Sobre Assessoria de Imprensa

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Trabalho realizado sobre o capítulo "Sobre Assessoria de Imprensa" retirado do livro "Relações Públicas e Marketing" do autor Manoel Marcondes Machado Neto

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Sobre Assessoria de Imprensa

  1. 1. INTRODUÇÃO À ADMINISTRAÇÃO 2015.1
  2. 2. SOBRE ASSESSORIA DE IMPRENSA • “O jornalismo tornou-se algo tão venenoso, que as organizações passaram a contratar jornalistas como antídoto” (p. 217) • Quem ganha com isso? • Quem perde? • O que fazer para mudar? • “O valor agregado ao trabalho do jornalista aumentaria quando em conjunto com o do Relações Públicas, contando com as preocupações de cunho institucional que este último agrega” (p. 219)
  3. 3. . Segundo Bem H. Bagdikin, “ As grandes firmas descrevem seus objetivos em termos que soam benignos, mas, nas mãos de monopolistas, escondem uma ameaça a liberdade e a diversidade de informação” (Pág.221) . “A mídia de massa descreve que a comunicação pode ser usado para promover a mesma idéia, produto, celebridade ou político em outro meio de comunicação, ambos pertencentes à mesma corporação.” (Pág.221) . “As novas firmas globais que atuam na mídia não cresceram no vácuo. Primeiro tornaram-se dominantes dentro de seus próprios países, processo geralmente auxiliado pela acomodação mútua entre políticos e corporações poderosas. Um regime politico concede às grandes corporações impostos favoráveis e favores legais. Em troca, o politico ou regime politico recebe um tratamento favorável ou poupam –lhe do que, de outra forma, poderia ser um tratamento hostil ou, pior, nenhum tratamento sequer.” (Pág.222) . “Diante dessa realidade, em que o poder do capital supera as barreiras da ética, do conflito de interesses e do bem público na sua acepção mais fundamental, crescem a responsabilidade de homens e mulheres que se dedicam a representar as corporações diante da mídia e, afinal, diante do público.” (Pág.223) IMPRENSA TAMBÉM É NEGÓCIO: A ORIGEM DO CONFLITO DE COMPETÊNCIAS
  4. 4. A CRISE É DO JORNALISMO E NÃO DA COMUNICAÇÃO. É PRECISO REVITALIZAR A IMPRENSA.
  5. 5. “Ainda não existe uma legislação que controle a concentração de veículos e propriedades cruzadas – um mesmo grupo atuando em diferentes mercados -, mas é claro que os grandes grupos querem que tudo continue do jeito que está e com auxílio de dinheiro público.” (LIMA apud MARCONDES, 2008, p. 225)
  6. 6. RELAÇÕES PÚBLICAS MUNDO AFORA É SINÔNIMO DE MEDIA RELATIONS. PORQUE NO BRASIL HAVERIA DE SER DIFERENTE? • “Os relações-públicas “perderam o bonde” da assessoria de imprensa no Brasil” (p.225) • Os principais motivos são: maus profissionais e a más praticas. Não necessariamente devido a uma falha na formação universitária. • Para exemplificar o autor expôs as definições presentes nos we bsite s das mais importantes organizações de prestação de serviços profissionais de relações públicas no mundo:
  7. 7. Burson Marsteller  “Provê, para clientes ao redor do mundo, iniciativas estratégicas e programas inovadores que os ajudam a manter uma solida reputação e suas marcas fortes junto a seus públicos.” (p.226)  A organização presta aos clientes um pensamento estratégico e uma execução de programas em toda gama de demandas de relações públicas, relacionamento, propaganda e outros serviços de comunicação. São líderes no serviço de relações públicas devido à experiência acumulada e iniciativas originais no campo das comunicações de organizações e de seus líderes. Edelman Worldwide  “A antiga pirâmide da autoridade metamorfoseou-se em uma esfera de influência transversal constituída de muitos públicos de interesse (stakeholders) (...) os empregados, os próprios veículos de comunicação, investidores, consumidores e reguladores (...). As companhias devem construir relacionamento com todos.” (p.226) Para a empresa o imperativo desse relacionamento é a integração de seus públicos, que sempre procuram conexões reais com as organizações. “Sejam consumidores que aspiram a determinados estilos de vida através de suas compras, ou as agencias reguladoras ou ONGs que procuram implementar boas práticas ambientais” (p.227)  “Outras consultorias podem até restaurar a confiança e a credibilidade de seus clientes. Nós advogamos o paradigma da transparência. (...) Liberar a informação sensível imediatamente e dizer o que está sendo feito sobre os fatos são elementos críticos para
