Observation and Description techniques - class 2

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How to describe behaviors and register it. In Portuguese

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Observation and Description techniques - class 2

  1. 1. Descrição e registro de comportamento TOD – Aula 2 Amanda da Costa da Silveira
  2. 2. • A observação comportamental é importante para os psicólogos, servindo-lhes como um instrumento de trabalho para obtenção de dados que, entre outras coisas, aumentem sua compreensão a respeito do comportamento sob investigação: que facilitem o levantamento de hipóteses ou estabelecimento de diagnóstico; e que permitam acompanhar o desenrolar de uma intervenção ou tratamento e testar seus efeitos ou eficácia.
  3. 3. O uso da descrição • Cotidiana • “Modificação do comportamento” • Pesquisa
  4. 4. Linguagens acadêmicas • O “Psicologuês” • A linguagem científica
  5. 5. A linguagem científica • Objetividade • Clareza e exatidão • Brevidade e concisão • Diretividade (afirmativa)
  6. 6. Objetividade • Restringe-se a coisas e fatos efetivamente observáveis (pelos sentidos!) – X impressões subjetivas – X interpretações pessoais – X “poesia”  – X interpretar finalidades dos gestos
  7. 7. - Mariazinha quebrou o vaso e olhou para verificar se sua mãe estava brava. - Ele permaneceu parado por muito tempo na esquina, por isso estava irrequieto.
  8. 8. - Mariazinha quebrou o vaso e olhou em direção à sua mãe. - Ele permaneceu parado por muito tempo na esquina, e bateu o pé intermitentemente por 5 min.
  9. 9. Clareza e exatidão • Limpeza do texto, para que o leitor não tenha duvidas do que o autor quis dizer... – X obscuridade, ambiguidade e imprecisão – X dúvidas com relação à cena
  10. 10. - Ele permaneceu por muito tempo parado na esquina. - O patrão deu um pequeno aumento a José.
  11. 11. Clareza e exatidão - Ele permaneceu por 35 minutos parado na esquina. - O patrão deu um aumento de R$2,00 a José.
  12. 12. Brevidade e concisão • “Ser curto porém sincero”. – X repetição – X redundância – X explicações adicionais
  13. 13. • Márcia foi até a mesa de Carlos e pegou o seu livro. • O gato deu um pulo e foi cair quase a um metro do local. Foi um pulo espetacular. • Carlos disse: “venha cá!”. O garoto foi até ele. Trata- se de um garoto muito obediente.
  14. 14. Brevidade e concisão • Márcia foi até a mesa de Carlos e pegou o livro dele. • O gato deu um pulo e foi cair quase a um metro do local. PONTO. Foi um pulo espetacular. • Carlos disse: “venha cá!”. O garoto foi até ele. Trata- se de um garoto muito obediente.
  15. 15. Diretividade • Descrever direto ao que ocorre • Ser afirmativo – X negações
  16. 16. • O menino saiu chorando, sem dizer uma só palavra. Pouco depois, voltou e bateu em alguém que eu não conheço. • O garoto subiu na árvore e, sem olhar para baixo, chamou a mãe para ver.
  17. 17. Diretividade e afirmações • O menino saiu chorando. sem dizer uma só palavra. Pouco depois, voltou e bateu em alguém que eu não conheço numa criança. • O garoto subiu na árvore e, sem olhar para baixo olhando para cima, chamou a mãe para ver.
  18. 18. • “Na descrição científica de comportamentos, deve-se procurar ser o mais objetivo possível, tudo expressar com clareza, exatidão e concisão, descrevendo-se o que acontece, na sequência em que os fatos se sucedem, de maneira direta e afirmativa.”
  19. 19. Exercícios • Indique, na relação que segue, quais as frases, inseridas em seu devido contexto, que poderiam ser empregadas em um relato científico. O ascensorista apertou o botão 2. Ela está imaginando como poderá sair de casa. Marcos entristeceu-se com a queda do amigo. Ele carrega o paletó nos braços. O empregado manobra o carro. Filomeno sente calor.
