Marketing cultural

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Grupo: Everton Rocha, Marcele Aguiar, Mariana Campello e Thaís Argolo. Trabalho entregue à disciplina Introdução à Administração, dada pelo professor Marcondes.

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Marketing cultural

  1. 1. invenção brasileira, desafio global MARKETING CULTURAL:
  2. 2. NOSSA BASE
  3. 3. Cultural marketing?  “...nada tem a ver com incentivos fiscais.” (p:191)  “...inserção e/ou manutenção dessas iniciativas/produções artístico-culturais em um mercado...” (p:192) INTRODUÇÃO
  4. 4.  É difícil ser artista.  O que realmente está em jogo?  Conceito: “...atividade de viabilização físico-financeira de produtos e serviços que, comercial ou francamente, vêm atender às demandas de fruição e enriquecimento cultural da sociedade.” (p:194) COMO FUNCIONA NO BRASIL?
  5. 5. Marketing Cultural de Fim Marketing Cultural de Agente Marketing Cultural de Meio Marketing Cultural Misto MODALIDADES: LOCUS/FATO GERADOR
  6. 6. A partir do locus/fato gerador A partir do critério geográfico A partir do controle acionário PROPOSTAS
  7. 7. EXEMPLOS CORRIQUEIROS
  8. 8.  Paulo Sérgio Duarte.  Quem são os propagadores? (Ex: Bolivar)  Ineficiência “80 MIL CRIANÇAS OU 10 MIL 8X?”
  9. 9.  O investimento do empresário, obtendo riscos em seu capital ou de terceiros, trabalhando com margens de lucro que permitem a sobrevivência e o desenvolvimento de sua empresa.  O investimento do empresário, obtendo riscos em seu capital ou de terceiros, trabalhando com margens de lucro que permitem a sobrevivência e o desenvolvimento de sua empresa. AS QUESTIONÁVEIS PRÁTICAS DE ALGUMAS EDITORAS
  10. 10.  O autor banca a cobertura de alguns custos para a produção de seu livro. Se ele pessoa física ou jurídica, essa contribuição vai para a editoração, ilustração, impressão, acabamento e transporte. Essa produção sairá a custo zero para a editora.  O registro do projeto de livro é obtido junto ao MinC ou através de secretarias de cultura estaduais/municipais. Essa publicação pode ser objeto de patrocínio, caso ela seja considerada uma publicação de contribuição cultural. Dentro dos preceitos das leis de cultura em vigor nas diversas esferas, esse financiamento poderá ser acumulativo, dessa forma, haverá uma sangria de verbas públicas junto de renúncias fiscais. Mais uma etapa que sairá a custo zero para a editora, já que a União, estados e municípios cedem suas arrecadações e os contribuintes fiscais bancam. Mas a população nem sempre tem contato com a produção cultural incentivada pelo governo, pois essas edições são limitadas destinadas a um publico específico. TRÊS ETAPAS DO FINANCIAMENTO
  11. 11. Há algumas exceções quando essa edições são cedidas à bibliotecas públicas, o que na verdade as leis exige que essas publicações sejam destinadas às bibliotecas publicas.  O livro que teve sua produção inicial e reprodução totalmente custeados vai para o mercado livre de impostos a preços altos para o consumidor. A editora tem seu lucro integral, pois todas as etapas do percurso foram quitadas. TRÊS ETAPAS DO FINANCIAMENTO
  12. 12.  As editoras Terra das Artes e Essential Idea Publishing solicitaram o patrocínio do INMETRO, Veracel, TAM Viagens, SBS entre outras marcas para o patrocínio da publicação de do livro O valor das Florestas.  Justificativa - O que motivou o patrocínio do INMETRO foi a menção da sua marca e do selo CERFLOR no livro. As demais patrocinadoras também tiveram suas menções na edição.  Patrocínio - O INMETRO entrou com uma cota de patrocínio junto das demais patrocinadoras.  Público - Essa edição foi distribuída entre universidades e empresas do ramo. EXEMPLO
  13. 13.  Problema enfrentado: um problema significativo enfrentado pela produção cultural no Brasil é restrição da distribuição da produção de materiais e serviços culturais. Não basta produzir, a distribuição do material deve ser destinado ao grande público. É na fase final que a obra poderá ser consumida e compartilhada de maneira coletiva.  Exemplo de projeto de distribuição de filmes brasileiros: A proposta da Petrobrás Distribuidora que patrocina a construção de centenas de salas de cinema pelo país. O NÓ DA DISTRIBUIÇÃO
  14. 14.  Quem é o patrão? Quais são as responsabilidades de quem contrata? Vínculo empregatício, cooperativa ou contrato de trabalho por tempo determinado? Como ficam os impostos? E a aposentadoria? E os acidentes de trabalho? A responsabilidade civil? E o seguro-desemprego? O auxílio maternidade?  Não há uma relação especial de leis trabalhistas que amparam artistas da noite, companhias de danças e grupos de teatro.  Tímidas iniciativas no âmbito da previdência social que ampara a classe artística.  As recorrentes questões surgidas no âmbito da Justiça do Trabalho e os debates sobre propriedade intelectual X pirataria.  A produção artístico-cultural requer perfis profissionais especializados.  Criação de cursos voltados para a formação de produtores, administradores de centros culturais e empresários artísticos. NECESSIDADE DE FORMAÇÃO DE MÃO DE OBRA ESPECIALIZADA NA INTERMEDIAÇÃO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO/DISTRIBUIÇÃO DE BENS CULTURAIS
  15. 15.  A música, a dança, a gravura, a arte publicitária, a arquitetura, o mobiliário, a culinária e a televisão brasileira têm respeito e reconhecimento internacional.  A exportação de bens culturais do país deveria ser pauta prioritária dos produtores artísticos brasileiros.  A exportação de atrações brasileiras pela maior empresa produtora cultural do Brasil, a Dell’Arte. “COISA DE PRIMEIRO MUNDO”
  16. 16. ACHADOS DA PESQUISA (CONVITE)
  17. 17.  O caso da tentativa de criação de uma filial do Museu Guggenheim no rio mas por uma decisão da justiça, o projeto foi vetado. Esse caso é um exemplo de como a cultura ainda é considerada pelos governantes com um acessório de luxo.  Faltam políticas de cultura cujos resultados cheguem mais longe que os de incentivos fiscais.  Nível Federal: a produção cultural nacional chega a 0,8% do PIB. O valor recomendado pela a UNESCO para investimento em cultura é de 1% da economia. CRISE DA CIDADE MARAVILHOSA
  18. 18.  Captação de recursos: O retorno a um procedimento da Lei Sarney é o credenciamento não só de projetos, mas também do proponente.  Código de ética do captador de recursos: SUGESTÕES PARA A ESFERA ESTADUAL
  19. 19. SUGESTÕES PARA A ESFERA ESTADUAL
  20. 20.  Estatuto dos direitos do doador: Onde estão nossos mecenas? SUGESTÕES PARA A ESFERA ESTADUAL
  21. 21.  Everton Rocha Corrêa.  Marcele Aguiar.  Mariana Campello.  Thaís Argolo. GRUPO

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