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Educação e Supervisão: o trabalho coletivo na escola

Supervisão Escolar

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Professor Ulisses Vakirtzis
Nilda Alves (org.)
EDUCAÇÃO ESCOLAR E
CLASSES POPULARES
Para dimensionarmos com mais clareza o valor que
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julgo necessário aliar nossa ação prática a uma
revisão teórica. Uma revisão que supere e
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Educação e Supervisão: o trabalho coletivo na escola

  • 2. EDUCAÇÃO ESCOLAR E CLASSES POPULARES Para dimensionarmos com mais clareza o valor que o ensino formal pode ter para as classes populares, julgo necessário aliar nossa ação prática a uma revisão teórica. Uma revisão que supere e incorpore os modelos que têm nos permitido entender o que a escola é, mas nos causam certo imobilismo quando queremos prever e propor o que ela pode ser e deve ser.
  • 3. Construção do fracasso escolar Incompetência Técnica (não saber ensinar, falta de domínio do conteúdo, manejo da situação de ensino) Representação ideológica das camadas populares
  • 4. É preciso pensar a escola como um dos espaços da sociedade, isto é, como parte integrante de uma totalidade que é dinâmica. O movimento existe na escola porque existe na sociedade.
  • 5. Trata-se de perceber com clareza qual o papel da educação escolar no conjunto dos demais processos de transformação social. O CONHECIMENTO É PATRIMÔNIO COLETIVO DA SOCIEDADE
  • 6. A escola deve e pode transmitir o conhecimento como um ponto de partida para uma visão mais crítica da sociedade que a mantém. FUNÇÃO DO EDUCADOR PRÁXIS EDUCATIVA
  • 7. •Organização •Modelo Didático- Pedagógico •Seleção e Organização do Conteúdo AÇÃO ESCOLAR COMPETENTE COMPROMISSO
  • 8. A escola democrática será aquela que conseguir interagir com as condições de vida e com as aspirações das camadas populares.
  • 9. FORMAÇÃO DO EDUCADOR: Aspectos Teóricos Rose Neubauer É preciso fazer nascer um novo educador, mas como um grupo cônscio de seus direitos e de sua luta e principalmente comprometido com os interesses da maioria da população escolar á qual atende. É desta perspectiva que cabe pensar a formação do supervisor.
  • 10. A atuação em equipes de supervisão escolar implica no domínio de conhecimento de: • Didática; • Metodologia do ensino; • Psicologia do desenvolvimento e aprendizagem.
  • 11. ENTENDIMENTO DA LEGISLAÇÃO POR PARTE DO SUPERVISOR ESCOLAR Uma lei reflete uma negociação feita num dado momento onde diferentes forças estavam disputando a liderança do processo político da sociedade. O supervisor deve examiná-la de forma crítica e encontrar formas de fazê-la cumprir a favor dos grupos sociais marginalizados do poder.
  • 12. A SUPERVISÃO ESCOLAR: um urgente desafio Antonio Carlos Caruso Ronca Carlos Luiz M.S. Gonçalves Numa escola, compete ao Supervisor criar condições para que os educadores que ali trabalham possam rever a sua atuação.
  • 13. Uma das possibilidades concretas de atuação do supervisor é exatamente a luta contra o ativismo e o verbalismo . Nenhum educador cresce se não reflete sobre o seu desempenho enquanto profissional e se não reflete sobre a ação que foi desenvolvida.
  • 14. Passos concretos a serem dados pelo Supervisor: 1. Possibilitar aos educadores viver a práxis educativa; 2. Criar momentos de reflexão nas escola, para troca de experiências, rever o que foi feito e juntos encontrar alternativa de ação. 3. Criar estratégias de trabalho em equipe.
  • 15. Educação é uma tarefa e um encargo coletivo, no mundo de hoje. Portanto, é imperioso que o Supervisor contribua decisiva e decididamente para a formulação coletiva de projetos de saídas para desafios propostos.
  • 16. SUPERVISÃO E DIDÁTICA Newton Cesar Balzan Sob a argumentação de que primeiramente seria necessário resolver-se o problema da quantidade – escola para todos! – deixou-se o atendimento a qualidade para depois, para mais tarde, quando as condições gerais do país assim o permitissem.
  • 17. A Ação Supervisora se pauta por 4 elementos: 1.PLANEJAMENTO 2.CONTEÚDOS 3.PROCEDIMENTOS 4.AVALIAÇÃO
  • 18. PLANEJAMENTO • Planejamento como atitude (práxis educativa); • Os cuidados com a Didática só tem sentido a partir da percepção clara por parte do sujeito – o professor – sobre a situação em ele atua; • Orientação do Supervisor na racionalização da atividade prática, na oferta de alternativas para a ação, no aumento de aptidão do professor para tomar decisões.
  • 19. CONTEÚDOS • Selecionar os conteúdos em função do aluno real que está aqui e agora, com suas deficiências, limitações, expectativas e condicionamentos; • Sugerir a ideia de o professor ter sempre as estruturas básicas de sua própria disciplina e priorizar o essencial; • Conteúdos são importantes (formam atitudes).
