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Ribatejano Futebol Clube Valadense Campeão

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O X-centrico recorda hoje uma época de ouro do . Estávamos na época de 1993/1994. Era treinador Carlos Cláudio. Estas recordações só são possíveis graças ao "Povo do Cartaxo" de 21 de Abril de 1994. Com a devida vénia, que o X-centrico não esquece, aqui fica a reportagem da altura:
"Foi em Erra no Concelho de Coruche, que o Ribatejano Valadense de Valada do Ribatejo, se sagrou Campeão distrital de Futebol do Inatel, ao derrotar de forma indiscutível, o Fazendas de Figueiras (Coruche), por 3-2, num resultado algo enganador e só possível pelo deslumbramento do título ali tão perto, quando aos 64 m Marito pôs a sua equipa a vencer por 3-0.
Da festa dos Valadenses que acorreram a Erra se dá conta nestas páginas do "O POVO DO CARTAXO", que acompanhou esta gloriosa jornada através das palavras de Luís Lopes e as fotografias de Nuno Ferreira."

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  1. 1. !l l . _ , QUINZENÁRIO REGIONALISTÀ INDEPENDENTE _ _ _ , ' ' ' : women: JOAQUIM BERNARDES FERREIRA . Ju “m, m" m “a a' m; “R” 95 1994 PRE” “VULW” 'mw omacroa a ? aovmsmmoz NUNO Luis HEITOR : :nasua 3.3 -y reinicio «licorxiii: L iisr l » i ltlllslí Liaíi “: s;; il i l»í› &AÊW l* I r' I ri HcVJn/ ah/ "lfi/ _ÇKN ¡v-_ofgjjj f sr( ç. fa: : F, ~_»: :i x5 5 4» , a ¡qo-gx! E, q. , g &music; 'ILLJL : Jour t). Luíz): um» _gyutpy à ju_ , '__ »Jal José Conde l Rodrigues, Recepção Presidente acolhedora “Éh I Municipal do Cartaxo, faz um | balanço a 3 meses . de mandato, numa l da Câmara l ~ , o _. w . _alturaem que se U_ começamasentir 4¡ _f J - 'l alteraçõesà ' política autárquica no concelho. Centrais Já no próximo fim de semana r-r- v_ * ' ' N: -l' #ly . .r . -, 1 l ~llw 1.1.7* Gabriela (esta o "Fo]6«VanIa" na Barragem de Magos - Milhares de entusiastas da Moionáutica são aguardados em Vala- da nos proximosdías 23 e 24 de Abril , . __ o Gabriela vaipiloiaro "Fójá-Vento" com o última modelo da "l/ lercury" › i3 . i que deu a vitória ao actual campeao do mundo. "ímã ¡ 18 - Patrocinadores ao rubro com a divulgação televisiva das provas W913; pela RTP1, TV2, SIC e TVI Págma 2o c: llsiar. iif~i“r; usnl iliiisiiailasisua 'lii-lbllilii iiiuaugianaisuiiu ílifulsrilizsio : lili íllliiiâlt. ' 'fàlPiàillê › : :um › _am + "monitorar. + 'muitu + oral. ; m. naum + cult: n: 'ima + our. : em? u: amateur:
  2. 2. PÁGINA 18 - 0 POVO D0 CARTAXO FINAL” oo cÁIl/ lPEoNATo DISTRITA FF. , HH por 3-0. Fo¡ em Erra no concelho de Coruche, que o Ribatejano Vafadense de Valada do Ribatejo, se sagrou Campeão Distr/ tal de Futebol do INATEL, ao derrotar de forma Indiscutível, o Fa- zendas das Figueiras (Coruche), por 3-2, num resultado algo enganador e só possível pelo deslumbramento do título ali ^ tão perto, quando aos 64 m Marito pôs a sua equipa a vencer Da festa dos Valadenses que acorreram a Erra se dá conta nestas páginas do "O POVO DO OABTAXO", que acompanhou esta gloriosa jornada através das palavras de Luís Lopes e as fotografias de Nuno Ferreira. FAZENDAS DAS FIGUEIBAS, 2- VALADA, 3 "com calma e serenidade se : :msm/ lv um Irlr/ Irln Indiscutível” Jorge (56 m Simão) Imperial. Treinador: Carlos Cláudio Em Erra, no bem tratado pelado do clube local, com um vento bastante forte, as duas equipas em presença, levaram algum tempo a abrir as hostilídades, já que numa frase de estudo