Seminário II – Idealismo, fuga, representação e realidade social<br />Alessandra Brusantin<br />Ana Carolina Figueiredo<br...
Romantismo<br />Introdução<br />Literatura<br />Música<br />Pintura<br />
*Transição século XVIII/ XIX<br />*Transformações constantes<br />*Revoluções<br />*Correntes ideológicas: nacionalismo, i...
Romantismo<br />Introdução<br />Literatura<br />Música<br />Pintura<br />
Emoção e Poesialírica<br />*Aprofundamento das questões da intuição, instintos e sentimentos. <br />arte não como um refle...
Contrastes com o Neoclassicismo<br />*Liberdade das regras mecânicas<br />*Substituição da razão pela imaginação<br />*Mud...
Medievalismo e HeróiRomântico<br />*A influência medieval se espalhou não somente no ramo da literatura, mas passando por ...
Cotidiano e o Exótico<br />*Ocasional utilização de regionalismos levou a uma linguagem mais simplificada<br />*Cotidiano ...
Religião<br />*Transformação da religião em um assunto para uso artístico <br />*Fausto pode ser utilizado como exemplo de...
Mephistopheles in Flight, 1828EugèneDelacroix (França, 1798–1863)De Fausto, Goethe (Paris, C. Motte, 1828)<br />
Natureza<br />*Podia ter vários significados na época<br />*Porexemplo, durante o poemaSong of Myself, Whitman fazumapráti...
Rousseau e o Romantismo<br />*Questionamento sobre a essência humana<br />*Revalorização do amor e da amizade que o filóso...
Romantismo<br />Introdução<br />Literatura<br />Música<br />Pintura<br />
Barroco: concepção estática dos sentimentos. Há poucas variações de intensidade e não se mistura m em uma mesma música mai...
Romantismo: tensões violentas entre sentimentos opostos. Há a criação de um jogo combinatório dos elementos que compõem as...
"O Romantismo, por sua valorização do que é único, excepcional, original, por seu culto ao gênio, liberta o individualismo...
Romantismo<br />Introdução<br />Literatura<br />Música<br />Pintura<br />
A Liberdadeguia o povo. Eugéne Delacroix, 1831. Óleosobretela, 325 x 260 cm. Museu do Louvre, Paris.<br />
Morte de Sardanapalo. Eugene Delacroix, 1827. Óleo sobre tela, 392 x 496 cm. Museu do Louvre, Paris. <br />
A Jangadada Medusa. Théodore Gericault, 1818-19. ÓleosobreTela, 491x716 cm. Museu do Louvre, Paris.<br />
A Família Real de Carlos IV. Francisco Goya, 1800.Óleo sobre tela, 2,79 m x 3,35 m. Museu do Prado, Madri.<br />
As Meninas. Diego Velázques, 1656-57. Óleo sobre tela, 318x276cm, Museu do Prado.<br />
A Família Real de Carlos IV. Francisco Goya, 1800.Óleo sobre tela, 2,79 m x 3,35 m. Museu do Prado, Madri.<br />
O Gigante. Francisco Goya, 1818. Aquatinta, 28,5x21cm. Museum of Modern Art, Nova Iorque<br />
Fuzilamento (1808). Francisco Goya, 1814. Óleo sobre tela, 268x347 cm. Museu do Prado, Madri.<br />
OJuramento dos Horácios.Jacques-Louis David, 1784. Óleo sobre tela, 330 × 425 cm, Museu do Louvre, Paris.<br />
O Temerário. WillianTurner, 1838. ÓleosobreTela, 91x122 cm. National Gallery, Londres.<br />
O Navio Negreiro. Willian Turner,1840. Óleosobretela, 90,8x122,6 cm. Museum of Fine Arts, Boston.<br />
Realismo<br />Introdução<br />Literatura<br />Pintura<br />
*Século XIX<br />*2ª fase da Revolução industrial<br />*Correntes ideológicas: positivismo, cientificismo, socialismo<br /...
Realismo<br />Introdução<br />Literatura<br />Pintura<br />
"O Realismo é uma reação contra o Romantismo: o Romantismo era a apoteose do sentimento; - o Realismo é a anatomia do cará...
*No mesmo ano, Gustave Flaubert publica o romance responsável pela sedimentação do realismo na Europa: Madame Bovary. A ob...
