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2°passo - Agregaéo de novos ¡nberlooutors e potenciais parceiros

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VANTAGENS DAS REDES

Pluralidade de atores lnlcbilização de recursos Diversidade de opiniões

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INSTRUMENTOS PARA OBSERVAÇÃO DE UMA REDE* E BJTERVENÇÃO* EM REDE E

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Redes pessoais sociais

  1. 1. ES pessoais, sociais Este texto aportará conceitos, metodologia e estratégias para compreender e descrever o desenvolvimento de gestão de redes, no marco do Programa Ação Famliawiver em comunidade. Por' se tratar de aporte conceitual, os aspectos aqui relatados, são aplicáveis a qualquer trabalho em rede. F i O que são Redes? Relé errrrrsisrrarrrarabertciqrre¡_r«; ›ss]1:Í1íta, .atrawàsrlerrrrrmer; ar*°srr_: ›rIirH~ rrrím entre sem. irrteçjrarrtes ecczrr Íl1i6L]rdIIlJfS(lelL›', lÍl“(Ç>5(]FlI]LI%-, a r Jíelitlfl- llZiÍ; f:, (rrÍ1(lfrR rerrrrarue que rmssrrerrr. (jah lll3llllíTríi de uma farrrrlira, um (grrrrw) e/ r: : r uma irrsiitrrirgírcr se er*“í: ]r. ir: ›r: e (rtrawís das rrrrrltirrias rr: ›5;: j_r: ›«? s qu? rícglrr um (l'ÊS'ÊIl“rÍ. Il"tÊ. Este ni ÍWÍilirÊirÍCl e (Jirirrrrfrxj e r: r:›: rtír'i: r~: ›. (Dabas: 2001) A pratica de se trabalharem redes, por meio da gestão de redes, prioriza a relação que se estabelece entre os participantes, a partir da geração de vínculos construídos, entre duas ou mais pessoas, mancada por abertura emocional e racional, voluntária e consciente, em que vivem processos de mútua cmstmção sobre objetivos comuns. As redes trocam recursos baseados na sua identidade: recursos humanos, matérias, financeiros, capital organizacional, in'ormação, corhecimento e recursos técnicos. b» F Redes Sociais São por deFnição reuniõese/ ou organizações de pessoase haimições deforma igualitária edemocrática, a fim de construir' novos compromissos em tomo de Fnteresses comuns, fortalecendo os atores mciais para a defesa de suas causas, na implementação de seus projetos e na promoção de suas comunidades. (Sérgio de Oliveira - SENAC) As redes sociais incfuem indivíduos em inter-relação com o coletivo, com o qual i-rheragem a partir de regras comum; e devera garantir o comparülhamenu) de valores, a parücipação, a conectividade, a descentralização e capraridade de forma dinâmica. Uma rede se constrói a parür de um processo continuo tendo como instrumento de ação, o diálogo. Ir Rede de Proteção Social A rede de proteção social passa a representar' um conjunto de participante: autônomos, unindo idéias e recursos em tomo de valores, de objetivos e interesses compartlhados, capazes de asegurar condições para o atendimento integral dos usuários ou beneficiários das ações da assistência social.
  2. 2. o b» Componentes de uma Rede Visualzando o deserlt-o da rede, destacam-se, entre outros, seis componentes principais: 1. Participantes: são os membros de uma rede. o Podem ser pessoas, atores sociais, grupos, organizações ou instituições. 2. Articuladores (Nós): atores que estabelecem os vínculos. o Podem ser entre pessoas, atores miais, gn; pos ou organizações (institucionais e comuritãrias). 3. Vínculo - É a relação de laço que se estabelece entre os nós. Episódio de uma relação social que poderá ser' mais ou menos informal. 4. Sistema de vínculos - A base de sustentação de uma rede é o conjunto de vínculos entre os nós (articuladores). o Ao descrever uma rede social, devemos considerar as características de cada um dos individuos que a compõem e as caracteristicas das relações que se estabelecem entre os articuladores. S. Intercâmbio - É o resultado da relação entre os nós; o Reciproco e contínuo pode ocorrer no plano afetivo/ emocional, material, finance¡ “o, social, simbólico, etc. 6. Apoio social ou recursos - Como resultado desse processo de htercâm bio, se produz um apoio social para os nos. 'Fpos de Redes que encontraremos localmente: Dependendo dos atores que convocam as redes e do seu nivel de ação, teremos: y Redes Centradas nas Pessoas o Rede Familiar: trocam recursos associados às suas &nçôe-'sz ídenti : lade peíl, cui-: lados e afetos, mialização, inümidade e outros. o Rede de amigos: apoio às demandas e wviços. y Redes Centradas no Conjunto: o Redes de vizinhos: tocam informações, bens, serviços que oferecem proteção, identidade social. Outros exem plo-s: redes locais no quartefrão, no setor censitário, no distrito, na subprefeitura, entre organizações públicas elou de politicas públicas. Segundo os tipos de relações estabelecidas entre os membros da rede, podemos distinguir: o Redes egooêntricas: conjunto de relações centralzadas em um detemrnado individuo. Redes exocêntricas ou sociocêntricas: estruturadas a partir de um grupo social unido por uma relação de cooperação, ga ranti 'ido a reciprocidade generalizada.
