemoração do dia /semana da Internet segura. Este ano foram escolhidos o dia 7 de fevereiro e a semana de 6 a 10de fevereiro para a assinalar. Na Biblioteca, este dia/semana foi assinalado com o visionamentodo filme “A rede” com os alunos da professora Fátima Saltão do CP de IG e APPS e posterior-mente existiram três sessões de reflexão sobre a segurança na internet a partir de um documen-tário designado “Hackers: Anjos & Demónios”. As turmas envolvidas foram as do 9º ano e o CEFcom os professores Tânia Tavares, José Morato e Gonçalo Roxo. Com o 7ºA, as professorasAdelina Fonseca e Tânia Tavares promoveram a realização de panfletos alertando para uma utili-zação segura da internet, que se apresentam a seguir. AF 8
  9. 9. Vida na escola - Biblioteca escolar/ PTE s anto ro S Ped 9
  10. 10. Vida na escola Olimpíadas da Biologia. As VI OIAB (VI edição das Olimpíadas Ibero americanas de Biologia) irão realizar- se este ano, em Cascais entre 3 e 7 de Setembro com a organização da Ordem dos Biólogos e Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica. Esta prestigiada competição envolve dezenas de milhares de estudantes de Biologia, entre os 15 e os 19 anos, de todos os países ibero- americanos: Argentina, Bolívia, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Chile, Cuba, Equador, El Salvador, Espanha, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Rep. Dominicana, Uruguai e Venezuela. Os 4 melhores concorrentes irão represen- tar Portugal nesta competição. A escola está a participar nas olimpíadas Nacionais de Biologia com 15 alunos do 9º ano e 22 do 11º e 12º anos. Esperamos o resultado da primeira fase. Boa sorte. Sem (comentários sobre) o acordo ortográficoA primeira alteraçãooficial da escrita dalíngua portuguesaocorreu em 1911 pelaque ficou conhecidapor Reforma Ortográ-fica de 1911, tendoocorrido depois, maiscinco outras altera-ções.E antes? Méthodo João de Deus, 1909 Cartilha Maternal,“O magisterio é de sua natureza offício de abnegação e de paciência. O mestre que se ira,corrompe o coração do alumno. E se o alumno, pela sua tenra edade, é incapaz de apprenderregras e de as applicar, então a sua presença na escola apenas attesta a ignorância dospaes, e a incúria da auctoridade.”Reconhece alguma diferença para a ortografia atual? 10 Alcides Dias
  11. 11. Vida na escola Gostas de mim? 14/02/2012 Sim Não Mais ou menos Não! As raparigas são parvas e manientas e são burras. Quero ser livre e gosto dos meus amigos e de jogar à bola e não quero passar um intervalo contigo no mesmo sí- tio, que seca. És chata e nunca me deixas copiar os teus trabalhos de casa. E quando a ‘stora perguntou quem é que tinha empurrado o Eduardo tu disseste que fui eu! Traí- ste-me! E quando te peço para me dares um bocado do teu lanche só me dás um bo- cadinho, muito pequeno. És feia e não gosto de ti e nunca gostarei. 14/02/2022Luísa,As raparigas são parvas e manientas e muitas vezes burras. Mas tu não.És das pessoas mais espertas que conheço e és tão simples e modesta.És a minha melhor amiga e é contigo que quero passar o tempo, todas as horas de to-dos os dias. Sabes o que é melhor para mim e aconselhas-me sempre. Tens um cora-ção de ouro e fazes de mim uma melhor pessoa. Além disso, partilhas sempre. Partilhastudo, partilhas lanches e ideias e o teu amor todo. Sempre gostei de ti, por mais que omeu “eu” criança tentasse negar. Por isso, em resposta à tua pergunta de há já 10 anos,a resposta é sim.PS: não és “feia”. Lua de adoçante 11
