Cidadania e prosa

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Cidadania e prosa

  1. 1. Colégio Status Cidadania e Literatura Prosa Modernista
  2. 2. Prosa de Graciliano Ramos - Vidas Sêcas
  3. 3. Vidas Secas <ul><li>Vidas Secas é o último romance de Graciliano Ramos e a única experiência do autor com foco narrativo na terceira pessoa esse romance mantém o elo da desdita, da miséria, da fome e da pobreza. </li></ul>
  4. 4. Trechos do livro Vidas Secas: <ul><li>&quot;...Eles estavam perguntadores, insuportáveis. Fabiano dava-se bem com a ignorância . Tinha o direito de saber? Tinha? Não tinha....&quot; </li></ul><ul><li>&quot;...Na beira do rio haviam comido o papagaio, que não sabia falar. Necessidade ....&quot; </li></ul><ul><li>&quot;... Como não sabia falar direito , o menino balbuciava expressões complicadas, repetia as sílabas, imitava o berro dos animais, o barulho do vento, o som dos galhos que rangiam na catinga, roçando-se...&quot; </li></ul>
  5. 5. Capitães de Areia – Jorge Amado
  6. 6. CAPITÃES DA AREIA - Jorge Amado <ul><li>Os Capitães da Areia é um grupo de meninos de rua, um grupo de menores abandonados e marginalizados, que aterrorizam Salvador. </li></ul><ul><li>Trecho de Capitães da Areia: </li></ul><ul><li>&quot;Contam no cais da Bahia que quando morre um homem valente vira estrela no céu. Assim foi com Zumbi, com Lucas da Feira, com Besouro, todos os negros valentes.Mas nunca se viu um caso de uma mulher, por mais valente que fosse, virar estrela depois de morta.'' </li></ul>
  7. 7. Memórias do Cárcere - Graciliano Ramos
  8. 8. Memórias do Cárcere - Graciliano Ramos <ul><li>Dessa experiência resultou a obra Memórias do Cárcere, publicada postumamente em 1953. A obra não é o relato puro e simples do sofrimento e humilhações do homem Graciliano Ramos; é a análise da prepotência que marcou a ditadura Vargas e que, em última análise, marca qualquer ditadura. É um dos depoimentos mais tensos da literatura brasileira. </li></ul>
  9. 9. Oswald de Andrade – Os Condenados
  10. 10. Oswald de Andrade - Os Condenados <ul><li>O romance narra a vida de Alma, uma prostituta dividida entre a exploração do cáften, Mauro Glade, e o amor romântico de João do Carmo. Ela tem &quot;o corpo imperfeito de adolescente, o rosto mártir sob o capacete desfiado dos cabelos fulvos, e a inexpressiva sensualidade dos vinte anos&quot;. Explorada pelo rufião, Alma vive inicialmente na casa do avô, que a expulsa quando sabe de suas atividades. </li></ul>
  11. 11. Chico Buarque – Roda Viva
  12. 12. Chico Buarque - Roda Viva <ul><li>A letra reporta-se à época exatamente da repressão, da censura, da busca incansável pela liberdade. Qualquer que fosse a tentativa de liberdade, era esmagada pela grande roda viva(a força repressora da ditadura). </li></ul>
  13. 13. <ul><li>A musica trata-se da infância, da realidade brasileira, em que as crianças começam a trabalhar desde cedo para poder se sustentar, para poder se alimentar, não indo para a escola,no futuro torna-se uma pessoa sem instrução, e sem instrução não consegue oportunidades de trabalho, continuando nas rua, propícios a entrar no mundo do tráfico e da violência. </li></ul>
  14. 14. Chico Buarque - Pivete
  15. 15. Chico Buarque - Pivete <ul><li>A música Pivete de Chico Buarque retrata a vida de um menino (pivete) de rua que vende chicletes no sinal para poder ganhar algum trocado para sobreviver,se alimentar. </li></ul>
  16. 16. São Bernardo - Graciliano Ramos
  17. 17. São Bernardo - Graciliano Ramos <ul><li>Para alcançar sua ascensão social, o narrador paga um preço altíssimo, que é a destruição do seu caráter afetivo. Na verdade, a perda de sua humanidade pode ser entendida como fruto do meio em que vivia. Massacrado por seu mundo, acaba tornando-se um herói problemático, defeituoso (parece haver aqui um certo determinismo, na medida em que o homem seria apresentado como fruto e prisioneiro das condições mesológicas). </li></ul>
  18. 19. Morte e Vida Severina – João Cabral de Melo Neto <ul><li>O auto de natal Morte e Vida Severina possui estrutura dramática: é uma peça de teatro. Severino, personagem, se transforma em adjetivo, referindo-se à vida severina, à condição severina, à miséria. </li></ul>
  19. 20. <ul><li>Sua linha narrativa segue dois movimentos que aparecem no título: &quot;morte&quot; e &quot;vida&quot;. No primeiro, temos o trajeto de Severino, personagem-protagonista, para Recife, em face da opressão econômico-social, Severino tem a força coletiva de uma personagem típica: representa o retirante nordestino. No segundo movimento, o da &quot;vida&quot;, o autor não coloca a euforia da ressurreição da vida dos autos tradicionais, ao contrário, o otimismo que aí ocorre é de confiança no homem, em sua capacidade de resolver os problemas sociais. </li></ul>
  20. 21. <ul><li>Por: </li></ul><ul><li>Fabiana Bispo </li></ul><ul><li>Felipe Viera </li></ul><ul><li>Luis Felipe Lavigne </li></ul><ul><li>Bruno Raposo </li></ul><ul><li>Nélio Seara </li></ul><ul><li>Caio Oliveira </li></ul><ul><li>Christian Menezes </li></ul>

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