  20. 20. Dica! • Verbos: – Ações objetivas: Correr, escrever... – Ações não objetivas: pensar, querer...
  21. 21. Paulo está sentado à mesa de um bar. Tem à frente três garrafas de cerveja vazias e uma quarta, ainda pela metade. Ostenta um olhar de profunda melancolia... Paulo está sentado à mesa de um bar. Tem à sua frente quatro garrafas com rótulos de cerveja: três vazias e uma pela metade.
  22. 22. • Relato 1 – S anda à procura de um lugar para se sentar • Relato 2 – Onibus com todos os assentos ocupados. S dentro do onibus, de pe, anda em direção à porta dianteira do onibus.
  23. 23. • Como não encontra, para em frente ao primeiro banco, atras do motorista. Tenta pedir um lugar aos passageiros que se encontram sentados naquele banco. • Onibus com todos os assentos ocupados. S parada em frente ao primeiro banco, atras do motorista, em pe, vira a cabeca em direcao aos passageiros que estao sentados no banco
  24. 24. • Como ninguem se incomoda, cansada, ela desiste. • Onibus com todos os assentos ocupados. S parada em frente ao primeiro banco atras do motorista, de pe, passageiros do onibus olham em direcao a rua, S respira fundo e fecha os olhos.
  25. 25. Registro cursivo (contínuo) de comportamentos É um relato, feito numa linguagem científica, do que é presenciado, na sequência em que os fatos se sucedem.
  26. 26. Características • Tempo verbal: presente ou pretérito perfeito; • Vantagem: Permite incluir ampla variedade de comportamentos sem requerer definição prévia; • Desvantagem: dificuldade de se anotar “tudo”.
  27. 27. Cuidados para a observação de comportamentos • Tempo de ambientação • Distanciamento do sujeito • Atitude discreta • Procurar não interferir na situação observada (a suposta “neutralidade”)
  28. 28. Exemplo de registro cursivo
  29. 29. Folha de registro • Situação de observação: atividades livres no quarto da enfermaria. O quarto mede 3,3mx5m e nele se encontram quatro camas e quatro criados-mudos. Os leitos estão ocupados, mas no momento três pacientes estão fora do quarto. • Sujeito: G.A. (Menina de 6 anos, internada com pneumonia, nível sócio-econômico baixo.
  30. 30. • Início da observação: 9h. • Término: 9h02min • Duração: 2min • Técnica de observação: Registro cursivo.
  31. 31. • S se encontra no quarto, sozinho, de pé; junto à cama, que fica próxima da porta. Canta, enquanto anda, indo até a porta do quarto. Volta cantando. (Entram no quarto três meninas). Conversa com outra criança. Agacha-se e apanha uma boneca. Levanta-se e corre até a cama que está perto da porta. Coloca a boneca sobre a cama. Sorri. Levanta o braço esquerdo. Fala: “quem quer brincar, põe o dedo aqui.” – indicando a mão esquerda espalmada e levantada.
  32. 32. Definição de eventos comportamentais TOD – Aula 3 Amanda da Costa da Silveira
  33. 33. A importância de se definir eventos Experimento vivencial 
  34. 34. Por que definir o evento/objeto previamente? • “O estabelecimento prévio de definições comportamentais é útil porque facilita o trabalho do observador e, por eliminar as contradições existentes nas noções que cada um tem a respeito dos mesmos comportamentos, permite haver maior concordância entre os observadores quanto à ocorrência dos comportamentos sob observação.”
  35. 35. Para definir... • Linguagem científica – Lamber: estando com a língua em contato com o objeto ou estrutura, deslizá-la produzindo umedecimento desse objeto ou estrutura. – Rasgar • Linguagem explícita e completa – Incluir tudo o que for indispensável para se dizer que tal comportamento ocorre (e não outro). – Sorrir: retração dos cantos da boca para os lados • Empregar elementos pertinentes – Cuidado ao definir detalhes. Ser completo mas não chato! • Dar denominação apropriada – Estender o dedo x Apontar e para o alto! Podendo haver exposição dos dentes Da arcada superior ou de ambas! E sendo acompanhado de levar uma das mãos à boca, de modo a ocultá-la.
