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INTRODUÇÃO À ENGENHARIAINTRODUÇÃO À ENGENHARIAINTRODUÇÃO À ENGENHARIAINTRODUÇÃO À ENGENHARIA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE - UFCG
CENTRO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO SEMIÁRIDO –CDSA
CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
Prof.: João Pereira Leite
INTRODUÇÃO À ENGENHARIAINTRODUÇÃO À ENGENHARIA
DE FABRICAÇÃODE FABRICAÇÃO
INTRODUÇÃO À ENGENHARIAINTRODUÇÃO À ENGENHARIA
DE FABRICAÇÃODE FABRICAÇÃO
• Professor
• Alunos
ApresentaçõesApresentações
• Horário de início das aulas – 15 min
• Necessidades fisiológicas - liberado
AvisosAvisos
• Celulares - silencioso
• Abono de faltas – com professor
• Reposições - 1
• Apresentar ao aluno a normalização, a
padronização, as variáveis de medida e controle
dimensionais e os principais processos de
fabricação com ênfase na sua importância para
Objetivo GeralObjetivo Geral
fabricação com ênfase na sua importância para
técnicos, engenheiros, fabricantes e consumidores
na produção de itens padronizados, intercambiáveis
e confiáveis.
EmentaEmenta
• História da normalização
• Normalização e padronização
• Tolerância e rugosidade
• Metrologia• Metrologia
• Processos de usinagem, conformação e fabricação
mecânica: torneamento, fresamento, furação,
aplainamento, fundição, forjamento, estampagem,
soldagem, metalurgia do pó e injeção de
materiais.
AvaliaçõesAvaliações
1° Estágio (prova)
• Normalização, padronização, tolerância, rugosidade,
metrologia.
2° Estágio (prova)
• Processos de torneamento, fresamento, furação e
6
• Processos de torneamento, fresamento, furação e
aplainamento.
3° Estágio (prova)
• Processos de fundição, forjamento, estampagem,
soldagem, metalurgia do pó e injeção de materiais.
4° Estágio (Projeto)
• Processos de fabricação.
AvaliaçõesAvaliações
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• Assuntos do estágio no qual o aluno,
justificadamente, não se submeteu à avaliação.
Final (prova)
• Todo o conteúdo da disciplina (estágios 1, 2, 3 e 4).
7
• Todo o conteúdo da disciplina (estágios 1, 2, 3 e 4).
Obs: É possível que sejam abordadas questões relacionadas à
quaisquer um dos projetos apresentados no estágio 4,
independente da equipe que apresentou.
Bibliografia básicaBibliografia básica
• ALBERTAZZI, A. et al. Fundamentos da metrologia
científica e industrial. São Paulo: Manole, 2008.
• CHIAVERINI, VICENTE. Tecnologia mecânica:
processos de fabricação e tratamento. 2.ed. São Paulo:
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• NOVASKI, O. Introdução à Engenharia de Fabricação
mecânica. São Paulo: Edgard Blucher, 1994.
História da normalizaçãoHistória da normalização
Indícios de normalização já existem desde os primórdios da
civilização. Um exemplo disso foi o uso de alguns sons
associados a objetos e ações compartilhados pelos
homens primitivos visando o atendimento de necessidades
específicas da época.
Marcos históricosMarcos históricos
9
específicas da época.
História da normalizaçãoHistória da normalização
No Egito antigo as construções de pirâmides eram
realizadas com blocos de pedra trazidos de diferentes
regiões. Alguns relatos históricos dão conta de que a
dimensão das pedras já era normalizada, para assegurar
Marcos históricosMarcos históricos
10
dimensão das pedras já era normalizada, para assegurar
encaixes precisos que levassem a perpetuação da morada
dos faraós.
História da normalizaçãoHistória da normalização
A normalização passou a interferir cada vez mais no
comportamento humano, influenciando inclusive no padrão
de comportamento social.
11
História da normalizaçãoHistória da normalização
No final do Século XVIII, durante a Revolução Francesa,
ocorreu um forte impulso à padronização. Neste período
vários países se juntaram para o desenvolvimento do
Sistema Métrico Decimal.
Marcos históricosMarcos históricos
12
Grandeza Unidade Símbolo
Comprimento metro m
Massa quilograma kg
Tempo segundo s
Corrente elétrica ampère A
Temperatura
termodinâmica
kelvin K
Quantidade de
matéria
mol mol[8]
Intensidade
luminosa
candela cd
O Sistema Internacional de Unidades
(SI) originou-se a partir do Sistema
Métrico e foi adotado por quase todos os
países. As três exceções são Myanmar,
Libéria e os Estados Unidos. O Reino
Unido adotou oficialmente o SI, mas sem
substituir inteiramente seu próprio
sistema usual de medidas.
