Construção	  Sustentável:	  Desafios	  e	  Tendências	            	            	  -­‐	  Abraps	            -­‐	  	  Percepç...
Valores	        ÉPca    Respeito	     Coerência	  CompromePmento	     Equilíbrio	  	  
Visão	  Ser referência comomovimento de profissionaisque atuam decisivamente emprocessos e iniciativas comfoco na sustenta...
Missão	  Representar,	  conectar	  e	  fortalecer	  a	  atuação	  do	  profissional	  da	  sustentabilidade.	  
Promover	  ações	  que	  busquem	  o	                                     desenvolvimento	  sustentável	                  ...
BeneLcios	  Associados	  •  Ter acesso preferencial a eventos gratuitos promovidos pela Associação,ou, conforme o caso, ac...
Contatos	  contato@abraps.org.br	  	  hYp://abraps.blogspot.com	  	  hYp://twiYer.com/abraps	  	  hYp://migre.me/8o1rX	  h...
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8 anos no mercado                              Foco: Gestão Ambiental e Estratégias para                              Sust...
SGA	                  Elaboração	                    P+L	                   Projetos	                 Sustentáveis	  Educa...
Governo	            CooperaPvas/                                             Catadores	  	  Pesquisadores	                ...
ATUAÇAO        ESTRATÉGIA: CONSTRUÇÃO CIVILCONFORMIDADE                         BOAS    LEGAL:                         PRÁ...
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Média	  dos	  itens	  avaliados	  em	  Projeto	  2012	  •    Projeto: 43,02%•    Concepção: 43,09%•    Energia: 37,67%•   ...
Média	  dos	  itens	  avaliados	  em	  Canteiro	  2012	  •    Demolição: 58,79%•    Relacionamento: 59,19%•    Acesso: 71,...
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Projeto	  Sushi	   Inovações	  dos	  Projetos	  Habitacionais	  da	  CDHU                    	  •    Sistema de captação e...
Projeto	  Sushi	                                                            	  Inovações	  dos	  Projetos	  Habitacionais	...
Construtora	  CRV	  -­‐Empreendimento	  Terra	  Mundi	  (Goiania/GO)	  -­‐	  Sustentabilidade	  Baixa	  Renda	  A concepçã...
Comunidade	  Obra	  Sustentável	  Portal	  da	  Universia	  para	  troca	  de	  conhecimentos	  e	  experiências	  sobre	 ...
Projeto       Reuso                    ExtraçãoOperação                             Transporte           Obra             ...
Materiais - ImpactosDe onde vem seu material?Do que seu material é feito?- Cadeia Produtiva da Construção consome até 75% ...
Materiais - ImpactosInformalidade na Cadeia da Madeira = Desmatamento
Materiais - Impactos              Aquecimento Global : cimento CPIII = diminuição de 78% de Kg CO2              comparado ...
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Esquema linear da economiaMatéria-­‐     Fabricaç    Distribui        UPliza-­‐           Resí-­‐ Prima	         ão	      ...
Ciclo de Vida doProduto                                     Compostagem,                                            recicl...
ANÁLISE	  DO	  CICLO	  DE	  VIDA	  DE	  PRODUTOS	  •  	   Analisar	   o	   desempenho	   ambiental	   em	  cada	   fase	  ...
ANÁLISE	  DO	  CICLO	  DE	  VIDA	  DE	  PRODUTOS	  OPORTUNIDADES:	  • 	  Iden=fica	  os	  pontos	  fortes	  e	  fracos	  de...
ROTULAGEM	  AMBIENTAL	  DE	  PRODUTOS	                                                                                   E...
ROTULAGEM	  AMBIENTAL	  DE	  PRODUTOS	                                   Rotulagem Ambiental                              ...
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sibylle@acquabrasilis.com.br
Acervo virtual da MateriaBrasil:Acervo disponível à assinantes no sitewww.materiabrasil.net .Cada material possui um ficha...
Serviços-Análise do Ciclo de Vida                    -Seleção de materiais e processos-Ficha técnica de produto/Rotulagem ...
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Inovar	  não	  é	  descobrir,	  não	  é	  algo	  inédito.	      “O que é duradouro não é o que resiste ao tempo, mas o que...
Construção	  Sustentável:	  Desafios	  e	  Tendências	  	  	  -­‐	  Abraps	  -­‐	  	  Percepção	  de	  mercado	  	  	  	  	...
Ecogerma 2012 Carolina Piccin
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Palestra Construções Sustentáveis - Desafios e Tendências ministrada por Carolina Piccin - Coordenadora do Grupo de Trabalho Gestão do Conhecimento da ABRAPS - Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade

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  1. 1. Construção  Sustentável:  Desafios  e  Tendências      -­‐  Abraps   -­‐    Percepção  de  mercado          Mudanças  ClimáPcas  –  Fornecedores  -­‐  Construção    baixa  renda   -­‐    MateriaBrasil  –  ACV  –  Rotulangem  Carolina  Piccin:  Advogada,  especialista  em  gestão  ambiental,  MBA  em  Gestão  para  Sustentabilidade  Empresarial,  membro  do  CBCS,  membro  da  ABCV,  atuação  em  arquitetura  e  design.  Sócia  da  Sistema  Ambiental  e  da  MateriaBrasil.       www.sistemambiental.com.br   www.materiabrasil.com   Junho_2012  
  2. 2. Valores   ÉPca Respeito   Coerência  CompromePmento   Equilíbrio    
  3. 3. Visão  Ser referência comomovimento de profissionaisque atuam decisivamente emprocessos e iniciativas comfoco na sustentabilidade paraa preservação da vida.