  12. 12. Vida na escola História de uma professora de português apaixonada por um ponto final Estava eu a pensar com os meus pronomes, quando por mim passou um ponto finalcheio de predicados. Os meus batimentos cardinais começaram a exclamar-se de amor. Os meus pronomes queriam interrogá-lo, o meu coração queria dizer-lhe todos os deter-minantes. Já começava a pensar só no plural e não no singular, queria conhecê-lo e quem sabe ter-mos momentos possessivos comuns e fazer as reticências plurais. Mas, no meio de tantas vírgulas, perdi o meu ponto final, procurei-o em todos os artigosque conhecia, mas nem um único sinal. Já estava a entrar no campo lexical … queria encontrá-lo, dizer-lhe as mais perfeitas me-táforas. Mas tudo isto não passava de uma hipérbole em relação a um ponto final. Foi então que ele me encontrou e os advérbios me cantou. Deixei as aspas e os parênte-sis de lado e beijei-o cheia de anáforas, a partir dessa gramática vivemos felizes para reticên-cias, adjetivos e plurais. Andreza Ratão, 10º B É verdade, quando se ama é algo intenso e por vezes difícil de aguentar e por acaso, sempre me aguentei. Porque sempre acreditei no “para sem- pre” mesmo que na maior parte das his tórias não haja um. Sempre fui persistente e sou alguém que sempre guardou aquelas palavras especiais para os melhores momentos. E mes- mo assim, o silêncio que eu transmito, tem uma voz ainda mais alta onde é capaz de dizer tudo com um simples sorriso. E isto graças a quem? A ti, Amor. Espero que estejas contente por me estares a matar desta forma. E, só sei que quan- do eu estiver perto de ti mato a Saudade com um beijo bem certeiro. Não duvides. António Marques, 12º FMinha querida orelha…(…) Ainda que tenha a noção de que o nosso encontro é breve, ficar-me-ás para sempre nocoração (isto é, se eu tivesse algum), pois nada impede que durante um passeio do humanoque te suporta, num momento de maior fraqueza, eu perca as minhas forças e me separe deti. Ficando sozinho, desterrado, abandonado, imóvel no meio da calçada ou num enorme cen-tro comercial. Ai orelha… Ai orelha! Como posso eu descrever o meu amor por ti? Pois, ne-nhuma palavra de qualquer língua do mundo pode alguma vez descrever aquilo que eu sinto!Mas tento, tu és tudo para mim. Mesmo que as trevas cheguem, é a tua memória que irá con-servar a minha sanidade. Amo-te Assinado: Brinco Esquerdo Miguel Loureiro,11ºB 12
  13. 13. Vida na escola Dia de S. ValentimTão estranha a forma de amar,Amamos e sentimos ciúmes,Ciúmes inúteis, muitas vezes inconvenientes.Amamos e sentimos medo,Um medo de um dia ficar só, um medo de que a pessoa amada siga viagem sem lhe presen-tear uma passagem para o mesmo lugar.Amamos e sentimos raiva,Raiva de não sermos entendidos, como se a pessoa amada tivesse a obrigação de ter o domda premonição e nos pudesse compreender, pelo menos naquele momento em que estamosmais tristes.Amamos e sentimos muitas vezes rejeição,Pelo simples facto de não ser notado o novo corte de cabelo, a nova roupa.Amamos e tornamo-nos loucos,Loucos pela felicidade a dois, que se transforma num mundo colorido.Loucos pela vida, como se o hoje fosse um dos dias dos milhões que ainda viveremos.Tão estranha a forma de amar,Somos muitos em um só, muitos sentimentos, muitos desejos, muitos planos...Não quero dominar o amor, quero que o amor nos domine.Pois amor que é AMOR é tudo, é certeza, é companhia, éamizade, é paixão, é eterno.Tão estranha esta forma de amar,Que me perco até nos versos mais simples de um poema,Pois há tantas formas de se escrever sobre o amor, algumassimples outras complexas,Mas todas com o