Aos Efésios ontem, aos
brasilienses hoje!
EBD, PIB Guará, 18/01/2015
Disponível em http://www.slideshare.com/adautos
O ENCHIMENTO DO ESPÍRITO E A
MISSÃO DO CRISTÃO
DATA TEMA (Efésios 5:18) PROFESSOR
28/DEZ
CONTEXTO DA MENSAGEM: os costumes...
2 citações pertinentes
Efésios 4 : 11-13
“Uma cidade é construída por diferentes tipos de
homens, pessoas iguais não podem...
Mapa do Reino da Lídia na antiguidade -
localização de Éfeso na Anatólia
Coordenadas 37° 56' 23" N 27° 20' 55" E
País Turq...
Ruínas do teatro grego de Éfeso x
Eixão do Lazer
Biblioteca de Celso, em Éfeso x
Biblioteca Nacional de Brasília
Nove musas
Musa Significado do nome Arte ou Ciência
Representação
(Atributo)
Calíope Bela voz Eloquência Tabuleta e buril
...
Há quem afirme serem nove as musas. Que erro!
Pois não vêem que Safo de Lesbos é a décima? — Platão
“Conta-me, musa, a his...
Games e Mitos
• No jogo Mortal Kombat: Armageddon, Motaro e toda
sua raça de Centauros foram atingidos por uma
antiga mald...
• A série de jogos Diablo exibe sátiros (sob o
nome de Goatmen - "Homens-Bode") como
poderosos inimigos mano-a-mano, retra...
• No jogo Age of Mythology, os sátiros são
unidades que atiram lanças.
• Na Saga Percy Jackson e os Olimpianos, o
personag...
Mosaico de um sátiro, encontrada em uma vila
em Genazzano. Período antonino 138-192 d.C.
PENSAR 2 VEZES; OUVIR 2 VEZES,
FALAR SÓ UMA VEZ (Mateus 5:37)!
“Nós conhecemos muito bem o conceito de ‘pensar duas vezes’...
Escola Bíblica Dinâmica
Apocalipse – Capítulo 2
• 1 Ao anjo da igreja em Éfeso escreve: Estas coisas
diz aquele que conserva na mão direita as set...
• 4 Tenho, porém, contra ti que abandonaste o
teu primeiro amor.
• 5 Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende-
te e volt...
Aplicação
RESULTADO DA PLENITUDE: o Fruto do Espírito -
sujeição da mente, vontade, corpo, tempo,
escolhas. Entrega total ...
Aplicação
• Efésios - Estudando, cantando, orando,
adorando, cultuando... Só isso?
• Como aplicar os ensinos e admoestaçõe...
Análise SWOT
PIB GUARÁ
Bibliografia
(sugestão para leitura complementar)
• Feitosa, Darlyson – Hiper-Religiosidade Contemporânea, São
Leopoldo-RS...
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Contextualizando o conteúdo da Carta do Apóstolo Paulo aos Efésios à realidade da cristandade no mundo contemporâneo.

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  • http://scriptures.lds.org/pt/biblephotos/31
  • Localização na Turquia Coordenadas 37° 56' 23" N 27° 20' 55" E País  Turquia Província Esmirna Dados históricos Império Romano
  • As ruínas do teatro grego de Éfeso, onde o Apóstolo Paulo pregou. Na época do Novo Testamento, Éfeso ficou famosa em todo o mundo conhecido devido ao magnífico templo construído em honra a Diana, deusa pagã romana. Hoje em ruínas, Éfeso foi, certa vez, a capital da província romana da Ásia e um grande centro comercial. Os ourives de prata da cidade desenvolveram um negócio lucrativo vendendo imagens de Diana.
    Eventos importantes: O Apóstolo Paulo visitou Éfeso quase que ao final de sua segunda viagem missionária (Atos 18:18–19). Em sua terceira viagem, ele permaneceu na cidade por dois anos. Ele foi obrigado a abandonar a cidade devido ao grande alvoroço causado pelos ourives de prata que estavam tendo prejuízo com as pregações de Paulo contra a adoração da falsa deusa Diana (Atos 19:1, 10, 23–41; 20:1). O teatro de Éfeso foi o maior construído pelos gregos e o lugar onde os companheiros de Paulo enfrentaram uma turba (Atos 19:29–31). Paulo escreveu uma epístola aos membros da Igreja de Éfeso durante seu cativeiro em Roma. Um dos sete ramos da Igreja na Ásia aos quais se dirige o livro de Apocalipse, localizava-se em Éfeso (Apoc. 1:10–11; 2:1).
    Na “História da Igreja Cristã” houve necessidade de institucionalização da Igreja.
    “A perda de autoridade apostólica fez com que se realizassem eleições de novos dirigentes. Os fundadores da igreja, Pedro, Paulo, Tiago, o irmão do Senhor, e João, o último dos apóstolos, haviam morrido sem deixarem homens iguais a eles, com a mesma capacidade que eles possuíam. Depois da morte dos apóstolos Pedro e Paulo, num período de cerca de cinquenta anos, a História da Igreja tem suas páginas em branco. As realizações de homens como Timóteo, Tito e Apolo são desconhecidas. Entretanto, na geração seguinte, surgem novos nomes como bispos com autoridade sobre várias dioceses.
    O crescimento e a expansão da igreja foi a causa da organização e da disciplina. Enquanto as igrejas estavam dentro dos limites que tornavam possível receber a visita dos apóstolos, poucas autoridades eram necessárias. Porém, quando a igreja se expandiu para além dos limites do Império Romano, chegando até às fronteiras da índia, abarcando muitas nações e raças, então se julgou necessária a autoridade de um dirigente para suas diferentes secções.
    A perseguição — um perigo comum — aproximou as igrejas umas das outras e exerceu influência para que elas se unissem e se organizassem. Quando os poderes do Estado se levantavam contra a igreja, sentia-se, então, a necessidade de uma direção eficiente. Apareciam, pois, os dirigentes para a ocasião. Essa situação durou sete gerações e fez com que a forma de governo se estabelecesse em caráter permanente. A aparição de seitas e heresias na igreja impôs, também, a necessidade de se estabelecerem alguns artigos de fé, e, com eles, algumas autoridades para executá-los. Veremos, neste capítulo, algumas divisões de caráter doutrinário que ameaçaram a existência da própria igreja. Notaremos, também, como as controvérsias sobre elas suscitaram o imperativo disciplinar para se impor aos herejes e manter a unidade da fé.
    Ao inquirir-se por que foi adotada essa forma de governo, isto é, um governo hierárquico, em lugar de um governo exercido por um ministério em condições da igualdade, descobrimos que, por analogia, o sistema de governo imperial serviu de modelo usado no desenvolvimento da igreja. O Cristianismo não se iniciou em uma república na qual os cidadãos escolhiam os governantes, mas surgiu em um império governado por autoridades. Eis por que quando era necessário algum go verno para a igreja, surgia a forma autocrática, isto é, o governo de bispos, aos quais a igreja se submetia, por estar acostumada à mesma forma de governo do Estado.
    Convém notar que durante todo o período que estamos considerando, nenhum bispo reclamou para si a autoridade de bispo universal — autoridade sobre outros bispos — como mais tarde o fez o bispo de Roma.”
    Fonte: http://portalconservador.com/livros/Jesse-Lyman-Hurlbut-Historia-da-Igreja-Crista.pdf
    http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89feso
    No livro “História da Igreja Cristã”, de Jesse Lyman Hulburt (disponível em http://portalconservador.com/livros/Jesse-Lyman-Hurlbut-Historia-da-Igreja-Crista.pdf ), consta o seguinte:
    “Na queda de Jerusalém morreram poucos cristãos; quiçá, nenhum. Atentos às declarações proféticas de Cristo, os cristãos foram admoestados e escaparam da cidade ameaçada; refugiaram-se em Pela, no Vale do Jordão. Entretanto, o efeito produzido na igreja, pela destruição da cidade foi que pôs fim, para sempre, nas relações entre o Judaísmo e o Cristianismo. Até então, a igreja era considerada pelo governo romano e pelo povo, em geral, como um ramo da religião judaica. Mas, dali por diante judeus e cristãos separaram-se definitivamente. Um pequeno grupo de judeus-cristãos ainda perseverou durante dois séculos, porém em número sempre decrescente. Esse grupo eram os ebionitas, somente reconhecidos pela igreja no sentido geral, porém desprezados e apontados como apóstatas, pelos judeus, gente da sua própria raça.
    Cerca do ano 90, o cruel e indigno imperador Domiciano iniciou a segunda perseguição imperial aos cristãos. Durante esses dias, milhares de cristãos foram mortos, especialmente em Roma e em toda a Itália. Entretanto, essa perseguição, como a de Nero, foi esporádica, local e não se estendeu a todo o império. Nessa época, João, o último dos apóstolos, que vivia na cidade de Éfeso, foi preso e exilado na ilha de Patmos, no Mar Egeu. Foi em Patmos que João recebeu a revelação que compõe o livro do Apocalipse, o último do Novo Testamento. Muitos eruditos, entretanto, afirmam que foi escrito mais cedo, isto é, provavelmente no ano 69, pouco depois da morte de Nero. É provável que João tenha morrido em Éfeso por volta do ano 100.
    Foi durante esse período que se escreveram os últimos livros do Novo Testamento — Hebreus e talvez a Segunda epístola de Pedro, as três epístolas e o evangelho de João, epístola de Judas e o Apocalipse.
    Contudo, o reconhecimento universal destes livros, como inspirados e canônicos, só aconteceu mais tarde.
