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vivências e experiências do estudante da era mediatizada e em rede

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  1. 1. Painel 3 | EaD e b-learning Ana Loureiro Escola Superior de Educação vivências e experiências do estudante da era mediatizada e em rede [percurso pessoal] o p o r t u n i d a d e s e d e s a f i o s
  2. 2. Onde é que você estava em 1986? Ciclo Preparatório da Telescola ou Ciclo Preparatório TV Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt ensino audiovisual | mediatizado
  3. 3. A Telescola… não tinha como fronteira as paredes de um edifício, mas as “quatro fronteiras de Portugal Continental... uma imensa sala de aula, do tamanho da lusitana facha atlântica... se estende por vales e serras, vai até aos mais distantes lugares” (IMAVE, n.º 2, 1965:5). Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt “Os professores estavam dentro da televisão e os alunos aprendiam à distância”.
  4. 4. Telescola… a estrutura Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt letras ciências
  5. 5. 20 anos depois… Blended Learning Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt Mestrado em Multimédia em Educação Doutoramento em Multimédia em Educação
  6. 6. Definição de blended learning contexto de aprendizagem que combina uma abordagem online e uma abordagem face-a-face (Heinze e Procter, 2004), em que os tempos passados em espaço físico de sala de aula são menores, "reduced seat time" (Dziuban, Hartman e Moskal, 2004:2). Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt
  7. 7. b-learning… a estrutura Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt
  8. 8. EaD / E-Learning Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt UoPeople Online Education Strategies ESE_IPS Mestrado em ECM docente
  9. 9. Desafios do EaD Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt pedagógicos tecnológicos pessoais e sociais
  10. 10. Perfil dos estudantes Sensação de isolamento | Motivação Gestão do tempo Comunicação | Interação Língua | Cultura Responsabilidade Desafios do EaD Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt pessoais e sociais
  11. 11. Plataforma LMS Diferentes espaços | redes | aplicativos Ambientes difusos e transitórios Competências digitais Acesso à Internet Desafios do EaD Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt tecnológicos
  12. 12. Modelo Pedagógico Moderação | Interação Comunicação Síncrona e Assíncrona Conteúdos Desafios do EaD Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt pedagógicos
  13. 13. Desafios do EaD Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt Centrar no estudante ao invés da tecnologia Fomentar o sentimento de pertença e de comunidade Redes Pessoais de Aprendizagem (PLE/N) | Redes de Relações
  14. 14. A aprendizagem não fica confinada à sala de aula, mas antes tem lugar nas variadas vivências e numa diversidade de situações experienciadas ao longo da vida, de forma continuada e em diversos espaços  para além das fronteiras da “lusitana facha atlântica”…. Sala de aula estendida (Loureiro e Bettencourt, 2013) Aprendizagem colaborativa e em rede – Aprendizagem formal, informal e não formal Construção de conhecimento Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt
  15. 15. • é um processo contínuo, ao longo da vida, em que cada um transforma informação e experiências em conhecimento, competências, comportamentos e atitudes • é o resultado de interações e ligações que se estabelecem com pares e com outros utilizadores das comunidades e redes a que se pertence Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt Aprendizagem
  16. 16. Oportunidades do EaD Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt Desenvolvimento - Competências do estudante séc. XXI Colaboração / Redes Inteligência Digital Literacia digital e informacional Competências comunicacionais Pensamento crítico Criatividade Acesso a formação de qualidade • Sem restrições espácio-temporais • Learn at your own pace
  17. 17. Considerações Finais Ana Loureiro ana.loureiro@ese.ipsantarem.pt • Aprender e Ensinar a Distância requerem empenho, tempo e predisposição para colaborar e interagir com os pares • Existem variáveis que influenciam essa partilha de conhecimento e essa interação (Loureiro e Bettencourt, 2013) Colaboração e Interação maturidade confiança motivação convivência online tecnologia condições técnicas e tecnológicas

