Diagnóstico complementar da obesidade

4.628 visualizações

Publicada em

Publicada em: Educação, Tecnologia
0 comentários
2 gostaram
Estatísticas
Notas
  • Seja o primeiro a comentar

Sem downloads
Visualizações
Visualizações totais
4.628
No SlideShare
0
A partir de incorporações
0
Número de incorporações
3
Ações
Compartilhamentos
0
Downloads
182
Comentários
0
Gostaram
2
Incorporações 0
Nenhuma incorporação

Nenhuma nota no slide

Diagnóstico complementar da obesidade

  1. 1. DIAGNÓSTICO COMPLEMENTAR DA OBESIDADE Avaliação de composição corporal
  2. 2. POR QUE AVALIAR A COMPOSIÇÃO CORPORAL? AVALIAÇÃO FÍSICA ABRANGENTE AVALIAÇÃO DO RISCO CARDIOVASCULAR AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DE UM PROGRAMA DIETÉTICO AVALIAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DE UM PROGRAMA DE EXERCÍCIOS PESQUISA: DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS
  3. 3. Composição Corporal Fracionamento do Peso Corporal Alterações que caracterizam o desenvolvimento morfológico <ul><li>- Maturação Biológica </li></ul><ul><li>Intervenções Dietéticas </li></ul><ul><li>- Prática de Exercícios Físicos </li></ul>
  4. 4. Wang et al 1992 Outros Hidrogênio Carbono Oxigênio Outros Proteínas Lipídios Água Sólidos Extracelulares Fluidos Extracelulares Massa Celular Outros Osso Tecido Adiposo Músculo Esquelético Sangue Nível 1 (Atômico) Nível 2 (Molecular) Nível 3 (Celular) Nível 4 (Sistema Tecidular) Nível 5 (Corpo Inteiro) Modelo de Análise da Composição Corporal
  5. 5. Fracionamento do Peso Corporal Abordagem Bi-Compartimental Peso Corporal Componente de Gordura Componente Não- Gorduroso = + Gordura Essencial Gordura Não-Essencial Massa Isenta de Gordura Massa Magra
  6. 6. Técnicas de Medida da Composição Corporal Procedimentos Diretos Procedimentos Indiretos Procedimentos Duplamente Indiretos Informações “ in vitro ”, mediante dissecação macroscópica ou extração lipídica Informações de domínio físico e químico, com base em pressupostos biológicos Informações com base em modelos de regressão, a fim de predizer variáveis associadas aos procedimentos indiretos
  7. 7. Técnicas de Medida da Composição Corporal Procedimento Direto
  8. 8. Técnicas de Medida da Composição Corporal Procedimentos Indiretos <ul><li>Hidrometria </li></ul><ul><li>Espectrometria de </li></ul><ul><li>Raios Gama </li></ul><ul><li>Espectrofotometria </li></ul><ul><li>Ativação de </li></ul><ul><li>Nêutrons </li></ul><ul><li>Excreção </li></ul><ul><li>de creatinina </li></ul><ul><li>Radiologia Convencional </li></ul><ul><li>Ultra-sonografia </li></ul><ul><li>Tomografia Axial </li></ul><ul><li>Computadorizada </li></ul><ul><li>Ressonância Nuclear </li></ul><ul><li>Magnética </li></ul><ul><li>Absortometria Radiológica </li></ul><ul><li>de Dupla Energia (DEXA) </li></ul><ul><li>Pesagem Hidrostática </li></ul><ul><li>Pletismografia </li></ul>Bioquímicos Densitométricos Imagens
  9. 9. MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE COMPOSIÇÃO CORPORAL <ul><li>Arquimedes </li></ul><ul><li>Grécia </li></ul><ul><li>22 séculos atrás </li></ul>Aptidão morfológica
  10. 10. PESAGEM HIDROSTÁTICA <ul><li>Princípio de Arquimedes </li></ul><ul><li>Medida da densidade de um objeto </li></ul><ul><li>“ O peso da água deslocada é igual a diferença entre o peso corporal em terra firme e o peso subaquático” </li></ul>Aptidão morfológica
