O SETOR DE CONSTRUÇÃO E O ESPÍRITO SANTO
COMPARAÇÃO DA TAXA DE CRESCIMENTO
CONSTRUÇÃO X PIB ES
Fonte: Instituto Jones Santos neves
*Os dados de crescimento do PIB ...
ÁREAS DE ATUAÇÃO
Indústria Imobiliária
Obras Públicas
Obras Corporativas
Serviços
Desenvolvimento Urbano
O MERCADO IMOBILIÁRIO
PRODUÇÃO X POPULAÇÃO
Cidade
Unidades em
Construção
Maio/2012
Lançamentos
Maio/12 a Nov/12
Concluídos
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CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL
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OBJETIVO DO PROGRAMA
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Menos interferência e perturbação das obras na
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BOAS PRÁTICAS
Fase de Demolição e Remoção de terra
BOAS PRÁTICAS
Fase de Demolição e Remoção de terra
Segregação dos materiais e umectação das atividades de arraste.
BOAS PRÁTICAS
Fase de Demolição e Remoção de terra
Segregação dos materiais e umectação das atividades de arraste.
BOAS PRÁTICAS
Fase de Demolição e Remoção de terra
Segregação dos materiais e umectação das atividades de arraste.
BOAS PRÁTICAS
Fase de Operação do Canteiro
Destinação e transporte corretos.
BOAS PRÁTICAS
Fase de Operação do Canteiro
Destinação e transporte corretos.
BOAS PRÁTICAS
Fase de fundação
BOAS PRÁTICAS
Fase de Estrutura e Vedação
BOAS PRÁTICAS
Fase de Estrutura e Vedação
BOAS PRÁTICAS
Fase de Estrutura e Vedação
BOAS PRÁTICAS
Fase de Estrutura e Vedação
BOAS PRÁTICAS
Fase de Estrutura e Vedação
BOAS PRÁTICAS
Fase de Alvenaria e Acabamento
BOAS PRÁTICAS
Fase de Alvenaria e Acabamento
BOAS PRÁTICAS
Fase de Alvenaria e Acabamento
BOAS PRÁTICAS
Fase de Alvenaria e Acabamento
BOAS PRÁTICAS
Fase de Alvenaria e Acabamento
BOAS PRÁTICAS
Fase de Alvenaria e Acabamento
Telas de proteção e varrição adequados.
BOAS PRÁTICAS
Fase de Alvenaria e Acabamento
BOAS PRÁTICAS
Fase de Alvenaria e Acabamento
Lavagem na fase de acabamento
BOAS PRÁTICAS
Fase de Alvenaria e Acabamento
Lavagem de calçada e entorno da obra
BOAS PRÁTICAS
Fase de Alvenaria e Acabamento
Marcação para elevação de alvenaria
BOAS PRÁTICAS
Fase de Alvenaria e Acabamento
Instalações embutidas na alvenaria
BOAS PRÁTICAS
Fase de Alvenaria e Acabamento
Instalações embutidas na alvenaria
BOAS PRÁTICAS
Substituição de Processos Construtivos
Dry Wall (Gesso Acartonado)
BOAS PRÁTICAS
Substituição de Processos Construtivos
Dry Wall (Gesso Acartonado)
BOAS PRÁTICAS
Substituição de Processos Construtivos
Dry Wall (Gesso Acartonado)
BOAS PRÁTICAS
Substituição de Processos Construtivos
Dry Wall (Gesso Acartonado)
BOAS PRÁTICAS
Substituição de Processos Construtivos
Steel Frame (Perfil de Aço)
BOAS PRÁTICAS
Substituição de Processos Construtivos
Steel Frame (Perfil de Aço)
BOAS PRÁTICAS
Substituição de Processos Construtivos
Steel Frame (Perfil de Aço)
CONCLUSÕES
CARACTERÍSTICAS DAS PARTÍCULAS
SEDIMENTÁVEIS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
 Área de atuação restrita ao redor da
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CONCLUSÕES
CARACTERÍSTICAS DAS PARTÍCULAS
SEDIMENTÁVEIS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
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CONCLUSÕES
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SEDIMENTÁVEIS DA CONSTRUÇÃO CIVIL
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Apresentação do Diretor de Meio Ambiente do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Espírito Santo - SINDUSCON, Victor José Macedo Queiroz Lima, na 12ª Reunião do GTI Respira Vitória.

