SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 35
Baixar para ler offline
Escola Bíblica Dominical
As características de um verdadeiro
líder
“Porque estou zeloso de vós com zelo de
Deus; porque vos tenho preparado para
vos apresentar como uma virgem pura a
um marido, a saber, a Cristo” (2 Co 11.2).
Um líder cristão autêntico é aquele que
tem por objetivo maior servir a Deus e à
sua Igreja.
 Compreender que o líder cristão
autêntico é aquele que não perde o
senso de dependência de Deus.
 Distinguir as características de um
verdadeiro líder.
 Descrever os tipos de lideranças
encontradas no seio da igreja.
I. OS DESAFIOS DO APOSTOLADO PAULINO (II Co. 10.9-18)
1) O desafio da oposição (10.9-11)
2) O desafio do orgulho (10.12,13)
3) O desafio do respeito aos limites e da autoglorificação (10.14-18)
II. AS MARCAS DE UM VERDADEIRO LÍDER (II Co. 11.2-15)
1) O compromisso de Paulo diante da igreja e de Deus (vv.2-4)
2) Paulo se interessa, antes de tudo, pelo bem-estar espiritual da igreja
(vv.5-15)
3) Paulo colocou o ato de servir acima dos interesses pessoais (vv.16-
33)
III. PAULO, UM LÍDER SEGUNDO A VONTADE DE DEUS
Paulo era um líder autêntico,
compromissado com Deus e com a
sua Obra. Suas credenciais de
ministro de Deus são evidenciadas
através do seu trabalho árduo, do
sofrimento e da preocupação com as
ovelhas do Senhor. Como líder ele era
exemplo, e sabemos que a liderança
na igreja é repleta de desafios.
2 Coríntios
10.12-16
11.2,3,5,6.
Palavra Chave
Líder: Indivíduo que chefia, comanda
e/ou orienta em qualquer ação.
Paulo é um dos maiores exemplos de
liderança do Novo Testamento. Seu
modelo máximo é Jesus. E o
apóstolo ajustou sua liderança
conforme o conhecimento que adquiriu
acerca do Mestre.
Nesta lição, ele prossegue defendendo
o seu apostolado contra os ataques dos
falsos apóstolos, e reafirma sua
igualdade com os demais apóstolos em
termos de autoridade e liberdade para
pregar o Evangelho.
Porém, a fim de mostrar sua autoridade
e liderança em Cristo, Paulo ressalta
não ser sua intenção exercer domínio
sobre a fé dos coríntios, pelo contrário,
ele está pronto a ser humilhado para
que eles fossem exaltados (2 Co 11.7).
1. O desafio da oposição (II Co. 10.9-11).
Nesses quatro últimos capítulos, observamos
que se destacam três personagens
principais: o apóstolo, os opositores e os
coríntios. Nos versículos 9 e 10, o apóstolo
discorre sobre a carta que enviara aos
coríntios.
1. O desafio da oposição (II Co. 10.9-11).
Uma regra básica ao escrever
cartas, naquela época, é que
essas deviam corresponder à
personalidade de quem as
enviara. Como Paulo havia
sido severo na redação de
suas cartas, era acusado,
agora, de não ter a mesma
postura enquanto estava
presente entre eles.
1. O desafio da oposição (II Co. 10.9-11).
Os oponentes insinuavam
que o apóstolo não tinha
coragem ou era incoerente.
Na realidade, eles apenas
buscavam mais uma
oportunidade para o
acusarem. Paulo, porém, foi
incisivo e firme (vv.11,12).
2. O desafio do orgulho (II Co. 10.12,13).
Nestes versículos, Paulo
demonstra a importância de
o líder exercer a autocrítica.
Ele fala da arrogância dos
que se sentiam superiores a
ele. Refutando tal orgulho,
Paulo admite não estar
disposto a classificar-se entre
os que louvam a si mesmos.
2. O desafio do orgulho (II Co. 10.12,13).
Ele considerava essa atitude
uma ousadia incabível no
meio da Igreja (v.12). A
vaidade dos oponentes era
“sem medida” (v.13), e o
“critério” de aferição que
usavam baseava-se apenas
na opinião que os tais tinham
de si mesmos.
2. O desafio do orgulho (II Co. 10.12,13).
O apóstolo afirma que “esses
que se medem a si mesmos e
se comparam consigo
mesmos estão sem
entendimento” (v.12);
demonstram falta de lucidez
e discernimento espiritual.
3. O desafio do respeito aos limites e da
autoglorificação (II Co. 10.14-18)
Respeitar os limites alheios é
uma atitude indispensável a
um líder. Paulo destaca que
todo líder deve conhecer a
medida certa de suas ações
(v.13).
3. O desafio do respeito aos limites e da
autoglorificação (II Co. 10.14-18)
Seja do ponto de vista
pessoal, ou coletivo, o líder
deve respeitar os limites
de sua liderança, e não
apossar-se da honra de um
trabalho realizado por outros
(vv.15,16).
3. O desafio do respeito aos limites e da
autoglorificação (II Co. 10.14-18)
Se assim agirmos, não
correremos o risco de nos
autogloriarmos. Gloriemo-nos
apenas no Senhor (v.17). O
líder realmente chamado por
Deus não precisa louvar a si
mesmo; o próprio Senhor o
fará (v.18).
RESUMO DO TÓPICO (1)
Respeitar os limites alheios é
uma atitude indispensável a
um líder. Todo líder deve
conhecer a medida certa de
suas ações.
1. O compromisso de Paulo diante da
igreja e de Deus (vv.2-4).
Paulo deixa claro que
recebeu do próprio Deus
sua autoridade
apostólica, a fim de
edificar, e não dominar, a
Igreja de Cristo.
1. O compromisso de Paulo diante da
igreja e de Deus (vv.2-4).
Entretanto, os coríntios,
influenciados pelos falsos
apóstolos, que agiam na
ausência de Paulo,
demonstravam
superficialidade no
conhecimento das coisas
espirituais (v.4).
1. O compromisso de Paulo diante da
igreja e de Deus (vv.2-4).
O fato decepcionou o
apóstolo, pois ele tinha
por objetivo prepará-los
para apresentá-los “como
uma virgem pura a um
marido, a saber, a Cristo”
(v.2).
2. Paulo se interessa, antes de tudo, pelo
bem-estar espiritual da igreja (vv.5-15)
A postura de Paulo de não
depender financeiramente
da igreja de Corinto, foi
utilizada injustamente pelos
falsos apóstolos para
acusá-lo de não ser ele um
apóstolo verdadeiro (vv.5-
11).
2. Paulo se interessa, antes de tudo, pelo
bem-estar espiritual da igreja (vv.5-15)
Por sua vez, Paulo afirma que
os irmãos da Macedônia (e
outras igrejas) haviam-no
socorrido em suas
necessidades (vv.8,9). O
apóstolo dos gentios assim
procedeu, a fim de não dar
ainda mais ocasião para os
seus oponentes o acusarem
(v.12).
3. Paulo colocou o ato de servir acima
dos interesses pessoais (vv.16-33)
Paulo expõe, agora, todos os
seus sofrimentos físicos e
emocionais por amor a
Cristo: fome, sede, nudez,
açoites, prisões, naufrágios,
ameaças e perigos
incontáveis.
3. Paulo colocou o ato de servir acima
dos interesses pessoais (vv.16-33)
Ele não somente se
identificava com aqueles a
quem servia, como também
por estes interessava-se, a
fim de que fossem
beneficiados com o
Evangelho. Seu amor pelas
igrejas de Cristo dava-lhe
forças para seguir em sua
missão apostólica (v.28).
Era um homem de
Deus que se
identificava com o
rebanho de Cristo em
todas as situações
(v.29).
RESUMO DO TÓPICO (2)
O líder autêntico coloca o
ato de servir acima dos
interesses pessoais.
Indiscutivelmente, Paulo foi
um líder que demonstrou
ampla competência para o
exercício do seu ministério.
Cada igreja, estabelecida por
ele, tinha características
próprias e exigia dele
habilidades específicas, a
fim de lidar com situações
bastante particulares.
Foi o que o apóstolo demonstrou no
trato com os coríntios. Servindo-os
humildemente, como fez o Senhor Jesus
durante o seu ministério terreno, e
externando um amor que só o
verdadeiro líder chamado por Deus
possui, demonstrou-lhes ser, realmente,
um apóstolo chamado por Cristo Jesus,
a fim de levar o Evangelho aos gentios
até aos confins da terra.
Paulo aprendera com Jesus: o
servir é uma das
características mais
marcantes de um obreiro. O
servir, aliás, é o verdadeiro
padrão de liderança
neotestamentária. É hora de
nos apresentarmos como leais
servidores a serviço do Rei.
Quem não está pronto a servir
jamais estará apto para o Reino
de Deus.
RESUMO DO TÓPICO (3)
O padrão bíblico requer que
os líderes aprendam a
desenvolver atitudes de
parcerias, de
compartilhamento com seus
liderados.
Conclusão:
Que exemplo nos deixou o apóstolo Paulo! Sua
liderança não foi estabelecida por homem
algum, mas por Deus. Portanto, ele sabia que
no Reino de Deus só há uma alternativa para
aqueles que amam a Cristo e a sua Igreja:
servir, servir e servir. Não foi exatamente
isso que fez o Senhor durante o seu ministério
terreno? Por que agiríamos de forma diferente?
Estudo disponível no
Facebook
www.facebook.com/EBDFrutosparaVida
Necessário baixar o
aplicativo slideshare para
visualização em
smartphones e tablets

