O Procurado

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O Procurado

  1. 1. OProcurado
  2. 2. Previa De uma Tradução não oficial desta obra literária. Não se consultou ao autor sobre estatradução, mas acreditando na difusão de conhecimento gratuito fazemos a distribuição deste material da mesma forma em Português Feito por: Kurt SonnenfeldTraduzido por: Tradutores livres
  3. 3. Capítulo 1 Terça-feira Preta-Você esta olhando CNN?Olhei o relógio, eram quase as sete da manha. A Pergunta inesperada era do meu chefe em Fema,John. Estas chamadas nunca foram fáceis, inclusive depois de nove anos não tinha me acostumado aeles.Ultimamente a coisa parecia vir cada vez, mas complicada porque me mandavam diretamente, esem aviso prévio, a zonas de desastre de que mundo todo tratava de fugir. Uma e outra vez tinhaque ser testemunha da destruição. Ver gente que sofria enfrentar-me com vidas devastadas.-Não, John – respondi-. Que aconteceu?Liguei a televisão e coloquei CNN.Faltou dizer que era uma ordem. John tinha uma energia quase infinita, nunca se cansava. Em todo ocaso, uma xicara de café e voltaria a energia. Porém nessa manha consegui detectar um pouco, masde excitação, algo mais de adrenalina, no tom de sua voz. Escutava como falava com outras pessoasna oficina em quanto esperava que eu ligasse a televisão. Ainda meio dormido encontrei o controleremoto no chão junto a cama e apertei o botão.-Viu?Ai estava o que meu chefe queria que olhasse: Pequeno avião que impacto no World Trade Center.A Federal Emergency Managmente Agency, conhecida como FEMA, é a agencia do governo que seencarrega das catástrofes, os desastres naturais e não tão naturais, que ocorre em Estados unidos.Acontece com muita frequência, muito mais do que a maioria de outros países. Porém para queFema entre em ação é necessário que o desastre exceda a capacidade do Estado em que ocorreu. Eum avião pequeno que bateu contra um prédio não é suficiente para chamar a Fema.-Estamos sendo atacados – explicou John antecipando –se a minha pergunta.-Que?Algo não esta bem. Nosso país era a prova de balas. Todos sabiam isso. Éramos a única potenciamundial: impenetrável. Por que um avião pequeno que se bate contra um arranha-céu implica queestamos sendo atacados? .-Não Sei, estamos investigando. Vai ter que ir a New York.Nada de informação. Nada mas que a ordem de ir sem saber por quanto tempo e nada mais que comuns minutos para empacotar. Cada vez que me assignavam uma missão de este tipo pensava omesmo, uma frase popular feita, porém que se aplica em estes casos: Os tontos correm ate onde osanjos fogem.Em esta tela de televisão podia ver ao o escritório confuso e escuro pela fumaça que aparecia por ocorte profundo que a batida do avião havia provocado em um dos seus lados da Torre Norte.Já sabem quantos mortos tem? -Perguntei.Nancy, que ainda dormia a meu lado, já tinha começado a acordar.- Os estão tirando – foi a única informação que me ofereceu John.Pensei que em New York era as 9 da manha. Em esse mesmo momento, um avião grande seincrustou contra a torre do World Trade Center. A explosão foi terrível. Os escombros voaramcentenas de metros, e se viram explosões de fogo ate em baixo e ate em cima engolindo a parte masalta da Torre Sul. O comentarista da CNN ficou sem palavras, o único que podia falar era “MeuDeus”.E que esta vez não tinha forma de equivocar-se. Isso não era um avião pequeno! Era um jumbo, umavião de passageiros. Não era um acidente! Não sei quanta gente viu ao vivo por televisão, masestou seguro de que ninguém deles o vá esquecer jamais. Ainda que depois dessa mesma imagemisso ira se repetir milhões de vezes, desde todos os ângulos possíveis, esse primeiro momento foi
