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Escola Bíblica
Dominical
Mornidão
Espiritual
Lição 9
“Eu sei as tuas obras, que nem és frio
nem quente. Tomara que foras frio ou
quente!” (Ap 3.15).
A mornidão espiritual leva o crente à
soberba, à iniquidade e à apostasia contra
Deus.
 Descrever as características da mornidão
espiritual.
 Saber as causas e os efeitos da mornidão.
 Refletir sobre o dever de o crente entregar
todas as suas necessidades a Deus.
I. JESUS ADVERTE O PASTOR
1) Ao anjo da igreja (v.14)
2) Jesus se apresenta à igreja (v.14b)
II. A MORNIDÃO DE LAODICÉIA
1) “Eu sei as tuas obras” (3.15)
2) “Que nem és frio nem quente” (3.15b)
3) Vomitado por Deus (v.16)
III. CAUSAS DA MORNIDÃO
1) Apego à prosperidade material (3.17a)
2) Auto-suficiência (3.17a)
3) A realidade espiritual de Laodicéia (3.17b)
IV. A MISERICÓRDIA DE DEUS PARA COM LAODICÉIA
1) Miséria espiritual
2) Solução para a miséria espiritual
3) Vestes espirituais de santidade e pureza
4) Exortação ao arrependimento
5) Jesus do lado de fora!
6) Promessa gloriosa!
Mornidão Espiritual: “A igreja
morna é aquela que transige
com o mundo e, em
comportamento, se assemelha
à sociedade ímpia”. (BEP)
Hesita entre dois pensamentos (1
Rs 18.21; Tg 1.6)
O coração está sempre
dividido (Os 10.2a).
Serve ao Senhor parcialmente (2
Cr 25.2b).
É um bolo que não foi virado (Os
7.8b).
O CRENTE EM
ESTADO DE
MORNIDÃO
Apocalipse 3.14-20
Por causa de sua prosperidade material,
a igreja de Laodicéia parecia estar
vivendo um tempo de grandes bênçãos.
Todavia, é severamente repreendida
pelo Senhor Jesus: “... porque és
morno... vomitar-te-ei da minha boca”
(Ap 3.16). O que isto significa? O que é
ser morno? O crente frio não mais
demonstra interesse pelo Reino de
Deus, por estar comprometido com o
mundo (Mt 24.12).
Mas o que significa ser morno? Este é o
tema central de nossa lição.
Estudaremos a respeito deste estado de
morbidez espiritual, e a receita que
Jesus prescreve para se combatê-la.
O Senhor Jesus não se dirigiu
diretamente aos crentes
laodicenses, mas ao anjo da
igreja - o pastor. Pois ele é o
responsável pelo estado
espiritual da igreja. Isto não
anula, evidentemente, a
responsabilidade de cada
crente diante de Deus (Rm
14.12).
1. Ao anjo da igreja (v.14)
Quanto ao pastor, além de
prestar contas de si mesmo ao
Senhor, o mesmo fará em relação
à igreja que Jesus lhe confiou
(Mt 25.21; 1 Pe 5.1-4; Hb
13.17). Ele é o apascentador (1
Pe 5.2) e o vigia do rebanho (Is
21.11), razão pela qual deve ser
o exemplo para sua igreja (1
Tm 4.12).
1. Ao anjo da igreja (v.14)
“Isto diz o Amém”. Para a
igreja morna, Jesus se
apresentou como o “Amém”,
ressaltando a fidelidade e a
verdade divinas. A igreja de
Laodicéia não tinha firmeza
de propósitos; era vacilante e
sem poder.
2. Jesus se apresenta à igreja (v.14b)
A ela, Jesus se apresentou
também como a “testemunha
fiel e verdadeira”. Ele é o
modelo invariável e
imutável para todos os
crentes (1 Ts 1.6; Hb 4.15a).