  4. 4. Missão  Representar,  conectar  e  fortalecer  a  atuação  do  profissional  da  sustentabilidade.  
  5. 5. Promover  ações  que  busquem  o   desenvolvimento  sustentável   Representar  formalmente  os  profissionais  de   sustentabilidade  na  defesa  de  seus  interesses,    OBJETIVOS   tornando  a  a=vidade  legí=ma  e  reconhecida  na   sociedade   Ar=cular  e  mobilizar  profissionais  dedicados  ao                   assunto  na  sociedade   Compar=lhar,  fomentar  e  construir   conhecimento  
  6. 6. BeneLcios  Associados  •  Ter acesso preferencial a eventos gratuitos promovidos pela Associação,ou, conforme o caso, acesso a preços e/ou condições de pagamentodiferenciadas quando forem pagos (dependendo de cessão/parceria comentidades promotoras do evento);•  Cursos;•  Palestras e seminários;•  Encontros e happy hours;•  Ter desconto em eventos promovidos por outras associações parceiras daABRAPS;•  Participar ativamente dos Grupos de Trabalho;•  Participar da rede de comunicação virtual e ter acesso ao conteúdo daárea restrita;•  Participar da rede online de profissionais (fóruns de debate online, acessoonline às pesquisas);•  Usar a rede como local de networking;•  Obter conhecimento sobre a área;•  Compartilhar conhecimento sobre a área;•  Receber as comunicações e newsletter enviados pela ABRAPS e, deforma prioritária, bem como os resultados de pesquisas e publicaçõesdesenvolvidas pela ABRAPS;•  Apresentar propostas de projetos e estratégias de atuação, com o objetivode fomentar as atividades da ABRAPS, observada sua finalidade social;•  Solicitar apoio da ABRAPS na defesa de interesses relacionados com asua finalidade social;•  Participar das Assembléias Gerais, com direito a voz.
  7. 7. Contatos  contato@abraps.org.br    hYp://abraps.blogspot.com    hYp://twiYer.com/abraps    hYp://migre.me/8o1rX  http://www.facebook.com/abraps  NOVO  SITE:  www.abraps.org.br  
  8. 8. 8  
  9. 9. 8 anos no mercado Foco: Gestão Ambiental e Estratégias para Sustentabilidade Construção civil: • Desenvolvimento de estratégias • Projeto Arquitetura SustentávelConstrução  Civil   > • SGA em canteiro • Gerenciamento Resíduos • Banco Real / Santander – 5 anos Programa Obra Sustentável Arquitetura e design: • Busca de materiais de baixo impacto ambiental • ACV – Análise de ciclo de vida • Rotulagem ambiental e ficha técnica
  10. 10. SGA   Elaboração   P+L   Projetos   Sustentáveis  Educação   Ecodesign   Ecologia   Industrial   Rotulagem   ACV  
  11. 11. Governo   CooperaPvas/ Catadores    Pesquisadores   Fornecedores   Comunidade   Consumidor   Indústria/Serviços   Concorrentes   Designer   Órgãos   Indústria   reguladores   Mídia   MulPprofissões   Parceiros   Gerenciamento  com  Stakeholders  
  12. 12. ATUAÇAO ESTRATÉGIA: CONSTRUÇÃO CIVILCONFORMIDADE BOAS LEGAL: PRÁTICAS: Diagnóstico Implantação LEVANTAMENTO DE PRÁTICAS ATUAIS: Visitas / Documentação / Entrevistas LISTA DE ASPECTOS E IMPACTOS
  13. 13. ATUAÇAOSofware  com  todos  os  dados  da  empresa,  atualização  de  ações,  e  fácil  comunicação.   CONFORMIDADE LEGAL
  14. 14. ATUAÇAO BOAS PRÁTICAS Análise de Impactos Assessoria para Levantados e Práticas Implantação de Atuais Ações•  VISITA EM OBRA •  ASSESSORIA NO DESENVOLVIMENTO DE PLANOS•  ENTREVISTA COM COLABORADORES DE AÇÃO E MONITORAMENTO•  ANÁLISE DE LISTAGEM DE ASPECTOS E •  REUNIÕES MENSAIS COM O COMITÊ DEIMPACTOS SUSTENTABILIDADE (DEFINIÇÃO CONJUNTA DE•  INDICAÇÃO DE BOAS PRÁTICAS AÇÕES / ANÁLISE CRÍTICA DE PROCEDIMENTOS E•  REUNIÃO COM DIREÇÃO PARA DECISÕES / APRESENTAÇÕES DE CASES /DETERMINAÇÃO DE AÇÕES PRIORITÁRIAS ASSESSORIA A POSSÍVEIS DEMANDAS /) •  ATENDIMENTO REMOTO À DEMANDAS AMBIENTAIS (E-MAIL / TELEFONE) Podendo ser para uma obra ou para a empresa como um todo, aplicável a diversas obras
  15. 15. ATUAÇAO BOAS PRÁTICAS Governança Podendo abranger: Corporativa •  Terreno / Uso e Ocupação •  Água Projetos de •  Energia •  Materiais / Fornecedores Arquitetura •  Emissões / Resíduos •  Ruídos / Vibrações Canteiro de •  Saúde e Segurança •  Comunidade / Responsabilidade Social ObrasAuxilio na definição de planos de ação, desenvolvimento de estratégias e critérios deavaliação, determinação de formas de controle e monitoramento, escolha de equipeenvolvida, desenvolvimento de indicadores, etc.