Características<br />*Descrição busca objetividade e profunda análise das personagens;<br />*Ação e enredo perdem a import...
*Narrador se coloca como observador neutro;<br />“O romance que se narra a si mesmo." (Flaubert)<br />“ Madame Bovary não ...
*Descreve costumes e acontecimentos contemporâneos aos mínimos detalhes ;<br />	*Busca de explicação lógica e científica a...
*Realiza críticas sociais à burguesia, ao clero, ao obscurantismo provinciano, ao capitalismo selvagem, ao preconceito rac...
Principais Autores<br />*GustaveFlaubert (Madame Bovary)<br />*Os irmãos Jules e Edmond Goncourt (GerminieLacerteux )<br /...
Realismo<br />Literatura<br />Pintura<br />
Os quebradores de pedra. Gustave Courbet, 1849. Óleosobretela, 159x259 cm. GaleriaNeue Meister, Dresden, Alemanha.<br />
O estúdio do artista (L'Atelier du peintre): Uma Alegoria Real de sete anos da fase em minha vida artística e Moral. Gusta...
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As respigadeiras. Jean- François Millet, 1857. ÓleosobreTela, 83,8x111 cm. Museu d’Orsay, Paris.<br />
Almoço naRelva. ÉdouardManet, 1863. Óleosobretela, 214x270 cm. Museu do Louvre, Paris, França.<br />
O julgamento de Páris.MarcantonioRaimondi.,1515. Gravura<br />O concerto campestre . Ticiano, 1511.<br />
Um Bar no Folies Bergère, Édouard Manet, 1881-82. Óleo sobre tela, 96x130cm. CourtauldInstituteGalleries, London.<br />
A execução do imperador Maximiliano. Edouard Manet, 1867. Óleo sobre tela.<br />
Referências Bibliográficas<br />ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo - Companhia das Letras, 1992.<br />GOMBRICH, ...
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Idealismo, fuga, representação e realidade social

  1. 1. Seminário II – Idealismo, fuga, representação e realidade social<br />Alessandra Brusantin<br />Ana Carolina Figueiredo<br />Caroline Christini<br />Milena Sartori<br />Tálita Nogueira<br />Thaís Martins<br />Tiffany Liu<br />MAIO<br />2011<br />
  2. 2. Romantismo<br />Introdução<br />Literatura<br />Música<br />Pintura<br />
  3. 3. *Transição século XVIII/ XIX<br />*Transformações constantes<br />*Revoluções<br />*Correntes ideológicas: nacionalismo, iluminismo, liberalismo<br />*Ruptura na tradição<br />*Substituição do mimetismo pelo expressionismo<br />*Respostas individuais<br />*Diversidade de características<br />*Romantismo francês x romantismo inglês <br />*SturmundDrang (Alemanha, 1760-80):<br />- Culto ao gênio<br />- Exigências de liberdade de sentimentos e intuições<br />- Auto-afirmaçãoviolenta dos compositores<br />- Revolta contra as regras e ditames da razão<br />- Busca da espontaneidade e simplicidade<br />- Busca das raízes históricas nacionais<br />
  4. 4. Romantismo<br />Introdução<br />Literatura<br />Música<br />Pintura<br />
  5. 5. Emoção e Poesialírica<br />*Aprofundamento das questões da intuição, instintos e sentimentos. <br />arte não como um reflexo do mundo exterior, mas uma fonte de iluminação do mundo pelo interior.<br />*O sentimento mais valorizado era o amor. Independente de julgamento, essa noção foi uma das mais influenciadoras da história.<br />
  6. 6. Contrastes com o Neoclassicismo<br />*Liberdade das regras mecânicas<br />*Substituição da razão pela imaginação<br />*Mudança do mimético para o poético<br />*Ênfase nas características do comportamento humano<br />Individualismo<br />*Descobrimento das identidades individuais<br />*O capitalismo mudou a idéia de posição social se equivaler à identidade<br />*Permitia a artistas, pintores e escritores a comercialização do seu trabalho<br />
  7. 7. Medievalismo e HeróiRomântico<br />*A influência medieval se espalhou não somente no ramo da literatura, mas passando por todas as formas de arte do período;<br />*Inspiração do cavaleiro medieval no heróiromântico.<br />Imaginação<br />*Poder da criação que ajuda os seres humanos a constituírem a realidade<br />*Responsável pela capacidade de sintetizar e de enxergar a natureza como um sistema de símbolos<br />
