Avaliação de Impactos

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Avaliação de Impactos

  1. 1. Prof. MierzwaAulas 14 e 15Aulas 14 e 15 –– Avaliação deAvaliação deImpactos Ambientais I e IIImpactos Ambientais I e IISurgimento, características e métodosSurgimento, características e métodosde execuçãode execução
  2. 2. Prof. MierzwaA Exigência da Avaliação deA Exigência da Avaliação deImpactos AmbientaisImpactos Ambientais•• Evolução dos problemas relacionados aoEvolução dos problemas relacionados aodesenvolvimento econômico desvinculado do meiodesenvolvimento econômico desvinculado do meioambiente;ambiente;•• Necessidade de criar instrumentos capazes deNecessidade de criar instrumentos capazes decomplementar e aprimorar as ferramentas utilizadascomplementar e aprimorar as ferramentas utilizadaspara aprovação de novas atividades epara aprovação de novas atividades eempreendimentos;empreendimentos;•• Estados Unidos e Europa desenvolvendo estudos paraEstados Unidos e Europa desenvolvendo estudos parabuscar uma resposta ao desafio proposto.buscar uma resposta ao desafio proposto.
  3. 3. Prof. MierzwaA Exigência da Avaliação deA Exigência da Avaliação deImpactos AmbientaisImpactos Ambientais•• Década de 60, consolidação do conceito de impactoDécada de 60, consolidação do conceito de impactoambiental;ambiental;•• Detalhamento do conceito de impacto ambiental, paraDetalhamento do conceito de impacto ambiental, paratransformátransformá--lo em um instrumento do processo delo em um instrumento do processo dedecisão no licenciamento ambiental, com os seguintesdecisão no licenciamento ambiental, com os seguintesrequisitos:requisitos:–– Características técnicas regulamentadas pelo poder público;Características técnicas regulamentadas pelo poder público;–– Acessível aos vários segmentos da sociedade interessada noAcessível aos vários segmentos da sociedade interessada noprocesso de licenciamento ambiental.processo de licenciamento ambiental.
  4. 4. Prof. MierzwaCaracterísticas Básicas da AvaliaçãoCaracterísticas Básicas da Avaliaçãode Impacto Ambientalde Impacto Ambiental•• Descrever a ação proposta e as alternativas;Descrever a ação proposta e as alternativas;•• Prever a natureza e a magnitude dos efeitosPrever a natureza e a magnitude dos efeitosambientais;ambientais;•• Identificar as preocupações humanas relevantes;Identificar as preocupações humanas relevantes;•• Listar os indicadores de impacto a seremListar os indicadores de impacto a seremutilizados e definir a sua magnitude;utilizados e definir a sua magnitude;•• Quantificar a intensidade do impacto por meioQuantificar a intensidade do impacto por meiodos indicadores definidos.dos indicadores definidos.
  5. 5. Prof. MierzwaSurgimento da Necessidade deSurgimento da Necessidade deAvaliação de Impactos no BrasilAvaliação de Impactos no Brasil•• 1981, definição da Política Nacional do Meio Ambiente1981, definição da Política Nacional do Meio Ambiente(Lei n° 6.938, de 31/08/1981), estabelecendo como(Lei n° 6.938, de 31/08/1981), estabelecendo comoseus instrumentos;seus instrumentos;–– Exigência da avaliação de impactos ambientais;Exigência da avaliação de impactos ambientais;–– Licenciamento e revisão de atividades efetiva ouLicenciamento e revisão de atividades efetiva oupotencialmente poluidoras.potencialmente poluidoras.•• 1986, publicação da Resolução CONAMA n° 01,1986, publicação da Resolução CONAMA n° 01,23/01/1986, que estabelece as definições, as23/01/1986, que estabelece as definições, asresponsabilidades, os critérios básicos e as diretrizesresponsabilidades, os critérios básicos e as diretrizesgerais para uso e implementação da Avaliação degerais para uso e implementação da Avaliação deImpacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental.Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental.