2. Jesus se apresenta à igreja (v.14b)
RESUMO DO TÓPICO (1)
Jesus dirige-se ao pastor e à
igreja morna de Laodicéia
como o Amém, ressaltando
a fidelidade e a verdade
divinas.
Os crentes de Laodicéia
viviam de modo
desordenado, carnal e
autoconfiante em seus
recursos. Não eram
contrários ao evangelho,
porém não viviam de acordo
com a Palavra de Deus. Eram
mornos.
1. “Eu sei as tuas obras” (3.15)
Aos cristãos laodicenses, o
Senhor Jesus iniciou sua
mensagem de advertência,
declarando que sabia,
plenamente, as obras que
eram praticadas por eles. Ele
vê tudo o que se passa nas
igrejas (Mc 4.22).
1. “Eu sei as tuas obras” (3.15)
Laodicéia tornou-se
insuportável para Deus.
Num realismo
surpreendente, o Senhor
acrescentou: “Tomara que
foras frio ou quente!”.
2. “Que nem és frio nem quente” (3.15b)
É compreensível que o
Senhor deseje uma igreja
quente; mas uma igreja
fria, parece contra-senso.
Isto só é explicável se
este último estado for pior
do que o anterior.
2. “Que nem és frio nem quente” (3.15b)
Como o crente morno não
permite que Deus opere
plenamente em sua vida, é
vomitado pelo Senhor,
segundo a figura usada no
Apocalipse. Somente quem
já se sentiu rejeitado por
Deus pode avaliar como
isso é terrível.
3. Vomitado por Deus (v.16)
Davi e Saul, em
consequência de seus
pecados, passaram por
situações de abandono por
parte de Deus (Sl 51.8,11;
1 Sm 28.6; 16.1).
3. Vomitado por Deus (v.16)
RESUMO DO TÓPICO (2)
A mornidão dos crentes de
Laodicéia é notada pelos
seus atos egoístas, seculares
e carnais. Tornaram-se,
portanto, desagradáveis e
insuportáveis para Deus.
A igreja de Laodicéia,
localizada num próspero
centro comercial, achava-se
apegada à riqueza. Ao
invés de serem gratos a
Deus, aqueles crentes
preferiam viver de modo
egoísta, secular e carnal.
1. Apego à prosperidade material (3.17a)
Resultado: a riqueza
material era acompanhada
de miséria espiritual (1 Tm
6.10).
1. Apego à prosperidade material (3.17a)
A igreja, representada pelo
seu pastor, dizia: “... e de
nada tenho falta”. Há
pessoas que, quando
pobres, acham-se apegadas
a Deus, à sua Palavra, à
igreja.
2. Auto-suficiência (3.17a)
Porém, quando Deus lhes
concede prosperidade
material, tornam-se
egoístas e ingratas. Deixam
de dar prioridade à vida
espiritual para se
envolverem com as coisas
materiais, esquecendo-se
completamente de Deus e
de sua casa.
2. Auto-suficiência (3.17a)
Enquanto os crentes de
Laodicéia diziam-se ricos,
Jesus chamava-os de
pobres: “e não sabes que
és um desgraçado, e
miserável, e pobre, e cego,
e nu”.
3. A realidade espiritual de Laodicéia (3.17b)
Os olhos de Deus (Ap 2.18)
veem não apenas o
exterior, mas o coração de
cada um. A igreja havia
perdido as riquezas da
glória (Ef 1.18) e da graça
(Ef 2.7).
3. A realidade espiritual de Laodicéia (3.17b)
RESUMO DO TÓPICO (3)
A mornidão espiritual em
Laodicéia devia-se ao apego
à riqueza e à auto-
suficiência dos crentes, pois
não priorizavam a vida
espiritual e se embaraçavam
com as coisas deste mundo.
“E não sabes que és um
desgraçado, e miserável, e
pobre, e cego, e nu”
(3.17b). Cinco palavras
foram suficientes para o
Senhor Jesus resumir a
situação de extrema
penúria espiritual de
Laodicéia.
