UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – UPE NÚCLEO DE ESTUDOS A DISTÂNCIA – NEAD FACULDADE DE CIÊNCIAS, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA - FACET...
JOSÉ ADEILDO DE LIMA FILHO VISÕES DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO ACERCA DA ABORDAGEM CRIACIONISTA NAS AULAS SOBRE EVOLUÇÃO...
<ul><li>SUMÁRIO </li></ul><ul><li>1. INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li>1.1. JUSTIFICATIVA </li></ul><ul><li>1.2. OBJETO DE ESTU...
<ul><li>1.1. JUSTIFICATIVA </li></ul><ul><li>Levando em consideração a crescente investida criacionista em tornar obrigató...
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<ul><li>EDWARDS, K. J. R.  A evolução na biologia moderna.  São Paulo: EPU, 1980. </li></ul><ul><li>FISCHMANN, Roseli.  Cr...
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<ul><li>7. BIBLIOGRAFIAS </li></ul><ul><li>ASIMOV, Isaac.  A ameaça do criacionismo. Sociedade da Terra Redonda – Atheos. ...
<ul><li>FONSECA, Alexandre Brasil. Estado e ensino religioso. Jornal Comciência. Disponível em:  http://www.comciencia.br/...
APÊNDICE UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – UPE FACULDADE DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE GARANHUNS – FFPG CURSO DE LICENCIATURA E...
 
 
 
 
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2.a atividade prática viii

  1. 1. UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – UPE NÚCLEO DE ESTUDOS A DISTÂNCIA – NEAD FACULDADE DE CIÊNCIAS, EDUCAÇÃO E TECNOLOGIA - FACETEG UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA – UEPB VISÕES DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO ACERCA DA ABORDAGEM CRIACIONISTA NAS AULAS SOBRE EVOLUÇÃO BIOLÓGICA EM ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE – PB Campina Grande – PB 2010
  2. 2. JOSÉ ADEILDO DE LIMA FILHO VISÕES DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO ACERCA DA ABORDAGEM CRIACIONISTA NAS AULAS SOBRE EVOLUÇÃO BIOLÓGICA EM ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE – PB Projeto apresentado à Disciplina de Trabalho de Conclusão de Curso como requisito básico a conclusão do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas a Distância. Orientador: Prof. Severino José Bezerra Filho Campina Grande – PB 2010
  3. 3. <ul><li>SUMÁRIO </li></ul><ul><li>1. INTRODUÇÃO </li></ul><ul><li>1.1. JUSTIFICATIVA </li></ul><ul><li>1.2. OBJETO DE ESTUDO </li></ul><ul><li>1.3. OBJETIVOS </li></ul><ul><li>1.3.1. GERAL </li></ul><ul><li>1.3.2. ESPECÍFICOS </li></ul><ul><li>1.4.PROBLEMÁTICA DA PESQUISA </li></ul><ul><li>1.5. HIPÓTESES </li></ul><ul><li>2. METODOLOGIA </li></ul><ul><li>2.1. MÉTODO OPERACIONAL </li></ul><ul><li>2.2. COLETA DE DADOS </li></ul><ul><li>3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA </li></ul><ul><li>4. RESULTADOS </li></ul><ul><li>5. CONCLUSÃO </li></ul><ul><li>6. REFERÊNCIA </li></ul><ul><li>7. BIBLIOGRAFIAS </li></ul>
  4. 4. <ul><li>1.1. JUSTIFICATIVA </li></ul><ul><li>Levando em consideração a crescente investida criacionista em tornar obrigatório o ensino da Teoria da Criação nas aulas de Biologia no ensino médio, o presente trabalho se propõe a fazer um levantamento acerca das crenças de professores que lecionam a disciplina de Biologia em instituições de ensino médio, públicas e privadas, no município de Campina Grande, PB. </li></ul>
  5. 5. <ul><li>1.2. OBJETO DE ESTUDO </li></ul><ul><li>VISÕES DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO ACERCA DA ABORDAGEM CRIACIONISTA NAS AULAS SOBRE EVOLUÇÃO BIOLÓGICA EM ESCOLAS DO MUNICÍPIO DE CAMPINA GRANDE – PB </li></ul>
  6. 6. <ul><li>1.3. OBJETIVOS </li></ul><ul><li>1.3.1. GERAL </li></ul><ul><li>Realizar uma pesquisa com professores do ensino médio de escolas públicas e privadas do município de Campina Grande, PB, em relação as suas crenças acerca da obrigatoriedade do ensino da teoria criacionista e aulas de Biologia no ensino médio. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>1.3.2. ESPECÍFICOS </li></ul><ul><li> Realizar um levantamento quantitativo e qualitativo das crenças de professores de ensino médio sobre a obrigatoriedade do ensino do Criacionismo nas aulas de Biologia. </li></ul><ul><li> Identificar entre os professores de Biologia a aceitação ou não da Teoria Moderna da Evolução para origem da diversidade das espécies atuais. </li></ul><ul><li> Detectar se já existem escolas no município de Campina Grande, PB, que já exigem essa abordagem “alternativa” ao estudo da Evolução Biológica </li></ul>