  6. 6. Prof. MierzwaResolução CONAMA n° 01/1986Resolução CONAMA n° 01/1986•• Ficou definido pelo CONAMA que as atividades comFicou definido pelo CONAMA que as atividades compotencial de modificação do meio ambiente deverãopotencial de modificação do meio ambiente deverãoelaborar Estudo de Impacto Ambiental, entre as quais:elaborar Estudo de Impacto Ambiental, entre as quais:–– Estradas de rodagem com 2 ou mais faixas;Estradas de rodagem com 2 ou mais faixas;–– Ferrovias;Ferrovias;–– Portos e terminais de minério, petróleo e produtos químicos;Portos e terminais de minério, petróleo e produtos químicos;–– Aeroportos;Aeroportos;–– Oleodutos, gasodutos, minerodutos, troncos coletores eOleodutos, gasodutos, minerodutos, troncos coletores eemissários de esgotos sanitários;emissários de esgotos sanitários;–– Linhas de transmissão de energia elétrica (> 230 kV);Linhas de transmissão de energia elétrica (> 230 kV);–– Obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos;Obras hidráulicas para exploração de recursos hídricos;
  7. 7. Prof. MierzwaAtividades Sujeitas ao LicenciamentoAtividades Sujeitas ao LicenciamentoAmbiental (continuação)Ambiental (continuação)–– Extração de combustível fóssil;Extração de combustível fóssil;–– Extração de minério;Extração de minério;–– Aterros sanitários, processamento e destino final de resíduosAterros sanitários, processamento e destino final de resíduostóxicos;tóxicos;–– Usina de geração de eletricidade (> 10 MW);Usina de geração de eletricidade (> 10 MW);–– Complexo e unidades industriais;Complexo e unidades industriais;–– Distritos industriais;Distritos industriais;–– Exploração econômica de madeira ou lenha;Exploração econômica de madeira ou lenha;–– Projetos urbanísticos (> 100 há), ou em áreas de relevanteProjetos urbanísticos (> 100 há), ou em áreas de relevanteinteresse ambiental;interesse ambiental;–– Atividades que utilizem carvão vegetal e derivados;Atividades que utilizem carvão vegetal e derivados;–– Projetos agropecuários acima de 1.000 há, ou menores, casoProjetos agropecuários acima de 1.000 há, ou menores, casoseja em áreas relevantes do ponto de vista ambiental..seja em áreas relevantes do ponto de vista ambiental..
  8. 8. Prof. MierzwaDiretrizes Gerais a serem AtendidasDiretrizes Gerais a serem Atendidasno Estudo de Impacto Ambientalno Estudo de Impacto Ambiental•• Contemplar todas as alternativas tecnológicas e deContemplar todas as alternativas tecnológicas e delocalização do projeto, confrontandolocalização do projeto, confrontando--as com a hipóteseas com a hipótesede não execução do projeto;de não execução do projeto;•• Identificar e avaliar sistematicamente os impactosIdentificar e avaliar sistematicamente os impactosambientais gerados nas fases de implantação e operaçãoambientais gerados nas fases de implantação e operaçãoda atividade;da atividade;•• Identificar os limites da área geográfica a ser direta ouIdentificar os limites da área geográfica a ser direta ouindiretamente afetada;indiretamente afetada;•• Considerar os planos e programas governamentais,Considerar os planos e programas governamentais,propostos e em implantação na área de influência dopropostos e em implantação na área de influência doprojeto.projeto.
  9. 9. Prof. MierzwaConteúdo Mínimo do Estudo deConteúdo Mínimo do Estudo deImpacto AmbientalImpacto Ambiental•• Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto,Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto,completa descrição e análise dos recursos ambientais ecompleta descrição e análise dos recursos ambientais esuas interações, de modo a caracterizar a área antes dasuas interações, de modo a caracterizar a área antes daimplantação do projeto;implantação do projeto;–– Meio físicoMeio físico: subsolo, água, ar e clima, com destaque aos: subsolo, água, ar e clima, com destaque aosrecursos minerais, topografia, tipos e aptidão do solo, corposrecursos minerais, topografia, tipos e aptidão do solo, corposd’água, regime hidrológico, correntes marinhas ed’água, regime hidrológico, correntes marinhas eatmosféricas;atmosféricas;–– Meio biológico e ecossistemas naturaisMeio biológico e ecossistemas naturais: fauna e flora,: fauna e flora,destacando espécies indicadoras da qualidade ambiental, valordestacando espécies indicadoras da qualidade ambiental, valorcientífico e econômico e espécies em extinção;científico e econômico e espécies em extinção;–– Meio sócioMeio sócio--econômicoeconômico: uso e ocupação do solo, uso da: uso e ocupação do solo, uso daágua e sócioágua e sócio--economia.economia.