Notas do Editor

  • Boa tarde a todos 
    Antes de iniciar a apresentação gostaria de cumprimentar os meus colegas de mesa e a audiência e agradecer o gentil convite para estar aqui hoje neste painel.
    Nesta breve apresentação gostaria de vos falar um pouco acerca das necessidades e dificuldades sentidas pelos estudantes quando em situação de EaD, necessidades e dificuldades essas que poderão levar ao abandono dos cursos a distância, que, tal como referido pelo Prof João Gabriel constituem uma preocupação óbvia.
  • A Telescola teve emissões regulares entre 1965 e 1987, permitindo a milhares de alunos completarem o ensino do quinto e sexto anos de escolaridade. Por todo o país as aulas eram seguidas pela televisão e os alunos eram depois acompanhados por professores que completavam as lições com mais informação. Também existiam livros adaptados às emissões que eram entregues os estudantes, gratuitamente, nos primeiros dias de aulas.
    Por cada sala de telescola existiam normalmente dois professores – um da área de ciências e outro de letras

    Fonte: http://ensina.rtp.pt/artigo/telescola-aprender-pela-televisao/
  • Defesa do Mestrado em 2006 - Universidade de Aveiro
    área do b-learning (há 10 anos atrás!  ) e já na altura se identificavam alguns dos desafios desta metodologia de ensino… com continuidade para o Doutoramento na mesma área (Defesa em 2013)
  • Ao longo dos últimos anos fui vivendo os desafios e as dificuldades sentidas enquanto estudante mas também, mais tarde, enquanto tutora/docente a distância, nomeadamente através da tutoria na University of the People (totalmente em e-learning) e no Mestrado em Educação e Comunicação multimédia (desde a passado ano letivo também em e-learning)
  • Tive assim a oportunidade de perceber que existem desafios pessoais e sociais, desafios tecnológicos e desafios pedagógicos
  • O perfil dos estudantes  ora… todos diferentes, todos iguais 

    O EaD tende a responsabilizar mais os estudantes, uma vez que a ênfase é deslocada do ensino para a aprendizagem. O papel mais ativo cabe aos estudante que tem que ir à procura da informação e utilizar os seus próprios métodos e ritmo para a construção do conhecimento. Estes são mais autónomos e têm no professor um orientador e um guia.
  • A escolha da plataforma de gestão de aprendizagem nem sempre é consensual, embora a Moodle seja aquela que é mais amplamente utilizada. Apesar de um curso poder ser todo feito única e exclusivamente com base nesta plataforma, é comum existirem outros espaços online onde possa decorrer alguma interação adicional. Por vezes, essa dispersão por diferentes espaços pode causar alguma confusão nos estudantes podendo levando a que se sintam perdidos. Por outro lado, alguns estudantes poderão não dominar tão bem algumas aplicações e ferramentas tecnológicas fazendo com que se sintam desconfortáveis e podendo até levar a que desistam da formação. Apesar de o acesso à Internet estar amplamente difundido em Portugal, esta não é uma realidade aplicável a todos os países. Por exemplo, quando colaborei com a UoPeople, tinha muitos estudantes do continente Africano e Asiático e percebia as dificuldades que tinham com o acesso à rede.
  • A Moderação por parte do tutor e a interação entre o grupo são fundamentais. E porque existem diferentes perfis de estudantes assegurar momentos síncronos e assíncronos. Os momentos assíncronos são fundamentais , são momentos de introspeção, reflexão e de construção – de transformação de informação em conhecimento. Por outro lado, os momentos síncronos também são vitais para fortalecer os laços e manter a coesão do grupo, cultivar o sentimento de comunidade. Cabe ao tutor fazer a devida moderação dos diferentes canais de comunicação e zelar para que todos participem e se envolvam nas diferentes atividades.
  • PLE – o individuo organiza o seu ambiente de aprendizagem de acordo com as suas necessidades.
    Conetivismo - quadro teórico para compreender os contextos de aprendizagem (Kop e Hill, 2008) que ocorrem em espaços online.
    As redes e ambientes virtuais, com um forte cariz social, possibilitam o estabelecer de várias ligações e conexões entre pessoas e instituições, em que o ato de aprender é um modo de estar e de ser e no qual as atitudes e ações individuais ou de grupo estão em permanente atualização
  • Ora, tendo, hoje em dia, o EaD / b-learning um forte cariz tecnológico com uma forte predominância de espaços online como suporte as oportunidades de aprendizagem são exponenciais. Aprender com recurso ao blended-learning permite – para além do acesso a uma formação de qualidade flexível em tempo e espaço e ao ritmo de cada um, fomentando no fundo a democratização no acesso à formação - permite ainda, o desenvolvimento das competências identificadas como essenciais ao estudante do séc. XXI.
  • Termino assim a minha breve contribuição para esta temática e agradeço a vossa atenção. Muito obrigada 

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