SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 27
Baixar para ler offline
Estudos étnico-raciais
SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA
Acácio Almeida
Universidade Federal do ABC
ABRIL / 2016
As primeiras inserções do tema Saúde da
População Negra nas ações governamentais, no
âmbito estadual e municipal, ocorreram na década
de 1980 e foram formuladas por ativistas do
Movimento Social Negro e pesquisadores.
No Brasil, a 8ª Conferência Nacional de Saúde,
realizada em 1986, constituiu um marco na luta por
condições dignas de saúde para a população
brasileira, uma vez que fechou questão em torno da
saúde como direito universal de cidadania e dever
do Estado. Na conferência, o Movimento Social
Negro participou ativamente, ao lado de outros
movimentos, em especial o Movimento pela Reforma
Sanitária, do processo de elaboração e aprovação
das propostas.
Como principal desdobramento da conferência e
conquista fundamental dos movimentos sociais, a
Assembleia Nacional Constituinte introduziu o
sistema de seguridade social na Constituição Federal
de 1988, do qual a saúde passou a fazer parte como
direito universal, independentemente de cor, raça,
religião, local de moradia e orientação sexual, a ser
provido pelo SUS (BRASIL, 1988).
Ainda nesse período, o movimento de mulheres negras
conferiu maior visibilidade às questões específicas de
saúde da mulher negra, sobretudo aquelas relacionadas
à saúde sexual e reprodutiva. O racismo e o sexismo
imprimem marcas segregadoras diferenciadas, que
implicam restrições específicas dos direitos desse
segmento, vitimando-o, portanto, com um duplo
preconceito
1990, o governo federal, em atenção às reivindicações
da Marcha Zumbi dos Palmares, realizada em 20 de
novembro de 1995, criou o Grupo de Trabalho
Interministerial para Valorização da População Negra
(GTI) e do Subgrupo Saúde.
o GTI organizou a Mesa-Redonda sobre Saúde da
População Negra, cujos principais resultados foram: a)
a introdução do quesito cor nos sistemas de informação
de mortalidade e de nascidos vivos; b) a elaboração da
Resolução CNS nº 196/96, que introduziu, entre outros,
o recorte racial em toda e qualquer pesquisa
envolvendo seres humanos; e c) a recomendação de
implantação de uma política nacional de atenção às
pessoas com anemia falciforme.
No cenário internacional, em 2001, a Conferência
Intergovernamental Regional das Américas, no Chile, e a
III Conferência Mundial de Combate ao Racismo,
Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância Correlata,
em Durban na África do Sul, marcaram a participação do
Movimento Social Negro com governos e organismos
internacionais, reivindicando compromissos mais efetivos
com a equidade étnico-racial.
A atuação do Movimento Social Negro brasileiro na 11ª e
na 12ª Conferências Nacionais de Saúde, realizadas
respectivamente em 2000 e 2003, fortaleceu e ampliou
sua participação social nas instâncias do SUS.
A criação da Secretaria Especial de Políticas de
Promoção da Igualdade Racial (Seppir), pela Lei nº
10.678, de 23 de março de 2003, como órgão de
assessoramento direto da Presidência da República, com
status de ministério, representa uma conquista
emblemática do Movimento Social Negro
A Política Nacional de Saúde Integral da
População Negra (PNSIPN) é uma resposta do
Ministério da Saúde às desigualdades em saúde
que acometem esta população e o
reconhecimento de que as suas condições de
vida resultam de injustos processos sociais,
culturais e econômicos presentes na história do
País.
Para a construção da política, o ministério
recorreu a estudos que evidenciam essas
desigualdades e estabeleceu um diálogo com
os movimentos sociais negros por meio do
