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10º Simpovidro Abravidro - Palestra Carlos Henrique Mattar (Cebrace) - "Regulamentação e normatização - Produtos de valor agregado como caminhos para o mercado"

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10º Simpovidro Abravidro - Palestra Carlos Henrique Mattar (Cebrace) - "Regulamentação e normatização - Produtos de valor agregado como caminhos para o mercado"

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Carlos Henrique Mattar, gerente de Desenvolvimento de Mercado da Cebrace, foi um dos palestrantes do 10º Simpovidro, evento organizado pela Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Abravidro). O tema de sua apresentação foi "Regulamentação e normatização - Produtos de valor agregado como caminhos para o mercado"

Carlos Henrique Mattar, gerente de Desenvolvimento de Mercado da Cebrace, foi um dos palestrantes do 10º Simpovidro, evento organizado pela Associação Brasileira de Distribuidores e Processadores de Vidros Planos (Abravidro). O tema de sua apresentação foi "Regulamentação e normatização - Produtos de valor agregado como caminhos para o mercado"

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10º Simpovidro Abravidro - Palestra Carlos Henrique Mattar (Cebrace) - "Regulamentação e normatização - Produtos de valor agregado como caminhos para o mercado"

  1. 1. Cebrace Construindo os caminhos do vidro de amanhã 10 Simpovidro Carlos Henrique Mattar
  2. 2. Regulamentação & Normatização “Produtos de valor agregado como caminhos para o mercado”
  3. 3. Legislação no Mundo
  4. 4. Europa Obrigatório UK Slovakia Czech Republic Denmark Sweden Finland Em Implantação Voluntario Italy France Europe
  5. 5. Renovação x Obras Novas (2010) Media Mercado Europeu: 58% 69% 70% 56% 38% 60% 60% 70% 40% 65%
  6. 6. Inglaterra • Conteúdo: – Selo para o consumidor, de A a E, similar ao utilizado em eletrodomésticos
  7. 7. EUA – ENERGY STAR
  8. 8. Australia • Conteúdo – Escala com 5 estrelas para aquecimento e resfriamento expresso em incrementos de meia estrela. – Porcentual indicativo de melhora em relação ao modelo de referencia
  9. 9. Legislação no Brasil
  10. 10. Políticas Públicas e Programas de Eficiência Energética –! ç "$ #% & –! ' "$ #( ! ' "# #" –! ç )* ** + & , - ! . , / 0 , )* *"
  11. 11. Relação entre PBE, Selos e a Lei de Eficiência Energética Lei de Eficiência Programa Brasileiro Selo de Energética de Etiquetagem Eficiência no 10.295 PBE Energética (17/10/2001) Índices Mínimos de Eficiência Energética ou máximos de consumo específico
  12. 12. CONSUMO DE ELETRICIDADE NO BRASIL
  13. 13. PROGRAMA BRASILEIRO DE ETIQUETAGEM INMETRO
  14. 14. Plano Nacional de Energia PNE 2030 • Eficiência Energética • PNEF Plano Nacional de Eficiência Energética
  15. 15. Eficiência energética Menor área de Produtos de janela alto desempenho Proteções solares
  16. 16. Mercado Residencial
  17. 17. RTQ-R
  18. 18. ! " !
  19. 19. TRÊS TIPOS DE ETIQUETAS
  20. 20. UNIDADE HABITACIONAL Ambientes de # permanência prolongada # avaliados individualmente
  21. 21. UNIFAMILIARES
  22. 22. MULTIFAMILIARES ! Avaliação # individual das unidades *recebem etiqueta própria
  23. 23. MULTIFAMILIARES
  24. 24. Exemplo: Contribuição dos Vidros de Controle Solar no Nível De Eficiência Da Unidade Habitacional $%& '(& ')&
  25. 25. Exemplo: Contribuição dos Vidros de Controle Solar no Nível De Eficiência Da Unidade Habitacional FS = Selo * # ! " $ % " * " ! & '( ") " " % # "% $ " " # )" "
  26. 26. OPORTUNIDADE O país evoluiu bastante na regulamentação da eficiência energética das edificações, acompanhando tendência mundial. Diversos casos de sucesso existem e podem ser replicados. Capacitação, Credenciamento de Consultores e Divulgação!!!! Oportunidade para o Setor Vidreiro: Vidros de Valor Agregado: Controle Solar Duplos Baixo Emissivos
  27. 27. Mercado Comercial 12 ,1 3 Selo Procel Edifica Selo Leed
  28. 28. ETIQUETAGEM DE EDIFÍCIOS COMERCIAIS, DE SERVIÇOS E PÚBLICOS '++,
  29. 29. Etiquetagem de Edifícios 4 5 , 3 '6 '6 7 89 : ; ;0 1< 1 <: ; <= 5 > > (* ) * ? , )@AB
  30. 30. Etiquetagem de Edifícios '( % % )" %% * * $ +( & ), +( - *& 4 >3 . D !" #% $ & C 3 5 ? , '? , 4 4 5 7 >
  31. 31. Simulador S3E
  32. 32. Resultados em Edificações Eficientes . + ( % % $ " % / + ( % * ) %" 0 1 2" " % ) $ % $ 32 " 4% 5 ) 6) %7 " $ % 0 8 ) % $ %) $ % % ) #% + $ ( -* 7 9 ) %) ) 2 % :5 " % ), "; " $ 7 % $ 5 ( $ % $ % <= "; " $ $ )2 " - !" % "; " $ 7 % * $ $;$ #( $ * !" 33
  33. 33. Selo Leed • Números: – 383 Empreendimentos Registrados (Nov.2011) – 38 Empreendimentos Certificados • O que é um “Empreendimento Verde”: 50% – Uso racional da água 35% – Eficiência energética 35% – Utilização de materiais renováveis na construção – Qualidade do ambiente de trabalho ou moradia – Conforto térmico e sonoro – Inovação
  34. 34. Conclusões Tendências da arquitetura corporativa: Maior transmissão luminosa Menor fator solar Construções leves, rápidas e recicláveis Certificações exigem desempenho elevado e impulsionam o uso de simulação na fase de projeto Certificação LEED® tem colaborado para aproximar os setores: investidores, indústria e academia Especificação adequada de produtos pode garantir elevado desempenho térmico Precisamos somar esforços e integrar os setores
  35. 35. Programa de Calculo Via Web

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