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OBJECTIVO DO PNLCG Assegurar a segurança alimentar no quadro de luta contra a pobreza Fazer face a toda nova infestação de...
<ul><li>Objectivo </li></ul><ul><li>Organizar campanhas de luta eficientes e respeitadoras do meio ambiente e da saúde púb...
CONSULTA PÚBLICA <ul><li>Plano do MADR desenvolvido pelos técnicos da PV com o apoio da AT do Projecto PV financiado pela ...
<ul><li>SITUAÇÃO </li></ul><ul><li>FINALIDADE </li></ul><ul><li>ACTIVIDADES </li></ul><ul><li>EXECUÇÃO   </li></ul><ul><ul...
ORÇAMENTO <ul><li>COMPONENTE 1. FASE AZUL </li></ul><ul><li>Fase permanente </li></ul><ul><li>Capacidade mínima que o país...
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NÍVEIS DE ALERTA
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4. EQUIPAMENTO DE TRATAMENTO 4.1. Equipamento de aplicação de pesticidas COMPONENTE 1. FASE AZUL
4.2. Equipamento de Protecção Pessoal COMPONENTE 1. FASE AZUL
COMPONENTE 1. FASE AZUL 3. Equipamento de prospecção 5. Material de campismo 2. Equipamento de  comunicação
6.1. Reabilitação de infra-estruturas COMPONENTE 1. FASE AZUL
<ul><ul><li>B. FUNCIONAMENTO </li></ul></ul><ul><li>1. Deslocações (Per diem + alojamento) </li></ul><ul><li>2. Combustíve...
5. Formação Formação/reciclagem para técnicos afectos ao plano   COMPONENTE 1. FASE AZUL Formação de formadores (técnicos ...
Formação Micronair Formação em manutenção e reparação de equipamento de tratamento 5. Formação COMPONENTE 1. FASE AZUL Exe...
COMPONENTE 2. FASE DE EMERGÊNCIA <ul><li>A. INVESTIMENTOS  </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>EQUIPAS DE REFORÇO </li><...
4. EQUIPAS DE REFORÇO  TERRESTRES X  5 X  5 X  5 COMPONENTE 2. FASE DE EMERGÊNCIA
  TRATAMENTO AÉREO 1 piloto, 1 condutor e 1 mecânico 1 avião, 1 viatura, 1 atrelado 4. EQUIPAS DE REFORÇO  AÉREO COMPONENT...
COMPONENTE 2. FASE DE EMERGÊNCIA <ul><li>B. FUNCIONAMENTO </li></ul><ul><li>1. Combustível </li></ul><ul><li>2. Lubrifican...
COMPONENTE 2. FASE DE EMERGÊNCIA 88 59 34 515 357 196 20 TOTAL 6 3 3 24 12 12 3 EPLOG 66 44 22 438 292 146 8 ERI 10 6 3 30...
ORÇAMENTO
PLANO DE FINANCIAMENTO X AT X FAO X Reforço de capacidades UE X X X X Pesticidas X Formação X X Equipas de reforço X Equip...
PEDIDO DE COMENTÁRIOS  <ul><li>Apresentação do PNLCGP com vista à definição de uma estratégia para mobilização de fundos d...
PEDIDO DE COMENTÁRIOS  OUTRAS ENTIDADES <ul><li>Apresentação do PNLCGP com vista à definição de uma estratégia para mobili...
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Luta contra os Gafanhotos na Guiné-Bissau

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  • Para que a Guiné-Bissau esteja preparada para responder a uma próxima invasão de Gafanhotos, o primeiro passo é a elaboração de um Plano Nacional de Luta Contra os Gafanhotos. Este Plano definirá como a campanha de luta deverá ser organizada em caso de invasão. A existência deste plano é também fundamental para que o país possa beneficiar de outros apoios existentes a nível regional para a luta contra o GP nomeadamente dos fundos de emergência do Banco Mundial.