mútuo, sem~ pre comum quando as equi- pas não se conhecem. impe- rou também um nervosismo por demais evidente nestes primeiros minutos da partida. Com o vento a seu favor, o Valada bem tentou empur- rar o Fazendas para o seu meio campo, só que as oo¡- sas não lhes começaram a sair bem, muitas bolas pelo ar. alguma lentidão e irisegu- rança, em aspecial no eixo da sua defesa, que tardou a encontrar-se, exemplo disso. aconteceu decorridos 5 m. quando Manuel João, falhou o remate em posição frontal, numa bola que a defesa valadense não fo¡ Iesta a sa- cudir. ' O primeiro aviso estava lançado. a equipa das Figuei- camp r ESRTIVOERRENSE mesmo¡ Árbitro: António Anacleto de Alcanena Fiscais de Linha: Paulo Ramos e António Conceição EQUIPAS FAZENDAS DAS FIGUEIRAS: Manuel Duarte, Luisinho, Frade (Cap), Quim Marques e Zé Manel. Chaves, Zé Car- los e Tozé Marques, Carlos Fernandes, Manuel João e Suplentes não utilizados: Flui, Remo, Telmo e Pedro Treinador: António Marçal. VALADA: Rui Pedro, ze Luls, Rolando, Nelson e Hélder, Henrique (Artur aos 88m), Femando (Cap. ) e Diogo, Marito (82 m João), Alexandre (Filipe aos 89 m) e Luis Elói. Suplentes não utilizados: Xico Zé e '| 'Iago. GOLOS _0-1 por Marito aos 36 m; 0-2 por Diogo aos 49 m; 0-3 por Marito aos 64 m; 1-3 por Chaves aos 67 m de grande penalidade; 2-3 por Tó Zé Marques aos 90 m. ras foi a primeira a vencer o nervosismo a acalmar, não tirou dividendos disso, mas que esteve perto, disso não restem dúvidas, não fora Zé Luls aos 15 m, na sequen- cia de um canto afastar a bola quase sobre o risco de Baliza. Numa toada de equi- librio decorreram os minutos seguintes, que começaram a mostrar a equipa de Carlos Cláudio. a tomar conta do meio campo, a tentar por a bola no chão e a explorar o seu lado direito, onde Diogo começava a desiquilibrar e a dar nas vistas. A partir dos 25 m o Vala- da era dono e senhor do iogo, dois cantos consecuti- vos foram o primeiro sinal do sufoco que se iria seguir até final da primeira parte: 28 m, nelson diante do guarda-re- des Duarte, atira-Ihe a bola contra o corpo; 30 m Henri- que na sequência de mais um canto remata de primei- ra e a bola sai rente ao pos- te; um minuto mais tarde é Rolando que remata ao lado e finalmente o GOLO, eram decorridos 36 m, jogada de- senvolvida sobre o lado d¡- reito por Diogo que vence oposição do defesa contrá- ria, centra bem largo, na dí- 'reila e já dentro da área Hen- rique amortece para Marito que no centro da área peran- te Manuel Duane, rematou calma e certeiramente para o fundo das redes do Fazen- das, estava feito o 1-0. Não parou o Valada, e dois minutos depois, ac acor- rerem a um cruzamento dois jogadores do Valada falha- ram ingloriamente a possibi- lidade de 2-0 e finalmente aos 43 m o clube cartaxeiro, acabou com este assédio com um bom remate de Ro- lando fora da area que errou o alvo por pouco. Não aca- bou porém a primeira parte sem um susto dos grandes, ro GOLD DE MARITO QUEABRIU 0 CAMINHO PARA O TRUE oespomo t; L DO INATEL 21 DE ABRIL - a 3327979 - CURUCHE I A BELEZA DO DESPORTO NA ARTE DO FOTÓGRAFO já que Manuel João anteci- pou-se ao Guarda-redes de Valada e só não foi golo. por- que a sorte esteve do nosso lado, indo a bola anichar-se nas redes laterais. Foram os jogadores de ambas as equipas para as cabines. certamente com disposições muito diferentes, já que o vento, que havia sido determinante no dese- quilibrar das operações no primeiro tempo, poderia vir a