TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO
A (Des) Integração do e-Learning          Comunidades de Aprendizagem          Tutoria          Estilos de Aprendizagem   ...
A (DES) INTEGRAÇÃO     DO E-LEARNING
Atores e Arquitetura das Tecnologias da Informação no EnsinoFonte: Ferreira, Sérgio, Castro, Cornélia, Andrade António, Mo...
Dimensões Complementares aos Learning Objects     Plataformas de e-Learning         Gestores de                           ...
Conteúdo e Finalidade Educativa                                                         Realidade                         ...
Teoria Cognitiva da Aprendizagem MultimédiaApresentação    Memória                             Memória de Trabalho        ...
Pirâmide da Aprendizagem                                                          5%    Conferência                       ...
LEARNING OBJECTS (LO)Conceber Learning Objects (LO) requer o domínio de uma determinada áreacientífica sobre a qual o LO v...
Produzir Conteúdos e Learning Objects (LO)                                                     Tecnologia                 ...
Adequação do Método Escolhido e da Tecnologia face aos Objetivos a Atingir
•Se pretendermos informar os estudantes podemos usar uma            tecnologia centrada no tutor, para distribuição dessa ...
Modelos Pedagógicos                                  Centrado            Formador                  Formando           Grup...
Modelos de Organização da Formação
«E-Learning! We need to talk about “e-forgetting,”because to be successful at e-learning, you have toforget the ways of yo...
LEARNING OBJECTS (LO)Há um conjunto de aplicações informáticas, de uso alargado, que normalmente sãoensaiadas como platafo...
COMUNIDADESDE APRENDIZAGEM
COMUNIDADES DE APRENDIZAGEMModelos   Estratégias   DinâmicasModelos de Avaliação
COMUNIDADES DE APRENDIZAGEMG. Salmon de 2005Acesso e                     Troca de   Construção do            Socialização ...
COMUNIDADES DE APRENDIZAGEM   G. Salmon de 2005                                                                           ...
TUTORIA
Meios:                                             TelefoneCorreio Convencional                       Sessões Presenciais ...
Papéis:          Aconselhar          Avaliar          Motivar          Coordenar          Grupos          Ligação Equipa D...
ESTILOS DEAPRENDIZAGEM
ESTILOS DEAPRENDIZAGEM            Conhecer as diferenças na aprendizagem         desperta no formador uma maior atenção pa...
Estilos de AprendizagemCiclo de Kolb 1984                          • Experiência Concreta                          • Obser...
Estilos de AprendizagemFelder e Brent (2006) Experiência      Observação    Conceptualização   Experimentação Concreta    ...
Estilos de Aprendizagem Gardner (2000) - Inteligências Múltiplas FerramentasGEA•António Andrade e Rosa SilvaTécnicas•VARK ...
Gardner em 2000 identifica Sete Dimensões da Inteligência:    • Verbal-Linguística    • Lógico-Matemática    • Visual-Espa...
Index of Learning Styles Questionnaire (ILS) de Felder-Soloman’
Learning Styles Questionnaire (LSQ) de Honey-MumfordA proposta LSQ visívelno exemplo dailustração seguintegravita em torno...
ELEMENTOS MULTIMÉDIA
ELEMENTOS MUTIMÉDIARecursos: Outros + RED Banda Desenhada Timeline Video Audio • Podcast Web • Repositórios
Elementos base para construir um Learning Object
Exemplo de TimeLine sobre Tecnologias na Educação em Portugal
BANDA DESENHADANa produção de bandas desenhadas são múltiplas as alternativas de que destacamos:Toonlet, Bitstrips, Pixton...
Som, Imagem e VídeoRecolher e tratar som, imagem e vídeo requer o uso de aplicações comerciais ouopensource relativamente ...
Para a conversão de formatos as soluções online como o Zamzar ou, offline, como oFormat Factory são intuitivas.
Muitas das ferramentas para a elaboração de e-conteúdos contemplam soluções deavaliação formativa, sendo que a avaliação s...
O HotPotatoes permite, em síntese a criação do seguinte tipo de exercícios.         TIPO                 FUNCIONALIDADES  ...
Concepção de Ecrãsde Informação
PLATAFORMAS DE APRENDIZAGEM
Plataformas de Gestão da Aprendizagem                                 CarolineBlackboard                                  ...
Plataformas de Gestão da Aprendizagem
Plataformas de Gestão da Aprendizagem  CMS                         LMS                     LCMS                           ...