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

PROJEÇÃO_JOVENS_LIção 3 - Divisões na Igreja
PROJEÇÃO_JOVENS_LIção 3 - Divisões na IgrejaPROJEÇÃO_JOVENS_LIção 3 - Divisões na Igreja
PROJEÇÃO_JOVENS_LIção 3 - Divisões na IgrejaPastor Natalino Das Neves
 
Estudo 12 as cartas de paulo III - gl-ef-fp-cl
Estudo 12   as cartas de paulo III - gl-ef-fp-clEstudo 12   as cartas de paulo III - gl-ef-fp-cl
Estudo 12 as cartas de paulo III - gl-ef-fp-clJUERP
 
O Discipulado Cristão na Carta aos Filipenses
O Discipulado Cristão na Carta aos FilipensesO Discipulado Cristão na Carta aos Filipenses
O Discipulado Cristão na Carta aos FilipensesJUERP
 
A ceia do senhor, por william r. downing
A ceia do senhor, por william r. downingA ceia do senhor, por william r. downing
A ceia do senhor, por william r. downingsoarescastrodf
 
Carta apostólica porta fidei
Carta apostólica porta fideiCarta apostólica porta fidei
Carta apostólica porta fideiVanessa Almeida
 
Colossenses - Cap. 01 parte 02
Colossenses - Cap. 01 parte 02Colossenses - Cap. 01 parte 02
Colossenses - Cap. 01 parte 02Daniel M Junior
 
Evangélico claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...
Evangélico   claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...Evangélico   claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...
Evangélico claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...manoel ramos de oliveira
 
Comentário Bíblico de Romanos
Comentário Bíblico de RomanosComentário Bíblico de Romanos
Comentário Bíblico de RomanosRicardo Gondim
 
Lição 7 - A IGREJA NA REFORMA PROTESTANTE
Lição 7 - A IGREJA NA REFORMA PROTESTANTELição 7 - A IGREJA NA REFORMA PROTESTANTE
Lição 7 - A IGREJA NA REFORMA PROTESTANTEErberson Pinheiro
 
Vomitar te-Ei!!! Um alerta para a igreja do século 21
Vomitar te-Ei!!!  Um alerta para a igreja do século 21Vomitar te-Ei!!!  Um alerta para a igreja do século 21
Vomitar te-Ei!!! Um alerta para a igreja do século 21Robson Rocha
 
Estudos de Romanos - Parte 2
Estudos de Romanos - Parte 2Estudos de Romanos - Parte 2
Estudos de Romanos - Parte 2Camila Guimarães
 