    É interessante notar o estado do Cristianismo no fim do primeiro século, cerca de setenta anos depois da ascensão de Cristo. Por essa época havia famílias que durante três gerações vinham seguindo a Cristo. No início do segundo século, os cristãos já estavam radicados em todas as nações e em quase todas as cidades, desde o Tibre ao Eufrates, desde o Mar Negro até ao norte da África, e alguns crêem que se estendia até a Espanha e Inglaterra, no Ocidente. O número de membros da comunidade cristã subia a
    muitos milhões. A famosa carta de Plínio ao imperador Trajano, escrita lá pelo ano 112, declara que nas províncias da Ásia Menor, nas margens do Mar Negro os templos dos deuses estavam quase abandonados, enquanto os cristãos em toda parte formavam uma multidão, e pertenciam a todas as classes, desde a dos nobres, a até a dos escravos, sendo que estes últimos, no império, excediam em número à população livre. Acontecia, porém, que na igreja o escravo era tratado igualmente como o livre.
    Um escravo podia chegar a ser bispo, enquanto seu amo e senhor não passava de simples membro.
    No final do primeiro século, as doutrinas ensinadas pelo apóstolo Paulo na epístola aos Romanos eram aceitas por toda a igreja, como regra de fé. Os ensinos de Pedro e João, exarados nas respectivas epístolas, concordam com os de Paulo.
    Surgiam nesse tempo idéias heréticas e formavam-se seitas, cujos germens foram descobertos e expostos pelos apóstolos; contudo, o desenvolvimento dessas heresias só aconteceu mais tarde.
    O batismo, principalmente por imersão, era o rito de iniciação na igreja em toda parte. Contudo, no ano 120 aparecem menções do costume de batismo por aspersão; isso quer dizer que nesse tempo já estava em uso. O dia do Senhor era observado de modo geral, apesar de não o ser de forma estrita, como um dia absolutamente separado. Enquanto a igreja fora composta de maioria judaica, se observava o sábado; agora o primeiro dia da semana pouco a pouco tomava o lugar do sétimo. Já nos dias de Paulo havia igrejas que se reuniam no primeiro dia da semana, e no livro do Apocalipse esse dia é chamado "o dia do Senhor".
    A Ceia do Senhor era observada universalmente. A Ceia, no início, era celebrada no lar, assim como a páscoa, da qual se originou.
    Entretanto, nas igrejas gentílicas apareceu o costume de celebrar-se uma reunião da igreja como se fosse uma ceia qualquer, para a qual cada membro levava a própria provisão. O apóstolo Paulo repreendeu a igreja em Corinto pelo abuso que esse costume havia
    causado. No fim do século a Ceia do Senhor era celebrada onde os cristãos se reuniam, porém (talvez, por causa da perseguição), não em reuniões públicas. Somente os membros da igreja eram admitidos nas reuniões em que celebravam a Ceia, que era
    considerada como um "mistério". O reconhecimento do domingo da ressurreição como aniversário da ressurreição de Cristo fora sancionado e aumentava dia a dia; contudo, nessa época ainda não era de guarda universal.
    O último sobrevivente dos apóstolos foi João, que morou na cidade de Éfeso até ao ano 100. Não se lê em nenhum documento que houvesse sucessores para o cargo de apóstolo. Contudo, no ano 120 faz-se menção de "apóstolos", que parece haverem sido
    evangelistas que visitavam as igrejas, porém sem autoridade apóstólica. Evidentemente não eram muito respeitados, pois às igrejas recomendava-se que os hospedassem somente durante três dias.
    No livro dos Atos dos Apóstolos e nas últimas epístolas, os títulos anciãos (presbíteros) e bispos são mencionados como se fossem aplicados alternadamente à mesma pessoa. No entanto, no fim do primeiro século aumentava a tendência de elevar os bispos, acima de seus companheiros, os anciãos, costume que mais tarde conduziu ao sistema eclesiástico. Os diáconos são mencionados nas
    últimas epístolas de Paulo como funcionários da igreja. Na epístola aos Romanos, escrita no ano 58, aproximadamente, Febe de Cencréia é chamada diaconisa, e uma referência em 1 Timóteo pode haver sido feita a mulheres que desempenhavam esse cargo.
    O plano das reuniões nas assembléias cristãs era uma derivação das reuniões das sinagogas judaicas, Liam-se as Escrituras do Antigo Testamento e porções das cartas apostólicas, os evangelhos; os salmos da Bíblia e os hinos cristãos eram cantados; as orações diferiam das que se faziam nas sinagogas, porque nas assembléias cristãs eram espontâneas; o uso da palavra era oferecido, sem restrições, aos irmãos visitantes. No final das reuniões era frequente participarem da Ceia do Senhor. Quando lemos as últimas epístolas e o livro do Apocalipse, encontramos misturadas luz e sombra, nos relatos que se referem às igrejas. As normas de caráter moral eram elevadas, porém o nível da vida espiritual era inferior ao que se manifestara nos primitivos dias apostólicos. Contudo, por toda parte a igreja era forte, ativa, próspera e se esforçava por predominar em todos os extremos do Império Romano.”
    (...)
    Fonte: http://portalconservador.com/livros/Jesse-Lyman-Hurlbut-Historia-da-Igreja-Crista.pdf
  • A Biblioteca de Celso era um edifício antigo em Éfeso, na Anatólia (agora parte de Selçuk, Turquia. Foi construída em homenagem ao antigo senador romano Tibério Júlio Celso Polemeno, e suas obras foram concluídas em 135 d.C. pelo filho de Celso, Caio Júlio Áquila, cônsul em 110 d.C. Celso havia sido cônsul em 92 d.C., governador da província romana da Ásia em 115, e era um cidadão local rico e popular. Ele era um nativo de Sárdis vilarejo nas proximidades e entre os primeiros homens de origem puramente grega que se tornou cônsul do Império Romano e é homenageado tanto como um grego quanto um romano na própria biblioteca. Celso pagou para a construção da biblioteca com a sua própria fortuna pessoal.
    A biblioteca foi construída para armazenar 12000 rolos, e para servir como mausoléu para Celso. Celso está enterrado em um sarcófago debaixo da biblioteca, na entrada principal que tanto é uma cripta onde fica o sarcófago quanto um monumento sepulcral para ele. Não era comum que pessoas fossem enterradas dentro de uma biblioteca ou até mesmo dentro dos limites de uma cidade, de modo que esta foi uma homenagem especial a Celso.
    (...) O interior da biblioteca e todos os seus livros foram destruídos por um incêndio no devastador terremoto que atingiu a cidade em 262. Apenas a fachada sobreviveu. Cerca de 400 AD, a biblioteca foi transformada em um ninfeu. A fachada foi completamente destruída por um terremoto mais tarde, provavelmente no final do período bizantino.
    Na “História da Igreja Cristã” houve também um forte movimento de sistematização da doutrina.
    “Outra característica que distingue esse período é, sem dúvida, o desenvolvimento da doutrina. Na era apostólica a fé era do coração, uma entrega pessoal da vontade a Cristo como Senhor e Rei. Era uma vida de acordo com o exemplo da vida de Jesus, e como resultado o Espírito Santo morava no coração.
    Entretanto, no período que agora focalizamos, a fé gradativamente passara a ser mental, era uma fé do intelecto, fé que acreditava em um sistema rigoroso e inflexível de doutrinas. Toda a ênfase era dada à forma de crença, e não à vida espiritual interna. As normas de caráter cristão eram aindas elevadas, e a igreja possuía ainda muitos santos enriquecidos pelo Espírito Santo, porém a doutrina pouco a pouco se transformava em prova do Cristianismo. O Credo Apostólico, a mais antiga e mais simples declaração da crença cristã, foi escrito durante esse período.
    Apareceram, nessa época, três escolas teológicas. Uma em Alexandria, outra na Ásia Menor e ainda outra no norte da África. Essas escolas foram estabelecidas para instruir aqueles que descendiam de famílias pagãs, e que haviam aceitado a fé Cristã. Entretanto, não tardou que tais escolas se transformassem em centros de investigação das doutrinas da igreja. Grandes mestres ensinavam nessas escolas.
    A escola de Alexandria foi fundada no ano 180, por Panteno, que fora filósofo destestado na escola dos estóicos; porém, como cristão, era fervoroso em espírito e eloquente no ensino oral.
    Apenas alguns fragmentos de seus ensinos sobrevivem. Panteno foi sucedido por Clemente de Alexandria (que viveu em 150-215 aproximadamente), e vários de seus livros, (a maioria deles defendendo o cristianismo contra o paganismo) ainda existem. Entretanto, o maior vulto da escola de Alexandria, o expositor mais competente daquele período, foi Orígenes (185-254) o qual ensinou e escreveu sobre muitos temas, demonstrando possuir profundo saber e poder intelectual.
    A escola da Ásia Menor não estava localizada em um determinado centro, mas consistia em um grupo de mestres e escritores de teologia. Seu mais expressivo representante foi Ireneu, que "combinou o zelo de evangelista com a habilidade de escritor consumado". Nos últimos anos de sua vida, mudou-se para a França, onde chegou a ser bispo e por volta do ano 200 morreu como mártir.
    A escola do norte da África estava estabelecida na cidade de Cartago. Mediante um elevado número de escritores e teólogos competentes fez mais do que as outras em favor do Cristianismo, no sentido de dar forma ao pensamento teológico da Europa. Os dois nomes de maior expressão que passaram por essa escola foram os do brilhante e fervoroso Tertuliano (160-220) e o do mais conservador, porém hábil e competente bispo Cipriano, o qual morreu como mártir na perseguição de Décio, no ano 258.