  11. 12. Pesagem Hidrostática Pressuposto Teórico: “ Densidade de todo o corpo é estabelecida pelas densidades de vários componentes corporais e pela proporção com que cada um desses componentes contribui para estabelecimento da massa corporal total” Suposição Metodológica: Densidade da gordura é consideravelmente menor em relação à de outras estruturas do corpo, quanto maior a quantidade de gordura em proporção ao peso corporal menor deverá ser a densidade de todo o corpo
  12. 13. Pesagem Hidrostática <ul><li>Vantagem: </li></ul><ul><li>Referência para validação de outras </li></ul><ul><li>técnicas </li></ul><ul><li>Limitações: </li></ul><ul><li>Alto custo dos equipamentos </li></ul><ul><li>Tempo para realização das medidas </li></ul><ul><li>Adaptação ao meio aquático </li></ul><ul><li>Elevada cooperação do avaliado </li></ul><ul><li>Estimativas quanto aos volumes pulmonar </li></ul><ul><li>residual e dos gases gastrointestinais </li></ul>
  13. 14. Pletismografia Pressuposto Teórico: Lei de deslocamento de ar de Boyle: “ Em recipiente isotérmico fechado, volume e pressão variam em proporção inversa; enquanto volume aumenta, pressão diminui, e vice-versa”
  14. 15. Pletismografia <ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>Elimina desconforto da submersão n´água </li></ul><ul><li>Menor cooperação do avaliado </li></ul><ul><li>Limitações: </li></ul><ul><li>Alto custo dos equipamentos </li></ul><ul><li>Tempo para realização das medidas </li></ul><ul><li>Estimativas quanto aos volumes pulmonar </li></ul><ul><li>residual e dos gases gastrointestinais </li></ul>
  15. 16. Absortometria Radiológica de Dupla Energia - DEXA Pressuposto Teórico: “ Atenuação de radiações de cada tecido orgânico depende do comprimento da onda utilizada e do número atômico dos elementos interpostos” Suposição Metodológica: Nível de atenuação diferencial de fótons emitidos a duas diferentes energias em três compartimentos: gordura, mineral ósseo e tecidos magros não-ósseo
  16. 17. Absortometria Radiológica de Dupla Energia - DEXA <ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>Análise da composição corporal </li></ul><ul><li>de todo o corpo e por segmentos </li></ul><ul><li>Distribuição anatômica dos </li></ul><ul><li>diferentes compartimentos </li></ul><ul><li>Elevada precisão de medida </li></ul><ul><li>Menor cooperação do avaliado </li></ul><ul><li>Limitações: </li></ul><ul><li>Alto custo do equipamento </li></ul><ul><li>Tempo para rastreamento do corpo </li></ul><ul><li>Dimensões corporais do avaliado </li></ul><ul><li>(estatura, peso corporal e </li></ul><ul><li>espessura transversa do tronco) </li></ul><ul><li>Variações quanto à proporção de </li></ul><ul><li>água corporal </li></ul>
  17. 18. Técnicas de Medida da Composição Corporal Procedimentos Duplamente Indiretos <ul><li>Condutividade Elétrica Corporal Total </li></ul><ul><li>Total Body Electrical Conductivity – TOBEC </li></ul><ul><li>Interactância de Raios Infravermelho </li></ul><ul><li>Absorção de Radiação Infravermelha </li></ul><ul><li>Bioimpedância Elétrica </li></ul><ul><li>Condutibilidade Elétrica – Água Corporal </li></ul><ul><li>Antropometria </li></ul><ul><li>Medidas Externas de Dimensões Corporais </li></ul>
  18. 19. Bioimpedância Elétrica Pressuposto Teórico: Diferenças nos níveis de condutibilidade elétrica nos tecidos biológicos expostos a várias freqüências de corrente Suposição Metodológica: Massa isenta de gordura torna-se principal responsável pela condutibilidade da corrente elétrica, por conter grande parte da água e dos eletrólitos do organismo