LBA Lição 13 - O cultivo das relações interpessoais
LBA Lição 13 - O cultivo das relações interpessoaisLBA Lição 13 - O cultivo das relações interpessoais
LBA Lição 13 - O cultivo das relações interpessoaisNatalino das Neves Neves
 
37 1 e 2 tessalonicenses
37  1 e 2 tessalonicenses37  1 e 2 tessalonicenses
37 1 e 2 tessalonicensesPIB Penha
 

Mais procurados (20)

PROJEÇÃO_JOVENS_LIção 3 - Divisões na Igreja
PROJEÇÃO_JOVENS_LIção 3 - Divisões na IgrejaPROJEÇÃO_JOVENS_LIção 3 - Divisões na Igreja
PROJEÇÃO_JOVENS_LIção 3 - Divisões na Igreja
 
Estudo 12 as cartas de paulo III - gl-ef-fp-cl
Estudo 12   as cartas de paulo III - gl-ef-fp-clEstudo 12   as cartas de paulo III - gl-ef-fp-cl
Estudo 12 as cartas de paulo III - gl-ef-fp-cl
 
Porta fidei
Porta fideiPorta fidei
Porta fidei
 
10. 2a. epístola de paulo aos corintios
10. 2a. epístola de paulo aos corintios10. 2a. epístola de paulo aos corintios
10. 2a. epístola de paulo aos corintios
 
O Discipulado Cristão na Carta aos Filipenses
O Discipulado Cristão na Carta aos FilipensesO Discipulado Cristão na Carta aos Filipenses
O Discipulado Cristão na Carta aos Filipenses
 
Porta Fidei
Porta FideiPorta Fidei
Porta Fidei
 
A ceia do senhor, por william r. downing
A ceia do senhor, por william r. downingA ceia do senhor, por william r. downing
A ceia do senhor, por william r. downing
 
Carta apostólica porta fidei
Carta apostólica porta fideiCarta apostólica porta fidei
Carta apostólica porta fidei
 
Colossenses - Cap. 01 parte 02
Colossenses - Cap. 01 parte 02Colossenses - Cap. 01 parte 02
Colossenses - Cap. 01 parte 02
 
Evangélico claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...
Evangélico   claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...Evangélico   claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...
Evangélico claudionor de andrade - fundamento bíblico de um autêntico aviva...
 
LBA Lição 12 - Cosmovisão missionária
LBA Lição 12 - Cosmovisão missionáriaLBA Lição 12 - Cosmovisão missionária
LBA Lição 12 - Cosmovisão missionária
 
Carta apostolica-porta-fideli
Carta apostolica-porta-fideliCarta apostolica-porta-fideli
Carta apostolica-porta-fideli
 
Comentário Bíblico de Romanos
Comentário Bíblico de RomanosComentário Bíblico de Romanos
Comentário Bíblico de Romanos
 
Lição 04
Lição 04Lição 04
Lição 04
 
Lição 7 - A IGREJA NA REFORMA PROTESTANTE
Lição 7 - A IGREJA NA REFORMA PROTESTANTELição 7 - A IGREJA NA REFORMA PROTESTANTE
Lição 7 - A IGREJA NA REFORMA PROTESTANTE
 
Vomitar te-Ei!!! Um alerta para a igreja do século 21
Vomitar te-Ei!!!  Um alerta para a igreja do século 21Vomitar te-Ei!!!  Um alerta para a igreja do século 21
Vomitar te-Ei!!! Um alerta para a igreja do século 21
 
Estudos de Romanos - Parte 2
Estudos de Romanos - Parte 2Estudos de Romanos - Parte 2
Estudos de Romanos - Parte 2
 
LBA Lição 13 - O cultivo das relações interpessoais
LBA Lição 13 - O cultivo das relações interpessoaisLBA Lição 13 - O cultivo das relações interpessoais
LBA Lição 13 - O cultivo das relações interpessoais
 
Romanos 12.2
Romanos 12.2Romanos 12.2
Romanos 12.2
 
37 1 e 2 tessalonicenses
37  1 e 2 tessalonicenses37  1 e 2 tessalonicenses
37 1 e 2 tessalonicenses
 

Destaque

Destaque (16)

A SUBMISSÃO
A SUBMISSÃOA SUBMISSÃO
A SUBMISSÃO
 
Escola de Líderes
Escola de LíderesEscola de Líderes
Escola de Líderes
 
Liderança
LiderançaLiderança
Liderança
 
Igreja do evangelho quadrangular
Igreja do evangelho quadrangularIgreja do evangelho quadrangular
Igreja do evangelho quadrangular
 
Autoridade Espiritual
Autoridade EspiritualAutoridade Espiritual
Autoridade Espiritual
 
PrincíPios De LiderançA
PrincíPios De LiderançAPrincíPios De LiderançA
PrincíPios De LiderançA
 
Submissão
Submissão Submissão
Submissão
 
Obreiro aprovado
Obreiro aprovadoObreiro aprovado
Obreiro aprovado
 
8 HABITOS - Convite
8 HABITOS - Convite8 HABITOS - Convite
8 HABITOS - Convite
 
Como ser um líder eficaz no ministério cristão
Como ser um líder eficaz no ministério cristãoComo ser um líder eficaz no ministério cristão
Como ser um líder eficaz no ministério cristão
 
Escola de lideres compromisso e prioridades
Escola de lideres   compromisso e prioridadesEscola de lideres   compromisso e prioridades
Escola de lideres compromisso e prioridades
 
PRINCÍPIO DA LEALDADE
PRINCÍPIO DA LEALDADEPRINCÍPIO DA LEALDADE
PRINCÍPIO DA LEALDADE
 
8 hábitos de um líder de célula eficaz
8 hábitos de um líder de célula eficaz8 hábitos de um líder de célula eficaz
8 hábitos de um líder de célula eficaz
 
O líder de célula
O líder de célula O líder de célula
O líder de célula
 
Liderança cristã apresentação
Liderança cristã apresentaçãoLiderança cristã apresentação
Liderança cristã apresentação
 