  4. 4. devastador. Em um segundo se confirmou para todo o mundo: Estado unido estava sendo atacado.-Meu Deus!-exclameiAtacam-nos, te falei- Interveio meu chefe-. Venha já.Nancy se incorporou de golpe. Olhava a tela sem entender, como se as imagens que via foram partedo sonho que acabava de abandona. Porém o que mostrava a televisão era, al menos por esta vez, amas pura realidade. E nem ela e eu podíamos saber em esse momento que essa realidaderepercutiria irreversivelmente em nossas vidas. Não podíamos saber que essa tragédia nacional seriao principio de uma tragédia pessoal que me persegue ate o dia de hoje. E que com as Torres tambémse viriam abaixo nossas vidas tal como a conhecíamos ate esse momento.Não devem haver passado nem 15 minutos entre que levantei da cama e que freei meu carro frentea grade da Federal Center de Denver, Coloridas. As ruas estavam vazias, como um domingo pelamanha. As caras dos poucos condutores que vi enquanto corria ate a oficina estavam pálidas,escutando atentamente as ultima noticias na radio.A Federal Center era um lugar de alta seguridade, e um alvo ideal para um míssil ou uma bombaterrorista. Ainda que eu nunca o avia visto assim. Realmente parecia como se tivesse começado aTerceira Guerra Mundial. Muitos soldados com armas automáticas, prontos para combater, pedindoidentificações e estudando-as como se fossem falsas o eles não soubessem ler. Pastores alemãeslatindo agressivamente, tirando de suas correias, fuçando em busca de explosivos. Para eles todoseram suspeitos. Os soldados faziam baixar a os automobilistas e xequeavam dentro do carro e pordebaixo para comprovar que no traziam nenhum elemento estranho. A tensão era tão grande quevoltei a sentir o nervosismo da primeira vez que havia entrado ali, nove anos atrás, quando mechamaram para trabalhar em FEMA, a agencia que , em caso de guerra , devia se encarregar dopaís . Eles os chamavam COG: Continuação do governo.Os soldados me fizeram sinais de que se eu quisesse atravessar a barricadas e acelerei em direçãoao quadrante oeste onde estava localizado o complexo subterrâneo da FEMA, ainda desde fora sóse via uma entrada de concreto e um ao lado da montanha.Apesar da hora , as oficinas era o um caos de gente. Agentes, militares, equipes de procura eresgate, homens desconhecidos embainhados em suas impecáveis trajes grises com pinta de haverido ao cabeleireiro as sete da manha. Todos estavam sumamente nervosos e confusos.O primeiro que fiz foi gravar e monitorar as noticias. Havia para eles várias televisões com suasrespectivas gravadores, com o fim de criar um arquivo completo de todo oque se transmitia em essemomento sobre oque acontecia em New York. É um procedimento comum, que permite a FEMAlevar um registro de como se informa ao povo sobre os desastres que ocorrem em Estados Unidos. Ooutro objetivo e controlar aos rumores. Devia segurar-me de que os canais de noticias no disseramcoisas indevidas, assustando desnecessariamente ao povo. Extinguir qualquer “informação errada” eo que se chama “resposta rápida”. Alguns o chamam spin controle a manipulação de contendidos.Outros o chamam simplesmente “a maquina de propaganda”. Desde o momento em que umacatástrofe castiga al país, a agencia esta a cargo de todo o que tenha que ver ela, desde controle dasnoticias ate a seguridade, o resgate das vitimas, a limpeza e, quando todo passou, as cerimôniascomemorativas e os certificados de reconhecimento a todos os heróis.Porém o horror recém começava: vi em direto a caída espectral, quase em câmera lenta da Torre Suldo World Trade Center. De imediato interrompi uma reunião do conselho, onde se havia congregadoo circulo, mas estreito dos homens a cargo, para informa-lhes. Não havíamos saído do nosso pânicoquando vimos cair a Torre Norte. A metade da “Grande maça” se foi cobrindo lentamente com ascinzas do que alguma vez havia sido. Em essa oficina estávamos acostumados a imagensextremamente impactadas, sobre tudo eu, que devia registrá-las com minha câmera, porém o que viaquela manha em monitores superava qualquer coisa que haveria visto antes. A tensão inicial sesomava agora a incompreensão, a impotência , a raiva, a dor.Provavelmente não haveria uma só pessoa ali que não tivesse familiares os amigos em New York, eapostaria que a maioria havia estado sobre as Torres Gêmeas alguma vez em sua via, o, pelo menos,