MODELOS DE CRIAÇÃODE CURSOS
Aplicação   Análise     Compreensão                         SínteseConhecimento                          Bloom            ...
Taxonomia de BloomRECORDAR•Exposição de memória de matérias previamente aprendidas pelos fatos recordando, termos, conceit...
A Taxonomiade Bloom             Criarpara Tablet                   Avaliar                  Analisar                   Apl...
Diretiva Europeia em 2006 relativa aos Soft Skills E. SuperiorAprender a AprenderProcessar e Gerir InformaçãoHabilidades d...
Kemp, Morrison e Ross             ADDIE             R2D2 – Reflective, Recursive, Design and Development             Smith...
Modelos de Criação de Cursos                  Necessidades / Tipo de alunos / AtividadesKemp,Morrison                  Obj...
Modelos de Criação de Cursos ADDIE – Analysis, Design, Development, Implementation, Evaluation - 2004                     ...
Modelos de Criação de CursosADDIE – Analysis, Design, Development, Implementation, Evaluation - 2004
O Modelo ADDIE semelhante às propostas de Kemp, Morrisson e Ross e sintetizado nomapa da ilustração anterior tem seis fase...
Modelos de Criação de CursosR2D2 – Reflective, Recursive, Design and Development                       Desenho e          ...
Modelos de Criação de Cursos                  Smith e RaganAnálise                     Desenvolvimento     Estratégia
Modelos de Criação de CursosAlessi e Trollip (para cursos ou módulos de dimensão reduzida) 2001                           ...
Modelos de Criação de CursosRPD – Rapid Prototyping Design de Dorsey, Goodrum e Schwen 1997 • É um processo de melhoria it...
Modelo de Disciplina
A construção de um LO deve seguir como inspiração pedagógica um dos modelosanteriormente enunciados e uma abordagem KISS -...
Modelos de apoioao Ensino eAprendizagem
ConteúdosModelos CLE – Jonassen •Constructivist Learning Environments OLE – Hannafin, Land e Olivier •Open Learning Enviro...
No modelo CLE, Jonassen pretende promover a construção do conhecimentoatravés da resolução de problemas.
O modelo SOI procura ser no, âmbito da aprendizagem construtivista, um complemento àaprendizagem em contextos sociais. Dá ...
Modelos ARCSAtenção, Relevância,Confiança, Satisfação
ConteúdosModelos: Atividades        ExperienciaçãoDavid Kölb - 1984          •Nesta fase da aprendizagem, o sujeito conduz...
Merrill faz uma análise a vários modelos e conclui que a aprendizagem acontece deforma facilitada verificando-se as seguin...
Estratégia Pedagógica de Merrill            Ativação doProblema   conhecimento   Demonstração   Aplicação   Integração    ...
FERRAMENTAS DE AUTOR
FERRAMENTAS DE AUTORAdaptação e Conversão de ConteúdosRecursos: PowerPoint e Producer
FERRAMENTAS DE AUTORAdaptação e Conversão de ConteúdosRecursos: Integradores Multimédia         Prezi          Adobe Flash...
FERRAMENTAS DE AUTORAdaptação e Conversão de ConteúdosRecursos: Integradores Multimédia
FERRAMENTAS DE AUTORAdaptação e Conversão de ConteúdosRecursos: Portable Document FormatComputable Document Format  PDF   ...
FERRAMENTAS DE AUTORAgregadores
FERRAMENTAS DE AUTORAgregadores: Reload
FERRAMENTASDE AUTORSCORMLearning Objects
Ferramentas de Autor        Lectora da Trivantis,      Adobe Authorware, ou o    Concept Tutor Plus   GLO Maker       XERT...
Learning Objectconcebido em Concept Tutor
Ambiente de abertura do Concept Tutor Plus                                             Editor do Concept Tutor Plus
AmbienteLCDS
Vista de Planeamento do GloMaker                                   Vista de Design do GloMaker
GloMakerAlteração de layout
GloMakerCarregamento deElementos Multimédia
Learning Objectrealizado emCourse Labsobre a Europa
A Evolução da Europa (1900 AD)Learning Objectrealizado emCourse Labsobre a Europa
Learning Object produzido pelo Xerte   Agregação de páginas web com o LO
A Tipologia de Recursos para Avaliação Formativa também é muito vasta e adequada àsdiversas situações pedagógicas.Dois exe...