  • Um dos problemas identificados quando da última invasão de gafanhotos peregrinos foi a falta de meios materiais para intervir. Por isso mesmo, é essencial dotar a Guiné-Bissau de meios de transporte, equipamentos de aplicação de pesticida, pesticidas e horas de voo para fazer face a uma nova invasão de gafanhotos. Serão também constituídas as reservas necessárias para permitir à PV intervir em relação a outras pragas massivas das culturas. Após a aquisição destes equipamentos e materiais, estes serão repartidos pelas diferentes regiões de acordo com a PLCG e os planos de luta contra outras pragas massivas
  • Para os técnicos envolvidos na implementação do PLCG, é necessário organizar sessões de formação específicas sobre as várias componentes de uma campanha contra o gafanhoto incluindo prospecção e luta contra o Gafanhoto Peregrino, organização de informação, monitorização dos impactos ambientais e na saúde humana. Neste âmbito é de salientar a existência de um programa da USAID que abrange a Guiné-Bissau e que consiste na formação de técnicos na luta contra inimigos transfronteiriços (gafanhotos, roedores e pássaros). Vinte e dois técnicos nacionais já foram formados e uma formação para produtores está em preparação que contemplará 320 produtores em 2008. Assim as acções de formação do projecto PV deverão complementar os conhecimentos adquiridos durante estas formações. Será também importante organizar uma formação de formadores sobre protecção integrada para técnicos da PV. Esta formação abrange identificação de pragas e doenças, meios de luta e regras de segurança na aplicação de pesticidas. Dentro do quadro do reforço das capacidades do laboratório PV, os técnicos deverão beneficiar de formação no uso de todo o equipamento adquirido e técnicas modernas de diagnóstico de pragas e doenças
  • Para os técnicos envolvidos na implementação do PLCG, é necessário organizar sessões de formação específicas sobre as várias componentes de uma campanha contra o gafanhoto incluindo prospecção e luta contra o Gafanhoto Peregrino, organização de informação, monitorização dos impactos ambientais e na saúde humana. Neste âmbito é de salientar a existência de um programa da USAID que abrange a Guiné-Bissau e que consiste na formação de técnicos na luta contra inimigos transfronteiriços (gafanhotos, roedores e pássaros). Vinte e dois técnicos nacionais já foram formados e uma formação para produtores está em preparação que contemplará 320 produtores em 2008. Assim as acções de formação do projecto PV deverão complementar os conhecimentos adquiridos durante estas formações. Será também importante organizar uma formação de formadores sobre protecção integrada para técnicos da PV. Esta formação abrange identificação de pragas e doenças, meios de luta e regras de segurança na aplicação de pesticidas. Dentro do quadro do reforço das capacidades do laboratório PV, os técnicos deverão beneficiar de formação no uso de todo o equipamento adquirido e técnicas modernas de diagnóstico de pragas e doenças
  • Um dos problemas identificados quando da última invasão de gafanhotos peregrinos foi a falta de meios materiais para intervir. Por isso mesmo, é essencial dotar a Guiné-Bissau de meios de transporte, equipamentos de aplicação de pesticida, pesticidas e horas de voo para fazer face a uma nova invasão de gafanhotos. Serão também constituídas as reservas necessárias para permitir à PV intervir em relação a outras pragas massivas das culturas. Após a aquisição destes equipamentos e materiais, estes serão repartidos pelas diferentes regiões de acordo com a PLCG e os planos de luta contra outras pragas massivas
  • Um dos problemas identificados quando da última invasão de gafanhotos peregrinos foi a falta de meios materiais para intervir. Por isso mesmo, é essencial dotar a Guiné-Bissau de meios de transporte, equipamentos de aplicação de pesticida, pesticidas e horas de voo para fazer face a uma nova invasão de gafanhotos. Serão também constituídas as reservas necessárias para permitir à PV intervir em relação a outras pragas massivas das culturas. Após a aquisição destes equipamentos e materiais, estes serão repartidos pelas diferentes regiões de acordo com a PLCG e os planos de luta contra outras pragas massivas
  • Para que a Guiné-Bissau esteja preparada para responder a uma próxima invasão de Gafanhotos, o primeiro passo é a elaboração de um Plano Nacional de Luta Contra os Gafanhotos. Este Plano definirá como a campanha de luta deverá ser organizada em caso de invasão. A existência deste plano é também fundamental para que o país possa beneficiar de outros apoios existentes a nível regional para a luta contra o GP nomeadamente dos fundos de emergência do Banco Mundial.
  • Para que a Guiné-Bissau esteja preparada para responder a uma próxima invasão de Gafanhotos, o primeiro passo é a elaboração de um Plano Nacional de Luta Contra os Gafanhotos. Este Plano definirá como a campanha de luta deverá ser organizada em caso de invasão. A existência deste plano é também fundamental para que o país possa beneficiar de outros apoios existentes a nível regional para a luta contra o GP nomeadamente dos fundos de emergência do Banco Mundial.