Comitê Técnico de Saúde da População
Negra. O processo de formulação recebeu a
contribuição e aprovação do Conselho
Nacional de Saúde à pactuação do Plano
Operativo pela Comissão Intergestores
Tripartite (CIT), comprometendo todas as
esferas de gestão do SUS com o
desenvolvimento de iniciativas e metas para a
melhoria da saúde da população negra.
A Política Nacional de Saúde Integral da
População Negra define os princípios, a marca, os
objetivos, as diretrizes, as estratégias e as
responsabilidades de gestão voltados para a
melhoria das condições de saúde desse
segmento da população. Inclui ações de cuidado,
atenção, promoção à saúde e prevenção de
doenças, bem como de gestão participativa,
participação popular e controle social, produção
de conhecimento, formação e educação
permanente para trabalhadores de saúde, visando
à promoção da equidade em saúde da população
negra.
Seu propósito é garantir maior grau de equidade no
que tange à efetivação do direito humano à saúde, em
seus aspectos de promoção, prevenção, atenção,
tratamento e recuperação de doenças e agravos
transmissíveis e não transmissíveis, incluindo aqueles
de maior prevalência nesse segmento populacional.
Equidade é um dos princípios doutrinários do Sistema
Único de Saúde (SUS) e tem relação direta com os
conceitos de igualdade e de justiça. No âmbito do
sistema nacional de saúde, se evidencia, por exemplo,
no atendimento aos indivíduos de acordo com suas
necessidades, oferecendo mais a quem mais precisa e
menos a quem requer menos cuidados. Busca-se, com
este princípio, reconhecer as diferenças nas condições
de vida e saúde e nas necessidades das pessoas,
considerando que o direito à saúde passa pelas
diferenciações sociais e deve atender a diversidade.
http://pensesus.fiocruz.br/equidade
Ela se insere na dinâmica do Sistema Único de Saúde
(SUS), por meio de estratégias de gestão solidária e
participativa, que incluem: utilização do quesito cor na
produção de informações epidemiológicas para a
definição de prioridades e tomada de decisão;
ampliação e fortalecimento do controle social;
desenvolvimento de ações e estratégias de
identificação, abordagem, combate e prevenção do
racismo institucional no ambiente de trabalho, nos
processos de formação e educação permanente de
profissionais; implementação de ações afirmativas
para alcançar a equidade em saúde e promover a
igualdade racial.
Declaração de Alma-Alta
A Declaração de Alma-Ata foi formulada por ocasião da
Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde,
reunida em Alma-Alta (Cazaquistão), em 1978, dirigindo-se a
todos os governos, na busca da promoção de saúde a todos os
povos do mundo.
http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/poli
tica_nacional_saude_integral_populacao.pdf
p. 15
http://www.iesc.ufrj.br/cursos/saudepopnegra/
doencas_etnicas.pdf
índice e p. 65
Carta de Ottawa
A Carta de Ottawa, apresentado na primeira Conferência
Internacional sobre promoção da Saúde (1986) Trata-se de uma
Carta de Intenções que busca contribuir com as políticas de
saúde em todos os países, de forma equânime e universal.
Iniciativa de Bamako
 A Iniciativa de Bamako, patrocinada pelo UNICEF e pela OMS, e
adotada em 1987 pelos ministros africanos da área da saúde,
baseou-se na percepção de que, embora ao final da década de
1980, aceitassem, em princípio, a doutrina central de cuidados
básicos abrangentes de saúde, muitos países – especialmente na
África ao sul do Saara – foram sobrecarregados pela falta de
recursos e de estratégias práticas de implementação. Em
particular, muitos centros de saúde não dispunham de recursos e
suprimentos para funcionar de forma eficaz.