  3. 3. b t» Estrutura de uma Rede Na fomnção de uma rede soda', deve-se levar em consideração os seguintes fatores: 1. Articulação de níveis: A rede deve estabelecer' conexões entre organzações do nivel central, regional, povincial e oomunal. 2. Articulação inter-setorial: A rede amb-em deve conectar organizações do setor da saúde, da educação. das organizações sociais, da justiça, da habitação, da juventude, de gênero, e outros. 3. Articulação de âmbitos: A rede deve conectar organâações e atuantes do âmbito insttzucional com organzadores e atuantes proverentes do âmbito comunitário 4. Centro estratégico: Para que uma rede social aberta tenha estalfidade e coerência que lhe permita operar com eficácia e eficiência, deve ter. de preferência, um centro organizacional que atue como m1 ente dinamizador' e regrJador', uma vez que sem ele a rede perde a Eexbílízlade e horiaontalidade. (RAVNJN. Wctcr Martinez. EI erfoque oomunitário.2006) Etapas no desenvolvimento de uma Rede (Rovere, M4998) VALOR Reconhecimento Se aceita a existência do Validação outro Petite de infmsõe Colab-oração Ajuda esporádica Reciprocidade Cooperação Compart' r atividades e Solidariedade recursos -fazer com os outros comrwrobretwe projetos l lr Principios para Rede - Construir confiança A interação enfre os membros da rede tenra-se clara quando laços de confiança e troca são Frnados. Sta troca só sera' possível se os papéis de cada tm dos membros estejam estipulados de forma dara, e que canais ch discussão, gerenciamento de crises e conflitos eâejawr sempre abertos. 0 Compartilhar Missão e Valores Uma vez deñnizlos, os conceitos de missão e valerá da rede devem ser retomadas oonthuamente a cada encanto, prevendo que boda rede é dnâmca e o processo de renovação de pessoas e' continuo. Outra questão para sta abordagem. que deve ser planejada e sistemática, e' que novos valores podem surgir para a instituição e aüé rresmo os antigos serem revisados. - Dar e Receber - "O que euganho com isso? " O conceito de troca e sinerga entre parceiros de rede amp'a a possüníWdad-e de alíeñçe' os objetivos corr uns. QUALQUER ação que seja tratada com "ndnridua'snoo, como demanda pessoa', sobrepõe as necessidades reais do trabalho do grupo.
  4. 4. -. Criar Produtos e Eventos O processo de produção criativa, da' credbildade ao trabalho em rede. Publicações artigos e produtos acadênccos que intensifrquem a peodução coletiva, onde todos possam se reconhecer como autora de prrodutzos e eventos mobVzam. trazem expansão ao prog rarna e recorhecimeroo do público interno e extremo. - Investir em Lideranças Redes que atuam como rrultplicatlcras e motrvadoras de lideranças, rec' nem muito mais competências, habilidades e conhecimertos do que wtras que não atua-n com esta pratica. Redes sociais com um Eder CE1Ur= lÍZadC~S tendem a ter menos sustentalfidade do que ourtras. em que as funçõ-s estão distribddas de aoordo com as competências e "deranças de suas patas. É necessário identificar e fortalecer esses nós e promover grupos de afinidade. Para não fugir do objetivo do grupo, e' favorável à institução, ter uma secretaria executiva ou estrutr; 'a semelhante que seja apoio dos demais, atirando como 'ider' se necessário for. 0 Sistematir conhecimentos Sabemos do dnyrisrro esperadoevivendado nas Redes So-oiais. enwetantoeste mesrro dnarrsrrxo pode atua-r de forma negativa nos resultados dos trabalhos se a sistematização não for ut "zada para ser a memória destes prod . nos . A crgarização dos objetivos. processos estrutrrados. materias produzidos. criam o perf' e identidade esperado para o sucesso deste trabalho. o Aprender fazendo Por' mais que etistam princíp-'oscomurm cada rede é uma rede; as relaçõese os objetivos são únicos, é sempre um nova aprendizagem. Red-es são crgâncas, algumas alcançam tanto sucesso no mundo dos negocios porque se adaptam às mudanças do ambiente, além de reun”. num coletivo, diversas competências, habilidades e conheci-narinas. Cada rede tem uma cultura, seus prncípios e valores. Para constnqr esse tipo de identidade é necessario se arriscar a aprender fazendo. b b Passos l-ietodológicos 1° passo - identificação inicial de potenciais parceiros e interlocubors A organização! instítzução impuls' onadora da rede reaWa o levantamento de "r1sb'h. ';ões. crganzações, serviços e "deranças que executam ações relacionadas à proteção social; sonda o 'nheresse na dsarssão de uma proposta de ação em rede; levanta atribuições e ações ja' desenvolvidas, difiwldades, desafios e propostas de atendnentno: solicita "ndcação de outros interlocutores e potenciais parceiros e conhece dispor-bi* dade para reuniões. Também, identi- fica as relações interpessoais existentes. garantindo a confiança recíproca e insta'a a Iógiza da coordenação por inbaesss comuns. oonsideando as respectivas particularidades e não tenta hOFDOQEOEÍZa" as metas.