  16. 16. ATUAÇAO BOAS PRÁTICASFerramenta de avaliação
  17. 17. ATUAÇAO BOAS PRÁTICASFerramenta de Relatório  ConsulPvo,  com  gráficos   avaliação > comparaPvos  
  18. 18. Banco  Real  Consultoria  para  elaboração  do  “Guia  de  Boas  PráPcas  na  Construção  Civil”,  publicado  em  2006  e  reeditado  posteriormente.  O  guia  conta  com  informações  para  planejamento  e  construção    de  empreendimentos  mais  sustentáveis.  
  19. 19. Banco  Santander  Elaboração  de  metodologia  e  realização  das  avaliações  técnicas  de  planejamento,  projeto  e  canteiro  de  obras,  para  o  “Programa  Obra  Sustentável”.  74  empreendimentos  avaliados:  -­‐Cyrela  (SP,  RS,  PR,  RN,  MA)  -­‐Even  (SP,  RS)  -­‐Via  Engenharia  (DF)  -­‐Syene  (BA)  -­‐Cosil  (SE)  etc...  
  20. 20. Reconhecimento  de  Obra   Sustentável  Ao final das análises, caso atinja a pontuação acima de 70% de desempenhototal, com no mínimo de 50% de desempenho na fase de projeto, oempreendimento ganha o reconhecimento do Banco Santander como ObraSustentável.
  21. 21. Média  dos  itens  avaliados  em  Planejamento  2012  •  Política: 65,06%•  Organograma: 60,15%•  Stakeholders: 68,32%•  Viabilidade: 63,93%•  Entorno: 35,12%•  Comunicação: 49,67%
  22. 22. Média  dos  itens  avaliados  em  Projeto  2012  •  Projeto: 43,02%•  Concepção: 43,09%•  Energia: 37,67%•  Automação: 23,44%•  Conforto: 32,1%•  Água:61,83%•  Materiais: 47,91%•  Coleta: 27,27%•  Acessibilidade: 56,67%
  23. 23. Média  dos  itens  avaliados  em  Canteiro  2012  •  Demolição: 58,79%•  Relacionamento: 59,19%•  Acesso: 71,22%•  Impactos: 67,52%•  Fornecedor: 59,53%•  Resíduos: 66,11%•  Legislação: 85,7%•  Treinamentos: 80,9%•  Emergências: 59,05%•  Desempenho: 59,02%
  24. 24. Even   Melhoria  significaPva  em  planejamento,  projeto  e  canteiro  de  obras,   ao  longo  das  avaliações  de  sustentabilidade.   Obtenção,  em  2010,  da  cerPficação  AQUA  (programa  e  concepção),   para  o  empreendimento  True.   Melhoria  de  pontuação  de  projeto:   2008:  28,41%  e  34,55%   2009:  54,14%  e  62,18%   2010:  74,27%  (True)  •  DESTAQUE para o inventário de carbono (padrões do Greenhouse Gas Protocol-GHG), escopo 3 (emissões indiretas da atividade que ocorrem fora da empresa – como, por exemplo, a produção da matéria-prima pelos fornecedores). A maior parte das emissões está dentro do escopo 3, ou seja, diretamente ligadas às atividades dos fornecedores que, apesar de não ser um escopo obrigatório (98% das nossas emissões). DESTAQUE  para  o  Projeto  Escola:  Ensino  Fundamental  e  Médio,  ministrados  no  canteiro  de  obras.    
  25. 25. Protocolo  de  Cooperação  CBCS  e  Secretaria  de  Estado  da  Habitação  •  A Secretaria de Estado da Habitação assinou Protocolo de Cooperação com o presidente do CBCS, Marcelo Takaoka, em evento realizado no dia 27 de setembro de 2011 com a presença do governador Geraldo Alckmin. Na ocasião a questão da sustentabilidade foi incluída oficialmente na pauta das políticas públicas com o objetivo de viabilizar estratégias e soluções que assegurem a sustentabilidade em Habitação de Interesse Social (HIS). Trata-se de um compromisso de união de esforços na busca pela diminuição de impactos, prevenção de desperdício de recursos naturais e financeiros e busca de alternativas sustentáveis nos empreendimentos habitacionais da CDHU - Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano. "A assinatura do Protocolo, sinaliza a continuidade de parceria, exitosa, com o CBCS, que reúne os profissionais, pesquisadores universitários e o setor público na busca de melhores soluções de sustentabilidade para a habitação social", conclui Eduardo Trani, assessor de planejamento da CDHU.
