As faces do bem

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Uma breve história do Terceiro Setor.

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As faces do bem

  1. 1. Terminologia e Conceito
  2. 2. O O O O O O O O O O O O O O O Terceiro Setor Solidariedade Assistencialismo Caridade Responsabilidade Social Responsabilidade Social Corporativa (Empresarial) Voluntariado Voluntariado Corporativo (Empresarial) Filantropia Filantropia com resultados Negócios Sociais Setor 2.5 Investimento Social Privado Sustentabilidade Cidadania Corporativa (Empresarial)
  3. 3. Visão setorial
  4. 4. Primeiro e Segundo Setor O Primeiro Setor: corresponde à vontade popular, que se manifesta por meio do voto e confere poder aos governantes; O Segundo Setor: corresponde à livre iniciativa, que opera o mercado e define parte da agenda econômica utilizando o lucro como instrumento; O que caracteriza cada setor em relação aos recursos financeiros: O Primeiro Setor: dinheiro público para fins públicos; O Segundo Setor: dinheiro privado para fins privados;
  5. 5. Terceiro Setor - Origem O O Terceiro Setor tem sua origem nas suas associações religiosas no período colonial brasileiro, quando não era possível estabelecer uma distinção entre estado e Igreja, e entre interesse públicos e privados. Não havia distinção entre responsabilidade publica e privada. Eram estas entidades as maiores responsáveis pela educação, saúde e assistência social. As associações laicas (não religiosas) só começam a ter destaque a partir do final do século XIX. O Na década de 30 surgiu a “cidadania regulada”, onde entidades associativas forma substituídas por sindicatos e organizações classistas. O O fenômeno das organizações não governamentais teve surgimento nos últimos 30 anos, como forma de resistência organizada contra a ditadura militar
  6. 6. Novo Terceiro Setor À partir da década de 90 surge o novo Terceiro Setor, que não mais se contrapões ao governo a ao mercado e sim se torna igualitário na sua forma de agir. O O termo é usado para fazer referência ao conjunto de sociedades privadas ou associações que atuam no país sem finalidade lucrativa. O terceiro setor atua exclusivamente na execução de atividades de utilidade pública. Possuem gerenciamento próprio, sem interferências externas. O Entre as organizações que fazem parte do Terceiro Setor, podemos citar principalmente as ONGs (Organizações Não Governamentais) e OSCIPs (Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público), Universidades, Hospitais privados, Instituições religiosas. O As associações do Terceiro Setor atuam, principalmente, prestando serviços para pessoas carentes que não podem contratar serviços do setor privado (segundo setor) e onde o governo não faz seu papel (primeiro setor). O
  7. 7. Terceiro Setor
  8. 8. Siglas Terceiro Setor O Em geral é utilizado para identificar entidades dedicadas ao ensino e à pesquisa. As designações OSCIP e OS, porém, são qualificações que as associações e fundações podem receber, uma vez preenchidos os requisitos legais, assim como ocorre com as titulações de Utilidade Pública Municipal (UPM), Estadual (UPE) e Federal (UPF) e o Certificado de entidade beneficente de assistência social (CEBAS). Portanto, associação e fundação são os dois modelos possíveis, de acordo com o Código Civil brasileiro, de constituição de pessoas jurídicas integrantes do Terceiro Setor, que podem também receber títulos de OSCIP, OS, dentre outros.
  9. 9. Solidariedade O Solidariedade é o ato de bondade com todas as pessoas a nossa volta, com prioridade das pessoas com mais dificuldades alimentares, financeiras e físicas. O Uma adesão circunstancial à causa ou à empresa de outros. Por norma, este termo emprega-se para denominar uma ação generosa ou bemintencionada. Sua raiz etimológica faz referência a um comportamento in-solidum, ou seja, que se unem os destinos de duas ou mais pessoas. Portanto, ser solidário não é só prestar ajuda, uma vez que também implica um compromisso com aquele a quem se se oferece a sua solidariedade. O Palavras que designam solidariedade: AJUDA, AMPARO, APOIO, COOPERAÇÃO, COPARTICIPAÇÃO
  10. 10. Assistencialismo O Assistencialismo é a doutrina ou prática política que defende a assistência aos mais carenciados da sociedade, a doutrina é baseada no conceito de assistência, obrigação que contraem os governos com seus cidadãos por meio de uma constituição pela qual se assinala o caráter de dignidade de todo ser humano sem distinções de tipo algum, e pela qual o governo há de assisti-los no que se refere à subsistência mínima básica. O Conceito e prática de organizar e prestar assistência a membros ou camadas mais carentes de uma sociedade, ao invés de atuar para a eliminação das causas de sua carência.
  11. 11. Caridade O Sentimento ou uma ação altruísta de ajuda a alguém sem busca de qualquer recompensa. A prática da caridade é notável indicador de elevação moral e uma das práticas que mais caracterizam a essência boa do ser humano, sendo, em alguns casos, chamada de ajuda humanitária. O Palavras que designam caridade: BENEVOLÊNCIA, INDULGÊNCIA, PERDÃO, COMPAIXÃO, AMOR AO PRÓXIMO.
  12. 12. Responsabilidade Social Corporativa Base histórica (década de 60) O A responsabilidade social corporativa era aceita como doutrina nos EUA e Europa até o século XIX, quando o direito de conduzir negócios de forma corporativa era uma questão de prerrogativa do Estado ou Monarquia e não um interesse econômico privado (Hood, 1998). O Com a independência dos EUA, os estados americanos começaram a aprovar legislação que permitisse a auto-incorporação (self-incorporation) como alternativa à incorporação por ato legislativo específico. O A premissa fundamental da legislação sobre corporações era de que seu propósito era a realização de lucros para seus acionistas.