  19. 20. Bioimpedância Elétrica <ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>Menor cooperação do avaliado </li></ul><ul><li>Facilidade e rapidez de medida </li></ul><ul><li>Componente de água intra e extracelulares </li></ul><ul><li>Limitações: </li></ul><ul><li>Alto custo do equipamento </li></ul><ul><li>Nível de hidratação do avaliado </li></ul><ul><li>Estágio do ciclo menstrual </li></ul><ul><li>Temperatura cutânea </li></ul><ul><li>Uso de peças de metal </li></ul><ul><li>Constantes de regressão </li></ul><ul><li>Procedimentos prévios </li></ul>
  20. 22. Procedimentos Prévios para Utilização da Técnica de Bioimpedância Elétrica <ul><li>Não fazer uso de medicamentos diuréticos nos últimos 7 dias </li></ul><ul><li>Manter-se em jejum por pelo menos 4 horas </li></ul><ul><li>Não ter ingerido bebidas alcoólicas nas últimas 48 horas </li></ul><ul><li>Ter-se abstido da prática de atividades físicas intensas nas últimas 24 horas </li></ul><ul><li>Urinar pelo menos 30 minutos antes da medida </li></ul><ul><li>Manter-se pelo menos 5-10 minutos de repouso absoluto em posição decúbito dorsal antes de efetuar as medidas </li></ul><ul><li>Realizar as medidas na primeira hora pós-despertar </li></ul>
  21. 23. Antropometria Medidas externas das dimensões corporais <ul><li>Peso Corporal </li></ul><ul><li>Estatura </li></ul><ul><li>Perímetros </li></ul><ul><li>Diâmetros Ósseos </li></ul><ul><li>Espessuras de Dobras Cutâneas </li></ul>
  22. 24. Índice de Massa Corporal - kg/m 2 - Peso Corporal (kg) IMC = Estatura (m 2 )
  23. 25. CIRCUNFERÊNCIAS <ul><li>Medidas de circunferências são úteis para: </li></ul><ul><ul><li>Determinar padrões de distribuição de gordura de um indivíduo </li></ul></ul><ul><ul><li>Identificar mudanças no padrão de gordura de uma pessoa ao longo do tempo </li></ul></ul><ul><ul><li>Classificar os indivíduos dentro de um grupo de acordo com a gordura </li></ul></ul>
  24. 26. COMO MEDIR <ul><li>Fita métrica flexível, não elástica e estreita </li></ul><ul><li>Segurar o “zero” da fita com a mão esquerda, exatamente abaixo ou acima da fita restante, com a mão direita </li></ul>
  25. 27. LOCALIZAÇÃO <ul><li>A colocação da fita é perpendicular ao eixo longo da parte do corpo e paralela ao chão </li></ul><ul><li>Acomodar a fita sem pressão </li></ul>
  26. 30. Espessura das Dobras Cutâneas Pressuposto Teórico: Grande proporção da gordura corporal se encontra localizada nos tecidos subcutâneos Suposição Metodológica: Medidas quanto às espessuras das dobras cutâneas são indicadores da quantidade de gordura localizada em regiões específicas do corpo
  27. 31. Implicações nas Medidas de Espessura das Dobras Cutâneas <ul><li>- Definição dos Tecidos </li></ul><ul><li>Subcutâneos </li></ul>- Tipos de Compasso Harpenden e Lange - Massa Corporal IMC = 20-28 kg/m 2 <ul><li>Estratégias de Interpretação </li></ul>
  28. 32. Espessura das Dobras Cutâneas <ul><li>Vantagens: </li></ul><ul><li>Baixo custo do equipamento </li></ul><ul><li>Menor cooperação do avaliado </li></ul><ul><li>Elevada inocuidade </li></ul><ul><li>Facilidade e rapidez de medida </li></ul><ul><li>Interpretação imediata das informações </li></ul><ul><li>Limitações: </li></ul><ul><li>Comprometimento quanto à exatidão </li></ul><ul><li>das informações </li></ul><ul><li>Padronização das técnicas de medida </li></ul><ul><li>Baixa reprodutibilidade das medidas </li></ul>
