Instrumentalidade_e+_nstrumentos_técnicos

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  • Material sobre Instrumentalidade e Instrumentos Técnicos que foi utilizado pela Professora Leiriane Araújo no encontro realizado no CRESS-CE em 15/12/2011.
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Instrumentalidade_e+_nstrumentos_técnicos

  1. 1. INSTRUMENTALIDADE &INSTRUMENTAIS TÉCNICOS
  2. 2. PONTO DE PARTIDAAFIRMATIVA POR PARTE DA CATEGORIA PROFISSIONAL DE QUE:NA PRÁTICA A TEORIA É OUTRA?
  3. 3. DILEMA• Como operacionalizar e, até mesmo, criar atividades que estejam de encontro com as demandas postas e que, ao mesmo tempo, sejam compatíveis com nosso referencial teórico-metodológico e com nosso compromisso ético-político.
  4. 4. • Expressa a dificuldade de apreensão da relação teoria e prática e, conseqüentemente, da relação entre as dimensões teórico-metodológicas, ético- políticas e técnico-operativas da intervenção profissional (dimensões da instrumentalidade), que rebate numa expectativa equivocada ao que se refere às potencialidades dos instrumentos e técnicas: ora supervalorizando-os, ora ignorando-os.
  5. 5. O PROBLEMA RELATIVO AOSINSTRUMENTOS E TÉCNICAS NAFORMAÇÃO PROFISSIONAL DOS ASSISTENTES SOCIAIS FUNDAMENTA-SE EM UMA COMPREENSÃO INADEQUADA SOBRE TEORIA E PRÁTICA NO MATERIALISMO HISTÓRICO- DIALÉTICO.
  6. 6. TEORIA• 1- algo que se transforma em prática de forma imediata, portanto, „teoria de ruptura‟ igual à „prática de ruptura‟;• 2- algo que, por si só, oferece os procedimentos para a intervenção, ou seja, que da teoria se retira, também de forma imediata, instrumentos próprios a ela;• 3- análoga à formação profissional.
  7. 7. PRÁTICA• 1- sinônimo de instrumentos e técnicas, ou seja, resume-se na utilização de instrumentos e técnicas;• 2- análoga ao mercado de trabalho exclusivamente;• 3- reduzida à prática profissional.
  8. 8. CONCEPÇÃO DE TEORIA E PRÁTICA DEFENDIDA NO MATERIALISMO HISTÓRICO-DIALÉTICO.• teoria e prática mantêm uma relação de unidade na diversidade, formam uma relação intrínseca, sendo o âmbito da primeira o da “possibilidade” e o da segunda o da “efetividade”. Transmutar da possibilidade à efetividade requer mediações objetivas e subjetivas que se relacionam entre si.
  9. 9. • Ao atuarem no cotidiano e nas demandas das classes que demandam sua intervenção convertendo em condições, meios e instrumentais para alcance de objetivos profissionais, os A.S, estão dando instrumentalidade às suas ações.
  10. 10. INSTRUMENTALIDADE• Confronto entre condições objetivas e subjetivas;• Propriedade histórica da profissão;• Condição concreta de reconhecimento social da profissão;• Capacidade de respostas profissionais às suas demandas;• Possibilidade de que os profissionais objetivem a sua INTENCIONALIDADE EM RESPOSTAS PROFISSIONAIS.
  11. 11. INICIANDO O DEBATE.... •INSTRUMENTALIDADECAPACIDADE, QUALIDADE OU PROPRIEDADE DE ALGO
  12. 12. “Instrumentalidade no exercício profissional refere-se, não ao conjunto de instrumentos e técnicas, mas a uma determinada capacidade ou propriedade constitutiva daprofissão, construída no processo sócio-histórico”. (Guerra,2000)
  13. 13. INSTRUMENTALIDADE EXIGE:• Articular fenômenos da totalidade histórica, particularidade e singularidade;• Perceber as contradições como unidade indissolúvel presente no cotidiano profissional• Optar pela coerência na articulação entre teoria e prática;
  14. 14. •Atuação a partir de mediações em campos diferenciados – do particular ao genérico, do singular ao coletivo, do imediato ao mediato.
  15. 15. A INTERVENÇÃO PROFISSIONAL EXIGE DO ASSISTENTE SOCIAL A DEFINIÇÃO DE:• Para que fazer: garantir direitos sociais (para afirmar o projeto ético-político da profissão através do eixo sociológico posto no código);• O que fazer: ação responsável com compromisso social e qualidade.• Como fazer: os meios e mediações que possibilitam a passagem da mera intencionalidade para as ações profissionais competentes e compromissadas com valores emancipatórios.
  16. 16. • Na prática a teoria só pode ser a mesma, uma vez que ela é o lugar onde o pensamento se põe. A teoria quer, justamente, conhecer a realidade, extrair as legalidades, as racionalidades, as conexões internas postas nos produtos da ação prática dos homens, assim não há como na prática a teoria ser outra” (Santos, 2011, p.27)
  17. 17. REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS• SANTOS, Claúdia Mônica. Na prática a teoria é outra?Mitos e dilemas na relação entre teoria, prática, instrumentos e técnicas no Serviço Social. Editora Lumem Juris; Rio de Janeiro, 2011.

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