  13. 13. Caso Ford X Dodge O Em 1919, a questão da responsabilidade e discricionariedade dos dirigentes de empresas abertas veio à tona publicamente pelo julgamento na Justiça Americana do caso Dodge versus Ford. Tratava-se da amplitude da autoridade de Henry Ford, presidente e acionista majoritário, em tomar decisões que contrariavam interesses de um grupo de acionistas da Ford, John e Horace Dodge. Em 1916, Henry Ford, argumentando a realização de objetivos sociais decidiu não distribuir parte dos dividendos esperados, revertendo-os para investimentos na capacidade de produção, aumento de salários e como fundo de reserva para a redução esperada de receitas devido ao corte nos preços dos carros. A Suprema Corte de Michigan se posicionou a favor dos Dodges, justificando que a corporação existe para o benefício de seus acionistas e que diretores corporativos têm livre arbítrio apenas quanto aos meios de se alcançar tal fim, não podendo usar os lucros para outros fins. A filantropia corporativa e o investimento na imagem da corporação para atrair consumidores poderiam ser realizados, na medida em que favorecessem os lucros dos acionistas.
  14. 14. Depressão e Segunda Guerra O O O Após os efeitos da Grande Depressão e o período da Segunda Guerra Mundial, a noção de que a corporação deve responder apenas aos seus acionistas sofreu ataques na academia, principalmente pelo trabalho de Berle e Means, The Modern Corporation and Private Propertyi (Berle e Means, 1932, apud Frederick,1994), argumentando que os acionistas eram passivos proprietários que abdicavam controle e responsabilidade para a direção da corporação. A Justiça determina, então, que uma corporação pode buscar o desenvolvimento social, estabelecendo em lei a filantropia corporativa. A partir daí, defensores da responsabilidade social corporativa começaram a argumentar que, se a filantropia era uma ação legítima da corporação, então outras ações que priorizam objetivos sociais em relação aos retornos financeiros dos acionistas seriam de igual legitimidade. (exe.: abandono de linhas de produto lucrativas, porém destrutivas ao ambiente natural e social)
  15. 15. Responsabilidade Social Corporativa Os primeiros estudos que tratam da responsabilidade social tiveram início nos Estados Unidos, na década de 50, e na Europa, nos anos 60. As primeiras manifestações sobre este tema surgiram, no início do século, em trabalhos de Charles Eliot (1906), Arthur Hakley (1907) e John Clarck (1916). No entanto, tais manifestações não receberam apoio, pois foram consideradas de cunho socialista. Foi somente em 1953, nos Estados Unidos, com o livro Social Responsabilities of the Businessman, de Howard Bowen, que o tema recebeu atenção e ganhou espaço. O Na década de 70, surgiram associações de profissionais interessados em estudar o tema: American Accouting Association e American Institute of Certified Public Accountants. É a partir daí que a responsabilidade social deixa de ser uma simples curiosidade e se transforma num novo campo de estudo. O A responsabilidade social revela-se então um fator decisivo para o desenvolvimento e crescimento das empresas. O
  16. 16. Contraponto da RSC O O tema é atacado e apoiado por vários autores desde então (Jones, 1996). Jones (1996) esclarece que o posicionamento contrário é baseado nos conceitos de direitos da propriedade (Friedman, 1970) e função institucional conceituada por Leavitt em 1958. Pela perspectiva dos direitos da propriedade, argumenta-se que a direção corporativa, como agente dos acionistas, não tem o direito de fazer nada que não atenda ao objetivo de maximização dos lucros, mantidos os limites da lei. Agir diferente é uma violação das obrigações morais, legais e institucionais da direção da corporação. Por outro lado, o ponto central do argumento da perspectiva pela função institucional está em que outras instituições, tais como governo, igrejas, sindicatos e organizações sem fins lucrativos, existem para atuar sobre as funções necessárias ao cumprimento da responsabilidade social corporativa. Gerentes de grandes corporações não têm a competência técnica, o tempo ou mandato para tais atividades, as quais constituem uma tarifa sobre o lucro dos acionistas, nem foram eleitos democraticamente para tal, como o são os políticos.
  17. 17. Contraponto da RSC O Jones (1996) faz uma abordagem crítica ao conceito de responsabilidade social corporativa, concluindo que o conceito e discurso da responsabilidade social corporativa carecem de coerência teórica, validade empírica e viabilidade normativa, mas que oferecem implicações para o poder e conhecimento dos agentes sociais. Considera que os argumentos a favor se enquadram em duas linhas básicas, as quais ele classifica como linhas ética e instrumental que mais tarde gerou as três dimensões.
  18. 18. RSC e sua três dimensões O Dimensão ética: análise de como a empresa se comporta (adoção e difusão de valores) com seus diversos públicos. O Dimensão pragmática: análise de como as empresas desenvolvem suas ações sociais (qual o foco adotado, beneficiários, total de investimento, retorno e resultado alcançado) O Dimensão político-institucional: análise de como a empresa se relaciona com seus diversos públicos alvo (clientes, governo, funcionários, fornecedores, acionistas, comunidades)
  19. 19. Responsabilidade Social Corporativa - atual O Responsabilidade Social Corporativa se fortalece a partir da constatação de que as empresas, juntamente com os governos e a sociedade civil, têm um papel essencial a cumprir na solução das imensas desigualdades sociais e da catástrofe ambiental que vivemos neste início de milênio. Para melhor entender este compromisso, é preciso compreender os principais pilares sobre os quais se apoia. O “O conceito de Responsabilidade Social Corporativa atinge proporções que mescla a ética nos negócios e a ética social. Resulta na explicitação e valorização de princípios e valores (ligados a governança corporativa) e na elaboração de indicadores que revelem o nível de relacionamento com seus públicos.” (Ashley 2005)
  20. 20. Pilares da RS Corporativa O Promover desenvolvimento sustentável. O Ampliação dos públicos com os quais a empresa deve se preocupar em suas decisões. O Verdadeira inclusão social e o amplo e universal respeito aos direitos humanos fundamentais. O Eliminação de qualquer tipo de discriminação de gênero, racial, ideológica, étnica, cultural, etc. O Vontade política de implantá-la na gestão da empresa.
