Minuto de aliança

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Minuto de aliança

  1. 1. Minuto de AliançaMomento de Aliança PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO G2 - CONCEITOS DE ALIANÇA
  2. 2. Minuto de AliançaMomento de Aliança
  3. 3. SumárioApresentação..........................................................................5Missão da Aliança ..................................................................7Valores da Aliança .................................................................9 I - Minuto de AliançaJornal O Trevo .......................................................... 13/16Diversos livros Comentários Evangélicos...........................................................17 Edgard Armond, Meu Pai..........................................................17 Falando ao Coração ....................................................................18 Guia do Discípulo .......................................................................20 Iniciação Espírita .........................................................................21 Mensagens e Instruções .............................................................22 Na Semeadura I ...........................................................................23 Na Semeadura II..........................................................................26 Lendo e Aprendendo - Na Semeadura III ..............................27 Respondendo e Esclarecendo ...................................................28 Verdades e Conceitos I ...............................................................28 Vivência do Espiritismo Religioso ............................................30Frases para reflexão sobre aAliança Espírita Evangélica .................................... 35/36 II - Momento de AliançaJornal O Trevo O que é a Aliança Espírita Evangélica .....................................39 A Aliança e os Grupos Integrados ...........................................40 Mensagem do comandante ........................................................52Índice por assunto ...............................................................55
  4. 4. Apresentação O propósito deste Opúsculo é o de melhorar a cons-cientização e a vivência dos Conceitos de Aliança dostrabalhadores voluntários, resultado do trabalho conjuntorealizado pelo Grupo Conceitos de Aliança - PE-02, do Plane-jamento Estratégico - PE da Aliança Espírita Evangélica - AEE,constituído em 2009. Uma das formas de melhorar a conscientização e a vi-vência dos Conceitos de Aliança pelos trabalhadores volun-tários é abrir oportunidades de reflexões e troca de ideias sobreesses conceitos, nos momentos em que as Casas realizam seustrabalhos, cursos, reciclagens, reuniões, confraternizações e ou-tros encontros, destinados aos dirigentes, secretários, assisten-tes, alunos e trabalhadores voluntários. Para facilitar esta vivência, o Grupo PE-02 organizouuma coletânea de frases de Edgard Armond, retiradas de seuslivros e do jornal O Trevo, que nos permitem refletir sobre oque é este Ideal e como podemos vivenciá-lo. Os textos são apresentados de duas formas: MINUTODE ALIANÇA, com frases curtas para reflexões breves, e MO-MENTO DE ALIANÇA, com textos maiores para análises 5
  5. 5. mais profundas, para que as Casas possam escolher os trechosapropriados segundo o tempo destinado a essa atividade. Melhorar a conscientização de cada integrante do nossoMovimento é fundamental para o fortalecimento, aprimora-mento e crescimento dos Grupos Integrados à Aliança EspíritaEvangélica, e, por conseguinte, dela própria. Segundo o ESPÍRITO DA VERDADE, “Chegastesno tempo em que se cumprirão as profecias referentes à trans-formação da Humanidade. Felizes serão os que tiverem traba-lhado o campo do Senhor com desinteresse, e movidos apenaspela caridade! Suas jornadas de trabalho serão pagas ao cêntu-plo do que tenham esperado. Felizes serão os que houveremdito a seus irmãos: Trabalhemos juntos, e unamos os nossosesforços, a fim de que o Senhor, na sua vinda, encontre a obraacabada, porque a esses o Senhor dirá: Vinde a mim, vós quesois os bons servidores, vós que soubestes calar os vossos melin-dres e as vossas discórdias, para que a obra não sofresse!” (ESE,cap.XX, item 5, “Os obreiros do Senhor”). Em outras palavras, como no HINO DA ALIANÇA,“nossas almas, nossas mãos, no trabalho redentor!” Equipe do Grupo PE-02 do Planejamento Estratégico Outubro, 2010 6
  6. 6. ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA MISSÃOEfetivar o ideal de vivênciado Espiritismo Religioso pormeio de programas de trabalho,estudo e fraternidade para obem da humanidade. 7
  7. 7. VALORES PRESENTES EM NOSSA ALIANÇA u amor e fraternidade u atenção e interesse pelas pessoas u padronização (organização) u disciplina (ordem) u humildade (simplicidade, não personalismo) u integração (irmandade) u respeito pelas pessoas u interesse pelo trabalho u dinamismo no trabalho u comprometimento (ideal) u trabalho em equipe u liberdade (não ingerência) u cooperação no trabalho (compartilhar) 9
  8. 8. Parte IMinuto de Aliança
  9. 9. Jornal O TREVO A Aliança, em si mesma, não é uma nova sociedade espíri-ta, nem representa divisão ou competição em relação a quaisquerinstituições ou sistemas mas, sim, uma realização simples, honesta epositiva de fraternização integrada à Fraternidade dos Discípulos deJesus para efetivar-se o ideal da vivência evangélica na comunidadedos seus adeptos, com desprendimento e humildade cristãos. (Jornal O Trevo, ed. fev/1974, nº 3) A Aliança foi criada para essas realizações que devem se ca-racterizar pela coragem moral e os sacrifícios que se fizerem neces-sários, devendo todos lutar para efetivar esses esforços probatóriosde realizações íntimas, visando a libertação espiritual, a ascensão adegraus mais altos na escada evolutiva, e vida mais feliz e mais amplaem mundos mais adiantados. ( Jornal O Trevo, ed. jan/1975, nº 11) A Aliança tem, como uma das suas principais metas, a frater-nização dos grupos integrados, mas isso depende, em maior parte,da capacidade de compreensão e de amor fraterno que cada mem-bro dos grupos desenvolve em si mesmo. (Jornal O Trevo, ed. nov/1975, nº 21) A Aliança procura realizar, com os meios de que dispõe, aparte do esforço que nessa movimentação lhe cabe, estabelecendoa mais íntima união e sintonia entre seus membros e deste esforço,esta reunião de hoje é um atestado eloquente. (Jornal O Trevo, ed. jan/1976, pág. 3 e 4) 13
  10. 10. A Aliança tem alvos fundamentais já conhecidos de todos, asaber: a evangelização individual pela reforma íntima, e a união detodos os trabalhadores em torno ao Divino Mestre para que se possaformar, sem mais delongas, a cristandade primitiva rediviva. (Jornal O Trevo, ed. jan/1978, pág. 3) A nós, dirigentes, cabe darmos apoio, abraçar, incentivar compalavras de alegria e acompanhar sempre que possível a caminhada,nunca tirando as pedras mas, sempre ajudando a transpô-las. (Jornal O Trevo, ed. nov/2007, pág. 13) Oportunidades de praticar a caridade não nos faltam todosos dias. Quando nós mudamos nosso olhar para o que nos cerca,podemos perceber estas oportunidades e, se quisermos, podemosusá-las ao bem do próximo e de nós mesmos. (Jornal O Trevo, ed. nov/2007, pág. 18) Vamos melhorar primeiro nossa cidade. Cada um de vocêstem um grupo em um bairro, em uma cidade, vamos procurar me-lhorar a nossa cidade. Depois, vamos nos integrando uns aos outros,até conseguirmos fazer o mesmo no estado. (Jornal O Trevo, ed. mai-jun/2008, pág. 5) Nós estamos fazendo o importante, entretanto, precisamosfazer o fundamental. (Jornal O Trevo, ed. mai-jun/2008, pág. 5) Vocês não podem ver, mas uma vibração, um pensamentode carinho de vocês é uma luz na imensidão de trevas que está inva-dindo a Terra. (Jornal O Trevo, ed. mai-jun/2008, pág. 5) 14