O eXe ou eXeLearning éuma ferramenta muitoversátil para a concepçãode learning objects aodesenvolver uma estruturade menus...
EXENo ambiente eXe o formador,ou a equipa que produz os LO,pode associar recursos usandoos itens/templates disponíveisno i...
EXEAmbienteglobal deEdição do LO
EXEEstruturação deConteúdos – OutlineElaboração deConteúdos- iDevices
EXEO editor de cada iDevice permite a inclusão dos diversos elementos multimédia como seilustra seguidamente na visão do c...
EXEA equipa que concebo o LO, ouo seu único autor pode e devepreencher os campos relativosàs propriedades do LO como aimag...
EXE                             LO sobre a forma de “website”Gravação de Learning Objects,SCORM ou HTML
PLÁGIO
Pró-PlágioExample Essays   Trabalhos Prontos    Schoolsucks   Portal dos Estudantes
Anti-Plágio
Reprova CadeiraPlágio                                                              Consta do                              ...
AVALIAÇÃOFormativa e Sumativa
Avaliação                   Formativa            Tipo                   Sumativa
Avaliação            Online     Modo            Offline
AVALIAR IMPACTO
Tecnologia de SuporteAvaliar    Modelo de Ensino e Aprendizagem          Resultados do Processo
Avaliar Impacto GeralPaula Escudeir0 2007 • Quantitative Evaluation Framework (QEF)SACAUSEFJ.L.Ramos, Vitor Teodoro • Aval...
Com base nos paradigmas de engenharia de software aplicado à avaliação de conteúdosdidácticos Paula Escudeiro, em 2007, ap...
Quantitative EvaluationFramework (QEF)                               Aspectos                             Adaptabilidade  ...
Quantitative EvaluationFramework (QEF)                             Ambiente de                                           A...
Quantitative EvaluationFramework (QEF)DIMENSÃO PEDAGÓGICA               Cognitivo                          Psicomotor     ...
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TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO
As Tecnologias e a Educacao - O risco de resumir
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As Tecnologias e a Educacao - O risco de resumir

  1. 1. TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO
  2. 2. A (Des) Integração do e-Learning Comunidades de Aprendizagem Tutoria Estilos de Aprendizagem Elementos Multimédia Plataformas de Aprendizagem Modelos de Desenvolvimento •Modelos de Criação de Cursos •Modelos de ConteúdoTópicos Ferramentas de Autor Plágio Avaliação •Formativa e Sumativa •Avaliar Impacto
  3. 3. A (DES) INTEGRAÇÃO DO E-LEARNING
  4. 4. Atores e Arquitetura das Tecnologias da Informação no EnsinoFonte: Ferreira, Sérgio, Castro, Cornélia, Andrade António, Morfologia da Comunicação Cognitiva 2.0 em sala de aula no âmbito do ensino superior, (CISTI 2011), Chaves, 2011
  5. 5. Dimensões Complementares aos Learning Objects Plataformas de e-Learning Gestores de Acesso Comunidades PLE Controlado a Conteúdos Personal Learning Environment Conteúdos Atividades UGC Pedagógicas User Generated Avaliação entre pares Content Formal mediadas por Aprendizagens Tecnologia
  6. 6. Conteúdo e Finalidade Educativa Realidade aumentada, o Potencial do Móvel, os Simuladores ou os Jogos Sérios. Os Conteúdos devem ser complementados por Atividades Pedagógicas Potencial das Tecnologias da Informação no Domínio Cognitivo
  7. 7. Teoria Cognitiva da Aprendizagem MultimédiaApresentação Memória Memória de Trabalho Memória Multimédia Sensorial Selecção Organizar ModoPalavras Ouvidos Sons de Palavras Palavras Verbal Integração Conhecimento Prévio Selecção Organizar ModoImagens Olhos Imagens de Imagens Imagens Pictórico Fonte:
  8. 8. Pirâmide da Aprendizagem 5% Conferência 10% Leitura Taxas de retenção média 20% Audiovisual do estudante 30% Demonstração 50% Discussão 75% Aula Prática 90% Ensinar os OutrosFonte: National Training Laboratóries, Bethel, Maine
  9. 9. LEARNING OBJECTS (LO)Conceber Learning Objects (LO) requer o domínio de uma determinada áreacientífica sobre a qual o LO vai incidir, mas também convoca, para a suaelaboração, competências pedagógicas no uso da tecnologia.Estas competências compreendem o multimédia, as ferramentas de autor e oconhecimento de ambientes tecnológicos alternativos e complementares àformação.