  8. 8. Cotidiano e o Exótico<br />*Ocasional utilização de regionalismos levou a uma linguagem mais simplificada<br />*Cotidiano e o exótico apareciam juntos em combinações paradóxicas. Podendo ser vistas em obras como O Corcunda de NotreDame e Frankeinstein.<br />*Imagens de locais exóticos como a Espanha, norte da África e o Oriente Médio, mas retratadas de maneira preconceituosa.<br />*Byron foi o escritor de maior renome no exoticismo, tanto nacional como internacionalmente.<br />*Análise do poema “O corsário”<br />
  9. 9. Religião<br />*Transformação da religião em um assunto para uso artístico <br />*Fausto pode ser utilizado como exemplo de obra que utiliza o cristianismo mas não é uma peça cristã<br />*Não era mais uma questão de dualidade entre o antropocentrismo com e teocentrismo e sim uma forma de utilização de um assunto, moldá-lo da maneira mais adequada de acordo com a obra<br />
  10. 10. Mephistopheles in Flight, 1828EugèneDelacroix (França, 1798–1863)De Fausto, Goethe (Paris, C. Motte, 1828)<br />
  11. 11. Natureza<br />*Podia ter vários significados na época<br />*Porexemplo, durante o poemaSong of Myself, Whitman fazumaprática de apresentaritenscomunspresentesnanatureza, queelediziaconterelementosdivinos<br />*Relação com a Revolução Industrial<br />Folclore e Arte Popular<br />*Interesse pelo folclore teve início na Alemanha e Inglaterra<br />*Valorização da tradição popular incomum até aquela época<br />*Favorecimento da simplicidade e naturalidade<br />*Criação de tiposliterários<br />*Rejeição de sistemas absolutos<br />
  12. 12. Rousseau e o Romantismo<br />*Questionamento sobre a essência humana<br />*Revalorização do amor e da amizade que o filósofo acreditava que estavam presentes em todo o ser humano<br />*Paisagem transfigura o mundo exterior no reflexo da subjetividade e da individualidade do próprio eu que a contempla<br />*Contribui para o desenvolvimento da ficção narrativa do séc. XVIII com o livro Pamela, que traz também os questionamentos rousseaunianos<br />*É precursor do movimentoSturmundDrang<br />
  13. 13. Romantismo<br />Introdução<br />Literatura<br />Música<br />Pintura<br />
  14. 14. Barroco: concepção estática dos sentimentos. Há poucas variações de intensidade e não se mistura m em uma mesma música mais de um sentimento.<br />Rococó: movimento das paixões mostrado pelos contrastes na música. Há maior variedade de tons, mais nuanças e gradações. Traz, portanto, maior refinamento musical em todos os aspectos.<br />Richard Wagner <br />Franz Hanfstaengl, 1871<br />
  15. 15. Romantismo: tensões violentas entre sentimentos opostos. Há a criação de um jogo combinatório dos elementos que compõem as melodias.<br />As músicas renascentista e barroca não são carentes de afeto; pelo contrário, os sentimentos do homem são apenas expressados diferentemente da música romântica.<br />"O Romantismo não produziu, propriamente, nenhum estilo, mas somente inúmeros estilos individuais e nacionais isolados."<br />
  16. 16. "O Romantismo, por sua valorização do que é único, excepcional, original, por seu culto ao gênio, liberta o individualismo de suas últimas barreiras."<br />"A música de Beethoven move alavancas do estremecimento, do temor, do horror, da dor, e desperta aquela nostalgia infinita que é a essência do Romantismo."<br />Ludwig van Beethoven<br /> Joseph Karl Stieler, 1820 <br />
  17. 17. Romantismo<br />Introdução<br />Literatura<br />Música<br />Pintura<br />
  18. 18. A Liberdadeguia o povo. Eugéne Delacroix, 1831. Óleosobretela, 325 x 260 cm. Museu do Louvre, Paris.<br />
  19. 19.
  20. 20. Morte de Sardanapalo. Eugene Delacroix, 1827. Óleo sobre tela, 392 x 496 cm. Museu do Louvre, Paris. <br />
  21. 21.
  22. 22. A Jangadada Medusa. Théodore Gericault, 1818-19. ÓleosobreTela, 491x716 cm. Museu do Louvre, Paris.<br />
  23. 23.