  21. 21. Bases da RS Corporativa Plural: Diálogo mais participativo não apenas representa uma mudança de comportamento da empresa, mas também significa maior legitimidade social. O Distributiva: Assim como consumidores, empresas também são responsáveis por seus fornecedores e devem fazer valer seus códigos de ética aos produtos e serviços usados ao longo de seus processos produtivos. O Sustentável: O desenvolvimento sustentável não só se refere ao ambiente, mas por via do fortalecimento de parcerias duráveis, promove a imagem da empresa como um todo e por fim leva ao crescimento orientado. O Transparente: Publicar relatórios anuais, onde sua performance é aferida nas mais diferentes modalidades possíveis. O
  22. 22. Vertentes da Responsabilidade Social A capacidade de sua operacionalização e mensuração, subdividindo-se em: O Responsabilidade corporativa, O Responsividade social corporativa, O Rectitude social corporativa, O Performance social corporativa, O Performance social dos stakeholders, O Auditoria social e inovação social.
  23. 23. RESPONSABILIDADE E RESPONSIVIDADE SOCIAL O Segundo Sethi (1975) nas obrigações sociais o comportamento corporativo responde às forças de mercado, ou limitações legais, sendo legitimados por critérios econômicos e legais. O A responsabilidade social implica tornar o comportamento corporativo de forma congruente com as normas e valores sociais, e as expectativas de desempenhos empresariais. O A responsividade social apresenta a antecipação às demandas sociais por meio de atividades correntes que exigem a adaptação do comportamento corporativo diante das necessidades sociais O Fica entendido então que a responsabilidade social tem caráter prescritivo e a reponsividade social tem natureza de ações antecipatória e preventiva.
  24. 24. RSC sobre dois aspectos O Caráter voluntário das ações excluindo qualquer fator legal. O Ampliação em relação ao tradicional dever dos acionistas, atuando em grupos sociais como clientes, empregados, fornecedores e comunidades. * A RSC é vista como um processo e não uma busca incessante de resultados.
  25. 25. Definição Instituto Ethos de Empresas e RS. O “Responsabilidade Social Empresarial é a forma de gestão que se define pela relação ética e transparente da empresa com todos os públicos com os quais ela se relaciona e pelo estabelecimento de metas empresariais compatíveis com o desenvolvimento sustentável da sociedade, preservando recursos ambientais e culturais para gerações futuras, respeitando a diversidade e promovendo a redução das desigualdades sociais”.
  26. 26. Voluntariado O Voluntário é a pessoa que realiza determinada ação de livre e espontânea vontade. Também é comumente interpretado com o significado de trabalho sem fins lucrativos. O O voluntariado é o conjunto de ações de interesse social e comunitário em que toda a atividade desempenhada reverte a favor do serviço e do trabalho. É feito sem recebimento de qualquer remuneração ou lucro. É uma profissão de prestígio, visto que o voluntário ajuda quem precisa, contribuindo para um mundo mais justo e mais solidário.
  27. 27. Voluntariado Brasil. O O voluntariado no Brasil teve inicio no ano de 1543 com a fundação da Primeira Santa Casa de Misericórdia, onde freiras e padres dedicavam-se ao trabalho. O A prática moderna trouxe o voluntariado apenas em meados de 1990, onde as empresas, brasileiras uniram esforços para trazer este conceito para a sua realidade. O A pratica do voluntariado empresarial atende a dimensão do publico externo, onde colaboradores são incentivados pelas empresas a doar parte de seu tempo e talentos em prol da solidariedade em beneficio do outro.
  28. 28. Desafios e Conquistas do Voluntariado Empresarial O Reduzir a perspectiva assistencialista e caridosa. O Fortalecer a cidadania e garantia de direitos. O Profissionalização do setor O Crescimento de parcerias entre os setores O Ações coordenadas e transparentes com melhores instrumentos de avaliação O Instituição da lei 9.608 que rege o serviço voluntário em 1988. O Criação de centros de voluntariado no país. O Criação do Dia Nacional do Voluntário.
  29. 29. Filantropia Filantropia vem do grego (amor) e (homem), e significa "amor à humanidade“, o termo foi criado por Flávio Cláudio Juliano (331/332 - 26 de Junho de 363), que foi imperador romano desde 361 até à sua morte. O Uma das tarefas de Juliano como imperador, foi a de restaurar o paganismo como religião dos romanos, e neste intento, imitou a igreja cristã. Assim criou o termo "filantropía" para concorrer com o termo cristão caridade, que era uma das virtudes da nova religião e que nunca tinha sido parte do paganismo em Roma ou Atenas. O Os donativos a organizações humanitárias, pessoas, comunidades, ou o trabalho para ajudar os demais, direta ou através de organizações não governamentais sem fins lucrativos, assim como o trabalho voluntário para apoiar instituições que têm o propósito específico de ajudar os seres vivos e melhorar as suas vidas, são considerados atos filantrópicos. O
  30. 30. Filantropia e Rockfeller O John Davison Rockefeller foi um investidor, homem de negócios e filantropo estadunidense. Ele foi o fundador da Standard Oil Company, que dominou a indústria do petróleo e foi o primeira grande truste dos Estados Unidos. Rockefeller revolucionou o setor do petróleo e definiu a estrutura moderna da filantropia. O Sua fortuna foi usada para criar um moderno e sistemático estilo de filantropia, com fundações que tiveram grande efeito na medicina, educação e pesquisas científicas, suas fundações pioneiras desenvolveram as pesquisas médicas e ajudaram a erradicação da febre amarela e ancilostomíase. Fundou a Universidade de Chicago e a Universidade Rockefeller Batista, ajudou muitas igrejas durante sua vida
  31. 31. Filantropia Corporativa (com resultado) Motivos para aumento na Filantropia Corporativa: O Pressão dos pares ou oficial, expectativas sociais no geral. O Desejo de uma imagem pública melhor (e, provavelmente, maiores vendas). O Desejo de reparar os erros humanos e ambientais. O Vontade verdadeira de promover o bem-estar das pessoas com quem elas trabalham.