ser decisivo durante a segun- da parte. Numa primeira par- jogar de forma equilibrada. aos 15 m Manuel João, que tanto prometera no primeiro tempo, só e diante de Rui Pedro. remata desastrada- mente. quando poderia ter começado aqui outra histó- ria para este jogo, tal foi o talhanço. O Valada, com Rolando atrás da sua defesa, varría toda a-área, a serenidade da equipa, apesar de mais pres- sionada, era evidente, o seu meio campo continuava la- borioso, no ataque Marito era JOGADORES E PÚBUCO FESTEJAM VITÓRIA te jogada razoavelmente, o mérito de saber aproveitar as oportunidades revelou-se muito escasso, mas o Fa- zendas das Figueiras tam- bém não merecia sair a per- der por maior diferença. A equipa de Carlos Cláu- dio entrou para este segun- do tempo aparentando mui- ta segurança e confiança, os primeiros lances foram dis- so sintomas e quando Marito lança sobre a direita Diogo, que se liberta do defesa oon- trário entra na area a rema- ta cruzado para o segundo golo, a história do logo pare- cia traçada. Tentou a equipa das Fi- gueiras tomar conta do jogo, porém a lntranquilidade, a pressa, a necessidade de fazer golos, foram factores que não deixaram a equipa um perigo constante, e foi com estas armas que o Va- lada chegou naturalmente aos 3-0, eram decorridos 19 m deste segundo tempo: Marito recebe uma bola de Alexandre, liberta-se do seu marcador na zona central e de fora da área remata de primeira, marcando um belo golo, fazendo a bola entrar junto ao poste esquerdo do jovem Manuel Duarte. que se via batido pela terceira vez de forma inapelável. Talvez deslumbrado com a felicidade com que soube- ra construir tão folgada van- tagem. talvez acomodados, os jogadores de Valada co- meçaram a pouco e pouco a ceder o meio campo ao seu adversário. que de uma for- ma briosa lutou sempre, na tentativa de poder dar a vol- ta ao resultado, e quando aos 22 m Rolando desneces- seriamente toca em Manuel João. que perseguia uma bola que se ia perder pela Ii- nha final, e este se esta-tela em plena área, António Ana- cleto não teve dúvidas em' apontar a marca de grande penalidade. que Chaves apontou, fazendo o primeiro golo do Fazendas, sem qual- quer hipótese de defesa para Flu¡ Pedro. O Fazendas ganha um novo alento, lança-se para o ataque de forma atabalhoa- da, Rolando que não acusou o facto de ter leito a grande penalidade, continua a co- manda a sua defesa que se mostra bastante segura, com realce para Rui Pedro, que aos 27 m nega o golo a Ma- nuel João com uma grande defesa, adiando o golo que em qualquer altura podia sur- gir, entretanto Marito lesiona- do é obrigado a sair, a equi- pa estremece um pouco. mas apelando às últimas for- ças consegue resistir até ao minuto 45, altura em que Tozé Marques faz o segun- do golo, numa jogada de in- sistência, em que entra na área de remate cruzado, marcando um golo de belo efeito, que por tardio, nada mais alterou no jogo. António Anacleto, apitou logo de' seguida, e foi a inva- são pacíñca do campo pela grande falange de apoio que de Valada se deslocou, e vito- n'ou no final os seus jogado- res, vivendo com eles tão fe- liz e glorioso acontecimento. Do Sr. António Anacleto, tivemos um trabalho equili- brado, sem grandes falhas, pareceu-nos porém, mal au- xiliado pelo seu fiscal de li- nha do lado das cabines, que prejudicou qualquer das equipas arrancando foras- -de-jogo inexistentes, tendo neste caso o Fazendas das Figueiras mais razões de queixa.