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Apresentação do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Espírito Santo (SINDUSCON)

  1. 1. O SETOR DE CONSTRUÇÃO E O ESPÍRITO SANTO
  2. 2. COMPARAÇÃO DA TAXA DE CRESCIMENTO CONSTRUÇÃO X PIB ES Fonte: Instituto Jones Santos neves *Os dados de crescimento do PIB e da Construção ES não estão disponíveis para 2011 e 2012.
  3. 3. ÁREAS DE ATUAÇÃO Indústria Imobiliária Obras Públicas Obras Corporativas Serviços Desenvolvimento Urbano
  4. 4. O MERCADO IMOBILIÁRIO
  5. 5. PRODUÇÃO X POPULAÇÃO Cidade Unidades em Construção Maio/2012 Lançamentos Maio/12 a Nov/12 Concluídos Maio/12 a Nov/12 Unidades em Construção Nov/2012 Habitantes Habitantes X Unid. em Construção Vitória 5.417 312 322 5.407 327.801 60,63 Vila Velha 15.979 752 362 16.369 414.586 25,33 Serra 12.626 363 2.345 10.644 409.267 38,45 Cariacica 1.212 0 0 1.212 348.738 287,74 Guarapari 1.227 4 0 1.231 105.286 85,53 TOTAL 36.461 1.431 3.029 34.863 1.605.678 46,06 Fonte: Censo Imobiliário Sinduscon-ES
  6. 6. Transformando o ambiente construído. PROGRAMA DE INCENTIVO À CONSTRUÇÃO SUSTENTÁVEL
  7. 7. Desenvolvido pelo SINDUSCON-ES – o Programa de Incentivo à construção Sustentável – Programa ECO representa o resultado combinado de uma visão avançada de desenvolvimento urbano e comprometimento com um futuro sustentável dos seus diretores e membros, conduzindo o trabalho com base na sua missão, assumindo sua posição política. O Prêmio ECO é uma das ações desse Programa. o programa
  8. 8. OBJETIVO DO PROGRAMA Identificar e incentivar soluções de projeto e técnicas construtivas apropriadas ao Estado do Espírito Santo que possam reduzir a curto, médio e longo prazo os impactos ambientais gerados pelo desenvolvimento urbano e construções. Essas soluções devem ter potencial de repetição e ter senso comercial, não devem ser tão exclusivas, devem servir de modelo e não devem acarretar custos extras que não sejam justificados. objetivos
  9. 9. Menos interferência e perturbação das obras na comunidade do entorno Incentivo a arquitetura bioclimática e passiva Difusão do conceito de sustentabilidade conclusões Baixar níveis de emissão de CO2 Nível de detalhamento dos projetos – para um bom projeto o nível de detalhamento deve ser elevado, como exemplo cita-se projetos de conforto ambiental, projeto de obstrução do entorno, especificação de materiais com base na carga ambiental dos mesmos Carência local e nacional de normas e regulamentos mais precisos; Falta de consciência ambiental por parte dos futuros usuários e consumidores finais do edifício, tornando baixo o nível de exigência dos mesmos
  10. 10. BOAS PRÁTICAS Fase de Demolição e Remoção de terra
  11. 11. BOAS PRÁTICAS Fase de Demolição e Remoção de terra Segregação dos materiais e umectação das atividades de arraste.
  12. 12. BOAS PRÁTICAS Fase de Demolição e Remoção de terra Segregação dos materiais e umectação das atividades de arraste.
  13. 13. BOAS PRÁTICAS Fase de Demolição e Remoção de terra Segregação dos materiais e umectação das atividades de arraste.
  14. 14. BOAS PRÁTICAS Fase de Operação do Canteiro Destinação e transporte corretos.
  15. 15. BOAS PRÁTICAS Fase de Operação do Canteiro Destinação e transporte corretos.