mesmo sentido,Que o amor tudo supera. Alexandra Ferreira, 12º FAmor da agulha para o dedalDedal, eu quando te vejo esqueço-me de tudo o que existe à minha volta.Se estou no trabalho sem ti, só penso na falta que me fazes.Hoje, saí do trabalho e fui dar uma volta pela cidade. Como não foste trabalhar, fui à tua procu-ra no cesto da costura.E lá estavas tu! Andavas no meio das linhas, dos botões e dos tecidos.Quando te vi fiquei tão contente, e logo ali nos abraçámos.Gostava de repetir-te uma coisa: “ GOSTO MUITO DE TI” e nunca te picarei, mas posso fazer-te uma capinha, que achas? É verdade que a tua cobertura de ferro, não me deixa magoar-tee me ajuda muito com os tecidos pesados. Meu dedalinho querido, obrigada pela tua força, foipor isso que me apaixonei por ti, por essa força sobrenatural, que me seduz a todas as horas.Contigo sinto-me protegida do mundo que existe para lá do cesto da costura. Posso pareceruma agulha desesperada por te fazer esta declaração, mas o meu pequeno coração já estavaa transbordar de tantos sentimentos, não aguentava mais, meu dedal.Olha dedal, eu sou uma agulha pequenina, uma simples agulha de coser, não sou fina nemeducada como as agulhas de croché ou de tricô mas garanto-te que na caixa da costura sou apreferida, até já cosi os botões do vestido de uma noiva, ouviste?E, se quiseres, também faço o teu fato de noivo e o meu vestido de noiva. Ana Rita Constantino, 10º E 13
  14. 14. Vida na escola Lápis para folha de papelMinha querida folha de papel, desde que te conheci e escrevi sobre ti, que não sais do meupensamento, não consigo esquecer a tua suavidade e a tua brilhante cor branca. Espero vol-tar a ver-te brevemente e a poder escrever-te, pois atrevo-me a dizer que estou apaixonadopor ti e que diante de todas as folhas que escrevo todos os dias, foste tu quem eu escolhi paraser minha, és tu que brilhas nos meus olhos e que ocupas omeu coração. Espero que o meu amor por ti seja correspondi-do e que te declares a mim também, pois sem ti não sou nin-guém, não consigo escrever, não consigo viver, não consigoamar… Amo-te minha querida folha de papel és a folha daminha vida, a princesa do meu escritório e a estrela domeu coração. Espero que não caias em tentação e não teapaixones por nenhum outro lápis, pois eu sou quem te podefazer feliz. Se quando nos encontrarmos de novo eu ficar umpouco sem cor, é porque quando estou perto de ti, toda a minaque se encontra no meu interior treme e enfraquece, tens opoder de me deixar louco. Brevemente voltaremos a conver-sar, pois não consigo passar muito tempo sem te sentir, umbeijo deste lápis que te ama. Rúben Martins, 10º D Amor de mesa para cadeiraMinha quatro perninhas,Quando te encostas a mim o meu coração pára, parece que tudo o resto deixa de existir, so-mos apenas tu e eu, uma mesa e uma cadeira apaixonadas.Ambas sabemos que não és uma cadeira qualquer, a tua estrutura, a tua cor, a forma como teencostas a mim, faz-me só querer-te a ti.És só minha, pertences-me, és a única que quando acordo está lá, a mesma de sempre, a úni-ca que amo. Amo as tuas nódoas no assento, a tua cor azul esverdeada, o modo como te ar-rastam para junto de mim.Quem me dera ter braços para quando te levam para longe te poder trazer para mais perto, terboca para te poder beijar e pernas para fugir contigo, é esse o meu grande sonho minha queri-da cadeirinha.Desculpa os meus ciúmes, mas não suporto quando te agarram, quando se sentam em cimade ti, tudo isso me faz lembrar o quanto este amor é impossível…Nunca deixes que te levem para longe