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a ppt-saucc81de-da-populaccca7acc83o-negra.pptx

Política Nacional de Atenção Integral á Saúde da Mulher
Política Nacional de Atenção Integral á Saúde da MulherPolítica Nacional de Atenção Integral á Saúde da Mulher
Política Nacional de Atenção Integral á Saúde da MulherKarina Pereira
 
1740 - L - SUS - Saúde sexual e reprodutiva no brasil
1740 - L - SUS - Saúde sexual e reprodutiva no brasil1740 - L - SUS - Saúde sexual e reprodutiva no brasil
1740 - L - SUS - Saúde sexual e reprodutiva no brasilbibliotecasaude
 
Cartilha saude-materna-rede-feminista
Cartilha saude-materna-rede-feministaCartilha saude-materna-rede-feminista
Cartilha saude-materna-rede-feministadeborawilbert
 
Educação sexual e direitos humanos
Educação sexual e direitos humanosEducação sexual e direitos humanos
Educação sexual e direitos humanosAdilson P Motta Motta
 
Apresentação gt da igualdade racial 2017
Apresentação gt da igualdade racial 2017Apresentação gt da igualdade racial 2017
Apresentação gt da igualdade racial 2017Eudmar nunes bastos
 
Educação sexual e direitos humanos
Educação sexual e direitos humanosEducação sexual e direitos humanos
Educação sexual e direitos humanosAdilson P Motta Motta
 
SAÚDE DAS MULHERES LÉBICAS: INCLUSÃO SOCIAL E DIREITOS HUMANOS
SAÚDE DAS MULHERES LÉBICAS: INCLUSÃO SOCIAL E DIREITOS HUMANOSSAÚDE DAS MULHERES LÉBICAS: INCLUSÃO SOCIAL E DIREITOS HUMANOS
SAÚDE DAS MULHERES LÉBICAS: INCLUSÃO SOCIAL E DIREITOS HUMANOSValdirene1977
 
Cartilha Luta Pela Saude CNTE
Cartilha Luta Pela Saude CNTECartilha Luta Pela Saude CNTE
Cartilha Luta Pela Saude CNTESINTE Regional
 
Aula Promoção da Saúde.pptx
Aula Promoção da Saúde.pptxAula Promoção da Saúde.pptx
Aula Promoção da Saúde.pptxEdwinCardoso3
 
Aula Promoção da Saúde
Aula Promoção da Saúde Aula Promoção da Saúde
Aula Promoção da Saúde EdwinCardoso3
 
SAÚDE COLETIVA AULA1.pdf
SAÚDE COLETIVA AULA1.pdfSAÚDE COLETIVA AULA1.pdf
SAÚDE COLETIVA AULA1.pdfAlinneFreitas4
 
Aula promoao a saude
Aula promoao a saudeAula promoao a saude
Aula promoao a saudedavinci ras
 
UNIDADE 1-Saúde Coletiva.pptx
UNIDADE 1-Saúde Coletiva.pptxUNIDADE 1-Saúde Coletiva.pptx
UNIDADE 1-Saúde Coletiva.pptxPatriciaNoro1
 
Promação da Saúde
Promação da SaúdePromação da Saúde
Promação da Saúdeferaps
 

Semelhante a ppt-saucc81de-da-populaccca7acc83o-negra.pptx (20)

Política Nacional de Atenção Integral á Saúde da Mulher
Política Nacional de Atenção Integral á Saúde da MulherPolítica Nacional de Atenção Integral á Saúde da Mulher
Política Nacional de Atenção Integral á Saúde da Mulher
 
1740 - L - SUS - Saúde sexual e reprodutiva no brasil
1740 - L - SUS - Saúde sexual e reprodutiva no brasil1740 - L - SUS - Saúde sexual e reprodutiva no brasil
1740 - L - SUS - Saúde sexual e reprodutiva no brasil
 
Pnsipn ms
Pnsipn msPnsipn ms
Pnsipn ms
 
Cartilha saude-materna-rede-feminista
Cartilha saude-materna-rede-feministaCartilha saude-materna-rede-feminista
Cartilha saude-materna-rede-feminista
 
Fatos notas3
Fatos notas3Fatos notas3
Fatos notas3
 
Educação sexual e direitos humanos
Educação sexual e direitos humanosEducação sexual e direitos humanos
Educação sexual e direitos humanos
 
Apresentação gt da igualdade racial 2017
Apresentação gt da igualdade racial 2017Apresentação gt da igualdade racial 2017
Apresentação gt da igualdade racial 2017
 
Educação sexual e direitos humanos
Educação sexual e direitos humanosEducação sexual e direitos humanos
Educação sexual e direitos humanos
 
SAÚDE DAS MULHERES LÉBICAS: INCLUSÃO SOCIAL E DIREITOS HUMANOS
SAÚDE DAS MULHERES LÉBICAS: INCLUSÃO SOCIAL E DIREITOS HUMANOSSAÚDE DAS MULHERES LÉBICAS: INCLUSÃO SOCIAL E DIREITOS HUMANOS
SAÚDE DAS MULHERES LÉBICAS: INCLUSÃO SOCIAL E DIREITOS HUMANOS
 
Qual é a sua cor ou raça etnia ?
Qual é a sua cor ou raça etnia  ?Qual é a sua cor ou raça etnia  ?
Qual é a sua cor ou raça etnia ?
 
