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  1. 1. ÁREAS URBANAS Projecto: Projecto Mobilidade Sustentável Geografia A Tiago Ramos nº 18, 11º C Prof: Manuela Santos
  2. 2. INTRODUÇÃO De acordo com alguns problemas urbanos como a falta de mobilidade(em Vendas Novas) surge o Planeamento que é designado como o processo de criação e desenvolvimento de programas que buscam melhorar ou revitalizar certos aspectos (como a qualidade de vida da população) dentro de uma dada área urbana (como cidades ou vilas); ou do planejamento de uma nova área urbana numa uma dada região, tendo como objectivo propiciar aos habitantes a melhor qualidade de vida possível
  3. 3. O QUE SERÁ A MOBILIDADE SUSTENTÁVEL?! Perante este cenário, é necessário As necessidades de mobilidade abordarmos o conceito de mobilidade cresceram muito, sendo que nos numa outra perspectiva. Se nos espaços metropolitanos é uma realidade pudermos deslocar de uma forma muito diversificada e complexa, marcada sustentável, melhor pela utilização do transporte individual Para isso devem existir instrumentos motorizado e pelo não uso do transporte de actuação e colectivo com consequências sensibilização, colocando esta atmosféricas graves: ruído, poluição e questão no centro da agenda global agravamento das condições de do desenvolvimento sustentável.(3) sustentabilidade energética.(2) Mobilidade Sustentável O que é a mobilidade? Não é mais do A mobilidade sustentável tem que a forma como temos acesso às vantagens para todos. Não só nossas necessidades para a mobilidade económicas, culturais ou outras populacional, mas também para sendo um factor de progresso e a mobilidade ao nível da cidade. desenvolvimento económico continua Uma mobilidade sustentável ndo a ser um requisito essencial paraaponta a existência de vantagens a melhoria da qualidade de vida. directas para a cidade, uma vez Afinal, através dela conseguimos que uma gestão optimizada alcançar as nossas necessidades acaba por aumentar a básicas, mas também ultrapassar produtividade e o rendimento do fronteiras, alargando território envolvente.(4) horizontes, através da partilha de experiências que promovem a diversidade cultural. (1)
  4. 4. MOBILIDADE SUSTENTÁVEL EM VENDASNOVASO Projecto Mobilidade Sustentável, promovido pela Agência Portuguesa doAmbiente tem como objectivo a elaboração/consolidação de Planos deMobilidade Sustentável, visando uma melhoria contínua das condições dedeslocação, a diminuição dos impactes negativos no ambiente, bem comoo aumento da qualidade de vida dos cidadãos, em concordância com asgrandes orientações estratégicas comunitárias e nacionais numa óptica desustentabilidade. Neste contexto, o Município de Vendas Novas identificouas condicionantes de mobilidade que considerava constituir como áreas deintervenção prioritárias para a autarquia. Sendo assim, numa escaladecrescente de relevânciaencontram-se descritas as condicionantes:1. Articulação entre as decisões urbanísticas e as suas consequências aonível da acessibilidade (geração de tráfego, carência de lugares deestacionamento,acessibilidade em transportes colectivos e em transporteindividual, etc.);2. Segurança nos transportes ou nos percursos a pé;3. Acessibilidade da população aos locais de trabalho ou de ensino;4. Congestionamentos de tráfego no(s) acesso(s) ao centro (ou no própriocentro).
  5. 5. CARACTERIZAÇÃO DA PROCURA DETRANSPORTE A Câmara Municipal de Vendas Novas realizou um estudo sobre a circulação e estacionamento na cidade em 2005, no qual foi diagnosticado que as deslocações motorizadas apresentam uma repartição modal que evidencia um ganho na deslocação em transporte individual(carro) face ao transporte colectivo, apresentando valores na ordem dos 94% e 6% respectivamente. No entanto, ao considerar-se todos os modos de deslocação verifica-se que, apesar do modo mais utilizado ser o transporte individual (aproximadamente 60%), a deslocação em modos suaves apresenta valores bastante superiores (aproximadamente 36%) aos valores relativos ao transporte colectivo, o qual apresenta uma repartição de 3% para o modo rodoviário e menos de 1% para o modo ferroviário.
  6. 6.  Este ganho dos modos suaves (a pé ou bicicleta) face aos transportes colectivos, é explicado pela concentração da maioria da população numa área de apenas 1 km2, onde estão igualmente instaladas as principais, infra-estruturas dos serviços públicos, desportivos e escolares. Neste sentido, os principais pólos geradores de tráfego encontram-se no centro da cidade, ao longo da EN4 , da Avenida 25 de Abril e da Avenida da Misericórdia.
  7. 7. Em relação ao Parque Industrial, tratando-se de um pólogerador de emprego por si só, é também gerador de tráfego.Possui um único acesso com um volume de cerca de tráfego de80% para o centro da cidade a Oeste, restando apenas 20% detráfego em direcção a Este.O excessivo tráfego nestes cruzamentos torna crítica acirculação dos modos suaves nas viasrodoviárias sendo necessária uma reestruturação física da infra-estrutura para aumentar a segurança
  8. 8. CONDICIONANTES Á EVOLUÇÃO DAMOBILIDADE Relativamente aos modos suaves, principal tema de desenvolvimento do projecto nesta localidade, uma das maiores condicionantes à evolução da mobilidade é a não existência de uma rede ciclável que possibilite o controlo do crescimento dos modos rodoviários. Actualmente existe apenas uma ciclovia num troço da EN4, mas que apenas cobre parte do percurso necessário, não tendo uma continuidade segura, apesar de possuir uma via própria para o efeito (passeio demarcado a vermelho). Nos restantes troços do percurso, os ciclistas têm que conviver com o tráfego automóvel representando elevados riscos de segurança, uma vez que se trata de uma estrada principal onde as velocidades praticadas e os volumes de tráfego são muito elevados. Uma agravante a esta característica é o facto de existirem viragens à esquerda ao longo da estrada nacional, aumentando assim os pontos de conflito entre os ciclistas, pedestres e os automobilistas
  9. 9. DESTA FORMA… Depois de todos os problemas que foram citados atrás chegou se á conclusão que a área de intervenção prioritária deste projecto é a valorização dos modos suaves no centro da cidade de Vendas Novas, mais concretamente a bicicleta. Esta decisão deve se ao facto do centro da cidade ser uma zona habitacional concentrada e bem definida, dos equipamentos públicos, desportivos e escolares, se encontrarem todos numa área de 1 km2, assim como o Parque Industrial, principal pólo gerador de emprego, a menos de 1 km do centro. Pretende-se assim, apresentar uma solução que permita a ligação entre a Rua Principal (EN4), a Avenida 25 de Abril e a Avenida da Misericórdia, através de uma ciclovia adequada e segura não só para os próprios ciclistas, como para os peões e o transporte rodoviário de passageiros e de mercadorias.
  10. 10. BIBLIOGRAFIA http://sniamb.apambiente.pt/mobilidade/documento s/planos/diagnosticovendasnovas.pdf

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