  • Luta contra os Gafanhotos na Guiné-Bissau

    1. 1. APRESENTAÇÃO DO PLANO NACIONAL DE LUTA CONTRA O GAFANHOTO PEREGRINO ( PNLCG) Plan National de Lutte Contre le Criquet Pèlerin National Plan for Locust Control
    2. 2. OBJECTIVO DO PNLCG Assegurar a segurança alimentar no quadro de luta contra a pobreza Fazer face a toda nova infestação de gafanhotos
    3. 3. <ul><li>Objectivo </li></ul><ul><li>Organizar campanhas de luta eficientes e respeitadoras do meio ambiente e da saúde pública </li></ul><ul><li>Participar nos projectos regionais </li></ul><ul><li>Assegurar o financiamento das suas actividades </li></ul>
    4. 4. CONSULTA PÚBLICA <ul><li>Plano do MADR desenvolvido pelos técnicos da PV com o apoio da AT do Projecto PV financiado pela UE </li></ul><ul><li>Reunião de preparação com responsáveis regionais da PV </li></ul><ul><li>Atelier de Gestão de risco </li></ul><ul><li>Atelier de discussão do PNLCG </li></ul><ul><li>Seminário de apresentação do PNLCC </li></ul><ul><li>Oficialização do plano </li></ul>
    5. 5. <ul><li>SITUAÇÃO </li></ul><ul><li>FINALIDADE </li></ul><ul><li>ACTIVIDADES </li></ul><ul><li>EXECUÇÃO </li></ul><ul><ul><ul><li>As estruturas de intervenção </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>responsabilidades </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Os meios necessários </li></ul></ul></ul><ul><li>ADMINISTRAÇÃO E LOGÍSTICA </li></ul><ul><li>SISTEMA DE ALERTA </li></ul><ul><li>FINANCIAMENTO </li></ul>ESTRUTURA DO PNLCG
    6. 6. ORÇAMENTO <ul><li>COMPONENTE 1. FASE AZUL </li></ul><ul><li>Fase permanente </li></ul><ul><li>Capacidade mínima que o país deve constituir fora do período de invasão </li></ul><ul><li>Permite reacção inicial no Nível de Alerta AMARELO </li></ul><ul><li>COMPONENTE 2. FASE DE EMERGÊNCIA </li></ul><ul><li>Quando há invasão </li></ul><ul><li>Nível de alerta LARANJA </li></ul><ul><li>Recursos adicionais que o país necessita para fazer face a uma invasão </li></ul>
    7. 7. ORÇAMENTO NÍVEL DE ALERTA NIVEL DE INFESTAÇÃO VERMELHO LARANJA AMARELO AZUL ALTO MÉDIO BAIXO NULO 2. FASE DE EMERGÊNCIA 1. FASE AZUL
    8. 8. NÍVEIS DE ALERTA
    9. 9. ORÇAMENTO <ul><li>COMPONENTE 1. FASE AZUL </li></ul><ul><li>INVESTIMENTOS </li></ul><ul><li>FUNCIONAMENTO </li></ul><ul><li>COMPONENTE 2. FASE DE EMERGÊNCIA </li></ul><ul><li>INVESTIMENTOS </li></ul><ul><li>FUNCIONAMENTO </li></ul>
    10. 10. COMPONENTE 1. FASE AZUL <ul><ul><li>A. INVESTIMENTOS: AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTOS </li></ul></ul><ul><li>1. MEIOS DE TRANSPORTE </li></ul><ul><li>2. EQUIPAMENTO DE COMUNICAÇÃO E NAVEGAÇÃO </li></ul><ul><li>3 EQUIPAMENTO DE PROSPECÇÃO </li></ul><ul><li>4. EQUIPAMENTO DE TRATAMENTO </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>4.1. Equipamento de aplicação de pesticidas </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>4.2. Equipamento de Protecção Pessoal </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>4.3. Pesticidas </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><li>5. EQUIPAMENTO DE CAMPISMO </li></ul><ul><li>6. OUTROS </li></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>6.1. Reabilitação das infra-estruturas </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>6.2. Equipamento electrónico </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>6.3. Mobiliário para escritórios e formação </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>6.4. Electrodomésticos </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>6.5. Equipamentos Energéticos </li></ul></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><ul><li>6.6. Equipamento oficina </li></ul></ul></ul></ul></ul>
    11. 11. 4. EQUIPAMENTO DE TRATAMENTO 4.1. Equipamento de aplicação de pesticidas COMPONENTE 1. FASE AZUL