  32. 32. Negócios Sociais O Negócios sociais designa genericamente empresas capazes de gerar impacto social e produzir lucro, que tanto pode ser reinvestido no próprio negócio quanto pode ser repartido entre os acionistas. O Internacionalmente o primeiro grupo é normalmente chamado de social business, enquanto o segundo recebe o nome de social enterprise. O Diferente de uma organização sem fins lucrativos porque o negócio deve buscar gerar um lucro modesto, mas este será usado para expandir o alcance da empresa, melhorar o produto ou serviço ou de outras maneiras que subsidiem a missão social. O O impacto do negócio nas pessoas ou no meioambiente, ao contrário da quantidade de lucro gerado em dado período, é o que mede o sucesso de um negócio social. A sustentabilidade da empresa indica que ela está funcionando como um negócio.
  33. 33. Setor 2.5 Conceito ainda desprovido de regulação no Brasil, engloba organizações com fins lucrativos (como no Segundo Setor) que almejam gerar impacto socioambiental positivo ou transformação social (como no Terceiro Setor). O lucro é parcial ou totalmente reinvestido no próprio negócio. É nesse setor que estão os chamados “negócios sociais” ou braços de negócios de ONGs. O Interliga as atividades sociais e ambientais com a lucratividade, de forma inclusiva. Considerado um intermediário entre o segundo e terceiro setores, sendo formado, portanto, por empresas que, em sua constituição jurídica, têm, ao mesmo tempo, fins lucrativos e objetivos sociais inclusivos. Ou seja, é o setor privado movido pela consciência social e ambiental, cujos novos empreendimentos chamamos de Startups 2.5. O
  34. 34. Negócios 2.5 Os empreendimentos ao mesmo tempo sociais e comerciais, cujo negócio tem fins lucrativos e, simultaneamente, está relacionado ao desenvolvimento social e ambiental sustentável, são, segundo a definição ampla, chamados Negócios 2.5. Portanto, na concepção o Negócio 2.5 deve atender aos seguintes critérios: O Foco na resolução de desafios sociais; O Cria valor social; O Cria valor ambiental; O Promove inclusão; O Cria valor e benefícios econômicos; O É inovador; O É sustentável financeiramente; e O Gera lucro ao empreendedor, investidor/acionista.
  35. 35. 2.5 O http://www.youtube.com/watch?v=K8kOCFbkC Hk O http://www.youtube.com/watch?v=d1CpnsUhgi A O http://www.youtube.com/watch?v=ySQ- TdwF_Hc O http://www.youtube.com/watch?v=YvDeWmabd JI
  36. 36. Empresa B O Empresas B: Também chamadas de B corps (do inglês benefit corporations, ou “corporações com benefícios”). São as empresas sociais certificadas pelo Sistema B (na América Latina) ou B Lab. (nos Estados Unidos e outros países), que investem em uma gestão mais igualitária e com menor impacto socioambiental, porém mantendo a concepção de lucro.
  37. 37. Community Chests O Prática comum nos Estados Unidos, as empresas em vez de doar para uma entidade, doam para um Fundo Comunitário, sendo que as mesmas avaliam, estabelecem prioridades, e administram efetivamente a distribuição do dinheiro
  38. 38. Crowdfunding Termo e conceito criada pelo empresário americano Michael Sullivan, em 2006 baseado nos princípios do uso de financiamento coletivo na filantropia. O Consiste na obtenção de capital para iniciativas de interesse coletivo através da agregação de múltiplas fontes de financiamento, em geral pessoas físicas interessadas na iniciativa. O O financiamento coletivo recebeu atenção renovada para outros fins com o advento da Internet quando transações financeiras de longa distância e sistemas de micro pagamento se tornaram viáveis e de baixo custo, e a agregação de um número grande de pessoas físicas ao redor do mundo interessadas em um certo assunto se tornou factível. O Um aspecto comum a iniciativas de crowdfunding é a concessão de recompensas aos financiadores, em escala proporcional à grandeza do incentivo concedido O
  39. 39. Empresas socialmente responsável O O O O O O O O 1) ECOLÓGICA – usa papel reciclado em produtos e embalagens; 2) FILANTRÓPICA – permite que os funcionários reservem parte do horário de serviço para a prestação de trabalho voluntário; 3) FLEXÍVEL – deixa que os funcionários ajustem sua jornada de trabalho às necessidades pessoais; 4) INTERESSADA – faz pesquisas entre os funcionários para conhecer seus problemas e tentar ajudá-los; 5) SAUDÁVEL – dá incentivos para funcionários que alcançam metas de saúde como redução de peso e colesterol baixo; 6) EDUCATIVA – permite que grupos de estudantes visitem as suas dependências; 7) COMUNITÁRIA - cede as suas instalações esportivas para campeonatos de escolas das redondezas; 8) ÍNTEGRA – não lança mão de propaganda enganosa, vendas casadas e outras práticas de marketing desonestas.