    Os escritos desses eruditos cristãos, e bem assim os de muitos outros que com eles trabalharam e por eles foram inspirados, serviram de inestimável fonte de informações originais acerca da igreja, sua vida, suas doutrinas e suas relações com o mundo pagão que a cercava, durante os séculos de Perseguição.”
    Fonte: http://portalconservador.com/livros/Jesse-Lyman-Hurlbut-Historia-da-Igreja-Crista.pdf
  • As musas eram entidades mitológicas a quem era atribuída, na Grécia Antiga, a capacidade de inspirar a criação artística ou científica. http://pt.wikipedia.org/wiki/Musa
    Na mitologia grega, eram as nove filhas de Mnemosine e Zeus. O templo das musas era o Museion, termo que deu origem à palavra museu nas diversas línguas indo-europeias como local de cultivo e preservação das artes e ciências.
    Após a vitória dos deuses do Olimpo sobre os seis filhos de Urano, conhecidos como titãs, foi solicitado a Zeus que se criassem divindades capazes de cantar a vitória e perpetuar a glória dos Olímpicos. Zeus então partilhou o leito com Mnemósine, a deusa da memória, durante dez noites consecutivas e, um ano depois, Mnemósine deu à luz nove filhas em um lugar próximo ao monte Olimpo. Criou-as ali o caçador Croto, que depois da morte foi transportado, pelo céu, até a constelação de Sagitário. As musas cantavam o presente, o passado e o futuro, acompanhados pela lira de Apolo, para deleite das divindades do panteão. Eram, originalmente, ninfas dos rios e lagos. Seu culto era originário da Trácia ou em Pieria, região a leste do Olimpo, de cujas encostas escarpadas desciam vários córregos produzindo sons que sugeriam uma música natural, levando a crer que a montanha era habitada por deusas amantes da música. Nos primórdios, eram apenas deusas da música, formando um maravilhoso coro feminino. Posteriormente, suas funções e atributos se
  • As musas são invocadas tipicamente ao princípio, ou próximo, de um poema épico ou história clássica grega. Serviam de ajuda a um autor, ou como autêntico orador do qual o autor não era mais que a voz. Originalmente a invocação as musas era uma indicação de que o orador se movia na tradição poética, de acordo com as fórmulas estabelecidas.
    Alguns exemplos clássicos são os acima.
    Quando Pitágoras chegou a Crotona, seu primeiro conselho aos crotonienses foi construir um altar às musas no centro da cidade, para impulsionar a harmonia cívica e a aprendizagem.
    A biblioteca de Alexandria e seu círculo de investigadores se formaram ao redor de um Mousaion ("museu" ou "altar das musas") próximo à tumba de Alexandre, o Grande.
    Muitas figuras do Iluminismo buscaram restabelecer um "Culto às musas" no século XVIII. Uma famosa loja maçônica na Paris pré-revolucionária era chamada Les Neuf Sœurs ("nove irmãs", ou seja, nove musas), e a ela estavam presentes Voltaire, Benjamin Franklin, Danton e outros personagens influentes da época. Um efeito secundário deste movimento foi o uso da palavra "museu" (originalmente, "lugar de culto as musas") para referir-se a um lugar destinado a exibição pública de conhecimento.
    A poetisa Safo de Lesbos foi recompensada com o compromisso de ser chamada "a décima Musa" por Platão.
    A constituição de 1920 de Gabriele D'Annunzio para o Estado Livre de Fiume estava embasado em torno às nove musas e invocava a Energeia ("energia") como "a décima musa".
    Agostinho de Hipona escreve sobre a origem da lenda das nove musas em sua obra "A doutrina cristã"(Livro II, capítulo 17) e explica uma refutação de Varrão.
    Em Nova Orleães há nove ruas em honra das musas.
    A palavra musa se usa figurativamente para referir-se a alguém que inspira um artista.
    A palavra musa deu origem à palavra "música".
  • “Há mais de vinte anos me incomoda uma conversa que tive sobre este assunto com dois irmãos (eu a relato na íntegra no livro Eu Creio em Pregação).
    Eles eram estudantes universitários e me disseram que haviam repudiado a fé de seus pais, na qual haviam sido criados. Agora um deles era agnóstico e o outro, ateu.
    Eu lhes perguntei por quê. Porventura eles já não acreditavam mais na verdade do cristianismo? Não, retrucaram, o problema não era esse. Seu dilema não era se o
    cristianismo era verdadeiro, mas se era relevante. E como poderia sê-lo? O cristianismo, acrescentaram, era uma religião palestina, primitiva. Havia surgido em uma
    cultura palestina e primitiva. Portanto, o que teria ele a lhes oferecer — a eles, que viviam no emocionante mundo moderno das viagens espaciais, das cirurgias de transplante e da engenharia genética? Ele era irrelevante! Esta sensação de que o cristianismo é uma coisa distante, obsoleta e irrelevante existe em todo lugar. O mundo mudou tão drasticamente desde os dias de Jesus! E continua mudando com uma rapidez ainda mais assustadora. As pessoas rejeitam o evangelho, não necessariamente por considerá-lo falso, mas porque ele já não faz mais sentido para elas. Será que a igreja conseguirá sobreviver ao desafio da modernidade? Ou passará pelo ignominioso destino do dinossauro e, igualmente incapaz de adaptar-se a um ambiente em mudança, acabará se extinguindo? Como resposta a esta impressão comum de que o cristianismo está irremediavelmente desatualizado, nós
    precisamos reafirmar nossa fundamental convicção cristã de que Deus continua a falar através daquilo que ele já falou. Sua Palavra não é um fóssil pré-histórico, a ser exibido numa redoma de vidro, mas, sim, uma mensagem viva para o mundo de hoje. O lugar dela é no mercado e não no museu. Através de sua antiga Palavra Deus se dirige ao mundo moderno, pois, como diz o Dr. J. I. Packer, "a Bíblia é Deus pregando". Mesmo levando-se em conta as peculiaridades históricas da Bíblia e a imensa complexidade do mundo moderno, ainda assim existe uma correspondência fundamental entre eles, e a Palavra de Deus continua sendo uma lâmpada para os nossos pés e uma luz para os nossos caminhos. Ao mesmo tempo, nosso dilema permanece. O evangelho pode ser "modernizado"? Será factível esperar que a igreja aplique a fé histórica ao cenário contemporâneo, a Palavra ao mundo, sem trair a primeira nem alienar o segundo? Será que o cristianismo pode conservar autêntica sua identidade e ao mesmo tempo demonstrar sua relevância, ou é preciso sacrificar um deles em detrimento do outro? Seremos obrigados a escolher entre voltar ao passado e fazer do presente um amuleto, entre recitar velhas verdades que são antiquadas e inventar novas idéias que são espúrias? Dentre estes dois, talvez o maior perigo seja o de que a igreja tente reformular a fé de forma a solapar sua integridade, tornando-a irreconhecível diante de seus arautos originais. Eu proponho que agora nos concentremos neste problema; o resto do livro dirige-se, de diferentes maneiras, ao problema complementar da relevância.”
    Em 1937 o acadêmico de Harvard Henry J. Cadbury publicou o seu livro O Perigo de Modernizar Jesus.
    Ele admitiu que o propósito — aliás, louvável — dos "modernizadores" de Jesus era "interpretá-lo em termos que pareçam reais, ou seja, termos modernos, adequados à mente moderna".
    O resultado, porém, sempre foi falsificá-lo, e em especial perder de vista sua característica judaica típica do primeiro século. Tal como os soldados que zombavam de Jesus "rasgaram suas vestes e lhe puseram uma manta escarlate", e então, após escarnecerem dele, "tiraram-lhe o manto de púrpura e lhe puseram suas próprias roupas", assim também nós colocamos em Jesus "nossa própria roupagem" e o revestimos de "nossos próprios pensamentos".
    Mesmo assim o desejo de apresentar Jesus de uma forma que apeteça a nossa própria geração é obviamente louvável. Era esta a preocupação de Bonhoeffer na prisão: "O que me preocupa incessantemente", escreveu ele, em 1944, ao seu amigo Eberhard Bethge, "é a questão de... quem é Cristo de fato para nós hoje?"
    Esta é, sem dúvida alguma, uma pergunta inquietante. Todavia, ao respondê-la, a tendência da igreja tem sido, em cada geração, desenvolver imagens de Cristo que se desviam do retrato pintado pelos autores do Novo Testamento.
    Helmut Thielicke foi muito sincero quanto a isso. "Sempre e sempre de novo, a figura de Jesus tem sido terrivelmente amputada", escreveu ele, "a fim de adaptar-se ao gosto de cada geração".
    Durante toda a história da igreja Jesus Cristo tem passado por um processo de repetida crucificação.
    Ele tem sido açoitado, machucado e trancafiado na prisão de incontáveis sistemas e filosofias. Tratado como um corpo de pensamento, ele geralmente tem sido rebaixado a sepulturas conceptuais e coberto com lápides, a fim de que não possa ressurgir e causar-nos mais problemas... Mas este é o milagre — que dessa sucessão de sepulturas conceptuais Jesus Cristo sempre e sempre ressuscita de novo!
    Tentativas de modernizar Jesus. Eis aqui uma amostra das muitas tentativas feitas por parte da igreja para apresentar um retrato contemporâneo de Cristo. Veremos que, em termos de fidelidade ao original, algumas têm sido mais bemsucedidas que outras. Primeiro eu penso no Jesus asceta, que inspirou gerações de monges e eremitas. Ele não era tão diferente assim de João Batista, já que também se vestia com uma pele de camelo, usava sandálias ou então andava descalço, e mastigava gafanhotos com evidente prazer, e ao mesmo tempo renunciava aos prazeres da mesa e a desfrutar as alegrias da criação de Deus. Seria difícil conciliar este retrato com a crítica dos seus contemporâneos, de que ele "veio comendo e bebendo".