  10. 10. Produzir Conteúdos e Learning Objects (LO) Tecnologia Multimédia Domínio de determinada Área Científica Competências Pedagógicas
  11. 11. Adequação do Método Escolhido e da Tecnologia face aos Objetivos a Atingir
  12. 12. •Se pretendermos informar os estudantes podemos usar uma tecnologia centrada no tutor, para distribuição dessa informação considerada relevante.INFORMAR •Tal informação pode ser veiculada em sala de aula com uma apresentação electrónica, por exemplo, realizada em PowerPoint, ou Prezi, ou através de uma webconference (adobe connector) que envolve a distância diferentes destinatários. •Soluções web como o voicethread permitem a criação de apresentações multimédia a que se agrega a possibilidade de COMENTAR comentar assinalando sobre a imagem, recorrendo ao texto, ou à própria voz para deixar a sua impressão. •Por outro lado se pretendemos que o estudante ATIVIDADE DO aprenda um idioma o recurso deverá ser mais ESTUDANTE centrado na atividade do estudante interagindo com o Learning Object (LO). •Liderança, discurso lógico, ou outras competências teremos de recorrer a TRABALHO EM tecnologia que facilite a interação entre EQUIPA pares e com o conteúdo disponibilizado ou a construir em comum.
  13. 13. Modelos Pedagógicos Centrado Formador Formando Grupo Socio- Behaviorismo Cognitivismo Construtivismo Construtivismo
  14. 14. Modelos de Organização da Formação
  15. 15. «E-Learning! We need to talk about “e-forgetting,”because to be successful at e-learning, you have toforget the ways of your past.» Tom Peters
  16. 16. LEARNING OBJECTS (LO)Há um conjunto de aplicações informáticas, de uso alargado, que normalmente sãoensaiadas como plataforma base para produzir Learning Objects.Existe também um primeiro convencimento de que os objetos formativos usados emcontexto analógico, ou orgânico, possam ser diretamente convertidos para suportedigital sem esforço adicional. Esta visão, ou esta abordagem é um erro grave! Seria como voltar ao cinema mudo!
  17. 17. COMUNIDADESDE APRENDIZAGEM
  18. 18. COMUNIDADES DE APRENDIZAGEMModelos Estratégias DinâmicasModelos de Avaliação
  19. 19. COMUNIDADES DE APRENDIZAGEMG. Salmon de 2005Acesso e Troca de Construção do Socialização DesenvolvimentoMotivação Informação Conhecimento
  20. 20. COMUNIDADES DE APRENDIZAGEM G. Salmon de 2005 Construção do Socialização Conhecimento•Explora os meios que •A troca de informação é •O desenvolvimento é o cada formando tem de útil para o impulso resultante do ter para aceder aos •A socialização passa pela desenvolvimento da • A construção do curso para o recursos e a motivação dimensão tecnológica, confiança e do conhecimento deriva da crescimento contínuo do que possui de base para com o curso e com os entendimento quanto dinâmica em grupo, formando e o impacto aprender colegas aos pressupostos das muitas vezes assente em na sua atividade atividades e das fóruns, blogues de grupo e profissional, ou matérias em estudo trabalho de equipa académica. mediado pelo LMS Acesso e Motivação Troca de Informação Desenvolvimento
  21. 21. TUTORIA
  22. 22. Meios: TelefoneCorreio Convencional Sessões Presenciais Serviços da Internet • Skype • Via Plataforma • Viber • e-mail • Fórum • Chat • WimbaPronto • Blog • webConference • Adobe Connect • Portfólio • Feedback Avaliações
  23. 23. Papéis: Aconselhar Avaliar Motivar Coordenar Grupos Ligação Equipa Docente Clarificar
  24. 24. ESTILOS DEAPRENDIZAGEM
  25. 25. ESTILOS DEAPRENDIZAGEM Conhecer as diferenças na aprendizagem desperta no formador uma maior atenção para o ato de motivar para a aprendizagem, diversificando meios e estratégias.