  36. 36. Essa definição é explícita? Inclui elementos pertinentes? • Pressão à barra: • qualquer pressionamento da barra que seja seguido de fechamento de um circuito elétrico na Caixa de Skinner. • Interação social: • Brincar, correr e conversar com os colegas; sorrir para colegas e estar cerca de um metro de distância deles pelo menos.
  37. 37. Tipos de definição • Comportamento em si • Mudanças observadas no sujeito ou operações por ele executadas: suas ações e mudanças em sua aparência • Efeitos do comportamento no ambiente • Mudanças observadas no ambiente • Ambos • Combinação da descrição do comportamento em si e seus efeitos no ambiente
  38. 38. Comportamento em si • 1. Localização do sujeito: – S se encontra no canto cd (canto formado pelas paredes c e d) da sala de refeição. • 2. Posição e postura do sujeito: – Em pé, ajoelhado, deitado encolhido/distendido... • 3. Eventos comportamentais: – Comportamento motor: mudanças na postura ou posições (agachar, erguer o braço...), manipulação de objetos ou pessoas (chutar bola, colocar boneca sobre a cama, passar mao no cabelo), locomoções (andar, correr, engatinhar...) – Expressões faciais: enrugar testa, sorrir... – Comportamento vocal: sons articulados ou não (cantar, murmurar, dar gargalhadas, falar...)
  39. 39. Efeitos do comportamento no ambiente • 1. Eventos físicos – Bola bate na trave, o telefone toca... • 2. Eventos sociais – Comportamentos de outras pessoas no ambiente: “Uma menina se aproxima de S e coloca o dedo na palma da mão de S”
  40. 40. • Sorrir: retração dos cantos da boca para os lados e para o alto. • Encestar a bola no jogo de basquete: penetrar a bola pela abertura superior da cesta e sair pela abertura inferior da mesma. Comportamento em si Efeitos do comportamento no ambiente
  41. 41. • Enxugar: considerando-se um objeto ou estrutura com água ou outro líquido sobre sua superfície, atritar um pano ou papel absorvente contra o objeto ou estrutura, geralmente em movimentos circulares ou de vai-e-vem, produzindo objeto ou estrutura enxutos, ou seja, sem água ou outro líquido visível sobre a estrutura. -> Combinam operações executadas pelo sujeito e efeitos ambientais daí resultantes.
  42. 42. • Balançar o tronco: estando a pessoa sentada, mover o tronco ritimicamente para frente e para trás ou de um lado para o outro. Comportamento em si
  43. 43. • Pressão à barra: qualquer pressionamento da barra que seja seguido de fechamento de um circuito elétrico, na Caixa de Skinner. Efeitos do comportamento no ambiente
  44. 44. Definições restritivas ou amplas • Dependem da finalidade - por que se quer definir determinado comportamento? • Delimitam o número de classes de respostas ou de comportamentos incluídos na definição • Exemplo: Andar x deslocar-se pelo espaço. Qual a mais restritiva? Qual a mais ampla?
  45. 45. Qual a mais restrita? • Pressão à barra: qualquer pressionamento da barra que seja seguido de fechamento de um circuito elétrico, na Caixa de Skinner. • Comportamento de estudo: “olhar para a professora quando esta estiver explicando a matéria; olhar para o colega quando este estiver dando a lição; escrever a lição. Falar com a professora, pedindo esclarecimento ou respondendo a uma questão ou falar respondendo uma questão dirigida à classe.”
  46. 46. Tipos de definições • Em geral, nos campos científico e tecnológico, encontramos três tipos de definição: – definição ostensiva – definição nominativa – definição operacional
  47. 47. Definição ostensiva • Aquela que, para expressarmos o que é uma coisa, apenas mostramos essa coisa, associando a ela um nome. • As crianças e as pessoas na vida em geral aprendem desse modo. Para os campos científico e tecnológico é uma definição pobre, mas que pode ser útil até certo ponto. • O idioma português é este que está sendo usado para escrever esta frase.