  11. 11. É preciso que, para entendermos o céu, pisemos firmes naTerra. Vamos pisar firme na Terra para que as ilusões, as belas pala-vras, não nos retirem do caminho da verdade. (Jornal O Trevo, ed. mai-jun/2008, pág. 6) Bem, qual é mesmo o objetivo da RGA? Talvez muitas res-postas sejam mais cabíveis do que a que nos ocorre agora. Mas paranós, a finalidade principal é reunir as condições de intenso convívioe intercâmbio que reforçam a chama do ideal de vivência do Espi-ritismo Religioso como essência dos nossos programas de estudo,trabalho e fraternidade. (Jornal O Trevo, ed. mai-jun/2008, pág. 7) Abençoada Aliança, cuja estrutura permite que todos nóspossamos colaborar com nossa parcela de amor e trabalho, sem exi-gir de ninguém um currículo prévio de décadas de autoridade doutri-nária. Nunca precisamos temer novas ideias, pois quando o objetivosincero é servir, não há espaço para individualismos. (Jornal O Trevo, ed. mai-jun/2008, pág. 8) Mais importante que verbalizar doutrinas é humanizar ati-tudes. Amando-vos uns aos outros, mesmo quando divergindo nasobservações. É transformar as nossas casas em verdadeiros oásis defraternidade, diante do deserto das paixões deste mundo atormenta-do de maldades e ilusões. (Jornal O Trevo, ed. mai-jun/2008, pág. 8) Não precisamos ir a tantos lugares, mas podemos cuidar daalma do nosso povo, podemos mostrar ao mundo que há uma capa-cidade maior quando nos unimos para o Bem, do que quando nosdeixamos vencer pelos maus momentos de desacertos, de violência,de desrespeito. (Jornal O Trevo, ed. abr/2009, pág. 5) 15
  12. 12. Trabalhemos juntos, companheiros! É preciso, realmente,fortalecer a confraternização! Esses movimentos são reconfortantespara o Plano Espiritual! (Jornal O Trevo, ed. abr/2009, pág. 5) Recebamos o Mestre em nosso próprio coração para que Elepossa nos mostrar o Caminho Certo e caminharemos, unidos, atra-vés dos tempos, encarnados e desencarnados, dando-nos as mãospara que o mundo se torne melhor, para que esses movimentos setornem cada vez mais altruístas, mais educativos e mais fraternais. (Jornal O Trevo, ed. abr/2009, pág. 5) É natural que, na medida em que nos aprimoramos espiritual-mente e nos comprometemos com o trabalho tanto como aprendizesou servidores ou discípulos, queiramos auxiliar todos na superação dasdificuldades e dores, mas não podemos perder de vista o objetivo maiordo nosso trabalho na Aliança Espírita Evangélica: evangelização e efe-tivação do ideal de vivência do Espiritismo Religioso por meio de pro-gramas de trabalho, estudo e fraternidade para o bem da humanidade. (Jornal O Trevo, ed. abr/2009, pág. 10) Não realizamos os trabalhos sozinhos; dependemos uns dosoutros, e diga-se, em verdade, somente contribuímos com uma partebem pequena dos trabalhos de caridade, que são realizados pela Es-piritualidade Superior. (Jornal O Trevo, ed. out/2009, pág. 10) 16
  13. 13. Diversos livros Comentários Evangélicos Editora Aliança, 2ª Edição Explicação necessária A significação do Evangelho para o Espiritismo não deve sersimplesmente religiosa ou mística, mas iniciática: o homem encami-nhando-se pelas sendas da vida espiritual, com ponto de partida naReforma Íntima; eliminando hábitos, vícios, e costumes perniciosos;defeitos morais, sentimentos e pensamentos incompatíveis com essarealização espiritual; e buscando adquirir virtudes próprias do homemnovo, transformado, que deve, com toda sinceridade, desejar ser. E quão profundo e extraordinário é o poder do Evangelhopara operar essa transformação! (Pág. 11) Edgard Armond, Meu Pai Editora Aliança, 1ª Edição Cooperando à distância; uma nova etapa Tomemos resolutos as pás do arado e não olhemos para trás;o alvo que visamos é imenso; é a redenção; e o futuro espiritual daTerra está em parte posto na união de todos nós, e o esforço co-mum, marcará o sentido e a grandeza da tarefa a executar. E enquanto as forças do mal tentam destruir os fundamentosda espiritualidade, fortifiquemo-los com o labor generoso e fecundoda nossa fé com Jesus pelo triunfo do Seu Evangelho, erguendo, porfim, baluartes sólidos e eternos da fraternidade no mundo. E que assim seja. (Pág. 186) 17
  14. 14. Falando ao Coração Editora Aliança, 1ª Edição Escola de Aprendizes do Evangelho Programa diferente, métodos diferentes de ensino e diferen-tes finalidades: em vez de formação de uma hierarquia dominante nosetor intelectual, ou de bens, riquezas, poderes e posições materiais,a conquista de melhores sentimentos, de virtudes morais, bens doEspírito, capacidade de sacrifício pelos semelhantes, coragem pararenunciar inclusive ao bem-estar físico quando necessário. (Pág. 17) Fraternização A AEE não é uma instituição comum, de rotina: foi criadapara efetivar com segurança, sinceridade e despreendimento, a tarefade evangelizar, espiritualizar, pela reforma íntima, os alunos que de-sejam se tornar futuramente verdadeiros discípulos do Divino Mes-tre, integrando-se na FDJ, campo aberto e livre para as exemplifica-ções na Terra dos ensinamentos do Divino Mestre. (Pág. 34) A AEE visa formar trabalhadores espiritualizados, libertosda cegueira e do fanatismo científico ou religioso, aptos portanto adifundirem, em espírito e verdade, os esclarecimentos herdados e aorientação espiritual redentora aos que habitam este predestinadopaís que é o nosso imenso Brasil. (Pág. 34) O que se exige é a vivência evangélica, revivendo-se assim oespírito de renúncia e de sacrifício dos primitivos cristãos, que vive-ram e morreram para que a promessa de redenção oferecida porJesus se tornasse efetiva e real. (Pág. 47) 18
  15. 15. Difusão das verdades evangélicas Somos todos membros da Aliança Espírita Evangélica e tra-balhamos para sua mesma finalidade, que é justamente esta, a saber:esclarecer espiritualmente o maior número possível de pessoas e ex-pandir o Cristianismo verdadeiro, cuja meta fundamental é a reden-ção da humanidade. (Pág. 42) Esclarecimento espiritual Apoiando-se na estrutura da própria Doutrina Espírita, quecomporta a existência de diferentes setores de opiniões ou preferên-cias (aparentemente divergentes, mas solidárias entre si na unidadeda Codificação), e que se manifestam ora na for0rec; meta feirde 19