  3. 3. 21 DE ABRIL PAGINA 19 n O POVO DO CARTAXO "UNANIMIDADE IIE OPINIÕES: !IIBIIIIB BSIIBGIÉGIIÍO. Valada ÍIISIII IIBIIBBIIDI" No meio de uma euforia relativa, fruto de uma victoria saborosa, conseguida com muita cabecinha ouvimos alguns dos intervenientes desta final: Rui Pedro, Guarda-redes do Valada, afirmou: - “FINAL INESPERADA" - Esta foi uma final inesperada, já que ninguem acreditava na nossa equipa, nós pen- samos no Valada que os jogos devem ser encarados um de cada vez, conseguimos com muito esforço, muito sacrifício, uma equipa sempre muito unida, jovem, com muito futu- IO. - Do Valada tudo se espera, já que, como disse é uma equipa muito jovem. "FINAL MUITO EQUILIBRADA" - Palavras de Rolando - Foi uma final muito equilibrada. apesar de termos tido grande vantagem em golos, tanto na primeira parte como na segunda. já que os golos não dizem da realidade jogo. já que apesar de termos chegado aos 3-0, o nosso ascendente não era assim muito gran- de. Acho que o INATEL e o Futebol estão de' parabéns. - E o lance do penalti, como foi? - Não, não é penalti, há um contacto físi- co, o jovem do Fazendense fez o papel dele, atirou-se para o chão, pela minha parte acho que não há penalti. MARITO, 0 HOMEM GOLO - referiu “SINTO UM GRANDE ORGULHO" - É um grande orgulho para nós e para o nosso Concelho. - E a sua exibição. que lhe pareceu? - Um bocado fraca. já que estava “À rasca do músculo". - Um bocado fraca, e marcam-se dois golos daqueles? - perguntamos. - Não sei! ... (e sorriu. ..) ". .. SOMOS ONZE JOGADORES E TODOS NÓS ESTAMOS DE PARABÉNS" - Disse-nos Diogo, o melhor em campo. - Penso que o elogio que me dão, de ter sido o melhor jogador em campo, deve ser dado à equipa toda, somos onze jogadores e penso que todos nos estamos de parabéns. Quero envolver também o nosso treinador, que durante esta epoca nunca me deixou, sempre me apoiou, sempre insistiu em mim, quero agradecer-lhe por isso, penso que tam- bém ele está de parabéns. Acho que o com- pensel bem com a exibição que hoje aqui fiz. -Agora segue-se o Na- cional. Oue futuro? - Vamos possivelmente fazer um bom Nacional, es- pero que sejamos campeões novamente. “VIVI ESTA VICTORIA DE UMA EQUIPA DO NOSSO CONCELHO COM INTEIRA SATISFAÇÃO" - referiu Francisco Pereira, Verea- dor da Cámara Municipal do Cartaxo. - Naturalmente que vivi esta vitória de uma equipa do nosso concelho com inteira satisfação, dado que foi uma equipa que trabalhou bastan- te. que chegou a esta final com todo o mérito, e o ga- nhou. O Concelho do Certa- xo está de parabéns, e em especial a freguesia de Valada. Penso que é com este tipo de trabalho, nos clubes e nos diferentes sectores do desporto e da cultura que conseguimos projectar o nome do nosso concelho e dignificar a nossa terra. “ISTO É UM TRABALHO QUE CERTA- MENTE. NÃO TERÁ FUTURO SE NÃO FOR ACOMPANHADO" -iopinlão de ORLANDO SANTOS, Presidente da Junta de Freguesia de Valada. - Neste momento sinto um sentimento de muita alegria, como é natural. Esta victoria reflecte o trabalho das Colectividades ao nivel das Freguesias e do Concelho, e vem trazer uma nova ideia, de que as colectividades pre- cisam de um auxilio muito grande, de ser Orlando Santos e Francisco Pereira felicitando os atletas vencedores acompanhadas com muito