PhD Thesis Defence Prof. Dr. Marco Versiani Part 2

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VERSIANI, M. A. Evaluation of biomechanical preparation and obturation of oval canals using WaveOne, Reciproc and SAF single-file systems. 2012. 192 p. Tese (Doutorado) – Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, 2012.

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PhD Thesis Defence Prof. Dr. Marco Versiani Part 2

  1. 1. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por ExtrusãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  2. 2. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão n=2 n=2 n=2Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  3. 3. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão 0.25 mm 0.4 mm 0.6 mmDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  4. 4. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão Cálculo da Àrea Lateral do Tronco de Cone Cálculo da Área de Adesão (em mm2) - R: raio do material obturador na porção coronal do slice - r: raio do material obturador na porção apical do slice - h: altura/espessura do material obturador Cálculo da Resistência de União - Resistência de União: Força de Deslocamento/SLDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  5. 5. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão Análise Fractográfica Falha Adesiva Falha Adesiva Falha Adesiva Falha Coesiva Falha Coesiva Dentina Mat. Obturador Mista Dentina Mat. ObturadorDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  6. 6. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão Análise da Interface dentina/material obturador: MEV Técnica Modificada da Onda Contínua de Obturação Grupo ProTaper (n=3) Escore 0: ausência de tags Escore 1: tags curtos e pouco numerosos Grupo WaveOne (n=3) Grupo Reciproc (n=3) Grupo SAF (n=3) Técnica Recomendada pelo Fabricante Grupo ProTaper (n=3) Grupo WaveOne (n=3) Grupo Reciproc (n=3) Grupo SAF (n=3) Grupo Controle (n=8) Total = 32 espécimes Foram avaliados 3 slices por espécime e, em cada um Escore 2: tags numerosos e longos Escore 3: tags numerosos, longos deles 4 pontos distintos. Total: 12 avaliações por raiz, Sem ramificações laterais Com ramificações laterais totalizando 384 avaliações.Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  7. 7. Análises Estatísticas - Programa SPSS 17 (Lead Technologies, Chicago, IL, EUA) - Teste de Kolmogorov-Smirnov - Nível de significância: 5%Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  8. 8. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Distribuição amostral paramétrica Teste One-Way ANOVA post hoc teste de Tukey Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Distribuição amostral não-paramétrica Teste de Kruskal-Wallis Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por Extrusão 1. Tensão máxima de deslocamento (entre grupos): Teste One-Way ANOVA post hoc teste de Tukey e Teste de Dunnett 2. Tensão máxima de deslocamento (mesmo grupo): Teste t para amostras independentes 3. Análise em MEV (entre grupos): Teste de Kruskal-Wallis 4. Análise em MEV (entre terços no mesmo grupo): Teste de FriedmanDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  9. 9. ResultadosDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  10. 10. Distribuição amostral: Técnica de Amostragem Estratificada ProporcionalDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  11. 11. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicularDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  12. 12. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Grupo ProTaper Grupo WaveOne Grupo Reciproc Grupo SAF (n=25) (n=25) (n=25) (n=25) 19895 secções 19644 secções 19855 secções 19641 secçõesAnálise Bidimensional Grupos Área Perímetro Circularidade Diam. Maior Diam. Menor a a a a SAF 22,3 ± 11,8 1,6 ± 5,3 12,1 ± 12,3 2,8 ± 4,8 15,3 ± 10,9aTodo oCanal WaveOne 62,8 ± 50,8b 20,4 ± 17,3b 37,3 ± 19,1b 15,8 ± 14,7b 45,9 ± 29,9b Reciproc 37,1 ± 16,1b 8,8 ± 7,2c 16,3 ± 19,1a 7,4 ± 7,1c 44,3 ± 35,7b ProTaper 60,6 ± 47,4b 13,6 ± 13,7b,c 37,3 ± 17,3b 12,9 ± 8,2b 35,9 ± 26,4b P .0001 .0001 .0001 .0001 .0001Análise Tridimensional Grupos Volume Surface Area SMI SAF 21.4 ± 10.9a 4.8 ± 4.9a 29.1 ± 36.7 Todo o Canal WaveOne 62.3 ± 51.1b 20.1 ± 18.9b,c 11.8 ± 12.1 Reciproc 31.7 ± 14.6c 7.8 ± 7.7c 19.9 ± 33.9 ProTaper 64.8 ± 54.6b 14.6 ± 13.9b 41.8 ± 59.4 P .0001 .0001 .067Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  13. 13. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicularDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  14. 14. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturaçãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  15. 15. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturaçãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  16. 16. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturaçãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  17. 17. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturaçãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  18. 18. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturaçãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  19. 19. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Técnica Modificada da Onda Contínua de ObturaçãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  20. 20. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por ExtrusãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  21. 21. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusãoResistência de união do material obturadorDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  22. 22. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão Análise do padrão de fratura Adesiva (Dentina) Adesiva (Obturação) Mista Coesiva (Dentina) Coesiva (Obturação)100 2,8 1 1,7 5,9 4,4 3,3 4,2 2,7 3,6 9,990 14,7 14,8 17,3 17,6 8,880 5,8 46,3 11,8 44,7 50,770 70,660 76,5 85,350 95,2 96,3 94,140 30,2 35,8 40,13020 29,410 23,5 79,5 1,5 85,2 19,1 97,2 85,3 10,5 82,7 17,9 98,3 70,6 2,3 90,1 15,2 95,6 0 CERVICAL MÉDIO APICAL A B C D E F A B C D E F A B C D E F Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  23. 23. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusãoAvaliação qualitativa em MEV da interface dentina/material obturador Técnica Modificada da Onda Contínua de Obturação Terço Cervical Terço Médio Terço ApicalDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  24. 24. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusãoAvaliação qualitativa em MEV da interface dentina/material obturador Técnica Recomendada Pelo Fabricante Terço Cervical Terço Médio Terço ApicalDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  25. 25. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusãoAvaliação quantitativa em MEV da interface dentina/material obturadorDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  26. 26. DiscussãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  27. 27. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicularDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  28. 28. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Historicamente, a avaliação da efetividade do preparo biomecânico em dentes humanos tem sido realizada por meio de: Cortes Seriados Análise Radiográfica MEV Impressões com (Sistema de Muflas) Silicone (THOMPSON, 2000; BAUMANN, 2004; CLAUDER; BAUMANN, 2004; PETERS, 2004; HÜLSMANN et al., 2005; NAIR; NAIR, 2007; PETERS; PAQUÉ, 2010) Limitações: - Necessidade de destruição do espécime; - Análise bidimensional (HÜLSMANN et al., 2005; ALENCAR et al., 2008)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  29. 29. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Neste contexto, a micro-CT surge como uma técnica não invasiva que permite a avaliação do SCR tridimensionalmente, e por isto, foi utilizada neste estudo. (PETERS et al., 2000; PAQUÉ et al., 2009a; MORTMAN, 2011) Ajuste de parâmetros: Tipo e espessura de filtro; correção do campo de aquisição; posicionamento da amostra; ângulo de rotação; passo de rotação; quantidade de frames; tamanho de voxel isotrópico; Outros parâmetros de reconstrução, processamento e análise das imagens. (STOCK, 2009)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  30. 30. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular X (NAGY et al., 1997; HÜLSMANN et al., 2005; VERSIANI et al., 2008; BÜRKLEIN et al., 2012)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  31. 31. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicularDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  32. 32. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicularComposição dos grupos experimentais: técnica de amostragem estratificada proporcional,garantindo a representatividade da amostra em cada grupo. Grupo ProTaper Grupo WaveOne Grupo Reciproc Grupo SAF (n=25) (n=25) (n=25) (n=25) (JIANG, 2010)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  33. 33. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicularSeleção da amostra Circularidade 0 0.1 0.2 0.3 0.4 0.5 0.6 0.7 0.8 0.9 1 (OZAWA et al., 2009; DE-DEUS et al., 2010; PAQUÉ et al., 2010a; SIQUEIRA et al., 2010; ALVES et al., 2011a; DE-DEUS et al., 2011b; HILALY EID; WANEES AMIN, 2011; VERSIANI et al., 2011a)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  34. 34. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular -Operador -1 instr. = 2 canaisPadronização do Experimento -Motores com controle de T, Vel, Cin. 2 mL NaOCl 1% Exploração Inicial LA Axxess 35.06 04:00 Preparo 1/3 Cervical Determinação CT Pré-Ampliação CT 20 mL NaOCl (METZGER et al., 2010b)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  35. 35. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular ProTaper F4 WaveOne 40.08 Reciproc 40.06 SAF 1.5 mm Escolha dos Instrumentos (VERSIANI et al. 2011)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  36. 36. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Grupos Área Perímetro Circularidade Diam. Maior Diam. Menor SAF 22,3 ± 11,8a 1,6 ± 5,3a 12,1 ± 12,3a 2,8 ± 4,8a 15,3 ± 10,9a Todo o Canal WaveOne 62,8 ± 50,8b 20,4 ± 17,3b 37,3 ± 19,1b 15,8 ± 14,7b 45,9 ± 29,9b Reciproc 37,1 ± 16,1b 8,8 ± 7,2c 16,3 ± 19,1a 7,4 ± 7,1c 44,3 ± 35,7b ProTaper 60,6 ± 47,4b 13,6 ± 13,7b,c 37,3 ± 17,3b 12,9 ± 8,2b 35,9 ± 26,4b P .0001 .0001 .0001 .0001 .0001 Grupos Volume Surface Area SMI a a SAF 21.4 ± 10.9 4.8 ± 4.9 29.1 ± 36.7 Todo o Canal b b,c WaveOne 62.3 ± 51.1 20.1 ± 18.9 11.8 ± 12.1 c c Reciproc 31.7 ± 14.6 7.8 ± 7.7 19.9 ± 33.9 ProTaper 64.8 ± 54.6b 14.6 ± 13.9b 41.8 ± 59.4 P .0001 .0001 .067 SAF: instrumento oco e compressível com menor capacidade de corte que os outros instrumentos testados. (HOF et al., 2010; METZGER et al., 2010a; METZGER et al., 2010b).Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  37. 37. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular (METZGER et al., 2010c; SIQUEIRA et al., 2010; DE-DEUS et al., 2011b; PAQUÉ; PETERS, 2011; PETERS; PAQUÉ, 2011; VERSIANI et al., 2011a; SOLOMONOV et al., 2012; YOLDAS et al., 2012)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  38. 38. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Structure Model Index (SMI) 0 (plano) A padronização do tempo de ação 3 (cilíndro) 04:00 dos instrumentos ↓ Preparos com convexidade de 4 (esfera) superfície similares. (HILDEBRAND; RÜEGSEGGER, 1997)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  39. 39. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Condição anatômica inicial similar à sua capacidade de ampliação.Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  40. 40. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicular Circularidade, diâmetro maior e área de superfície Reciproc < ProTaper Menor dimensão do instrumento Área, perímetro, diâmetro menor Reciproc =ProTaper Maior flexibilidade na ponta → menor número de passos Maior capacidade de corte: ângulo de corte levemente + Área, perímetro, diâmetro menor e volume WaveOne > ProTaper Dimensões similares Maior flexibilidade na ponta → menor número de passos (DIEMER; CALAS, 2004; BÜRKLEIN et al., 2012)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  41. 41. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturaçãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  42. 42. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Diferentes metodologias têm sido usadas na avaliação da qualidade da obturação do SCR em dentes humanos diafanização microscopiaTeste de Infiltração Radiografia Secções da raiz (GUTMANN et al., 1993; AYHAN et al., 1996; WU et al., 2000b; GENÇOGLU, 2003; GONDIM et al., 2003; DE-DEUS et al., 2006)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  43. 43. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação (GENÇOGLU et al., 2002; WU et al., 2002; JARRETT et al., 2004; DE-DEUS et al., 2006; DE-DEUS et al., 2008a; DE-DEUS et al., 2008b; SOUZA et al., 2009) Limitações: - Necessidade de destruição do espécime; (NIELSEN et al., 1995; HAMMAD et al., 2008, 2009; - Perda das informações contidas no resto do material. ENDAL et al., 2011; ZASLANSKY et al., 2011)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  44. 44. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Neste contexto, a micro-CT surge como uma técnica não invasiva que permite a avaliação do SCR tridimensionalmente, e por isto, foi utilizada neste estudo. (JUNG et al., 2005; HAMMAD et al., 2008, 2009; MIRFENDERESKI et al., 2009; ANBU et al., 2010; ENDAL et al., 2011; SOMMA et al., 2011; ZASLANSKY et al., 2011) Ajuste de parâmetros: - Redução na espessura do filtro; - Alteração do grau de rotação do espécime; - Alteração no valor máximo do histograma de contraste no modo logarítmico. (STOCK, 2009)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  45. 45. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Limitações da micro-CT no estudo de materiais de obturação: Geração de artefatos de beam hardening - simula a presença de espaços vazios Presente estudo (cálculo do volume de espaços vazios no material obturador ) Volume do canal preparado (2º exame microtomográfico) menos o volume do material obturador. (HAMMAD et al., 2008, 2009; KOVACS et al., 2009;; MIRFENDERESKI et al., 2009; ANBU et al., 2010; NARANJO et al., 2011 ;SOMMA et al., 2011;)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  46. 46. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturaçãoResultado:Presença de espaços vazios em todos os espécimes, independente da técnica de obturação.A irregularidade anatômica do canal radicular dificulta a adaptação do material obturadorfavorecendo o aparecimento de espaços vazios. (EPLEY et al., 2006; GLUSKIN, 2007; DE-DEUS et al., 2008b; HAMMAD et al., 2008, 2009; MIRFENDERESKI et al., 2009; ANBU et al., 2010; DE-DEUS et al., 2011a; ENDAL et al., 2011; NARANJO et al., 2011; SOMMA et al., 2011; WISEMAN et al., 2011; ZASLANSKY et al., 2011)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  47. 47. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação - ↑ escoamento do material - > volume de cimento = obturador pelo aquecimento aumentando a influência do - Inserção incremental = favorece fator de configuração cavitária o preenchimento das → formação de fendas na irregularidades anatômicas do interface com a dentina. canal (SCHILDER et al., 1974b, 1974a; MARCIANO (BOUILLAGUET et al., 2003; MUNIZ; et al., 1993; DE DEUS et al., 2002; MARCIANO MATHIAS, 2005) et al., 2010)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  48. 48. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturação Circularidade SMI 0 0 0.1 0.2 0.3 0.4 2.4 -2.9 0.5 0.6 3 0.6-0.8 0.7 Condições geométricas do canal após o preparo biomecânico = Favoreceu a divergência das 0.8 paredes dentinárias internas = melhor adaptação do material obturador, distribuição mais 0.9 homogênea do cimento e maior preenchimento do 1 4 espaço pulpar. (OZAWA et al., 2009)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  49. 49. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturaçãoProcedimentos de preparo e obturação do SCR com sistemas únicos pode não contemplar a realidade (ProTaper,WaveOne e Reciproc) Diâmetro Maior Diâmetro Menor 0,40 mm Preparo final 35% maior que o diâmetro da ponta dos conesDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  50. 50. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por ExtrusãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  51. 51. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão A adesividade foi avaliada pelo teste de cisalhamento por extrusão (push-out) usando a dentina intrarradicular como substrato. O material obturador toma o formato do conduto radicular e promove imbricação semelhante à que ocorre no interior do canal radicular obturado, simulando a condição clínica. (SOUSA-NETO et al. ,2005)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  52. 52. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão (GESI et al., 2005; UNGOR et al., 2006; KAYA et al., 2008; TEIXEIRA et al., 2009; COSTA et al., 2010) (MANICARDI et al. 2011)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  53. 53. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão Falha Adesiva na Dentina Falha Adesiva Mista - polimerização (presença de oxigênio, conversão de - maior escoamento monômeros - maior tempo de polimerização - material sólido mistura com o cimento que se contrai - maior coesão entre as moléculas ao resfriar, deslocando o cimento obturador - maior volume utilizado - Menor volume de cimento (GESI et al., 2005; UNGOR et al., 2006; FISHER et al., 2007; JAINAEN et al., (SOUSA-NETO et al., 2005; ALFREDO et al., 2008; 2007; SLY et al., 2007; LEE et al., 2008; UREYEN KAYA et al., 2008; DE-DEUS VERSIANI et al., 2006; RESENDE et al., 2009; et al., 2009; COSTA et al., 2010; SHOKOUHINEJAD et al., 2010; HARAGUSHIKU et al., 2010; FLORES et al., 2011; BORGES STIEGEMEIER et al., 2010) et al., 2012)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  54. 54. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusãoInteração Técnica de Preparo X Técnica de Obturação A manutenção das características originais da anatomia interna e a melhor limpeza do SCR resultou na melhor acomodação do material obturador. (METZGER et al., 2010a; PETERS et al., 2010; ADIGUZEL et al., 2011; KAYA et al., 2011; PARANJPE et al., 2012)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  55. 55. Parte 3. Avaliação da resistência de união ao cisalhamento por extrusão Não há relato específico e conclusivo da importância dos tags na qualidade da adesão. Supõe-se que a adesão com a dentina intertubular prevaleça sobre a qualidade e quantidade dos tags formados. O material teve mais influência nos resultados do que a técnica de obturação. (SCHWARTZ; FRANSMAN, 2005; SCHWARTZ, 2006; PERDIGÃO, 2007; MALYK et al., 2010)Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  56. 56. Considerações FinaisDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  57. 57. Aspectos metodológicos importantes - Uso dos mesmos espécimes em uma sequência de experimentos possibilitado pelo uso de método não destrutivo (otimização da amostra, maior volume de informações, redução de questionamentos de caráter bioético); - distribuição dos espécimes em grupos experimentais pela técnica de amostragem estratificada proporcional, limitando o impacto da condição anatômica dos canais nos resultados do estudoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  58. 58. O advento de procedimentos automatizados favoreceu o aspecto técnico do tratamento endodôntico Contudo, não alterou o componente biológicoBergmans et al. 2002 Peters et al. 2003 Bergmans et al. 2003 Hϋbscher et al. 2005 Paqué et al. 2005 Gekelman et al. 2009 Paqué et al. 2010 Peters & Paqué 2010 Yin et al. 2010 Lee et al. 2011 Peters & Paqué 2011 Paqué & Peters 2011 Resultado da complexidade anatômica do SCR Até o momento: nenhum sistema foi capaz de preparar ou selar complementamente o SCRDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  59. 59. O profissional está sempre à procura de métodos mais rápidos e fáceis para execução do tratamento endodôntico.Os fabricantes, por sua vez, têm relacionado esta maior facilidade com o lançamento de novos produtos.Assim, devemos ter discernimento na adoção de técnicas que tenham embasamento suportado por evidências científicas, ignorando ideias embasadas apenas na velocidade ou simplicidade.Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  60. 60. No presente estudo: Sistemas de instrumentos únicos = Sistema de instrumentos múltiplos Simplificação da parte mecânica do processo Isto, expõe a necessidade de novas pesquisas, in vitro e in vivo, pois o uso desses materiais e técnicas já são realidade na prática clínica e suas implicações podem influenciar o prognóstico do tratamento endodôntico.Departamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  61. 61. ConclusõesDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  62. 62. Parte 1. Avaliação microtomográfica do preparo do canal radicularDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  63. 63. Parte 2. Avaliação microtomográfica do percentual volumétrico de espaços vazios após a obturaçãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  64. 64. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por ExtrusãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  65. 65. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por ExtrusãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  66. 66. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por ExtrusãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  67. 67. Parte 3. Avaliação da Resistência de União ao Cisalhamento por ExtrusãoDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo
  68. 68. Tese de Doutorado 2012 Candidato: Marco A. Versiani Orientador: Manoel D. Sousa Neto A VA L I A Ç ÃO D O P R E PA R O B I O M E C Â N I C O E D A O BT U R A Ç ÃO D E C A N A I S R A D I C U L A R E S O VA I S P R O M O V I D O S P E LO S S I S T E M A S D E I N S T R U M E N T O Ú N I C O W AV E O N E , R E C I P R O C E S A FDepartamento de Dentística Restauradora, Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo

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