  26. 26. Protocolo  de  Cooperação  CBCS  e  Secretaria  de  Estado  da  Habitação  •  Disso, nasceu a Casa Paulista - Agência Paulista de Habitação Social•  A Agência é um novo braço da Secretaria da Habitação que vai viabilizar a operação dos fundos habitacionais recém-instalados: o Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social (FPHIS) e o Fundo Garantidor Habitacional (FGH). Com isso, vai ampliar a participação da iniciativa privada e agentes públicos na produção de imóveis para população de baixa renda.•  De 2012 a 2015, por meio da Agência Paulista de Habitação Social e da CDHU, o Governo do Estado de São Paulo vai investir R$ 7,9 bilhões para viabilizar 150 mil novas moradias e implementar ações de urbanização de favelas e regularização fundiária. A principal missão da Agência Paulista de Habitação Social é ampliar a oferta de moradias e a captação de recursos, sendo seus principais objetivos: - Mobilizar a iniciativa privada, agentes públicos de todas as esferas, associações e cooperativas habitacionais e sindicatos para a produção de moradias de interesse social; - Direcionar a aplicação dos subsídios públicos; - Garantir o risco para novos investimentos em habitação social; - Fomentar a construção de moradias sustentáveis e acessíveis.•  A Agência Paulista de Habitação Social vai desenvolver programas e ações alinhados com as seguintes diretrizes da Secretaria Estadual de Habitação:•  1) Ação Estratégica em Áreas de Risco. 2) Habitação, Proteção Ambiental, Urbanização de Favelas e Atuação em Cortiços. 3) Habitação Sustentável no Litoral Paulista.• 
  27. 27. Projeto  Sushi  O Projeto SUSHI - Sustainable Social Housing Iniciative, faz parte do SBCI Sustainable Building Iniciative(Iniciativa da Edificação Sustentável), e é representado no Brasil pelo PNUMA e o CBCS - Conselho Brasileiro deConstrução Sustentável.•  A situação encontrada em programas de habitação social promovidos pelos governos: Habitações com baixa durabilidade; Problemas de qualidade da construção; Conforto interno inadequado,; Altos custos de manutenção, o que implicam em um potencial obsolescência prematura; Desperdício de recursos naturais não renováveis, desperdícios de água e energia que são consumidos ao longo da vida útil destes edifícios; Impacto no orçamento familiar em função dos valores pagos nas contas de água e energia.•  O produto final do projeto SUSHI: Habitação social com melhor desempenho ambiental; Menor custo de ciclo de vida; Promover maior satisfação do usuário final; Promover mudanças das práticas vigentes na produção de habitação de interesse social comrecursos públicos, por meio de uma mobilização da cadeia produtiva do setor, que deverá estar engajado noprojeto.•  Objetivo do SUSHI – estudo de práticas de construção sustentável em Habitações de Interesse Social (HIS) em dois países em desenvolvimento: Brasil e Tailândia•  Busca-se todas as alternativas tecnológicas existentes no mercado local visando alcançar a sustentabilidade , respeitando a capacidade financeira de pagamento das famílias para aquisição e manutenção dos seus respectivos imóveis.
  28. 28. Projeto  Sushi   •  RESULTADOS: –  Relatório 1 MAPEAMENTO - Mapeamento dos principais interessados e dos processos que afetam a seleção de soluções (tecnologias e materiais) para projetos de habitação social São Paulo, Brasil. Visa proporcionar uma análise do estado atual dos projetos de habitação de interesse social (HIS) no estado de São Paulo, afim de definir ações concretas para remover as barreiras à introdução de soluções sustentáveis, e selecionar soluções apropriada levando em conta a agenda local –  Relatório 2 LIÇÕES APRENDIDAS - Soluções para sustentabilidade em Habitação de Interesse Social com a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU). Este relatório aborda as tecnologias existentes em uso racional da água e eficiência energética, a partir da experiência da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano do Estado de São Paulo (CDHU), maior agente promotor de habitação popular no Brasil. –  Relatório 3 AVALIAÇÃO - Avaliação das tecnologias existentes no mercado e soluções para melhorar a eficiência energética e o uso racional da água em projetos de Habitação de Interesse Social no Brasil. Relatório final abordando às tecnologias e às modificações de projeto em potencial que poderiam ser aplicadas aos projetos de HIS, fornecendo uma análise de custos, benefícios e eficiência das alternativas selecionadas para melhorar o desempenho sustentável das unidades habitacionais sociais.Fonte: http://www.cbcs.org.br/sushi/projeto_sushi.html
  29. 29. Projeto  Sushi  Inovações  dos  Projetos  Habitacionais  da  CDHU  •  A Secretaria da Habitação e a CDHU incorporaram a sustentabilidade como eixo para desenvolvimento de suas ações, que se dão em três focos:1.  Reversão do passivo de problemas socioambientais (ações em favelas, recuperação de áreas protegidas (como por exemplo, a ação na Serra do Mar) regularização de terrenos, melhorias nos conjuntos já construídos etc).2. Sustentabilidade do produto da política Estadual de Habitação (melhoria no produto, adoção de novopadrão de moradia, adoção das diretrizes de Desenho Universal etc).3. Sustentabilidade socioeconômica para a população (capacidade de manutenção e usufruto dosbenefícios recebidos pelo atendimento habitacional, com trabalhos sócio-organizativos, promoção deações de geração de renda, subsídios etc).INOVAÇÕES:-  Aquecedor Solar-  Aquecedor Híbrido Solar Elétrico-  Uso de Laje e Forro-  Uso de Estrutura de Telhado de Aço-  Medição Individualizada de Água-  Aproveitamento de Água de Chuva-  Equipamentos Hidráulicos Economizadores-  Desenho Universal-  QualiHab - Programa de Qualidade na Construção Habitacional do Estado de São PauloFonte: http://www.cbcs.org.br/sushi/eficiencia_energetica.html