1. Miséria espiritual
Eles julgavam-se ricos.
Mas, diante do Senhor,
eram miseráveis, pobres e
cegos. Nada possuíam.
Entretanto, Deus, em sua
misericórdia, apontou o
caminho para que a igreja
saísse da miséria espiritual.
1. Miséria espiritual
“Aconselho-te que de mim
compres ouro provado no
fogo, para que te
enriqueças” (3.18a). Na
tipologia bíblica, o ouro é
símbolo da glória de Deus.
No Tabernáculo e no
Templo, alguns utensílios
eram de madeira, mas
revestidos de ouro.
2. Solução para a miséria espiritual
É o que Deus requer de nós,
obreiros e crentes em geral. Que
sejamos revestidos de Deus
(Rm 13.14), protegidos com a
armadura espiritual (Ef 6.11),
plenos do fruto do Espírito Santo
(Cl 3.12), da caridade (Cl 3.14).
Isso é ser rico para com o
Senhor, ainda que, na vida
material, experimentemos a
carência de recursos.
2. Solução para a miséria espiritual
“E vestes brancas, para
que te vistas, e não
apareça a vergonha da
tua nudez” (3.18b). Isto
significa purificação das
vestes espirituais
manchadas pela
iniquidade (Zc 3.1-4; Ap
22.14).
3. Vestes espirituais de santidade e pureza
O pecado não somente nos mancha
as vestes espirituais, como também
nos deixa nus diante de Deus. Haja
vista o ocorrido com Adão e Eva
após haverem desobedecido à voz
divina (Gn 3.7-11). Disto
concluímos que, tanto espiritual
quanto fisicamente, devem os filhos
de Deus andar de maneira ordeira e
decente conforme recomenda a
Palavra de Deus (1 Tm 2.9).
3. Vestes espirituais de santidade e pureza
“Eu repreendo e castigo a
todos quantos amo; sê, pois,
zeloso e arrepende-te” (3.19).
O amor de Deus estendeu-se
sobre a igreja de Laodicéia,
alertando-a quanto ao castigo
prestes a abater-se sobre ela
caso não se arrependesse:
“sê, pois, zeloso e arrepende-
te”.
4. Exortação ao arrependimento
“Eis que estou à porta e
bato; se alguém ouvir a
minha voz e abrir a porta,
entrarei em sua casa e com
ele cearei, e ele comigo”
(3.20). Jesus estava do lado
de fora. Mas, misericordioso
como é, continuava a bater
até que alguém lhe ouvisse a
voz (Ap 3.20).
5. Jesus do lado de fora!
Ele quer restaurar-nos com um
grande avivamento. Aleluia!
Abramos-lhe, pois, a porta e o
convidemos a entrar sem mais
tardança.
“Ao que vencer, lhe
concederei que se assente
comigo no meu trono, assim
como eu venci e me
assentei com meu Pai no
seu trono. Quem tem
ouvidos ouça o que o
Espírito diz às igrejas” (Ap
3.21,22).
6. Promessa gloriosa!
De todas as promessas
de vitória, dadas às igrejas
da Ásia, talvez a que Jesus
fez a Laodicéia tenha sido
a mais gloriosa. E esta
promessa diz respeito a
nós também.
6. Promessa gloriosa!
RESUMO DO TÓPICO (4)
Jesus exorta os crentes
laodicenses ao
arrependimento, mesmo
estando do lado de fora
daqueles corações. Para os
contritos, Deus tem
promessas gloriosas.
Conclusão:
A mornidão espiritual causa grande desgosto e
pesar ao Senhor Jesus. Chequemos, pois,
constantemente a temperatura do nosso
coração. É preciso reacender, diariamente, a
paixão espiritual por Jesus. As Escrituras
afirmam que, um dia, os santos com Ele
reinarão (Mt 19.28; Ap 20.4). Então, como ficar
morno diante de um futuro tão glorioso? Nunca
se esqueça da exortação do Senhor: “O fogo
arderá continuamente sobre o altar; não se
apagará” (Lv 6.13).