  5. 5. se havia sacado a clássica foto desde abaixo com as torres detrais. O que acabava de se derrubar eraum pedaço da nossa vida e de nossa historia. Os Estados Unidos nunca haviam sido atacados a estaescala. Pensávamos que estávamos a salvo, porém agora compreendíamos da pior maneira quehavíamos vivido enganado. Nossa seguridade foi sacudida. Em 11 de setembro de 2001 o que caioem Estados Unidos, junto as torres, foi a nossa sensação de invulnerabilidade, nossa certeza de estarprotegidos contra os mãos do mundo. Pensávamos que ninguém podia tocar-nos, que faríamosagora? Que podia passar? Até onde chegariam as coisas?Para esse então já sabíamos do avião que se havia batido no Pentágono e de que havia caído emPensilvânia. Como era possível que todo isso estivera ocorrendo? Ao mesmo tempo, os canais denoticias e os repórteres de inteligência denunciavam outros aviões desaparecidos, tal vezsequestrados, talvez caindo desde o céu, talvez derrubados por outros aviões. As primeirasestimativas sobre a quantidade de vitimas no ajudarão acalmar os ânimos: em um principio se faloude 50 mil mortos ainda mais, uma cifra praticamente ingovernável. Em o que não se equivocaram osprognósticos era em a classificação do acontecimento. Desde muito cedo, talvez desde muito cedo,ninguém em FEMA acreditou nem por um momento que pudesse tratar-se de outra coisa mas quede um atentado.Estávamos em guerra, só nos faltava averiguar contra quem.Diga-se que cada homem tem una guerra em sua vida. Evidentemente, esse dia começa a minha. Mipadre teve a Segunda Guerra Mundial. E agora estava empezando o que podia transformar-se aTerceira Guerra Mundial. Indignados e ultrajados, os Estados Unidos saiam uma vez, mas em buscade sangue. E a teríamos mais rápido.Como Diretor de operações televisivas y de radio tinha muito trabalho que fazer. Decidiu-se quedevia viajar a New York para proporcionar boas imagens que responderiam o antes possível aansiedade das grandes rede de noticias arredor do mundo. De o contrario, sua necessidade deimagens os faria invadir o perímetro da tragédia. Devíamos oferecer contendida a televisão si nãoqueríamos que encontrassem o seu próprio. “Dar de comer a besta - Costumávamos dizer-nos-, o elate comerá a vos”.Nos dias vindouros devia discutir a estratégia y a política a seguir, os planes e os procedimentos.Que mensagem enviar a gente? Como calmar os ânimos? Que falar-lhes? Por suposto que diríamosque somos fortes, que estamos unidos, e que este ataque não será perdoado. Fui o escolhido paraviajar ao lugar da tragédia y tomar as imagens que logo veria ao público norte-americano, ao mundoem general e talvez ate aos responsáveis diretos de todo esta dor. Devíamos mandar uma mensagema todos eles: Norte América es forte!De imediato me ocupei de arrumar os horários de satélite, conseguir camiões satelitizes, falar comos médios, conseguir gente para sair em telão “caras importantes” que presentaram uma imagemforte, e uma mensagem, mas sem corte. Eu também levei para documentar os esforços das equipesde busca e salvamento, que começou a chegar do bunker da FEMA. Eu estava indo para concentrar-se nelas, desde a primeira chamada de emergência até sua chegada em New York. Ele iria andar com suas botas e capacetes nos escombros, levando suas mochilas e seguir seus cães,em seu heroico trabalham no Marco Zero: assim começou a chamar a esse grande cratera ou ocoque ficou onde alguma vez havia estado o complexo de Torres.Para realizar a minha missão precisava de um caminhão satélite MERS: um sistema de resposta deemergência móvel (sistema móvel de resposta emergência). É a unidade de alta segurança daFEMA, que deve ser responsável para comunicações no caso em que todos os sistemas dos EstadosUnidos foram destruídos. Para um avião de carga que transportava um desses veículos classificadosNew York precisaria C-130 Hércules ou até mesmo um A-4, que é ainda o maior. Ele é caminhõesde grande porte, que além de carregar informações de satélites com sistemas de telefonia do própriosatélite treinados e geradores de energia para mais de 30 chamadas simultaneamente.Eu tive que, em seguida, obter um especial para este plano de veículo, mas o céu era impressionantelivre das veias brancas de vapor à esquerda depois sim a aeronave. Fiquei curioso para obter o modo