O SI se baseia em 7 grandezas físicas
básicas a partir das quais, se derivam
todas a outras.
História da normalizaçãoHistória da normalização
O estabelecimento de um padrão monetário (moeda)
possibilitou a mudança na política de troca de mercadorias,
beneficiando o comércio de mercadorias de naturezas
distintas.
Marcos históricosMarcos históricos
13
História da normalizaçãoHistória da normalização
A padronização dos pesos e medidas, que iniciou com
unidades de massa e comprimento e evoluiu para as
medidas de volume facilitou a negociação comercial.
Marcos históricosMarcos históricos
14
Ex: Pesos para aferição de
massa
História da normalizaçãoHistória da normalização
A Revolução Industrial iniciada em meados do Século XVIII
trouxe um conjunto de mudanças no comportamento
econômico, social e nos processos produtivos.
Naquele período, a produção que era artesanal passou a ser
Marcos históricosMarcos históricos
15
Naquele período, a produção que era artesanal passou a ser
industrial com o surgimento da máquina a vapor, do tear
mecânico e das máquinas de fiar.
Máquina a vapor Tear mecânico Máquina de fiar
O crescimento do comércio inglês a partir da Revolução
Industrial fez com que a Inglaterra se tornasse uma
potência comercial. A preocupação com produtos
padronizados passou a ser um fator importante para
História da normalizaçãoHistória da normalização
Marcos históricosMarcos históricos
16
manutenção deste mercado.
O crescimento industrial se espalhou pelo mundo a partir
do século XIX e século XX e os clientes passaram a exigir
produtos de maior qualidade. A baixa padronização era
um fator de entrave ao comércio na época sob o
ponto da percepção de qualidade pelo cliente.
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
É a forma de se organizar atividades a partir da
Mas o que é Normalização?Mas o que é Normalização?
17
criação de regras que contribuam para o
desenvolvimento econômico e social a partir da
criação de produtos e serviços com melhor
aceitação no mercado de origem e mercados
entrantes.
Definição de NormalizaçãoDefinição de Normalização
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
Segundo o guia “Normalização e atividades
relacionadas: Vocabulário Geral (ABNT ISO/IEC Guia 2:
1998), “normalização” constitui-se no “processo de
18
1998), “normalização” constitui-se no “processo de
formulação e aplicação de regras para um tratamento
ordenado de uma atividade específica, para o benefício
e com a cooperação de todos os interessados e, em
particular, para a promoção da economia global ótima,
levando na devida conta condições funcionais e
requisitos de segurança”.
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
Objetivos da NormalizaçãoObjetivos da Normalização
Em 1981, uma comissão da International Organization for
Standardization (ISO - www.iso.ch) definiu como objetivos básicos
da normalização estabelecer:
• economia global, em termos de esforço humano, materiais,
19
• economia global, em termos de esforço humano, materiais,
força na produção e troca de mercadorias;
• a proteção do interesse do consumidor por intermédio da
adequada e contínua qualidade de mercadorias e serviços;
• a segurança, saúde e proteção da vida;
• o fornecimento dos meios de expressão e comunicação entre
as partes interessadas.
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
Aumento de
produtividade
Produtos de melhor
Objetivos da NormalizaçãoObjetivos da Normalização
20
Produtos de melhor
qualidade e menor
custo
Participação efetiva
das empresas na
normalização
PRODUTOR
CONSUMIDOR
NORMAS TÉCNICAS
DE BOA QUALIDADE
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
Se Não Existissem Normas...Se Não Existissem Normas...
Dificuldades na
comunicação,
disseminação e
compartilhamento Dificuldades na
21
compartilhamento
tecnológico
Dificuldades na
comercialização
entre países
Dificuldades na
manutenção de padrões
de qualidade na
execução da maioria das
atividades
Impactos da NormalizaçãoImpactos da Normalização
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
Impactos na economia
melhor qualidade, quantidade e regularidade de
produção;
22
produção;
equilíbrio entre a oferta e a procura;
aumento da competitividade no mercado nacional;
redução de litígios;
crescimento da produtividade nacional.
Impactos da NormalizaçãoImpactos da Normalização
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
Impactos na Produção
eliminação de desperdícios;
23
padronização da documentação técnica;
redução de custos;
aumento da produtividade;
base clara para concorrência, evitando assim a
concorrência desleal.