    E depois vem Jesus, o pálido galileu.
    Foi o imperador Juliano, o apóstata, que tentou reintroduzir os deuses pagãos de Roma, depois que Constantino os havia substituído pelo culto ao Cristo. Dizem que, no seu leito de morte, em 363 d.C, Juliano disse: "Você venceu, galileu!" Suas palavras foram popularizadas da seguinte forma pelo poeta Swinburne, no século XIX: Tu conquistaste, ó pálido galileu! Teu respirar deixou o mundo em sombras.
    Esta imagem foi perpetuada na arte medieval e em vitrais: um Jesus com uma auréola celestial e uma compleição incolor, os olhos voltados para o céu e os pés sem sequer tocar o chão. Em contraste com as apresentações de Jesus como fraco, sofredor e derrotado, surgiu Jesus, o Cristo cósmico, que foi profundamente apreciado pelos líderes da igreja bizantina. Em contraposição aos bárbaros invasores, eles o representaram como o Rei dos reis e Senhor dos senhores, o pantokrator, criador e dominador do universo. Contudo, exaltado acima de todas as coisas, glorificado e reinando, ele parecia alienado do mundo real e até de sua própria humanidade tal como revelada na encarnação e na cruz. No extremo oposto do espectro teológico, os deístas iluministas dos séculos XVII e XVIII construíram sua própria imagem de Jesus como o mestre do senso comum, inteiramente humano e nada divino. mais dramático é a obra do versátil gênio Thomas Jefferson, presidente dos Estados Unidos (1801—1809). Rejeitando o sobrenatural por considerá-lo incompatível com a razão, ele escreveu duas vezes sua própria edição dos Evangelhos, chamando a primeira de A Filosofia de Jesus de Nazaré (1804) e a segunda, A Vida e a Moralidade de Jesus de Nazaré (1820). Em ambos os livros, todos os milagres e mistérios foram sistematicamente eliminados. O que restou foi puramente um guia popular para um mestre de moral meramente humana.
    Chegando ao século XX, deparamo-nos com uma grande variedade de opções. Dentre as mais conhecidas, duas delas devem sua popularidade a musicais. Temos Jesus o palhaço de Godspell, que passa o tempo todo cantando e dançando, e dessa forma capta algo da jovialidade de Jesus, mas que não chega a levar a sério sua missão. Algo parecido a este é Jesus Cristo Superstar, a celebridade desiludida, que uma vez pensou saber quem ele era, mas que no Getsêmani já não tinha mais tanta certeza: Então, eu estava inspirado... Agora, triste e cansado.
    Depois vem a impressionante invenção de Jesus como o fundador dos negócios modernos. Refiro-me a um livro intitulado The Man Nobody Knows (O Homem que Ninguém Conhece, 1925), que durante dois anos liderou a lista dos best-sellers nos Estados Unidos. Seu autor, Bruce Barton, era um publicitário americano que resolveu expressar sua revolta contra o Jesus anêmico e "maricas" ensinado na Escola Dominical da sua infância. Além de pintar Jesus como um "garoto-propaganda" bronzeado e musculoso, simpático, jovial e sociável, ele o representou também como um líder de ardente convicção, cuja vida inteira foi uma história de conquistas e realizações, e que em seus ensinamentos enfatizava os segredos do sucesso nos negócios. O capítulo 6 do livro intitula-se "O Fundador dos Negócios Modernos". Vejam, escreve Bruce Barton, que com apenas doze anos de idade Jesus literalmente descreveu-se a si mesmo como alguém que precisava "tratar dos negócios do seu Pai"!
    Já se atribuiu a Jesus um profundo domínio da ciência econômica, bem como o sucesso nos negócios. Surpreendentemente, é George Bernard Shaw que, com gozação implícita, nos apresenta Jesus como o economista. "Decididamente", escreve ele, "quer se pense ou não que Jesus era Deus, tem-se que admitir que ele foi um economista político de primeira classe", o qual, entre outras coisas, recomendou distribuição igualitária. Mas os autores divergem completamente entre si quanto à natureza de sua economia. Por um lado existe a visão de Jesus como um capitalista, promotor da livre empresa, investimento e conservação, tanto que T. N. Carver foi capaz de afirmar, em seu livro The Economic Factor in The Messiahship of Jesus (O Fator Econômico na Messianidade de Jesus, 1922), que "todo aspecto essencial do sistema económico moderno é explicitamente demonstrado nos ensinamentos desse jovem judeu".
    Temos, por outro lado, Jesus, o socialista. Como exemplo quero citar Arthur Scargill, que foi eleito presidente da União Nacional dos Mineiros em 1981. Numa entrevista dada à imprensa naquela ocasião, ele disse que era cristão e que adorava os velhos hinos de Moody e de Sankey, dos quais o seu favorito era "Quão bondoso amigo é Cristo". Quando o pressionaram, perguntando se acreditava no Credo, primeiro ele tentou se safar e depois declarou: "Eu creio no cristianismo neste sentido: creio que Jesus Cristo era de fato um socialista". Fidel Castro, de Cuba, muitas vezes tem se referido a Jesus como "um grande revolucionário", e muitos têm tentado retratá-lo como Jesus, o lutador da liberdade, o guerrilheiro urbano, o Che Guevara do primeiro século, de barba negra e olhos faiscantes, como no Evangelho Segundo São Mateus de Pasolini, cujo gesto mais característico era virar as mesas dos mercadores e expulsá-los do templo com um chicote. Dentre os esforços de retratar Jesus em termos revolucionários, talvez o que tenha mais fundamento seja a novela Me Chamam de Carpinteiro, de Upton Sinclair. Havia, num vitral sobre o altar da Igreja de São Bartolomeu, em Nova Iorque, uma imagem de Cristo, que um dia tornou-se vivo, desceu e começou um ministério público na cidade. "Quem é você?", perguntava o povo. "Me chamam de Carpinteiro", respondia ele. E assim ele passou a ser o "Sr. Carpinteiro", e mais tarde "Profeta Carpinteiro", à medida que suas palavras e ações assemelhavam-se às de Jesus da Palestina. Ele também foi tentado (ofereceram-lhe um contrato de 1500 dólares semanais como astro de cinema); ressuscitou uma criança que havia sido atropelada por um carro, e vivia cercado de crianças; curou os enfermos e deficientes; resgatou "Maria Madalena" de sua vida de prostituição; e equilibrava-se na carroceria de um caminhão a fim de berrar para a multidão acerca do amor e da justiça. Mas ele citou as denúncias de Amos acerca dos ricos indolentes, identificou-se com grevistas numa passeata de protesto, investiu contra empregadores por estarem alienando os trabalhadores do produto de seu trabalho, e quando, durante uma missa na Igreja de São Bartolomeu, ele pronunciou um longo discurso contra teólogos e doutores em divindade ("Ai de vós, religiosos hipócritas!"), o jornal local acusou-o de ser um anarquista bolchevique e de "disfarçar a doutrina de Lenin e Trotsky com roupagens de revelação cristã".
    Sua última noite de vida ele a passou no sótão da sede do Partido Socialista. E finalmente a multidão, enraivecida com aquele"desbocado Profeta Vermelho", agarrou-o, despejou galões de tinta vermelha sobre sua cabeça, colocou-o de pé em cima de um vagão e levou-o ruas afora, gritando: "Salve! Salve o profeta bolchevique!" Atirado pela janela de um teatro, ele não se feriu e voltou para a Igreja de São Bartolomeu, saltou para dentro do vitral .... e eis que tudo tinha sido um sonho!
    Caso alguém venha a concluir que tais reconstituições da vida de Jesus não passam de tentativas saídas da imaginação de simples autores de ficção, darei como último exemplo um trabalho acadêmico sério intitulado Jesus, o Mágico.
    Eu acho que ele pode ser considerado, e com razão, mais uma tentativa de retratar Jesus em vestes antigas-modernas, no que seria uma forma conveniente e moderna de se ver livre dos milagres. E, com certeza, bastante significativo o fato de que o lançamento mais recente desse livro seja da Editora Aquariana. A tese do professor Morton Smith é que, se bem que nos Evangelhos os seguidores de Jesus o apresentem como o místico Filho de Deus, os seus mais antigos oponentes o consideravam um mágico. Segundo o professor Smith, documentos do século III (os quais, segundo ele, foram furtados e destruídos pelos cristãos) revelam que Jesus, durante a sua juventude, foi para o Egito, "onde se tornou um especialista em mágica e foi tatuado com símbolos e fórmulas mágicas"; que ele voltou para a Galileia e "tornou-se famoso por seus feitos mágicos"; e que finalmente ele uniu a si mesmo os seus seguidores através da refeição que instituiu, "inequivocamente um ritual mágico". A evidência, conclui Morton Smith, dá-nos "um quadro coerente da vida e obra de um mágico".
    Esta seleção de treze diferentes retratos de Jesus ilustra a eterna tendência de moldar um Cristo que tenha um apelo moderno. Isto começou já na era apostólica, quando Paulo teve que advertir o povo quanto aos falsos ensinadores que andavam pregando "outro Jesus que não temos [os apóstolos] pregado".
    E é impressionante ver a criatividade com que as pessoas têm levado adiante as representações de Jesus que acabamos de considerar. Mesmo assim, todas elas são figuras anacrónicas. Cada geração voltou-se para ele com suas próprias idéias e aspirações, criando-o à sua própria imagem. Cada uma estava certa quanto à sua motivação (pintar um retrato contemporâneo de Jesus); só que o resultado acabava sendo, até certo ponto, errado (o quadro não era autêntico). O desafio que temos diante de nós é o de apresentar Jesus à nossa geração de tal forma que seja, ao mesmo tempo, histórico e contemporâneo, autêntico e atrativo, novo no sentido de recente (neos), mas não novo no sentido de ser uma novidade (kainos).”