  29. 33. TIPOS DE COMPASSO Aptidão morfológica
  30. 34. COMO MEDIR <ul><li>Usar o indicador e polegar da mão esquerda, 1 cm acima do ponto de medida da dobra </li></ul><ul><li>Dobra com lados paralelos </li></ul><ul><li>Compasso posicionado de forma perpendicular a dobra </li></ul>Aptidão morfológica
  31. 35. LOCALIZAÇÃO <ul><li>Praticar a localização precisa dos pontos </li></ul><ul><li>Usar fita métrica e caneta lavável </li></ul><ul><li>Não há unanimidade nas localizações dos pontos das dobras cutâneas </li></ul><ul><li>“ Anthropometric standardization reference manual” </li></ul>Aptidão morfológica
  32. 36. Dobra cutânea Triciptal Aptidão morfológica
  33. 37. Dobra cutânea Subescapular
  34. 38. Dobra cutânea Suprailíaca
  35. 39. Dobra cutânea Abdominal
  36. 40. Dobra cutânea da Coxa
  37. 42. JACKSON E POLLOCK Mulheres <ul><li>Objetivo: </li></ul><ul><ul><li>Avaliação rápida e prática da composição corporal em mulheres </li></ul></ul><ul><ul><li>Estimam gordura corporal para mulheres de 18 a 57 anos que possuem % de gordura entre 9 e 45% </li></ul></ul>Aptidão morfológica
  38. 43. JACKSON E POLLOCK Mulheres <ul><li>Dobras usadas: </li></ul><ul><ul><li>Tríceps, abdominal e suprailíaca </li></ul></ul><ul><li>Recomendado o compasso de Lange </li></ul><ul><li>Ler o mostrador do compasso para o 0,5mm mais próximo, 1 a 2 segundos após aplicar a pressão </li></ul><ul><li>Coletar a medida pelo menos 2 vezes </li></ul><ul><li>Ler % de gordura corporal estimada na tabela </li></ul>Aptidão morfológica
  39. 44. Aptidão morfológica
  40. 45. JACKSON E POLLOCK Homens <ul><li>Objetivo: </li></ul><ul><ul><li>Avaliação válida e prática de campo da composição corporal de homens </li></ul></ul><ul><ul><li>Estima quantidade de gordura corporal para homens com idade entre 18 e 57 anos, com % entre 2 e 35% </li></ul></ul>Aptidão morfológica
  41. 46. JACKSON E POLLOCK Homens <ul><li>Dobras utilizadas: </li></ul><ul><ul><li>Peitoral </li></ul></ul><ul><ul><li>Tricipital </li></ul></ul><ul><ul><li>Subescapular </li></ul></ul><ul><li>Compasso de Lange, com pelo menos duas medidas em cada dobra </li></ul>Aptidão morfológica
  42. 47. Aptidão morfológica
  43. 48. AVALIAÇÃO DO PERCENTUAL DE GORDURA <ul><li>O que o % de gordura significa? </li></ul><ul><li>Padrões de gordura corporal saudáveis: </li></ul><ul><ul><li>Dados epidemiológicos do NHANES </li></ul></ul><ul><ul><li>Amostra internacional, muito grande, de homens e mulheres </li></ul></ul><ul><ul><li>Separados por sexo e idade </li></ul></ul>Aptidão morfológica
  44. 49. Aptidão morfológica Fonte: Foss & Keteyian, 2000 32 a 38% 32 a 38% 30 a 39% 28 a 36% 26 a 36% Muito Ruim 28 a 30% 28 a 30% 27 a 29% 20 a 24% 20 a 24% Ruim 26 a 27% 26 a 27% 24 a 25% 22 a 24% 17 a 20% Acima da Média 24 a 25% 24 a 25% 21 a 23% 18 a 20% 14 a 16% Média 22 a 23% 21 a 23% 19 a 21% 16 a 18% 12 a 13% Abaixo da Média 20 a 21% 18 a 20% 16 a 18% 12 a 15% 8 a 10% Bom 13 a 18% 12 a 16% 10 a 14% 8 a 11% 4 a 6 % Excelente 56 - 65 46 - 55 36 - 45 26 - 35 18 - 25 Nível /Idade PERCENTUAL DE GORDURA (G%) PARA HOMENS