Curso para obreiros
Curso para obreirosCurso para obreiros
Curso para obreiros
 

Semelhante a Características de um verdadeiro líder cristão

LIÇÃO 11 - A ORGANIZAÇÃO DE UMA IGREJA LOCAL
LIÇÃO 11 - A ORGANIZAÇÃO DE UMA IGREJA LOCALLIÇÃO 11 - A ORGANIZAÇÃO DE UMA IGREJA LOCAL
LIÇÃO 11 - A ORGANIZAÇÃO DE UMA IGREJA LOCALLourinaldo Serafim
 
EBD 1º Tri 2010 - Lição 13 - 28032010 - Subsídio
EBD 1º Tri 2010 - Lição 13 - 28032010 - SubsídioEBD 1º Tri 2010 - Lição 13 - 28032010 - Subsídio
EBD 1º Tri 2010 - Lição 13 - 28032010 - SubsídioValter Borges
 
Lição 11 a organização de uma igreja local 3º trimestre de 2015
Lição 11   a organização de uma igreja local    3º trimestre de 2015Lição 11   a organização de uma igreja local    3º trimestre de 2015
Lição 11 a organização de uma igreja local 3º trimestre de 2015Andrew Guimarães
 
IBADEP BASICO - EPISTOLAS PAULINAS E GERAIS AULA2 - 1 e 2 CORINTIOS
IBADEP BASICO -  EPISTOLAS PAULINAS E GERAIS  AULA2 - 1 e 2 CORINTIOSIBADEP BASICO -  EPISTOLAS PAULINAS E GERAIS  AULA2 - 1 e 2 CORINTIOS
IBADEP BASICO - EPISTOLAS PAULINAS E GERAIS AULA2 - 1 e 2 CORINTIOSRubens Sohn
 
EBD CPAD Lições bíblicas 3°trimestre 2015 aula 11 A organização de uma igreja...
EBD CPAD Lições bíblicas 3°trimestre 2015 aula 11 A organização de uma igreja...EBD CPAD Lições bíblicas 3°trimestre 2015 aula 11 A organização de uma igreja...
EBD CPAD Lições bíblicas 3°trimestre 2015 aula 11 A organização de uma igreja...GIDEONE Moura Santos Ferreira
 
Panorama do NT - 2Coríntios
Panorama do NT - 2CoríntiosPanorama do NT - 2Coríntios
Panorama do NT - 2CoríntiosRespirando Deus
 
EBD 1º Trim. 2010 - Lição 07 - 14022010 Subsídio
EBD 1º Trim. 2010 - Lição 07 - 14022010 SubsídioEBD 1º Trim. 2010 - Lição 07 - 14022010 Subsídio
EBD 1º Trim. 2010 - Lição 07 - 14022010 SubsídioValter Borges
 
Doutrina ii corintios
Doutrina  ii corintiosDoutrina  ii corintios
Doutrina ii corintiosJoel Silva
 
Conselhos Gerais - Lição 06 - 3º Trimestre de 2015
Conselhos Gerais - Lição 06 - 3º Trimestre de 2015Conselhos Gerais - Lição 06 - 3º Trimestre de 2015
Conselhos Gerais - Lição 06 - 3º Trimestre de 2015Pr. Andre Luiz
 
APROVADO POR DEUS EM CRISTO JESUS - LIÇÃO 8
APROVADO POR DEUS EM CRISTO JESUS - LIÇÃO 8APROVADO POR DEUS EM CRISTO JESUS - LIÇÃO 8
APROVADO POR DEUS EM CRISTO JESUS - LIÇÃO 8Samarone Melo
 
opropsitodosdonsespirituais-140410113333-phpapp01.pdf
opropsitodosdonsespirituais-140410113333-phpapp01.pdfopropsitodosdonsespirituais-140410113333-phpapp01.pdf
opropsitodosdonsespirituais-140410113333-phpapp01.pdfTiago Silva
 
O propósito dos dons espirituais
O propósito dos dons espirituaisO propósito dos dons espirituais
O propósito dos dons espirituaisMoisés Sampaio
 
LIÇÃO 01 - UMA MENSAGEM À IGREJA LOCAL E À LIDERANÇA
LIÇÃO 01 - UMA MENSAGEM À IGREJA LOCAL E À LIDERANÇA LIÇÃO 01 - UMA MENSAGEM À IGREJA LOCAL E À LIDERANÇA
LIÇÃO 01 - UMA MENSAGEM À IGREJA LOCAL E À LIDERANÇA Lourinaldo Serafim
 
Lição 08 - Aprovados por deus em cristo jesus
Lição 08 - Aprovados por deus em cristo jesusLição 08 - Aprovados por deus em cristo jesus
Lição 08 - Aprovados por deus em cristo jesusRegio Davis
 
160 estudo panoramico-da_biblia-o_livro_de_2_corintios-parte_9
160 estudo panoramico-da_biblia-o_livro_de_2_corintios-parte_9160 estudo panoramico-da_biblia-o_livro_de_2_corintios-parte_9
160 estudo panoramico-da_biblia-o_livro_de_2_corintios-parte_9Robson Tavares Fernandes
 
Lição 8 aprovados por deus em cristo jesus 3º trimestre de 2015
Lição 8   aprovados por deus em cristo jesus 3º trimestre de 2015Lição 8   aprovados por deus em cristo jesus 3º trimestre de 2015
Lição 8 aprovados por deus em cristo jesus 3º trimestre de 2015Andrew Guimarães
 
Texto 1 carisma do ministério pastoral - bispo josué adam lazier
Texto 1   carisma do ministério pastoral - bispo josué adam lazierTexto 1   carisma do ministério pastoral - bispo josué adam lazier
Texto 1 carisma do ministério pastoral - bispo josué adam lazierPaulo Dias Nogueira
 

Semelhante a Características de um verdadeiro líder cristão (20)

LIÇÃO 11 - A ORGANIZAÇÃO DE UMA IGREJA LOCAL
LIÇÃO 11 - A ORGANIZAÇÃO DE UMA IGREJA LOCALLIÇÃO 11 - A ORGANIZAÇÃO DE UMA IGREJA LOCAL
LIÇÃO 11 - A ORGANIZAÇÃO DE UMA IGREJA LOCAL
 