  16. 16. Na execução do trabalho de dar testemunho dos ensinamen-tos do Divino Mestre é essencial que o façamos com amor e espíritode fraternidade. O importante não é o resultado mesmo do trabalho, que passaa depender de outras interferências, mas sim o fato de havermos cum-prido nossa tarefa com sinceridade, humildade e desprendimento. (Pág. 88) A unidade em Deus Vibração das 22 horas Por isso é que Jesus disse que o amor ao próximo era a maiorverdade e a mais alta realização espiritual ao nosso alcance. Portanto, quando vibramos nessa sintonia, estaremos nosunindo a Deus; quando realizamos o Bem, com desprendimentopessoal, entramos na corrente universal e, pelo amor verdadeiro, nosunimos a Deus nosso Criador. Esta é a meta maior. (Pág. 136) ***** Guia do Discípulo Editora Aliança, 4ª Edição Conhecimentos, comentários e conselhos O amor é que é a marca denunciadora de nossa posição, poisé o sentimento que mais aproxima os homens de Deus; e o mais che-gado ao Pai é aquele que mais ama e tudo dá, sem esperar retribui-ção. O amor verdadeiramente desinteressado e espiritual é aqueleque se estende a todos, indistintamente, na mais fraternal esponta-neidade, abrangendo a humanidade como um todo. (Pág. 47 - item IX) Conhecimentos, comentários e conselhos Eis como um dedicado Instrutor enumera as exigências neces-sárias para se viver fraternalmente e evangelicamente: “Pensar mais, 20
  17. 17. falar menos. Agir mais, criticar menos. Amar mais, exigir menos. Pro-duzir mais e vangloriar-se menos.” A modéstia, diz ele, o recato, ahonestidade, a ponderação, a humildade, a paciência, o trabalho, operdão e a caridade, são as bases fundamentais da reforma íntima in-dispensável a todos os que querem apressar sua evolução espiritual. (Pág. 48 - item X) Auto-aprimoramento As atividades que desenvolvemos conscientemente, no usodo livre arbítrio, são de nosso inteiro e pessoal interesse, cada umagindo como quiser, no tempo que desejar, pois que a Deus somenteinteressa o resultado do nosso trabalho e suas consequências, boasou más, em relação aos nossos semelhantes. Na devida e justa apuração de valores e méritos, o homem valepelo que produz de benefícios para a coletividade, visando seu escla-recimento espiritual, instruindo-a e aperfeiçoando-a para a redenção. (Pág. 57 - item X) Palavras finais Dizem os Instrutores Espirituais que “a era da fraternidade jáestá sendo construída na Terra pelas almas que trabalham em silen-cio na difusão das verdades evangélicas”. (Pág. 63 - item X) ***** Iniciação Espírita Editora Aliança, 5ª Edição Apresentação – O plano convite Em certas épocas, como a atual, o esforço individual isolado,por mais sincero que seja, não basta nem corresponde às necessida-des gerais: somente organismos coletivos poderosos, fortificados nafé, dotados de espírito de renúncia e de sacrifício e apoiados pelo 21
  18. 18. Alto poderão fazer frente às necessidades humanas, inspirar confian-ça e auxiliar a evolução. (Pág. 5 - item IV) É urgente a formação de legiões de trabalhadores de boa von-tade para agirem nos momentos oportunos como instrumentos cons-cientes, humildes e disciplinados, dos Espíritos Diretores do mundo,auxiliares do Cristo. (Pág. 5 - item V) Toda prioridade agora é dada ao Espiritismo Religioso (semmenosprezo dos demais setores doutrinários), com as realizaçõesindividuais rigorosamente fixadas na Reforma Íntima compulsória,fundamento que é o principal da espiritualização dirigida e aceita. (Pág. 5 - item VII) Mensagens e Instruções Editora Aliança, 2ª Edição Novas EAEs O Plano Espiritual superior indica a conveniência da irma-nação das Casas novas e independentes, formando uma aliança só-lida e responsável, destinada a garantir a expansão das Escolas combase nas diretrizes iniciais de 1950 e integração na Fraternidade dosDiscípulos de Jesus, cuja sede será naquela que melhores condiçõesoferecer o momento. O Venerável Razin pede que seja transmitida a todas a seguin-te mensagem: “Os olhos do Divino Mestre Jesus estão voltados paraos novos baluartes da evangelização e Seu misericordioso coraçãovibra de amor para todos os trabalhadores que, nesses novos e pre- 22
  19. 19. ciosos redutos de trabalho construtivos, reafirmam-lhe sua fidelidadee devotamento cristãos. Espera que a difusão prossiga no mesmo ritmo anterior, com amesma pureza de sentimentos, o mesmo idealismo, boa vontade e capa-cidade de resistência às forças desagregadoras do mal”. Os trabalhadores porém deverão ter sempre em vista queo meritório esforço deve ser isento de personalismo e de vaidade,sentimentos esses que anulam em grande parte o merecimento dotrabalho no campo individual. (Cap. 4 - Out/1973 - pág. 19) Na Semeadura I Editora Aliança, 2ª Edição Exigências doutrinárias Verdadeiramente espírita é aquele que, primeiramente, evan-gelizou-se pela reforma íntima e passou, em seguida, a viver segundoos ensinamentos recebidos, no campo coletivo, em bem do próximo;mas não esses que somente pregam, mandam fazer, mas não fazem... (Pág. 43) EAE do Razin Cada escola que se abre, por mais humilde que seja, é umforte farol que se acende e um núcleo poderoso de aglutinação denecessitados de luz espiritual que vagam, muitas vezes, sem rumocerto, no tumulto do mundo exterior e que para ali acorrem ávidosde conhecimentos maiores e mais verdadeiras diretrizes para suasvidas, quantas vezes atormentadas e tristes; e quantos, desencanta-dos de teorias fantasiosas, promessas falazes e pregações inócuas,anseiam por segurança e diretrizes espirituais verdadeiras; e quantostambém aspiram por caminhos retos, mesmo quando trabalhosos,que os conduzem a metas espirituais de redenção. (Cap. 13 - pág. 47) 23
  20. 20. Seitas Paralelas ... a finalidade principal da Doutrina Espírita é ajudar os homensa evoluírem a Deus, conquistando virtudes morais, evangelizando-se,desprendendo-se do mundo material e lutando pela sua redenção. (Pág. 49) Investidura de discípulos Quando uma turma de Servidores é promovida a Discípulos,é o mesmo que abrir caminhos novos em muitas direções, amplian-do por muitas partes as atividades construtivas da evangelização; écomo raios luminosos que partem de um mesmo centro, para ilumi-nar regiões escuras e necessitadas. A Escola de Aprendizes do Evangelho foi organizada de ma-neira a poder funcionar em qualquer parte, na mesma integral e har-mônica estrutura, sem outro condicionamento que a presença deinteressados no próprio encaminhamento e preparação espiritual;sem outras particularidades ou exigências como, da mesma forma,independe de opiniões pessoais ou filiações. (Cap. 16 - pág. 55) Mensagem aos trabalhadores A Aliança é construída sobre a rocha do Evangelho, a rochado amor aos semelhantes, amor que é a lei maior, a mesma que pre-sidiu a Criação Divina. (Cap. 21 - pág. 69) A hora presente Para oferecer auxílios nesses esforços e estabelecer uma árealivre de injunções particulares e ambições pessoais, foi criada a Alian-ça Espírita Evangélica, que se esforça em todos os sentidos para atin-gir condições de organismo padrão na formação e na exemplificaçãoevangélica, merecendo, portanto, todo apoio dos trabalhadores de 24