  10. 10. Prof. MierzwaConteúdo Mínimo do Estudo deConteúdo Mínimo do Estudo deImpacto AmbientalImpacto Ambiental•• Análise dos impactos ambientais do projeto e de suasAnálise dos impactos ambientais do projeto e de suasalternativas, através da identificação, previsão daalternativas, através da identificação, previsão damagnitude e interpretação da importância dos prováveismagnitude e interpretação da importância dos prováveisimpactos relevantes, discriminando:impactos relevantes, discriminando:–– Tipo de impacto: positivo ou negativo;Tipo de impacto: positivo ou negativo;–– Ação: direta ou indireta;Ação: direta ou indireta;–– Ocorrência: imediato, médio prazo e longo prazo;Ocorrência: imediato, médio prazo e longo prazo;–– Duração: temporário ou permanente;Duração: temporário ou permanente;–– Grau de reversibilidade;Grau de reversibilidade;–– Propriedades cumulativas e sinergéticas;Propriedades cumulativas e sinergéticas;–– Distribuição dos ônus e benefícios sociais.Distribuição dos ônus e benefícios sociais.
  11. 11. Prof. MierzwaConteúdo Mínimo do Estudo deConteúdo Mínimo do Estudo deImpacto AmbientalImpacto Ambiental•• Definição das medidas mitigadoras dos impactosDefinição das medidas mitigadoras dos impactosnegativos, entre elas os equipamentos denegativos, entre elas os equipamentos decontrole e sistemas de tratamento de despejos,controle e sistemas de tratamento de despejos,com a avaliação da eficiência de cada uma delas;com a avaliação da eficiência de cada uma delas;•• Elaboração do programa de acompanhamento eElaboração do programa de acompanhamento emonitoramento dos impactos positivos emonitoramento dos impactos positivos enegativos, com indicação dos parâmetros anegativos, com indicação dos parâmetros aserem considerados.serem considerados.
  12. 12. Prof. MierzwaRelatório de Impacto AmbientalRelatório de Impacto Ambiental•• RefereRefere--se aos resumo do Estudo de Impactosse aos resumo do Estudo de ImpactosAmbientais, com a apresentação das principaisAmbientais, com a apresentação das principaisconclusões do mesmo;conclusões do mesmo;•• Deve ser apresentado de forma objetiva eDeve ser apresentado de forma objetiva eadequada à sua compreensão;adequada à sua compreensão;•• A linguagem deve ser acessível, com ilustraçõesA linguagem deve ser acessível, com ilustraçõespor mapas, cartas, quadros e gráficos, de modo apor mapas, cartas, quadros e gráficos, de modo aapresentar as vantagens e desvantagens doapresentar as vantagens e desvantagens doprojeto e conseqüências ambientais.projeto e conseqüências ambientais.
  13. 13. Prof. MierzwaCriação do Relatório AmbientalCriação do Relatório AmbientalPreliminarPreliminar•• Resolução SMA n° 42/1994, normatização doResolução SMA n° 42/1994, normatização dolicenciamento ambiental no Estado de São Paulo;licenciamento ambiental no Estado de São Paulo;•• Exigência da apresentação do Relatório AmbientalExigência da apresentação do Relatório AmbientalPreliminar (RAP), que pode tornar dispensável aPreliminar (RAP), que pode tornar dispensável aelaboração do EIA e RIMA;elaboração do EIA e RIMA;•• A partir da avaliação do RAP, defineA partir da avaliação do RAP, define--se ou não, ase ou não, anecessidade da elaboração do EIA e RIMA.necessidade da elaboração do EIA e RIMA.