  24. 24. A Família Real de Carlos IV. Francisco Goya, 1800.Óleo sobre tela, 2,79 m x 3,35 m. Museu do Prado, Madri.<br />
  25. 25. As Meninas. Diego Velázques, 1656-57. Óleo sobre tela, 318x276cm, Museu do Prado.<br />
  26. 26. A Família Real de Carlos IV. Francisco Goya, 1800.Óleo sobre tela, 2,79 m x 3,35 m. Museu do Prado, Madri.<br />
  27. 27. O Gigante. Francisco Goya, 1818. Aquatinta, 28,5x21cm. Museum of Modern Art, Nova Iorque<br />
  28. 28. Fuzilamento (1808). Francisco Goya, 1814. Óleo sobre tela, 268x347 cm. Museu do Prado, Madri.<br />
  29. 29.
  30. 30. OJuramento dos Horácios.Jacques-Louis David, 1784. Óleo sobre tela, 330 × 425 cm, Museu do Louvre, Paris.<br />
  31. 31. O Temerário. WillianTurner, 1838. ÓleosobreTela, 91x122 cm. National Gallery, Londres.<br />
  32. 32.
  33. 33. O Navio Negreiro. Willian Turner,1840. Óleosobretela, 90,8x122,6 cm. Museum of Fine Arts, Boston.<br />
  34. 34. Realismo<br />Introdução<br />Literatura<br />Pintura<br />
  35. 35. *Século XIX<br />*2ª fase da Revolução industrial<br />*Correntes ideológicas: positivismo, cientificismo, socialismo<br />*“Revolução permanente”<br />*Questionamento da arte como ofício<br />*Artistas bem sucedidos x inconformistas<br />*Contraposição ao sentimentalismo<br />*Inquietar a burguesia<br />*Crítica social<br />*Representação fiel do cotidiano<br />
  36. 36. Realismo<br />Introdução<br />Literatura<br />Pintura<br />
  37. 37. "O Realismo é uma reação contra o Romantismo: o Romantismo era a apoteose do sentimento; - o Realismo é a anatomia do caráter. É a crítica do homem. É a arte que nos pinta a nossos próprios olhos – para condenar o que houver de mau na nossa sociedade". (Eça de Queirós)<br />*Honoré de Balzac foi o grande precursor do realismo literário. Tentativa de criar um retrato da sociedade francesa (La Comédiehumaine - 1834-1837)<br />*A primeira proposta realista surgiu na década de 1850, inspirada pela pintura de Courbet. jornalista francês Jules-François-Félix-HussonChampfleury divulga o trabalho do pintor e lanças seus conceitos na literatura em Le Réalisme (1857).<br />
  38. 38. *No mesmo ano, Gustave Flaubert publica o romance responsável pela sedimentação do realismo na Europa: Madame Bovary. A obra causa impacto na Europa e é oficialmente censurada. Flaubert sofre acusação pública de incentivo à imoralidade.<br />“Quando madame Bovary apareceu, <br />foi uma completa revolução literária. <br />Teve-se a impressão de que a fórmula <br />romance moderno, esparsa pela obra <br />colossal de Balzac, fora reduzida e <br />claramente enunciada em quatrocentas <br />páginas de um único livro.” (Zola)<br />Filme: Madame Bovary<br />
  39. 39. Características<br />*Descrição busca objetividade e profunda análise das personagens;<br />*Ação e enredo perdem a importância para a caracterização das personagens;<br />“A voracidade de madame Bovary acompanhava-se de permanente insatisfação: ela não era feliz, nunca o fora [...] cada sorriso escondia um bocejo de tédio, cada alegria uma maldição, qualquer prazer um desgosto e os melhores beijos deixavam nos lábios apenas um irrealizável desejo de uma maior volúpia” (Madame Bovary)<br />
  40. 40. *Narrador se coloca como observador neutro;<br />“O romance que se narra a si mesmo." (Flaubert)<br />“ Madame Bovary não tem nada de real. É uma história totalmente inventada. Eu não coloquei nada dos meus sentimentos, nem da minha existência. A ilusão (se existe uma) vem, ao contrário, da impessoalidade da obra. É um dos meus princípios não me inscrever nela. O artista deve ser na sua obra como Deus na sua criação, invisível, porém poderoso; nós o sentimos por todo lado, mas não o vemos.” (Flaubert)<br />