  6. 6. de exibição e ver o céu azul puro. As marcas os jatos em todo o firmamento faziam parte de umcenário em Denver e sua súbita ausência foi estranha, quase como se fosse natural. Não só asaeronaves comerciais não podiam sobrevoam o território nacional. Eles eram mesmo a terra Awacs(alerta aéreo e sistema de controle), o Boeing 747 que eles têm como um voando na parte traseira.Os Awacs são aviões-com radar que vigiam a presencia de misseis, o furacão, ou qualquer outro tipode eventualidade, então tem que ser 24 horas no ar. Porém mesmo estes eles tiveram que descer.Os únicos que poderiam voar até naquela época foram os jets lutador militar.Eles tinham ordem para abater qualquer aeronave que se movesse dentro do espaço aéreo norteamericano.As fronteiras foram fechadas, o transporte público limitado, as forças armadas em alerta máximo.Estávamos todos clientes de que não só poderia ser guerra, mas que o mesmo campo de batalhapoderia estar aqui, em solo estadunidense.Finalmente, após complicações de aeronaves de pesquisa e até de considere - e rapidamente -rejeitando a possibilidade de ir de carro, eu poderia obter um voo e coordenar a chegada simultâneade um MERS. Antes de sair, tivemos uma longa reunião onde ele falou da garantia de medidas devetomar. Nós disseram que estávamos sob ataque, que todas as instituições do governo e suasagências foram alvos em potencial, e que este poderia ser o início da terceira Guerra Mundial, parao que deveria ser em alerta máximo. Os soldados estavam nervosos e reagiram ante qualquereventualidade como se eles estavam no campo de batalha, então eles nos pediram que nãocolocássemos em perigo a qualquer momento, que incluía não só a pé ou sem nossa identificaçãopela vista. "As identificações são como coletes à prova de balas" eles diziam.Nessa reunião, a Comissão foi decidida que a tripulação documental oficial seria formada por Mikee Andrea como fotógrafos e Jim e eu como operadores de câmara. Já havíamos trabalhado juntos emvárias ocasiões anteriores, e éramos conhecidos como “olho de grupo da tempestade”. Fomosinformados de que devíamos apenas fornecer fotografias e screenshots de mídia de vídeo, mas iriaser também documentando a operação e coletando material do filme como evidência para ainvestigação que iria começar imediatamente.Mike e Andrea eram profissionais de nível muito. Suas imagens foram impressionante, dramáticos ede alguma forma também bonito no meio do caos e a destruição. Jim foi o Vice Diretor dodepartamento de relações públicas da FEMA. Ele tinha muita experiência por trás da câmera, masera ainda melhor na frente de dela. Como porta-voz da juventude Agência emanava, coragem,energia e afeto. Em New York assumiria também o papel de chefe de gabinete de relações públicas,algo que significava conseguir entrevistas e falar com a mídia, bem como reprimir rumores edesinformação correta. Pela minha parte, o trabalho que me deram foi o pool de cinegrafista, diz-seque ele estava filmando e fornecimento de certas imagens para as redes de televisão global sobrealguns dos trabalhos que é eles levaram a frente no World Trade Center. Deve ser “alimentando aBesta de mídia”, satisfazer suas notícias de fome, mas com material "estéril".Poderia e deveria fotografar tudo, mas uma coisa foi o que, em seguida, ele daria a FBI e a outrasagências envolvidas na investigação e outra que ele proporcionará à CNN e outros canais de notíciasnacionais