de mim, não aguentaria ver-te partir sem fazer nada, ésa única cadeira que me faz sentir assim doida da vida. E tu sabes lá o que é a vida de uma me-sa!Lembras-te das nossas noites? Tão silenciosas e em simultâneo tão intensas! Não precisamosfalar, basta-me o teu silêncio para rapidamente sentir a nossa atracção.Minha cadeira fofinha, como eu te amo!Quando te empurram para baixo de mim sinto um arrepio enorme, essa tua elegância deixa-medoida, as tuas pernas magníficas põem-me doente. Só queria poder-me transformar em huma-no para me poder sentar sobre o teu assento que parece ser tão fofinho e confortável, meu do-cinho de côco!Posso fazer-te pensar que sou uma mesa tresloucada, mas desde que entraste nesta sala rou-baste-me o coração. Sempre que te vejo perco a força nas pernas e se te mudam de lugar tudodeixa de ter sentido.Por isso aqui vai: Amo-te, nunca saias de junto de mim. Daniela Lopes , 10º E 14
  15. 15. Vida na escola O amor é extraordinário, infinito, irrefreável... Não é só sentimento, mas também toda a acção que me envolve… todas as mudanças físicas e psicológicas que me rodeiam... É de me sentir completo por alguns segundos, e totalmente vazio segundos depois, ser al- guém, pouco depois não saber quem sou, se sou... É esperar sem- pre, esperar uma carta, uma mensagem, um telefonema, um cari- nho, um abraço, um beijo, uma presença de quem mais desejo... Eu posso não olhar para o relógio, mas conto cada segundo deses- perado sem ela, e quando chega nada mais importa, o relógio não existe, mas se existisse seria inútil… As outras pessoas, quem são elas? Ninguém. Nem eu mesmo existo, apenas ela... Nenhum outro som é audível senão o das palavras dela... Nenhum outro senti- mento chega perto de mim, senão o sentimento dela, e nenhum ou- tro sentimento importa, pois o que tenho no peito está a partir-semesmo sem eu perceber... Pois nada percebo, nem mesmo a explosão no peito, nem mesmosei se é mesmo no peito que está o coração, às vezes sinto-o no joelho, às vezes só o ouçobater sem senti-lo... O amor não é envolver-se com a pessoa perfeita, mas sim a dos nossos sonhos… Oamor só é lindo quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemosser… Encara a outra pessoa de forma sincera e real… Anónimo História da máquina de escrever que se apaixonou por uma folha de papel Mais um dia de trabalho. Inúmeras folhas passam por mim. Sinto-me desgastada. Sinto-me usa-da. Em vinte anos de trabalho só conheci duas mãos. As mesmas mãos fugazes mas cuidadosas.Dou-lhes mais valor que a qualquer das folhas que por mim foram preenchidas. Pelo menos até ontem. Foram cento e cinquenta e nove as folhas em que trabalhei ontem. Um educado “bom dia” a todaselas. Um “amo-te” a uma delas. O dia ainda ia a meio, quando a vi. Igual às outras mas, de algum modo, mais bela ainda. Aproxi-mou-se, como todas as outras, mas tinha algo de diferente, pelo menos foi diferente o sentimento queem mim provocou. A cada linha de contato entre nós, maior era a vontade de falar com ela. E fi-lo. - Era isto que querias? - Desculpa...? - Era isto que querias? Ser mais uma de tantas folhas que completam a obra de um escritor comoo meu chefe? - Não. Eu queria ser amada. – Encravei quando mo disse. Tentei parar o tempo, encravando. Ten-tei ter tempo para amá-la. Consegui-o durante uma hora. A única hora, em vinte anos, em que fui feliz.Descobri o amor. O impossível. Estavam-se a acabar as linhas. Estava-se a acabar o tempo. Descobri um novo sentimento: pâni-co. Foram cinquenta as linhas do nosso amor. - Chegou a hora.- disse ela. - Amo-te e até amanhã. – disse na esperança de a reencontrar no dia seguinte. O que não acon-teceu. Hoje foi só o início da tristeza. Chorei e a minha tinta secou. O meu chefe fartou-se de mim e es-tou agora a ser substituída por um moderno computador. Inês Pais Monteiro, 10ºC 15