  • 20. PROCEDIMENTOS • Substituir a “educação bancária”, por sessões de estudo; • Trabalhar com situações-problema, para que façam uso dos conteúdos aprendidos; • Professor e alunos trabalhando juntos, na solução de problemas extraídos da realidade sociocultural; • O Supervisor deve observar os alunos.
  • 21. AVALIAÇÃO • Avaliar os alunos, de maneira que os professores repensem seu próprio trabalho, corrigindo-o naquilo que for necessário e mantendo os procedimentos que vêm se mostrando satisfatórios; • Avaliar a aprendizagem dos alunos, de maneira que seu ensino também seja avaliado.
  • 22. ENCAMINHAMENTOS A AÇÃO SUPERVISORA: 1. Participar, observar e discutir o trabalho dos professores; 2. Trabalhar os pressupostos da Psicologia junto aos professores, quando pertinente; 3. Pensar sociologicamente a sala de aula, a problemática educacional, dentro do contexto social, econômico, político e cultural em que a mesma se insere; 4. Formação ampla do Supervisor.
  • 23. A Supervisão consiste, praticamente, na educação permanente dos educadores.
  • 24. A PRÁTICA DA SUPERVISÃO Maria Violeta Villas Boas A Supervisão em Educação deve ser entendida como o ver crítico, construtivo, vitalizador das ações educativas colocadas a serviço dos indivíduos e dos grupos, tendo-se em vista seu desenvolvimento e transformação para melhor.
  • 25. A prática da supervisão exige, de parte do supervisor, uma constante avaliação crítica de seu próprio desempenho e um esforço continuado de aperfeiçoamento como técnico, mas, especialmente como pessoa.
  • 26. EXERCÍCIODA LIDERANÇA ASPECTOS HUMANOS E TÉCNICOS COMUNICAÇÃO CLARA COM INDIVÍDUOS E GRUPOS MANUTENÇÃO DE UM RELACIONAMENTO EQUILIBRADO E SAUDÁVEL
  • 27. A Supervisão é uma atividade essencialmente cooperativa. É necessário dividir tarefas e somar esforços para que os objetivos educacionais sejam alcançados, sem dispêndios de energia e multiplicando o resultado final.
  • 28. SUPERVISÃO: um exercício de democracia ou de autoritarismo? Democracia é, para nós, a igualdade, para todos, de acesso aos bens criados pela civilização moderna (acesso a uma boa escola, a diversas formas de cultura – popular e erudita – a criação científica, ao trabalho, a justiça, a segurança, etc) Heloísa Cardoso
  • 29. O QUE VEM A SER A BUROCRACIA? TIPO IDEAL • Garante maior eficiência às organizações modernas; • Princípio da racionalidade (especialização funcional, delimitação de hierarquia e autoridade). TIPO PRÁXIS • Intensifica suas vantagens e desvantagens, de acordo com o pano de fundo político.
  • 30. TIPOS DE AUTORIDADE • AUTORIDADE TRADICIONAL: obediência habitual e adaptada; • AUTORIDADE CARISMÁTICA: obediência voltada a dedicação pessoal; • AUTORIDADE LEGAL, RACIONAL OU BUROCRÁTICA: obediência motivada pela cálculo da conveniência pessoal.
  • 31. Como um sistema burocratizado pode garantir a formação do homem integral, pensar a sua totalidade? Aceitar a unidade de comando e a centralização da tomada de decisões em prol do desenvolvimento educacional, ou descentralizar a decisão até ao próprio aluno?
  • 32. AUTORITARISMO O Autoritarismo com a burocracia se traduz na servidão da pessoa, na alienação. Os dirigentes pensam, planejam e organizam e os dirigidos apenas executam. Os dois aspectos juntos conspiram contra a humanização do Homem.
  • 33. OS VALORES DE UMA EDUCAÇÃO PARA HUMANIZAÇÃO DO HOMEM • Queremos um Homem capaz de fazer opções e de fazê-las com padrões de prioridades; • Queremos um Homem capaz de dizer não a tudo que o afaste de seu projeto de auto realização (autonomia, independência de caráter, consciência); • Queremos um Homem capaz de determinar o sentido de suas palavras.
  • 34. Construir juntos significa que a grande unidade a ser considerada é a escola e sua rede, sendo o sistema apenas o meio para que as atividades e fins se cumpram no lócus privilegiado de sua realidade: a escola inserida na comunidade.
  • 35. Antes de ser um expert em leis, decretos, portarias, pareceres, deliberações, resoluções, etc, o que se deseja de um supervisor que utilize uma estratégia democrática de trabalho é a habilidade e a sensibilidade políticas, que emergirão de sua capacidade de liderança e comunicação, da percepção que tenha de si e do outro, do autoconceito, enfim, do atendimento às suas necessidades individuais e do clima emocional do grupo.
  • 36. É preciso que o supervisor abandone qualquer pretensão de superioridade e veja no próximo um ser humano, para dele se aproximar numa atitude liberal, de abertura e diálogo.
  • 37. PRÁTICA E SUPERVISÃO Celestino Alves da Silva Junior O pedagógico não emerge naturalmente no exercício rotineiro da Supervisão, é preciso suscitá-lo quase a força.
  • 38. O supervisor que estamos necessitados é aquele capaz de estabelecer a relação entre o pensamento dos especialistas e o de todos os homens.
  • 40. Para superar a burocracia é necessário ter como aliados a eficiência e a competência. Para que esses aliados sejam fortes o suficiente, se faz necessário o confronto e a discussão para que se destrua o conformismo reinante.