Cartilha Luta Pela Saude CNTE
Cartilha Luta Pela Saude CNTECartilha Luta Pela Saude CNTE
Cartilha Luta Pela Saude CNTE
 
Aula Promoção da Saúde.pptx
Aula Promoção da Saúde.pptxAula Promoção da Saúde.pptx
Aula Promoção da Saúde.pptx
 
Aula Promoção da Saúde
Aula Promoção da Saúde Aula Promoção da Saúde
Aula Promoção da Saúde
 
SAÚDE COLETIVA AULA1.pdf
SAÚDE COLETIVA AULA1.pdfSAÚDE COLETIVA AULA1.pdf
SAÚDE COLETIVA AULA1.pdf
 
Aula promoao a saude
Aula promoao a saudeAula promoao a saude
Aula promoao a saude
 
Relatorio berlim 2009
Relatorio berlim 2009Relatorio berlim 2009
Relatorio berlim 2009
 
Controle social
Controle socialControle social
Controle social
 
UNIDADE 1-Saúde Coletiva.pptx
UNIDADE 1-Saúde Coletiva.pptxUNIDADE 1-Saúde Coletiva.pptx
UNIDADE 1-Saúde Coletiva.pptx
 
Promação da Saúde
Promação da SaúdePromação da Saúde
Promação da Saúde
 
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM)
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM)Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM)
Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (PNAISM)
 

Mais de WeslleyDias8

PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_LINGUA_PORTUGUESA.pdf
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_LINGUA_PORTUGUESA.pdfPLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_LINGUA_PORTUGUESA.pdf
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_LINGUA_PORTUGUESA.pdfWeslleyDias8
 
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_MATEMATICA.pdf
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_MATEMATICA.pdfPLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_MATEMATICA.pdf
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_MATEMATICA.pdfWeslleyDias8
 
P21_LPORTUGUESA_Miolo_001-416-falhas-corrigidas-.pdf
P21_LPORTUGUESA_Miolo_001-416-falhas-corrigidas-.pdfP21_LPORTUGUESA_Miolo_001-416-falhas-corrigidas-.pdf
P21_LPORTUGUESA_Miolo_001-416-falhas-corrigidas-.pdfWeslleyDias8
 
2_ANO_EM_CI_NATUREZA_PLANO_DE_CURSO_2024_ENSINO_MEDIO.pdf
2_ANO_EM_CI_NATUREZA_PLANO_DE_CURSO_2024_ENSINO_MEDIO.pdf2_ANO_EM_CI_NATUREZA_PLANO_DE_CURSO_2024_ENSINO_MEDIO.pdf
2_ANO_EM_CI_NATUREZA_PLANO_DE_CURSO_2024_ENSINO_MEDIO.pdfWeslleyDias8
 
ARTE AFRICANA 7º ANO (1).pdf
ARTE AFRICANA 7º ANO (1).pdfARTE AFRICANA 7º ANO (1).pdf
ARTE AFRICANA 7º ANO (1).pdfWeslleyDias8
 
DANÇA CONTEMPORÂNEA.pdf
DANÇA CONTEMPORÂNEA.pdfDANÇA CONTEMPORÂNEA.pdf
DANÇA CONTEMPORÂNEA.pdfWeslleyDias8
 
Relatorio de desempenho EJA.docx
Relatorio de desempenho EJA.docxRelatorio de desempenho EJA.docx
Relatorio de desempenho EJA.docxWeslleyDias8
 
PLANO INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA - ARTE.docx
PLANO INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA - ARTE.docxPLANO INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA - ARTE.docx
PLANO INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA - ARTE.docxWeslleyDias8
 
PORTFÓLIO ARTE 1.docx
PORTFÓLIO ARTE 1.docxPORTFÓLIO ARTE 1.docx
PORTFÓLIO ARTE 1.docxWeslleyDias8
 
Apostila Praticar a Arte - Volume 7 - Caça-palavras (2).pdf
Apostila Praticar a Arte - Volume 7 - Caça-palavras (2).pdfApostila Praticar a Arte - Volume 7 - Caça-palavras (2).pdf
Apostila Praticar a Arte - Volume 7 - Caça-palavras (2).pdfWeslleyDias8
 