Impactos da NormalizaçãoImpactos da Normalização
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
Impactos no Consumo
acesso a dados técnicos padronizados;
24
redução de preços e prazos de entrega;
padronização de pedidos;
possibilidade de comparação objetiva entre produtos,
processos e serviços;
garantia da qualidade, regularidade, segurança e
integridade.
“A qualidade de um produto é definida como sua
adequação ao uso, do ponto de vista do cliente”.
A importância da normalização para qualidadeA importância da normalização para qualidade
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
25
(Juran)
Estatístico norte-americano que ampliou a
abordagem para qualidade para o
planejamento, controle e melhoria da
qualidade.
JURAN
De acordo com Garvin, a qualidade pode ser identificada a
partir de 8 dimensões.
DurabilidadeCaracterísticas
A importância da normalização para qualidadeA importância da normalização para qualidade
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
26
ADEQUAÇÃO
AO USO
Conformidade
Desempenho
Confiabilidade
Durabilidade
Atendimento
Estética
Características
Qualidade percebida
ADEQUAÇÃO AO USO, SOB A ÓTICA DO CLIENTE, SIGNIFICA ATENDIMENTO ÀS 8
DIMENSÕES DA QUALIDADE A PARTIR DE PRODUTOS NORMALIZADOS,
REALIZADOS A PARTIR DE PROCESSOS PADRONIZADOS.
A importância da normalização para qualidadeA importância da normalização para qualidade
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
1- Características
São os adereços dos produtos, aquelas
características secundárias que suplementam o
funcionamento básico do produto.
A NORMALIZAÇÃO E
PADRONIZAÇÃO
GARANTEM:
27
ADEQUAÇÃO
AO USO
2- Confiabilidade
Garantia de que o produto estará disponível ao
uso sempre que necessário.
3- Conformidade
Grau em que o projeto e as características
operacionais do produto estão de acordo com
os padrões preestabelecidos.
4- Desempenho
Manutenção das características operacionais
do produto.
A importância da normalização para qualidadeA importância da normalização para qualidade
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
5 - Durabilidade
Vida útil do produto com o desempenho
esperado.
6 - Atendimento
Rapidez, cortesia, facilidade de reparo e ou
A NORMALIZAÇÃO E
PADRONIZAÇÃO
GARANTEM:
28
Rapidez, cortesia, facilidade de reparo e ou
substituição.
7 - Estética
Julgamento do produto em função das
preferências pessoais.
8 - Qualidade percebida
Opinião subjetiva do cliente sobre o produto.
Valor do bem estar proporcionado em
comparação com a expectativa antes da
compra. Um exemplo é a procura por marcas
mais conhecidas.
ADEQUAÇÃO
AO USO
Abertura de mercado, acordos econômicos de
livre comércio (OEA, MERCOSUL, etc) tem
aumentado a concorrência, as empresas buscam
um diferencial competitivo. O comércio desleal
tem sido cada vez mais combatido;
MOTIVOS DE PREOCUPAÇÃO
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
tem sido cada vez mais combatido;
A informação em tempo real (internet) tem
ampliado a variedade de itens disponíveis ao
público consumidor;
O cliente está cada vez mais exigente em
função da concorrência e disponibilidade variada
de itens;
29
No contexto atual, o cliente decide de quem
comprar a partir da identificação de valor no
produto/serviço. O cliente precisa ter certeza de
que os produtos oferecidos poderão cumprir
minimamente suas funções básicas a contento;
MOTIVOS DE PREOCUPAÇÃO
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
minimamente suas funções básicas a contento;
Segundo Ghinato, valor sob a ótica Lean
significa: custo; qualidade e lead time;
Segundo Deming os custos de retrabalho,
defeitos e assistência técnica consumem, em
média, 90% dos custos de qualidade. 30
1926– Criada ISA
por 20 membros –
1950 1970 1980 19901900
Início do século
XX: Qualidade
1961 – Criação da
Comissão Pan-
1973 – Criação
do Sistema
2000
EVOLUÇÃO DA NORMALIZAÇÃO E DA QUALIDADE
1996 – Criação
da AMN
HISTÓRICO EVOLUTIVO
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
por 20 membros –
foco em mecânica;
1940 – Criação
da ABNT;
1944 – Eclode a
2°guerra mundial.
Indústrias
adaptadas a guerra.