  26. 26. Estilos de AprendizagemCiclo de Kolb 1984 • Experiência Concreta • Observação Reflexiva • Conceptualização Abstrata • Experimentação Ativa
  27. 27. Estilos de AprendizagemFelder e Brent (2006) Experiência Observação Conceptualização Experimentação Concreta Reflexiva Abstrata Ativa • SENSITIVO • REFLEXIVO • INTUITIVA • ACTIVO • Pragmático • Teórico
  28. 28. Estilos de Aprendizagem Gardner (2000) - Inteligências Múltiplas FerramentasGEA•António Andrade e Rosa SilvaTécnicas•VARK •Neil Fleming•VAK •Visual Auditory Kinesthetic•Mapa
  29. 29. Gardner em 2000 identifica Sete Dimensões da Inteligência: • Verbal-Linguística • Lógico-Matemática • Visual-Espacial • Corporal-Cenestésico • Musical-Rítmico • Interpessoal • Intrapessoal
  30. 30. Index of Learning Styles Questionnaire (ILS) de Felder-Soloman’
  31. 31. Learning Styles Questionnaire (LSQ) de Honey-MumfordA proposta LSQ visívelno exemplo dailustração seguintegravita em torno doseixos:AtivoReflexivoTeóricoPragmático
  32. 32. ELEMENTOS MULTIMÉDIA
  33. 33. ELEMENTOS MUTIMÉDIARecursos: Outros + RED Banda Desenhada Timeline Video Audio • Podcast Web • Repositórios
  34. 34. Elementos base para construir um Learning Object
  35. 35. Exemplo de TimeLine sobre Tecnologias na Educação em Portugal
  36. 36. BANDA DESENHADANa produção de bandas desenhadas são múltiplas as alternativas de que destacamos:Toonlet, Bitstrips, Pixton e Toondoo e cujo efeito adequado à criação de contextos sedocumenta na imagem.
  37. 37. Som, Imagem e VídeoRecolher e tratar som, imagem e vídeo requer o uso de aplicações comerciais ouopensource relativamente simples, ou mais sofisticadas, em função do que sepretende produzir e da capacidade dos elementos da equipa. Photo Toolbox ou MovieMaker ou PhotoStory xtranormal ou oAudacity Picture Manager Masher •Vídeo – Imagens GoAnimate•Tratamento de Som •Imagem •Vídeo Simples com Imagens Fixas •Filmes 3D
  38. 38. Para a conversão de formatos as soluções online como o Zamzar ou, offline, como oFormat Factory são intuitivas.
  39. 39. Muitas das ferramentas para a elaboração de e-conteúdos contemplam soluções deavaliação formativa, sendo que a avaliação sumativa pode ser feita com vantagem noLMS.Porém há diversas aplicações especializadas na criação de ambientes de avaliação,cujos conteúdos podem ser incorporados, nos LMS como seja o caso paradigmático doHot Potatoes e do JCLIC.
  40. 40. O HotPotatoes permite, em síntese a criação do seguinte tipo de exercícios. TIPO FUNCIONALIDADES EXEMPLOSJQuiz Questionário Exercício de Texto Lacunar, ou com MenusJCloze Pendentes e Perguntas IndividuaisJCross Palavras CruzadasJMatch Associação ou OrdenaçãoJMix Frase ou Palavra Desordenada
  41. 41. Concepção de Ecrãsde Informação
  42. 42. PLATAFORMAS DE APRENDIZAGEM
  43. 43. Plataformas de Gestão da Aprendizagem CarolineBlackboard DOKEOS NetForma Moodle Formare
  44. 44. Plataformas de Gestão da Aprendizagem
  45. 45. Plataformas de Gestão da Aprendizagem CMS LMS LCMS • Learning • Content • Learning ContentManagement Management Management System System Systems
  46. 46. MODELOS DE CRIAÇÃODE CURSOS
  47. 47. Aplicação Análise Compreensão SínteseConhecimento Bloom Avaliação 1956
  48. 48. Taxonomia de BloomRECORDAR•Exposição de memória de matérias previamente aprendidas pelos fatos recordando, termos, conceitos básicos e respostas. •Descrever – Mencionar – Encontrar – Listar – ComunicarCOMPREENDER•Compreensão demonstrativa de fatos e ideias ao ser capaz de: •Explicar – Comparar – Discutir – Prever – Traduzir – Sublinhar – Voltar a exporAPLICAR•Usar novos conhecimentos. Resolver os problemas através da aplicação, a novas situações ,de conhecimentos adquiridos. Aplicar fatos, técnicas e regras de uma maneira diferente. •Expor – Completar – Usar – Examinar – Ilustrar – Classificar – SolucionarANALISAR•Examinar e quebrar informações em partes, identificando os motivos ou causas. Fazer inferências e encontrar evidências para apoiar generalizações. •Comparar – Examinar – Explicar – Identificar – Categorizar – Contrastar – InvestigarAVALIAR•Apresentar e defender opiniões, fazendo avaliações sobre a informação, a validade das ideias ou a qualidade do trabalho com base num conjunto de critérios. •Justificar – Avaliar – Priorizar – Recomendar – Taxar – Decidir – EscolherCRIAR•Planificar – Inventar – Compor – Desenhar – Construir - Imaginar