  40. 40. Triple Bottom Line Segundo a BSD (Business Meets Social Development) o conceito de desenvolvimento sustentável trata da questão que não haverá crescimento econômico, sem que haja progresso social e preservação ambiental. Com base neste tripé surgiu o Triple Bottom Line, conceito normalmente traduzido com adaptações para o português para tripolaridade, que é formada pelos aspectos sociais, ambientais e econômicos. O Os três lados, econômico, ambiental e social, devem ser vistos com pesos iguais, pois da mesma maneira que o desenvolvimento econômico não se sustenta sem uma contrapartida ambiental e social, os outros também não se sustentam sem a contrapartida de desenvolvimento econômico da empresa. O O triple Bottom Line é utilizado para refletir esses três fatores de uma organização e buscar minimizar possíveis danos resultantes da atuação empresarial. O
  41. 41. Investimento Social Privado O Investimento social privado é o repasse voluntário de recursos privados de forma planejada, monitorada e sistemática para projetos sociais, ambientais e culturais de interesse público. O Incluem-se neste universo as ações sociais protagonizadas por empresas, fundações e institutos de origem empresarial ou instituídos por famílias, comunidades ou indivíduos.
  42. 42. Práticas para o ISP O Os elementos fundamentais intrínsecos ao O O O O conceito de investimento social privado que diferenciam essa prática das ações assistencialistas são: preocupação com planejamento, monitoramento e avaliação dos projetos; estratégia voltada para resultados sustentáveis de impacto e transformação social; envolvimento da comunidade no desenvolvimento da ação. O Investimento Social Privado pode ser alavancado por meio de incentivos fiscais concedidos pelo poder público e também pela alocação de recursos não-financeiros e intangíveis.
  43. 43. Sustentabilidade O Sustentabilidade é um termo usado para definir ações e atividades humanas que visam suprir as necessidades atuais dos seres humanos, sem comprometer o futuro das próximas gerações. Ou seja, assustentabilidade está diretamente relacionada ao desenvolvimento econômico e material sem agredir o meio ambiente, usando os recursos naturais de forma inteligente para que eles se mantenham no futuro. Seguindo estes parâmetros, a humanidade pode garantir o desenvolvimento sustentável. O Sustentabilidade corporativa: Conjunto de estratégias para estimular o posicionamento sustentável e transparente das empresas nos campos social, econômico, ambiental e ético
  44. 44. Ações relacionadas a sustentabilidade O O O O O Exploração dos recursos vegetais de florestas e matas de forma controlada, garantindo o replantio sempre que necessário. Preservação total de áreas verdes não destinadas a exploração econômica. Ações que visem o incentivo a produção e consumo de alimentos orgânicos, pois estes não agridem a natureza além de serem benéficos à saúde dos seres humanos; Exploração dos recursos minerais (petróleo, carvão, minérios) de forma controlada, racionalizada e com planejamento. Uso de fontes de energia limpas e renováveis (eólica, geotérmica e hidráulica) para diminuir o consumo de combustíveis fósseis. Esta ação, além de preservar as reservas de recursos minerais, visa diminuir a poluição do ar.
  45. 45. Ações relacionadas a sustentabilidade O Criação de atitudes pessoais e empresarias voltadas para a reciclagem de resíduos sólidos. Esta ação além de gerar renda e diminuir a quantidade de lixo no solo, possibilita a diminuição da retirada de recursos minerais do solo. O Desenvolvimento da gestão sustentável nas empresas para diminuir o desperdício de matéria-prima e desenvolvimento de produtos com baixo consumo de energia. O Atitudes voltadas para o consumo controlado de água, evitando ao máximo o desperdício. Adoção de medidas que visem a não poluição dos recursos hídricos, assim como a despoluição daqueles que se encontram poluídos ou contaminados.
  46. 46. CIDADANIA CORPORATIVA “A nova era” O O Na década de 60 surgiu a expressão Cidadania Corporativa por Joseph W. McGuaire, em sua obra “Negócio e Sociedade”, em que propõe a responsabilidade social como envolvimento das empresas além das suas obrigações legais e econômicas, exercendo o importante papel no bem estar da comunidade e empregados, enfim em todo o conjunto da sociedade. Além disso considera as ações empresarias baseadas na ética e cidadania. (CARROLL, 1999) Cidadania corporativa não se confunde com responsabilidade social. A primeira se refere à percepção que a organização tem de si e à formação de coerência interna na atuação de seus membros. Já a responsabilidade social se volta à participação da organização em ações que promovam um bem ao seu entorno, fora da esfera de sua competência.
  47. 47. ONU E CC O O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), Kofi Annan, lançou, em 1999, a ideia (concretizada em 2000) do Pacto Mundial - Conjunto de princípios que dá forma ao conceito de "cidadania corporativa" -, surgiram inúmeras iniciativas nessa direção. Responsabilidade empresarial, investimento sustentável, respeito aos acionistas e aos vários públicos de interesse da empresa (os stakeholders, ou seja, clientes, fornecedores, trabalhadores, comunidade, governos). Esse comportamento vai ganhando abrangência, partindo do setor produtivo e invadindo com vigor a seara das instituições financeiras, ganhando agora o mundo inteiro a sigla ESG (fatores ambientais, sociais e de governança corporativa).
  48. 48. A cidadania corporativa e suas quatro dimensões segundo Carroll (1991) O O O O Cidadania Econômica: são as obrigações da instituição de ser produtiva, ou seja, gerar lucros e assim cumprir seu papel principal na sociedade que é de gerar empregos e riquezas; Cidadania Legal: que é além de gerar lucros conforme dimensão anterior é também respeitar as leis e regulamentos da sociedade em que a empresa está inserida, entregando produtos ou serviços dentro de parâmetros legais; Cidadania Ética: leva em considerações princípios e padrões nos quais a sociedade acredita ser aceitável, sendo assim, o processo decisório da organização deverá levar em conta tais princípios para que possa respeitar o outro e a sociedade; Cidadania Filantrópica: nessa cidadania além de praticas já adotadas pelas dimensões anteriores a instituição passa preocupar-se também com questões filantrópicas, engajando-se em atividades de cunho social e assistencial.