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Mornidão Espiritual: as causas e consequências da indiferença cristã

  • 2. “Eu sei as tuas obras, que nem és frio nem quente. Tomara que foras frio ou quente!” (Ap 3.15).
  • 3. A mornidão espiritual leva o crente à soberba, à iniquidade e à apostasia contra Deus.
  • 4.  Descrever as características da mornidão espiritual.  Saber as causas e os efeitos da mornidão.  Refletir sobre o dever de o crente entregar todas as suas necessidades a Deus.
  • 5. I. JESUS ADVERTE O PASTOR 1) Ao anjo da igreja (v.14) 2) Jesus se apresenta à igreja (v.14b) II. A MORNIDÃO DE LAODICÉIA 1) “Eu sei as tuas obras” (3.15) 2) “Que nem és frio nem quente” (3.15b) 3) Vomitado por Deus (v.16) III. CAUSAS DA MORNIDÃO 1) Apego à prosperidade material (3.17a) 2) Auto-suficiência (3.17a) 3) A realidade espiritual de Laodicéia (3.17b) IV. A MISERICÓRDIA DE DEUS PARA COM LAODICÉIA 1) Miséria espiritual 2) Solução para a miséria espiritual 3) Vestes espirituais de santidade e pureza 4) Exortação ao arrependimento 5) Jesus do lado de fora! 6) Promessa gloriosa!
  • 6. Mornidão Espiritual: “A igreja morna é aquela que transige com o mundo e, em comportamento, se assemelha à sociedade ímpia”. (BEP)
  • 7. Hesita entre dois pensamentos (1 Rs 18.21; Tg 1.6) O coração está sempre dividido (Os 10.2a). Serve ao Senhor parcialmente (2 Cr 25.2b). É um bolo que não foi virado (Os 7.8b). O CRENTE EM ESTADO DE MORNIDÃO
  • 9. Por causa de sua prosperidade material, a igreja de Laodicéia parecia estar vivendo um tempo de grandes bênçãos. Todavia, é severamente repreendida pelo Senhor Jesus: “... porque és morno... vomitar-te-ei da minha boca” (Ap 3.16). O que isto significa? O que é ser morno? O crente frio não mais demonstra interesse pelo Reino de Deus, por estar comprometido com o mundo (Mt 24.12).
  • 10. Mas o que significa ser morno? Este é o tema central de nossa lição. Estudaremos a respeito deste estado de morbidez espiritual, e a receita que Jesus prescreve para se combatê-la.
  • 11. O Senhor Jesus não se dirigiu diretamente aos crentes laodicenses, mas ao anjo da igreja - o pastor. Pois ele é o responsável pelo estado espiritual da igreja. Isto não anula, evidentemente, a responsabilidade de cada crente diante de Deus (Rm 14.12). 1. Ao anjo da igreja (v.14)
  • 12. Quanto ao pastor, além de prestar contas de si mesmo ao Senhor, o mesmo fará em relação à igreja que Jesus lhe confiou (Mt 25.21; 1 Pe 5.1-4; Hb 13.17). Ele é o apascentador (1 Pe 5.2) e o vigia do rebanho (Is 21.11), razão pela qual deve ser o exemplo para sua igreja (1 Tm 4.12). 1. Ao anjo da igreja (v.14)
  • 13. “Isto diz o Amém”. Para a igreja morna, Jesus se apresentou como o “Amém”, ressaltando a fidelidade e a verdade divinas. A igreja de Laodicéia não tinha firmeza de propósitos; era vacilante e sem poder. 2. Jesus se apresenta à igreja (v.14b)
  • 14. A ela, Jesus se apresentou também como a “testemunha fiel e verdadeira”. Ele é o modelo invariável e imutável para todos os crentes (1 Ts 1.6; Hb 4.15a). 2. Jesus se apresenta à igreja (v.14b)
  • 15. RESUMO DO TÓPICO (1) Jesus dirige-se ao pastor e à igreja morna de Laodicéia como o Amém, ressaltando a fidelidade e a verdade divinas.