EBD 1º Tri 2010 - Lição 13 - 28032010 - Subsídio
EBD 1º Tri 2010 - Lição 13 - 28032010 - SubsídioEBD 1º Tri 2010 - Lição 13 - 28032010 - Subsídio
EBD 1º Tri 2010 - Lição 13 - 28032010 - Subsídio
 
Lição 11 a organização de uma igreja local 3º trimestre de 2015
Lição 11   a organização de uma igreja local    3º trimestre de 2015Lição 11   a organização de uma igreja local    3º trimestre de 2015
Lição 11 a organização de uma igreja local 3º trimestre de 2015
 
IBADEP BASICO - EPISTOLAS PAULINAS E GERAIS AULA2 - 1 e 2 CORINTIOS
IBADEP BASICO -  EPISTOLAS PAULINAS E GERAIS  AULA2 - 1 e 2 CORINTIOSIBADEP BASICO -  EPISTOLAS PAULINAS E GERAIS  AULA2 - 1 e 2 CORINTIOS
IBADEP BASICO - EPISTOLAS PAULINAS E GERAIS AULA2 - 1 e 2 CORINTIOS
 
1 Coríntios 4.docx
1 Coríntios 4.docx1 Coríntios 4.docx
1 Coríntios 4.docx
 
EBD CPAD Lições bíblicas 3°trimestre 2015 aula 11 A organização de uma igreja...
EBD CPAD Lições bíblicas 3°trimestre 2015 aula 11 A organização de uma igreja...EBD CPAD Lições bíblicas 3°trimestre 2015 aula 11 A organização de uma igreja...
EBD CPAD Lições bíblicas 3°trimestre 2015 aula 11 A organização de uma igreja...
 
Panorama do NT - 2Coríntios
Panorama do NT - 2CoríntiosPanorama do NT - 2Coríntios
Panorama do NT - 2Coríntios
 
Lição 3ª Liderança espiritual
Lição 3ª Liderança espiritualLição 3ª Liderança espiritual
Lição 3ª Liderança espiritual
 
EBD 1º Trim. 2010 - Lição 07 - 14022010 Subsídio
EBD 1º Trim. 2010 - Lição 07 - 14022010 SubsídioEBD 1º Trim. 2010 - Lição 07 - 14022010 Subsídio
EBD 1º Trim. 2010 - Lição 07 - 14022010 Subsídio
 
Ii corintios
Ii corintiosIi corintios
Ii corintios
 
Doutrina ii corintios
Doutrina  ii corintiosDoutrina  ii corintios
Doutrina ii corintios
 
Conselhos Gerais - Lição 06 - 3º Trimestre de 2015
Conselhos Gerais - Lição 06 - 3º Trimestre de 2015Conselhos Gerais - Lição 06 - 3º Trimestre de 2015
Conselhos Gerais - Lição 06 - 3º Trimestre de 2015
 
APROVADO POR DEUS EM CRISTO JESUS - LIÇÃO 8
APROVADO POR DEUS EM CRISTO JESUS - LIÇÃO 8APROVADO POR DEUS EM CRISTO JESUS - LIÇÃO 8
APROVADO POR DEUS EM CRISTO JESUS - LIÇÃO 8
 
opropsitodosdonsespirituais-140410113333-phpapp01.pdf
opropsitodosdonsespirituais-140410113333-phpapp01.pdfopropsitodosdonsespirituais-140410113333-phpapp01.pdf
opropsitodosdonsespirituais-140410113333-phpapp01.pdf
 
O propósito dos dons espirituais
O propósito dos dons espirituaisO propósito dos dons espirituais
O propósito dos dons espirituais
 
LIÇÃO 01 - UMA MENSAGEM À IGREJA LOCAL E À LIDERANÇA
LIÇÃO 01 - UMA MENSAGEM À IGREJA LOCAL E À LIDERANÇA LIÇÃO 01 - UMA MENSAGEM À IGREJA LOCAL E À LIDERANÇA
LIÇÃO 01 - UMA MENSAGEM À IGREJA LOCAL E À LIDERANÇA
 
Lição 08 - Aprovados por deus em cristo jesus
Lição 08 - Aprovados por deus em cristo jesusLição 08 - Aprovados por deus em cristo jesus
Lição 08 - Aprovados por deus em cristo jesus
 
160 estudo panoramico-da_biblia-o_livro_de_2_corintios-parte_9
160 estudo panoramico-da_biblia-o_livro_de_2_corintios-parte_9160 estudo panoramico-da_biblia-o_livro_de_2_corintios-parte_9
160 estudo panoramico-da_biblia-o_livro_de_2_corintios-parte_9
 
Lição 8 aprovados por deus em cristo jesus 3º trimestre de 2015
Lição 8   aprovados por deus em cristo jesus 3º trimestre de 2015Lição 8   aprovados por deus em cristo jesus 3º trimestre de 2015
Lição 8 aprovados por deus em cristo jesus 3º trimestre de 2015
 
Texto 1 carisma do ministério pastoral - bispo josué adam lazier
Texto 1   carisma do ministério pastoral - bispo josué adam lazierTexto 1   carisma do ministério pastoral - bispo josué adam lazier
Texto 1 carisma do ministério pastoral - bispo josué adam lazier
 

Mais de Wander Sousa

Lição 40 O perigo das obras da carne
Lição 40   O perigo das obras da carneLição 40   O perigo das obras da carne
Lição 40 O perigo das obras da carneWander Sousa
 
Lição 39 Integridade em tempos de crise
Lição 39   Integridade em tempos de criseLição 39   Integridade em tempos de crise
Lição 39 Integridade em tempos de criseWander Sousa
 
Lição 38 Ídolos
Lição 38   ÍdolosLição 38   Ídolos
Lição 38 ÍdolosWander Sousa
 
Lição 37 O fruto do Espírito — a plenitude de Cristo na vida do crente
Lição 37   O fruto do Espírito — a plenitude de Cristo na vida do crenteLição 37   O fruto do Espírito — a plenitude de Cristo na vida do crente
Lição 37 O fruto do Espírito — a plenitude de Cristo na vida do crenteWander Sousa
 