Cria-se a UNSCC
com 18 membros
das nações aliadas;
1947 – Fundação
da ISO tentando
harmonizar mais de
150.000 normas.
31
XX: Qualidade
implica custo;
Eletrotécnicos
percebem
necessidade de
criar normas
1906 – Criação
da EIC.
1914 – Linha de
Montagem.
economia de
escala.
potencialização da
geração de
defeitos.
Comissão Pan-
Americana de
Normas Técnicas
(COPANT);
1961 – Criação do
Instituto Nacional de
Peso e medidas
(INPM) que implantou
os IPEM (Institutos
Estaduais de Pesos e
Medidas).
1970 – O Japão já é
considerado um país
com produtos da mais
alta qualidade;
do Sistema
Nacional de
Metrologia,
Normalização e
Qualidade Industrial
(SINMETRO).
1980 – A rede
americana NBC
apresenta
documentário que
atesta a qualidade
dos produtos
japoneses. O slogan
era: “se o Japão
pode, por que não
podemos?
da AMN
(associação
Mercosul de
Normalização)
para padronizar
normas neste
mercado.
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
ISOISOISOISO
AMNAMNAMNAMN
NÍVEIS DE NORMALIZAÇÃO
32
EMPRESARIALEMPRESARIAL
NACIONALNACIONAL
REGIONALREGIONALREGIONALREGIONAL
INTERNACIONALINTERNACIONALINTERNACIONALINTERNACIONAL
AMNAMNAMNAMN
ABNTABNTABNTABNT
GERDAUGERDAUGERDAUGERDAU
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
Internacional – Proveniente de acordos entre nações visando
emprego mundial.
Regional - Representam os interesses que de um grupo de
nações independentes, de um mesmo continente ou por uma
NÍVEIS DE NORMALIZAÇÃO
33
nações independentes, de um mesmo continente ou por uma
associação regional de normas.
Nacional - Adotadas por órgãos nacionais de normalização com
autonomia para publicá-las após alcançar-se o consenso entre os
interesses do governo, indústrias, consumidores e comunidade
científica de um país.
Empresarial – Criada por uma ou um grupo de empresas, com a
finalidade de orientar compras, fabricação, vendas e outras
operações. pelo mercado.
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
ESTRUTURA DO SISTEMA BRASILEIRO DE
NORMALIZAÇÃO (SBN)
SINMETRO: Sistema Nacional de
Metrologia, Normalização e
Qualidade Industrial;
CONMETRO: Conselho Nacional de
Metrologia, Normalização e
34
Metrologia, Normalização e
Qualidade Industrial;
CBN: Comitê Brasileiro de
Normalização.
ABNT
INMETRO
CB: Comitê Brasileiro;
ONS: Organismo de
Normalização Setorial;
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS
(ABNT): DEFINIÇÃO
É uma entidade privada, de utilidade
pública, sem fins lucrativos que
representa oficialmente o Brasil
35
representa oficialmente o Brasil
junto a fóruns regionais e
internacionais de normalização
É a ÚNICA representante formal
das posições do Brasil junto à
ISO!
Compete à ABNT coordenar, orientar e supervisionar o processo de
elaboração de normas brasileiras (NBR) bem como elaborar e editar as
referidas normas (CONMETRO, 1992).
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
É o órgão executivo central do
SINMETRO, a secretaria executiva
do CONMETRO e do CBN.
INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA
(INMETRO): DEFINIÇÃO
36
do CONMETRO e do CBN.
É responsável pela
regulamentação de um setor
restrito à metrologia legal e pela
qualidade de produtos industriais.
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
NORMA: DEFINIÇÃO
Documento, estabelecido por consenso e aprovado por um
organismo reconhecido, que fornece, para um uso comum
e repetitivo, regras, diretrizes ou características para
atividades ou seus resultados, visando à obtenção de um
37
atividades ou seus resultados, visando à obtenção de um
grau ótimo de ordenação em um dado contexto .
Nota:
Convém que as normas sejam baseadas em resultados
consolidados da ciência, tecnologia e da experiência acumulada,
visando à obtenção de benefícios para a comunidade.
(ABNT ISO/IEC Guia 2)
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
NORMA: PROCEDIMENTO DE ELABORAÇÃO
O processo de elaboração
da norma inclui discussão
PROGRAMA DE
NORMALIZAÇÃO
DEMANDA
ELABORAÇÃO DO
PROJETO DE NORMA
38
da norma inclui discussão
e aprovação consensual
(nem sempre unânime)!
