Marketing pessoal 02

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Marketing pessoal 02

  1. 1. MARKETING PESSOAL SIMONE COSTA
  2. 2. MARKETING PESSOAL <ul><li>“ Não me preocupo tanto com o que sou na opinião dos outros, quanto o que sou na minha própria opinião; gostaria de ser rico de mim mesmo e não por empréstimo.” (Michel de Montaigne) </li></ul>
  3. 3. Marketing pessoal <ul><li>Pretendemos levar você a compreender que uma marca não nasce, mas sim é construída. E que uma marca pessoal é conseqüência de um processo de diferenciação. </li></ul>
  4. 4. MARKETING PESSOAL <ul><li>Marketing pode ser definido como um conjunto de estratégias e ações visando promover o lançamento, desenvolvimento e sustentação de um produto ou serviço no mercado consumidor. </li></ul><ul><li>Transitando este conceito para o Marketing Pessoal, podemos ressaltar que seu objetivo é aumentar a aceitação e fortalecer a imagem de uma pessoa pelo público em geral ou por determinado segmento deste público. </li></ul>
  5. 5. MARKETING PESSOAL <ul><li>O Marketing Pessoal significa projetar uma imagem de marca em relação a você mesmo, tomando a si próprio como se fora um produto ou serviço. </li></ul><ul><li>Quer fazer um teste rápido sobre o estágio atual de sua imagem de marca? Pergunte-se: “O que as pessoas pensam de mim quando se fala em meu nome?”. Será que você é reconhecido, notado em meio à multidão? Que tipo de sentimento é aflorado nas pessoas ao ouvirem falar de seu nome ou ao encontrarem você em um ambiente qualquer? </li></ul>
  6. 6. MARKETING PESSOAL <ul><li>O especialista em marcas Jaime Troiano pontua: “Uma marca é a criação de um conjunto organizado de percepções (plano cognitivo) e sentimentos (plano emocional) que faz com que um determinado produto ou serviço seja mais do que apenas diferente de seus competidores. Seja único e indispensável”. </li></ul>
  7. 7. MARKETING PESSOAL <ul><li>Primeiro Passo: a Embalagem O publicitário Chuck Lieppe dizia: “Aparentar ter competência é tão importante quanto a própria competência”. A embalagem é o princípio de tudo. E você nunca terá uma segunda oportunidade de causar uma primeira boa impressão. Para tanto, você deverá contemplar os seguintes aspectos: </li></ul>
  8. 8. PRIMEIRO PASSO <ul><li>A) Aparência </li></ul><ul><li>B) Trajes </li></ul><ul><li>C) Acessórios </li></ul><ul><li>D) Etiqueta </li></ul><ul><li>E) Postura </li></ul><ul><li>F) Vocabulário </li></ul><ul><li>G) Saúde </li></ul>
  9. 9. SEGUNDO PASSO <ul><li>Conteúdo </li></ul><ul><li>Formação </li></ul><ul><li>Currículo </li></ul><ul><li>Atitude </li></ul><ul><li>Autenticidade e transparência </li></ul><ul><li>Resiliência </li></ul><ul><li>Ética </li></ul><ul><li>Positividade </li></ul>
  10. 10. TERCEIRO PASSO <ul><li>VISIBILIDADE-Não adianta fazer a melhor coisa do mundo se ninguém tomar conhecimento. É preciso comunicar e repercutir. Para construir uma marca, você precisa ser visto. </li></ul><ul><li>a) Logomarca: assim como os produtos são nomeados e apresentam uma marca que os identifica, desenvolva um símbolo ou sinal gráfico capaz de remeter mnemonicamente a você. Pode-se partir de uma grande expertise sua ou até de seu apelido. </li></ul>
  11. 11. VISIBILIDADE <ul><li>B) Cartão de Visitas </li></ul><ul><li>C) WebSite:para ser visto – e achado – em tempos modernos, impossível dar as costas para a internet. Por isso, é imprescindível manter um site pessoal. Pode ser um blog, também, mas o site transmite um conceito de maior perenidade, pois os blogs têm como característica original o fato de serem formatados para funcionar como um diário eletrônico. Registre um domínio www com o seu nome. O investimento é ridículo. Basta pagar a anuidade da Fapesp, pouco superior a dez dólares. Depois, vá elaborando seu site aos poucos, incrementando seu conteúdo. Insira seu currículo, suas experiências profissionais, artigos que tenha escrito, links para outros portais. Enfim, faça de seu site um ambiente que possa tornar-se um ponto de encontro, ou até uma comunidade. </li></ul>
  12. 12. VISIBILIDADE <ul><li>D) E-mail- procure ter um só </li></ul><ul><li>E) Artigos </li></ul><ul><li>F) Eventos </li></ul>
  13. 13. QUARTO PASSO-ÊNFASE <ul><li>A rigor, inexiste nome difícil, mas nome pouco pronunciado. De qualquer forma, se você está no estágio inicial de construção de sua marca, considere até mesmo a possibilidade de atuar com um pseudônimo. E priorize nomes formados por apenas duas palavras. Assim, “José Maria da Silva” deverá optar por ser chamado de “José Maria” ou “José da Silva”. Isso facilita a memorização e a identidade visual. E tome cuidado com homônimos! </li></ul>
  14. 14. QUINTO PASSO: A DIVULGAÇÃO <ul><li>Este também é o momento de você reforçar sua comunicação. Pessoas marcantes são, por natureza, bons contadores de estórias. Não estamos falando de estórias da carochinha, mas de vivências, experiências, aprendizados. Face ao exposto, considere com seriedade investir em um curso de expressão verbal e corporal. Estudos indicam que falar em público oferece mais medo às pessoas do que a própria morte... Por fim, coloque a palavra networking em seu vocabulário e em sua agenda. Aumente sua rede de relacionamentos para além dos limites de seu bairro e de seus domínios na empresa. Há pessoas interessantes esperando por conhecer você seja numa fila de cinema ou numa mesa de bar. </li></ul>
  15. 15. SEXTO PASSO: A DIFERENCIAÇÃO <ul><li>“ Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...”. </li></ul>
  16. 16. DIFERENCIAÇÃO <ul><li>O Pequeno Príncipe, de Exupéry, conhecia muito de concorrência monopolística quando cunhou a famosa expressão “tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”. Por isso, abrir a porta do carro para a garota adentrá-lo torna o cavalheiro admirado. Por isso, o vendedor que procura descobrir a necessidade de seu cliente para depois lhe apresentar uma solução é preferível ao mero tirador de pedidos. Por isso, a empresa que identifica o desejo mais subliminar de seus consumidores pode dar-se ao luxo de vender o que produz ao invés de produzir o que se vende. </li></ul>
  17. 17. DIFERENCIAÇÃO <ul><li>Mas, no jogo da diferenciação, que fique claro uma coisa. Não é a diferenciação tecnológica (baseada nas inovações), a qualitativa (sediada na adequação) ou a mercadológica (ancorada na força e glamour das marcas) que conferem perenidade às relações. O mundo está comoditizado. A comunicação está massificada. A única diferenciação sustentável ao longo do tempo é aquela baseada em pessoas. No brilho do olhar, na maciez da voz e no calor do toque, aspectos que máquina ou virtualidade alguma será capaz de reproduzir ou substituir </li></ul>

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