  48. 48. Definição nominativa • Aquela que tenta descrever uma coisa utilizando palavras de sentido geral. Não é uma boa definição, pois pode gerar interpretações subjetivas ou ambíguas. • Planície é uma extensão de terreno, mais ou menos considerável, de aspecto plano ou de poucos acidentes.
  49. 49. Definição operacional • Aquela que expressa uma operação que deve ser feita, matematicamente ou conceitualmente, para se obter o significado de uma determinada coisa. • É a *preferida*, pois favorece maiores avanços e resultados. É uma definição que procura ser mais objetiva (menos subjetiva!) e mais precisa. • Velocidade é a razão entre a distância percorrida por um móvel e o intervalo de tempo transcorrido nesse percurso.
  50. 50. Definição Operacional • É um procedimento que atribui um significado comunicável a um conceito através da especificação de como o conceito é aplicado dentro de um conjunto específico de circunstâncias. • É uma descrição precisa de o que algo é e de como se obtém um valor para esse algo que estamos tentando medir, ou seja, de como medi-lo.
  51. 51. Definição operacional • O uso de definições operacionais remove ambigüidades de tal forma que todas as pessoas envolvidas têm o mesmo entendimento e medem da mesma forma a característica em questão. • Se eliminam conflitos e confusões! • Um componente importante de uma definição operacional é a especificação do processo de medição a ser utilizado. • O físico Percy Bridgeman (1927) foi um dos primeiros a indicar que um conceito não tem qualquer significado comunicável até que se saiba como ele será utilizado numa aplicação ou operação específica.
  52. 52. • A definição operacional de um conceito pode mudar de acordo com a aplicação. • O termo “limpo” terá significados bastante distinto numa residência e numa sala de cirurgia de hospital. • Portanto, geralmente é melhor pensar em definições operacionais úteis ou inúteis ao invés de definições operacionais corretas ou erradas.
  53. 53. Exemplo 1 • As definições operacionais de “horário de chegada” e “chegada no prazo” foram utilizadas para comparar o desempenho de diferentes linhas aéreas”. • O horário de chegada de um vôo será o horário em que as rodas tocarem a pista de pouso. Este horário será determinado pelo cronômetro utilizado para a navegação durante o vôo. Uma chegada estará no prazo se o horário de chegada não ocorrer mais do que quinze minutos depois do horário de chegada programado.
  54. 54. Exemplo 2 • Uma das exigências de determinado processo químico era que o alimentador de um reator tinha que estar “limpo” antes de ser instalado. O cone está limpo se – (1) não existirem partículas maiores que 100 μm quando examinado por um microscópio de 40x e, – (2) não existir fluorescência visual sob luz ultravioleta a 2.700-3.500 Angstrons”.
  55. 55. !!! Note-se que uma definição operacional contém elementos que podem ser tomados como indicadores, ou seja, que podem ser medidos ou avaliados com vistas a se verificar a ocorrência do objeto ou da coisa que foi definida. • No caso do exemplo de “hora de chegada do vôo” será necessário estabelecer o sistema de medida do instante em que a roda do avião toca solo.
  56. 56. Exemplo 3 • Muitos projetos educacionais realizados em escolas e sistemas de educação destacam a importância da atuação do professor como agente fundamental no processo da educação. Alguns projetos têm apontado o professor como elemento chave para a melhoria da educação. • O que é um bom professor?
  57. 57. • Essa pergunta pode ser importante para descobrirmos o que precisamos fazer para formar bons professores, ou, em outras situações, para avaliarmos professores de um determinado sistema, para identificar aqueles que são bons professores.
  58. 58. • Proposta de definição operacional para bom professor: – Um bom professor é aquele a cujas aulas os alunos, em geral, gostam de assistir e aprendem os conteúdos da disciplina em um nível acima da média usual da comunidade.
