Quem Foi Ibn Mucana?<br />O seu nome original seria Ibn Muqãnã, Ibn Muqanaal-Qabdaqi ou AbuZayd'Abdar-RahmãnibnMuqana conf...
O seu nome original seria Ibn Muqãnã, Ibn Muqanaal-Qabdaqi ou AbuZayd'Abdar-RahmãnibnMuqana conforme as diferentes grafias...
Para expressar as suas ideias ibnMuqana utilizou a metáfora da nora e das nuvens, tornando-se assim o primeiro escritor da...
FIM<br />Trabalho realizado por: Diogo nº11 e Afonso nº29 7ºD<br />
Próximos SlideShares
Carregando em…5
×

Mucana

569 visualizações

Publicada em

Publicada em: Turismo, Tecnologia
  • Seja o primeiro a comentar

  • Seja a primeira pessoa a gostar disto

Mucana

  1. 1. Quem Foi Ibn Mucana?<br />O seu nome original seria Ibn Muqãnã, Ibn Muqanaal-Qabdaqi ou AbuZayd'Abdar-RahmãnibnMuqana conforme as diferentes grafias em que o nome aparece escrito. Foi um importante poeta árabe do século XI que viveu na Península Ibérica no actual território português, nomeadamente na zona de Alcabideche.<br />A região de Alcabideche foi durante o tempo árabe e mesmo posteriormente povoada por grande quantidade de moinhos de vento, cuja primeira referência literária a esses moinhos chegou até ao presente graças aos escritos de Ibn Mucana, que nasceu e viveu em Alcabideche.<br />
  2. 2. O seu nome original seria Ibn Muqãnã, Ibn Muqanaal-Qabdaqi ou AbuZayd'Abdar-RahmãnibnMuqana conforme as diferentes grafias em que o nome aparece escrito. Foi um importante poeta árabe do século XI que viveu na Península Ibérica no actual território português, nomeadamente na zona de Alcabideche.<br />A região de Alcabideche foi durante o tempo árabe e mesmo posteriormente povoada por grande quantidade de moinhos de vento, cuja primeira referência literária a esses moinhos chegou até ao presente graças aos escritos de Ibn Mucana, que nasceu e viveu em Alcabideche.<br />
  3. 3. Para expressar as suas ideias ibnMuqana utilizou a metáfora da nora e das nuvens, tornando-se assim o primeiro escritor da Península Ibérica a referir expressamente a existência de moinhos de vento nestas paragens:<br />Ó tu que habitas Alcabideche! Oxalá nunca te faltem<br />cereais para semear, nem cebolas nem abóboras<br />Se és homem decidido precisas de um moinho<br />que trabalhe com as nuvens sem dependeres dos regatos.<br />Quando o ano é bom a terra de Alcabideche<br />não vai além das vinte cargas de cereais.<br />Se rende mais, então sucedem-se,<br />ininterruptamente e em grupos compactos,<br />os javalis dos descampados.<br />Alcabideche pouco tem do que é bom e útil.<br />como eu próprio quase surdo como sabes.<br />Deixei os reis cobertos com os seus mantos<br />e renunciei a acompanhá-los nos cortejos…<br />Eis-me em Alcabideche colhendo silvas com uma podoa ágil e cortante.<br />Se te disserem: gostas deste trabalho?, responde; sim.<br />O amor da liberdade é o timbre de um carácter nobre.<br />Tão bem me governam o amor e os<br />benefícios de AbuBacre Almofadar<br />que parti para um campo primaveril.<br />
  4. 4. FIM<br />Trabalho realizado por: Diogo nº11 e Afonso nº29 7ºD<br />

×