  21. 21. boa vontade, como instrumento legítimo em nossos meios do PlanoEspiritual Superior. (Cap. 26 - pág. 83) Reunião de dirigentes A Aliança tem um grande papel a desempenhar neste terrenode fraternização. Já andou um bom trecho do seu caminho, masdeve prosseguir aprimorando esforços em todos os escalões, para re-alizar o mais possível as exemplificações em espírito e verdade, paraque sua tarefa se complete. E essa exemplificação deve ser demons-trada primeiramente em si mesma, na convivência dos familiares edos próprios colaboradores. (Cap. 33 - pág. 101) Mas, de qualquer forma, nossa tarefa maior será preservara Aliança na sua atual estruturação específica, porque o Evangelhodeve ser difundido o mais possível e de forma objetiva e realista. A Aliança crescerá com o tempo, não importando quanto,porque é um dos mais legítimos e respeitáveis esforços que se podefazer para a espiritualização efetiva de nossos semelhantes. Os Grupos devem manter-se unidos, ativos, operantes, man-tendo ao mesmo tempo a integridade da Aliança, da qual são colu-nas vivas de sustentação, enquanto que ela é a cobertura maior e oelo poderoso que a todos firmemente une, porque não há no seuseio ambições materiais ou funcionais, e segundas intenções, fatoressempre divisionistas, e a tarefa de todos é justamente esta de acolher,preparar e encaminhar pra a redenção todos quantos lhe batem àsportas, por desejarem acelerar ou aperfeiçoar sua evolução com asservidões, os esforços, a renúncia e os sacrifícios que esse aperfeiço-amento exige. (Cap. 38 – pág. 112) ***** 25
  22. 22. Na Semeadura II Editora Aliança, 2ª Edição Cooperação valiosa O que ocorria naquele tempo com os essênios, visando acobertura das tarefas santificantes de Jesus, ocorre também hojeem nossos dias, com os esforços da Aliança Espírita Evangélica einstruções espíritas de elevada condição moral, que se devotam àdifusão do Evangelho Redentor e sua vivência nas diferentes áreasda coletividade. (Pág. 18 – item 16) Retardamento evolutivo A Aliança Espírita Evangélica já se lançou nesse caminho(doutrina evolucionista, que tem condições para se colocar à frentede um movimento de evangelização coletiva) dando testemunho desua fé e sua fidelidade à tarefa redentora do Cristo planetário. Lutacom naturais dificuldades, com o apoio de companheiros idealistas ebem intencionados e com o auxílio que nunca falta, do Plano Maior. (Pág. 20 – item 19) Vibrações das “22” Às 22 horas, diariamente, quando soa o momento marcadopelo Plano Espiritual para se efetivar a “vibração pelo Bem Univer-sal”, os companheiros inscritos na Aliança Espírita Evangélica, ondequer que estejam, concentram-se e unem-se em pensamento unscom os outros, visando o bem dos semelhantes. (Pág. 28 – item 34) Holocausto divino A Aliança Espírita Evangélica foi criada justamente para aju-dar, como puder, para que essa recomendação (“amai-vos uns aosoutros como eu vos amei”) seja cumprida e o Evangelho de Jesus cul-tuado e vivido em espírito e verdade, testemunhado no mundo por 26
  23. 23. discípulos conscientizados dessa tarefa idealista e compenetrados danecessidade e do dever dessa testemunhação. (Pág. 34 – item 46) Hora decisiva A Aliança Espírita Evangélica na sua opção pelo setor religio-so, devota-se especialmente às realizações da reforma íntima e hoje,muito embora seja uma pequena vela inflada de leve, transformar-se-á amanhã em grande nave, que acolherá todos aqueles que possuemo ideal de servir a humanidade com desprendimento, indicando-lhesos caminhos certos da grande rota que leva ao Reino que o DivinoMestre oferece aos seus seguidores, nesta hora difícil de decisão, re-núncias e testemunhos. (Pág. 44 – item 63) ***** Lendo e Aprendendo - Na Semeadura III Editora Aliança, 1ª Edição Finalidade da Aliança Espírita Evangélica Esta instituição, tendo sido criada para corporificar os ensi-namentos do Espiritismo no setor religioso e assegurar o funciona-mento das Escolas de Aprendizes do Evangelho e da Fraternidadedos Discípulos de Jesus, assumiu ante Jesus o compromisso de dartestemunho de exemplares realizações, mantendo com rigor a pure-za do ensino das práticas, das regras e dos princípios estabelecidosna primitiva Iniciação Espírita de 1950, primando por uma adminis-tração fiel e produtiva, sem maiores preocupações com o númerode alunos ou de trabalhos, mas visando, sobretudo a qualidade edemonstrando assim fidelidade às diretrizes aprovadas pelo Alto na-quela época. (Pág. 88 – item 167) 27
  24. 24. Mensagem de Razin para dirigentes As atividades dos trabalhadores nos grupos integrados con-tam com o apoio do Alto e esperamos que obtenham êxito, deven-do contudo serem executados com cuidado e amplo sentimento deamor evangélico para que os trabalhadores aprimorem seus senti-mentos, intensificando sua reforma moral que é sempre incompleta. (Pág. 97 – item 181) ***** Respondendo e Esclarecendo Editora Aliança, 2ª Edição A AEE foi criada em 1973 para difundir e testemunhar oEspiritismo Religioso, agremiando em seus quadros os grupos e cen-tros espíritas que possuem o mesmo ideal doutrinário e se compro-metem a aceitar e seguir os seus programas de trabalho e de ensino. (Pág. 144) ***** Verdades e Conceitos I Editora Aliança, 1ª Edição Tarefa da Aliança ... a Aliança Espírita Evangélica (...), desenvolve suas ativida-des inteiramente dedicada à difusão religiosa, pela reforma íntimacompulsória, nas Escolas de Aprendizes do Evangelho, ... (Pág. 12/13) A tarefa maior Criaram-se, a partir de 1940, como base fundamental, en-tre outros organismos orientadores, as Escolas de Aprendizes do 28
  25. 25. Evangelho, a Fraternidade dos Discípulos de Jesus e, ultimamente, aAliança Espírita Evangélica, que orientam, encaminham e preparamos que se dispõem a cooperar para a redenção do maior númeropossível de irmãos nossos, ainda carentes de compreensão e de co-nhecimento espirituais verdadeiros. (Pág. 34) Tarefa da Aliança A Aliança Espírita Evangélica não é simplesmente uma insti-tuição espírita, que executa programas pré-estabelecidos no campoda difusão doutrinária e da preparação de discípulos de Jesus; comoseu próprio nome o indica, tem como finalidade também o camporeligioso, levantar o ser humano, apontar-lhe rumos certos e reuniradeptos e servidores na defesa e testemunhação dos ensinamentosde Jesus – o Cristo planetário – que visam ao esclarecimento espiri-tual e à redenção da humanidade. Na execução dessa elevada tarefa não se desvia, não disputa,nada ambiciona. Não há nem pode haver, portanto, pensamento al-gum, atitude ou ação individual que vise a interesses pessoais, ambi-ções simplesmente humanas, mundanas; muito mais alto se colocamseus dirigentes, comprometidos como estão ante Jesus, na defesa eexecução dessas elevadas e dignificantes finalidades espirituais. (Pág. 62, publicado também no O Trevo – abr/1979, nº 62) Os dias atuais estão passando com mais rapidez que nunca,aproximando-nos dos momentos emocionantes do selecionamentocíclico de penetração no 3º milênio cristão e, como uma inspiraçãoque vem de cima, derrama-se sobre o mundo e penetra nas almas aadvertência do Divino Mestre, feita há quase dois mil anos: “Eu sou ocaminho, a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai senão por Mim”, afir-mação que no Apocalipse de João se confirmou quando, entre todasas Potências espirituais presentes, Ele, o Cordeiro, foi o único julgadodigno de abrir o Livro da Vida e quebrar os selos cósmicos que der- 29