  30. 30. Projeto  Sushi  Inovações  dos  Projetos  Habitacionais  da  CDHU   •  Tabela 1: Incremento da área médio das edificações
  31. 31. Projeto  Sushi    Inovações  dos  Projetos  Habitacionais  da  CDHU
  32. 32. Projeto  Sushi   Inovações  dos  Projetos  Habitacionais  da  CDHU  •  Sistema de captação e utilização da água da chuva •  A equipe de projetos da CDHU verificou que, em conjuntos habitacionais, o uso e águas pluviais para fins não potáveis só é viável com área de telhado para coleta de no mínimo 300 m2 e, dessa forma, a utilização desta ação é restrita a grandes empreendimentos. •  No conjunto do Jardim Pantanal localizado na capital paulista, a água da chuva tem sido utilizada para a irrigação do viveiro construído no local. Da mesma forma, este uso tem sido adotado em parques construídos pela CDHU •  Atualmente, estuda-se o aproveitamento de águas pluviais para as bacias sanitárias dos conjuntos habitacionais, que seria obtido através de um filtro mecânico simples de drenagem da água. •  A retenção de água de chuva para reduzir o volume de água escoada para os sistemas de drenagem urbana tem sido realizada por meio de piscininhas localizadas internamente nos conjuntos habitacionais. Esses reservatórios retêm a água por um determinado período de tempo e, após esse período, descartam lentamente a água no sistema coletivo de águas pluviais do município. .
  33. 33. Projeto  Sushi    Inovações  dos  Projetos  Habitacionais  da  CDHU Comparativo de consumo após a individualização da medição de água no projeto piloto no município de Itapetininga
  34. 34. Construtora  CRV  -­‐Empreendimento  Terra  Mundi  (Goiania/GO)  -­‐  Sustentabilidade  Baixa  Renda  A concepção do projeto foi realizada com o apoio e auxílio de historiadores, psicólogos, biólogos, • consultoria ambiental, ong socioambiental etc. E considerou as relações do empreendimento com seuentorno de modo que foi possível avaliar os impactos visando melhoria da segurança saúde e bem estardos moradores.Levantadas as deficiências do entorno, decidiram que criariam dentro do empreendimento algumasfacilidades para os moradores – consultório odontológico, infra estrutura para creche e sala de cinema/anfiteatro onde podem ser realizados cursos para os moradores.Equipamentos esportivos dentro do condominio (quadra e piscina) em dimensões profissionais paraministrar aulas para os condônimos.Também haverá pista de caminhada arborizada ao redor do empreendimento aberta ao publicoParceria com Ong para ministrar os primeiros cursos profissionalizantes, as aulas esportivas e a gestãodo consultório odontológico.- Dois espaços de 250 m2 que serão flexibilizados (e entregue mobiliado) de acordo com o público quehabitar o edificio. Se houver idosos poderá adequar um espaço para eles o mesmo para crianças etc.- 100% dos chuveiros aquecidos por energia solar.- Elevadores de maior dimensão para permitir circulação de bicicletas.- Estudos de trajetória solar para definição do posicionamento das torres (insolação e direção dos ventos)- Possuem ETE para reuso das águas do chuveiros , segundo estudo haverá um superávit de água entãoestá prevista tubulação para disponibilizá-la a prefeitura para regar plantas da região- 100% dos apartamentos permitem entrada e movimentação interna para cadeirantes
  35. 35. Comunidade  Obra  Sustentável  Portal  da  Universia  para  troca  de  conhecimentos  e  experiências  sobre  sustentabilidade  na  construção  civil.  Blog  da  Sistema  Ambiental:  atualizado  quinzenalmente  com  noucias  e  informações  de  cases  e  boas  práPcas.  hYp://www.comunidadeobrasustentavel.com.br/blog.php?user=SistemAmbiental  
  36. 36. Projeto Reuso ExtraçãoOperação Transporte Obra Manufatura /Produção Transporte
  37. 37. Materiais - ImpactosDe onde vem seu material?Do que seu material é feito?- Cadeia Produtiva da Construção consome até 75% dos Recursos Naturais- Pensar na análise do ciclo de vida domaterial (desde extração da matéria –produção –aplicação – uso – descarte)- Estabelecer procedimento de avaliaçãode fornecedores e especificidades deprodutos
  38. 38. Materiais - ImpactosInformalidade na Cadeia da Madeira = Desmatamento
  39. 39. Materiais - Impactos Aquecimento Global : cimento CPIII = diminuição de 78% de Kg CO2 comparado ao cimento tradicional (CPI) 1000 800kg CO2/t cimento 600 78% 400 200 0 CP I CP II E CP III CP IV
  40. 40. Controlede FornecedoresHomologação de fornecedores – critérios socioambientaisProcedimento para entregas e estocagem de materiaisContratação de mão de obra local.Materiais de menor impacto ambientalQuem tem ISO 9001 é obrigado a cumprir estes requisitoComo a construtora vai dar atenção ao manuseio e a estocagem, se não teminformação do fabricante ?Ficha técnica associada a uma análise socioambiental, é um diferencial!!!