  14. 14. Prof. MierzwaRoteiro para Obtenção de LicençasRoteiro para Obtenção de Licençaspara Novos Empreendimentospara Novos EmpreendimentosRAP Atende? Termo deReferênciaLicençaPréviaLicença deInstalaçãoLicença deOperaçãoRAP - Relatório Ambiental Preliminar
  15. 15. Prof. MierzwaFundamentos da MetodologiaFundamentos da Metodologia•• Métodos disponíveis atualmente foram resultado daMétodos disponíveis atualmente foram resultado daevolução de métodos já existentes;evolução de métodos já existentes;•• Alguns resultaram de adaptações de ferramentasAlguns resultaram de adaptações de ferramentasutilizadas em outras áreas:utilizadas em outras áreas:–– Técnicas de planejamento regional;Técnicas de planejamento regional;–– Estudos econômicos;Estudos econômicos;–– Estudos de ecologia.Estudos de ecologia.•• Outros foram criados para atender aos requisitos legaisOutros foram criados para atender aos requisitos legaisenvolvidos:envolvidos:–– Estes métodos buscam disciplinar os raciocínios eEstes métodos buscam disciplinar os raciocínios eprocedimentos para identificação dos agentes causadores eprocedimentos para identificação dos agentes causadores erespectivas modificações.respectivas modificações.
  16. 16. Prof. MierzwaFundamentos da MetodologiaFundamentos da Metodologia•• A metodologia a ser utilizada deve levar emA metodologia a ser utilizada deve levar emconsideração a regulamentação pelo poder público;consideração a regulamentação pelo poder público;•• Neste caso, deveNeste caso, deve--se considerar o que é impactose considerar o que é impactoambiental, no contexto do poder público;ambiental, no contexto do poder público;•• Resolução CONAMA n° 01/1986:Resolução CONAMA n° 01/1986:–– Impacto ambiental é qualquer alteração do meio ambiente,Impacto ambiental é qualquer alteração do meio ambiente,causada por matéria ou energia resultante de atividadescausada por matéria ou energia resultante de atividadeshumanas, que afetam direta ou indiretamente:humanas, que afetam direta ou indiretamente:•• A saúde, segurança e bemA saúde, segurança e bem--estar da população;estar da população;•• As atividades sociais e econômicas;As atividades sociais e econômicas;•• As condições estéticas e sanitárias do meio ambiente;As condições estéticas e sanitárias do meio ambiente;•• A qualidade dos recursos ambientais.A qualidade dos recursos ambientais.
  17. 17. Prof. MierzwaEstudo de Impacto Ambiental para aEstudo de Impacto Ambiental para aCondição BrasileiraCondição Brasileira•• O método mais adequado deve:O método mais adequado deve:–– Atender aos requisitos mínimos legalmente exigidos para aAtender aos requisitos mínimos legalmente exigidos para aexecução do EIA/RIMA;execução do EIA/RIMA;–– Tornar o mesmo adequado para a apreciação dos técnicos eTornar o mesmo adequado para a apreciação dos técnicos epúblico interessado.público interessado.•• DeveDeve--se contemplar no mínimo:se contemplar no mínimo:–– Diagnóstico ambiental da área de influência;Diagnóstico ambiental da área de influência;–– Identificação de impactos;Identificação de impactos;–– Previsão e medição dos impactos;Previsão e medição dos impactos;–– Definição de medidas mitigadoras;Definição de medidas mitigadoras;–– Elaboração do programa de monitoramento;Elaboração do programa de monitoramento;–– Comunicação dos resultados.Comunicação dos resultados.