  5. 5. 2°passo - Agregaéo de novos ¡nberlooutors e potenciais parceiros Por ¡ndação dos potenciais parceiros e "nberlocubres que Foram mrmtados no prime. ” 'o momento» «lots-se o mesmo procedmenha para sensüzíliza* outros ínterlocnxtores e potenciais parceiros. fan-nando elos/ conexões da rede: sondagem de "nberesse na dscussão de um pmposb de ação em rede; levantamento de aüibuigões, ações dvsenvolvidas relativas à proáo de criançasladolescewbes, dificuldades, desañ aslpmpostas de ahendímmbo e conhece dsponñãlidade pa'a reuniões. 3°passo - Reunir interlocutores e potenciais parceiros identificados e sensibilízados O primeiro enoonüo dos ever-armas pares' ros deve ser ougarfudo de modo a sclarecer objetivos da ação em rede, estrabégías propostas pela organização ímpulsionadora, se possível com dados georreferetaciados, diagnóstico do foco de "nbewerlção e dados relativos à ação que se pretende empreender. Por exemplo: na rede de proteção social articulada pela CRAS e' necessaio ínlorma' dados denmogúñoos e soda-econômicos sobre a situação das famTuasz pmgamas. projehos. serviços. benefícios. objetivos e estratégias da ação governamental: mapeamenão dos serviços cotweniados à Secretaria Nnanfcipal, entre outros. 4° passo - Capacitar atores envolvidos O conjunto dos abres emolvídos na ação em rede deverá ser capacitado: c' igenhs praise-anais de todos os níveis - coordenadas. tectos. recepciorfslzs. Incnmces. pesca' admhisbiaüvo e amos envolvidos no abndimettão e no dsenvolw/ Êmm do üabalho em rede. O processo de capacitação deve assegura' unidade nos oonceíbs. nos conhecimentos básicos sobre o tema Inoüvador do lrabalho coletivo. nos procecümentos e ruínas. nas estratégias, nos mtv-premissas oonslrddos e acondados Pc"d a ação da rede, expressas no probocob fímsado entre os oomponemes. In-portanhe sa'ientar que o processo de capacitação deve ser pennanarte. seja porque o ingresso pemtanente de novos participantese' desejável ou pela necdade de apdmorarrenb da qua': lade dos serviços. 5° passo - Monitorar e avaliar a aáo em rede O nxoníborawxento da ação em rede ocorre por meio de reuniões sistemáticas ou oficinas para anfse da adequaáo metodológica, dos procedimentos, do fluxo de atendimento. dos instumentos de co'et2 de dados/ ínforrrxações: analise da efidência desses ¡rtstrumentcas e do fluxo de ir'ormações, do cumprimento de malas e objetivos planejados. Bsas reuniões visam também a troca de experiências, compartilhamento de conhecimentos e dados. A avaliação, com base em 'indicadores e ? Shun-exatas construídos coletiva-rente, deve emolver todos os atores envolvidos na ação em rede. Os resultados da avaliação. quando positivos. devem ser publicizados de modo a fortalecer e ampliar a capacidade das organizações participantes e da comunidade. nos processos de desenvolvímento local.