  49. 49. A Taxonomiade Bloom Criarpara Tablet Avaliar Analisar Aplicar Compreender Recordar
  50. 50. Diretiva Europeia em 2006 relativa aos Soft Skills E. SuperiorAprender a AprenderProcessar e Gerir InformaçãoHabilidades de Dedução e AnáliseHabilidade tomar DecisãoExpressão verbal e comunicaçãoTrabalho de EquipaPensamento Criativo e capacidade de resposta a problemasGestão e Liderança e Pensamento EstratégicoAuto-Gestão e Auto-Desenvolvimento
  51. 51. Kemp, Morrison e Ross ADDIE R2D2 – Reflective, Recursive, Design and Development Smith e RaganModelos de Criação Alessi e Trollipde Cursos RPD – Rapid Prototyping Design de Dorsey, Goodrum e Schwen 1997 Dick e L. Carey 1996 MIPO - Modelo de Integração por Objectivos - Peres e Pimenta 2009 Instructional Development Learning System (IDLS) 1970
  52. 52. Modelos de Criação de Cursos Necessidades / Tipo de alunos / AtividadesKemp,Morrison Objectivos / Sequência / Estratégias Ensinoe Ross Conteúdos / Distribuição / Método de Avaliação / Recursos
  53. 53. Modelos de Criação de Cursos ADDIE – Analysis, Design, Development, Implementation, Evaluation - 2004 Implementação Análise Desenho Desenvolvimento (Distribuição – gestão (Necessidades dos (Objectivos Sequência (construção do curso) ealunos, Tarefas, custos e Estratégias e conteúdos) Avaliação (avaliar e recursos) método de avaliação) cada fase, auditar) Genérico
  54. 54. Modelos de Criação de CursosADDIE – Analysis, Design, Development, Implementation, Evaluation - 2004
  55. 55. O Modelo ADDIE semelhante às propostas de Kemp, Morrisson e Ross e sintetizado nomapa da ilustração anterior tem seis fases idênticas a muitos outros, mas que lhe permiteuma abordagem sistémica e iterativa pois as fases podem revisitar-se: Análise • Quais são os destinatários e as suas necessidades de formação? Que opções existem para a distribuição de conteúdos e realização de atividades pedagógicas. Desenho • Definição de objectivos, sequência, interface e estratégia pedagógica Desenvolvimento • Selecionar ferramentas e desenvolver conteúdos para o e-curso Implementação • Distribuição do curso estando atento à necessidade de facilitar a socialização de formandos com a tecnologia envolvida. Avaliação • A avaliação é, no essencial, Formativa e sumativa. Mas a avaliação deve também aferir da eficácia da formação e a qualidade do produto e serviço prestado.
  56. 56. Modelos de Criação de CursosR2D2 – Reflective, Recursive, Design and Development Desenho e Desenvolvimento numa só fase e num processo recursivo
  57. 57. Modelos de Criação de Cursos Smith e RaganAnálise Desenvolvimento Estratégia
  58. 58. Modelos de Criação de CursosAlessi e Trollip (para cursos ou módulos de dimensão reduzida) 2001 Planeamento Concepção ou Design Desenvolvimento
  59. 59. Modelos de Criação de CursosRPD – Rapid Prototyping Design de Dorsey, Goodrum e Schwen 1997 • É um processo de melhoria iterativa do produto educativo com testes efectuados por especialistas e alunos.Dick e L. Carey 1996MIPO - Modelo por Integração de Objectivos Peres e Pimenta 2009 • Baseado no ADDIEInstructional Development Learning System (IDLS) 1970
  60. 60. Modelo de Disciplina
  61. 61. A construção de um LO deve seguir como inspiração pedagógica um dos modelosanteriormente enunciados e uma abordagem KISS - Keep it Short and Simple: Levar em linha de conta que no digital se lê 25% menos que em papel; Que o texto digital deve ter 50% menos de palavras; O layout ou estrutura dos ecrãs deve seguir regras que explicitam como os exploramos em função da disposição dos elementos e da dimensão das letras; Que o digital incorpora som, vídeo, imagem e texto; Usar a voz activa e parágrafos curtos e o conhecido princípio do jornalismo da pirâmide invertida.