  18. 18. Prof. MierzwaConsiderações Relevantes sobre o MétodoConsiderações Relevantes sobre o Métodode Estudo de Impacto Ambientalde Estudo de Impacto Ambiental•• Qualquer método que se utilize deve considerarQualquer método que se utilize deve considerara relevância do impacto ambiental e suaa relevância do impacto ambiental e suamagnitude;magnitude;•• Deve se adequado para que o processo deDeve se adequado para que o processo detomada de decisão não seja comprometido:tomada de decisão não seja comprometido:•• A comunicação entre as partes interessadas deveA comunicação entre as partes interessadas devefavorecer o entendimento do públicofavorecer o entendimento do públicointeressado, independente do nível deinteressado, independente do nível deconhecimento dos mesmos.conhecimento dos mesmos.
  19. 19. Prof. MierzwaPrincipais Métodos para a AvaliaçãoPrincipais Métodos para a Avaliaçãode Impactos Ambientaisde Impactos Ambientais•• Método Ad HocMétodo Ad Hoc;;•• Método das Listagens de ControleMétodo das Listagens de Controle;;•• Método da Superposição de CartasMétodo da Superposição de Cartas;;•• Método das Redes e Matrizes de InteraçãoMétodo das Redes e Matrizes de Interação;;•• Método dos Modelos de Simulação;Método dos Modelos de Simulação;•• Método da Análise BenefícioMétodo da Análise Benefício--Custo;Custo;•• Método da Análise Multiobjetivo.Método da Análise Multiobjetivo.
  20. 20. Prof. MierzwaMétodo AdHocMétodo AdHoc•• Método utilizado para a avaliação de impactosMétodo utilizado para a avaliação de impactosambientais;ambientais;•• Realização de reuniões com técnicos e cientistasRealização de reuniões com técnicos e cientistasespecializados, que detenham conhecimentos teóricos eespecializados, que detenham conhecimentos teóricos epráticos sobre o empreendimento em análise;práticos sobre o empreendimento em análise;•• Nestas reuniões são utilizados questionáriosNestas reuniões são utilizados questionáriosrespondidos por pessoas com interesse no problema;respondidos por pessoas com interesse no problema;•• Obtenção de uma visão integrada sobre oObtenção de uma visão integrada sobre oempreendimento e informações sobre os impactosempreendimento e informações sobre os impactosprováveis, o que possibilita a análise e classificação deprováveis, o que possibilita a análise e classificação dealternativas.alternativas.
  21. 21. Prof. MierzwaIdentificação e Classificação de ImpactosIdentificação e Classificação de ImpactosAmbientais pelo Método AdHocAmbientais pelo Método AdHocXXXXXXCompatibilidade comCompatibilidade complanos regionaisplanos regionaisXXSaúde e segurançaSaúde e segurançaXXXXXXXXPoluição do arPoluição do arXXRecreaçãoRecreaçãoXXPavimentaçãoPavimentaçãoXXXXRuídoRuídoXXXXÁgua subterrâneaÁgua subterrâneaXXXXXXVegetaçãoVegetaçãoXXEspécies ameaçadasEspécies ameaçadasXXXXXXVida SelvagemVida SelvagemIIRRLPLPCPCPPPAABBENENEPEPSESEImpacto AmbientalImpacto AmbientalÁrea AmbientalÁrea AmbientalSE – Sem efeito; EP – Efeito positivo; EN – Efeito negativo; B – Benéfico; A – Adverso;P – Problemático; CP – Curto Prazo; LP – Longo Prazo; R – Reversível; I – Irreversível.