  45. 50. Fonte: Foss & Keteyian, 2000 39 a 49% 39 a 50% 38 a 48% 36 a 49% 33 a 43% Muito Ruim 36 a 38% 35 a 38% 33 a 36% 31 a 33% 29 a 31% Ruim 33 a 35% 32 a 34% 30 a 32% 27 a 29% 26 a 28% Acima da Média 30 a 32% 29 a 31% 27 a 29% 24 a 25% 23 a 25% Média 27 a 29% 26 a 28% 24 a 26% 21 a 23% 20 a 22% Abaixo da Média 24 a 26% 23 a 25% 20 a 23% 18 a 20% 17 a 19% Bom 18 a 22% 17 a 21% 16 a 19% 14 a 16% 13 a 16 % Excelente 56 - 65 46 - 55 36 - 45 26 - 35 18 - 25 Nível /Idade PERCENTUAL DE GORDURA (G%) PARA MULHERES
  46. 51. QUESTIONANDO... <ul><li>Amplitude grande para gordura aceitável </li></ul><ul><li>Mortalidade: em níveis de gordura muito alta ou muito baixa </li></ul><ul><li>Gordura essencial </li></ul><ul><li>Quando começa a obesidade? </li></ul>Aptidão morfológica
  47. 52. EFEITO DA IDADE NA AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL <ul><li>Menor quantidade de gordura subcutânea </li></ul><ul><li>Maior quantidade de gordura envolvendo órgão internos </li></ul><ul><li>Ossos mais porosos </li></ul>Aptidão morfológica
  48. 53. EFEITO DA IDADE NA AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL <ul><li>É comum ganhar peso de gordura conforme se envelhece </li></ul><ul><li>A obesidade progressiva é a tendência de adultos mais velhos acumulares gradualmente maiores quantidades de gordura corporal, resultado mais provável das adaptações de uma vida sedentária </li></ul>Aptidão morfológica
  49. 54. GORDURA CORPORAL PARA A ESTÉTICA <ul><li>Valorizar o sentimento do cliente </li></ul><ul><li>Não deixar que a beleza seja definida pela moda e pela mídia </li></ul><ul><li>Priorizar sempre a saúde </li></ul><ul><li>Reforçar os benefícios e fazer com que o cliente aprenda a aceitar seu corpo </li></ul>Aptidão morfológica
  50. 55. PESO IDEAL A PARTIR DO % DE GORDURA <ul><li>Determine o % de gordura e o peso corporal total </li></ul><ul><li>Calcule o peso de gordura e o peso de massa corporal magra </li></ul><ul><ul><li>PG = %GC x PCT </li></ul></ul><ul><ul><li>PMCM = PCT – PG </li></ul></ul><ul><li>Determine o % de gordura desejado </li></ul>Aptidão morfológica
  51. 56. PESO IDEAL A PARTIR DO % DE GORDURA <ul><li>Determine o % de massa magra desejada </li></ul><ul><ul><li>1 - %GC desejada = %MCM desejada </li></ul></ul><ul><li>Calcule o peso corporal desejado dividindo o PMCM pelo % de MCM desejada </li></ul><ul><li>Calcule o peso de gordura a ser perdido ou ganho </li></ul><ul><ul><li>PCT – PC desejado = PG a ser ganho ou perdido </li></ul></ul>Aptidão morfológica
  52. 57. PESO IDEAL A PARTIR DO % DE GORDURA <ul><li>EXEMPLO: </li></ul><ul><li>Mulher, 20 anos, 160cm, ativa </li></ul><ul><ul><li>Peso corporal total = 68 Kg </li></ul></ul><ul><ul><li>PG = 0,32 x 68 = 21,7Kg </li></ul></ul><ul><ul><li>PMCM = 68 – 21,7 = 46,3 Kg </li></ul></ul><ul><ul><li>%GC atual = 32% (três dobras) </li></ul></ul>Aptidão morfológica
  53. 58. PESO IDEAL A PARTIR DO % DE GORDURA <ul><ul><li>%GC desejada = 23% </li></ul></ul><ul><ul><li>%MCM desejada = 1 – 23% = 0,77 </li></ul></ul><ul><ul><li>PC desejado = 46,3/0,77 = 60,1Kg </li></ul></ul><ul><ul><li>PG a ser perdido = 68Kg – 60,1 = 7,9Kg </li></ul></ul>Aptidão morfológica
  54. 59. PESO ÓSSEO <ul><li>P.O.= 3,02 x (estatura 2 x D.B. x D.F. x 400)0,712 (obs. valores em metros) </li></ul><ul><li>Onde: </li></ul><ul><li>D.U. = diâmetro do úmero </li></ul><ul><li>D.F. = diâmetro do fêmur </li></ul><ul><li>D.B. = diâmetro biestilóide </li></ul><ul><li>D.M. = diâmetro maleolar </li></ul>
  55. 60. PESO RESIDUAL <ul><li>P.R. = P.T. x 24,1/100 (homens) </li></ul><ul><li>P.R. = P.T. x 20,9/100 (mulheres) </li></ul><ul><li>Onde: </li></ul><ul><li>P.R = peso residual </li></ul><ul><li>P.T = Peso total </li></ul>