carinho. Nós a ní- vel da nossa freguesia fazemos aquilo que po- demos, mas tudo o que fazemos que é muito pouco, não chega. .. E isto foi a demonstra- ção cabal, de que o empenho das Cámaras Municipais, do Governo central, deve auxiliar estas pequenas equipas, porque é isto que mexe com o povo, as populações dos conce- lhos. .. qualquer dia isto é o resultado, é o tra- balho, eu não diria inglório, mas vai ser um trabalho que certamente, não terá futuro se não for acompanhado. DESPORTO j PARAAHISTÓRIA. .. | A EQUIPA DO VALADA Rui Pedra, Holanda, Diogo e Marito fizeram a diferença, numa equipa com enorme espírita colectiva. Numa apreciação individual, a uma equipa cujo espirito de combatividade e companheirismo são enormes, dificil se torna ignorar o obreiro de tai trabalho, o técnico Carlos Cláudio, que conhecedor das potencialidades dos seus atletas, os consegue orien- tar de ton-na superior, apresentando um conjunto onde cada um apesar das suas limitações técnicas, consegue dar uma imagem muito correcta do sentido colectivo comum a uma boa equipa de futebol, como esta que veio de Valada. RUI PEDRO: Apenas uma falha durante todo o jogo, não mancham um trabalho sereno e seguro, de um guarda-redes, que foi arrojado quando necessário, transmitindo seguran- ça e confiança aos seus companheiros. Um dos grandes responsáveis por este êxito. ZÉ LUÍS: Sempre no caminho da bola, de uma combatividade e entrega sem limites. Teve cortes preciosos, apesar da sua pouca tecnica. ROLANDO: Um poço de energia, que bem preciosa foi quando a sua equipa teve de jogar contra o vento, durante o segundo tempo, em que ao posicionar-se por trás da sua defesa varreu toda a zona. Uma boa exibição que o penalti que causou, não ensombra. NELSON: Generosa na luta desenvolvida na zona central do terreno, demorou a en- contrar-se, porém o seu labor foi subindo e acabou em bom plano. HELDER: Talvez o defesa que melhor e mais depressa entrou no jogo, subiu bem na sua zona e ajudou no centro sempre que necessário. Exibição bastante positiva. HENRIQUE: Não começou bem o jogo, tal como quase todos os colegas do sector. foi subindo de rendimento, tendo ainda na primeira parte aparecido pelas imediações da area contrária, onde teve um remate brilhante que falhou por pouco. Exibição agradável. FERNANDO: O Capitão do Valada, esteve algo apático na parte inicial, recompós-se mas nunca atingiu um nivel de alto rendimento, embora o seu exemplo de entrega à luta o Ievassem a uma prestação positiva. DIOGO: A magia do jogo passou pelos seus pés. Os lances mais bonitos, mais traba- lhados, mais técnicos, encontraram em Diogo o seu interprete principal, foi a grande figura do jogo. Quer a jogar na direita, quer na esquerda, como mais tarde na zona central do terreno, quando foi necessário defender, Diogo esteve em todas. O que anda um jogador destes a fazer pelos campeonatos do INATEL? Senhores do Cartaxo, Vila Chã e Pontével, sabiam da existência deste craque? MARITO: Que jogo! Que espirito de sacrifício patenteou Marito, a jogar grande pane do tempo lesionado. os seus golos foram de classe, tal a fonna como os apontou, oom “suplesse” o primeiro, com um remate que só os eleitos conseguem executar, o segundo. Outra gran- de figura do jogo a merecer nota