  49. 49. Definições de CC pelo MKT Para Neto e Froes (2001): O “o exercício da responsabilidade é orientado para a melhoria da imagem institucional da empresa, o que se traduz na melhoria da sua reputação. São os ganhos institucional da condição empresa-cidadã que justificam os investimentos em ações sociais...” Para Guedes (2000): “O investimento em cidadania corporativa pode ser traduzido nas estratégias de marketing gerando os seguintes ganhos para a instituição:” O “- Em imagem e vendas, pelo fortalecimento e fidelidade à marca e ao produto; - Em retorno publicitário, advindo da geração de mídia espontânea; - Em ganhos sociais, pelas mudanças comportamentais da sociedade.”
  50. 50. Definições de CC pelo MKT Por Kotler e Armstrong (1999): O “o marketing beneficente pode trazer grandes benefícios tanto para a empresa quanto para as organizações carentes. A empresa ganha uma ferramenta eficiente de marketing, enquanto constrói uma imagem pública positiva.” O Assim, segundo os teóricos, os investimentos em cidadania corporativa ao serem utilizados como estratégias de marketing, passam a influenciar o cliente, uma vez que tal investimento fortalece a imagem da empresa, consolida sua marca e produto, além de poder atuar como agente modificador do comportamento da sociedade.
  51. 51. Cidadania Empresarial X Responsabilidade Social Corporativa O Conclui-se que o conceito de cidadania empresarial para não ter sua prática limitada a projetos específicos, precisa ser desenvolvido num espectro mais amplo, permeando toda a organização, incorporando a performance social corporativa e tendo como pano de fundo o desenvolvimento sustentável. O Já o conceito de responsabilidade social corporativa requer, para a sua construção teórica e aplicação prática, a sua incorporação à orientação estratégica da empresa refletida em desafios éticos para as diferentes dimensões do negócio.
  52. 52. CED – COMITÊ PARA DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO O O CED é uma organização independente americana fundada a mais de 60 anos, composta por executivos de mercado e educadores dedicados à pesquisa de política na especialização em assuntos econômicos e sociais e, implementação de suas recomendações pelos setores públicos e privados. O O CED caracteriza a responsabilidade social por meio de três círculos concêntricos: interno, externo e intermediário.
  53. 53. CED – COMITÊ PARA DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO Circulo Interno O Responsabilidades básicas para uma eficiente execução da função econômica – produzir bens e serviços, gerar empregos e crescimento econômico. Circulo intermediário O Exercício da função econômica por meio da consciências dos valores e prioridades sociais – relação com empregados, consumidores e conservação ambiental. Circulo exterior O Esboça o negócio de forma mais ampla em busca da melhoria do ambiente social – combate a pobreza, degradação humana, etc.
  54. 54. Relevâncias Temas como filantropia, cidadania corporativa, ética e responsabilidade, passam a ser adotadas também no ambiente político como fonte de marketing social. (MENDONÇA & SCHOMMER, 2000) O No meio acadêmico, conforme Turban & Greening (1997), muitos pesquisadores têm focado pesquisas correlacionadas com responsabilidade social da empresa, alinhando aos interesses de seus stakeholders, como empregados, clientes, acionistas, e comunidade em geral, dando assim, uma visão contraditória a tradicional, em que somente os interesses dos acionistas eram preservados. O Nesse contexto, surge a cidadania corporativa como prática das empresas em atender as responsabilidades econômicas, legais, éticas e discricionárias exigidas pelos seus diverso stakeholders. ( Maigman & Ferrell, 2001a) O
  55. 55. Antecedentes e consequentes da cidadania corporativa O O O O Cidadania Econômica Cidadania Legal Cidadania Ética Cidadania Filantrópica O O O Orientação para o Mercado Orientação Humanística Orientação Competitiva O O O Comprometimento Funcionários Lealdade dos Clientes Performance Financeira O Fonte: Rezende (2003), Maignan & Ferrell (2001a) e Carroll (1991)
  56. 56. Modelo conceitual da pesquisa CIDADANIA CORPORATIVA O Cidadania Econômica O Cidadania Legal O Cidadania Ética O Cidadania Filantrópica O Lealdade dos clientes Fonte: Rezende (2003), Maignan & Ferrell (2001a) e Carroll (1991)
  57. 57. Teoria dos Stakeholders A teoria dos Stakeholders passa a ser objeto de estudo a partir de 1984 com Freeman, no qual descreve que existe uma complexa rede de relacionamentos e contratos, contratuais ou não-contratuais, entre stakeholders e a empresa. Vários artigos foram publicados sobre o assunto entre eles autores como: Danaldson & Preston (1995), Clarkson (1995), Mitchell, Agle & Wood (1997), Atkinson, Waterhouse & Wells (1997) entre outros. O Stakeholder é entendido como pessoas ou grupos que têm interesses, reivindicam posse ou direitos, em uma organização. O Clarkson (1995), ainda divide os Stakeholders em dois grupos: primário, no qual sem a participação contínua do agente a organização não pode sobreviver tais como, acionistas, investidores, clientes, empregada e fornecedores. Já o grupo secundário é influenciado ou influencia a organização, ainda que não seja vital para a organização, a mídia, por exemplo, é um Stakeholder secundário O .