O texto normativo é
submetido à consulta
pública para que possa
opinar!
CONSULTA PÚBLICA
ANÁLISE DE VOTOSOK
NÃO
SIM
NORMA
Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização
NORMA: COMISSÕES DE ESTUDO
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norma!!!

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Aulas 1 e 2 - Introd. a Engenharia de Fabricação

  • 1. INTRODUÇÃO À ENGENHARIAINTRODUÇÃO À ENGENHARIAINTRODUÇÃO À ENGENHARIAINTRODUÇÃO À ENGENHARIA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE - UFCG CENTRO DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DO SEMIÁRIDO –CDSA CURSO DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Prof.: João Pereira Leite INTRODUÇÃO À ENGENHARIAINTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE FABRICAÇÃODE FABRICAÇÃO INTRODUÇÃO À ENGENHARIAINTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE FABRICAÇÃODE FABRICAÇÃO
  • 3. • Horário de início das aulas – 15 min • Necessidades fisiológicas - liberado AvisosAvisos • Celulares - silencioso • Abono de faltas – com professor • Reposições - 1
  • 4. • Apresentar ao aluno a normalização, a padronização, as variáveis de medida e controle dimensionais e os principais processos de fabricação com ênfase na sua importância para Objetivo GeralObjetivo Geral fabricação com ênfase na sua importância para técnicos, engenheiros, fabricantes e consumidores na produção de itens padronizados, intercambiáveis e confiáveis.
  • 5. EmentaEmenta • História da normalização • Normalização e padronização • Tolerância e rugosidade • Metrologia• Metrologia • Processos de usinagem, conformação e fabricação mecânica: torneamento, fresamento, furação, aplainamento, fundição, forjamento, estampagem, soldagem, metalurgia do pó e injeção de materiais.
  • 6. AvaliaçõesAvaliações 1° Estágio (prova) • Normalização, padronização, tolerância, rugosidade, metrologia. 2° Estágio (prova) • Processos de torneamento, fresamento, furação e 6 • Processos de torneamento, fresamento, furação e aplainamento. 3° Estágio (prova) • Processos de fundição, forjamento, estampagem, soldagem, metalurgia do pó e injeção de materiais. 4° Estágio (Projeto) • Processos de fabricação.
  • 7. AvaliaçõesAvaliações Reposição (prova) • Assuntos do estágio no qual o aluno, justificadamente, não se submeteu à avaliação. Final (prova) • Todo o conteúdo da disciplina (estágios 1, 2, 3 e 4). 7 • Todo o conteúdo da disciplina (estágios 1, 2, 3 e 4). Obs: É possível que sejam abordadas questões relacionadas à quaisquer um dos projetos apresentados no estágio 4, independente da equipe que apresentou.
  • 8. Bibliografia básicaBibliografia básica • ALBERTAZZI, A. et al. Fundamentos da metrologia científica e industrial. São Paulo: Manole, 2008. • CHIAVERINI, VICENTE. Tecnologia mecânica: processos de fabricação e tratamento. 2.ed. São Paulo: 8 processos de fabricação e tratamento. 2.ed. São Paulo: Makron, 1986. 2.v. • NOVASKI, O. Introdução à Engenharia de Fabricação mecânica. São Paulo: Edgard Blucher, 1994.
  • 9. História da normalizaçãoHistória da normalização Indícios de normalização já existem desde os primórdios da civilização. Um exemplo disso foi o uso de alguns sons associados a objetos e ações compartilhados pelos homens primitivos visando o atendimento de necessidades específicas da época. Marcos históricosMarcos históricos 9 específicas da época.
  • 10. História da normalizaçãoHistória da normalização No Egito antigo as construções de pirâmides eram realizadas com blocos de pedra trazidos de diferentes regiões. Alguns relatos históricos dão conta de que a dimensão das pedras já era normalizada, para assegurar Marcos históricosMarcos históricos 10 dimensão das pedras já era normalizada, para assegurar encaixes precisos que levassem a perpetuação da morada dos faraós.