    Fonte: http://charlezine.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Ou%C3%A7a-o-Esp%C3%ADrito-ou%C3%A7a-o-mundo-Jonh-Stott.pdf – páginas 8 e 9.
  • “Chamados a "ouvir duas vezes“ A principal razão para toda traição ao verdadeiro Jesus é que nós ouvimos com exagerada deferência a moda contemporânea, ao invés de escutarmos a Palavra de Deus. A busca por relevância torna-se tão impetuosa que nós sentimos que temos que capitular diante dela, independente do custo. Estamos acostumados a esse tipo
    de pressão no mundo dos negócios, onde quem determina o produto da firma são os especialistas em marketing, ao descobrirem o que irá vender, o que o público irá comprar. Às vezes parece que o mercado impõe sua regras também à igreja. Com toda prestatividade, nós cedemos ao espírito moderno, tornando-nos escravos da última moda, e até mesmo idólatras, dispostos a sacrificar a verdade no altar da modernidade. Então a busca por relevância acaba se degenerando, transformando-se em uma obsessão por popularidade.
    O outro extremo da irrelevância é a acomodação, que é uma covarde e inescrupulosa rendição ao Zeitgeist, o espírito da época. Thielicke foi assaltado por esse perigo, pois ele não conseguia esquecer como é que os assim chamados "cristãos germânicos", durante o Terceiro Reich de Hitler, aceitavam e até defendiam os mitos raciais dos nazistas. Ele insistia, portanto, em que a verdadeira teologia "sempre implica num debate entre o kerygma e a autocompreensão de uma era... entre a eternidade e o tempo". Ademais, nesse debate "a fé
    acredita tanto contra como em"; ela nasce em uma reação consciente a idéias correntes.
    Assim, Thielicke escreve sobre a "estrutura polar" da teologia, na qual um polo é "uma base eterna e superior que se deriva da revelação" e o outro é constituído de "constelações específicas do espírito da época". "A fé", insiste ele, "sempre será um risco ... ela há de implicar, não um porquê, mas um apesar de em face da realidade do humano."
    Da mesma forma, Peter Berger, como sociólogo cristão, tem algumas coisas pertinentes a dizer acerca da necessidade de se caminhar cautelosamente entre a irrelevância e a acomodação: Eu gostaria de esclarecer uma vez mais que não estou dizendo que os cristãos não deveriam ouvir as idéias dos outros, ou levar a sério o que acontece no seu contexto cultural, ou participar de lutas políticas do seu tempo. O que me perturba não é o fato de se ouvir como tal, mas, sim, o fato de ouvir com adulação acrítica, se não intenção idólatra
    — de ouvir, se é que se ouve, de olhos arregalados e boquiabertos de admiração.
    E Peter Berger continua dizendo: "Eu acho que simplesmente chegou a hora de dar um 'Basta!' a essa dança em torno dos bezerros de ouro da modernidade."
    Mais importante do que indagar o que o homem moderno tem a dizer à igreja é perguntar o que a igreja tem a dizer ao homem moderno.
    O povo de Deus vive num mundo que é frequentemente inamistoso e, certas vezes, declaradamente hostil. Nós vivemos constantemente expostos à pressão para "entrarmos na forma". No entanto, através de toda a Escritura, somos exortados a uma firme não-conformação, e as advertências para quem cede ao mundanismo são muito sérias. No Antigo Testamento o Senhor disse ao seu povo depois do êxodo: "Não fareis segundo as obras da terra do Egito, em que habitastes, nem fareis segundo as obras da terra de Canaã, para a qual eu vos levo, nem andareis nos seus estatutos. Fareis segundo os meus juízos, e os meus estatutos guardareis..."
    Mesmo assim o povo disse a Samuel: "... constitui-nos, pois, agora, um rei sobre nós, para que nos governe, como o têm todas as nações."
    E, mais tarde, Ezequiel teve que repreendê-los por sua idolatria: "...dizeis: Seremos como as nações, como as outras gerações da terra, servindo ao pau e à pedra."
    Foi a mesma coisa nos dias do Novo Testamento. A despeito dos mandamentos bem claros de Jesus — "Não vos assemelheis a eles“ - e de Paulo - "Não vos conformeis com este mundo“ - , a constante tendência do povo de Deus era, e ainda é, comportar-se "como os gentios“ - até que nada mais parece distinguir a igreja do mundo, os cristãos dos não-cristãos, em convicções, valores e padrões.
    Graças a Deus, porém, sempre houve algumas almas nobres que permaneceram firmes, às vezes sozinhas, recusando-se a se comprometer. Penso em Jeremias no século VI a.C, em Paulo, no seu tempo ("todos:.. me abandonaram"), Atanásio no século IV e Lutero no século XVI. C. S. Lewis escreveu seu tributo a Atanásio, que sustentou a divindade de Jesus e a doutrina da Trindade, quando a igreja inteira estava decidida a seguir o herege Ário: "Sua glória é que ele não seguiu o curso da época; sua recompensa é que agora ele permanece, enquanto aquela época, como todas as épocas, já se foi."
    Hoje, pois, nós estamos decididos a lutar para apresentar o evangelho de tal forma que ele fale aos dilemas, temores e frustrações do mundo moderno; estamos, no entanto, igualmente decididos a não comprometer o evangelho a fim de fazer isso.
    Certas pedras de tropeço são intrínsecas ao evangelho original e não podem ser eliminadas, e nem mesmo abrandadas, a fim de torná-lo mais agradável ao paladar contemporâneo. O evangelho contém certos aspectos tão estranhos ao pensamento moderno que ele sempre há de parecer "loucura" para os intelectuais, por mais que nos esforcemos (e com razão) para mostrar que ele é "de verdade e de bom senso". A cruz sempre há de constituir-se em uma agressão à justiça própria do homem, bem como um desafio à sua auto-indulgência. Seu "escândalo" (pedra de tropeço) simplesmente não pode ser removido. De fato, a igreja fala ao mundo com mais autenticidade, não quando ela faz adaptações vergonhosas
    motivadas por covardia, mas, sim, quando se nega a fazê-las; não quando ela se torna totalmente indistinta do mundo, mas quando sua luz distintiva brilha ainda mais.
    Assim, os cristãos, que vivem sob a autoridade da revelação de Deus, por mais ansiosos que estejam para comunicá-la aos outros, demonstram uma resoluta independência de mente e de espírito. Não se trata de obstinação, pois estamos prontos para ouvir a todos. Contudo, determinamo-nos também a ser fiéis e, caso necessário, sofrer por isso. A palavra de Deus a Ezequiel é um encorajamento para nós: "Não os temas ... Tu lhes dirás as minhas palavras, quer ouçam quer deixem de ouvir, pois são rebeldes."
    Portanto, temos que aplicar a Palavra, mas não manipulá-la. Temos de nos esforçar o máximo possível para certificar-nos de que ela fale aos nossos dias, mas não corrigi-la a fim de garantir uma falsa relevância. Nosso chamado é para sermos fiéis e relevantes, e não simplesmente tendenciosos.
    Mas como é que podemos ser conservadores e ao mesmo tempo radicais — conservadores no que tange a guardar a revelação de Deus e radicais na nossa radical aplicação desta? Como podemos desenvolver uma mente cristã que seja moldada pelas verdades do cristianismo bíblico e histórico e ao mesmo tempo tenha consciência das realidades do mundo contemporâneo? Como podemos relacionar a Palavra com o mundo compreendendo o mundo à luz da Palavra, e até mesmo compreendendo a Palavra à luz do mundo? Temos de
    começar com uma dupla recusa.
    Recusemo-nos a nos tornar, ou tão absorvidos com a Palavra que acabemos fugindo dela e deixando de confrontá-la com o mundo, ou tão absorvidos com o mundo que nos
    conformemos com ele, deixando de submetê-lo ao julgamento da Palavra. Escapismo e conformismo são erros opostos, mas nenhum dos dois é uma opção cristã.
    Em lugar desta dupla recusa, nós somos chamados a ouvir em dobro, ou seja, ouvir tanto a Palavra quanto o mundo. É um truísmo dizer que precisamos ouvir a Palavra de Deus, a não ser, talvez, que precisamos ouvir a ele com mais atenção e humildade, prontos para deixá-lo confrontar-nos com uma palavra inquietante e inesperada. Menos agradável ainda é o fato de nos dizerem que nós também temos que ouvir o mundo, pois as vozes de nossos contemporâneos podem assumir a forma de agudos e estridentes protestos. Ora elas são queixosas, ora atraentes, ora nos chegam em tons agressivos. E depois tem o grito angustiante daqueles que estão sofrendo, e a dor, a dúvida, a ira, a alienação e até mesmo o desespero daqueles que estão afastados de Deus.
    Não estou dizendo que deveríamos ouvir a Deus e aos nossos companheiros humanos da mesma forma ou com o mesmo nível de deferência. Nós ouvimos a Palavra com humilde reverência, ansiosos por entendê-la e decididos a acreditar no que viermos a compreender. Nós ouvimos o mundo com atenção crítica, igualmente ansiosos por compreendê-lo, e decididos, não necessariamente a crer nele e a obedecer-lhe, mas a simpatizar com ele e a buscar graça para descobrir que relação existe entre ele e o evangelho.