  • 16. Os crentes de Laodicéia viviam de modo desordenado, carnal e autoconfiante em seus recursos. Não eram contrários ao evangelho, porém não viviam de acordo com a Palavra de Deus. Eram mornos. 1. “Eu sei as tuas obras” (3.15)
  • 17. Aos cristãos laodicenses, o Senhor Jesus iniciou sua mensagem de advertência, declarando que sabia, plenamente, as obras que eram praticadas por eles. Ele vê tudo o que se passa nas igrejas (Mc 4.22). 1. “Eu sei as tuas obras” (3.15)
  • 18. Laodicéia tornou-se insuportável para Deus. Num realismo surpreendente, o Senhor acrescentou: “Tomara que foras frio ou quente!”. 2. “Que nem és frio nem quente” (3.15b)
  • 19. É compreensível que o Senhor deseje uma igreja quente; mas uma igreja fria, parece contra-senso. Isto só é explicável se este último estado for pior do que o anterior. 2. “Que nem és frio nem quente” (3.15b)
  • 20. Como o crente morno não permite que Deus opere plenamente em sua vida, é vomitado pelo Senhor, segundo a figura usada no Apocalipse. Somente quem já se sentiu rejeitado por Deus pode avaliar como isso é terrível. 3. Vomitado por Deus (v.16)
  • 21. Davi e Saul, em consequência de seus pecados, passaram por situações de abandono por parte de Deus (Sl 51.8,11; 1 Sm 28.6; 16.1). 3. Vomitado por Deus (v.16)
  • 22. RESUMO DO TÓPICO (2) A mornidão dos crentes de Laodicéia é notada pelos seus atos egoístas, seculares e carnais. Tornaram-se, portanto, desagradáveis e insuportáveis para Deus.
  • 23. A igreja de Laodicéia, localizada num próspero centro comercial, achava-se apegada à riqueza. Ao invés de serem gratos a Deus, aqueles crentes preferiam viver de modo egoísta, secular e carnal. 1. Apego à prosperidade material (3.17a)
  • 24. Resultado: a riqueza material era acompanhada de miséria espiritual (1 Tm 6.10). 1. Apego à prosperidade material (3.17a)
  • 25. A igreja, representada pelo seu pastor, dizia: “... e de nada tenho falta”. Há pessoas que, quando pobres, acham-se apegadas a Deus, à sua Palavra, à igreja. 2. Auto-suficiência (3.17a)
  • 26. Porém, quando Deus lhes concede prosperidade material, tornam-se egoístas e ingratas. Deixam de dar prioridade à vida espiritual para se envolverem com as coisas materiais, esquecendo-se completamente de Deus e de sua casa. 2. Auto-suficiência (3.17a)
  • 27. Enquanto os crentes de Laodicéia diziam-se ricos, Jesus chamava-os de pobres: “e não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu”. 3. A realidade espiritual de Laodicéia (3.17b)
  • 28. Os olhos de Deus (Ap 2.18) veem não apenas o exterior, mas o coração de cada um. A igreja havia perdido as riquezas da glória (Ef 1.18) e da graça (Ef 2.7). 3. A realidade espiritual de Laodicéia (3.17b)
  • 29. RESUMO DO TÓPICO (3) A mornidão espiritual em Laodicéia devia-se ao apego à riqueza e à auto- suficiência dos crentes, pois não priorizavam a vida espiritual e se embaraçavam com as coisas deste mundo.