  58. 58. Principais Stakeholders Cliente Gerente do Projeto Sponsor Empresa executora
  59. 59. Players e Concorrentes do Terceiro Setor Brasileiro O O O O O O O O O O O O O O O O Instituto Ethos Apoena Sustentável Txai Consultoria Neurônio Consultoria Elo 3 Portal do Voluntário Centro de Ação Voluntária Parceiros Voluntários Desiderata Comunicarte Idis Ferrero Consultoria Dearo Aliança Estratégica AGF Consultores Instituto Ayrton Senna Nexo Investimento Social
  60. 60. Instituto Ethos Segmento: OSCIP Local: São Paulo Fundação: 1988 Característica: Somos uma organização sem fins lucrativos. Nossa missão é mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente responsável, tornando-as parceiras na construção de uma sociedade sustentável e justa. Diferencial: 1. O trabalho de orientação oferecido pelo Instituto Ethos às empresas e sua participação em palestras, eventos e seminários têm como objetivo disseminar a cultura da responsabilidade social, sendo, portanto, voluntários e não remunerados. 2. O Instituto Ethos não faz consultoria e não autoriza nem credencia profissionais a oferecer qualquer tipo de serviço em seu nome. 3. O Instituto Ethos não intermedia projetos sociais, ambientais ou profissionais entre as empresas associadas. 4. O Instituto Ethos não é entidade certificadora de responsabilidade social ou de conduta ética e não fornece nenhum tipo de selo. Site: www3.ethos.org.br
  61. 61. Apoena Sustentável Segmento Empresa de Consultoria Social Local: São Paulo Fundação: 2003 Característica: A APOENA Sustentável é uma consultoria de gestão especializada em projetos que visam tornar produtos e processos mais sustentáveis. Nosso objetivo é contribuir para que as empresas mantenham um bom retorno econômico, diminuindo seus impactos ambientais e contribuindo para o desenvolvimento social das comunidades onde atuam Diferencial: Ministra cursos de Sustentabilidade, Finalista do Prêmio Superação Empresarial – Ciclo 2008 Finalista da etapa estadual do MPE Brasil 2009 Site: http://www.apoenasocial.com.br/
  62. 62. Txai Consultoria Segmento Empresa de Consultoria e Educação de Sustentabilidade e Responsabilidade Social Local: São Paulo Fundação: 2001 Característica: Atuamos em diferentes áreas que possam contribuir para as organizações desenvolverem práticas sustentáveis e socialmente responsáveis. Diferencial: Uma característica da Txai é sua atuação com empresas de diferentes ramos da economia, em geral grandes empresas ou organizações que articulam setores. Por meio das empresas de grande porte ou de programas especiais, trabalhamos também com empresas de médio e pequeno porte, sobretudo em ações envolvendo a cadeia de negócios e o compartilhamento de compromissos, valores e práticas socialmente responsáveis. Site: http://txaiconsultoriaeeducacao.blogspot.com.br/
  63. 63. Neurônio Consultoria Segmento: Empresa de Consultoria Social Local: São Paulo Fundação: 1999 Característica: A Neurônio atua em empresas, instituições de ensino e organizações da sociedade civil, em dois eixos principais: Gestão de Programas e Projetos; e Gestão de Eventos Mais Sustentáveis. Diferencial: Programa de Voluntariado Desenvolvimento, implementação e gestão de programas de voluntariado Pesquisa: diagnóstico do perfil e oportunidades de voluntariado Desenvolvimento e aplicação de questionários, tabulação e relatório Capacitação para o voluntariado Site: www.neuronio.com.br
  64. 64. Elo 3 Segmento: Empresa de Consultoria Social Local: São Paulo Fundação: ? Característica: Assessoramos as organizações no cumprimento de sua responsabilidade social por meio de projetos culturais e sociais, aproveitando-se, sempre que possível, dos benefícios fiscais das leis de incentivo. Investir em ações que garantam a sustentabilidade é um bom negócio para todos – para aqueles diretamente envolvidos, para a sociedade e também para a empresa. Diferencial: tem um link direto com a 3M do Brasil (Empresa para seleção de projetos com mote para política social, cultural, esportiva Site: www.elo3.com.br
  65. 65. Portal do Voluntário Segmento: Empresa de Consultoria Local: Rio de Janeiro Fundação: ? Característica: Desenvolve redes customizadas para a gestão de programas de voluntariado empresarial. Diversas empresas que são referência em responsabilidade social Diferencial: Na rede V2V, instituições sem fins lucrativos podem divulgar seus projetos e conseguir apoio de outras pessoas, tanto de doações quanto de trabalho voluntário. Site: https://portaldovoluntario.v2v.net
  66. 66. Centro de Ação Voluntária Segmento: ONG Local: Curitiba Fundação: 1988 Característica: Duas frentes de atuação, uma voltada ao cidadão e outra às entidades sociais. Com isso buscam a estruturação na gestão de voluntários das instituições e uma atuação voluntária consistente por parte dos cidadãos e desenvolvimento de programas de voluntariado dentro das empresas, ampliando a perspectiva de mobilização de recursos e o cumprimento da missão do voluntariado. Diferencial: Movimento nacional Comunidade Solidária composto por representantes do Estado e da sociedade civil e estimulados pela então primeira dama Ruth Cardoso, procurou promover a participação de todos no desenvolvimento de novas políticas sociais (1995) Site: www.acaovoluntaria.org.br
  67. 67. Parceiros Voluntários Segmento: ONG Local: Rio Grande do Sul Fundação: 1997 Característica: Iniciativa do empresariado do Rio Grande do Sul que atinge mais de cincoenta cidades gaúchas, com a Missão de ser um movimento disseminador da cultura do voluntariado organizado no Brasil, visando pessoas, comunidades e uma Sociedade mais solidária. Diferencial: Faz uso da ferramenta BSC – Balaced ScoreCard -, desde 2003, com a consultoria voluntária da empresa Symnetics, de São Paulo. Essa aprendizagem tem contribuído para o fortalecimento de uma cultura interna de monitoramento de resultados. O mapa estratégico do BSC permite que as estratégias de gestão sejam facilmente visualizadas. Site: www.parceirosvoluntarios.org.br
  68. 68. BSC O Balanced Scorecard é uma metodologia de medição e gestão de desempenho desenvolvida pelos professores da Harvard Business School, Robert Kaplan e David Norton, em 1992. Os métodos usados na gestão do negócio, dos serviços e da infra-estrutura baseiam-se normalmente em metodologias consagradas que podem utilizar a TI (tecnologia da informação) e os softwares de ERP como soluções de apoio, relacionando-a à gerência de serviços e garantia de resultados do negócio. Os passos dessas metodologias incluem: definição da estratégia empresarial, gerência do negócio, gerência de serviços e gestão da qualidade; passos estes implementados através de indicadores de desempenho.