    Todo mundo tem dificuldade de ouvir. Mas será que os cristãos são, por alguma razão (talvez por nos acreditarmos chamados para falar aquilo que Deus falou), ouvintes piores do que os outros? Nosso símbolo é mais a língua do que o ouvido. Mas já deveríamos ter aprendido uma lição com os loquazes confortadores de Jó.
    Eles até que começaram bem. Quando ficaram sabendo dos problemas de Jó, deixaram seus lares e foram visitá-lo. E, quando chegaram, mal conseguindo reconhecê-lo, de tão desfigurado pelas feridas, eles lamentaram, rasgaram suas vestes, jogaram terra sobre as cabeças e depois sentaram-se ao seu lado no chão durante sete dias.
    Durante toda aquela semana eles nada disseram a Jó, pois viram quão grande era o seu sofrimento. Na verdade, ninguém disse nada, pois simplesmente não havia o que dizer. Se pelo menos eles tivessem continuado como começaram e continuado de boca calada! Mas, ao invés disso, eles puseram à mostra, da maneira mais insensível possível, a sua ortodoxia convencional de que todo pecador sofre por causa de seus próprios pecados. Na verdade, eles nem escutaram o que Jó tinha a dizer. Simplesmente ficaram ali repetindo suas conversas fiadas, sem refletir e sem nenhuma sensibilidade, até que finalmente Deus os repreendeu por não terem falado sobre ele o que era direito.”
    Fonte: http://charlezine.com.br/wp-content/uploads/2011/11/Ou%C3%A7a-o-Esp%C3%ADrito-ou%C3%A7a-o-mundo-Jonh-Stott.pdf
  • Mosaico de um sátiro, encontrada em uma vila em Genazzano. Período antonino 138-192 d.C.
    “1. Constantino o Primeiro Imperador Cristão.
    2.
    Bons Resultados para a Igreja.
    a. Fim da Perseguição.
    b. Igrejas Restauradas.
    c. Fim dos Sacrifícios Pagãos.
    d. Dedicação de Templos Pagãos ao Culto Cristão.
    e. Doações às Igrejas.
    f. Privilégios Concedidos ao Clero.
    g. Proclamado o Domingo Dia de Descanso.
    3.
    Alguns Bons Resultados para o Estado.
    a. Crucificação Abolida.
    b. Repressão do Infanticídio.
    c. Influência no Tratamento dos Escravos.
    d. Proibição dos Jogos dos Gladiadores
    4. Alguns Maus Resultados da Vitória Cristã.
    a. Todos na Igreja.
    b. Costumes Pagãos Introduzidos na Igreja.
    c. A Igreja se Faz Mundana.
    d. Males Resultantes da União da Igreja com o Estado”
    “Como se vê, do reconhecimento do Cristianismo como religião preferida surgiram alguns bons resultados, tanto para o povo como para a igreja.
    O espírito da nova religião foi incutido em muitas ordens decretadas por Constantino e seus sucessores imediatos.
    A crucificação foi abolida. Note-se que a crucificação era uma forma comum de castigo para os criminosos, exceto para os cidadãos romanos, os únicos que tinham direito a ser decapitados, se fossem condenados à morte. Porém a cruz, emblema sagrado para os cristãos, foi adotada por Constantino, como distintivo de seu exército e foi proibida como instrumento de morte.
    O infanticídio foi reprimido. Na história de Roma e suas províncias, era fato comum que qualquer criança que não fosse do agrado do pai, podia ser asfixiada ou "abandonada" para que morresse. Algumas pessoas dedicavam-se a recolher crianças abandonadas; criavam-nas e depois vendiam-nas como escravos. A influência do Cristianismo imprimiu um sentido sagrado à vida humana, até mesmo à das crianças, e fez com que o infanticídio fosse banido do império.
    Através de toda a história da república e do Império Romano antes que o Cristianismo chegasse a dominar, mais da metade da população era escrava, sem nenhuma proteção legal. Qualquer senhor podia matar os escravos que possuía, se o desejasse.
    Durante o domínio de um dos primeiros imperadores, um rico cidadão romano foi assassinado por um de seus escravos. Segundo a lei, como castigo todos os trezentos escravos daquele cidadão foram mortos, sem levar-se em consideração o sexo, a idade, a culpa ou a inocência. Entretanto, a influência do Cristianismo tornou mais humano o tratamento dado aos escravos. Foram-lhes outorga dos direitos legais que antes não possuíam. Podiam, de acordo com a lei, acusar seu amo de tratamento cruel, e a emancipação foi assim sancionada e fomentada. Dessa forma as condições dos escravos foram melhoradas e a escravidão foi gradativamente abolida.
    As lutas de gladiadores foram proibidas. Essa lei foi posta em vigor na nova capital de Constantino, onde o hipódromo jamais foi contaminado por homens que se matassem uns aos outros para prazer dos espectadores. Contudo, os combates ainda continuaram no anfiteatro romano até ao ano 404, quando o monge Telêmaco invadiu a arena e tentou apartar os gladiadores. O monge foi assassinado, porém, desde então, cessou a matança de homens para prazer dos espectadores.
    Apesar de os triunfos do Cristianismo haverem proporcionado boas coisas ao povo, contudo a sua aliança com o Estado, inevitavelmente devia trazer, como de fato trouxe, maus resultados para a igreja. Se o término da perseguição foi uma bênção, a oficialização do Cristianismo como religião do Estado foi, não há dúvida, maldição. Todos queriam ser membros da igreja e quase todos eram aceitos. Tanto os bons como os maus, os que buscavam a Deus e os hipócritas buscando vantagens, todos se apressavam em ingressar na comunhão. Homens mundanos, ambiciosos e sem escrúpulos, todos desejavam postos na igreja, para, assim, obterem influência social e política. O nível moral do Cristanismo no poder era muito mais baixo do que aquele que distinguia os cristãos nos tempos de perseguição.
    Os cultos de adoração aumentaram em cerimônias do paganismo foram pouco a pouco infiltrando-se nos cul nomes diferentes. Cerca do ano 405 as imagens dos santos e mártires começaram a aparecer nos templos, como objetos de reverência, adoração e culto. A adoração à virgem Maria substituiu a adoração a Vênus e a Diana. A Ceia do Senhor tornou-se um sacrifício em lugar de uma recordação da morte do Senhor. O "ancião" evoluiu de pregador a sacerdote.
    Como resultado da ascenção da igreja ao dominando a igreja. A humildade e a santidade da igreja primitiva foram substituídas pela ambição, pelo orgulho e pela arrogância de seus membros. Havia, é certo, ainda alguns cristãos de espírito puro, como Mônica, a mãe de Agostinho, e bem assim havia ministros fiéis como Jerônimo e João Crisóstomo.
    Entretanto, a onda de mudanismo avançou, e venceu a muitos que se diziam discípulos do humilde Senhor.
    Se tivesse sido permitido ao Cristianismo desenvolver-se normalmente, sem o controle do Estado, e se o Estado se tivesse mantido livre da ditadura da igreja, tanto um quanto a outra teriam sido mais felizes. Porém a igreja e o Estado tornaram- como religião do império, e dessa união inatural surgiram males sem conta nas províncias orientais e ocidentais. No Oriente, o Estado dominava de tal modo a igreja, que esta perdeu todo o poder que possuía. No Ocidente, como veremos adiante, a igreja, pouco a pouco, usurpou o poder secular e o resultado não foi Cristianismo, e, sim, o estabelecimento de uma hierarquia mais ou menos corrompida que dominava as nações da Europa, fazendo da igreja uma máquina política.”
  • “Mas não é somente esta reflexão que a História da Sexualidade nos oferece. Ela também nos apresenta como o cristianismo foi com o tempo influenciado pela filosofia estóica e desta forma servindo de controle da sexualidade, o que está totalmente distante de sua mensagem em Jesus Cristo. “ Fonte:http://www.padrebeto.com.br/padrebeto/Portugues/detPost.php?codpost=1480
    1 Coríntios 11:1 Sede meus imitadores, como eu o sou de Cristo ...
    CUIDADO COM AS IMITAÇÕES - Sérgio Godinho | Letras.mus.br
    1 Corinthians 7:12 To the rest I say (I, not the Lord) that if any ...
    ... Mas aos outros digo eu, não o Senhor: Se algum irmão tem mulher incrédula,e ela consente em habitar com ele, não se separe dela. ...
    //bibliaportugues.com/1_corinthians/7-12.htm - 29k
  • “Vamos agora, procurar descobrir a condição da igreja durante os séculos de perseguição, especialmente no término, no ano 313.
    Um dos efeitos produzidos pelas provações por que passaram os cristãos desse período, foi uma igreja purificada. As perseguições conservavam afastados todos aqueles que não eram sinceros em sua confissão de fé. Ninguém se unia à igreja para obter lucros ou popularidade. Os fracos e os de coração dobre abandonavam a igreja. Somente aqueles que estavam dispostos a ser fiéis até à morte, se tornavam publicamente seguidores de Cristo. A perseguição cirandou a igreja, separando o joio do trigo. De modo geral, nessa época, o ensino da igreja estava unificado. Tratava-se de uma comunidade de muitos milhões de pessoas, espalhadas em muitos países, incluindo muitas raças e falando vários idiomas. Apesar de tudo isso, tinham a mesma fé. As várias seitas surgiram, floresceram e pouco a pouco desapareceram. As controvérsias revelaram a verdade e até mesmo alguns movimentos heréticos deixaram atrás de si algumas verdades que enriqueceram o "depósito" da igreja. Apesar da existência de seitas e cismas, o Cristianismo do império e dos países vizinhos estava unido na doutrina, nos costumes e no espírito.