  26. 26. ramariam sobre o mundo os terríveis elementos de julgamento final;e o mesmo único que poderia abrir as portas da Jerusalém celeste aosseguidores fiéis que venceram a si mesmos na luta pela evangelização. Estes são os pensamentos que devem preocupar preferente-mente as mentes e os corações dos aprendizes e discípulos, muitolonge e muito acima, portanto, dos mesquinhos interesses munda-nos comuns, mesmo porque, quando se inscrevem nas Escolas deAprendizes e ao fim do curso, quando ingressam na Fraternidadedos Discípulos cerram-se para eles as portas das futilidades e dosinteresses passageiros da vida comum, passando a viver desde já emesfera mais elevada, de sentido mais universal, mais próximos, porfim, do coração do Divino Redentor. (O Trevo – abr/1979, nº 62) ***** Vivência do Espiritismo Religioso Editora Aliança, 6ª Edição Apresentação Nesta exposição minuciosa e clara, a Aliança se faz vista, sen-tida e acessível a todos aqueles que, dentro de seus quadros, desejamintegrar-se nas hostes fiéis, aguerridas e vitoriosas, conduzidas peloCristo para as glórias da redenção, após o transcurso deste século,rumo à vida maior, mais feliz e espiritualizada da futura humanidadeplanetária. E na desorientação geral do mundo, com o coração voltadopara o futuro, na esperança de próxima vitória de luz contra as trevas,levantemos bem alto a bandeira cristã com o lema das grandes bata-lhas, a bandeira da cruz, com o dístico milenar: in hoc signo vinces(com este sinal vencerás). (Pág. 17) 30
  27. 27. A Aliança é um ideal de vivência espírita consubstanciado emum programa de trabalho e fraternização. A Aliança, em si mesma, não é uma nova sociedade espíri-ta, nem representa divisão ou competição em relação a quaisquerinstituições ou sistemas, mas sim uma realização simples, honesta epositiva de fraternização integrada para se efetivar o ideal de vivên-cia evangélica na comunidade dos adeptos, com desprendimento ehumildade cristãos. Estas são as bases que assegurarão sua sobrevi-vência e crescimento. Difundir ... o Espiritismo Religioso como revivescência naatualidade do Cristianismo Primitivo, agremiando em torno dessafinalidade instituições espíritas que comunguem os mesmos ideais. O modelo de trabalho da Aliança é diferente. Ao valorizar oauxílio mútuo entre grupos, a atuação em equipe e a descentraliza-ção, nossa estrutura reflete muito mais uma escala de valores huma-nos do que um modo de organização. O combate ao personalismo, grande inimigo da atividade devoluntariado em geral, e no campo religioso em particular, é maisintenso quando a estrutura privilegia o trabalho em grupo. A nossa tarefa é das mais complexas e de suma importância.Estamos reestruturando caráter, formando personalidades novas ca-pazes de exemplificar a vivência evangélica com toda a sua pureza,nos tempos conturbados em que vivemos, sem no entanto permitir-mos que o fanatismo e a incompreensão venham turbar as mentes eos corações dos Aprendizes. Lembremos que estamos revivendo os primeiros tempos doCristianismo e que, se não temos mais que enfrentar perseguições e 31
  28. 28. feras, temos, no entanto, que nos defrontar com um mundo ondetudo e todos nos convidam à materialidade, iludindo os sentidos,infiltrando ideias de violência, desrespeito e intolerância nas mentesmais precavidas. Estamos vivendo nos “tempos” que Jesus anunciou, em queaté “os justos seriam tentados” e que hoje, mais do que nunca, a vi-gilância e a oração devem estar presentes em nós, justamente com anossa vivência evangélica e o nosso desejo intenso de fazer o melhor. Cuidemos, pois, para que os conceitos do mundo sejam com-pletamente reformulados face aos ensinamentos do Evangelho nanossa maneira de agir, e, com firmeza e muito amor, vamos ajudaraos Aprendizes a compreender que não mais podemos condescen-der com nossos erros e fraquezas se é realmente que desejamos serDiscípulos de Jesus. E, sobre esse panorama espiritual elevado, que a todos be-neficia, acrescentam-se ainda as interferências do Plano EspiritualSuperior, cujos influxos estimuladores valem como poderoso auxílioà evangelização buscada nos termos recomendados pelo Divino Ins-trutor Jesus. Nesse trabalho, o instrutor é elemento relevante e sua tare-fa jamais se poderá confundir com as dissertações frias de matériaintelectual, que atinge mais o cérebro que o coração, com desprezoevidente do elemento místico - o poderoso estimulador e mantene-dor da fé. ***** A história se repete – conclusões Criaturas reformadas e dedicadas ao trabalho proporcionamaos olhos perplexos da humanidade materialista exemplos de eleva- 32
  29. 29. do poder de contágio. Como você pode depreender, prezado con-frade, os efeitos são amplos e imensuráveis; uma autêntica onda deespiritualidade que sai das Casas Espíritas e invade a multidão, pro-duzindo efeitos alvissareiros. (Pág. 37) O ideal de Aliança Kardec pôs no frontispício dos livros da codificação três pa-lavras: Trabalho – Solidariedade – Tolerância. Atenta ao alerta docodificador, a AEE cria a cada dia novas frentes de trabalho, incen-tivando em todos os seus componentes o espírito de solidariedade,abrindo creches, albergues, lares-escola, caravanas de evangelizaçãoe auxílio, centros espíritas com assistência espiritual intensa e, nosetor da tolerância, estamos todos nos esforçando para vivermos empaz com aqueles que não pensam como nós. O que vale mais? Falar em Kardec ou viver o que Kardecnos ensinou? (Cap. X - pág. 248) Manual da casa conselheira ... Tudo indica que os modelos de trabalho evoluem quantomais se distanciam do individual e se focalizam na atuação em equi-pe. Mas isso não é uma descoberta, não é uma novidade. Desdea criação da Aliança, escolhemos como lema uma frase que refleteisso: confraternizar para melhor servir. O que está ficando cada vezmais claro é que o trabalho em equipe é um caminho seguro paraexercitar fraternidade. (Cap. X - pág. 251) 33
  30. 30. Frases para reflexão sobre a Aliança Espírita Evangélica “EFETIVAR O IDEAL DE VIVÊNCIA DO ESPIRITISMORELIGIOSO.” “A ALIANÇA SOMOS NÓS.” “ALIANÇA, UM FOCO DE LUZ TOCANDO CORAÇÕES.” “CONFRATERNIZAR PARA MELHOR SERVIR.” “ELABORAR UM PROGRAMA DE AUXILIO MÚTUO COMEQUIPES DE EXPOSITORES, DIRIGENTES E TRABALHADORESQUE IRIAM ASSIM COMPARTILHAR DE UM PROGRAMA DE PA-DRONIZAÇÃO PARA JUNTOS FAZER O QUE SOZINHOS NÃO TE-RIAM CONDIÇÕES DE REALIZAR.” “FAZERMOS JUNTOS O QUE SOZINHOS NÃO TERIA-MOS CONDIÇÕES DE REALIZAR.” “A VERDADEIRA FORÇA DE NOSSA UNIÃO NÃO VEM DAPADRONIZAÇÃO, MAS SIM DA NOSSA UNIÃO E FIDELIDADE,POIS A PADRONIZAÇÃO É CONSEQUÊNCIA DE TUDO ISSO.” “UNIR ESFORÇOS PARA TRABALHAR NO MESMO IDE-AL E ATINGÍ-LO.” “COMPREENDER SEU PRÓPRIO PAPEL NA DIVULGA-ÇÃO DA DOUTRINA.” “EXEMPLIFICAR O IDEAL PARA OS OUTROS.” “VIVÊNCIA PRÁTICA DO GUIA DO DISCÍPULO.” 35
  31. 31. “É A FORÇA ESPIRITUAL DO ENCONTRO NA RGA QUEMANTÉM ESSA SEMENTE SEMEANDO O AMOR PARA UMMUNDO MELHOR.” “ALIANÇA É UM IDEAL DE AÇÃO, PENSAMENTO E SEN-TIMENTO.” “COMO VOCÊ SE SENTE AGINDO NA AEE, NA DIVUL-GAÇÃO DO BEM?” “QUE FAZER PARA MANTER ESSE FOCO DE LUZ TOCAN-DO CORAÇÕES, E SEMEANDO AMOR E CONHECIMENTO?” “VAMOS ALIANÇAR JUNTOS.” “EVANGELIZAR EM MASSA, PREPARAR CRISTÃOS PARAO MUNDO.” “COMO SENTIMOS ESSE FOCO DE LUZ, QUE É A NOS-SA AEE, ATRAVÉS DO AMPARO ESPIRITUAL, DA FÉ, DA ESPE-RANÇA, DA FRATERNIDADE?” “DESPERTAMOS PARA O NOSSO EU CRÍSTICO COM OSNOSSOS CORAÇÕES PULSANDO NUM MESMO IDEAL.” “MILHARES DE DISCÍPULOS PROCURAM A VERDADE EO AMOR, ATRAVÉS DA INICIAÇÃO ESPIRITUAL, VIVIDA NASESCOLAS DE APRENDIZES DO EVANGELHO.” “COMO DISCÍPULOS, COMO PODEMOS MANTER E AM-PLIAR ESTE FOCO DE LUZ QUE É A NOSSA AEE?” “A AEE É COMO SE FOSSE UMA BÚSSOLA QUE NOR-TEIA NOSSOS PASSOS E CORAÇÕES.” “TODOS UNIDOS POR UM SÓ IDEAL.” “COMO PODEMOS SOMAR PARA REAVIVAR SEMPREESSE FOCO DE LUZ QUE É A NOSSA AEE PARA UM MUNDOMELHOR?” 36