  • 11. História da normalizaçãoHistória da normalização A normalização passou a interferir cada vez mais no comportamento humano, influenciando inclusive no padrão de comportamento social. 11
  • 12. História da normalizaçãoHistória da normalização No final do Século XVIII, durante a Revolução Francesa, ocorreu um forte impulso à padronização. Neste período vários países se juntaram para o desenvolvimento do Sistema Métrico Decimal. Marcos históricosMarcos históricos 12 Grandeza Unidade Símbolo Comprimento metro m Massa quilograma kg Tempo segundo s Corrente elétrica ampère A Temperatura termodinâmica kelvin K Quantidade de matéria mol mol[8] Intensidade luminosa candela cd O Sistema Internacional de Unidades (SI) originou-se a partir do Sistema Métrico e foi adotado por quase todos os países. As três exceções são Myanmar, Libéria e os Estados Unidos. O Reino Unido adotou oficialmente o SI, mas sem substituir inteiramente seu próprio sistema usual de medidas. O SI se baseia em 7 grandezas físicas básicas a partir das quais, se derivam todas a outras.
  • 13. História da normalizaçãoHistória da normalização O estabelecimento de um padrão monetário (moeda) possibilitou a mudança na política de troca de mercadorias, beneficiando o comércio de mercadorias de naturezas distintas. Marcos históricosMarcos históricos 13
  • 14. História da normalizaçãoHistória da normalização A padronização dos pesos e medidas, que iniciou com unidades de massa e comprimento e evoluiu para as medidas de volume facilitou a negociação comercial. Marcos históricosMarcos históricos 14 Ex: Pesos para aferição de massa
  • 15. História da normalizaçãoHistória da normalização A Revolução Industrial iniciada em meados do Século XVIII trouxe um conjunto de mudanças no comportamento econômico, social e nos processos produtivos. Naquele período, a produção que era artesanal passou a ser Marcos históricosMarcos históricos 15 Naquele período, a produção que era artesanal passou a ser industrial com o surgimento da máquina a vapor, do tear mecânico e das máquinas de fiar. Máquina a vapor Tear mecânico Máquina de fiar
  • 16. O crescimento do comércio inglês a partir da Revolução Industrial fez com que a Inglaterra se tornasse uma potência comercial. A preocupação com produtos padronizados passou a ser um fator importante para História da normalizaçãoHistória da normalização Marcos históricosMarcos históricos 16 manutenção deste mercado. O crescimento industrial se espalhou pelo mundo a partir do século XIX e século XX e os clientes passaram a exigir produtos de maior qualidade. A baixa padronização era um fator de entrave ao comércio na época sob o ponto da percepção de qualidade pelo cliente.
  • 17. Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização É a forma de se organizar atividades a partir da Mas o que é Normalização?Mas o que é Normalização? 17 criação de regras que contribuam para o desenvolvimento econômico e social a partir da criação de produtos e serviços com melhor aceitação no mercado de origem e mercados entrantes.
  • 18. Definição de NormalizaçãoDefinição de Normalização Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização Segundo o guia “Normalização e atividades relacionadas: Vocabulário Geral (ABNT ISO/IEC Guia 2: 1998), “normalização” constitui-se no “processo de 18 1998), “normalização” constitui-se no “processo de formulação e aplicação de regras para um tratamento ordenado de uma atividade específica, para o benefício e com a cooperação de todos os interessados e, em particular, para a promoção da economia global ótima, levando na devida conta condições funcionais e requisitos de segurança”.
  • 19. Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização Objetivos da NormalizaçãoObjetivos da Normalização Em 1981, uma comissão da International Organization for Standardization (ISO - www.iso.ch) definiu como objetivos básicos da normalização estabelecer: • economia global, em termos de esforço humano, materiais, 19 • economia global, em termos de esforço humano, materiais, força na produção e troca de mercadorias; • a proteção do interesse do consumidor por intermédio da adequada e contínua qualidade de mercadorias e serviços; • a segurança, saúde e proteção da vida; • o fornecimento dos meios de expressão e comunicação entre as partes interessadas.
  • 20. Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização Aumento de produtividade Produtos de melhor Objetivos da NormalizaçãoObjetivos da Normalização 20 Produtos de melhor qualidade e menor custo Participação efetiva das empresas na normalização PRODUTOR CONSUMIDOR NORMAS TÉCNICAS DE BOA QUALIDADE
  • 21. Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização Se Não Existissem Normas...Se Não Existissem Normas... Dificuldades na comunicação, disseminação e compartilhamento Dificuldades na 21 compartilhamento tecnológico Dificuldades na comercialização entre países Dificuldades na manutenção de padrões de qualidade na execução da maioria das atividades
  • 22. Impactos da NormalizaçãoImpactos da Normalização Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização Impactos na economia melhor qualidade, quantidade e regularidade de produção; 22 produção; equilíbrio entre a oferta e a procura; aumento da competitividade no mercado nacional; redução de litígios; crescimento da produtividade nacional.