    Era uma igreja inteiramente organizada. Já descrevemos o sistema de organização na era apostólica. No terceiro século a igreja já estava dividida em dioceses, controlando as rédeas do governo, com mãos firmes. A igreja era um exército disciplinado e unido, sob uma direção competente.
    Dentro do império romano exteriormente organizado, mas interiormente em decadência, havia "outro“ império de vida abundante e de poder sempre crescente, que era a igreja cristã.
    A igreja multiplicava-se. Apesar das perseguições, ou talvez por causa delas, a igreja crescia com rapidez assombrosa. Ao findar-se o período de perseguição, a igreja era suficientemente numerosa para constituir a instituição mais poderosa do império. Gibbon, historiador dessa época, calculou que os cristãos, ao término da perseguição, eram pelo menos a décima parte da população. Muitos escritores aceitaram as declarações de Gibbon, apesar de não serem muito certas. Porém, o assunto foi recentemente cuidadosamente investigado e a conclusão a que os estudiosos chegaram, foi esta: O número de membros da igreja e seus aderentes chegou a vários milhões sob o domínio de Roma.
    Uma prova das mais evidentes desse fato foi descoberta nas catacumbas de Roma, túneis subterrâneos de vasta extensão, que durante dois séculos foram os lugares de refúgio e reunião, e de cemitério dos cristãos. As sepulturas dos cristãos nas catacumbas, segundo o demonstram as inscrições e símbolos sobre elas, conforme cálculos de alguns, sobem a milhões. Acrescente-se a esses milhões muitos outros que não foram sepultados nas catacumbas, e veja-se então quão elevado deve ter sido o número de cristãos em todo o Império Romano.”
    Fonte: http://portalconservador.com/livros/Jesse-Lyman-Hurlbut-Historia-da-Igreja-Crista.pdf
  • “O imperador Constantino compreendeu que a
    cidade de Roma estava intimamente ligada à
    adoração pagã, cheia templos e estátuas, e o povo
    inclinado à antiga forma de adoração;enfim, uma
    cidade dominada pelas tradições do paganismo. Além
    disso, a posição geográfica de Roma, em meio a
    imensas planícies, deixava-a exposta aos ataques dos
    inimigos. Em épocas primitivas da república, a
    cidade, mais de uma vez, fora cercada por exércitos
    estrangeiros. Mais tarde também fora cercada por
    exércitos das províncias que várias vezes destronaram
    e entronizaram impera
    dores. O sistema de governo
    organizado por Diocle
    ciano, e continuado por
    Constantino, não dava lugar para nenhuma parcela de
    autoridade do senado romano. Os imperadores
    possuíam agora poderes ilimitados, e Constantino
    desejava uma capital sem os laços da tradi
    ção, uma
    capital sob os auspícios da nova religião.
    Constantino demonstrou alta sabedoria ao
    escolher a nova capital. O local escolhido foi
    Bizâncio, cidade grega, cuja existência contava cerca
    de mil anos, e estava situada no ponto de contacto
    entre a Europa e a Ásia, onde os dois continentes
    estão separados pelo dois estreitos: ao norte o
    Bósforo e ao sul o Helesponto (atualmente
    Dardanelos), que, juntos, tinham noventa e seis
    quilômetros de comprimento, e em quase toda a
    extensão menos de um quilômetro de largura, com
    ex-ceção de alguns trechos em que alcança cinco ou
    seis quilômetros. A situação dessa cidade estava tão
    bem fortificada pela natureza que, durante mais de
    vinte e cinco séculos de história, raras vezes foi
    conquistada por seus inimigos, ao passo que a sua
    rival, a cidade de Roma, várias vezes fora saqueada e
    vencida. Em Bi
    zâncio, Constantino estabeleceu a
    capital, e planejou a construção da grande cidade
    mundialmente conhecida durante muitos anos por
    Constantinopla, a cidade de Constantino, atualmente
    Istambul.
    Na nova capital, o imperador e o patriarca (esse
    foi o título que posteriormente recebeu o bispo de
    Constan
    tinopla), viviam em harmonia. A igreja era
    honrada e considerada, porém eclipsada pela
    autoridade do trono. Em razão da presença e do poder
    do imperador e bem assim pela índole submissa e
    dócil do povo, a igreja, no Império Oriental, tornou-
    se escrava do Estado, apesar de alguns patriarcas,
    como João Crisóstomo, afirma
    rem sua
    independência.
    Na nova capital não havia templos dedicados
    aos ídolos, porém não tardou que se edificassem
    várias igrejas. A maior de todas ficou conhecida
    como a de Santa Sofia, "Sabedoria Sagrada". Foi
    edificada por ordem de Constantino. Algum tempo
    depois foi des
    truída por um incêndio, mas
    reconstruída pelo impera
    dor Justiniano (ano 537),
    com tanta magnificência, que sobrepujou todos os
    templos da época. Esse templo, durante onze séculos
    foi considerado como a catedral do Cristianismo, até
    o ano de 1453, quando a cidade foi tomada pelos
    turcos. Logo após, o templo foi transformado em
    mesquita, até depois da Segunda Guerra Mundial.
    Logo depois da fundação da nova capital, deu-
    se a divisão do império. As fronteiras eram
    demasiado ex
    tensas e o perigo de invasão dos
    bárbaros era tão grande, que um imperador sozinho já
    não podia prote
    ger seus vastos domínios. Diocleciano
    havia iniciado a divisão de autoridade no ano 305.
    Constantino também nomeou imperadores aliados.
    No ano de 395, Teodósio completou a separação.
    Desde o governo de Teodósio, o mundo romano foi
    dividido em Oriental e Ocidental, separados pelo Mar
    Adriático. O Império Oriental era denominado Grego,
    ao passo que o Ocidental era cha
    mado Latino, em
    razão do idioma que prevalecia em cada um deles. A
    divisão do império foi um presságio da futura divisão
    da igreja.
    Um dos fatos mais notáveis da História foi a
    rápida transformação de um vasto império, de pagão
    que era, para cristão. Aparentemente, no início do
    quarto sé
    culo, os antigos deuses estavam arraigados
    na reverên
    cia do mundo romano; porém, antes que se
    iniciasse o quarto século, os templos haviam sido
    abandonados à própria ruína, ou então haviam sido
    transformados em templos cristãos. Os sacrifícios e as
    libações haviam cessado, e, oficialmente, o Império
    Romano era cristão. Vejamos como o paganismo caiu
    do elevado conceito que gozava.
    Constantino era tolerante, tanto por
    temperamento como por motivos políticos, apesar de
    ser enfático no reconhecimento da religião cristã. Não
    sancionava ne
    nhum sacrifício às imagens que antes
    eram adoradas, e determinou que cessassem as
    oferendas à estátua do imperador. Contudo, favorecia
    a tolerância para com todas as formas de religião, e
    procurava conversão gra
    dativa do povo ao
    Cristianismo, mediante a evangeliza
    ção, e não por
    decretos. Conservou alguns títulos pa
    gãos do
    imperador, como o de "pontifex maximus",
    sumo
    pontífice,
    título conservado por todos os papas desde
    esse tempo. Também manteve as virgens, as vestais,
    em Roma.
    Entretanto, os sucessores de Constantino
    mostraram-se intolerantes. A conversão dos pagãos
    crescia rapidamente, demasiado rapidamente, para o
    bem-estar da igreja. Contudo, os primeiros imperado
    -
    res cristãos que sucederam a Constantino procuraram
    acelerar ainda mais o movimento de conversões, me
    -
    diante uma série de leis drásticas e opressoras. Todas
    as ofertas dadas aos templos pagãos ou aos seus
    sacer
    dotes foram confiscadas e quase todas
    transferidas para os templos cristãos. Os sacrifícios e
    ritos de adoração pagãos foram proibidos, e a sua
    prática era considerada ofensa punida por lei. Logo
    após o reinado de Constan
    tino, seu filho decretou a
    pena de morte e o confisco de propriedade, para todos
    os adoradores de ídolos. O paganismo, na geração
    que antecedeu a sua extinção, teve alguns mártires;
    contudo, muito poucos em con
    fronto com os mártires
    do Cristianismo cuja persegui
    ção durou dois séculos.
    Muitos templos pagãos já tinham sido
    dedicados ao Cristianismo; e depois de alguns anos,
    foi ordenado que aqueles que ainda restavam fossem
    demolidos a não ser que se considerassem úteis para a
    adoração cristã. Um decreto proibia que se falasse ou
    escrevesse contra a religião cristã, e determinou-se
    que todos os livros contrários fossem queimados. O
    resultado desse de
    creto foi que o único conhecimento
    que temos das seitas hereges ou anticristãs é obtido
    nos livros escritos con
    tra elas. A execução dessas leis
    repressivas variava de intensidade nas diversas partes
    do império. Contudo, seu efeito extinguiu o
    paganismo no decorrer de três ou quatro gerações.