  8. 8. <ul><li>1.4. PROBLEMÁTICA DA PESQUISA </li></ul><ul><li>Levando em consideração a crescente investida criacionista em tornar obrigatório o ensino da Teoria da Criação nas aulas de Biologia no ensino médio </li></ul>
  9. 9. <ul><li>1.5. HIPÓTESES </li></ul><ul><li> Realizar um levantamento quantitativo e qualitativo das crenças de professores de ensino médio sobre a obrigatoriedade do ensino do Criacionismo nas aulas de Biologia. </li></ul><ul><li> Identificar entre os professores de Biologia a aceitação ou não da Teoria Moderna da Evolução para origem da diversidade das espécies atuais. </li></ul><ul><li> Detectar se já existem escolas no município de Campina Grande, PB, que já exigem essa abordagem “alternativa” ao estudo da Evolução Biológica </li></ul>
  10. 10. <ul><li>2. METODOLOGIA </li></ul><ul><li>O presente projeto será desenvolvido em escolas públicas e privadas do município de Campina Grande – PB. </li></ul>
  11. 11. <ul><li>2.1. MÉTODO OPERACIONAL </li></ul><ul><li>O projeto será desenvolvido em uma única etapa em que serão aplicados os questionários contendo perguntas objetivas e subjetivas acerca de sua percepção sobre Ciência, a Teoria Neodarwinista da Evolução, a opinião sobre o ensino do Criacionismo como alternativa ao da Evolução Biológica, a possibilidade de uma intervenção da equipe técnico-gestora da escola no currículo de Biologia e qual seria o espaço ideal para se trabalhar a ideia do Criacionismo. </li></ul>
  12. 12. <ul><li>2.2. COLETA DE DADOS </li></ul><ul><li>Os dados serão coletados através de questionários conforme apresentado no apêndice. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>3. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA </li></ul><ul><li>Para a fundamentação teórica do presente trabalho foram utilizados diversas fontes de pesquisas, como livros, textos em jornais, revistas, sítios da internet onde foram coletados artigos científicos e reportagens referentes ao tema, constantes nas referências bibliográficas. </li></ul>
  14. 14. <ul><li>4. RESULTADOS </li></ul><ul><li>? </li></ul>
  15. 15. <ul><li>5. CONCLUSÃO </li></ul><ul><li>? </li></ul>
  16. 16. <ul><li>6. REFERÊNCIAS </li></ul><ul><li>BRAGA, Marco; GUERRA, Andréia; REIS, José Cláudio. Darwin e o pensamento evolucionista. São Paulo: Atual, 2003. </li></ul><ul><li>BRANCH, Glenn; SCOTT, Eugenie C. Manobras recentes do criacionismo. Revista Scientific American Brasil, Fev. 2009. </li></ul><ul><li>BRODY, David Eliot; BRODY, Arnold R. As sete maiores descobertas científicas da história. São Paulo: Companhia das Letras, 2000. </li></ul><ul><li>CASTAÑEDA, Luzia Aurélia. Caracteres adquiridos: a história de uma ideia. São Paulo: Scipione, 1997. </li></ul><ul><li>CHASSOT, Attico. A ciência através dos tempos. 2. ed. São Paulo: Moderna, 2008. </li></ul><ul><li>DAWKINS, Richard. Deus, um delírio. São Paulo: Companhia das Letras, 2007. </li></ul>
  17. 17. <ul><li>EDWARDS, K. J. R. A evolução na biologia moderna. São Paulo: EPU, 1980. </li></ul><ul><li>FISCHMANN, Roseli. Criacionismo nas escolas. Jornal O Educacionista. 28 de setembro, 2009. </li></ul><ul><li>______. Crítica ao criacionismo nas aulas de ciências. Jornal da Ciência. Disponível em: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe. jsp ?id=60560 . Acesso em: 15 dez. 2008. </li></ul><ul><li>FUTUYMA, Douglas J. Biologia evolutiva. 2. ed. Ribeirão Preto: Funpec, 2003. </li></ul><ul><li>LESHNER, Alan I. A ciência e o “desenho inteligente”. Jornal da Ciência. Disponível em: http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe. jsp ?id=29676 . Acesso em: 28 dez. 2009. </li></ul><ul><li>MEYER, Diogo; EL-HANI, Charbel Niño. Evolução: o sentido da biologia. São Paulo: UNESP, 2005. </li></ul><ul><li>PAZZA, R. Por que o criacionismo não é uma alternativa às teorias evolutivas? Projeto Evoluindo Biociência.org. 2004. Disponível em: http://biociencia.org/index. php ? option = com_content&task = view&id =63& Itemid =81 . Acesso em: 28 set. 2009. </li></ul>