  8. 8. A RESPONSABILIDADE DAS ESCOLAS DE COMUNICAÇÃO • “Formar, entre outros profissionais de nível superior, futuro jornalistas e relações públicas.” (p. 229) Jo rnalista. S. 2 g . Pe sso a q ue dirig e o u re dig e um jo rnal, o u q ue a e le fo rne ce co labo ração . [Jo rnal(do it. g io rnale ). S. m , 1 . Pe rió dico . 2. Escrito no q ualse re latam o s aco nte cim e nto s do dia a dia; diário . 3. No ticiário transm itido pe lo rádio , te le visão o u cine m a]. Re laçõ e s-públicas. S. 2 g e 2 n. Pe sso a q ue trabalha e m re laçõ e s públicas [do ing l. public re latio ns: 1 . O s m é to do s e atividade s e m pre g ado s po r um indivíduo o u um a o rg aniz ação a fim de pro m o ve r re lacio nam e nto favo ráve l co m o público e m g e ral. 2. O s co nhe cim e nto s ne ce ssário s para e xe rce r tais atividade s].
  9. 9. • “Raros são os cursos de graduação que investem efetivamente numa convivência harmoniosa entre os seus futuros bacharéis.” (p. 229) • “O que é notícia para o jornal é justamente aquilo que a organização não mencionou no press release, entrevista exclusiva ou na coletiva de imprensa.” (p.230)  Universidades Particulares • ESPM: forma somente o publicitário; • FACHA: Jornalismo, Publicidade & Propaganda e Relações Públicas.  Universidades Públicas • ECA/ USP: Dez habilitações; • ECO/ UFRJ E UFF: Seis habilitações; • FCS/ UERJ: Duas habilitações.
  10. 10. • “Futuros jornalistas, publicitários e relações-públicas diferenciam- se por atitudes, gostos e interesses já nos bancos escolares e não há como fugir desse fato.” (p.230) • “Um jornalista merece esta denominação apenas quando trabalha em jornal ou outro veículo periódico de informação. Não quando atua em comunicação empresarial.” (p.230) • “Um exame, prestado junto a órgãos independentes dos cursos, tais como a ABI, para jornalistas, e CONFERP, para os relações- públicas, poderia credenciar melhor os futuros profissionais.” (p.230)
  11. 11. O PAPEL DO RELAÇÕES- PÚBLICAS • As cinco atividades básicas do profissional de relações públicas são: Pesquisa; Assessoria e Consultoria, Planejamento; Execução; Avaliação. • “Mais recentemente, as organizações vêm incorporando a noção de comunicação integrada.” (p. 232)
  12. 12. O PAPEL LEGAL DO JORNALISTA • Art 1º O exercício da profissão de jornalista é livre, em todo o território nacional, aos que satisfizerem as condições estabelecidas neste Decreto- Lei. • Art 2º A profissão de jornalista compreende, privativamente, o exercício habitual e remunerado de qualquer das seguintes atividades: Ex.: a) redação, condensação, titulação, interpretação, correção ou coordenação de matéria a ser divulgada, contenha ou não comentário;         b) comentário ou crônica, pelo rádio ou pela televisão;         c) entrevista, inquérito ou reportagem, escrita ou falada; (Pág.:233)
  13. 13. DA EXIGÊNCIA OU NÃO DE DIPLOMA UNIVERSITÁRIO PARA O EXERCÍCIO DO JORNALISMO: DEBATE INACABADO É preciso reconhecer a importância do papel do jornalista e da sua formação na qualidade da informação. Como também não podemos esquecer dos interesses meramente econômicos de boa parte dos patrões, os quais enxergam na queda da obrigatoriedade da formação superior específica uma oportunidade para enfraquecer a organização sindical e intensificar a exploração da mão-de-obra.
  14. 14. O JORNAL TAMBÉM É UMA ORGANIZAÇÃO COM INTERESSES. ISENÇÃO É IDEAL A PERSEGUIR• O autor conclui que o equilíbrio seria o ponto mais delicado no exercício de um jornalismo que busque a imparcialidade. Além de citar alguns filmes que refletiram sobre o tema.
  15. 15. Integrantes Camila Castro do Nascimento Carolina Guimarães Almeida Fábio Porto Madeira Karina Santos Mônica Queiroz

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