  • Aos efésios ontem, aos brasilienses hoje v2

    1. 1. Aos Efésios ontem, aos brasilienses hoje! EBD, PIB Guará, 18/01/2015 Disponível em http://www.slideshare.com/adautos
    2. 2. O ENCHIMENTO DO ESPÍRITO E A MISSÃO DO CRISTÃO DATA TEMA (Efésios 5:18) PROFESSOR 28/DEZ CONTEXTO DA MENSAGEM: os costumes pagãos gregos, o serviço de um culto irracional e a noção moral grega. A importância da compreensão como o pensamento cristão modificou a forma de pensamento dos filósofos gregos. Esse nova forma de pensamento está construída a partir de uma nova forma de se situar na vida. MARCIO PONCIANO 04/JAN ELEMENTOS CONTIDAS NA MENSAGEM: rejeitar o mundo e suas práticas destrutivas, onde a ênfase é buscar a lucidez da verdade do Espírito. O cristão à luz da verdade do Espírito rejeita as velhas práticas irracionais e nocivas e passa a viver uma nova vida pautada pelo crescimento lúcido e a missão de trazer o mundo à luz. PR. ROGÉGIO MARQUES 11/JAN SIGNIFICADO DE SER CHEIO: o que ele não é? (significado negativo) Apesar da comparação com a embriagues, a mensagem não é de êxtase espiritual ou de irracionalidade. É ser completo por Ele, ou seja, ele preenche toda vida do cristão, que age racionalmente a partir da Sua orientação. Significa estar com a disposição da vida para o serviço do Reino. TÉRCIO TORRES 18/JAN RESULTADO DA PLENITUDE: o Fruto do Espírito - sujeição da mente, vontade, corpo, tempo, escolhas. Entrega total à missão de fazer discípulos. Renunciar impulsos carnais, resistir às facilidades do mal e desafiar a lógica do esquema do mundo. ADAUTO COSTA
    3. 3. 2 citações pertinentes Efésios 4 : 11-13 “Uma cidade é construída por diferentes tipos de homens, pessoas iguais não podem fazê-la existir.” (Aristóteles, Política)
    4. 4. Mapa do Reino da Lídia na antiguidade - localização de Éfeso na Anatólia Coordenadas 37° 56' 23" N 27° 20' 55" E País Turquia Província Esmirna Dados históricos Império Romano
    5. 5. Ruínas do teatro grego de Éfeso x Eixão do Lazer
    6. 6. Biblioteca de Celso, em Éfeso x Biblioteca Nacional de Brasília
    7. 7. Nove musas Musa Significado do nome Arte ou Ciência Representação (Atributo) Calíope Bela voz Eloquência Tabuleta e buril Clio Kleio A Proclamadora História Pergaminho parcialmente aberto Erato Amável Poesia Lírica Pequena Lira Euterpe A doadora de prazeres Música Flauta Melpômene A poetisa Tragédia Uma máscara trágica, uma grinalda e uma clava Polímnia Polyhymnia A de muitos hinos Música Cerimonial (sacra) Figura velada Tália Thaleia A que faz brotar flores Comédia Máscara cômica e coroa de hera ou um bastão Terpsícore A rodopiante Dança Lira e plectro Urânia A celestial Astronomia e Astrologia Globo celestial e compasso
    8. 8. Há quem afirme serem nove as musas. Que erro! Pois não vêem que Safo de Lesbos é a décima? — Platão “Conta-me, musa, a história do homem de muitos senderos, que, depois de destruir a sacra cidade de Troia, andou peregrinando larguíssimo tempo.” — Homero, na Odisseia I “Conta-me, musa, as causas; ofendido que numen ou dolida por que a rainha dos deuses a sofrer tantas penas empurrou a um homem de notável piedade, a fazer frente a tanto incomodo. Tão grande é a ira do coração dos deuses?” — Virgílio, Eneida I “Oh musas, oh altos gênios, ajuda-me! Oh memória que aponta o que vi, agora se verá tu autêntica nobreza!” — Dante Alighieri, A Divina Comédia , Inferno II “Canta celeste Musa a primeira desobediência do homem. E o fruto daquela árvore proibida cujo funesto manjar trouxe a morte ao mundo e todos nossos males com a perda do Éden, até que um Homem, maior, reconquistou para nós a mansão bem-aventurada.” — John Milton, O Paraíso Perdido I “Quem me dera uma musa de fogo que os transporte ao céu mais brilhante da imaginação; príncipes por
    9. 9. Games e Mitos • No jogo Mortal Kombat: Armageddon, Motaro e toda sua raça de Centauros foram atingidos por uma antiga maldição Shokan, que os reduziu a sátiros bípedes (muito embora eles sejam referidos oficialmente como minotauros ao invés de sátiros verdadeiros). • O jogo DOOM e sua sequência Doom II: Hell on Earth apresentam como personagens inimigos duas criaturas demoníacas chamadas Cavaleiro do Inferno (Hell Knight) e Barão do Inferno (Hell Baron), ambos são sátiros musculosos cujas mãos envoltas em ectoplasma verde atiram poderosas bolas de energia ou retalham outros seres com suas garras enormes.
    10. 10. • A série de jogos Diablo exibe sátiros (sob o nome de Goatmen - "Homens-Bode") como poderosos inimigos mano-a-mano, retratados como aberrações infernais que misturam características humanas com bode, possivelmente inspirados na figura mítica de Baphomet. • No jogo God of War, os sátiros aparecem como criaturas demoníacas muito velozes que carregam uma lança que pode ser partida ao meio para transformar-se em espadas gêmeas.
    11. 11. • No jogo Age of Mythology, os sátiros são unidades que atiram lanças. • Na Saga Percy Jackson e os Olimpianos, o personagem Grover é um sátiro que está à procura do deus Pã. • No livro O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa da série As Crônicas de Nárnia, o personagem Sr. Tummus é um sátiro (sob o nome de fauno ). • No filme Hércules da Disney, o treinador do herói (Filoctetes) é um sátiro.
    12. 12. Mosaico de um sátiro, encontrada em uma vila em Genazzano. Período antonino 138-192 d.C.
    13. 13. PENSAR 2 VEZES; OUVIR 2 VEZES, FALAR SÓ UMA VEZ (Mateus 5:37)! “Nós conhecemos muito bem o conceito de ‘pensar duas vezes’, uma expressão cunhada por George Orwell em seu famoso livro 1984. Ela denota a habilidade de guardar simultaneamente na mente duas visões ou convicções conflitivas. Pensar duas vezes é uma capacidade típica de propagandistas inescrupulosos. ‘Falar duas vezes’ é ainda mais desonroso. E a capacidade de dizer algo para uma pessoa e outra coisa completamente diferente para uma outra, e até falar coisas mutuamente contraditórias para a mesma pessoa. Falar duas vezes é a reserva de mercado dos hipócritas, dos mentirosos consagrados. ‘Ouvir duas vezes’, porém, não contém nenhum elemento de autocontradição. É a faculdade de ouvir duas vozes ao mesmo tempo, a voz de Deus através das Escrituras e as vozes de homens e mulheres ao nosso redor. Frequentemente estas vozes contradizem uma à outra, mas nosso propósito ao ouvir tanto uma como a outra é descobrir como elas se inter-relacionam. Ouvir duas vezes é indispensável para o discipulado cristão e para a missão cristã. Somente através da disciplina de ouvir duas vezes é que é possível tornar-se um ‘cristão contemporâneo’. Pois só então nós conseguimos ver que os adjetivos ‘histórico’ e ‘contemporâneo’ não são incompatíveis, aprendemos a aplicar a Palavra ao mundo e proclamamos boas novas que são, ao mesmo tempo, novas e verdadeiras. Em suma, passamos a viver no ‘hoje’ à luz do ‘ontem’. John Stott in “Ouça o Espírito, ouça o mundo”, disponível em e-book: http://charlezine.com.br/wp- content/uploads/2011/11/Ouça-o-Espírito-ouça-o-mundo-Jonh-Stott.pdf
    14. 14. Escola Bíblica Dinâmica
    15. 15. Apocalipse – Capítulo 2 • 1 Ao anjo da igreja em Éfeso escreve: Estas coisas diz aquele que conserva na mão direita as sete estrelas e que anda no meio dos sete candeeiros de ouro:, • 2 Conheço as tuas obras, tanto o teu labor como a tua perseverança, e que não podes suportar homens maus, e que puseste à prova os que a si mesmos se declaram apóstolos e não são, e os achaste mentirosos; • 3 e tens perseverança e suportaste provas por causa do meu nome, e não te deixaste
    16. 16. • 4 Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor. • 5 Lembra-te, pois, de onde caíste, arrepende- te e volta à prática das primeiras obras; e, se não, venho a ti e moverei do seu lugar o teu candeeiro, caso não te arrependas. • 6 Tens, contudo, a teu favor que odeias as obras dos nicolaítas, as quais eu também odeio. • 7 Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao vencedor, dar-lhe-ei que se alimente da árvore da vida que se encontra no paraíso de Deus.
    17. 17. Aplicação RESULTADO DA PLENITUDE: o Fruto do Espírito - sujeição da mente, vontade, corpo, tempo, escolhas. Entrega total à missão de fazer discípulos. Renunciar impulsos carnais, resistir às facilidades do mal e desafiar a lógica do esquema do mundo.
    18. 18. Aplicação • Efésios - Estudando, cantando, orando, adorando, cultuando... Só isso? • Como aplicar os ensinos e admoestações bíblicos (Efésios 5-6 e Apocalipse 2:1-7) ao nosso contexto hoje?
    19. 19. Análise SWOT
    20. 20. PIB GUARÁ
    21. 21. Bibliografia (sugestão para leitura complementar) • Feitosa, Darlyson – Hiper-Religiosidade Contemporânea, São Leopoldo-RS: Oikos, 2011 • Gallagher, Steve - No Altar da Idolatria Sexual, Rio de Janeiro: Graça, 2003 • Gondin, Ricardo – O que os Evangélicos não falam, Viçosa-MG: Ultimato, 2006 • Pe.Beto – Jesus e a Sexualidade, Bauru-SP: Astral, 2014 • Sennett, Richard – Carne e Pedra, Rio de Janeiro: BestBolso, 2010 • Sider, Ronald J. – Escândalo do Comportamento Evangélico, Viçosa-MG: Ultimato, 2006 • Stott, John – Ouça o Espírito, Ouça o Mundo, São Paulo: ABU, 2005 - Crer é também pensar, São Paulo: ABU, 2002

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