  18. 18. <ul><li>RAVEN, H. Peter; EVERT, Ray F.; EICHHORN, Susan E. Biologia Vegetal. Rio de Janeiro: Guanabara koogan, 2001. </li></ul><ul><li>ROSE, Michael R. O espectro de Darwin: a teoria da evolução e suas implicações no mundo moderno. Rio de janeiro: Jorge Zahar Editor, 2000. </li></ul><ul><li>SALZANO, Francisco. O avanço da anticiência. Revista Ciência Hoje, v. 35, n. 209, out., 2004. </li></ul><ul><li>SENE, Fábio de Melo. Genética e evolução. São Paulo: EPU, 1981. </li></ul><ul><li>STEARNS, Stephen C.; HOEKSTRA, Rolf F. Evolução: uma introdução. São Paulo: Atheneu Editora, 2003. </li></ul><ul><li>TAKAHASHI, Fábio; BEDINELLI, Talita. MEC diz que criacionismo não é tema para a aula de ciências. Folha Online. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u478968.shtml . Acesso em: 13 dez. 2008. </li></ul><ul><li>TIDON, Rosana; VIEIRA, Eli. O ensino da evolução biológica: um desafio para o século XXI. Com Ciência: revista eletrônica de jornalismo científico. 2009. Disponível em: http://www.comciencia.br/comciencia/index. php ? section =8& edicao =45&id=535 Acesso em: 19 jan. 2010. </li></ul><ul><li>VIEIRA, António Bracinha. A evolução do darwinismo. Rio de Janeiro: Vieira & Lent, 2009. </li></ul>
  19. 19. <ul><li>7. BIBLIOGRAFIAS </li></ul><ul><li>ASIMOV, Isaac. A ameaça do criacionismo. Sociedade da Terra Redonda – Atheos. Disponível em: http://str.com.br/Atheos/ameaca.htm . Acesso em: 19 de janeiro de 2010. </li></ul><ul><li>CUNHA, Rodrigo. Criação versus evolução: uma disputa pelo controle da política educacional. Jornal Comciência. Disponível em: http://www.comciencia.br/200407/reportagens/04.shtml . Acesso em: 17 de maio de 2010. </li></ul><ul><li>DARWIN, Charles. A origem das espécies. Belo Horizonte: Vila Rica, 1994. </li></ul><ul><li>DESMOND, Adrian; MOORE, James. Darwin: a vida de um cientista atormentado. 3. ed. São Paulo: Geração Editorial, 2000. </li></ul><ul><li>FISCHMANN, Roseli. Escolas públicas e ensino religioso subsídios para a reflexão sobre o Estado laico, a escola pública e a proteção do direito à liberdade de crença e de culto. Jornal Comciência. Disponível em: http://www.comciencia.br/200407/reportagens/09.shtml . Acesso em: 17 de maio de 2010. </li></ul>
  20. 20. <ul><li>FONSECA, Alexandre Brasil. Estado e ensino religioso. Jornal Comciência. Disponível em: http://www.comciencia.br/200407/reportagens/11.shtml . Acesso em: 17 de maio de 2010. </li></ul><ul><li>KRASILCHIK, Myriam. Prática de ensino de biologia. 3. ed. São Paulo: Harbra, 1996. </li></ul><ul><li>PIERUCCI, Antônio Flávio. O criacionismo é fundamentalismo. O que é fundamentalismo? Jornal Comciência. Disponível em: http://www.comciencia.br/200407/reportagens/12.shtml . Acesso em: 17 de maio de 2010. </li></ul><ul><li>MARTINS, Maurício Vieira. O criacionismo chega às escolas do Rio de Janeiro: uma abordagem sociológica. Jornal Comciência. Disponível em: http://www.comciencia.br/200407/reportagens/10.shtml . Acesso em: 17 de maio 2010. </li></ul><ul><li>MENEZES, Adriana. Rio e Bahia são os únicos no ensino público confessional, mas educadores criticam. Jornal Comciência. Disponível em: http://www.comciencia.br/200407/reportagens/03.shtml . Acesso em: 17 de maio de 2010. </li></ul><ul><li>SOUZA, Sandro. A goleada de Darwin. Rio de Janeiro: Record, 2009. </li></ul><ul><li>TAIT, Márcia. O ensino religioso ameaça o conhecimento científico? Jornal Comciência. Disponível em: http://www.comciencia.br/200407/reportagens/02.shtml . Acesso em: 17 de maio de 2010. </li></ul>
  21. 21. APÊNDICE UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO – UPE FACULDADE DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE GARANHUNS – FFPG CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS QUESTIONÁRIO

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