altíssima. ALEXANDRE: Muito bem facticamente. a servir a propósito os seus colegas do ataque, com bons pormenores sobre o lado direito do terreno, que ajudou a cobrir, ajudando o defesa do seu lado. Muito boa a solicitação a marito para o terceiro golo. Exibição para recordar. LUIS ELÓI: Uma das exibições mais irregulares da equipa, começou oom um falhanço oomprometedor, levou tempo a encontrar-se, pareceu-nos dos mais nervosos e ansiosos. melhorou, paradoxalmente, no segundo tempo quando teve com o vento pela frente. e as dificuldades eram maiores. JOÃO: Jogou 8 minutos, no lugar de Marito, tendo reforçado o seu meio campo, nota- biIizou-se ao aliviar em balão. uma bola que contrariamente as suas intenções acabou por constituit uma jogada de perigo para a sua baliza. Para recordar o facto de ter jogado esta ñnal. ARTUR E FILIPE Jogaram tão pouco tempo, que não deu para saber se tocarem na bola. Mas que foram Campeões, disso ninguém duvide.
  4. 4. PÁGINA 2o o POVO no CARTAXD DESPORTO 21 DE ABRIL “Honra e Glória para Valada" PRESTIGIAR 0 CONCELHO D0 CARTAXO, E A FREGUESIA DE VALADA QUE VALADA SEJA CONHECI- DA LONGE DA SUA TERRA. QUE O SEU NOME SEJA DIVULGADO, SEJA RESPEITADO E CONHECIDO - estes eram os oblectlvos de carlos Cláudio, Técnico do Valada, antes do logo. "PROVA SUPERADA", PARA CARLOS CLAUDIO Já com algum tempo passado sobre o final do jogo. em que a sua equipa acabara de se sagrar Campeão Distrital de Santarém, ouvimos Carlos Cláudio, umTécnico feliz e tranquilo. P. do c. - É dltfcll para uma equipa que não treina durante a semana, chegar a uma flnal, e fazer um logo como fez? C. C. - Naturalmente, uma equipa destas que não treina sente imensas dificuldades. chegámos a esta final com muito sacrifício, muita dedicação, muito esforço, muito amor próprio, brio. De facto a equipa conseguiu jogar relativamente bem na t¡ pane, quando a força fisica ainda existia, e depois a ganharmos por 3-0, tivemos que aguentar a pressão do adversário, que quis tentar marcar, e que nos criou imensas dificuldades. P. do c. - Ctue leitura fez da estratégia da sua equipa? C. C. - Nós não podíamos arriscar, não podíamos fazer um jogo aberto, pois sabíamos que iamos cair fisicamente, tivemos que ¡ogar de uma forma concentrada, com um bom meio campo, com homens rápidos aparecer pela esquerda e pela direita, aspec- to em que o Diogo esteve francamente bem. P. do c. - depois dos 3-0, alguma vez pensou que o Fazen- das das Figueiras pudesse chegar à Igualdade? C. C. - Sinceramente, isso nunca me passou pela cabeça, porque, embora o nosso meio campo tivesse recuado, contraria- mente ao que havíamos com- binado ao intervalo, em que era importante não recuar, e dar a luta possivel a entrada do nos- so meio campo, porém devido ao vento, e a força de vontade do nosso adversário, que mui- to valorizou a nossa Victória. houve uma aproximação ao marcador, mas sinceramente. nunca perspective¡ que pudes- se vir a perder este jogo. P. do C. - Que lhe pere- oeu a exibição da equipa de arbitragem, chefiada pelo Sr. AntónloAnacleto7 C. C. - Eu penso que a De- legação do INATEL, escolhe para as finais os árbitros que lhes parecem melhores, pen- so que o Sr, António Anacleto Carlos Cláudio O Técnico da Vitória esteve à altura da ünal. P. do c. - . ta de