A Arte Pré-Histórica - Coleção Praticar a Arte - Professor Fabrício Secchin -...
A Arte Pré-Histórica - Coleção Praticar a Arte - Professor Fabrício Secchin -...A Arte Pré-Histórica - Coleção Praticar a Arte - Professor Fabrício Secchin -...
A Arte Pré-Histórica - Coleção Praticar a Arte - Professor Fabrício Secchin -...WeslleyDias8
 
PLAN SEQU DIDÁTICA ARTE 2º B 2023.docx
PLAN SEQU DIDÁTICA ARTE 2º B 2023.docxPLAN SEQU DIDÁTICA ARTE 2º B 2023.docx
PLAN SEQU DIDÁTICA ARTE 2º B 2023.docxWeslleyDias8
 
Plan. 6º ANO - 2023.docx
Plan. 6º ANO - 2023.docxPlan. 6º ANO - 2023.docx
Plan. 6º ANO - 2023.docxWeslleyDias8
 
PLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 - PRONTO 22222.docx
PLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 - PRONTO 22222.docxPLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 - PRONTO 22222.docx
PLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 - PRONTO 22222.docxWeslleyDias8
 
PLANEJAMENTO DE ARTE 2023.docx
PLANEJAMENTO DE ARTE 2023.docxPLANEJAMENTO DE ARTE 2023.docx
PLANEJAMENTO DE ARTE 2023.docxWeslleyDias8
 
histriadoteatro-130412130611-phpapp02.pdf
histriadoteatro-130412130611-phpapp02.pdfhistriadoteatro-130412130611-phpapp02.pdf
histriadoteatro-130412130611-phpapp02.pdfWeslleyDias8
 
ADAPTADA ELIENE 7.docx
ADAPTADA ELIENE 7.docxADAPTADA ELIENE 7.docx
ADAPTADA ELIENE 7.docxWeslleyDias8
 
PLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 -.pdf
PLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 -.pdfPLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 -.pdf
PLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 -.pdfWeslleyDias8
 
MUSEU 1º ANO.docx
MUSEU 1º ANO.docxMUSEU 1º ANO.docx
MUSEU 1º ANO.docxWeslleyDias8
 

Mais de WeslleyDias8 (20)

PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_LINGUA_PORTUGUESA.pdf
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_LINGUA_PORTUGUESA.pdfPLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_LINGUA_PORTUGUESA.pdf
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_LINGUA_PORTUGUESA.pdf
 
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_MATEMATICA.pdf
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_MATEMATICA.pdfPLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_MATEMATICA.pdf
PLANO_DE_CURSO_2022_ANOS_FINAIS_MATEMATICA.pdf
 
P21_LPORTUGUESA_Miolo_001-416-falhas-corrigidas-.pdf
P21_LPORTUGUESA_Miolo_001-416-falhas-corrigidas-.pdfP21_LPORTUGUESA_Miolo_001-416-falhas-corrigidas-.pdf
P21_LPORTUGUESA_Miolo_001-416-falhas-corrigidas-.pdf
 
2_ANO_EM_CI_NATUREZA_PLANO_DE_CURSO_2024_ENSINO_MEDIO.pdf
2_ANO_EM_CI_NATUREZA_PLANO_DE_CURSO_2024_ENSINO_MEDIO.pdf2_ANO_EM_CI_NATUREZA_PLANO_DE_CURSO_2024_ENSINO_MEDIO.pdf
2_ANO_EM_CI_NATUREZA_PLANO_DE_CURSO_2024_ENSINO_MEDIO.pdf
 
ARTE AFRICANA 7º ANO (1).pdf
ARTE AFRICANA 7º ANO (1).pdfARTE AFRICANA 7º ANO (1).pdf
ARTE AFRICANA 7º ANO (1).pdf
 
DANÇA CONTEMPORÂNEA.pdf
DANÇA CONTEMPORÂNEA.pdfDANÇA CONTEMPORÂNEA.pdf
DANÇA CONTEMPORÂNEA.pdf
 
Relatorio de desempenho EJA.docx
Relatorio de desempenho EJA.docxRelatorio de desempenho EJA.docx
Relatorio de desempenho EJA.docx
 
PLANO INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA - ARTE.docx
PLANO INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA - ARTE.docxPLANO INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA - ARTE.docx
PLANO INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA - ARTE.docx
 