  22. 22. Prof. MierzwaMétodo das Listagens de ControleMétodo das Listagens de Controle•• Evolução natural do método AdHoc;Evolução natural do método AdHoc;•• Preparação de listagens de fatores ambientaisPreparação de listagens de fatores ambientaispotencialmente afetados pelas ações propostas;potencialmente afetados pelas ações propostas;•• Elaboração de listagens padrão para empreendimentosElaboração de listagens padrão para empreendimentossimilares, disponibilizadas em bibliografiassimilares, disponibilizadas em bibliografiasespecializadas;especializadas;•• VantagensVantagens: simplicidade de aplicação e exigência: simplicidade de aplicação e exigênciareduzida de dados e informações;reduzida de dados e informações;•• DesvantagensDesvantagens: não possibilitam projeções e previsões,: não possibilitam projeções e previsões,ou identificação de impactos de segunda ordemou identificação de impactos de segunda ordem
  23. 23. Prof. MierzwaMétodo das Listagens Ponderais ouMétodo das Listagens Ponderais ouMétodo de BattelleMétodo de Battelle•• São uma evolução consolidada das listagens deSão uma evolução consolidada das listagens decontrole comparativas com ponderação;controle comparativas com ponderação;•• A importância de cada parâmetro, em relaçãoA importância de cada parâmetro, em relaçãoaos principais impactos do projeto e estabelecidaaos principais impactos do projeto e estabelecidapor meio de pesos;por meio de pesos;•• A distribuição de pesos entre os parâmetros e oA distribuição de pesos entre os parâmetros e odesenvolvimento das funções e valores dosdesenvolvimento das funções e valores dosíndices de qualidade ambiental são obtidos comíndices de qualidade ambiental são obtidos como auxílio de uma equipe multidisciplinar;o auxílio de uma equipe multidisciplinar;
  24. 24. Prof. MierzwaMétodo das Listagens Ponderais ouMétodo das Listagens Ponderais ouMétodo de BattelleMétodo de Battelle•• Principais características:Principais características:–– É abrangente e seletivo;É abrangente e seletivo;–– Bastante objetivo para comparação de alternativas;Bastante objetivo para comparação de alternativas;–– Não permite interação dos impactos;Não permite interação dos impactos;–– Permite previsão de magnitude;Permite previsão de magnitude;–– Não distingue a distribuição temporal.Não distingue a distribuição temporal.
  25. 25. Prof. MierzwaMétodo das Listagens Ponderais ouMétodo das Listagens Ponderais ouMétodo deMétodo de BattelleBattelle•• É constituído por 78 parâmetros representativosÉ constituído por 78 parâmetros representativosdos componentes ambientais;dos componentes ambientais;•• A cada parâmetro está associado um pesoA cada parâmetro está associado um pesopreviamente definido, estabelecendo apreviamente definido, estabelecendo aimportância relativa de cada um;importância relativa de cada um;•• Para cada parâmetro é definido um índice dePara cada parâmetro é definido um índice dequalidade ambiental, que varia de 0 a 1,qualidade ambiental, que varia de 0 a 1,estabelecido pela equipe multidisciplinar.estabelecido pela equipe multidisciplinar.
  26. 26. Prof. MierzwaMétodo das Listagens Ponderais ouMétodo das Listagens Ponderais ouMétodo de BattelleMétodo de Battelle•• A obtenção da classificação dos impactosA obtenção da classificação dos impactosambientais é obtida mediante a somatória dosambientais é obtida mediante a somatória dosprodutos dos índices de qualidade e pelos pesosprodutos dos índices de qualidade e pelos pesosdos respectivos parâmetros.dos respectivos parâmetros.•• Para que este método possa ser utilizado éPara que este método possa ser utilizado énecessário que se conheça a função quenecessário que se conheça a função querelaciona o índice de qualidade ambiental com orelaciona o índice de qualidade ambiental com oparâmetro analisado.parâmetro analisado.
  27. 27. Prof. Mierzwa00,20,40,60,810 1 2 3 4 5 6 7Oxigênio Dissolvido (mg/L)ÍndicedeQualidadeExemplo de Função da Variação do Índice de Qualidadecom a Concentração de Oxigênio Dissolvido na Água
  28. 28. Prof. MierzwaMétodo da Superposição de CartasMétodo da Superposição de Cartas•• Confecção de cartas temáticas relativas aosConfecção de cartas temáticas relativas aosfatores ambientais potencialmente afetados pelasfatores ambientais potencialmente afetados pelasalternativas estudadas;alternativas estudadas;•• Efeitos sobre o solo, cobertura vegetal, paisagemEfeitos sobre o solo, cobertura vegetal, paisagementre outros aspectos são analisados;entre outros aspectos são analisados;•• As informações resultantes da superposição sãoAs informações resultantes da superposição sãosintetizadas segundo conceitos de restrição ousintetizadas segundo conceitos de restrição oude potencial de uso da área;de potencial de uso da área;
  29. 29. Prof. MierzwaMétodo da Superposição de CartasMétodo da Superposição de Cartas•• Por meio da computação gráfica e Sistema dePor meio da computação gráfica e Sistema deInformações Geográficas, esse método vemInformações Geográficas, esse método vemsendo valorizado;sendo valorizado;•• Por meio de um sistema de pontuação obtidoPor meio de um sistema de pontuação obtidopelo cruzamento automático e informatizadopelo cruzamento automático e informatizadodos valores de estado atribuídos aos fatoresdos valores de estado atribuídos aos fatoresambientais identificamambientais identificam--se vários níveis ouse vários níveis oucategorias de restrição ou aptidão.categorias de restrição ou aptidão.