  6. 6. VANTAGENS DAS REDES Pluralidade de atores lnlcbilização de recursos Diversidade de opiniões Fur-: icna-nento Democráüoo Maior proximidade ao ass: 'to- Não gera nua estrutura pet-lema bu 'ocrática Flexibilidade lnlaíores possibilidades de Honzcnta' : fade adaptação Cultura da negocia ão Maior sustertab ' : fade ur-rrrAoão DAS REDES MECeWÍSITOS de renfção de Lentidão nos processos de Resp-cnsabilidades diluidas contas rega-dação e consenso Afastamento dos parfcípantes Deserção de amores chavs Ciñaldades para a dos objed-ros originais coordenação e para o controle Wolação da a. tonon"a dos Marçnalização de c-. .tros partídparmes ator-es Alguns elementos que contribuem para o êxito das Redes (Agrenoff y Lindsay, 1983) Desenvolver um gra "de Propiciar símações em que Fazer' DaÍClpcr as verdadeiras esforço pa'a chega' a u'n todos ça""›em instâ "cias das decisões enter-inferno cc-'nu 'n pollfías e administradvas concentra-se em questões Avaliar permanenterrerme e Criar um rr-arto para a ação específicas VéçC-Óo' as schções CCC-Chou Alguns elementos que contribuem para o êxito das Redes (Klijn et all, 1995) Ativa r sel-z-fvawenoe os atores Limitar os custos da inneração Bascar o compromisso dos e recusos parfcipantes Prestar oporuna . menção Zelar pela qualidade e aberta. 'a aos aspectos palfdcos e da interação ac' ní-fstrativos
  7. 7. INSTRUMENTOS PARA OBSERVAÇÃO DE UMA REDE* E BJTERVENÇÃO* EM REDE E PRÁTICA3 os REDE Frequévcía de contato Tip-o de contato Hulüplícidade Natureza da relaçao Acessibilidade Recíproddade Apolo soczal Tmitorialidade Identidade Sentimento de vínculo Turitorialidade V¡›í bilidade 1 Proc-air. : PXUHL, :rir: l: lar-l. : Y -u-. Ccrmhce. C_ . e 'lidade o; - atores que se ccvhecenr. Ccnñec 'no50 ("e sqx-e a ínfividuã : a-; aa de cada um, Lanto ; ramal (cm) rstmscral. Os (sonetos pedem por encantos da race. por aLv-: azes em comum cu c-: r Wet) de relaçoes eme usuàrbf. cornos. Fav-; recre-sre o (como race a la-ze. C reto aire nemtvos da rede. A @seat-r dade da rede gera CCfrw'_-r$. a;¡. '.6 . tea o “tkercé rob) oe recursas eme os : coupe ires. Cs rem. scr; cispcr Reis na rede sao ue- aoas e (lives-ras, faut-receiver a amada ente seus mientras. Franc-n' nain relaçoes de tipo ccc-czeralno. ro ; gar das relaçoes de too ccnipellL-«o Cu cn-'l “ivo, eme os rren' : ros da tece. E-isle u n azesso lájl e cisporbe para os recxrrscs dispor re rede. triste un acendem) E111_ rbli) ente o que os atores solrjtavn para a rede e o que exrlam. Cs recuso: da rede se cri-amam cru-arame e cpcrtL raquete. em lr. *ção df) mapa situaccnal ce measures-e. ce seus . as os. A: : c *ne-mia anlerlcre; se trabalham em este 'a relaçao corn o ! anuário de nem-Ema dos añzres. A rede, te *to em r 'me o-: oal am) em vive' isca, val acena-veios, paulaL *rarer/ e, r. . “na identidade Çrñvlria. Cvs aim-s se sent-sn¡ viwzuardos à rede e se reconhecem corro ce 'te dela. Ce atue-L sue tem samleilos com o luwcünaroenlo da rede A rede tem e deznvs-«e vsiblidaô. ; ter : cr al (CClTL. YÍÚBÓÉJ. 2 Ima-siglo em ruas. : ue lÍll. tocar. x. .mães. qu: IT: 271 um crzrtata : neto d. : musa ccrn o smtp d: cria revenda. _l »na o: 3:1:: ,e d-. rcnut-v-. m em LTJ rea: o: ma: .uma. -ocas laraau. . : Parra-ja, H-tlL-; àca ctz. ) com o : npc-rtp o: gerar ctz-rat: - qa: : r Ian' : CJ (lucrar/ mario corro HLÍEÍTL! a: crnz-: rra-çàzázçbn pa: : 'rs-rcmt-: r e crúrrcdlàa oe cç-z-o : an: .
  8. 8. DDA Rede Social Pessoal Aruhnúalpesodpatksddiidaapmidoqmãnkyauueanandnhrdesnádm prâiaíínia: “a soma de todas as relaçoes" que o indivíduo percebe como signlfl' ' 'ativas ou define como (iferendadas da massa anônima da sociedade. Essa rede oonesponde ao nidlo intetpssoal da pssoa e contribui substancialmente para seu própiio reconhecimento como indivíduo e para sua auto-imagem. Constitui uma das dava centrais da experiência individual de identidade, bem-estar, competênda e agendamento ou autoria, incluindo os hábitos de alidado da saúde e a capacidade de adaptação numa crise". (inky. 1997) Eúlíüüllllñillllllllñlnlüíãlll 31H. : Qnnspssimuuzñsnvih? cnllqullneanxltmnnlúqnátn? cnuneeunununneauunuymmnçmuegn? aneppuuuaqmu-npnnummngmpnusempuzaqm! cimçulneucuúalqzan?

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