    12. 12. 4.2. Equipamento de Protecção Pessoal COMPONENTE 1. FASE AZUL
    13. 13. COMPONENTE 1. FASE AZUL 3. Equipamento de prospecção 5. Material de campismo 2. Equipamento de comunicação
    14. 14. 6.1. Reabilitação de infra-estruturas COMPONENTE 1. FASE AZUL
    15. 15. <ul><ul><li>B. FUNCIONAMENTO </li></ul></ul><ul><li>1. Deslocações (Per diem + alojamento) </li></ul><ul><li>2. Combustível </li></ul><ul><li>3. Manutenção de meios de transporte </li></ul><ul><li>4. Outras despesas de funcionamento </li></ul><ul><li>5. Formação </li></ul><ul><li>6. Viagens de estudo </li></ul><ul><li>7. Pagamento de quotas CLCPRO </li></ul><ul><li>8. Divulgação aos agricultores </li></ul>COMPONENTE 1. FASE AZUL
    16. 16. 5. Formação Formação/reciclagem para técnicos afectos ao plano COMPONENTE 1. FASE AZUL Formação de formadores (técnicos superiores)
    17. 17. Formação Micronair Formação em manutenção e reparação de equipamento de tratamento 5. Formação COMPONENTE 1. FASE AZUL Exercícios de simulação Formação de agricultores (310 agricultores, associações e ONG) Participação em formações a nível regional
    18. 18. COMPONENTE 2. FASE DE EMERGÊNCIA <ul><li>A. INVESTIMENTOS </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>EQUIPAS DE REFORÇO </li></ul><ul><li>4. EQUIPAMENTO DE TRATAMENTO </li></ul><ul><li>4.1. Equipamento de aplicação de pesticidas </li></ul><ul><li>4.2. Equipamento de Protecção Pessoal </li></ul><ul><li>4.3 Pesticidas </li></ul><ul><li>  </li></ul><ul><li>B. FUNCIONAMENTO </li></ul><ul><li>1. Combustível </li></ul><ul><li>2. Lubrificantes </li></ul><ul><li>3 Comunicações </li></ul><ul><li>4. Per Diem </li></ul>
    19. 19. 4. EQUIPAS DE REFORÇO TERRESTRES X 5 X 5 X 5 COMPONENTE 2. FASE DE EMERGÊNCIA
    20. 20. TRATAMENTO AÉREO 1 piloto, 1 condutor e 1 mecânico 1 avião, 1 viatura, 1 atrelado 4. EQUIPAS DE REFORÇO AÉREO COMPONENTE B. FASE DE EMERGÊNCIA
    21. 21. COMPONENTE 2. FASE DE EMERGÊNCIA <ul><li>B. FUNCIONAMENTO </li></ul><ul><li>1. Combustível </li></ul><ul><li>2. Lubrificantes </li></ul><ul><li>3 Comunicações </li></ul><ul><li>4. Per Diem </li></ul>
    22. 22. COMPONENTE 2. FASE DE EMERGÊNCIA 88 59 34 515 357 196 20 TOTAL 6 3 3 24 12 12 3 EPLOG 66 44 22 438 292 146 8 ERI 10 6 3 30 30 15 3 EPI 1 1 1 3 3 3 1 ECLOG 3 3 3 12 12 12 3 EATE 2 2 2 8 8 8 2 CC Vermelho Laranja Amarelo Vermelha Laranja Amarela Amarela EQUIPAS Viaturas Pessoal Número de equipas
    23. 23. ORÇAMENTO
    24. 24. PLANO DE FINANCIAMENTO X AT X FAO X Reforço de capacidades UE X X X X Pesticidas X Formação X X Equipas de reforço X Equipamento de aplicação, prospecção e seguimento X Per diem RGB CILSS/ USAID China Portugal Argélia Marrocos Líbia Senegal Rubrica EPP
    25. 25. PEDIDO DE COMENTÁRIOS <ul><li>Apresentação do PNLCGP com vista à definição de uma estratégia para mobilização de fundos de emergência </li></ul><ul><li>Reacções ao plano para que possam ser integrados no PNLCGP </li></ul><ul><li>Comentários sobre fundos potencialmente disponíveis para </li></ul><ul><ul><li>AS FASES AZUL E </li></ul></ul><ul><ul><li>FASE DE EMERGÊNCIA </li></ul></ul><ul><li>Como aceder as esses fundos </li></ul><ul><li>Criação de um fundo de emergência </li></ul>
    26. 26. PEDIDO DE COMENTÁRIOS OUTRAS ENTIDADES <ul><li>Apresentação do PNLCGP com vista à definição de uma estratégia para mobilização de fundos de emergência </li></ul><ul><li>Reacções ao plano para que possam ser integrados no PNLCGP </li></ul><ul><li>Comentários sobre meios humanos e materiais disponíveis e como se podem articular com o PNLCGP </li></ul><ul><li>Sinergias com outros ONG, associações </li></ul>
    27. 27. OBRIGADA PELA ATENÇÃO

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