  • 23. Impactos da NormalizaçãoImpactos da Normalização Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização Impactos na Produção eliminação de desperdícios; 23 padronização da documentação técnica; redução de custos; aumento da produtividade; base clara para concorrência, evitando assim a concorrência desleal.
  • 24. Impactos da NormalizaçãoImpactos da Normalização Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização Impactos no Consumo acesso a dados técnicos padronizados; 24 redução de preços e prazos de entrega; padronização de pedidos; possibilidade de comparação objetiva entre produtos, processos e serviços; garantia da qualidade, regularidade, segurança e integridade.
  • 25. “A qualidade de um produto é definida como sua adequação ao uso, do ponto de vista do cliente”. A importância da normalização para qualidadeA importância da normalização para qualidade Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização 25 (Juran) Estatístico norte-americano que ampliou a abordagem para qualidade para o planejamento, controle e melhoria da qualidade. JURAN
  • 26. De acordo com Garvin, a qualidade pode ser identificada a partir de 8 dimensões. DurabilidadeCaracterísticas A importância da normalização para qualidadeA importância da normalização para qualidade Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização 26 ADEQUAÇÃO AO USO Conformidade Desempenho Confiabilidade Durabilidade Atendimento Estética Características Qualidade percebida ADEQUAÇÃO AO USO, SOB A ÓTICA DO CLIENTE, SIGNIFICA ATENDIMENTO ÀS 8 DIMENSÕES DA QUALIDADE A PARTIR DE PRODUTOS NORMALIZADOS, REALIZADOS A PARTIR DE PROCESSOS PADRONIZADOS.
  • 27. A importância da normalização para qualidadeA importância da normalização para qualidade Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização 1- Características São os adereços dos produtos, aquelas características secundárias que suplementam o funcionamento básico do produto. A NORMALIZAÇÃO E PADRONIZAÇÃO GARANTEM: 27 ADEQUAÇÃO AO USO 2- Confiabilidade Garantia de que o produto estará disponível ao uso sempre que necessário. 3- Conformidade Grau em que o projeto e as características operacionais do produto estão de acordo com os padrões preestabelecidos. 4- Desempenho Manutenção das características operacionais do produto.
  • 28. A importância da normalização para qualidadeA importância da normalização para qualidade Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização 5 - Durabilidade Vida útil do produto com o desempenho esperado. 6 - Atendimento Rapidez, cortesia, facilidade de reparo e ou A NORMALIZAÇÃO E PADRONIZAÇÃO GARANTEM: 28 Rapidez, cortesia, facilidade de reparo e ou substituição. 7 - Estética Julgamento do produto em função das preferências pessoais. 8 - Qualidade percebida Opinião subjetiva do cliente sobre o produto. Valor do bem estar proporcionado em comparação com a expectativa antes da compra. Um exemplo é a procura por marcas mais conhecidas. ADEQUAÇÃO AO USO
  • 29. Abertura de mercado, acordos econômicos de livre comércio (OEA, MERCOSUL, etc) tem aumentado a concorrência, as empresas buscam um diferencial competitivo. O comércio desleal tem sido cada vez mais combatido; MOTIVOS DE PREOCUPAÇÃO Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização tem sido cada vez mais combatido; A informação em tempo real (internet) tem ampliado a variedade de itens disponíveis ao público consumidor; O cliente está cada vez mais exigente em função da concorrência e disponibilidade variada de itens; 29
  • 30. No contexto atual, o cliente decide de quem comprar a partir da identificação de valor no produto/serviço. O cliente precisa ter certeza de que os produtos oferecidos poderão cumprir minimamente suas funções básicas a contento; MOTIVOS DE PREOCUPAÇÃO Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização minimamente suas funções básicas a contento; Segundo Ghinato, valor sob a ótica Lean significa: custo; qualidade e lead time; Segundo Deming os custos de retrabalho, defeitos e assistência técnica consumem, em média, 90% dos custos de qualidade. 30
  • 31. 1926– Criada ISA por 20 membros – 1950 1970 1980 19901900 Início do século XX: Qualidade 1961 – Criação da Comissão Pan- 1973 – Criação do Sistema 2000 EVOLUÇÃO DA NORMALIZAÇÃO E DA QUALIDADE 1996 – Criação da AMN HISTÓRICO EVOLUTIVO Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização por 20 membros – foco em mecânica; 1940 – Criação da ABNT; 1944 – Eclode a 2°guerra mundial. Indústrias adaptadas a guerra. Cria-se a UNSCC com 18 membros das nações aliadas; 1947 – Fundação da ISO tentando harmonizar mais de 150.000 normas. 31 XX: Qualidade implica custo; Eletrotécnicos percebem necessidade de criar normas 1906 – Criação da EIC. 1914 – Linha de Montagem. economia de escala. potencialização da geração de defeitos. Comissão Pan- Americana de Normas Técnicas (COPANT); 1961 – Criação do Instituto Nacional de Peso e medidas (INPM) que implantou os IPEM (Institutos Estaduais de Pesos e Medidas). 1970 – O Japão já é considerado um país com produtos da mais alta qualidade; do Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (SINMETRO). 1980 – A rede americana NBC apresenta documentário que atesta a qualidade dos produtos japoneses. O slogan era: “se o Japão pode, por que não podemos? da AMN (associação Mercosul de Normalização) para padronizar normas neste mercado.