  16. 16. Concurso 16
  17. 17. Espaço alunoSenso Comum versus Bom SensoSenso comum e bom senso. Duas expressões vulgares mas talvez não tão conhecidas. Al-guma vez se questionaram se o seu significado é comum ou se, pelo contrário, são total-mente distintas? Confesso, esta questão também nunca me tinha ocorrido até ter surgidonuma aula de Psicologia, em que estudávamos algumas teorias da inteligência. A teoria emquestão, era a teoria triárquica da inteligência proposta por Sternberg, assim denominadapor se dividir em três inteligências: a componencial, a experiencial e a contextual. A última,“designa a capacidade de adaptação ao contexto sociocultural” e é “o tipo de inteligênciapróprio das pessoas com uma assinalável dose de senso comum”. A professora achou quea expressão “senso comum” não era a mais correta, sugerindo a expressão “bom senso”por acreditar serem coisas distintas.Esta observação deixou-me intrigada. Fui pesquisar sobre as suas definições e deixo-vosum resumo do que encontrei: Senso comum: é um tipo de conhecimento ou saber usado no quotidiano, partilhado de geração em geração e baseia-se na tentativa e erro; engloba costumes, hábitos, tradições, normas, éticas e tudo aquilo que nos é necessário para viver bem; não é necessário que exista um parecer científico para que se comprove o que é dito e cos- tuma ser utilizado antes de se saber se vamos obter o resultado desejado; Exemplo da sua utilização: Quando queremos atravessar a passadeira, olhamos para a direita e para esquerda e decidimos se é ou não possível atravessar, agimos medi- ante o senso comum e não com base em factos científicos, no cálculo da velocidade média, da distância ou o atrito que o carro exerce sobre o solo. Bom senso: é muitas vezes confundido com a ideia de senso comum sendo, no entan- to, o seu oposto (o senso comum pode, por vezes, refletir uma opinião errada e pre- conceituosa sobre determinado assunto, enquanto que o bom senso é atribuído à ideia de sensatez, equilíbrio e capacidade intuitiva de distinguir a melhor conduta em determinadas situações); para Aristóteles, o bom senso é o “elemento central da con- duta ética, uma capacidade virtuosa de achar o meio-termo e distinguir a ação corre- ta”.Assim, senso comum e bom senso são duas expressões com significados opostos. O sen-so comum designa o saber e conhecimento geral, usado no quotidiano, que pode ou nãoestar comprovado cientificamente e costuma ser associado à sabedoria de vida das pesso-as mais idosas que vão sendo transmitidas às gerações futuras. O bom senso denomina adecisão ou resposta sensata e equilibrada, dada numa determinada situação. Joana Serrão 12º C 17
  18. 18. Espaço aluno - professor T R A B A L H O S D O S A L U N O S EDUCAÇÃO VISUAL DO 9ºA e B :“CADAVRE EXQUIS” – TRABALHO DE GRUPOMATERIAIS: CERAS E PASTEL DE ÓLEO SOBRE CARTOLINAO QUE É A TÉCNICA DO “CADAVRE EXQUIS” (CADÁVER ESQUISITO)- Técnica gráfica,também utilizada na escrita literária, adotada por artistas surrealistas (séc. XX) para criar alivre associação de imagens fora de um contexto habitual. É um jogo gráfico sobre papeldobrado. Consiste na realização de um desenho coletivo, sem que nenhum dos interveni-entes saiba o que fizeram os outros, aproveitando apenas traços de ligação (pistas) deixa-dos sobre o papel. No final, juntando todos os desenhos através dos pontos de ligação, ve-rifica-se, a relação inesperada entre as figuras desenhadas. Os alunos de Educação Visualdo 9º A e 9ºB, utilizaram esta técnica para a realização deste trabalho de grupo, com aProf. Teresa Paixão. Foi interessante. 9 º A e 9 º B . Teresa Paixão 18