  69. 69. BSC
  70. 70. Instituto Desiderata Segmento: OSCIP Local: Rio de Janeiro Fundação: 2003 Característica: Educação e Saúde (Oncologia) Diferencial: Contribuir com as políticas públicas nestas áreas, trabalhando em conjunto com o setor público e organizações sociais envolvidas em cada um desses temas, com construção coletiva, o que implica processos mais longos, porém mais estruturantes e duradouros. Conhecer as questões, valorizar aspectos positivos, identificar pontos críticos, buscar soluções. Site: www.desiderata.org.br
  71. 71. Comunicarte Segmento: Agência de Responsabilidade Social Local: Rio de Janeiro Fundação: 1992 Característica: Promover o desenvolvimento humano sustentável, criando, aplicando e compartilhando tecnologias sociais, ambientais e culturais junto a empresas, instituições sociais e governos. Tem abrangência e ramificações que atinge o Terceiro Setor em quase sua totalidade. Diferencial: Dimensiona e atualiza a visão da empresa com o ano seguinte: (Visão 2015: Ser uma empresa geradora de conhecimento e introdutora de inovações nas áreas de gestão social e ambiental, com forte presença em empreendimentos capazes de promover a capilarização de comportamento social e ambientalmente consciente, referência nacional em tecnologias voltadas ao desenvolvimento humano sustentável) Site: www.comunicarte.com.br
  72. 72. Idis Segmento: OSCIP Local: São Paulo Fundação: 1999 Característica: O IDIS atua: desenvolvendo iniciativas pró-ativas e atendendo demanda de apoio técnico de empresas, fundações, institutos e indivíduos. Diferencial: Com a finalidade de auxiliar empresas a identificar estratégias de investimento de recursos na sociedade, alinhadas a seus valores e negócios, o IDIS desenvolveu uma série de serviços que traz, em sua essência, o conceito de investimento social corporativo. Site: www.idis.org.br
  73. 73. Ferreiro Consultoria Segmento: Empresa de Consultoria Local: São Paulo Fundação:1982 Característica: especializada em metodologia de captação de recursos para organizações do Terceiro Setor. Desenvolvemos, implantamos e acompanhamos projetos de captação de recursos para o Terceiro Setor, nas seguintes áreas: hospitalar, assistencial, profissionalizante, religiosa e educacional. Diferencial: É a maior empresa da América Latina em fund raising e a sua metodologia é utilizada com sucesso por mais de 180 instituições. (17 estados e 471 cidades brasileiras, bem como no Chile e Argentina. Site: www.ferreroconsultoria.com.br
  74. 74. Dearo Aliança Estratégica Segmento Agencia de Promoção e Desenvolvimento de Aliança. Local: São Paulo Fundação: 2000 Característica: Trabalha sobre três pilares Captação de Recursos Públicos, Privados, Nacionais e Internacionais /Patrocínios; Leis de Incentivo Federais, Estaduais e Municipais/Elaboração de Projetos; Responsabilidade Social Corporativa/Governança de Institutos Empresariais. Diferencial: Criou o Centro de Capacitação da DEARO, com a missão de profissionalizar o Terceiro Setor e principalmente trazer a tona a necessidade de uma visão profissional do setor e da profissão do captador de recursos. Atua além do Brasil, em Angola, Inglaterra e Espanha Site: www.dearo.com.br
  75. 75. Instituto Ayrton Senna Segmento: ONG Local: São Paulo Fundação: 1994 característica: O Instituto Ayrton Senna é uma organização sem fins lucrativos que pesquisa e produz conhecimentos para melhorar a qualidade da educação, em larga escala. Diferencial: Utilização do nome e história de um ídolo, foco em educação. Site: http://institutoayrtonsenna.org.br
  76. 76. Nexo Investimento Social Segmento: Empresa de consultoria em investimento social. Local: Belo Horizonte Fundação: 2011 Característica: A Nexo atua na gestão de investimentos sociais corporativos, assessorando empresas a investirem seus recursos em projetos educacionais, esportivos, culturais, sociais, ambientais e de saúde. Diferencial: Focada em responsabilidade social Site: www.nexo.is/blog
  77. 77. Fonte Sites das instituições O Wikipédia Artigos: O A influência da cidadania empresarial na imagem corporativa (Arquimedes Pessoni e Rafaela Freitas) O Práticas de Cidadania Corporativa (Marcelo de Rezende e Michele Duarte da Silva) O Responsabilidade Social ou Filantropia? (Elenice M. Santos) O Filantropia de Resultado (Neli Caixeta) O O que é setor 2.5 (Acelerador 2.5) O Conceitos de Cidadania Corporativa (IPEA) O Terceiro Setor (Revista da Fae) O “Responsibility of the Businessman (Howard Bowen 1953) O RSC e Cidadania Corporativa (Patricia Asheley, Renata Coutinho, Patricia Tomei) O A Cidadania Corporativa e sua relação com o Marketing (Revista Gestão Social) O Como comunicar RSC ( Maria Tardelli de Azevedo) O
  78. 78. INSTITUTO DA CRIANÇA O FAÇA P(arte) O FAÇA DIFER(g) ENTE O FAÇA COM VONTADE(sejo) O FAÇA COM AM(c) OR O FAÇA DE (ver) DADE Janeiro de 2014 Adriane Anzoategui Cordeiro

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