  41. 41. Qual  o  impacto  em  materiais  e  insumos?  1   PRINCIPAIS  ÁREAS  AVALIADAS  •  Espaço  Sustentável   •  Qualidade  do  Ar  Interior  •  Uso  Eficiente  da  Água   •  Localização  &  Conexões  •  Energia  &  Atmosfera   •  ConscienPzação  &  Educação  •  Materiais  &  Recursos   •  Inovação  em  Design   •  Prioridade  Regional   Adaptação  brasileira   Novos  Créditos   o  –  2   CRITÉRIOS  PARA  MATERIAIS  (LEED-­‐NC)     • MR  2.3    -­‐  Gestão  de  Resídu  em   Limitar  a  geração  de  resíduosPrereq  1  Storage  &  CollecPon  of  Recyclables  Required   10%  Credit  1.1  Building  Reuse,  Maintain  75%  of  ExisPng  Walls,  Floors  &  Roof   • MR  3.3    -­‐  Projetar  para  o  Credit  1.2  Building  Reuse,  Maintain  95%  of  ExisPng  Walls,  Floors  &  Roof  Credit  1.3  Building  Reuse,  Maintain  50%  of  Interior  Non-­‐Structural  Elements   Desmonte  Credit  2.1  ConstrucPon  Waste  Management,  Divert  50%  from  Disposal   plares    Credit  2.2  ConstrucPon  Waste  Management,  Divert  75%  from  Disposal   Novas  Performances  ExemCredit  3.1  Materials  Reuse,  5%     e  requisitos  legais      -­‐  10%  Credit  3.2  Materials  Reuse,  10%   • MR  5.1  Materiais  RegionaisCredit  4.1  Recycled  Content,  10%    (post-­‐consumer  +  1/2  pre-­‐consumer)   Extraído,  Processado  e  Credit  4.2  Recycled  Content,  20%  (post-­‐consumer  +  1/2  pre-­‐consumer)   te   Manufaturado  RegionalmenCredit  5.1  Regional  Materials,  10%  Extracted,  Processed  &  Manufactured  Regionally    -­‐  20%  Credit  5.2  Regional  Materials,  20%  Extracted,  Processed  &  Manufactured  Regionally   • MR  5.2  Materiais  RegionaisCredit  6  Rapidly  Renewable  Materials   Extraído,  Processado  e   te    Credit  7  CerPfied  Wood   Manufaturado  Regionalmen
  42. 42. Qual  o  impacto  em  materiais  e  insumos?  
  43. 43. Qual  o  impacto  em  materiais  e  insumos?  1   Escolha  de  produtos,  sistemas  e  processos  construPvos  a  fim  de  limitar  os   impactos  socioambientais  da  construção  •  Conformidade  de  produtos,  sistemas  e  processos  •  Escolha  de  produtos  •  Materiais  renováveis  •  Baixas  taxas  de  emissão  de  COV  e  formaldeído.  2   Escolhas  construPvas  adaptadas  à  vida  ú=l  desejada    •  Durabilidade  do  edi|cio  adaptada  à  vida  úPl  da  construção  3   Escolhas  construPvas  considerando  a  facilidade  de  conservação  da  construção   •  Escolher  produtos  de  construção  de  fácil  conservação   •  Assegurar  a  facilidade  de  acesso  para  a  conservação  dos  elementos  construPvos  4   Escolha  de  fabricantes  que  não  praPquem  a  informalidade  na  cadeia  produ=va  
  44. 44. Qual  o  impacto  em  materiais  e  insumos?  1   CRITÉRIOS  EM  6  CATEGORIAS:   •  Qualidade  Urbana   •  Conservação  de  Recursos  Materiais   •  Projeto  e  Conforto   •  Gestão  da  Água   •  Eficiência  EnergéPca   •  PráPcas  Sociais    2   CRITÉRIOS  PARA  MATERIAIS   4.1  Coordenação  Modular   4.2  Qualidade  de  Materiais  e  Componentes  obrigatórios   4.3  Componentes  Industrializados  ou  Pré-­‐fabricados   4.4  Formas  e  Escoras  ReuPlizáveis   4.5  Gestão  de  Resíduos  de  Construção  e  Demolição  (RCD)  obrigatório   4.6  Concreto  com  Dosagem  OPmizada   4.7  Cimento  de  Alto-­‐Forno  (CPIII)  e  Pozolânico  (CP  IV)   4.8  Pavimentação  com  RCD   4.9  Facilidade  de  Manutenção  da  Fachada   4.10  Madeira  Plantada  ou  CerPficada  
  45. 45. Qual  o  impacto  em  materiais  e  insumos?  1    CRITÉRIOS  :  •  Gerenciamento  (12%)   •  Poluição  (10%)  •  Energia  (19%)     •  Saúde  e  bem-­‐estar  (15%)  •  Água  (6%)   •  Uso  da  terra  e  ecologia  (10%)  •  Transporte  (8%)   •  Resíduos  (7,5%)  •  Materiais  (12,5%)    2   CRITÉRIOS  PARA  MATERIAIS  •  Reuso  de  estruturas  •  Reuso  de  fachadas  •  Uso  de  materiais  de  construção  com  baixo  impacto  ambiental  para  áreas  de   paisagismo  do  terreno  •  Uso  de  materiais  de  fontes  responsáveis    •  Isolamento  –  análise  de  ciclo  de  vida  e  fonte  responsável    •  Projeto  para  robustez    -­‐  especificação  para  resistência  e  durabilidade    •  Uso  de  materiais  de  construção  com  baixo  impacto  no  seu  ciclo  de  vida   completo,  distancia  800km,    não  tóxico  e  madeira  100%  cerPficada  FSC  •  Extração  responsável  de  materiais  básicos,  distancia  800km,    não  tóxico  e   madeira  100%  cerPficada  FSC  •  Extração  responsável  de  materiais  de  acabamento,  distancia  800km,    não  tóxico   e  madeira  100%  cerPficada  FSC  
  46. 46. Qual  o  impacto  em  materiais  e  insumos?   1    CRITÉRIOS  :  •  Nos  edi|cios  comerciais,  de  serviços  e  públicos  são  avaliados  três   sistemas:  envoltória,  iluminação  e  condicionamento  de  ar.  Dessa  forma,   a  ePqueta  pode  ser  concedida  de  forma  parcial,  desde  que  sempre   contemple  a  avaliação  da  envoltória.    •  Nos  edi|cios  residenciais  são  avaliados:  a  envoltória  e  o  sistema  de   aquecimento  de  água,  além  dos  sistemas  presentes  nas  áreas  comuns   dos  edi|cios  mulPfamiliares,  como  iluminação,  elevadores,  bombas   centrífugas  etc.  •  Há  ainda  bônus  para  inovações  que  promovam  eficiência  energéPca.    