  32. 32. Parte IIMomento de Aliança
  33. 33. Momento de AliançaO que é a Aliança Espírita Evangélica Ao completar-se sua organização, torna-se necessário o se-guinte esclarecimento: A Aliança, em si mesma, não é uma nova sociedade espíri-ta, nem representa divisão ou competição em relação a quaisquerinstituições ou sistemas mas, sim, uma realização simples, honesta epositiva de fraternização integrada na Fraternidade dos Discípulos deJesus para efetivar-se o ideal da vivência evangélica na comunidadedos adeptos, com desprendimento e humildades cristãos. Estas são as bases que assegurarão sua sobrevivência ecrescimento. A DIREÇÃO (Jornal O Trevo, ed. fev/1974, nº 3) 39
  34. 34. A Aliança e os Grupos Integrados A Aliança Espírita Evangélica adota integralmente o EstatutoMoral da Fraternidade dos Discípulos de Jesus, elaborado ao tempoda criação desta, com as ressalvas de caráter administrativo e funcio-nal que distinguem instituições separadas e com os acrescentamentosque se referem ao seu próprio funcionamento e finalidade comosegue: Nos Grupos Integrados, a Aliança é representada pelas Esco-las de Aprendizes do Evangelho filiadas à Fraternidade dos Discípu-los de Jesus e, desta forma, integra-se no pensamento e nas diretrizesda Cúpula Dirigente do Espiritismo em nosso país. A presença da Aliança se dará sem nenhuma interferênciana organização, na administração e no funcionamento dos GruposIntegrados. As Escolas de Aprendizes constituirão, entre seus membros,um Núcleo de ligação com a Aliança e anualmente, na sede desta,se reunirão com o objetivo de congraçamento e fraternização. Osdetalhes dessas reuniões serão divulgados pela Aliança através do“Trevo”, seu órgão de publicidade. Nessas reuniões anuais, se processarão, em sentido amplo egeral, a solenidade da investidura e da inclusão dos servidores noquadro geral de discípulos. Em cada Grupo, os núcleos se organizarão com elementospróprios, com um dirigente e três membros renováveistrianualmente. A DIREÇÃO (Jornal O Trevo, ed. mar-abr/1974, nº 4) 40
  35. 35. Nestes dias em que, em largas áreas do campo espírita, pre-dominam as tendências de doutrina-teoria, doutrina-filosofia e dou-trina-literatura e conquanto sejam amplamente necessários à culturageral e aos conhecimentos doutrinários, isso não quer dizer que selhes dê a primazia dos “primeiros lugares” em relação ao mais funda-mental que, no momento, são as atividades do campo religioso, comautopreparação, adestramento nos trabalhos, realizações concretasno campo do Bem aos semelhantes. A Aliança foi criada para essas realizações, que devem se ca-racterizar pela coragem moral e os sacrifícios que se fizerem neces-sários, devendo todos lutar para efetivar esses esforços probatóriosde realizações íntimas, visando a libertação espiritual, a ascensão adegraus mais altos na escada evolutiva, e vida mais feliz e mais amplaem mundos mais adiantados. Mas, para isso, é também necessário que o tempo precioso destaencarnação não seja malbaratado em desviamentos fantasiosos e ambi-ções materiais vazias de sentido espiritual e de capacidade redentora. Caminhemos, pois, nesses rumos, indiferentes às dificuldadese tropeços, para que todos, dirigentes e cooperadores, realizem seusideais, edifiquem suas obras e dignifiquem suas vidas, projetando-asdesde já para os campos da eternidade. (Jornal O Trevo, ed. jan/1975, nº 11) 41
  36. 36. A Aliança tem, como uma de suas principais metas, a fra-ternização dos grupos integrados, mas isso depende, em sua maiorparte, da capacidade de compreensão e de amor fraterno que cadamembro dos grupos desenvolva em si mesmo. A união dos grupos, somente no terreno administrativo, fun-cional, não resolve o problema da fraternização, que tem caráter ex-clusivamente individual: mas, no campo coletivo, essa fraternizaçãoé exigível dos grupos, para que haja unidade e integração verdadeiranos Planos Maiores. A direção da Aliança tem compromissos para estabeleceressa fraternização entre os grupos, além das atividades simples-mente administrativas que, todavia, desenvolve, visando o êxito doesforço comum; mas, essa parte da fraternização, depende inteira-mente da compreensão e da participação dos Grupos Integrados. A boa vontade, a competência, e o dinamismo desenvolvidosaté aqui vem fazendo seu trabalho mas este deve agora ser completa-do com a fraternização individual na área dos Grupos e a coletiva, nados Grupos entre si, dentro da Aliança, nos termos da coordenaçãoestabelecida por esta. A Aliança tem grande papel a desempenhar neste terreno; jáandou um bom caminho mas, para atingir seu alvo maior e levar abom termo a transcendente tarefa, deve firmar-se mais e mais, cadadia que passa, na exemplificação do “amai-vos uns aos outros”, emespírito e verdade, como Jesus recomendou. E essa exemplificação deve ser demonstrada primeiramentenela mesma. Quando chegarmos a este ponto – e é urgente que se chegue– poderemos então dizer que a Aliança está consolidada, dentro dasbases estabelecidas no Evangelho do Divino Mestre. (Jornal O Trevo, ed. nov/1975, nº 21) 42
  37. 37. Na desorientação e nas incertezas que reinam no mundo dehoje e cujos reflexos já se fazem sentir em nosso país, a Aliança des-pontou como uma luz tênue na sua criação há dois anos. Uma luz imprecisa e vacilante que logo, porém, se transfor-mou em uma força positiva, em franco avanço para o futuro, umfarol que já ilumina longe, como uma realidade bem visível e pro-missora. Uma instituição espírita que fraternalmente oferece e dis-tribui benefícios preciosos a almas sedentas de uma espiritualidadeoperante, duradoura e definitiva, e somente o Evangelho de Jesustem capacidade para tornar efetiva. A Aliança tem alvos fundamentais já bem conhecidos detodos, a saber: a evangelização individual pela reforma íntima, e aunião de todos os trabalhadores em torno ao Divino Mestre para quese possa formar, sem mais delongas, a cristandade primitiva rediviva. (Jornal O Trevo, ed. jan/1976, pág. 3) 43
  38. 38. Nas esferas espirituais superiores agrupam-se hoje, em tornoa Jesus, colaboradores vindos de muitas partes do globo, avoluman-do as hostes do poderoso exército do Cristo, na sua luta do bemcontra o mal, da luz contra as trevas, cabendo assim a todos os traba-lhadores encarnados mas, principalmente aos espíritas, a obrigaçãode se unirem igualmente e lutarem igualmente pelos mesmos altosobjetivos de fraternidade universal. A Aliança procura realizar, com os meios de que dispõe, aparte do esforço que nessa movimentação lhe cabe, estabelecendoa mais íntima união e sintonia entre seus membros e deste esforço,esta reunião de hoje é um atestado eloquente. Além dos atendimentos materiais e espirituais comuns, elaoferece a paz, a união, o amor, e em suas fileiras ninguém luta embusca de interesses meramente mundanos; trabalha intensamentepela multiplicação das Escolas de Aprendizes do Evangelho e deMédiuns, visando à formação de combatentes ágeis, corajosos e des-prendidos, devotados ao bem e a Jesus, aptos à testemunhação naTerra do Consolador prometido por ele à posteridade. (Jornal O Trevo, ed. jan/1976) 44
