Wilian Gatti JuniorAna Paula Franco Paes Leme Barbosa
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Centros     de     excelência:    “unidadeorganizacional que envolve um conjunto decompetências que foram explicitamentere...
Fonte: Frost, Birkinshaw e Ensign (2002).
Fonte: NONAKA; TAKEUCHI, 2008
◦ Antecedente: ampla pesquisa exploratória (2008 e  2009);◦ Estudo de caso com 3 sistemistas (subsidiárias  brasileiras): ...
   Observou-se que o conhecimento organizacional foi    construído a partir do conhecimento    explícito, divulgado nos r...
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   Não se observaram outras fontes importantes de    conhecimento como a participação dos    fornecedores das empresas   ...
   FROST, S.; BIRKINSHAW, J.; ENSIGN, P.    Centers of excellence in multinational    corporations. Strategic Management ...
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Semead 2012_Centros de Excelência

  1. 1. Wilian Gatti JuniorAna Paula Franco Paes Leme Barbosa
  2. 2.  Historicamente, os sistemistas brasileiros estavam voltados para a adaptação de tecnologias e não para o desenvolvimento destas; O desenvolvimento do sistema flex, a despeito de seu sucesso comercial, foi muito significativo, pois não representou uma simples adaptação de um projeto existente.
  3. 3.  Como as subsidiárias brasileiras de sistemistas construíram conhecimento para se tornaram centros excelência em P&D para combustíveis alternativos?
  4. 4. Centros de excelência: “unidadeorganizacional que envolve um conjunto decompetências que foram explicitamentereconhecidas pela empresa como umaimportante fonte de criação de valor com aintenção que essas competências sejamdisseminadas para outras partes da firma”(FROST, BIRKINSHAW, ENSIGN, 2002).
  5. 5. Fonte: Frost, Birkinshaw e Ensign (2002).
  6. 6. Fonte: NONAKA; TAKEUCHI, 2008
  7. 7. ◦ Antecedente: ampla pesquisa exploratória (2008 e 2009);◦ Estudo de caso com 3 sistemistas (subsidiárias brasileiras): Bosh, Magnetti Marelli, Delphi.◦ Dados: Primários (entrevistas) e Secundários (notícias). Entrevistas
  8. 8.  Observou-se que o conhecimento organizacional foi construído a partir do conhecimento explícito, divulgado nos registros da companhia, relatórios de desenvolvimento, banco de dados (externalização e combinação) e inputs do mercado e pelo conhecimento tácito, com a internalização (estudo de soluções técnicas) e com a troca de experiências entre diferentes gerações de engenheiros, matrizes e com as montadoras (socialização). Com a pesquisa observou-se que: ◦ internalização é o modo de conversão que mais afetou o aprendizado individual, ◦ a socialização o conhecimento do grupo ◦ a combinação no nível organizacional.
  9. 9.  Reforça a literatura de centros de excelência destacando a influência do contexto local e do ambiente institucional formado após a criação do Proálcool que fomentou uma série de importantes desenvolvimentos, envolvendo o álcool combustível e a tecnologia de motores. Além das fontes internas da subsidiária, que se baseiam nos projetos conduzidos anteriormente, observou-se a necessidade de importar conhecimento das matrizes montadoras.
  10. 10.  Não se observaram outras fontes importantes de conhecimento como a participação dos fornecedores das empresas pesquisadas, conhecidas como fornecedores de segunda camada (2nd tier) e/ou universidades e outras instituições sediadas no país; Também não se confirmou a participação de outras filiais das empresas pesquisadas, uma vez que nenhuma delas havia tido contato com projetos que envolvessem o álcool combustível. Uma relação que implicou intensa troca de conhecimento foi aquela entre os sistemistas e as montadoras.
  11. 11.  FROST, S.; BIRKINSHAW, J.; ENSIGN, P. Centers of excellence in multinational corporations. Strategic Management Journal, v. 23, n. 11, p. 997-1018, 2002. NONAKA, I.; TAKEUCHI, H. Criação de conhecimento na empresa: como as empresas japonesas geram a dinâmica do conhecimento. 19. ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.

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