Sviätym b'hase introdução

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Sviätym b'hase introdução

  1. 1. SVIÄTYM B’HASE - A LÍNGUA DOS ELFOS – Por W. Donadon
  2. 2. UMA BREVE HISTÓRIA: A raça élfica é – há mais de milênios – conhecida por sua colossal sabedoria. Suas técnicas em medicina, lógica, herbologia, combate, e tantas outras vertentes de conhecimento são invejadas por muitos povos habitantes das três dimensões divinas; muito embora cada grupo tenha em sua própria descendência heranças particulares de seus povos, os elfos (não avaliando aqui as divergências de alguns estudiosos quanto aos conhecimentos e capacidades distintas de elfos de luz e trevas) possuem com toda a clareza da afirmação o maior repertório de conhecimentos. Seria estupidez não colocar dentre as qualidades de tão ancestral povo a sua língua: ferramenta a eles considerada, dentre as mais importantes, a mais importante. Se não fosse, talvez, pela sviätym, hoje não estariam nem na metade do percurso que já percorreram. Eram tempos sombrios os que se passavam na era pré-b’hase. Os elfos de luz e os de trevas viviam em constantes guerras cujas batalhas transitavam entre os territórios de Alfheim e Svartalfheim – mundos originários de cada raça, respectivamente. Quase novecentos anos de luta se passaram antes que a rainha Indis, de Alfheim, e o rei Eöl, de Svartalfheim, se reunissem perante o supremo conselho de Asgard e – num ato de ousadia para o povo, mas de coragem para os líderes – decidiram selar um tratado de paz. As dessemelhanças entre ambas as sociedades ainda eram grandes e impulsionavam os conflitos entre eles; então, como tentativa de diminuir as razões e tentar dar o primeiro passo em direção à aliança permanente das raças, decidiram unificar as línguas dos dois mundos em apenas uma1 . Foi então que surgiu a sviätym b’hase. 1 Reunião entre a rainha Indis e o rei Eöl entrou para a história élfica, nomeado como Sacro Consenso. O dialeto se tornou base da energia mística que impulsiona a longevidade – que se torna quase imortalidade – élfica, assim como é até hoje utilizada em rituais de magia antiga ou moderna avançada por ser fonte de grande poder e concentração de energia. Infelizmente, com a expulsão de quase noventa e cinco por cento da população élfica de Alfheim no evento que ficou conhecido como A Grande Deserção2 , a língua se perdeu no tempo aos que partiram da dimensão nórdica para a grega, sendo substituída pelo idioma local. Aos que mantém suas raízes, a sviätym continua sendo não apenas um dialeto e fonte de poder, mas também a prova de que apesar das grandes diferenças, dois povos antes nada amigos podem se compreender. 2 A Grande Deserção: fato histórico em que, devido a uma batalha sangrenta entre os ljosálfar e o svartálfar, a raça élfica de luz foi caçada e expulsa de seu lar. Em primeira instância, muitos buscaram refúgio no plano de Jotunheim; com o passar do tempo, dezenas de famílias migraram através do portal interdimen- sional existente naquele plano para as Ilhas de Gaia, onde foram bem recebidos e se estabeleceram além do Lago das Lágrimas, numa floresta que chamaram de Morada dos Elfos – ou Erenyå, em sviätym.
  3. 3. ALFABETO: A sviätym consiste em basicamente os mesmo caracteres utilizados no alfabeto latino, com vinte e seis letras de mesma grafia, no total. Das vinte e seis, sete são vogais. São elas: A – E – I – O – U – W – Y As consoantes são: B – C – D – F – G – J – K – L – M – N – P – Q – R – S – T – V – X – Z A exceção do alfabeto é a letra H. No sviätym b’hase, quando este está diretamente sucedido por uma vogal, é considerado também como uma; o mesmo se aplica caso esteja sucedido por uma consoante. Outro detalhe importante é que tal caractere pode tanto assumir sonoridade quanto ser diacrítico – ou seja, sem pronúncia3 . Dentre os seis símbolos de acentuações existentes, apenas as sete vogais chegam a receber a grafia. São eles (usando como exemplo apenas a vogal A): Ã – Â – Á – À – Ä – Å Entretanto, ainda existem exceções à regra e algumas das vogais chegam a poder receber apenas um dentre as possibilidades listadas acima4 . Uma curiosidade é que o alfabeto da língua pré-b’hase possuía apenas tipos rúnicos. A razão da troca permanece desconhecida até para estudiosos da própria raça. 3 Mais detalhes em Fonética. 4 Mais detalhes em Acentuação. SISTEMA NUMÉRICO: Os caracteres numéricos do sviätym b’hase seguem a mesma regra simples que foi utilizada durante, por exemplo, o império romano. São somados se sucedidos por algarismos de mesmo ou menor valor, subtraídos caso sucedam de maior. A diferença cai na grafia das cifras que, enquanto os romanos utilizavam as próprias letras, os elfos empregavam runas próprias. Segue uma tabela comparativa: Decimal Romano Élfico 1 I 5 V 10 X 50 L 100 C 500 D 1000 M Exemplo: Decimal Romano Élfico 4 IV 22 XXII 135 CXXXV ...CONTINUA

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