  39. 39. A Aliança Espírita Evangélica não é uma instituição comum,de rotina: foi criada para efetivar com segurança, sinceridade e des-prendimento, a tarefa de evangelizar, espiritualizar pela reformaíntima os alunos que desejam se tornar, futuramente, verdadeirosdiscípulos do Divino Mestre, integrando-se na Fraternidade dos Dis-cípulos de Jesus, campo aberto e livre para as exemplificações naTerra dos ensinamentos do Divino Mestre. Visa formar trabalhadores espiritualizados, libertos da ce-gueira e do fanatismo científico ou religioso, aptos, portanto, adifundirem, em espírito e verdade, os esclarecimentos herdados ea orientação espiritual redentora aos que habitam este predestinadopaís que é o nosso imenso Brasil. (Aos Aprendizes CMT, Edgard Armond, Editora Aliança) (Jornal O Trevo, ed. set/1976, pág. 2) 45
  40. 40. A tendência natural dos adeptos de uma crença épermanecerem nela, vivendo da melhor forma possível, semesforço demasiado, num intercâmbio de interesses recíprocos. No Espiritismo, esta mentalidade de certa forma tambémainda existe: quando o esforço ou o devotamento são intensos, pas-sa por ser fanatismo; quando é profundo e sistemático, exigindorenúncia e sacrifício, é taxado por alguns de misticismo. Há sempreum padrão médio de atividades que marca, para todos, o ritmoaceitável, sem indicar desinteresse ou excesso. Essa “política” é boa para viver a vida comum da sociedade,mas incompatível com o ideal legítimo da evolução conscientizadae autoconduzida. O Espiritismo, sendo a Terceira Revelação, é uma reformu-lação do Cristianismo Primitivo para a nossa época e, na assimila-ção mais profunda dos ensinamentos de Jesus, não há lugar paracálculos ou artifícios, tudo devendo ser feito com devotamento,amor aos semelhantes e sinceridade plena na sua aceitação, com-preensão e exemplificação no meio social. No Espiritismo Religioso, nos dias difíceis e evocativos quevivemos, o ideal imperativo é o do “máximo” e não o do “menor”esforço. 46
  41. 41. No Cristianismo Primitivo, esse máximo levava até ao tes-temunho da morte, como Jesus mesmo deu exemplo e seus após-tolos e milhares de seguidores também o deram; mas, nos nossosdias, tudo é diferente e o máximo que se pede é somente o “amora Deus e aos semelhantes”, esforço que depende unicamente denossa vontade, nosso ideal de servir para progredir na espirituali-zação própria. Para orientar mais especificamente os adeptos nesse terrenodelicado e decisivo de nossa vida atual, foi criada, há três anos, aAliança Espírita Evangélica, que indica e orienta os esforços a fazernesse sentido, sem sacrifícios fora do comum, ajudando os aprendi-zes a se prepararem para os testemunhos dentro das possibilidadesde cada um e, dessa forma, não havendo impossibilidades na prepa-ração, salvo as da própria vontade. (Jornal O Trevo, ed. dez/1976, nº 34) 47
  42. 42. O comandante Armond é de opinião que a Aliança já está con-solidada em seu aspecto administrativo. Isto é, já tem uma estruturafuncional adequada ao desenvolvimento de seu trabalho. Agora, diz ocomandante, a tarefa é a de viver os objetivos para os quais a Aliançafoi fundada: a exemplificação dos ensinamentos do Divino Mestre.Esta é a tarefa que cada um de nós – alunos, trabalhadores, dirigentesdos Grupos Integrados – devemos colocar como prioritária. Armond acha, também, que não devemos nos preocuparcom o número de grupos integrados ao programa da Aliança. Diz eleque o importante é manter vivo e dinâmico este programa, porquechegará o momento em que a avalancha de sofredores crescerá emproporções gigantescas, em busca do Espiritismo religioso. Esta seráa hora da Aliança e, para tanto, deveremos estar preparados intima-mente, vivenciando o Evangelho. (Jornal O Trevo, ed. dez/1977, nº 46) 48
  43. 43. As condições especialíssimas que determinaram a fundação daAliança Espírita Evangélica, sua organização e finalidades específicase seus programas de realizações no campo do Espiritismo Religioso,conferem-lhe condições para solicitar aos Grupos Integradosque aprimorem as qualidades pessoais dos seus trabalhadores nafé, no idealismo, na perseverança, na renúncia e no sacrifício, doque aliás, têm dado testemunho e os credenciam desde já para asexemplificações solicitadas pelo Alto. Sob os olhares compassivos do Divino Mestre, aqui deixamosnossas preces para que, no caso de se efetivarem as circunstânciasque motivaram o apelo de Bezerra, nosso irmão maior, estejamostodos preparados para atendê-lo prontamente em todos os Grupos,com a maior solicitude. E que assim seja. Edgard Armond (Jornal O Trevo, ed. dez/1977, nº 46) 49
  44. 44. Na quinta-feira, dia 13 de dezembro, às 19h30, na rua Ge-nebra, foi solenemente instalada a IIª Reunião Geral. A prece deabertura coube... O Comandante Edgard Armond enviou sua mensagem a to-dos os companheiros da Aliança, em pronunciamento gravado emvídeo-tape (que vai transcrito na íntegra nesta mesma edição de “OTrevo”). A prece de encerramento da reunião inicial coube ao repre-sentante do Grupo Espírita Socorristas de Maria, de Cuiabá. O Plano Espiritual, na ocasião, transmitiu a seguinte mensagem: “Que a paz do Divino Mestre envolva-nos, irmãos! A nossa noite, espiritualmente, se encontra em festa. Umafesta em que se canta a música do plano superior espiritual, pois quesentimos a sinceridade, o amor fraterno que une as criaturas queaqui, hoje, se reúnem em nome do Senhor. Meus queridos irmãos, gostaria de lhes fazer uma pequenarecordação de que maneira foi criada, como se iniciou, e porquea Aliança tem este nome: ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA.Ela foi batizada com este nome, meus irmãos, porque teria aque-le sentido de um elo, que teria sempre a oportunidade de crescer.Outros elos se uniriam e muitos outros... e, então, se formaria umagrande corrente. E, realmente, assim o foi. Os elos se uniram e umagrande corrente se formou, atingindo países distantes, com aquelemesmo desejo e ideal daquela pregação que Jesus deixou, a pregaçãosincera, amorosa e fraterna daquele Evangelho que Ele nos legou. 50
  45. 45. Meus queridos irmãos, Aliança quer dizer união; união querdizer amor; amor quer dizer força. E é indispensável que haja amor,entendimento, fraternidade, tolerância, compreensão e caridade.Essa é a meta e este o trabalho. A Aliança cresce, torna-se uma cor-rente poderosa e forte. De um pequenino agrupamento, hoje seforma um poderio e o plano espiritual conta com cada um desseselementos que fazem parte destes elos. E é indispensável que, dentrodesta união, que esses elos cresçam, se fortaleçam, se robusteçam.Eles serão fortes, eles vencerão e crescerão. Se expandirão cada vezmais, atingindo maior distância e as distâncias se encontram nos mo-mentos de prece, nos momentos de união maravilhosa e fraternacomo se faz esta noite. E é por isso, meus queridos irmãos, que sentimo-nos feli-zes por sentirmos que vocês compreenderam o verdadeiro sentidoda palavra ALIANÇA... ALIANÇA ESPÍRITA EVANGÉLICA éaquela que nós esperamos que cada um de vocês tenha a oportuni-dade de pregar, de expandir, crescer e, acima de tudo, unir. Que a Paz os envolva agora e sempre!” (Jornal O Trevo, ed. jan/1980, pág. 3) 51