  62. 62. Modelos de apoioao Ensino eAprendizagem
  63. 63. ConteúdosModelos CLE – Jonassen •Constructivist Learning Environments OLE – Hannafin, Land e Olivier •Open Learning Environments SOI – Mayer •Selecting, Organizing, Integrating ARCS – John Keller •Attention, Relevance, Confidence and Satisfaction Atividades •David Kölb – 1984 •Experienciação •Reflexão •Teorização •Aprender e experimentar
  64. 64. No modelo CLE, Jonassen pretende promover a construção do conhecimentoatravés da resolução de problemas.
  65. 65. O modelo SOI procura ser no, âmbito da aprendizagem construtivista, um complemento àaprendizagem em contextos sociais. Dá importância ao multimédia como forma de facilitara concepção de lições declarativas de conhecimento.
  66. 66. Modelos ARCSAtenção, Relevância,Confiança, Satisfação
  67. 67. ConteúdosModelos: Atividades ExperienciaçãoDavid Kölb - 1984 •Nesta fase da aprendizagem, o sujeito conduz ativamente alguma atividade com sentido prático. Em geral, esta fase é associada a atividades conduzidas na primeira pessoa (aspecto debatido mais adiante), sem teorização anterior. Reflexão •Na fase de reflexão, o sujeito reflete sobre a atividade anterior, analisa o caminho percorrido e os resultados obtidos, discute o processo com outras pessoas envolvidas,Para quem aprende e trocam-se valorações sobre o que aconteceu.para quem ensina as Teorizaçãoatividades devem conter: •Na fase de teorização, o sujeito procura criar ou melhorar o seu modelo sobre a realidade da sua atividade, procurando clarificar ou tornar ilícito os seus pré-conceitos, confrontando os seus modelos com os modelos dos seus pares, criticando-se, etc. Aprender e experimentar •Esta é a fase de aprendizagem ancorada na compreensão da teoria, mas reforçada por pequenas experiências de «verificação» da compreensão/aplicação da teoria.
  68. 68. Merrill faz uma análise a vários modelos e conclui que a aprendizagem acontece deforma facilitada verificando-se as seguintes condições: Os estudantes são envolvidos na resolução de problemas do mundo real. O novo conhecimento edifica-se com base no conhecimento prévio do estudante. O novo conhecimento é demonstrado ou explicitado ao estudante. O novo conhecimento pode ser aplicado pelo estudante. O novo conhecimento é integrado na realidade do estudante.
  69. 69. Estratégia Pedagógica de Merrill Ativação doProblema conhecimento Demonstração Aplicação Integração prévio
  70. 70. FERRAMENTAS DE AUTOR
  71. 71. FERRAMENTAS DE AUTORAdaptação e Conversão de ConteúdosRecursos: PowerPoint e Producer
  72. 72. FERRAMENTAS DE AUTORAdaptação e Conversão de ConteúdosRecursos: Integradores Multimédia Prezi Adobe Flash EDGE
  73. 73. FERRAMENTAS DE AUTORAdaptação e Conversão de ConteúdosRecursos: Integradores Multimédia
  74. 74. FERRAMENTAS DE AUTORAdaptação e Conversão de ConteúdosRecursos: Portable Document FormatComputable Document Format PDF CDF
  75. 75. FERRAMENTAS DE AUTORAgregadores
  76. 76. FERRAMENTAS DE AUTORAgregadores: Reload
  77. 77. FERRAMENTASDE AUTORSCORMLearning Objects
  78. 78. Ferramentas de Autor Lectora da Trivantis, Adobe Authorware, ou o Concept Tutor Plus GLO Maker XERTE LAMS Course Lab LCDS eXe eXact Packager
  79. 79. Learning Objectconcebido em Concept Tutor
  80. 80. Ambiente de abertura do Concept Tutor Plus Editor do Concept Tutor Plus
  81. 81. AmbienteLCDS
  82. 82. Vista de Planeamento do GloMaker Vista de Design do GloMaker
  83. 83. GloMakerAlteração de layout
  84. 84. GloMakerCarregamento deElementos Multimédia
  85. 85. Learning Objectrealizado emCourse Labsobre a Europa
  86. 86. A Evolução da Europa (1900 AD)Learning Objectrealizado emCourse Labsobre a Europa
  87. 87. Learning Object produzido pelo Xerte Agregação de páginas web com o LO
  88. 88. A Tipologia de Recursos para Avaliação Formativa também é muito vasta e adequada àsdiversas situações pedagógicas.Dois exemplos de avaliação:
  89. 89. O eXe ou eXeLearning éuma ferramenta muitoversátil para a concepçãode learning objects aodesenvolver uma estruturade menus e de submenusmuito fácil de editar e aoagregar elementos diversosde cariz multimédia comopáginas web, rss, conteúdosda wikipédia ou outros.Ambiente de edição do eXe
  90. 90. EXENo ambiente eXe o formador,ou a equipa que produz os LO,pode associar recursos usandoos itens/templates disponíveisno iDevice, ou criar outrosque serão chamados do menuentretanto concebido.