  56. 61. PESO MUSCULAR <ul><li>P.M.= P.T. - (P.G. + P.O. + P.R) </li></ul><ul><li>Onde: </li></ul><ul><li>P.M = peso muscular </li></ul><ul><li>P.T – peso total </li></ul><ul><li>P.G = peso de gordura </li></ul><ul><li>P.O = peso ósseo </li></ul><ul><li>P.R = Peso residual </li></ul>
  57. 62. COMPOSIÇÃO CORPORAL EM CRIANÇAS Aptidão morfológica
  58. 63. AVALIAÇÃO DAS DOBRAS CUTÂNEAS <ul><li>Equações de adultos não são válidas para crianças </li></ul><ul><ul><li>Mais água </li></ul></ul><ul><ul><li>Maior conteúdo mineral ósseo </li></ul></ul><ul><li>Lohman, conduziu pesquisas extensas com crianças e propôs dois procedimentos práticos, válidos e fidedignos </li></ul>Aptidão morfológica
  59. 64. AVALIAÇÃO DO PERCENTUAL DE GORDURA PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES <ul><li>Objetivo: </li></ul><ul><ul><li>Avaliar a gordura corporal em crianças e adolescentes e fornecer uma estimativa válida e fidedigna do percentual de gordura corporal a partir da dobra cutânea tricipital e da panturrilha </li></ul></ul>Aptidão morfológica
  60. 65. AVALIAÇÃO DO PERCENTUAL DE GORDURA PARA CRIANÇAS E ADOLESCENTES <ul><li>Dobras utilizadas: </li></ul><ul><ul><li>Tricipital </li></ul></ul><ul><ul><li>Panturrilha </li></ul></ul><ul><li>Coletar 3 medidas em cada dobra, resgistrando o valor mediano </li></ul><ul><li>Somar a medida tricipital e da panturrilha e converter para % de gordura de acordo com os normogramas </li></ul>Aptidão morfológica
  61. 66. Aptidão morfológica
  62. 67. DOBRAS CUTÂNEAS RECOMENDADAS PELA OMS <ul><li>Subescapular </li></ul><ul><li>Tricipital </li></ul><ul><li>Classificadas em percentis, pelo padrão de referência NCHS </li></ul><ul><ul><li>Acima do percentil 90 = obesidade </li></ul></ul>Aptidão morfológica
  63. 68. Tabela NCHS tricipital Aptidão morfológica
  64. 69. Tabela NCHS tricipital Aptidão morfológica
  65. 70. Tabela NCHS subescapular Aptidão morfológica
  66. 71. Tabela NCHS subescapular Aptidão morfológica
  67. 72. Tabela NCHS soma subescapular + tríceps Aptidão morfológica
  68. 73. Tabela NCHS soma subescapular + tríceps Aptidão morfológica
  69. 74. COMENTÁRIOS... <ul><li>Tomar cuidado quando recomendar perda ou ganho de peso para crianças e adolescentes </li></ul><ul><li>Possibilidade de estimular o aparecimento de um distúrbio alimentar </li></ul><ul><li>Envolver pais e professores </li></ul>Aptidão morfológica
  70. 75. SUGESTÕES PARA A AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL <ul><li>Explique a avaliação </li></ul><ul><li>Preserve a privacidade do cliente </li></ul><ul><li>Conduza a avaliação em um ambiente diferente daquele das medidas </li></ul><ul><li>Não enfatize demais a magreza </li></ul><ul><li>Reconheça as limitações da avaliação da comosição corporal </li></ul>Aptidão morfológica
  71. 76. SUGESTÕES PARA A AVALIAÇÃO DA COMPOSIÇÃO CORPORAL <ul><li>Encoraje os clientes a fazerem perguntas e expressarem seus sentimentos sobre a avaliação </li></ul><ul><li>Siga a avaliação com recomendações apropriadas sobre dieta e exercícios </li></ul><ul><li>Mantenha a confidencialidade dos registros da composição corporal </li></ul>Aptidão morfológica
  72. 77. <ul><li>Trabalhar a Auto-Estima </li></ul><ul><li>Trabalhar a Auto-Imagem </li></ul><ul><li>Reforço Positivo – O poder do Elogio </li></ul>Sofrimento Emocional

×