  59. 59. Exemplo 4 • Conceito de IDH (Índice de Desenvolvimento Humano), um procedimento adotado nas últimas décadas com a intenção de medir a qualidade de vida de populações de países ou cidades.
  60. 60. • Fonte: http://www.pnud.org.br/idh/
  61. 61. Exemplo 5 •
  62. 62. • Autoconceito geral: definição do constructo: Byrne (1986) refere que apesar da literatura não revelar uma definição operacional clara, concisa e universalmente aceite, existe uma certa concordância em torno da definição geral do autoconceito como sendo a percepção que o indivíduo tem de si. Gecas (1982) define o autoconceito como o "conceito que o indivíduo faz de si próprio como um ser físico, social e espiritual ou moral "(p.152). Na mesmo contexto, Vaz Serra (1986) refere que o auto-conceito é um constructo psicológico que permite ter a noção da identidade da pessoa e da sua coerência e consistência. E acrescenta. É um constructo teórico que: a) nos esclarece sobre a forma como um indivíduo interage com os outros e lida com áreas respeitantes às suas necessidades e motivações; b) nos leva a perceber aspectos do autocontrole, porque certas emoções surgem em determinados contextos ou porque é que uma pessoa inibe ou desenvolve determinado comportamento e; c) nos permite compreender a continuidade e a coerência do comportamento humano ao longo do tempo.
  63. 63. Técnicas de observação direta e registro de comportamento Texto base: Capítulo 3 de Antônio Motta Fagundes
  64. 64. Registro de dados • Registro cursivo • Registro de evento • Registro de duração • Registro a intervalos • Registro por amostragem de tempo • Técnicas mistas
  65. 65. Registro de evento • 1º - escolhe-se o(s) comportamento(s) a ser(em) observado(s); • 2º - Descreve-se cada comportamento; • 3º - Definem-se critérios para a ocorrência do comportamento • 4º - Conta-se a freqüência de vezes que o comportamento ocorre.
  66. 66. Exemplo Folha de registro Situação de observação: intervalo de aula, no pátio da faculdade Participante: Carlos (universitário, 20 anos) Início: 21h15 Término: 21h 30 Duração: 15min Técnica: Registro de evento Comportamento observado: Andar Definição: Considera-se “andar” a locomoção do sujeito, realizada mediante o deslocamento alternado dos pés, no solo. Critérios para ocorrência: será requerido que o sujeito pare no mínimo 3s, para se considerar possível uma nova ocorrência. A menor unidade de ocorrência inclui o deslocamento de um dos pés, seguido do deslocamento do outro pé. Comportamento Freqüência Total Andar IIIIIII 7
  67. 67. Comportamento Freqüência Total Andar IIIIIII 7 Conversar IIIII 5 Tocar em alguém II 2 Ajeitar o óculos I 1
  68. 68. Registro a intervalos • 1º Folha quadriculada ou com caselas (caselas = intervalos de tempo) • 2º Escolha arbitrária de duração do intervalo • 3º Em cada casela se anota se ocorre ou não o comportamento Intervalos Minutos 0 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 60 1 - x x - - x 2 - - - x - x
  69. 69. Exemplo Folha de registro Situação de observação: onde se encontra o sujeito e o que faz Participante: nome (ou iniciais), idade, o que faz (se possível) Início: xxhxx Término: xxhxx Duração: xxmin Técnica de observação: Registro de evento Comportamento observado: Andar Definição: Considera-se “andar” a locomoção do sujeito, realizada mediante o deslocamento alternado dos pés, no solo. Critérios para ocorrência: será requerido que o sujeito pare no mínimo 3s, para se considerar possível uma nova ocorrência. A menor unidade de ocorrência inclui o deslocamento de um dos pés, seguido do deslocamento do outro pé.
  70. 70. Intervalos Minutos 0 a 10 11 a 20 21 a 30 31 a 40 41 a 50 51 a 60 1 2
  71. 71. Registro por amostragem de tempo • Semelhante ao registro por intervalos, mas o observador só faz o registro ao final do tempo.

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