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ELABORAÇÃO DO PROJETO
Prof. Valéria Rosa Poubell
E.mail: vrpoubell@hotmail.com
http://vrpoubell.blogspot.com
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Diálogos em educação Museu Oi Futuro

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Leitura e Escrita - sequência de atividades alfabetizatórias a partir da visitação ao Museu de Telecomunicações - Oi Futuro.

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    1. 1. UMA VISITA, VÁRIOS DIÁLOGOS Foi com essa perspectiva, gerada após o Encontro com Multiplicadores, oferecido pela equipe do Programa Educativo do Museu das Telecomunicações, que os professores da EM Honduras, localizada em Jacarepaguá, decidiram oportunizar aos alunos a realização de atividades através das imagens produzidas durante as visitações ao Museu Oi Futuro. A equipe de professores da nossa escola acredita que sim. E muito!
    2. 2. UMA VISITA, VÁRIOS DIÁLOGOS Em conversa entre os integrantes da equipe de professores, num “blá, blá, blá” produtivo constatou-se que as visitas realizadas ao Oi Futuro representou uma gama de significações, tanto por parte dos alunos, quanto dos professores. A começar que nenhum de nós conhecia o espaço, que foi considerado espetacular! Um lugar onde convivem em harmonia a ética, a estética e as culturas, presentes nas multilinguagens que compõem o Museu. “- Blá, blá, blá !” Seja pela falta de tempo, ou dificuldade de locomoção, muitos professores ficam a margem do circuito cultural da nossa cidade. Estes e outros fatores acabam por alijá-lo daquilo que poderia ser muito útil para a sua inclusão cultural e também para sua formação profissional.
    3. 3. VÁRIOS OLHARES, VÁRIOS DIÁLOGOS Para os nossos alunos, oriundos de uma classe social desfavorecida socio-econômica e culturalmente, vivenciar oportunidades de acesso aos bens culturais produzidos pela nossa sociedade representa mostrar -lhes um mundo completamente desconhecido. “- Ti, ti, ti!”
    4. 4. VÁRIOS OLHARES, MÚLTIPLOS DIÁLOGOS As “imagens” do mundo globalizado – apenas no capital, em nossa opinião – nos falam, nos gritam os apelos desse mesmo mundo, onde convivem as diferenças sócio-culturais e econômicas, os descalabros sociais. Desenvolver no aluno a capacidade de refletir e se posicionar criticamente frente a essas imagens é um grande desafio para nós, professores. Mas ao mesmo tempo um exercício inexoravelmente necessário.
    5. 5. AS SEMENTES SÃO LANÇADAS De repente, no meio da conversa, constatamos que nossa escola, assim como inúmeras outras ao nosso redor, não tem o hábito de “ensinar a olhar”. Não raro, encontramos em nossas salas de aula alfabetizadoras crianças que ainda não possuem a capacidade de se identificar frente ao mundo em que vive. Elas não conhecem os seus nomes (às vezes, o primeiro nome!) completos, as suas datas de nascimento, nomes de seus pais, seu país, e por aí vai!
    6. 6. SEMENTES A REGAR E a partir dessa constatação, a equipe de professores reconheceu na visitação ao Museu Oi Futuro reais possibilidades de desenvolvimento de propostas educativas capazes de habilitar o aluno no reconhecimento de si próprio, do outro, do espaço a sua volta e do mundo em que vive, por acreditarmos que nas fotografias dos diferentes espaços do Museu vivenciados por ele durante a visita, residia a sua própria história. Uma história do seu passado, tão vivo e presente em sua memória. “- Tia, que lindo! Isso é de verdade?” (aluno do 3º ano de escolaridade)
    7. 7. AS SEMENTES GERMINAM A leitura das fotografias permitiu o encontro do aluno com o seu próprio “eu”, dos colegas, dos professores, da equipe de funcionários do Museus, da iconografia presente em toda parte, da paisagem, nunca vista, durante a viagem, dos objetos que pareciam “encantados” aos seus olhinhos, tão curiosos. Tal leitura de imagens se deu através de DVD assistido na sala de aula. Mas antes, houve uma “loonga” conversa sobre o espaço visitado e sobre o objetivo da visita. Falamos também da especificidade do Museu da Telecomunicações.
    8. 8. AS SEMENTES SE TORNAM PLANTAS Inicialmente, antes que vissem as fotografias, foi pedido que desenhassem e escrevessem sobre o que acharam mais interessante da visita. As respostas foram bem variadas: o telefone vermelho, o gramofone, as escadas, o computador “que fala”, os vídeos assistidos, etc.  Depois, foi proposto que apenas observassem as fotografias do evento e as explorassem como quisessem; A partir de duas imagens sugeridas pelo professor, os alunos deveriam tentar descobrir coisas “não-vistas” durante a visitação, busca pelos detalhes; Como sugestão dos próprios alunos, ávidos por virem novamente suas imagens na telinha da TV, foram passadas as fotos, uma, duas, três vezes... E foi preciso uma negociação para conseguirmos avançar na proposta de trabalho;
    9. 9. PLANTAS A REGAR Num outro momento (3º dia), foi pedido que listassem , a partir de uma imagem fotográfica sugerida pelo professor o nome de tudo o que conseguiam VER na imagem. Depois, cada um deveria ler para os colegas a sua lista. Após as leituras, que só terminaram no dia seguinte (todos quiseram ler, mesmo os ainda não-leitores), foi proposta uma observação de todas as fotos e o registro de quantas vezes cada um aparecia em todas elas. E foi preciso uma orientação sobre a estrutura da tipologia textual. E também sobre a necessidade de revisão das palavras escritas. Após a revisão, a listagem deveria ser escrita no caderno de Produção Textual, onde arquivamos todas a nossas produção.
    10. 10. FOLHAS QUE FAZEM VENTO  Após as atividades de registro e produção imagética, a proposta passou a análise da tipologia textual que tínhamos em mãos - as imagens pictóricas e técnicas (fotografias). - O objetivo aqui era ajudar o aluno a perceber e conceber a fotografia como documento imagético e de produção social e portanto, um contador de história. E por sorte a nossa, a história que surgia aos nossos olhos através das fotos era repleta de beleza, curiosidades e o simbolismo de uma velha (os primeiros telefones) e uma nova era (alta tecnologia).
    11. 11. AS PLANTAS CRESCEM Cada um tinha ali nas fotografias, que passavam na TV, um pouco da sua história de vida. E que a história se constrói através de fatos reais, como foi nossa visita ao Museu Oi Futuro. E através da nossa história de vida vamos tecendo os nossos traços de identidade. Perceber os traços que nos identificam não é tarefa fácil. E levamos um bom tempo para nos conhecermos, mas o quanto antes iniciarmos a busca dessa descoberta melhor será nas horas das decisões importantes de nossa vida e também para o posicionamento frente aos desafios do mundo atual.
    12. 12. Inúmeras foram as possibilidades de reflexão através das imagens produzidas nas instalações do Museu Oi Futuro. A plantinha está sendo cultivada. Daqui a pouco, teremos fruto.
    13. 13. ELABORAÇÃO DO PROJETO Prof. Valéria Rosa Poubell E.mail: vrpoubell@hotmail.com http://vrpoubell.blogspot.com

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