Lição 36 as limitações dos discípulos
Lição 36   as limitações dos discípulosLição 36   as limitações dos discípulos
Lição 36 as limitações dos discípulosWander Sousa
 
Lição 35 o cuidado com a língua
Lição 35   o cuidado com a línguaLição 35   o cuidado com a língua
Lição 35 o cuidado com a línguaWander Sousa
 
Lição 34 O propósito da tentação
Lição 34   O propósito da tentaçãoLição 34   O propósito da tentação
Lição 34 O propósito da tentaçãoWander Sousa
 
Lição 33 Desafios de um casamento
Lição 33   Desafios de um casamentoLição 33   Desafios de um casamento
Lição 33 Desafios de um casamentoWander Sousa
 
Lição 32 Fé em meio às injustiças
Lição 32   Fé em meio às injustiçasLição 32   Fé em meio às injustiças
Lição 32 Fé em meio às injustiçasWander Sousa
 
Lição 31 As consequências das escolhas precipitadas
Lição 31   As consequências das escolhas precipitadasLição 31   As consequências das escolhas precipitadas
Lição 31 As consequências das escolhas precipitadasWander Sousa
 
Dons Ministeriais | Três aulas
Dons Ministeriais | Três aulasDons Ministeriais | Três aulas
Dons Ministeriais | Três aulasWander Sousa
 
Lição 29 Os dons espirituais
Lição 29   Os dons espirituaisLição 29   Os dons espirituais
Lição 29 Os dons espirituaisWander Sousa
 
Lição 28 O poder da evangelização na família
Lição 28   O poder da evangelização na famíliaLição 28   O poder da evangelização na família
Lição 28 O poder da evangelização na famíliaWander Sousa
 
Lição 27 Jesus e a felicidade
Lição 27   Jesus e a felicidadeLição 27   Jesus e a felicidade
Lição 27 Jesus e a felicidadeWander Sousa
 
Lição 26 Os falsos profetas
Lição 26   Os falsos profetasLição 26   Os falsos profetas
Lição 26 Os falsos profetasWander Sousa
 
Lição 25 Cuidado com as pequenas coisas
Lição 25   Cuidado com as pequenas coisasLição 25   Cuidado com as pequenas coisas
Lição 25 Cuidado com as pequenas coisasWander Sousa
 
Lição 24 Desafios de um Casamento
Lição 24   Desafios de um CasamentoLição 24   Desafios de um Casamento
Lição 24 Desafios de um CasamentoWander Sousa
 
Lição 23 Depressão, a doença da alma
Lição 23   Depressão, a doença da almaLição 23   Depressão, a doença da alma
Lição 23 Depressão, a doença da almaWander Sousa
 
Lição 22 Terceira idade
Lição 22   Terceira idadeLição 22   Terceira idade
Lição 22 Terceira idadeWander Sousa
 
Lição 21 Rebelião
Lição 21   RebeliãoLição 21   Rebelião
Lição 21 RebeliãoWander Sousa
 

Mais de Wander Sousa (20)

Lição 40 O perigo das obras da carne
Lição 40   O perigo das obras da carneLição 40   O perigo das obras da carne
Lição 40 O perigo das obras da carne
 
Lição 39 Integridade em tempos de crise
Lição 39   Integridade em tempos de criseLição 39   Integridade em tempos de crise
Lição 39 Integridade em tempos de crise
 
Lição 38 Ídolos
Lição 38   ÍdolosLição 38   Ídolos
Lição 38 Ídolos
 
Lição 37 O fruto do Espírito — a plenitude de Cristo na vida do crente
Lição 37   O fruto do Espírito — a plenitude de Cristo na vida do crenteLição 37   O fruto do Espírito — a plenitude de Cristo na vida do crente
Lição 37 O fruto do Espírito — a plenitude de Cristo na vida do crente
 
Lição 36 as limitações dos discípulos
Lição 36   as limitações dos discípulosLição 36   as limitações dos discípulos
Lição 36 as limitações dos discípulos
 
Lição 35 o cuidado com a língua
Lição 35   o cuidado com a línguaLição 35   o cuidado com a língua
Lição 35 o cuidado com a língua
 
Lição 34 O propósito da tentação
Lição 34   O propósito da tentaçãoLição 34   O propósito da tentação
Lição 34 O propósito da tentação
 
Lição 33 Desafios de um casamento
Lição 33   Desafios de um casamentoLição 33   Desafios de um casamento
Lição 33 Desafios de um casamento
 
Lição 32 Fé em meio às injustiças
Lição 32   Fé em meio às injustiçasLição 32   Fé em meio às injustiças
Lição 32 Fé em meio às injustiças
 
Lição 31 As consequências das escolhas precipitadas
Lição 31   As consequências das escolhas precipitadasLição 31   As consequências das escolhas precipitadas
Lição 31 As consequências das escolhas precipitadas
 
Dons Ministeriais | Três aulas
Dons Ministeriais | Três aulasDons Ministeriais | Três aulas
Dons Ministeriais | Três aulas
 
Lição 29 Os dons espirituais
Lição 29   Os dons espirituaisLição 29   Os dons espirituais
Lição 29 Os dons espirituais
 
Lição 28 O poder da evangelização na família
Lição 28   O poder da evangelização na famíliaLição 28   O poder da evangelização na família
Lição 28 O poder da evangelização na família
 
Lição 27 Jesus e a felicidade
Lição 27   Jesus e a felicidadeLição 27   Jesus e a felicidade
Lição 27 Jesus e a felicidade
 
Lição 26 Os falsos profetas
Lição 26   Os falsos profetasLição 26   Os falsos profetas
Lição 26 Os falsos profetas
 
Lição 25 Cuidado com as pequenas coisas
Lição 25   Cuidado com as pequenas coisasLição 25   Cuidado com as pequenas coisas
Lição 25 Cuidado com as pequenas coisas
 
Lição 24 Desafios de um Casamento
Lição 24   Desafios de um CasamentoLição 24   Desafios de um Casamento
Lição 24 Desafios de um Casamento
 