PORTFÓLIO ARTE 1.docx
PORTFÓLIO ARTE 1.docxPORTFÓLIO ARTE 1.docx
PORTFÓLIO ARTE 1.docx
 
Apostila Praticar a Arte - Volume 7 - Caça-palavras (2).pdf
Apostila Praticar a Arte - Volume 7 - Caça-palavras (2).pdfApostila Praticar a Arte - Volume 7 - Caça-palavras (2).pdf
Apostila Praticar a Arte - Volume 7 - Caça-palavras (2).pdf
 
A Arte Pré-Histórica - Coleção Praticar a Arte - Professor Fabrício Secchin -...
A Arte Pré-Histórica - Coleção Praticar a Arte - Professor Fabrício Secchin -...A Arte Pré-Histórica - Coleção Praticar a Arte - Professor Fabrício Secchin -...
A Arte Pré-Histórica - Coleção Praticar a Arte - Professor Fabrício Secchin -...
 
PLAN SEQU DIDÁTICA ARTE 2º B 2023.docx
PLAN SEQU DIDÁTICA ARTE 2º B 2023.docxPLAN SEQU DIDÁTICA ARTE 2º B 2023.docx
PLAN SEQU DIDÁTICA ARTE 2º B 2023.docx
 
Plan. 6º ANO - 2023.docx
Plan. 6º ANO - 2023.docxPlan. 6º ANO - 2023.docx
Plan. 6º ANO - 2023.docx
 
PLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 - PRONTO 22222.docx
PLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 - PRONTO 22222.docxPLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 - PRONTO 22222.docx
PLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 - PRONTO 22222.docx
 
PLANEJAMENTO DE ARTE 2023.docx
PLANEJAMENTO DE ARTE 2023.docxPLANEJAMENTO DE ARTE 2023.docx
PLANEJAMENTO DE ARTE 2023.docx
 
histriadoteatro-130412130611-phpapp02.pdf
histriadoteatro-130412130611-phpapp02.pdfhistriadoteatro-130412130611-phpapp02.pdf
histriadoteatro-130412130611-phpapp02.pdf
 
PLANO BNCC 3.pdf
PLANO BNCC 3.pdfPLANO BNCC 3.pdf
PLANO BNCC 3.pdf
 
ADAPTADA ELIENE 7.docx
ADAPTADA ELIENE 7.docxADAPTADA ELIENE 7.docx
ADAPTADA ELIENE 7.docx
 
PLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 -.pdf
PLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 -.pdfPLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 -.pdf
PLANEJAMENTO SEMANAL 6º ANO 2023 -.pdf
 
MUSEU 1º ANO.docx
MUSEU 1º ANO.docxMUSEU 1º ANO.docx
MUSEU 1º ANO.docx
 

Último

Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREIVONETETAVARESRAMOS
 
Modelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumoModelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumoprofleticiasantosbio
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxGislaineDuresCruz
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...Unidad de Espiritualidad Eudista
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãodanielagracia9
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evoluçãoprofleticiasantosbio
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdfCarlosRodrigues832670
 
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAEdioFnaf
 
Apreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaApreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaeliana862656
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxLuizHenriquedeAlmeid6
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxHenriqueLuciano2
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.azulassessoria9
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptAlineSilvaPotuk
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Paula Meyer Piagentini
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...nexocan937
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...LuizHenriquedeAlmeid6
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfQueleLiberato
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxJMTCS
 

Último (20)

Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptxSlides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
Slides Lição 01, Central Gospel, Os Sinais do Fim dos Tempos 2Tr24.pptx
 
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptxSlides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
Slides Lição 2, Central Gospel, A Volta Do Senhor Jesus , 1Tr24.pptx
 
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTREVACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
VACINAR E DOAR, É SÓ COMEÇAR - - 1º BIMESTRE
 
Modelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumoModelos atômicos: quais são, história, resumo
Modelos atômicos: quais são, história, resumo
 
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptxAULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
AULA-06---DIZIMA-PERIODICA_9fdc896dbd1d4cce85a9fbd2e670e62f.pptx
 
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
A Unidade de Espiritualidade Eudista se une ao sentimiento de toda a igreja u...
 
atividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetizaçãoatividades diversas 1° ano alfabetização
atividades diversas 1° ano alfabetização
 
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. EvoluçãoAs teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
As teorias de Lamarck e Darwin. Evolução
 
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdforganizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
organizaao-do-clube-de-lideres-ctd-aamar_compress.pdf
 
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZAAVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
AVALIAÇÃO INTEGRADA 1ª SÉRIE - EM - 1º BIMESTRE ITINERÁRIO CIÊNCIAS DAS NATUREZA
 
Apreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escritaApreciação crítica -exercícios de escrita
Apreciação crítica -exercícios de escrita
 
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptxSlides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
Slides Lição 3, CPAD, O Céu - o Destino do Cristão, 2Tr24,.pptx
 
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptxEVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
EVANGELISMO É MISSÕES ATUALIZADO 2024.pptx
 
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
c) O crime ocorreu na forma simples ou qualificada? Justifique.
 
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.pptTREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
TREINAMENTO - BOAS PRATICAS DE HIGIENE NA COZINHA.ppt
 
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
Estudo Dirigido de Literatura / Primeira Série do E.M.
 
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
Minha Luta (Mein Kampf), A História do País que Lutou contra a União Soviétic...
 
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
Slides Lição 3, Betel, Ordenança para congregar e prestar culto racional, 2Tr...
 
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdfO Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
O Espetaculo das Racas - Cienti - Lilia Moritz Schwarcz capítulo 2.pdf
 
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptxOrientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
Orientações para a análise do poema Orfeu Rebelde.pptx
 