  16. 16. BOAS PRÁTICAS Fase de fundação
  17. 17. BOAS PRÁTICAS Fase de Estrutura e Vedação
  18. 18. BOAS PRÁTICAS Fase de Estrutura e Vedação
  19. 19. BOAS PRÁTICAS Fase de Estrutura e Vedação
  20. 20. BOAS PRÁTICAS Fase de Estrutura e Vedação
  21. 21. BOAS PRÁTICAS Fase de Estrutura e Vedação
  22. 22. BOAS PRÁTICAS Fase de Alvenaria e Acabamento
  23. 23. BOAS PRÁTICAS Fase de Alvenaria e Acabamento
  24. 24. BOAS PRÁTICAS Fase de Alvenaria e Acabamento
  25. 25. BOAS PRÁTICAS Fase de Alvenaria e Acabamento
  26. 26. BOAS PRÁTICAS Fase de Alvenaria e Acabamento
  27. 27. BOAS PRÁTICAS Fase de Alvenaria e Acabamento Telas de proteção e varrição adequados.
  28. 28. BOAS PRÁTICAS Fase de Alvenaria e Acabamento
  29. 29. BOAS PRÁTICAS Fase de Alvenaria e Acabamento Lavagem na fase de acabamento
  30. 30. BOAS PRÁTICAS Fase de Alvenaria e Acabamento Lavagem de calçada e entorno da obra
  31. 31. BOAS PRÁTICAS Fase de Alvenaria e Acabamento Marcação para elevação de alvenaria
  32. 32. BOAS PRÁTICAS Fase de Alvenaria e Acabamento Instalações embutidas na alvenaria
  33. 33. BOAS PRÁTICAS Fase de Alvenaria e Acabamento Instalações embutidas na alvenaria
  34. 34. BOAS PRÁTICAS Substituição de Processos Construtivos Dry Wall (Gesso Acartonado)
  35. 35. BOAS PRÁTICAS Substituição de Processos Construtivos Dry Wall (Gesso Acartonado)
  36. 36. BOAS PRÁTICAS Substituição de Processos Construtivos Dry Wall (Gesso Acartonado)
  37. 37. BOAS PRÁTICAS Substituição de Processos Construtivos Dry Wall (Gesso Acartonado)
  38. 38. BOAS PRÁTICAS Substituição de Processos Construtivos Steel Frame (Perfil de Aço)
  39. 39. BOAS PRÁTICAS Substituição de Processos Construtivos Steel Frame (Perfil de Aço)
  40. 40. BOAS PRÁTICAS Substituição de Processos Construtivos Steel Frame (Perfil de Aço)
  41. 41. CONCLUSÕES CARACTERÍSTICAS DAS PARTÍCULAS SEDIMENTÁVEIS DA CONSTRUÇÃO CIVIL  Área de atuação restrita ao redor da fonte geradora;  Fontes geradoras dispersas e itinerantes;  Geração intermitente, não contínua, limitada aos horários de funcionamento e aos dias úteis da semana;
  42. 42. CONCLUSÕES CARACTERÍSTICAS DAS PARTÍCULAS SEDIMENTÁVEIS DA CONSTRUÇÃO CIVIL  Geração de acordo com a fase da obra: demolição e remoção de resíduos, fundação, estrutura, alvenaria de fechamento e interiores, acabamentos e limpeza da obra;  Incômodo à população em torno da obra;
  43. 43. CONCLUSÕES CARACTERÍSTICAS DAS PARTÍCULAS SEDIMENTÁVEIS DA CONSTRUÇÃO CIVIL  Cor do particulado de acordo com o resíduo gerado: cinza, branco, telha, mas nunca preto;  Composição química, granulometria, sem indicação de dano à saúde.
  44. 44. CONCLUSÕES CARACTERÍSTICAS DAS PARTÍCULAS SEDIMENTÁVEIS DA CONSTRUÇÃO CIVIL  As obras de reformas e construções de particulares representam em média 60%. Cujos procedimentos, nem sempre, atendem as normas ambientais.
  45. 45. Obrigado Sinduscon-ES | Comissão de Meio Ambiente: meioambiente@sinduscon-es.com.br www.sinduscon-es.com.br | 27 3434-2050 Contato: JOSÉ PEDRO ZAMBORLINI LUIZ CLÁUDIO MAZZINI GOMES VICTOR JOSÉ MACEDO QUEIRÓZ LIMA

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