  41. 41. *Descreve costumes e acontecimentos contemporâneos aos mínimos detalhes ;<br /> *Busca de explicação lógica e científica aceitável para os fatos;<br />“A experiência torna-se o único critério válido para a busca da verdade, devendo o cientista abster-se de qualquer capricho pessoal ou crenças, sejam religiosas, filosóficas ou mesmo científicas. Prevalece apenas a autoridade dos fatos observados” (ZOLA)<br /> *Narrativa lenta, clara, concisa, com predomínio da denota-ção, a metáfora cede lugar à metonímia;<br /> *Apresenta localização precisa do ambiente, densidade psico-lógicae personagens complexas, temas contemporâneos;<br />“Na planície rasa, sob a noite sem estrelas, de uma escuridão e espessura de tinta, um homem caminhava sozinho pela estrada real que vai de Marchiennes a Montsou, dez Quilômetros retos de calçamento cortando os campos de beterraba. ” (Germinal)<br />
  42. 42. *Realiza críticas sociais à burguesia, ao clero, ao obscurantismo provinciano, ao capitalismo selvagem, ao preconceito racial.<br />“Era meio-dia, a fome de seis semanas de greve despertava nos estômagos vazios, aguilhoada por essa marcha em campo aberto”<br />(Germinal)<br />“Homens brotavam, um exército negro, vingador, que germinava lentamente nos sulcos da terra, <br />crescendo para as colheitas do <br />século futuro, e cuja germinação<br />não tardaria em fazer rebentar a <br />terra” (Germinal)<br />Cena do filme Germinal<br />
  43. 43. Principais Autores<br />*GustaveFlaubert (Madame Bovary)<br />*Os irmãos Jules e Edmond Goncourt (GerminieLacerteux )<br />*Charles Dickens (Oliver Twist ), e George Eliot (Middlemarch) na Inglaterra<br />*LevTolstoi (Guerra e Paz) e Fiodor Dostoievski (Crime e Castigo) na Rússia<br />*Eça de Queiroz (O Primo Bazílio)<br />*Charles Baudelaire (Flores do Mal)<br />*Émile Zola (Germinal)<br />Trailer Germinal: http://www.youtube.com/watch?v=chCnbs7UMSk<br />Trailer Madame Bovary: http://www.youtube.com/watch?v=kZcrUWCy8T0<br />
  44. 44. Realismo<br />Literatura<br />Pintura<br />
  45. 45. Os quebradores de pedra. Gustave Courbet, 1849. Óleosobretela, 159x259 cm. GaleriaNeue Meister, Dresden, Alemanha.<br />
  46. 46. O estúdio do artista (L'Atelier du peintre): Uma Alegoria Real de sete anos da fase em minha vida artística e Moral. Gustave Courbet, 1855. Óleo sobre tela, 359 × 598 cm. Musée d'Orsay, Paris.<br />
  47. 47. .<br />
  48. 48. .<br />
  49. 49. As respigadeiras. Jean- François Millet, 1857. ÓleosobreTela, 83,8x111 cm. Museu d’Orsay, Paris.<br />
  50. 50.
  51. 51. Almoço naRelva. ÉdouardManet, 1863. Óleosobretela, 214x270 cm. Museu do Louvre, Paris, França.<br />
  52. 52. O julgamento de Páris.MarcantonioRaimondi.,1515. Gravura<br />O concerto campestre . Ticiano, 1511.<br />
  53. 53. Um Bar no Folies Bergère, Édouard Manet, 1881-82. Óleo sobre tela, 96x130cm. CourtauldInstituteGalleries, London.<br />
  54. 54. A execução do imperador Maximiliano. Edouard Manet, 1867. Óleo sobre tela.<br />
  55. 55.
  56. 56. Referências Bibliográficas<br />ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. São Paulo - Companhia das Letras, 1992.<br />GOMBRICH, E. H.; tradução Álvaro Cabral. A História da Arte. Rio de Janeiro: LTC, 2008.<br />GUINSBURG, J. O Romantismo. São Paulo: Perspectiva, 1978.<br />HONOUR, Hugh. El Romanticismo. Editora Alianza Forma, Madrid, 1986.<br />JANSON, H. W. e JANSON, Anthony F. Iniciação à História da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1996.<br />

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