Projeto pesquisa

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Projeto pesquisa

  1. 1. INTRODUÇÃO
  2. 2. TEMA Indica uma área de interesse a ser investigada. Trata-se de uma delimitação ainda bastante ampla
  3. 3. * O título por ser mais específico que o tema pode ser definido por último. *O tema estando bem definido é o suficiente para a condução da pesquisa. *Definir o título precocemente pode impedir que o pesquisador enxergue coisas importantes e essenciais para a pesquisa
  4. 4. JUSTIFICATIVA É o único item do projeto de pesquisa que apresenta resposta ao por que da escolha desse estudo. Para Marconi (2000) a relevância desse item é contribuir mais diretamente na aceitação pelo pesquisador. Ele relata que a justificativa consiste em uma exposição sucinta, mas completa das razões indiretas ou diretas de ordem teórica ou prática que tornam o estudo muito importante. A justificativa deve enfocar os seguintes passos como afirmam Gil (2002), Marconi (2000) e Soares (2003): • Relevância atual do estudo; • Quais os motivos pessoais ou acadêmicos que influenciaram na escolha desse tema; • Contribuições teóricas que a pesquisa pode trazer. • A justificativa difere da pesquisa bibliográfica, por não possuir citações dos autores que embasam a pesquisa. Ademais Marconi (2000) também comenta que na justificativa não se pretende explicar o referencial teórico utilizado, mas apenas ressaltar a importância da pesquisa.
  5. 5. DELIMITAÇÃO Após a escolha do assunto, é necessário determinar o aspecto particular sob o qual será focalizado; só um tema bem delimitado pode ser objeto de pesquisa científica. - Determinar a ideia central do estudo - Determinar o sujeito e sua extensão: sexo; faixa etária; características e outros
  6. 6. INTRODUÇÃO Na introdução deve constar: Delimitação do assunto estudado Razões da elaboração (justificativa) Objetivos do trabalho Outros elementos relevantes do tema (indicação da metodologia, localização no tempo e espaço)
  7. 7. A introdução deve ser elaborada de forma clara e concisa, de modo que o leitor penetre na problemática abordada, para se familiarizar com os termos e limites da pesquisa. O objetivo principal da introdução é situar o leitor no contexto da pesquisa. O leitor deverá perceber claramente o que está analisando, como e por que as limitações encontradas, o alcance da investigação e suas bases teóricas gerais (KÖCHE apud MÜLLER e CORNELSEN, 2003).
  8. 8. PROBLEMÁTICA (CONTEXTUALIZAÇÃO DO PROBLEMA) / PROBLEMA De acordo com Lavillle & Dionne (1999), a problemática é o conjunto de fatores que fazem com que o pesquisador conscientize-se de um determinado problema, veja-o de um modo ou de outro, imaginando tal ou eventual solução.
  9. 9. As hipóteses possuem a função de orientar o pesquisador na coleta e análise dos dados.
  10. 10. OBJETIVOS Nesta fase da pesquisa, temos que determinar a AÇÃO a ser realizada para responder a(s) questão(ões) que nos colocamos (responder aos problemas de pesquisa). A especificação do objetivo de uma pesquisa responde às questões para quê? e para quem?
  11. 11. Objetivo Geral (ação geral da pesquisa) Está ligado a uma visão global e abrangente do tema. Relaciona-se com o conteúdo intrínseco, quer dos fenômenos e eventos, quer das ideias estudadas. Vincula-se diretamente à própria significação da tese ou tema proposto pelo projeto. Objetivos Específicos (ações específicas da pesquisa – devem estar vinculadas ao objetivo geral). Apresentam caráter mais concreto. Têm função intermediária e instrumental, permitindo, de um lado, atingir o objetivo geral e, de outro, aplicar este a situações particulares. Fonte: Material obtido na Internet.
  12. 12. METODOLOGIA Na metodologia será apresentado “como” será realizado o estudo; serão esclarecidos os métodos de pesquisa e também as etapas para o desenvolvimento da investigação. O elemento básico de uma boa metodologia consiste em um plano detalhado de como alcançar os objetivos e as hipóteses. A metodologia consiste em esclarecer qual o procedimento será utilizado: pesquisa bibliográfica (proveniente de estudos já realizados); pesquisa de campo (população e amostra analisada, os instrumentos de medidas utilizadas; entrevistas, questionários, observações participantes ou não, testes, laboratórios e outros).
  13. 13. Como formular um problema? a) O problema deve ser formulado como pergunta: O estudante inicia o processo de pesquisa pela escolha de um tema, que por si só não constitui um problema. Ao formular a pergunta sobre o tema, provoca-se a sua problematização. Geralmente o problema é formulado depois de muita leitura sobre o tema, a fim de que o estudante tenha maturidade intelectual (conhecimento sobre o assunto para formular um bom problema), sem esquecer que o problema direcionará sua pesquisa. b) O problema deve ser claro e preciso: Um problema não pode ser estruturado e formulado de maneira vaga que não é possível imaginar nem mesmo como começar a resolvê-lo. c) O problema deve ser suscetível de solução: Para formular adequadamente um problema é preciso ter o domínio da tecnologia adequada à sua solução. Caso contrário, o melhor será proceder a uma investigação acerca das técnicas de pesquisa necessárias. d)O problema deve ser delimitado a uma dimensão viável: A delimitação de um problema guarda estreita relação com os meios disponíveis para investigação.
  14. 14. Como construir hipótese? Hipótese – é a proposição testável que pode vir a ser solução do problema. Se mediante a coleta de dados a hipótese for confirmada, o problema foi solucionado porque a pergunta formulada pôde ser respondida. Hipóteses: A carência de informação por parte da população quanto aos possíveis riscos de queimaduras, contribui para o aumento do número de pacientes; a fisioterapia contribui tanto no tratamento como também auxiliando nos programas de prevenção oferecidos á população.
  15. 15. REFERÊNCIAS A Evolução. A Evolução do Secretariado. Disponível em: http://marilia-carapinha. blogspot.com/2008/02/evoluo.html - Acesso em 06/Jun/2011 ALVES, Adriano. O Que é Ciência Afinal? Publicado em 16/Jun/2008. Disponível em http://www.webartigos.com – Acesso em 10/Ago/2011 ALVES, Rubens. Filosofia da Ciência. São Paulo: Editora Brasiliense 1981. ANDER-EGG, Ezequiel. Introducción a lãs técnicas de investigación social: para trabajadores sociales. 7.ed. Buenos Aires Humanitas, 1978. BORGES, Mônica Erichsen Nassif. A Aplicabilidade da Biologia do Conhecer no Âmbito da Ciência da Informação - DataGramaZero - Revista de Ciência da Informação - v.4 n.3 jun/03 ARTIGO 02. Disponível em: http://www.dgz.org.br/jun03/Art_02.htm - Acesso em 21/Ago/2011. BRONOWSKI, Jacob. O Senso Comum da Ciência. Coleção o Homem e a Ciência Vol.4. São Paulo: Editora Itatiaia – Editora da Universidade de São Paulo 1977. FONTE:INTERNET

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