  • 30. “E não sabes que és um desgraçado, e miserável, e pobre, e cego, e nu” (3.17b). Cinco palavras foram suficientes para o Senhor Jesus resumir a situação de extrema penúria espiritual de Laodicéia. 1. Miséria espiritual
  • 31. Eles julgavam-se ricos. Mas, diante do Senhor, eram miseráveis, pobres e cegos. Nada possuíam. Entretanto, Deus, em sua misericórdia, apontou o caminho para que a igreja saísse da miséria espiritual. 1. Miséria espiritual
  • 32. “Aconselho-te que de mim compres ouro provado no fogo, para que te enriqueças” (3.18a). Na tipologia bíblica, o ouro é símbolo da glória de Deus. No Tabernáculo e no Templo, alguns utensílios eram de madeira, mas revestidos de ouro. 2. Solução para a miséria espiritual
  • 33. É o que Deus requer de nós, obreiros e crentes em geral. Que sejamos revestidos de Deus (Rm 13.14), protegidos com a armadura espiritual (Ef 6.11), plenos do fruto do Espírito Santo (Cl 3.12), da caridade (Cl 3.14). Isso é ser rico para com o Senhor, ainda que, na vida material, experimentemos a carência de recursos. 2. Solução para a miséria espiritual
  • 34. “E vestes brancas, para que te vistas, e não apareça a vergonha da tua nudez” (3.18b). Isto significa purificação das vestes espirituais manchadas pela iniquidade (Zc 3.1-4; Ap 22.14). 3. Vestes espirituais de santidade e pureza
  • 35. O pecado não somente nos mancha as vestes espirituais, como também nos deixa nus diante de Deus. Haja vista o ocorrido com Adão e Eva após haverem desobedecido à voz divina (Gn 3.7-11). Disto concluímos que, tanto espiritual quanto fisicamente, devem os filhos de Deus andar de maneira ordeira e decente conforme recomenda a Palavra de Deus (1 Tm 2.9). 3. Vestes espirituais de santidade e pureza
  • 36. “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê, pois, zeloso e arrepende-te” (3.19). O amor de Deus estendeu-se sobre a igreja de Laodicéia, alertando-a quanto ao castigo prestes a abater-se sobre ela caso não se arrependesse: “sê, pois, zeloso e arrepende- te”. 4. Exortação ao arrependimento
  • 37. “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e com ele cearei, e ele comigo” (3.20). Jesus estava do lado de fora. Mas, misericordioso como é, continuava a bater até que alguém lhe ouvisse a voz (Ap 3.20). 5. Jesus do lado de fora! Ele quer restaurar-nos com um grande avivamento. Aleluia! Abramos-lhe, pois, a porta e o convidemos a entrar sem mais tardança.
  • 38. “Ao que vencer, lhe concederei que se assente comigo no meu trono, assim como eu venci e me assentei com meu Pai no seu trono. Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas” (Ap 3.21,22). 6. Promessa gloriosa!
  • 39. De todas as promessas de vitória, dadas às igrejas da Ásia, talvez a que Jesus fez a Laodicéia tenha sido a mais gloriosa. E esta promessa diz respeito a nós também. 6. Promessa gloriosa!
  • 40. RESUMO DO TÓPICO (4) Jesus exorta os crentes laodicenses ao arrependimento, mesmo estando do lado de fora daqueles corações. Para os contritos, Deus tem promessas gloriosas.
  • 41. Conclusão: A mornidão espiritual causa grande desgosto e pesar ao Senhor Jesus. Chequemos, pois, constantemente a temperatura do nosso coração. É preciso reacender, diariamente, a paixão espiritual por Jesus. As Escrituras afirmam que, um dia, os santos com Ele reinarão (Mt 19.28; Ap 20.4). Então, como ficar morno diante de um futuro tão glorioso? Nunca se esqueça da exortação do Senhor: “O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará” (Lv 6.13).
  • 42. Estudo disponível no www.facebook.com/EBDFrutosparaVida Necessário baixar o aplicativo slideshare para visualização em smartphones e tablets