  91. 91. EXEAmbienteglobal deEdição do LO
  92. 92. EXEEstruturação deConteúdos – OutlineElaboração deConteúdos- iDevices
  93. 93. EXEO editor de cada iDevice permite a inclusão dos diversos elementos multimédia como seilustra seguidamente na visão do conceptor e do formando. Vista do LO em ambiente de exploração pelo formandoApresentação de um conceito recorrendo a texto e banda LO finaldesenhada
  94. 94. EXEA equipa que concebo o LO, ouo seu único autor pode e devepreencher os campos relativosàs propriedades do LO como aimagem seguinte documenta:título, autor, imagem decabeçalho, rodapé, etc.
  95. 95. EXE LO sobre a forma de “website”Gravação de Learning Objects,SCORM ou HTML
  96. 96. PLÁGIO
  97. 97. Pró-PlágioExample Essays Trabalhos Prontos Schoolsucks Portal dos Estudantes
  98. 98. Anti-Plágio
  99. 99. Reprova CadeiraPlágio Consta do Mensagem Clara "Certificado" Mix Expulsão Uso de Código de Ética Software Ferramentas Automáticas Dissuadir Integrar com Acompanhar o Plataformas de Desenvolvimento eLearning Tutoria Diversificar as Estratégias Estratégias de Pedagógicas Avaliação Avaliar a Defesa do Individual do Trabalho
  100. 100. AVALIAÇÃOFormativa e Sumativa
  101. 101. Avaliação Formativa Tipo Sumativa
  102. 102. Avaliação Online Modo Offline
  103. 103. AVALIAR IMPACTO
  104. 104. Tecnologia de SuporteAvaliar Modelo de Ensino e Aprendizagem Resultados do Processo
  105. 105. Avaliar Impacto GeralPaula Escudeir0 2007 • Quantitative Evaluation Framework (QEF)SACAUSEFJ.L.Ramos, Vitor Teodoro • Avaliação descritiva, avaliação em contexto e plano de avaliação em contextoAvaliação Global
  106. 106. Com base nos paradigmas de engenharia de software aplicado à avaliação de conteúdosdidácticos Paula Escudeiro, em 2007, apresenta uma metodologia designada QuantitativeEvaluation Framework (QEF) Técnico Esta metodologia que tem o standard ISO 9126 como referência inspiradora apresenta várias dimensões de avaliação para as quais identifica um conjunto de DOMÍNIOS factores que serão quantitativamente medidos. Pedagógico Ergonómico
  107. 107. Quantitative EvaluationFramework (QEF) Aspectos Adaptabilidade Técnicos Gestão de Dados do Administração Utilizador Objetos de Gestão do Aprendizagem TÉCNICO Conteúdo
  108. 108. Quantitative EvaluationFramework (QEF) Ambiente de Aprendizagem Texto Usabilidade ERGONÓMICO Arquitetura de Interatividade ecrã Áudio
  109. 109. Quantitative EvaluationFramework (QEF)DIMENSÃO PEDAGÓGICA Cognitivo Psicomotor Afectivo
  110. 110. Outros modelos visam as percepções dos destinatários da formação como é o caso daproposta de Kaczynski, Wood, & Harding em 2008 ao sugerirem uma visão em RADARconstituída por seis eixos de cinco níveis:AvaliaçãoComunicaçãoConteúdoRiquezaIndependênciaDinâmica dos Acessos
  111. 111. C DadosOM InformaçãoP Steve Wheeler, University of Plymouth, 2011RO ConhecimentoMIS SabedoriaSO Transformação
  112. 112. TECNOLOGIAS E EDUCAÇÃO

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