  46. 46. Mensagem do Comandante Após as reuniões em grupo, para melhor entrosamento entre osparticipantes, todos se juntaram para o programa comum. Inicialmen-te, foi lida mensagem especial do comandante Edgard Armond, cujaíntegra é a seguinte: “Caros confrades, Como oportunidade que sempre surge nas reuniões coletivasda Aliança, trago-vos também hoje minha palavra de fraternal estímuloe congratulações, por vos reunirdes mais uma vez com o intuito sadioe nobre de fraternização, palavra positiva que traduz expressivamenteo sentimento evangélico enaltecido pelo Divino Mestre quando disse:“pelo muito que vos amardes uns aos outros, provareis que sois meusdiscípulos”. Já temos afirmado várias vezes que, pelas suas consequências, aunião sincera e fraterna dos Grupos Integrados transcende ao sentidodas palavras, porque significa mais precisamente que essa unidade éessencial e deve existir em todos os escalões da Aliança, da qual osGrupos são as próprias colunas de sustentação. E esta unidade, por outro lado, torna cada dia mais forte e po-deroso o próprio Espiritismo Nacional, porque a Aliança em si mesma,por sua essencial finalidade, é uma reafirmação prática do título dadoao nosso país de Pátria do Evangelho. Ela não é um simples centro que se abre ou se fecha sem maio-res consequências, mas uma realização espiritual padrão que existe epermanece, como testemunho vivo e operante da vivência evangélica. 52
  47. 47. Nunca é demais repetir para aprendizes, discípulos e trabalha-dores em geral, que uma das maiores possibilidades de êxito da nossaDoutrina, na sua tarefa cósmica de auxiliar e orientar a humanidade daTerra, cresce de vulto e valor nos dias que correm devido à rápida de-sagregação do mundo e a aproximação dos acontecimentos terríveis doselecionamento espiritual da humanidade, na parte final deste século,para o advento do 3º milênio cristão. Qual o maior êxito da Doutrina nesse selecionamento de va-lores espirituais que a apresentação ao Tribunal Divino de frutosabundantes de seu trabalho nas almas humanas, pelas transformaçõesmorais exigidas pelo próprio Divino Mestre nas pregações de seus en-sinamentos redentores? Pois a Aliança, pela sua essencial finalidade evangélica, é umaantecipação e um aprimoramento desse esforço de reforma moral, quea Doutrina deve generalizar agora para poder apresentar, nesse tempo avir, o maior número possível de beneficiados redimidos pelo Evangelho. Todos nós, como espíritas verdadeiros, poderemos comparti-lhar desses benefícios pelo nosso próprio esforço, sincero e humilde,vencendo nossas provas, expiando nossos resgates cármicos, realizandocom firmeza nossa reforma íntima conscientemente, convictamente epurificando nossas almas à luz dos ensinamentos redentores do Evan-gelho, num impulso geral, em todas as casas espíritas. Somente então o Espiritismo poderá oferecer ao Divino Mestreos resultados esperados pelo seu imenso coração, vendo que não foramem vão.” (Jornal O Trevo, ed. abr/1980, nº 74) 53
  48. 48. Índice por assunto Minuto de AliançaAliança Espírita Evangélica (Finalidade da) ..................................................27Apresentação......................................................................................................30Auto-aprimoramento ........................................................................................21Conhecimentos, comentários e conselhos ....................................................20Conhecimentos, comentários e conselhos ....................................................20Cooperando à distância ....................................................................................17Cooperação valiosa ...........................................................................................26Deus (A unidade em) ........................................................................................20Discípulos (Investidura de) ..............................................................................24EAEs (Novas)....................................................................................................22EAE do Razin....................................................................................................23Esclarecimento espiritual .................................................................................19Escola de Aprendizes do Evangelho .............................................................18Exigências doutrinárias ....................................................................................23Explicação necessária .......................................................................................17Frases para reflexão.................................................................................... 35/37Fraternização......................................................................................................18História se repete - conclusões (A).................................................................32Holocausto divino .............................................................................................26Hora decisiva......................................................................................................27Hora presente (A) .............................................................................................24Ideal de Aliança (O) ..........................................................................................33Jornal O Trevo .............................................................................................. 13/16Manual da casa conselheira ..............................................................................33Palavras finais .....................................................................................................21Pensamentos Construtivos (Comentando) ...................................................19Plano Convite (Apresentação - O) .................................................................21Retardamento evolutivo ...................................................................................26Reunião de dirigentes .......................................................................................25Seitas paralelas ...................................................................................................24Tarefa da Aliança ...............................................................................................28Tarefa maior (A) ................................................................................................28Trabalhadores (Mensagem aos).......................................................................24Verdades Evangélicas (Difusão das)...............................................................19Vibrações das “22” ...........................................................................................26 Momento de AliançaAliança Espírita Evangélica (O que é a) ........................................................40Aliança e os Grupos Integrados (A) ..............................................................41Mensagem do comandante ..............................................................................53 55
  49. 49. RevisãoBlanca CamargoDiagramaçãoCintia Aoki

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