Lição 23 Depressão, a doença da alma
Lição 23   Depressão, a doença da almaLição 23   Depressão, a doença da alma
Lição 23 Depressão, a doença da alma
 
Lição 22 Terceira idade
Lição 22   Terceira idadeLição 22   Terceira idade
Lição 22 Terceira idade
 
Lição 21 Rebelião
Lição 21   RebeliãoLição 21   Rebelião
Lição 21 Rebelião
 

Último

O concílio de Jerusalém Cap 14 e 15.pptx
O concílio de Jerusalém  Cap 14 e 15.pptxO concílio de Jerusalém  Cap 14 e 15.pptx
O concílio de Jerusalém Cap 14 e 15.pptxPIB Penha
 
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptxLição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptxCelso Napoleon
 
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivo
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivoEbook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivo
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivoInsituto Propósitos de Ensino
 
AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024RaniereSilva14
 
slide da missa com leituras e oração eucarística
slide da missa com leituras e oração eucarísticaslide da missa com leituras e oração eucarística
slide da missa com leituras e oração eucarísticaFranklinOliveira30
 
RESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familia
RESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familiaRESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familia
RESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familiamaysa997520
 
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptxLição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptxCelso Napoleon
 
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Introdução
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - IntroduçãoEbook - Mentoria Ministério com Jovens - Introdução
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - IntroduçãoInsituto Propósitos de Ensino
 

Último (12)

O concílio de Jerusalém Cap 14 e 15.pptx
O concílio de Jerusalém  Cap 14 e 15.pptxO concílio de Jerusalém  Cap 14 e 15.pptx
O concílio de Jerusalém Cap 14 e 15.pptx
 
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptxLição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
Lição 1 - O início da caminhada - CPAD.pptx
 
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 01
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 01Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 01
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 01
 
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivo
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivoEbook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivo
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula ao vivo
 
AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
AUXADO_1TRIM_2024.pdf ESCOLA SABATINA 2024
 
slide da missa com leituras e oração eucarística
slide da missa com leituras e oração eucarísticaslide da missa com leituras e oração eucarística
slide da missa com leituras e oração eucarística
 
O Livro dos Espiritos - Allan Kardec.pdf
O Livro dos Espiritos - Allan Kardec.pdfO Livro dos Espiritos - Allan Kardec.pdf
O Livro dos Espiritos - Allan Kardec.pdf
 
RESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familia
RESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familiaRESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familia
RESOLVENDO CONFLITOS NO CASAMENTOe na familia
 
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptxLição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
Lição 2 - A Escolha entre a Porta Estreita e a Porta Larga.pptx
 
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 02
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 02Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 02
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 02
 
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Introdução
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - IntroduçãoEbook - Mentoria Ministério com Jovens - Introdução
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Introdução
 
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 03
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 03Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 03
Ebook - Mentoria Ministério com Jovens - Aula 03
 