  47. 47. Conforto Ambiental: sistema integrado Conforto Ambiental X Clima Regional COBERTURA insolaçãoventos Conforto térmico Conforto luminoso Conforto acústico ruído FACHADAS FACHADAS EXTERIOR
  48. 48. Conforto Ambiental: sistema integrado Térmico Ventilação natural Brises Materiais:massa Fachadas - ar condicionado isolamento, + bem estar duplas tetos verdes- Energia elétrica - aquecedor Iluminação vidros de alto natural desempenho Luminoso Acústico + economia
  49. 49.         “A  sociedade  deve  tomar  consciência  dos  processos  de   produção  que  envolve  tudo  aquilo  que  se  consome.”         Daniel  Goleman,  Ïnteligência  Ecológica    
  50. 50. Esquema linear da economiaMatéria-­‐ Fabricaç Distribui UPliza-­‐ Resí-­‐ Prima   ão   ção   ção   duos   Aumento daEsgotamento geração deDos recursos resíduosnaturais
  51. 51. Ciclo de Vida doProduto Compostagem, reciclagem, rec Reutilização em energética outra função Valorização Utilização Matéria-prima Instrução para reutilizar e usar os componentes Transporte Transporte Uso de matérias-primas secundárias, Distribuição Manufatura/ volta para a Produção fabricação Embalagem vai e vem Transporte
  52. 52. ANÁLISE  DO  CICLO  DE  VIDA  DE  PRODUTOS  •    Analisar   o   desempenho   ambiental   em  cada   fase   da   produção   ou   do   ciclo   de   vida  do  produto.  •    Fazer   uma   comparação   entre   dois  produtos  ou  processos  com  mesma  função.         O   estudo   é   feito   desde   a   rePrada   de  matéria-­‐prima  da  natureza  até  a  disposição  final   do   produto,   ou   seja,   é   realizado   do  “berço  ao  túmulo”.  Entretanto,  a  avaliação  também   pode   ser   realizada   do   berço   ao  portão   do   distribuidor,   pois   consideramos  até  o  transporte  para  a  distribuição.  
  53. 53. ANÁLISE  DO  CICLO  DE  VIDA  DE  PRODUTOS  OPORTUNIDADES:  •   Iden=fica  os  pontos  fortes  e  fracos  de  um  processo  produPvo  e  indica  onde  os  invesPmentos  em  melhorias  devem  ser  concentrados;  •    Auxilia   o   planejamento   estratégico   ou   desenvolvimento   de   estratégias  ambientais;  •   Uso  do  marke=ng  e  comunicação;  •    Suporte   à   declarações   ambientais  específicas  e/ou  cerPficações;  •    Definição   dos   objePvos   da   polí=ca  ambiental.  