ppt-saucc81de-da-populaccca7acc83o-negra.pptx

  • 1. Estudos étnico-raciais SAÚDE DA POPULAÇÃO NEGRA Acácio Almeida Universidade Federal do ABC ABRIL / 2016
  • 2.
  • 3. As primeiras inserções do tema Saúde da População Negra nas ações governamentais, no âmbito estadual e municipal, ocorreram na década de 1980 e foram formuladas por ativistas do Movimento Social Negro e pesquisadores.
  • 4. No Brasil, a 8ª Conferência Nacional de Saúde, realizada em 1986, constituiu um marco na luta por condições dignas de saúde para a população brasileira, uma vez que fechou questão em torno da saúde como direito universal de cidadania e dever do Estado. Na conferência, o Movimento Social Negro participou ativamente, ao lado de outros movimentos, em especial o Movimento pela Reforma Sanitária, do processo de elaboração e aprovação das propostas.
  • 5. Como principal desdobramento da conferência e conquista fundamental dos movimentos sociais, a Assembleia Nacional Constituinte introduziu o sistema de seguridade social na Constituição Federal de 1988, do qual a saúde passou a fazer parte como direito universal, independentemente de cor, raça, religião, local de moradia e orientação sexual, a ser provido pelo SUS (BRASIL, 1988).
  • 6. Ainda nesse período, o movimento de mulheres negras conferiu maior visibilidade às questões específicas de saúde da mulher negra, sobretudo aquelas relacionadas à saúde sexual e reprodutiva. O racismo e o sexismo imprimem marcas segregadoras diferenciadas, que implicam restrições específicas dos direitos desse segmento, vitimando-o, portanto, com um duplo preconceito
  • 7. 1990, o governo federal, em atenção às reivindicações da Marcha Zumbi dos Palmares, realizada em 20 de novembro de 1995, criou o Grupo de Trabalho Interministerial para Valorização da População Negra (GTI) e do Subgrupo Saúde. o GTI organizou a Mesa-Redonda sobre Saúde da População Negra, cujos principais resultados foram: a) a introdução do quesito cor nos sistemas de informação de mortalidade e de nascidos vivos; b) a elaboração da Resolução CNS nº 196/96, que introduziu, entre outros, o recorte racial em toda e qualquer pesquisa envolvendo seres humanos; e c) a recomendação de implantação de uma política nacional de atenção às pessoas com anemia falciforme.
  • 8. No cenário internacional, em 2001, a Conferência Intergovernamental Regional das Américas, no Chile, e a III Conferência Mundial de Combate ao Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância Correlata, em Durban na África do Sul, marcaram a participação do Movimento Social Negro com governos e organismos internacionais, reivindicando compromissos mais efetivos com a equidade étnico-racial.
  • 9. A atuação do Movimento Social Negro brasileiro na 11ª e na 12ª Conferências Nacionais de Saúde, realizadas respectivamente em 2000 e 2003, fortaleceu e ampliou sua participação social nas instâncias do SUS. A criação da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Seppir), pela Lei nº 10.678, de 23 de março de 2003, como órgão de assessoramento direto da Presidência da República, com status de ministério, representa uma conquista emblemática do Movimento Social Negro
  • 10.
  • 11.
  • 12.
  • 13.
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17. A Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN) é uma resposta do Ministério da Saúde às desigualdades em saúde que acometem esta população e o reconhecimento de que as suas condições de vida resultam de injustos processos sociais, culturais e econômicos presentes na história do País.
  • 18. Para a construção da política, o ministério recorreu a estudos que evidenciam essas desigualdades e estabeleceu um diálogo com os movimentos sociais negros por meio do Comitê Técnico de Saúde da População Negra. O processo de formulação recebeu a contribuição e aprovação do Conselho Nacional de Saúde à pactuação do Plano Operativo pela Comissão Intergestores Tripartite (CIT), comprometendo todas as esferas de gestão do SUS com o desenvolvimento de iniciativas e metas para a melhoria da saúde da população negra.
  • 19. A Política Nacional de Saúde Integral da População Negra define os princípios, a marca, os objetivos, as diretrizes, as estratégias e as responsabilidades de gestão voltados para a melhoria das condições de saúde desse segmento da população. Inclui ações de cuidado, atenção, promoção à saúde e prevenção de doenças, bem como de gestão participativa, participação popular e controle social, produção de conhecimento, formação e educação permanente para trabalhadores de saúde, visando à promoção da equidade em saúde da população negra.
  • 20. Seu propósito é garantir maior grau de equidade no que tange à efetivação do direito humano à saúde, em seus aspectos de promoção, prevenção, atenção, tratamento e recuperação de doenças e agravos transmissíveis e não transmissíveis, incluindo aqueles de maior prevalência nesse segmento populacional.
  • 21. Equidade é um dos princípios doutrinários do Sistema Único de Saúde (SUS) e tem relação direta com os conceitos de igualdade e de justiça. No âmbito do sistema nacional de saúde, se evidencia, por exemplo, no atendimento aos indivíduos de acordo com suas necessidades, oferecendo mais a quem mais precisa e menos a quem requer menos cuidados. Busca-se, com este princípio, reconhecer as diferenças nas condições de vida e saúde e nas necessidades das pessoas, considerando que o direito à saúde passa pelas diferenciações sociais e deve atender a diversidade.
  • 23. Ela se insere na dinâmica do Sistema Único de Saúde (SUS), por meio de estratégias de gestão solidária e participativa, que incluem: utilização do quesito cor na produção de informações epidemiológicas para a definição de prioridades e tomada de decisão; ampliação e fortalecimento do controle social; desenvolvimento de ações e estratégias de identificação, abordagem, combate e prevenção do racismo institucional no ambiente de trabalho, nos processos de formação e educação permanente de profissionais; implementação de ações afirmativas para alcançar a equidade em saúde e promover a igualdade racial.
  • 24. Declaração de Alma-Alta A Declaração de Alma-Ata foi formulada por ocasião da Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, reunida em Alma-Alta (Cazaquistão), em 1978, dirigindo-se a todos os governos, na busca da promoção de saúde a todos os povos do mundo.
  • 26. Carta de Ottawa A Carta de Ottawa, apresentado na primeira Conferência Internacional sobre promoção da Saúde (1986) Trata-se de uma Carta de Intenções que busca contribuir com as políticas de saúde em todos os países, de forma equânime e universal.
  • 27. Iniciativa de Bamako  A Iniciativa de Bamako, patrocinada pelo UNICEF e pela OMS, e adotada em 1987 pelos ministros africanos da área da saúde, baseou-se na percepção de que, embora ao final da década de 1980, aceitassem, em princípio, a doutrina central de cuidados básicos abrangentes de saúde, muitos países – especialmente na África ao sul do Saara – foram sobrecarregados pela falta de recursos e de estratégias práticas de implementação. Em particular, muitos centros de saúde não dispunham de recursos e suprimentos para funcionar de forma eficaz.