  • 32. Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização ISOISOISOISO AMNAMNAMNAMN NÍVEIS DE NORMALIZAÇÃO 32 EMPRESARIALEMPRESARIAL NACIONALNACIONAL REGIONALREGIONALREGIONALREGIONAL INTERNACIONALINTERNACIONALINTERNACIONALINTERNACIONAL AMNAMNAMNAMN ABNTABNTABNTABNT GERDAUGERDAUGERDAUGERDAU
  • 33. Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização Internacional – Proveniente de acordos entre nações visando emprego mundial. Regional - Representam os interesses que de um grupo de nações independentes, de um mesmo continente ou por uma NÍVEIS DE NORMALIZAÇÃO 33 nações independentes, de um mesmo continente ou por uma associação regional de normas. Nacional - Adotadas por órgãos nacionais de normalização com autonomia para publicá-las após alcançar-se o consenso entre os interesses do governo, indústrias, consumidores e comunidade científica de um país. Empresarial – Criada por uma ou um grupo de empresas, com a finalidade de orientar compras, fabricação, vendas e outras operações. pelo mercado.
  • 34. Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização ESTRUTURA DO SISTEMA BRASILEIRO DE NORMALIZAÇÃO (SBN) SINMETRO: Sistema Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial; CONMETRO: Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e 34 Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial; CBN: Comitê Brasileiro de Normalização. ABNT INMETRO CB: Comitê Brasileiro; ONS: Organismo de Normalização Setorial;
  • 35. Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS (ABNT): DEFINIÇÃO É uma entidade privada, de utilidade pública, sem fins lucrativos que representa oficialmente o Brasil 35 representa oficialmente o Brasil junto a fóruns regionais e internacionais de normalização É a ÚNICA representante formal das posições do Brasil junto à ISO! Compete à ABNT coordenar, orientar e supervisionar o processo de elaboração de normas brasileiras (NBR) bem como elaborar e editar as referidas normas (CONMETRO, 1992).
  • 36. Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização É o órgão executivo central do SINMETRO, a secretaria executiva do CONMETRO e do CBN. INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA (INMETRO): DEFINIÇÃO 36 do CONMETRO e do CBN. É responsável pela regulamentação de um setor restrito à metrologia legal e pela qualidade de produtos industriais.
  • 37. Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização NORMA: DEFINIÇÃO Documento, estabelecido por consenso e aprovado por um organismo reconhecido, que fornece, para um uso comum e repetitivo, regras, diretrizes ou características para atividades ou seus resultados, visando à obtenção de um 37 atividades ou seus resultados, visando à obtenção de um grau ótimo de ordenação em um dado contexto . Nota: Convém que as normas sejam baseadas em resultados consolidados da ciência, tecnologia e da experiência acumulada, visando à obtenção de benefícios para a comunidade. (ABNT ISO/IEC Guia 2)
  • 38. Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização NORMA: PROCEDIMENTO DE ELABORAÇÃO O processo de elaboração da norma inclui discussão PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO DEMANDA ELABORAÇÃO DO PROJETO DE NORMA 38 da norma inclui discussão e aprovação consensual (nem sempre unânime)! O texto normativo é submetido à consulta pública para que possa opinar! CONSULTA PÚBLICA ANÁLISE DE VOTOSOK NÃO SIM NORMA
  • 39. Normalização e PadronizaçãoNormalização e Padronização NORMA: COMISSÕES DE ESTUDO EMPRESÁRIOS CLIENTES 39 PESQUISADORES CLIENTES NORMA A pluralidade das opiniões fortalece o desenvolvimento da norma!!!