e como Internacional. Como a área foi considerada "uma cena de crime", nenhumambiente jornalístico teve acesso ao perímetro que ignoraram o World Trade Center.Qualquer câmera não autorizada poderia ser confiscada e seu portador, processado por trazê-lo paraum site proibido. Apenas as câmeras especialmente autorizadas pela FEMA entravam na área dedesastre e registraram para os Estados Unidos e para o mundo as tarefas de limpeza e resgate.O material que nós entregáramos a mídia não poderia mostrar organismos sem partes do corpo e avida. Nem objetos pessoais, como por exemplo, sapatos, chapéus ou fotos porque se alguémdesconhecia ainda o destino de um parente não queríamos que reconhecessem o objeto esuspeitarem a verdade de uma forma tão dramática. O Outro tabu era os papéis. Era completamenteproibido fazer planos de qualquer tipo de documento escrito, já que ai poderia figurar dados decontas bancárias de pessoas ou números de telefone ou empresas. Com o World Trade Center tinha
  7. 7. recolhido a maioria do infra-estrutura para transações eletrônicas, bem como bancos, empresas osinvestidores, instituições financeiras e seguradoras. Um minuto imbatível para fraudes e golpesmonetárias. Enfim, eu sabia que havia muitas agências do governo federal no World Trade Center.Assim que, naturalmente, entendeu que a proibição dos papéis do filme na realidade se refere aosdocumentos classificados ou sensíveis. Era óbvio que ninguém queria que o CNN colocasse na telaum arquivo secreto de nossas agências de segurança.Isso não deve mostrar em nossas câmeras estavam gritando, nervosismo ou o que temos chamado“tempo pessoais", isto é, o fogo desesperada ou policiais chorando. Em resumo: qualquer coisa quepoderia trazer desconforto ou o medo da população ou agitar sua fé no poder das autoridadesamericanas. Todas as imagens deviam mostrar força, camaradagem, retrato de um país Unido. Poresta razão que prestou atenção ao que eles transmitia por estes dias podia distinguir as imagensoficiais mostrado por WTC e os outros, que eles capturaram algumas das inúmeras câmarasprivadas de turistas, antes o perímetro foi delimitado e proibida entrada para qualquer pessoa forapara o Governo, pela primeira vez com fitas e soldados e mais tarde com cercas metálicas. Sãoestas imagens amadoras, não por acaso começaram a proliferar nos programas de televisão algunsdias após o ataque, o público pôde ouvir e ver o que alguma maneira esperava e até necessitava:gritos, sirenes, pessoas correndo e corpos caindo no vazio.O cargo de executivo assumiria que Jim o impedia para baixo em uma base regular para os andaresmais baixos do que era o World Trade Center: não poderia responder para as chamadas continuadasda mídia e ao mesmo tempo, superadas blocos de cimento à beira da queda. A esse respeito, eutinha uma maior liberdade de movimento. Disseram-me, em seguida que devia ter disponibilidadetotal, eu tive que fotografar absolutamente tudo o que passou no Ground Zero. Devia estar atentopara filmar a descoberta da caixa preta de aviões sequestrados. Não importa se eu chamei os três damanhã: eu devia estar de imediato.Por isso me deu acesso ilimitado a toda a área. Podia subir aos escombros, mergulhar a partesubterrânea sob vigas ao ponto de cair e blocos de concreto, me coloquei na poeira, fumaça e fogo.Eles tinham confiança. Havia estado em situações semelhantes e, honestamente, eu nunca merecusei a cumprir uma tarefa para além do seu nível de periculosidade. Eles sabiam que eu sabia quemeu trabalho e que eu iria fazer bem. Daí uma permissão irrestrita para passar através da área. Umcrédito enorme para um camarista, uma missão ligeiramente menos importante. Deram-me suaconfiança. Uma confiança que eu fui a conquistando nos meus anos anteriores com muito trabalhoy dedicação. Uma confiança que más tarde se romperia, e que eles terminaram pagando-me comindiferença e abandono.

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