  54. 54. ROTULAGEM  AMBIENTAL  DE  PRODUTOS   Eficiência   Energé=ca  Informação  sobre  os  aspectos/impactos   Uso   Responsabil Racional  da  ambientais  de  um  produto  ou  serviço.   idade  Social   Água  Aplicado  nas  embalagens,  traz  informações  para  a  tomada  de  decisão   Produto  dos  consumidores.   Extração  de   Emissões   Recursos   de  CO2   Naturais   Geração  de   Resíduos  
  55. 55. ROTULAGEM  AMBIENTAL  DE  PRODUTOS   Rotulagem Ambiental 0% 25% 50% 75% 100%Eficiência  EnergéticaUso  Racional  da  ÁguaExtração  de  Recursos  NaturaisGeração  de  ResíduosEmissões  de  CO2Responsabilidade  Social
  56. 56. Selos verdes O que é isso? Selos priorizadosCertificação de produtos/serviços com Selo: Selo Sustentaxqualidade ambiental que atesta, através de Entidade: Sustentaxuma marca colocada no produto ou naembalagem, menor impacto ambiental emrelação a outros produtos "comparáveis"disponíveis no mercado. Selo: Selo Ecológico Entidade: Instituto Falcão BauerPrograma de rotulagem ambiental(Ecolabelling), é uma metodologiavoluntária de certificação conferida porterceira parte. Selo: Rótulo Ecológico Entidade: ABNTÉ um importante mecanismo deimplementação de políticas ambientaisdirigido aos consumidores, auxiliando-os RGMat   Selo: RGMat Entidade: Fundação Vanzolinina escolha de produtos. É também uminstrumento de marketing. Selo: Cradle to Cradle Entidade: MBDC
  57. 57. Centro de referência em modelos de produção e consumo conscientes.Empresa prestadora de serviços visando Estúdio de Design Sustentável que enxerga acontribuir para impactos positivos no meio inovação como uma ferramenta capaz deambiente e na sociedade. enfrentar a transição da sociedade rumo àCria e gerencia projetos na área do meio sustentabilidade e de promover o surgimentoambiente e sustentabilidade, por meio de de uma nova geração de materiais,uma equipe técnica multidisciplinar. processos, produtos e serviços maisTrabalha para fomentar a transformação das sustentáveis.pessoas, construindo valores em busca de Desenvolve projetos de design de produtos,uma economia mais sustentável. espaços e materiais, ecobrindes, palestras e workshops.
  58. 58. Reunimos o maior acervo de materiais debaixo impacto ambiental e altacontribuição social do Brasil, com oobjetivo de fornecer informação qualificadasobre materiais e seus fornecedores efomentar projetos com pegadas mais leves. www.materiabrasil.net  Site já no ar com o lançamento do projeto eem breve disponibilizaremos informaçõessobre os materiais cadastrados aosvisitantes.  
  59. 59. Vemos na troca e disseminação do conhecimento uma forma de estimular e acelerar a inovação ea transformação da cultura de produção e consumo.Através do uso responsável dos recursos naturais, com respeito a Biodiversidade, queremos que osprofissionais tenham conhecimento e boas opções para escolher e comprar.
  60. 60. Acervo físico da MateriaBrasil:Materioteca física disponível para visitação em São Paulo e Rio de Janeiro.Mantemos um acervo de amostras dos materiais constantes na nossa biblioteca virtual, paraapresentarmos aos nossos clientes.
  61. 61. sibylle@acquabrasilis.com.br
  62. 62. Acervo virtual da MateriaBrasil:Acervo disponível à assinantes no sitewww.materiabrasil.net .Cada material possui um ficha técnica paraos consumidores conhecerem os seusdiferenciais sustentáveis.
  63. 63. Serviços-Análise do Ciclo de Vida -Seleção de materiais e processos-Ficha técnica de produto/Rotulagem -Educação e treinamento-Design Sustentável (materiais, produtos e -Kit de amostrasinterior)   -”Mini materioteca” em escritórios  
  64. 64. Rio + Design 2011: exposição de 48 materiais de baixo impacto ambiental da materioteca a umpúblico formado por profissionais e estudantes ligados ao tema do Design, da Indústria e da EconomiaCriativa.
  65. 65. Embraer | Material Concept Lab: Conceituação do espaço; Acervo de 150 materiais; Adensamentoda Cadeia Produtiva; Desenvolvimento de Materiais e Processos; Estudo de Viabilidade de Validação
  66. 66. Goodyear  Manual  de  Boas  PráPcas.  Assessoria  para  inserção  de  sustentabilidade  no  projeto  de  arquitetura  da  loja  Bellenzier,  revendedora  da  Goodyear,  localizada  no  RS:  -­‐Reuniões  visando  subsidiar  a  equipe  de  arquitetos  e  engenheiros.  -­‐Indicação  de  técnicas  construPvas,  tecnologias  e  materiais.  -­‐Elaboração  de  relatórios  com  diretrizes  conceituais  e  técnicas.  -­‐Análise  das  plantas  e  Memorial  DescriPvo.  
  67. 67. Arthur  Casas  Projeto  de  hotel  mais  sustentável  em  Angola,  elaborado  em  conjunto  com  o  estúdio  de  arquitetura  Arthur  Casas.    Pesquisas  de  materiais  sustentáveis  para  o  projeto  de  uma  residência  em  Itú-­‐SP.  
  68. 68. 120°  Pesquisas  de  materiais  sustentáveis  para  o  projeto  120  graus,  um  centro  de  educação  e  bem  estar  em  SP.  
  69. 69. Casa Viva: elaboração de Fichas Técnicas para comunicação aos visitantes sobre os diferenciaissustentáveis de cada um dos produtos utilizados na construção do espaço.
  70. 70. Inovar  não  é  descobrir,  não  é  algo  inédito.   “O que é duradouro não é o que resiste ao tempo, mas o que sabiamente muda com ele." Petter Muller – sociólogo Alemão
  71. 71. Construção  Sustentável:  Desafios  e  Tendências      -­‐  Abraps  -­‐    Percepção  de  mercado          Mudanças  ClimáPcas  –  Fornecedores  -­‐  Construção    baixa  renda  -­‐    MateriaBrasil  –  ACV  –  Rotulangem   carolina@sistemambiental.com.br        /  contato@materiabrasil.net     www.sistemambiental.com.br   www.materiabrasil.com   Junho_2012  

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