Funcoes linguagem definitiva

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Funcoes linguagem definitiva

  1. 1. Funções da linguagem: Referencial: finalidade: informar Foco: conteúdo Gêneros: jornais, revistas, textos científicos Marcas linguísticas: terceira pessoa do plural Emotiva/expressiva: finalidade: expressar sentimentos, opiniões . Foco: emissor Gêneros: cartas, músicas, poemas, quadros. Marcas linguísticas: uso da primeira pessoa, interjeições Apelativa/conativa: Finalidade: convencer, vender uma ideia. Foco: receptor Gêneros: propagandas em geral, discurso, manifesto. Marcas linguísticas: verbos no imperativo. Poética: Finalidade: valorização da forma Foco: mensagem poesia, música, propagandas. Marcas linguisticas: rimas, ritmo, escolha lexical. Metalinguistica: Linguagem se refere à própria linguagem Foco: código fática: Finalidade o canal. Foco: canal "conversa de elevador"
  2. 2. EXEMPLOS DE FUNÇÕES DE LINGUAGEM: CONATIVA OU APELATIVA
  3. 3. FUNÇÃO POÉTICA
  4. 4. FUNÇÃO EMOTIVA
  5. 5. “ É mais fácil suportar dores crônicas do que a fome. Trinta e cinco anos de clínica me ensinaram que geralmente somos patifes para dores agudas de forte intensidade; vi doentes rolarem no chão e suplicarem a Deus que se lembrasse deles no auge de uma cólica renal, de uma crise de vesícula ou de uma cefaléia excruciante. Em compensação, muita gente convive com dores crônicas na coluna, cólicas abdominais, episódios repetitivos de enxaquecas, estoicamente, sem lamentar a sorte. (...) Já com a fome não é assim. Quando ela aperta, o prazer de estar vivo desaparece. A paisagem mais encantadora, a mulher amada, o prêmio da loteria, nada traz ao faminto alegria que se compare a um prato de comida.” Dráuzio Varella
  6. 7. <ul><ul><li>Funai mantém alimentos estocados onde índios passam fome </li></ul></ul><ul><ul><li>Um mutirão foi formado ontem por determinação da Presidência da República para que as cerca de 27 toneladas de alimentos estocadas há 19 dias na sede da Funai em Dourados (MS), sejam embaladas e distribuídas aos índios. Desde janeiro, 21 indiozinhos morreram de desnutrição. A Funai alegava não dispor de pessoal ou material para embalar os alimentos entregues pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). O governo federal desconhecia o fato de que os alimentos estavam estocados enquanto os índios passam fome na região. </li></ul></ul><ul><ul><li>O Globo, 11 maio 05. </li></ul></ul>
  7. 8. O MEU GURI Quando, seu moço Nasceu meu rebento Não era o momento Dele rebentar Já foi nascendo Com cara de fome E eu não tinha nem nome Prá lhe dar Como fui levando Não sei lhe explicar Fui assim levando Ele a me levar E na sua meninice Ele um dia me disse Que chegava lá Olha aí! Olha aí! Olha aí! Ai o meu guri, olha aí! Chega suado E veloz do batente Traz sempre um presente Prá me encabular Tanta corrente de ouro Seu moço! Que haja pescoço Prá enfiar Me trouxe uma bolsa Já com tudo dentro Chave, caderneta Terço e patuá Um lenço e uma penca De documentos Prá finalmente Eu me identificar Olha aí! Olha aí! Ai o meu guri, olha aí! Olha aí! É o meu guri e ele chega Chega no morro Com carregamento Pulseira, cimento Relógio, pneu, gravador Rezo até ele chegar Cá no alto Essa onda de assaltos Tá um horror Eu consolo ele Ele me consola Boto ele no colo Prá ele me ninar De repente acordo Olho pro lado E o danado já foi trabalhar Olha aí! Chega estampado Manchete, retrato Com venda nos olhos Legenda e as iniciais Eu não entendo essa gente Seu moço! Fazendo alvoroço demais O guri no mato Acho que tá rindo Acho que tá lindo De papo pro ar Desde o começo eu não disse Seu moço! Ele disse que chegava lá

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