seguida, temos o Campeonato Nacional, o que espera o Carlos da sua equipa? C. C. - É dificil, como já disse. que uma equipa que não trai- na, que quebra sempre nas segundas partes fazer grandes brilharetes. Vamos encarar o próximo iogo, que e uma novidade para nós, com toda a concentração, com dignidade, e vamos na- turalmente lutar por um bom resultado. Vamos certamente encon- trar equipas rodadas, com treinos e que nos vão certamente cau- sar imensos problemas. Matanautrca Barcos vão «voar» em Valada Vários milhares de entu- siastas da motonautica são aguardados em Valada nos próximos dias 23 e 24 de Abril, para o grande espectá- culo que vai constituir as pro- vas dos Campeonatos Nacio- nal e Ibérico de Motonautica, onde estarão presentes «bombas» com a tecnologia GabrlalaA/ ves- mais avançada a nível mun- dial. Gabriela vai pilotar o seu barco, de nome de baptismo «Fójó-Vento», com um motor que é o último modelo da «Mercury», e que deu a vitó- ria ao actual campeão do mundo. A espectativa e o in- teresse das firmas patrocina- doras e apoiantes das provas e dos pilotos é grande, dada a garantia de divulgação te- levisiva das provas pela RTP 1 , TV 2. SIC eTVI. Para alem de Gabriela Alves, que irá correr na fórmula 53000, ou- tros pilotos da nossa terra es- tarão presentes nestas pro- vas, como é o caso do cam- peão nacional de 1993 na classe T750, Miguel Ribeiro, e seu pai, Arnaldo Ribeiro, ambos de Porto de Muge. José Beringela, residente no Cartaxo há vários anos, irá fa- zer a sua estreia em Portu- gal nesta modalidade, pilo- tando um barco de classe S850. Para Walter Bastos, vice- presidente da Federação Portuguesa de Motonautica, estas provas vão constituir um teste importante para o futuro da motonáutica em Valada, onde a presença dos espectadores vai ter um peso determinante. Um factor iã bastante positivo são as ver- bas que a Câmara e a Junta de Freguesia do Cartaxo co- locaram à disposição da or- ganização, e, também, o apoio logístico que a própria Camara e a Junta de Fregue- sia de Valada, vão dar a es- tas provas. De salientar, tam- bém, o facto do Presidente da Junta de Freguesia de Vala- da, Orlando Santos, terem manifestado o seu apoio não só a motonáutlca, mas a to- das as provas náuticas em Valada. Começam, assim, a surgir sinergias no sentido de se levar por diante um projec- to turístico, já existente, para Valada, lançando a região para um lugar que as suas gentes merecem, e que o concelho urgentemente ne- oessitaí PROGRAMA DAS PRO- VAS 23 de Abrll (sábado): José Beringela es treta-se na classe S-850 10 h - Encontro em Valada 15 h -Inicio das provas dos Campeonatos Nacionais das classes T-750, T-850 e S- 850. No final das provas, os barcos partirão de Valada, em caravana acompanhados por oatedores da GNR, em direcção à Cruz do Campo, Cartaxo, Vila Chã de Ouri- que, Santarém e Almeirim, onde ficarão em exposição. 21 h - Jantar de recepção. 24 de Abrll (Domingo): 10 h - Saida da caravana de Almeirim para Valada. 15 h - Inicio das Provas do Campeonato Nacional da Fórmula S-GOOO e do Cam- peonato lberico das classes T-850 e s-aso e S-850. 