  19. 19. Espaço aluno - professorARTES: DESENHO A e OFICINA DE ARTES - Curso de ArtesFicam aqui alguns trabalhos realizados pelos alunos do Curso de Artes: trabalhos em telaexecutados com conceitos do Movimento Cubista (séc. XX) e decorações para o Baile deFinalistas, cuja inspiração foi “a noite”, decorações realizadas com o conceito eco-escola,onde a reciclagem esteve presente. O trabalho implicou muito empenho e investimento dosalunos na concretização de um projeto difícil, dadas as dimensões do local e os escassosrecursos. Estão de parabéns alunos! Alguns dos trabalhos estão patentes na exposição daDREA, em Évora, até 5 de Março. Teresa Paixão 19
  20. 20. Espaço aluno - professorFotos da preparação e decoração do BAILE DE FINALISTAS pelos alunos de artes do12ºE em Oficina de Artes - tudo realizado com muita dedicação dos alunos desta turmaque, em apenas um mês e sem grande apoio nos materiais, conseguiram fazermaravilhas. Estão de parabéns, André, Carina, Daniel, Maria Polónia, Mariana, Melanie,Miguel , Sara e Ricardo. 20
  21. 21. Espaço professor / alunoPEGADA ECOLÓGICATodas as nossas atitudes, mesmo as que temos nas nossas casas, têm efeitos, seja em VendasNovas, seja do outro lado do mundo. Acreditem! Tudo está interligado, coisas, pessoas, matéria,energia, água, terra, enfim, tudo. E nós somos simplesmente parte integrante e indissociáveldesse todo, a que podemos designar de planeta Terra.A sociedade atual está marcada pelo uso excessivo de recursos naturais, um consumismo exa-gerado e uma produção em massa de resíduos aumentando a cada dia que passa o nosso im-pacto.A Pegada Ecológica foi criada em 1996 pelos especialistas William Rees e Mathis Wackernagelpara nos ajudar a perceber a quantidade de recursos naturais que utilizamos para suportar onosso estilo de vida, onde se inclui a cidade e a casa onde moramos, os móveis que temos, asroupas que usamos, o transporte que utilizamos, o que comemos, o que fazemos nas horas delazer, os produtos que compramos, entre outros.A Pegada Ecológica não procura ser uma medida exata mas sim uma estimativa do impacto queo nosso estilo de vida tem sobre o Planeta, permitindo avaliar até que ponto a nossa forma deviver está de acordo com a sua capacidade de disponibilizar e renovar os seus recursos natu-rais, assim como absorver os resíduos e os poluentes que geramos ao longo dos anos.O questionário que se segue fornece-nos pistas para diminuir o nosso impacto no planeta, é sóvermos para cada item a resposta que tem menos pontuação. Isaura Torres 21
  22. 22. Espaço professor / aluno 22
  23. 23. Espaço professor / aluno EntretenimentoAurora Costa, Alcides Dias 23
  24. 24. EntretenimentoAlcides Dias 24
  25. 25. EntretenimentoSolução do nº anterior Ficha Técnica Design gráfico Equipa Geração XXI BE Adelina Fonseca Alda Farrica Edição Isaura Torres Margarida Agostinho Biblioteca Escolar Céu Baptista Escola Secundária de Vendas Novas Sofia Nascimento Tânia Tavares Joana Serrão 12º C Colaboradores Equipa Eco-escolas Equipa Biblioteca Escolar Clube de Poesia e Reflexão Filosófica Maria José Rodrigues Teresa Paixão Alcides Dias Aurora Costa 25

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