Características de um verdadeiro líder cristão

  • 1. Escola Bíblica Dominical As características de um verdadeiro líder
  • 2. “Porque estou zeloso de vós com zelo de Deus; porque vos tenho preparado para vos apresentar como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo” (2 Co 11.2).
  • 3. Um líder cristão autêntico é aquele que tem por objetivo maior servir a Deus e à sua Igreja.
  • 4.  Compreender que o líder cristão autêntico é aquele que não perde o senso de dependência de Deus.  Distinguir as características de um verdadeiro líder.  Descrever os tipos de lideranças encontradas no seio da igreja.
  • 5. I. OS DESAFIOS DO APOSTOLADO PAULINO (II Co. 10.9-18) 1) O desafio da oposição (10.9-11) 2) O desafio do orgulho (10.12,13) 3) O desafio do respeito aos limites e da autoglorificação (10.14-18) II. AS MARCAS DE UM VERDADEIRO LÍDER (II Co. 11.2-15) 1) O compromisso de Paulo diante da igreja e de Deus (vv.2-4) 2) Paulo se interessa, antes de tudo, pelo bem-estar espiritual da igreja (vv.5-15) 3) Paulo colocou o ato de servir acima dos interesses pessoais (vv.16- 33) III. PAULO, UM LÍDER SEGUNDO A VONTADE DE DEUS
  • 6. Paulo era um líder autêntico, compromissado com Deus e com a sua Obra. Suas credenciais de ministro de Deus são evidenciadas através do seu trabalho árduo, do sofrimento e da preocupação com as ovelhas do Senhor. Como líder ele era exemplo, e sabemos que a liderança na igreja é repleta de desafios.
  • 8. Palavra Chave Líder: Indivíduo que chefia, comanda e/ou orienta em qualquer ação.
  • 9. Paulo é um dos maiores exemplos de liderança do Novo Testamento. Seu modelo máximo é Jesus. E o apóstolo ajustou sua liderança conforme o conhecimento que adquiriu acerca do Mestre.
  • 10. Nesta lição, ele prossegue defendendo o seu apostolado contra os ataques dos falsos apóstolos, e reafirma sua igualdade com os demais apóstolos em termos de autoridade e liberdade para pregar o Evangelho.
  • 11. Porém, a fim de mostrar sua autoridade e liderança em Cristo, Paulo ressalta não ser sua intenção exercer domínio sobre a fé dos coríntios, pelo contrário, ele está pronto a ser humilhado para que eles fossem exaltados (2 Co 11.7).
  • 12. 1. O desafio da oposição (II Co. 10.9-11). Nesses quatro últimos capítulos, observamos que se destacam três personagens principais: o apóstolo, os opositores e os coríntios. Nos versículos 9 e 10, o apóstolo discorre sobre a carta que enviara aos coríntios.
  • 13. 1. O desafio da oposição (II Co. 10.9-11). Uma regra básica ao escrever cartas, naquela época, é que essas deviam corresponder à personalidade de quem as enviara. Como Paulo havia sido severo na redação de suas cartas, era acusado, agora, de não ter a mesma postura enquanto estava presente entre eles.
  • 14. 1. O desafio da oposição (II Co. 10.9-11). Os oponentes insinuavam que o apóstolo não tinha coragem ou era incoerente. Na realidade, eles apenas buscavam mais uma oportunidade para o acusarem. Paulo, porém, foi incisivo e firme (vv.11,12).
  • 15. 2. O desafio do orgulho (II Co. 10.12,13). Nestes versículos, Paulo demonstra a importância de o líder exercer a autocrítica. Ele fala da arrogância dos que se sentiam superiores a ele. Refutando tal orgulho, Paulo admite não estar disposto a classificar-se entre os que louvam a si mesmos.
  • 16. 2. O desafio do orgulho (II Co. 10.12,13). Ele considerava essa atitude uma ousadia incabível no meio da Igreja (v.12). A vaidade dos oponentes era “sem medida” (v.13), e o “critério” de aferição que usavam baseava-se apenas na opinião que os tais tinham de si mesmos.
  • 17. 2. O desafio do orgulho (II Co. 10.12,13). O apóstolo afirma que “esses que se medem a si mesmos e se comparam consigo mesmos estão sem entendimento” (v.12); demonstram falta de lucidez e discernimento espiritual.
  • 18. 3. O desafio do respeito aos limites e da autoglorificação (II Co. 10.14-18) Respeitar os limites alheios é uma atitude indispensável a um líder. Paulo destaca que todo líder deve conhecer a medida certa de suas ações (v.13).
  • 19. 3. O desafio do respeito aos limites e da autoglorificação (II Co. 10.14-18) Seja do ponto de vista pessoal, ou coletivo, o líder deve respeitar os limites de sua liderança, e não apossar-se da honra de um trabalho realizado por outros (vv.15,16).
  • 20. 3. O desafio do respeito aos limites e da autoglorificação (II Co. 10.14-18) Se assim agirmos, não correremos o risco de nos autogloriarmos. Gloriemo-nos apenas no Senhor (v.17). O líder realmente chamado por Deus não precisa louvar a si mesmo; o próprio Senhor o fará (v.18).
  • 21. RESUMO DO TÓPICO (1) Respeitar os limites alheios é uma atitude indispensável a um líder. Todo líder deve conhecer a medida certa de suas ações.
  • 22. 1. O compromisso de Paulo diante da igreja e de Deus (vv.2-4). Paulo deixa claro que recebeu do próprio Deus sua autoridade apostólica, a fim de edificar, e não dominar, a Igreja de Cristo.
  • 23. 1. O compromisso de Paulo diante da igreja e de Deus (vv.2-4). Entretanto, os coríntios, influenciados pelos falsos apóstolos, que agiam na ausência de Paulo, demonstravam superficialidade no conhecimento das coisas espirituais (v.4).
  • 24. 1. O compromisso de Paulo diante da igreja e de Deus (vv.2-4). O fato decepcionou o apóstolo, pois ele tinha por objetivo prepará-los para apresentá-los “como uma virgem pura a um marido, a saber, a Cristo” (v.2).
  • 25. 2. Paulo se interessa, antes de tudo, pelo bem-estar espiritual da igreja (vv.5-15) A postura de Paulo de não depender financeiramente da igreja de Corinto, foi utilizada injustamente pelos falsos apóstolos para acusá-lo de não ser ele um apóstolo verdadeiro (vv.5- 11).
  • 26. 2. Paulo se interessa, antes de tudo, pelo bem-estar espiritual da igreja (vv.5-15) Por sua vez, Paulo afirma que os irmãos da Macedônia (e outras igrejas) haviam-no socorrido em suas necessidades (vv.8,9). O apóstolo dos gentios assim procedeu, a fim de não dar ainda mais ocasião para os seus oponentes o acusarem (v.12).
  • 27. 3. Paulo colocou o ato de servir acima dos interesses pessoais (vv.16-33) Paulo expõe, agora, todos os seus sofrimentos físicos e emocionais por amor a Cristo: fome, sede, nudez, açoites, prisões, naufrágios, ameaças e perigos incontáveis.
  • 28. 3. Paulo colocou o ato de servir acima dos interesses pessoais (vv.16-33) Ele não somente se identificava com aqueles a quem servia, como também por estes interessava-se, a fim de que fossem beneficiados com o Evangelho. Seu amor pelas igrejas de Cristo dava-lhe forças para seguir em sua missão apostólica (v.28). Era um homem de Deus que se identificava com o rebanho de Cristo em todas as situações (v.29).
  • 29. RESUMO DO TÓPICO (2) O líder autêntico coloca o ato de servir acima dos interesses pessoais.
  • 30. Indiscutivelmente, Paulo foi um líder que demonstrou ampla competência para o exercício do seu ministério. Cada igreja, estabelecida por ele, tinha características próprias e exigia dele habilidades específicas, a fim de lidar com situações bastante particulares.
  • 31. Foi o que o apóstolo demonstrou no trato com os coríntios. Servindo-os humildemente, como fez o Senhor Jesus durante o seu ministério terreno, e externando um amor que só o verdadeiro líder chamado por Deus possui, demonstrou-lhes ser, realmente, um apóstolo chamado por Cristo Jesus, a fim de levar o Evangelho aos gentios até aos confins da terra.
  • 32. Paulo aprendera com Jesus: o servir é uma das características mais marcantes de um obreiro. O servir, aliás, é o verdadeiro padrão de liderança neotestamentária. É hora de nos apresentarmos como leais servidores a serviço do Rei. Quem não está pronto a servir jamais estará apto para o Reino de Deus.
  • 33. RESUMO DO TÓPICO (3) O padrão bíblico requer que os líderes aprendam a desenvolver atitudes de parcerias, de compartilhamento com seus liderados.
  • 34. Conclusão: Que exemplo nos deixou o apóstolo Paulo! Sua liderança não foi estabelecida por homem algum, mas por Deus. Portanto, ele sabia que no Reino de Deus só há uma alternativa para aqueles que amam a Cristo e a sua Igreja: servir, servir e servir. Não foi exatamente isso que fez o Senhor durante o seu ministério terreno? Por que agiríamos de forma diferente?
  • 35. Estudo disponível no Facebook www.facebook.com/EBDFrutosparaVida Necessário baixar o aplicativo slideshare para visualização em smartphones e tablets