  30. 30. Prof. MierzwaMétodo das Matrizes de InteraçãoMétodo das Matrizes de Interação•• Evolução das listagens de controle;Evolução das listagens de controle;•• Relação bidimensional entre fatores ambientais eRelação bidimensional entre fatores ambientais eações decorrentes de um projeto;ações decorrentes de um projeto;•• Possibilita relacionar os impactos de cada açãoPossibilita relacionar os impactos de cada açãonos cruzamentos entre linhas e colunas,nos cruzamentos entre linhas e colunas,mantendomantendo--se a relação de causa e efeito;se a relação de causa e efeito;•• Com a utilização de indicadores adequados éCom a utilização de indicadores adequados épossível configurar o impacto potencial de cadapossível configurar o impacto potencial de cadaação;ação;
  31. 31. Prof. MierzwaMatriz de LeopoldMatriz de Leopold•• Relaciona 88 componentes ou fatoresRelaciona 88 componentes ou fatoresambientais e 100 ações potencialmente capazesambientais e 100 ações potencialmente capazesde alterar o meio ambiente;de alterar o meio ambiente;•• Nos cruzamentos entre linhas e colunas sãoNos cruzamentos entre linhas e colunas sãoatribuídos valores que variam de 1 a 10,atribuídos valores que variam de 1 a 10,indicando a magnitude e a relevância doindicando a magnitude e a relevância doimpacto;impacto;•• Para distinguir entre impacto benéfico ouPara distinguir entre impacto benéfico ouadverso, utilizaadverso, utiliza--se os sinais de + ese os sinais de + e -- ,,respectivamente;respectivamente;
  32. 32. Prof. MierzwaRepresentação da Matriz de LeopoldRepresentação da Matriz de LeopoldAções doAções doEmpreenEmpreen--dimentodimentomi,j /mi,j /ri,jri,jjj332211ii332211Componentes AmbientaisComponentes Ambientaismi,j – magnitude do impacto da ação j sobre a componente iri,j – relevância do impacto da ação j sobre a componente i
  33. 33. Prof. MierzwaSeleção da MetodologiaSeleção da Metodologia•• A definição da metodologia a ser utilizada dependeA definição da metodologia a ser utilizada dependeespecificamente do caso que será analisado;especificamente do caso que será analisado;•• Geralmente esta atividade fica a cargo dos profissionaisGeralmente esta atividade fica a cargo dos profissionaisque serão os responsáveis pela elaboração do estudo deque serão os responsáveis pela elaboração do estudo deimpacto ambiental;impacto ambiental;•• De acordo com a Resolução CONAMA n° 01/1986, oDe acordo com a Resolução CONAMA n° 01/1986, oEstudo de Impacto Ambiental deverá ser feito porEstudo de Impacto Ambiental deverá ser feito porequipe multidisciplinar , independe do proponente;equipe multidisciplinar , independe do proponente;•• De modo geral, o método a ser utilizado para aDe modo geral, o método a ser utilizado para aavaliação dos impactos será definido pela equipeavaliação dos impactos será definido pela equipecontratada;contratada;
  34. 34. Prof. MierzwaEstudo de CasoEstudo de CasoUsina de Geração de Energia CARIOBA IIUsina de Geração de Energia CARIOBA II

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