21 h - Distribuição de pré- mios na Discoteca LIPPS. PROVAS DE MOTONÁUTICA 1994 CAMPEONATO NACIONAL “CIassesT-750. T-850, S-850 98-3000" Dias 23 e 24 de Abril- Valada do Ribatejo Dia B de Maio - Seixal Dia 22 de Maio - Figueiró dos Vinhos Dia 12 de Junho -Tancos Dia 26 de Junho - Vila Real de StPAntónio Dia 10 de Julho - Figueira da Foz Dias 20/21 deAgosto - Portimao . Dia 11 de Setembro- Ribadouro CAMPEONATO IBERICO “ClassesT-850. 8-850" Dia 24 de Abril- Valada do Ri- batejo Dia 17 de Julho - Sevilha Dia 20 deAgosto - Portimão CAMPEONATO DA EUROPA "Classe F-BSO - Fórmula 4" Dia 4 e 5 de Junho - Mação RÁDIO CARTAXO e 0 POVO DO CARTAXO apoiam as provas de Motonáutioa em Valada VALADA! VALADA! lllllllllll! Bem cedo, o autocarro da Câmara Municipal do Cartaxo, rumou a Valada, para raca/ here transportar a comitiva da equipa de lute- bol do Ribatejano Valadense, que rumaria a Ena, no Concelho da Coruche, onde se disputar/ a a final do Campeonato Distrital do INATEL. Foi uma povoado em testa, que nosrecebeu pela manhã, Antes da nossa chegada ; a uma salva de marte/ ros anuncia/ a o inicio da testa com a Banda dos Bombeiros Municipais de Coruche, que deslllou pelas principais ruas da localidade até ao campo de fute- Dol, y . Foi al que pelas i1 horas se deu o inicio à ! esta promovida pela Delegação do INA TEL de Santarém e o Grupo Desportivo Erranse, a quem saudamos pelo exemplo de organização, digni- dade a orgulho em bem receber os lorasteiros a quem mostraram as belezas da sua terra. No jogo que defenia o 39 classificado, que ñcaria apurado para representar Santarém no Campeonato Nacional, Tancos venceu o Hibeiranse por 2-0. Com uma sardinhada como almoço, deu-se continuídade a lesta, que contou ainda com exibição do Aeromodelismo e apre- sentacao de um Flancho Folclórico. Às 17 horas, aproximavam-se, a nossa equipa que almoçara num Restaurante das belas margens de Coruche. longe do bullcio da [esta, equípava-se calma e serenamente. Quando começou o aquecimento, Carlos Cláudio era um Técnico consciente das res- ponsabilidades, mas confiante. Entretanro mais apoiantes iam che ganda de Valada, e o barulho era ensurdecedor. A Rádio Cartaxo, levava as últimas até ao Concelho, a expectativa subia. Árbitro pronto, equipas a postos a a ! esta do lutebol amador começou. Festas para os de Valada, os nossos. .. Justa, vivida, charada, gritada, e se a Juventude gritou: VALADA! VALADA! VALADA! O colorido dos golos, dos leste/ os, dos abraços, das emoções, a invasão pac/ rica do terreno para abraçar e beijar os seus lda/ os, tudo fo¡ diferente neste dia para as boas gentes de Valada. E quando o Eng. Victor Melo, o novo Vice-Presidente da Di- recção do INATEL, entregou a Femando o troféu de Vencedor. foi o maximo da testa, com os novos campeoes a darem uma volta de honra ao recinto da jogo. Apos o banho e o beberete ñnal, o regresso feliza casa, com o orgulho de terem dignilicado o bom nome da sua terra e do seu concelho, de terem conquistado para o RIBATEJANO VALADEN- SE, o seu maior galardão de sempre. Bem hajam atletas, tecnico, dirigentes, associados e simpatizantes de Valada do Ribatejo, por esta gloriosa jornada vivida no mais são desportivismo. COMÉRCIO DE ADUBOS E PESTICIDAS, LDA. ADUBOS - PESTICIDAS - SEMENTES - PLÁSTICQS - EQUIPAMENTOS AGRÍCOLAS TRATAMENTOS AEREOS TELEFONE 74 92 70 - 'AW EGAS MONIZ - VALADA - CAFlTAXO

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