Incêndio - Instalações Predias

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Trabalho de Instalações Predias - Arquitetura e Urbanismo - Incêndio

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Incêndio - Instalações Predias

  1. 1. STÉFANIE CAVALCANTE E WINNY ALCÂNTARA –
  2. 2. História: Um Incêndio é uma ocorrência de fogo não controlado, que pode ser extremamente perigosa para os seres vivos e as estruturas. A exposição a um incêndio pode produzir a morte, geralmente pela inalação dos gases, ou pelo desmaio causado por eles, ou posteriormente pelas queimaduras graves.
  3. 3. Grande incêndio de Roma
  4. 4. Grande incêndio de Londres
  5. 5. Grande incêndio de Chicago
  6. 6. Triangulo do fogo Devem existir os três elementos que compõem o triângulo do fogo. Se um deles deixar de existir, o fogo se extinguirá. Se um deles faltar, o fogo não iniciará. CALOR GERADO > CALOR DISSIPADO
  7. 7. Proteção Contra Incêndios Para fazer o projeto deve-se sempre adotar a lei municipal ou a lei estadual (a mais recente), se a lei municipal é mais branda, vale a lei estadual. Para o dimensionamento e detalhamento das instalações e equipamentos devem ser seguidas as normas brasileiras (ABNT).
  8. 8. LEGISLAÇÃO LEI Nº 13.556, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2004 DOE nº 247, 30 de dezembro de 2004 DISPÕE SOBRE A SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
  9. 9. §1º. São objetivos desta Lei: I - dispor sobre a proteção da vida dos ocupantes das edificações e áreas de risco, em caso de incêndio e pânico; II - dificultar a propagação do incêndio, reduzindo danos ao meio ambiente e ao patrimônio; III - proporcionar meios de controle e extinção do incêndio; e IV - possibilitar condições de acesso para as viaturas e guarnições do Corpo de Bombeiros.
  10. 10. Classes de incêndio • CATEGORIA A - apresenta características de ação de profundidade. Ao final deixa algum tipo de resíduo (carvão, cinza). • CATEGORIA B - apresenta características de ação superficial.. Não deixa resíduos. • CATEGORIA C - Há presença de energia elétrica ( rede ativa).
  11. 11. Sistema de combate ao incêndio 1. Abafamento = eliminação do oxigênio 2. Eliminação do combustível = retirar ou isolar os materiais combustíveis 3. Resfriamento = eliminar a fonte de calor ou dissipar o Objetivos: Extinguir o fogo; evitar a sua propagação; resfriar os materiais e o edifício.
  12. 12. Sistema de combate ao incêndio - Sistemas móveis: extintores portáteis e extintores sobre rodas. - Sistemas fixos: •Sob comando: hidrantes e mangotinhos; •Automáticos: chuveiros automáticos (sprinklers) e água nebulizada. Classificação:
  13. 13. Extintores ART. 39 da ABNT - Em edificações com mais de um pavimento são necessárias no mínimo 2 CE por pavimento. AGENTE EXTINTOR QUANTIDADE MÍNIMA, PARA CONSTRUIRS UMA CE ESPUMA 10 litros AGUA 10 litros GÁS CARBÔNICO 4kg PÓ-QUIMICO-SECO 4kg Cada capacidade extintora protege uma área mínima segundo o grau de risco: Risco leve = 500m2 Risco médio = 250 m2 Risco elevado = 250 m2
  14. 14. INSTALAÇÕES HIDRÁULICAS DE COMBATE A INCÊNDIO SOB COMANDO Usar instalações hidráulicas de combate a incêndio nas edificações quando: I - possuírem altura superior a 12 m; II - não sendo residenciais, tiverem área total construída superior a 750 m2; III - forem destinadas a postos de serviço ou garagem com abastec de combustíveis; IV - destinadas à residência, com área de pavimento superior a 750 m2; V - servirem como depósitos de gás liqüefeito de petróleo;
  15. 15. Componentes Dispositivo de recalque: dispositivo para uso do Corpo de Bombeiros, que permite o recalque de água para o sistema, podendo ser dentro da propriedade quando o acesso do Corpo de Bombeiros estiver garantido. Esguicho: dispositivo adaptado na extremidade das mangueiras, destinado a dar forma, direção e controle ao jato, podendo ser do tipo regulável (neblina ou compacto) ou de jato compacto. Reserva técnica de incêndio: volume mínimo de água destinado exclusivamente ao combate a incêndio. Sistemas de hidrantes ou mangotinhos: constituído por tomadas de incêndio nas quais há uma (simples) ou duas (duplo) saídas de água. São formadas por válvulas angulares com
  16. 16. Imagens
  17. 17. Detalhes de Instalação de caixa Incêndio
  18. 18. Extinção - Categorias
  19. 19. Instalações de Combate a Incêndio
  20. 20. Tipos de Prevenção e combate O combate é de fato uma reação após a ocorrência do incêndio. A prevenção parte do princípio de que se deve evitar o início do fogo e evitar a sua propagação. Assim a prevenção se faz desde a concepção arquitetônica e pode ser assim dividida:PROTEÇÃO DE CONCEPÇÃO : a. portas corta-fogo, paredes e platibandas (abas) de segurança. b. pisos, tetos e paredes incombustíveis c. vidros resistentes no mínimo 60 min ao fogo. d. afastamento entre edifícios e. compartimentação de áreas f. isolamento vertical
  21. 21. MEIOS DE COMBATE DE INCÊNDIO a. extintores manuais e sobre rodas b. instalações fixas: automáticas, sob-comando: (chuveiros, hidrantes, hallon, freon, nebulizadores MEIOS DE ALERTA: a. detectores de fumaça b. detectores de temperatura c. alarmes contra incêndio MEIOS DE FUGA a. escada de segurança b. iluminação de emergência c. elevador de segurança
  22. 22. Projeto Preventivo de Incêndio Os sistemas necessários são - Sistema preventivo por extintores - Sistema hidráulico preventivo - Gás centralizado - Saídas de emergência - Pára-raios - Sistema de alarme - Sinalização de abandono - Iluminação de emergência.
  23. 23. Reserva Técnica Incêndio: Cálculo da RTI A RTI deve garantir uma autonomia mínima de 30 minutos para o sistema. NO RISCO LEVE: calcular a vazão do hidrante mais favorável (maior pressão) e acrescentar 2 minutos por hidrante excedente a quatro. NO RISCO MÉDIO E ELEVADO: calcular a vazão do hidrante menos favorável (menor pressão), acrescentar 2 minutos por hidrante excedente a quatro e considerar uso simultâneo de:
  24. 24. Cálculo de Hidrantes (EXEMPLOS)
  25. 25. Incêndio: Cálculo da RTI NO CASO DE RISCO LEVE: Calcular Q6 (vazão no H6) = l/min Calcular a RTI: RTI = Q6 x (30min + 4min) RTI = Q6 x 34min = litros NO CASO DE RISCO MÉDIO / ELEVADO: Calcular Q1, Q2 e Q3 (vazões no H1, H2 e H3) = l/min Calcular RTI: RTI = (Q1 + Q2 + Q3) x 34min
  26. 26. Interferência com a Arquitetura

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